revista direcional condomínios ed. 157

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Revista mensal

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  • Para anunciar, ligue:(11) 5573-8110

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    2011

    Diretoressnia inakake e Almir C. Almeida

    eDitorArosali Figueiredo

    DirigiDA A Condomnios residenciais, comerciais, administradoras, construtoras e shoppings

    PerioDiCiDADe mensAl exceto dezembro / janeiro cujaperiodicidade bimestral

    tirAgem 20.000 exemplares (60.000 leitores em mdia)

    PbliCo leitor DirigiDo sndicos, zeladores, administradores e construtores

    CirCUlAo so Paulo e grande so Paulo

    JornAlistA resPonsvel rosali Figueiredomtb 17722/[email protected]

    rePortAgemluiza olivamtb 16.935

    ilUstrAo De CAPA Jonas Coronado

    AssinAtUrAs Catia [email protected]

    gerente ComerCiAl Alex [email protected]

    DePArtAmento ComerCiAl Fabian mesquitaPatricia saccomaniricardo Pinheiro

    Assistente De venDAsemilly tabuo

    AtenDimento Ao Cliente Claudiney Fernandes Joo marconiJuliana Jordo

    Diretor De ArteJonas Coronado Assistente De ArteFabian ramos rodrigo Carvalho

    imPresso Prol grfica AssinAtUrA AnUAlr$ 180,00

    R. Vergueiro, 2.556, 7 andar - conj. 73 Cep 04102000 - So Paulo SPTel.: (11) 5573-8110Fax: (11) 5084-3807E-mail: [email protected]br

    tiragem de 20.000 exemplares auditada pela Fundao vanzolini, cujo atestado de tiragem est disposio dos interessados.

    no permitida a reproduo total ou parcial das matrias, sujeitando os infratores s penalidades legais.

    As matrias assinadas so de inteira responsabilidade de seus autores e no expressam, necessariamente, a opinio da revista Direcional Condomnios.

    A revista Direcional Condomnios no se responsabiliza pelos servios e produtos oferecidos pelos anunciantes.

    Filiada

    tiragem auditada por

    Conhea tambm a Direcional Escolas e Direcional Educador

    www.direcionalescolas.com.brwww.direcionaleducador.com.br

    Sumrio05. Informe Publicitrio: ................................................................................... seciesp

    06. Coluna: ...................................................................... Convivncia nos Condomnios

    08. Capa/Sustentabilidade: .......................................... infraestrutura e meio Ambiente

    10.Sustentabilidade: ........................................................... Qualidade de vida e sade

    12. Dica: ..................................................................................... Fachada: revestimento

    13. Dica: ........................................................................................ Piscina: Aquecimento

    14. Fique de Olho: ............................................................................... Administradoras

    16. Informe Publicitrio: ...........................................................................veda sempre

    18. Dica: ............................................................... elevadores: Contrato de manuteno

    23. Informe Publicitrio: .......................................................................... Hydromundo

    24. Informe Publicitrio: ............................................................................... veda laje

    Editorial

    Caro Leitor,

    Para anunciar, ligue:(11) 5573-8110

    o ano caminha a passos largos e j estamos s vsperas de nosso 4 Direcional Sndicos, evento agendado para o prximo dia 28 de maio nas amplas, confortveis e modernas instalaes do novotel Jaragu, na rua martins Fontes, regio central de so Paulo. Mas alm da ampliao do espao e do pblico so esperados 400 sndicos, administradores, zeladores, empresrios e profissionais que atuam no segmento, o 4 Direcional Sndicos cresceu tambm no formato e na atualidade de seus temas.

    o primeiro conferencista do dia ser o Coronel Pm luiz de Castro Junior, diretor de Polcia Comunitria e de Direitos Humanos da Polcia militar de so Paulo e Coordenador nacional do Proerd (Programa educacional de resistncia s Drogas e violncia). o Coronel representa hoje uma das principais autoridades sobre o tema no brasil e certamente dar informaes valiosas aos participantes acerca dos diferentes tipos de drogas consumidas pelos jovens e at mesmo familiares, abordando ainda formas de preveno e recomendando algumas condutas aos pais.

    tambm com bastante experincia no assunto, o delegado de Polcia Civil de so Paulo, lus renato mendona Davini, falar, como segundo palestrante da manh, do modus operandi do uso e do trfico dos entorpecentes, especialmente dentro e no entor-no dos condomnios. seu propsito orientar os sndicos, sugerindo providncias legais que podero ser tomadas no mbito do coletivo e das famlias. e para fechar o evento, o advogado mrcio rachkorsky, j bem conhecido do pblico pela sua participao nos programas da rdio Cbn, do sPtv e do Fantstico, abordar as prerrogativas legais dos sndicos, ou seja, os recursos institucionais que eles dispem para tomar as decises e fazer as deliberaes necessrias ao andamento da vida condominial.

    A expectativa do grupo Direcional, que h 14 anos edita a Direcional Condomnios, a de que todos ns tenhamos uma manh e incio de tarde bastante produtivos, agre-gando informaes, conhecendo novas abordagens e pessoas e tendo a oportunidade de conversar diretamente com os expositores. e na prxima edio, do ms de junho, publicaremos o que de melhor ter acontecido no encontro, programado para iniciar s 8 horas e encerrar s 13h20, aps o sorteio de prmios. neste ano, logo no incio dos trabalhos, depois do credenciamento e do caf, o pblico ser recebido por um show do mgico ricardo madureira. o grupo Direcional quer lhes proporcionar, assim, uma experincia no apenas produtiva, como muito agradvel.

