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  • PROCESSOS E MATERIAISPROCESSOS E MATERIAISGEOLGICOSGEOLGICOS

    IMPORTANTES EMIMPORTANTES EM

    AMBIENTES TERRESTRES

    Rochas sedimentares

  • Conceitoderocha

    Unidades estruturais da crosta e do manto terrestresconstitudas, em regra, por um ou vrios minerais associados.

  • CICLO DAS ROCHAS RELEMBRARCICLO DAS ROCHAS RELEMBRAR

  • MINERAISMINERAIS

    Corpo slido, natural, inorgnico, de estrutura cristalinae com composio qumica fixa ou varivel dentro decertos limitescertos limites.

    Fig. 2pgina41domanual

  • As propriedades (qumicas ou fsicas) dos mineraisdependem da sua composio qumica e da sua organizaoestrutural.

    Estas propriedades auxiliam na identificao dos minerais, noentanto, costumam ser utilizadas outras tcnicas maisespecializadas como por exemplo a observao microscpicaespecializadas como por exemplo a observao microscpica,a anlise qumica e a difraco pelos raios X.

  • PROPRIEDADES DOS MINERAIS

    Fsicas Qumicas

    Identificao de propriedades Realizao de testes e anlisesIdentificao de propriedadespticas (cor, risca e brilho), depropriedades mecnicas (dureza,clivagem e fractura) e determinao

    Realizao de testes e anlisesqumicas.

    clivagem e fractura) e determinaoda densidade.

  • CORMinerais idiocromticos apresentam cor constante

    Minerais alocromticos apresentam cor varivelA diversidade de cores num mineral alocromtico devese,frequentemente, presena de elementos estranhos suacomposio.p

    Comoacorraramentenicaparacadamineraleporqueaverdadeiracor pode ser alterada, esta caracterstica no constitui umacorpodeseralterada,estacaractersticanoconstituiumapropriedademuitofivelnaidentificaodeminerais.

  • RISCA OU TRAOcor do mineral reduzido a p;

    a cor do trao de um mineral no coincide sempre com asua cor;

    diferentes variedades do mesmo mineral exibemsempre o trao com a mesma cor;

    o trao uma propriedade constante, enquanto que ao trao uma propriedade constante, enquanto que acor pode ser uma propriedade varivel.

    Exemplo:Exemplo:

    a pirite tem cor amarelolato e a risca negra.

  • Para se determinar a cor do trao, riscase com omineral a superfcie no polida de uma placa deporcelanaporcelana.

    Mtodo aplicvel nos minerais com dureza inferior daporcelana.

    Pi it H tit Li itPirite Hematite Limonite

  • BRILHO OU LUSTREO brilho consiste no efeito produzido pela qualidade eintensidade da luz reflectida numa superfcie de fracturarecente do mineralrecente do mineral.

    Brilho metlico intenso, semelhante ao observado nosmetais polidos, observase em minerais opacos.

    Brilho submetlico semelhante mas menos intenso do queo metlico.

    lh l bBrilho no metlico observase em minerais transparentesou translcidos. Utilizamse termos como vtreo, sedoso,adamantino, nacarado, resinoso, ceroso ou gorduroso parag pdescrever o seu brilho.

  • CLIVAGEM E FRACTURA

    ClivagemClivagem: Tendncia de alguns

    minerais fragmentarem devido

    aplicao de uma fora mecnica,

    segundo superfcies planas esegundo superfcies planas e

    brilhantes, de direces bem

    definidas e constantesdefinidas e constantes.

    FracturaFractura: fragmentao irregular, sem

    planos de clivagem visveis.

  • DUREZAResistncia que o mineral oferece ao ser riscado(sulcado) por outro mineral ou por determinadosobjectos condicionada pela estrutura e pelo tipo deobjectos. condicionada pela estrutura e pelo tipo deligaes entre as partculas e, por isso, pode variar coma direco considerada.

  • A determinao da dureza dos minerais feita emrelao aos termos de uma escala de dureza Escala deMohsMohs.

  • E l i d 10 l dEsta escala constituda por 10 termos, colocados porordem crescente de dureza, desde o menos duro, otalco at ao diamante que o corpo natural mais durotalco, at ao diamante, que o corpo natural mais duroque se conhece.

    Qualquer mineral da escala risca todos os que estoQualquer mineral da escala risca todos os que estoabaixo dele, no sendo riscado por eles.

  • Um mineral mais duro que outro se, e s se, o riscar, sem sedeixar riscar por ele;Dois minerais tm a mesma dureza se se riscam ou no se riscammutuamente;Determinase seleccionandose uma aresta viva, com a qual seDetermina se seleccionando se uma aresta viva, com a qual seexperimenta riscar os sucessivos termos da escala de Mohs;Os termos da escala devem ser percorridos no sentido decrescentede dureza para se evitar o constante desgaste dos minerais menosde dureza, para se evitar o constante desgaste dos minerais menosduros;Quando no se dispe de uma escala de Mohs, podem utilizarsediferentes materiais como por exemplo uma moeda umdiferentes materiais, como por exemplo, uma moeda, umcanivete

  • A utilizao da escala de Mohs apenas proporciona valoresA utilizao da escala de Mohs apenas proporciona valoresrelativos e no valores absolutos.