    De outro modo, nosso desejo que a leitura desta edio, com duas reportagens sobre a sustentabilidade nos condomnios, tambm traga momentos de satisfao, pois cada matria apurada, redigida e publicada pela Direcional Condomnios carrega sempre a intencionalidade de oferecer ao pblico informaes que lhe auxiliem em seu dia a dia. Confiram, por exemplo, quais as aes sustentveis esto ao alcance dos sndicos, porque simples de serem adotadas, e os efeitos da sustentabilidade sobre a sade fsica e emocional. leiam ainda um artigo da professora rosely schwartz sobre a convivncia nos condomnios, alm das dicas e do fique de olho sobre administradoras.

    mais informaes sobre o 4 Direcional sndicos na pgina 22. Uma boa leitura a todos,rosali Figueiredo

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    indice

    ndice

    Administradora 29Acessrios para Condomnios 7, 25, 26, 27, 28gua 23, 28Alambrados 30Alarmes 7, 25, 29, 38, 53, 54, 55 3 CapaAmortecedor de impacto 28Antena 7, 10, 11, 21, 28, 39, 40, 53, 54, 55, 3 CapaAquecimento Central de gua 33, 42Assessoria 29Atividade Fsica 29, 30AvCb (Auto de vistoria do Corpo de bombeiros) 32bancos para Jardim 25barras Anti-Pnico 32, 49bebedouro 7, 25, 26, 27, 28bomba dgua 30, 31brigada de incndio 32Cadeira p/ guarita 7, 25, 41Cabinas Primrias 33, 42Caixas de Correio 7, 25, 26, 27, 28Cmeras 7, 25, 29, 38, 53, 54, 55 3 CapaCarrinho 7, 25, 26, 27, 28Central PAbX 7, 25, 29, 38, 53, 54, 55 3 CapaCentro de medio 33, 42Cerca eltrica 7, 25, 29, 38, 53, 54, 55 3 CapaCircuito Fechado de tv 7, 25, 29, 38, 53, 54, 55 3 CapaCoberturas ( Policarbonato e toldos ) 31Coletor para reciclagem 7, 25, 26, 27, 28Controle de Acesso 7, 29, 38, 53, 54, 55 , 2 Capa, 3 CapaControle de Pragas ( Dedetizao, Descupinizao) 15, 32Cortador de grama 7, 25, 26, 27, 28Desentupidora 32, 37elevadores ( manuteno e embelezamento ) 4, 18, 19, 20, 21, 34, 35, 36eltrica 33, 42

    equipamentos de ginstica 37equipamentos de segurana 7, 25, 29, 38, 53, 54, 55 , 2 Capa, 3 Capaescadas 7, 25, 26, 27, 28espelho 7, 25, 26, 27, 28espreguiadeira 7, 25, 26, 27, 28esquadrias de Alumnio 52esquadrias de PvC 52envidraamento de sacadas 32extintores 32Fechadura Digital 7, 25, 29, 38, 53, 54, 55 , 3 Capa Fechamento de sacadas 32Ferramentas 7, 25Fita Antiderrapante 7, 25, 26, 27, 28Fitness Atividade Fsica 29, 30, 37Fitness Equipamentos 37gs 36gerador 33, 42ginstica 29, 30, 37grama sinttica 50, 51, 52guarda-sol 7, 25, 26, 27, 28Hidrulica 37Higiene e limpeza 7, 25, 26, 27, 28iluminao de emergncia 7, 25, 29, 38, 53, 54, 55 , 3 Capaimpermeabilizao 12, 13, 16, 17, 39, 40, 41, 4 Capa e Capa Promocionalindividualizao de gua 41individualizao de gs 36interfone 7, 25, 29, 38, 53, 54, 55 , 3 Capalmpada 7, 25lavadora de Alta Presso 7, 25, 26, 27, 28lixeiras 7, 25, 26, 27, 28manuteno Predial 42material de Construo 25material eltrico 7, 25 molas Hidrulicas 36monitoramento 29, 38, 53, 54, 55 , 3 Capa

    mops 7, 25, 26, 27, 28mveis 25, 41Paisagismo 41Pra-raios 42Percia Predial 42Pintura Predial (reforma, restaurao, tratamento) 10, 11, 12, 13, 42, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 49, Capa PromocionalPiscina 25Piso 49Playground 50, 51, 52Porta Corta-Fogo 49Porto ( Automatizao, manuteno, instalao ) 7, 25, 29, 38, 53, 54, 55 , 2 Capa e 3 Capa Pressurizao de escadas 33, 42Produtos de limpeza 7, 25, 26, 27, 28Proteo Contra incndio 32, 49Quadra Poliesportiva ( Projeto, manuteno e reforma ) 30Quadros de Aviso 7, 25, 26, 27, 28radiocomunicao 51Recuperao Estrutural 49, Capa Promocionalredes de Proteo 30restaurao de Fachadas 10, 11, 12, 13, 42, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 49, Capa Promocionalsaco p/ lixo 7, 25, 26, 27, 28sensor de Presena 7, 25, 29, 38, 53, 54, 55 , 3 Capa serralheria 52sinalizao 52sistemas de exausto 33, 42sistemas de segurana 7, 25, 29, 38, 53, 54, 55 , 2 Capa e 3 Capa tapete 7, 25, 26, 27, 28terceirizao de servios 55, 56, 57, 58tintas 7, 25tratamento de gua 23, 28tratamento de Piso 49, 58vigilncia 55, 56, 57, 58

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    ass

    oci

    adas

    ao

    SEC

    IESP

    Elevartel(11) 5071-2424

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    M&M (11) 2165-4600

    www.mmelevadores.com.br

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    Villarta (11) 3346-8811

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    Convert (11) 3742-5364

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    ISO 9000Lider em comandos para elevadores

    RECUSE IMITAES

    empreSaS patrOcInadOraS

    Lembre-se: A manuteno ou a reforma do seu elevador no uma exclusividade da montadora.

    Seciesp

    mais informaes no site www.seciesp.com.br

    Informe Publicitrio

    DVIDAS COM SEU ELEVADOR?

    DeviDo ao granDe nmero de consultas e solicitaes que recebemos, o seCiesP estar oferecendo mais este importante servio:

    a consultoria em elevadores.

    muitos sndicos e administradores tm dvidas sobre o que est sendo pro-

    posto para os seus elevadores. tm dificuldade para interpretar tecnicamente os

    diferentes oramentos que so propostos e avaliar as empresas que os oferecem.

    saber o que realmente imprescindvel em termos de segurana e aspectos legais.

    Para estas e outras questes o aconselhamento profissional feito por

    pessoal capacitado e independente, alm da segurana, um investimento

    que resulta em economia para o condomnio ao estar aplicando correta-

    mente os recursos disponveis.

    Os principais servios so: 1) laudo tcnico: atravs de visita ao edifcio e vistoria nos elevadores

    feita uma anlise completa, identificando os pontos crticos. orientando o

    condomnio em relao aos itens que devem ser substitudos, ajustados ou

    refeitos e quais as partes onde no so necessrios servios. emitido um

    laudo tcnico embasado inclusive por imagens fotogrficas.

    2) equalizao de propostas: elaborao de um comparativo entre as pro-

    postas de servios existentes ou de um memorial descritivo dos itens a serem

    considerados nas propostas. Anlise das empresas proponentes ou sugesto

    de empresas participantes.

    o resultado apresentado atravs de uma planilha de equalizao tcnica das pro-

    postas com orientaes e consideraes finais para a tomada de deciso pelo condomnio.

    3) Acompanhamento das instalaes: muitas vezes difcil para os lei-

    gos acompanharem se os servios contratados foram realmente realizados

    conforme contratados. neste caso realizada a conferncia e certificao

    dos equipamentos e uma avaliao final das instalaes, aprovao, testes

    e liberao final para uso.

    A consultoria do seCiesP realizada por engenheiros com mais de 15 anos

    de experincia no ramo de elevadores e profundo conhecimento tcnico e prtico.

    importante: imPArCiAliDADe: os servios oferecidos pelo seCiesP

    so realizados por profissionais capacitados que no tm vnculo com

    nenhuma empresa fabricante ou de manuteno.

    o elevador o bem mais importante de um condomnio vertical, na dvida

    consulte o seCiesP.

    SeCieSP oFereCe ConSULToria inDePenDenTe em eLevaDoreS

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    COLUNA / CONVIVNCIA NOS CONDOMNIOS

    COMO AUMENTAR A PARTICIPAO E SEDIMENTAR A PAZ ENTRE OS MORADORES

    Por Rosely Schwartz

    em 1912, foi inaugurado o edifcio Casa mdici, conside-rado um dos primeiros edifcios residenciais em so Paulo, localizado

    na esquina da rua libero badar com a ladeira Dr. Falco Filho. mas

    embora viver em condomnios no seja algo to recente, esse tempo

    no foi suficiente para que a maioria das pessoas assimilasse ou criasse

    um modo adequado de viver em condomnio. essa necessidade

    crescente, hoje em so Paulo so mais de 4,5 milhes de pessoas

    vivendo em condomnio.

    Para auxiliar no seu ordenamento, foi necessria a criao de

    normas que disciplinassem tanto a administrao como o convvio

    entre os moradores. em 1916, entrou em vigor o Cdigo Civil, que,

    em seu Captulo iv, estipulou os direitos e deveres dos condomnios

    e a forma de administrao. Devido ao aumento constante na cons-

    truo de edifcios tornou-se necessria a criao de uma lei especfica

    para a rea, a lei 4.591/1964, depois parcialmente revogada pelo

    Cdigo Civil de 2002.

    Cada condomnio possui diferentes caractersticas, em funo dos

    seus membros possurem faixas etrias e culturas diversas. Conciliar

    a diversidade de expectativas e comportamentos constitui um dos

    grandes desafios dos administradores. Para que haja um melhor con-

    vvio necessrio que os moradores e os administradores (sndicos,

    subsndicos, conselheiros e empresas administradoras) reconheam

    a importncia de cumprir a Conveno e o regulamento interno.

    outro ponto fundamental a descentralizao do poder, ou seja,

    dividir realmente as responsabilidades entre todos os membros do

    conselho, empresa administradora e moradores.

    o conselho poder se tornar mais atuante quando formalizar

    a atividade que cada um ir desenvolver e, tambm, definir todas

    as datas das reunies, logo depois da eleio. conveniente que o

    sndico, uma semana antes de cada reunio, lembre o corpo direito

    do compromisso, por meio de e-mail. toda reunio dever ter uma

    lista de presena e os nomes dos participantes mencionados em ata.