    Actividade 3 pgina 47 do manual

    A determinao de valores absolutos de dureza complexa ei li tili d lh it i li d

    Actividade3pgina47domanual

    implica a utilizao de aparelhos muito especializados.

    Uma desvantagem da utilizao da escala de Mohs que oa mento da d re a absol ta entre os diferentes termos no aumento da dureza absoluta entre os diferentes termos no sempre o mesmo, fazendose de um modo descontnuo.

  • DENSIDADEA densidade absoluta, ou massa volmica, de umasubstncia traduz a massa por unidade de volume.

    A densidade depende da dureza das partculas(tomos ou ies) que constituem o mineral e do tipod j d t lde arranjo dessas partculas.

    Os minerais de brilho no metlico possuem densidadesprximas da do quartzo (2 6) ou da calcite (2 7)prximas da do quartzo (2,6) ou da calcite (2,7).Minerais de brilho metlico apresentam densidadesprximas da densidade da pirite (5,0);

    Minerais muito densos apresentam densidadessuperiores a 7, como o ouro (15 a 19,3).

  • A densidade relativa do mineral consiste na relaoA densidade relativa do mineral, consiste na relaoentre o peso de um determinado volume do minerale o peso de igual volume de gua a 4 C (1 g/cm3).p g g ( g/ )

    No laboratrio de Mineralogia recorrese muitasvezes a um instrumento balana de Jollyvezes a um instrumento balana de Jolly.

    Permite determinar o peso de uma amostra demineral pela deformao de uma molamineral pela deformao de uma mola.

    Este instrumento permite determinar:

    O peso (P) do mineral no ar

    O peso (P) do mineral mergulhado na gua

    A diferena P P d o valor da impulso (I), ou seja,o valor do peso de um volume de gua igual aovolume do mineral mergulhado.volume do mineral mergulhado.

  • REACO AO CIDO CLORDRICOA calcite e outros carbonatos reagem com o cidoclordrico, fazendo efervescncia devido libertao deCOCO2.

    Alguns minerais mesmo que tenham igual composioqumica podem reagir de diferente forma ao cidoqumica podem reagir de diferente forma ao cidoclordrico devido diferente estrutura cristalina.

  • SABOR SALGADOA halite facilmente identificada pelo sabor salgado quelhe caracterstico.

  • IDENTIFICAO DE MINERAISDeterminadas as propriedades dos minerais, a suaidentificao possvel utilizando chaves dicotmicas oupor consulta de tabelas em que esto registadas aspor consulta de tabelas em que esto registadas asprincipais caractersticas dos diferentes minerais.

    Actualmente existem tambm programas de softwared f d dque permitem a identificao de minerais, tendo em

    considerao as suas propriedades.

  • FORMAO DAS ROCHAS SEDIMENTARESFORMAO DAS ROCHAS SEDIMENTARES

    Ocorre superfcie do Globo ou prximo dela;

    Resulta da interaco com a hidrosfera, a atmosfera e abi fbiosfera;

    Implica duas etapas fundamentais:S di t Sedimentognese;

    Diagnese.

  • SEDIMENTOGNESE

    Conjunto de processos que intervmna formao dos sedimentos.

    Inclui a formao de materiais apartir de rochas preexistentes, ou derestos de seres vivos, o seutransporte e a sua deposio.

  • Estes sedimentos so basicamente de trs categorias:Estes sedimentos so, basicamente, de trs categorias:

    Sedimentosdetrticos(clastos)Fragmentosdedimensesvariadas

    provenientesdaalteraodeoutrasrochas

    Sedimentosdeorigemqumicag qResultantesdaprecipitaodesubstncias

    dissolvidasnagua

    SedimentosbiognicosRestosdeseresvivos(conchas,ossos,fragmentosdeplantas,plen,etc.

  • METEORIZAO

    Alteraes das rochas por acode agentes externos (gua, ar,vento variaes trmicas seresvento, variaes trmicas, seresvivos, etc.)

    Pode ser:Pode ser:Fsica desagregao mecnica dasrochas;

    Qumica transformao dosminerais primrios noutros, maisestveis face s novas condiesestveis face s novas condiesambientais em que se encontram.

  • EROSO

    Remoo, pela gua, pelo ventoou pelo gelo dos materiaisou pelo gelo, dos materiaisresultantes da meteorizao dasrochas.rochas.

  • EEXEMPLOXEMPLO: METEORIZAO DO GRANITO

    Fruto do afloramento do granito, os seus minerais constituintes,que foram formados em profundidade, ficam em desequilbrio comas novas condies ambientais, experimentando profundasalteraes.

  • DeterminadosDeterminados aspectosaspectos estruturaisestruturais dasdas rochasrochas podempodemfavorecerfavorecer aa meteorizaometeorizao comocomo porpor exemploexemplo aa existnciaexistnciafavorecerfavorecer aa meteorizaometeorizao como,como, porpor exemplo,exemplo, aa existnciaexistnciadede superfciessuperfcies dede fracturafractura ((diaclasesdiaclases))..

  • Frequentemente as diaclases dividem os macios emFrequentemente, as diaclases dividem os macios emenormes blocos, grosseiramente paralelepipdicos,favorecendo a alterao da rocha, pois as zonas da , pbordadura tornamse mais frgeis.