    As decises que no necessitem ser levadas assembleia devero ser

    adotadas em conjunto, dividindo a responsabilidade entre o grupo.

    Quando surgirem impasses de opinies, o assunto tambm dever

    ser colocado em assembleia.

    Para aumentar a participao dos moradores na vida condominial,

    principalmente nas assembleias, algumas aes podero ser adotadas

    pelos gestores, entre elas:

    Criar vrias formas de comunicao, evitando informaes desencontradas e conflituosas. entre elas: a) estabelecer um horrio

    de atendimento direto ao morador; b) disponibilizar um e-mail para

    contato com eles; c) distribuir circulares antecipando os fatos ou

    alertando sobre cuidados que devero ser adotados; d) criar um jornal

    mensal que possua a participao de uma comisso de moradores,

    entre eles, por exemplo, os adolescentes; e) possuir uma caixa de

    sugestes e crticas instalada em local adequado,

    para que o morador tenha liberdade de colocar

    suas observaes, at mesmo sem a necessidade

    de se identificar;

    Organizar as assembleias como se fosse uma empresa. os gestores devero preocupar-se,

    entre outros, com: a) as condies do local (venti-

    lao, iluminao e distribuio das cadeiras); b) a

    integrao dos novos moradores; c) o incentivo ao

    debate respeitoso, eliminando discusses subjeti-

    vas e acaloradas; d) a distribuio antecipada, junto

    com a convocao, de um resumo das informaes

    que sero abordadas, inclusive dos oramentos; e,

    e) a coleta das opinies por meio do voto secreto,

    evitando o conflito de ideias;

    Realizar constantemente pesquisa de opi-nio com os moradores para estabelecer os objetivos

    da administrao, atendendo assim a maioria das

    expectativas e obtendo maior certeza de sucesso.

    entre os temas esto: avaliao do desempenho dos

    funcionrios e administradores; obras prioritrias;

    data e horrio para as assembleias. o resultado

    das pesquisas dever ser distribudo aos moradores,

    demonstrando a importncia da participao;

    Permitir que moradores indiquem empre-sas para participarem da licitao de obras, desde

    que atendam ao memorial descritivo;

    Buscar transparncia, facilitando o acesso a toda documentao do condomnio.

    o aumento da participao e satisfao dos

    moradores imputar ao cargo de sndico maior

    leveza e segurana, que poder possibilitar a

    outros moradores, embasados nessa forma de

    administrar, coragem para se candidatarem s

    prximas eleies.

    rosely benevides de

    oliveira schwartz autora

    do livro revolucionando

    o Condomnio (13.

    edio, editora saraiva),

    professora do curso

    de Administrao de

    Condomnio ministrado

    pela ePD (escola Paulista de Direito) e responsvel

    pelo s ite www.ocondominio.com.br.

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    CAPA

    oS PiLareS convencionais da sustentabilidade costu-mam envolver aes sociais, ambientais e econmicas, mas um dos

    principais especialistas brasileiros em solues na rea, o engenheiro

    luiz Henrique Ferreira inclui a questo cultural, relativa mudana de

    alguns hbitos dirios, como a grande contribuio que os brasileiros,

    de forma geral, e os condomnios, em particular, podem comear

    a dar preservao do meio ambiente. temos muito forte ainda

    uma cultura de fartura dos recursos naturais, enquanto na europa as

    pessoas so extremamente eficientes, consomem somente o que

    necessrio, observa o engenheiro, ligado ao Processo AQUA, sistema

    de certificao de sistemas construtivos sustentveis da Fundao

    vanzolini. Como exemplo, luiz Henrique cita que quatro minutos de

    banho sob uma ducha que verta 50 litros de gua a cada 60 segundos

    j correspondem a todo o volume dirio que a organizao mundial

    da sade (oms) considera necessrio para o atendimento das neces-

    sidades bsicas de um homem, incluindo higiene, ingesto e preparo

    dos alimentos.

    segundo do-

    cumento lana-

    do em maro de

    2009 pela Unesco

    (organizao das

    naes Unidas

    para a educao,

    a Cincia e a

    Cultura) , pelo

    menos metade

    da populao mundial sofrer com a escassez da gua em 2025

    caso as atuais tendncias de consumo sejam mantidas. J um painel

    ambiental promovido pela organizao das naes Unidas (onU),

    em 2007, aponta que o patamar atual de emisso de carbono, ge-

    rado pelas atividades produtivas e sociais do homem, ir provocar

    efeitos ainda mais drsticos sobre a mudana climtica e a escassez

    da gua em 20 anos.

    A sustentabilidade envolve um amplo arco de solues, que vo

    desde a concepo de projetos arquitetnicos que considerem um

    melhor desempenho de iluminao e ventilao natural, ao controle

    da produo de resduos durante a construo,

    passando ainda pelo cuidado em se ocupar os

    imveis de forma a gerar o menor impacto possvel

    sobre o trfego local, a produo de lixo e de baru-

    lho. entretanto, do ponto de vista dos condomnios

    j estabelecidos, o foco est na sua operao

    diria, comenta luiz Henrique. Autor do projeto

    de duas escolas sustentveis da rede estadual de

    ensino de so Paulo e consultor para a certificao

    de edifcios comerciais e residenciais dentro da

    metodologia AQUA, o engenheiro defende que

    os sndicos comecem a estimular aes simples,

    ao alcance de todos. entre elas, adotar polticas de

    conforto acstico e trmico, implantar bicicletrio,

    fazer a gesto dos resduos (lixo) e estabelecer um

    plano de manuteno sobre rede de gua, ilumi-

    nao e ar condicionado (nos comerciais). nossa

    experincia mostra que uma correta interveno na

    maneira como o usurio se relaciona com o edifcio

    costuma ser muito mais eficaz do que eventuais

    reformas fsicas, exemplifica.

    Assim, luiz Henrique recomenda aos sndicos

    realizarem uma anlise detalhada da situao de

    seu condomnio, para ver onde o calo aperta.

    ele sugere, por exemplo, uma campanha educativa

    para que as pessoas passem a ficar pelo menos trs

    minutos dirios a menos com a torneira do chu-

    veiro aberta, gerando uma economia equivalente

    gua captada pelos sistemas de reuso. outras

    medidas simples incluem o monitoramento mensal

    de vazamentos nas reas comuns e nas unidades,

    o uso de sensores no sistema de iluminao, a

    racionalizao no acionamento dos elevadores e

    aproveitar os momentos de execuo de algumas

    obras para instalar o sistema de captao da gua

    pluvial ou painis termo-solares (para aquecimento

    da piscina, por exemplo).

    Ilust

    ra

    o: R

    odrig

    o C

    arva

    lho

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    CAPA

    leiA mAis

    no site da Direcional Condomnios (www.direcionalcondominios.com.br), na verso online da reportagem de capa da edio de maio, acompanhe a entrevista do arquiteto ruy rezende, detalhando algumas das prticas sustentveis adotadas

    no edifcio Cidade nova, do rio de Janeiro.

    reUSo De gUa: aLTernaTiva viveL

    rePerCUSSo SoBre a reDe PBLiCa

    t a m b m o

    a r q u i t e t o r u y

    rezende, profissio-

    nal estabelecido no

    rio de Janeiro e

    que conquistou o

    prmio greening

    2011, considerado

    o oscar da susten-

    tabilidade, defende

    que os sndicos comecem por solues mais

    simples para tornar seus edifcios sustentveis

    (novamente, entra aqui o reuso da gua da chu-

    va, a coleta seletiva do lixo e o uso de sensores

    nas luminrias). elas geram uma repercusso

    imediata em todo o nosso sistema, porque alm

    da economia no condomnio, d oportunidade

    para que a rede pblica da cidade fique mais

    abastecida e atenda a outra regio, observa

    ruy. no caso do condomnio, o arquiteto comenta ainda que

    a captao da gua pluvial em um reservatrio de quatro mil

    litros j traz um impacto direto na reduo do valor da conta no

    final do ms. uma gua que pode ser utilizada para regar

    os jardins e lavar as garagens, diz.

    responsvel pelo projeto do primeiro edifcio (o Cidade

    nova, no rio de Janeiro) certificado na Amrica latina pelo U.

    s. greenbuilding Council, um dos organismos mais conhecidos

    de certificao na rea, ruy rezende resume, em trs diferentes

    momentos, as aes sustentveis cabveis em um empreendimen-

    to. na fase de projeto, se analisam as caractersticas do local e

    do entorno (aspectos scio-ambientais como traado urbano,

    acessibilidade, vegetao, gua, entre outros), alm dos dados

    climticos, visando traar estratgias de desenho que levem em

    conta a eficincia energtica, o baixo impacto ambiental dos ma-

    teriais e o conforto ambiental interno (visual, olfativo, auditivo e

    hidrotrmico). na fase da construo, se controlam questes

    como segurana e sade dos trabalhadores e a gesto eficiente

    dos resduos gerados. J na fase de uso, conclui o arquiteto,

    se monitoram as melhorias obtidas nas questes de energia,

    gua, resduos e conforto ambiental interno, de acordo com as

    respectivas simulaes feitas na fase de projeto.

    o elevado consumo de gua sempre foi um dos grandes problemas

    do condomnio do qual sou sndica. H sete anos, quando assumi

    pela primeira vez a gesto do Condomnio maison Andr Courrges,

    em moema, comecei apostando em campanhas para o uso racional

    da gua, encaminhando aos moradores folhetos de orientao

    da sabesp e afixando cartazes de esclarecimento nos elevadores.

    A busca por vazamentos nas reas comuns e tambm nos

    apartamentos sempre foi outra ao constante. Porm, uma

    iniciativa simples e que recomendo a outros sndicos o reuso

    de gua. Com o empenho do zelador do condomnio, Devanildo

    evangelista de lima, conseguimos captar e reutilizar a gua de dois

    poos localizados no segundo subsolo do condomnio. A gua foi analisada por um laboratrio, constatando-se que

    adequada para limpeza e rega dos jardins. esses poos recebem gua da lavagem das garagens, gua de chuva

    e principalmente muita gua do lenol fretico. tudo era jogado para fora quando os poos enchiam, lembra

    Devanildo, que providenciou um desvio no encanamento justamente antes da gua cair na rede de guas pluviais,

    levando-a at o trreo, onde foi colocada uma caixa dgua de mil litros, disfarada com plantas e pintada de verde.

    no desvio foram colocados dois registros: um encaminha a gua para a rede de esgoto, outro aberto quando a caixa

    do trreo precisa ser alimentada. Devanildo comprou ainda um pressurizador para dar presso nas torneiras. A bomba

    mvel, instalada em um carrinho, j que no temos um espao com abrigo prximo caixa dgua. um sistema simples,

    ao qual todos os funcionrios esto acostumados. o caso de edlson de Jesus Ferreira, auxiliar de servios gerais do

    condomnio, que utiliza a gua de reuso nas regas constantes do jardim e na limpeza. Alm de economia, a instalao

    representa tranquilidade para o condomnio, que pode lavar e regar plantas, com a conscincia de que no h desperdcio.

    Por Luiza Oliva

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    SUSTENTABILIDADE

    Por Rosali Figueiredo

    Fotos Joo Elias

    o inverno que se aproxima representa um dos perodos mais cr-ticos para a sade fsica da populao, pelo incremento de doenas respiratrias e

    cardiovasculares, alm de neoplasias, irritaes nos olhos, nariz e garganta, lembra a

    professora doutora simone georges el Khouri miraglia, do Departamento de Cincias

    exatas e da terra da Universidade Federal de so Paulo (Unifesp). engenheira, simone

    cursou doutorado em Cincias pela Faculdade de medicina da Universidade de so

    Paulo (UsP) e se especializou nos custos gerados pelos impactos ambientais sobre

    a sade humana.

    no caso da poluio do ar,

    simone lembra que apesar

    de as mdias anuais de mP10

    (material particulado de poeira)

    em so Paulo, de 40 g/m3

    (microgramas por metro cbi-

    co), estarem abaixo da mdia

    estipulada pela legislao do

    Conama (Conselho nacional do

    meio Ambiente), nos perodos

    de inverno, quando a disperso

    de poluentes pior, temos ndices de 54 g/m3. e conforme destaca a especialista,

    a recomendao da organizao mundial da sade a de que o limite seja de 20

    g/m3. Pior, entretanto, que o impacto negativo destes poluentes sobre a sade

    maior dentro de casa do que propriamente na rua, ao ar livre. em um espao

    fechado, as condies para a sua disperso so ainda mais desfavorveis, aponta

    a pesquisadora, lembrando que o quadro piora com o uso dos produtos qumicos

    no ambiente domstico.

    Portanto, no h o porqu adiar a mudana de hbitos e a adoo de prticas

    sustentveis, mesmo que simples, mas que podem trazer efeitos imediatos sobre a

    qualidade de vida e a sade. no perodo seco, por exemplo, os condomnios podem

    promover a diminuio das partculas em suspenso se umedecerem com gua (por

    asperso) a superfcie antes da varrio, recomenda. outra medida deixar o carro

    em casa, recorrendo a caronas ou utilizando o comrcio do entorno do condomnio,

    como forma de evitar a necessidade do transporte pblico ou individual. se as

    pessoas conseguirem evitar alguns deslocamentos, j ser uma prtica sustentvel

    fantstica, observa simone.

    ComBaTe ao eSTreSSe emoCionaL

    Para a psicloga maria Jos do Amaral Ferreira, membro da

    sociedade brasileira de Psicologia Analtica, a sustentabilidade tambm

    mobiliza efeitos teraputicos sobre a sade emocional dos indivduos.

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    SUSTENTABILIDADE

    ela pode ser um ponto de unio nos condomnios, proporcionando

    mais dilogo e um ganho de sociabilidade, analisa. Alm dos bene-

    fcios diretos do ponto de vista econmico, ambiental, de sade e de

    conforto trmico e acstico, h outro ganho importante, que no pode

    ser mensurado, mas que o aumento da responsabilidade social e a

    possibilidade de reconexo do indivduo com o social, com o outro.

    segundo maria Jos, o envolvimento com os demais moradores

    reduz o isolamento e gera sensao de pertencimento, de potncia

    para agir junto do coletivo. H um aumento da satisfao pessoal, o

    que, por sua vez, auxilia no combate ao estresse de fundo emocional,

    o qual muito mais nocivo que o fsico. A reconexo consigo prprio,

    com a sociedade, com o outro e com a natureza nos d a sensao de

    totalidade, de que temos um papel no mundo, melhora a autoestima,

    reduz pensamentos negativos e isso exerce uma funo teraputica,

    sintetiza maria Jos.

    DeSaFioS Para raCionaLiZar o USo DoS inSUmoS

    H treze anos sndica do Condomnio edifcio maison Du rhone,

    no Campo belo, zona sul de so Paulo, nelza gava de Huerta pro-

    cura mobilizar os moradores locais pela mudana de alguns hbitos e

    conscientiz-los da necessidade de economizarem gua nas unidades.

    mas infelizmente as pes-

    soas ainda vivem usando

    desculpas para justificar seu

    modo de fazer as coisas,

    observa nelza. segundo

    ela, a sustentabilidade re-

    quer um processo muito

    lento de conscientizao.

    A individualizao do

    consumo da gua em seu prdio no foi possvel pois a edificao, de

    34 anos, comporta apartamentos com duas a trs prumadas. Para

    individualizar, precisaramos instalar de dois a trs medidores por uni-

    dade, lembra nelza, destacando que os custos e a mecnica da

    obra seriam uma loucura. Assim, todos pagam por igual o rateio

    da conta, independente de quantas pessoas residam nas unidades. e

    poucos parecem se esforar para diminuir o consumo, achando que

    se o outro no economiza, no h o porqu faz-lo.

    De qualquer maneira, nelza insiste em algumas aes, como a

    orientao para que os moradores troquem a vlvula das descargas pela

    caixa acoplada. recentemente, o condomnio aprovou em assembleia a

    instalao de um sistema de reuso da gua e de sensores de presena

    na iluminao das escadas internas. (R.F.)

    leiA mAis

    no site da Direcional Condomnios (www.direcionalcondominios.com.br), na verso online desta reportagem, confira o artigo reflexos da

    sustentabilidade na Qualidade de vida e na sade Fsica e emocional, da psi-

    cloga maria Jos do Amaral Ferreira, membro-analista da sociedade brasileira

    de Psicologia Analtica.

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    a FaChaDa de um prdio entrega a idade da construo, ou pode at disfarar o tempo da edificao. Assim como uma maquiagem, os cuida-

    dos dispensados fachada curam imperfeies e do ao edifcio um bom aspecto,

    interferindo at mesmo na valorizao do empreendimento. mas recomendvel

    estabelecer um programa de manuteno adequado para as fachadas, sejam elas

    pintadas ou revestidas, sempre consultando um especialista para nortear os proce-

    dimentos utilizados. Atravs de inspees peridicas, um engenheiro pode definir

    se indicada pintura com uma ou duas demos, se h trincas ou fissuras a serem

    reparadas ou se o problema est no substrato utilizado na obra, que recebeu cimento

    ou areia demais, por exemplo. enfim, pode identificar problemas construtivos,

    pontua o engenheiro civil tito lvio Ferreira gomide, ex-presidente do ibape em so

    Paulo (instituto brasileiro de Avaliaes e Percias de engenharia).

    nos prdios revestidos com pastilhas ou materiais cermicos, so comuns os

    problemas de aderncia. Conforme tito lvio, perito em engenharia diagnstica,

    os testes usuais de percusso alcanam uma margem de erro de 50%. o teste

    aplicado percutindo a fachada. Quando se ouve um som cavo, sinal de que h

    problemas de aderncia naquela rea. Porm, pastilhas de porcelana, revestimentos

    cermicos e tijolos baianos utilizados na construo enganam o resultado. na verdade,

    o som cavo no uma anomalia, apenas um sintoma. Deve-se localizar a causa,

    afirma. o engenheiro completa que possvel maior credibilidade realizando testes

    de arrancamento: este um teste normatizado e mensurvel. so retiradas amostras

    do revestimento e medida a resistncia de aderncia fachada.

    Alm de reposio e reparos nos revestimentos, a lavagem peridica outro

    procedimento essencial. A periodicidade depende muito da localizao do prdio.

    no litoral, por exemplo, elas devem ser mais frequentes. A lavagem retira a fuligem,

    que corrosiva e estraga o prprio revestimento e os rejuntes, explica tito lvio,

    completando que tambm prdios revestidos com texturas devem ser lavados.

    o engenheiro Jernimo Cabral Pereira Fagundes neto, especialista em percias

    prediais e membro do ibape, recomenda que a lavagem seja executada em prdios

    com pastilhas j a partir de um ano da construo. no terceiro ano, ele indica uma

    segunda lavagem com a reviso dos rejuntamentos e calafetao das janelas e juntas

    de dilatao. A recuperao de pontos localizados com incidncia de desplacamen-

    tos deve ser realizada sempre que o problema se apresentar, constata o especialista.

    nas fachadas revestidas com tijolos aparentes, a poluio, com a deposio de

    fuligem, a umidade e a incidncia de fungos e mofo so fatores de degradao.

    essas fachadas devem receber uma pintura de proteo, silicone anualmente ou

    verniz a cada dois anos, orienta Jernimo. Fachadas de concreto tambm merecem

    cuidados, especialmente se j houver ferragens expostas. segundo o engenheiro,

    algumas solues constituem descaracterizao da fachada, alm de no resolverem

    o problema estrutural. o caso da pintura sobre o concreto ou sobre pastilhas ou

    cermica, visando um menor custo de manuteno. (L.O.)

    DICA / FACHADA: REVESTIMENTO

    Prxima Edio: Fachada: Tintas

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    DICA / PISCINA: AQUECIMENTO

    Um aUTnTiCo eLeFanTe BranCo, que apenas gera custos de manuteno, no lugar de lazer e diverso para os moradores. Assim

    so vistas as piscinas de muitos condomnios. sem aquecimento, a gua gelada

    espanta os frequentadores. Hoje, o aquecimento deixou de ser artigo de luxo e se

    transformou em item essencial para incrementar essa rea de lazer por vezes relegada

    ao esquecimento nos edifcios. Compensa planejar o investimento e estudar qual o

    melhor tipo de aquecedor: bombas de calor, a gs ou solar.

    As bombas de calor, tambm conhecidas como trocadores de calor, so as mais

    utilizadas. so equipamentos mais prticos, justamente porque sua instalao de-

    pende de poucas obras, em comparao com a opo a gs, aponta o engenheiro

    Armando do nascimento, que atua h 27 anos na rea de vendas de equipamentos

    e manuteno de piscinas. o princpio dos trocadores tirar o calor do ambiente

    e transferi-lo para a gua. segundo fabricantes e instaladores, os trocadores so

    80% mais econmicos que qualquer equipamento eltrico convencional. Conforme

    Armando, em 40 horas uma bomba de calor eleva em 10 graus a temperatura da

    gua (no outono ou na primavera). na poca da meia estao, preciso trs a cinco

    horas de funcionamento para manter a piscina aquecida. o inverno o perodo

    mais crtico para os trocadores de calor. o equipamento no to rentvel quanto

    o gs, que aquece igualmente a gua, tanto no inverno como no vero, compara.

    o aquecedor a gs o nico que no depende de fatores externos. mantm

    a temperatura escolhida faa sol ou chuva, define Fabiano Ciccala, consultor de

    piscinas da Comgs. A empresa tem dado um incentivo grande para condomnios

    que compram o equipamento. o sndico pode escolher uma rede de empresas

    especializadas para a venda e instalao do aquecedor (pertencentes ao programa

    Qualinstal) e a Comgs reembolsa ao condomnio uma parte do valor gasto no

    equipamento. Hoje temos mais de 1700 condomnios em so Paulo com piscinas

    aquecidas a gs. Queremos que esse conforto torne-se acessvel para todos os con-

    domnios, frisa o consultor, completando que o custo de manuteno preventiva

    do equipamento de cerca de r$100 reais por ano.

    J o aquecimento solar encontra impedimentos para ser instalado em condo-

    mnios prontos. o aquecedor solar deve ser contemplado no projeto do edifcio,

    porque necessria uma rea igual da piscina para os coletores solares. Pode ser

    utilizada, por exemplo, a cobertura das garagens ou da churrasqueira, exemplifica

    marcelo mesquita, gestor do Dasol - Departamento nacional de Aquecimento solar

    da Abrava (Associao brasileira de refrigerao, Ar Condicionado, ventilao e

    Aquecimento). especialmente em so Paulo, necessrio que o aquecimento solar

    conte com um backup. Costuma-se combinar as bombas de calor ou o aquecimento

    a gs com o solar, prevendo os dias que no so ensolarados, diz.

    o engenheiro Armando completa que, qualquer que seja o tipo de aquecimento

    utilizado, alguns fatores colaboram com a perda de calor da gua, tais como posi-

    cionamento da piscina, vento incidente, se ou no coberta e se utilizada capa

    protetora. o uso da capa proporciona economia mdia de 30% do combustvel

    utilizado, seja gs ou energia eltrica. Uma recomendao importante: optar apenas

    por aquecedores apropriados para piscinas. A gua da piscina tem caractersticas

    fsicas e qumicas diferentes da gua do banho. tambm deve ser escolhida uma

    empresa idnea para proceder a instalao, arremata. (L.O.)

    Prxima Edio: Piscina: Tratamento

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    orienTar aS DeCiSeS do sndico, prestar assessoria contbil, financeira, jurdica, de recursos humanos e manuteno, acom-

    panhar contratos com fornecedores, alm de monitorar o pagamento das

    contas esto entre as funes de uma administradora de condomnios.

    esta a rotina, por exemplo, da Alva Condomnios, empresa vinculada ao grupo Alva-serv, h 35 anos no mercado. segundo o empresrio

    Antonio Artncio Filho, a Alva oferece como principais benefcios aos

    clientes um atendimento personalizado e imediato; agilidade nas decises

    e nas providncias; visitas semanais, em que alm de fiscalizar o plano de

    gesto condominial, mantm um canal aberto de comunicao com o

    sndico e demais funcionrios; preocupao constante com a otimizao

    dos gastos; e busca por solues criativas, valorizando o baixo custo e as

    medidas sustentveis, em prol do meio ambiente. A Alva lanou neste

    ano o servio de sndico profissional.

    na Ativa Administrao Predial, a empresria rachel Heilborn mugayar destaca que a empresa, constituda em 2002 aps anos de ex-

    perincia de seus scios na rea, realiza um trabalho personalizado junto

    aos clientes, os quais so atendidos diretamente pelos prprios diretores.

    A Ativa tambm faz visitas semanais aos condomnios, verificando neces-

    sidades, conversando e orientando funcionrios, acompanhando obras e

    servios, atendendo condminos, entre outros. A empresa procura dar

    solues rpidas s demandas, tendo na flexibilidade um de seus grandes

    diferenciais. em 2011, a Ativa est investindo na ampliao dos servios

    oferecidos via internet.

    Com 70 funcionrios, 35 anos de vida, a GK Administrao lanou em 2011 o resolve Condomnio, atendimento telefnico de 24 horas

    para servios emergenciais (como encanador, eletricista, chaveiro, porteiro,

    vigia etc.) e opcionais (como txi, lavanderia, locao de veculos, copeira,

    mudanas etc.). segundo um de seus scios, o diretor gabriel Karpat, a

    gK se caracteriza pelo profissionalismo, a experincia acumulada e o

    comprometimento com os clientes, o que leva a empresa a agilizar cada

    vez mais a sua relao com os condomnios. A gK abriu recentemente

    duas filiais em so Paulo. entre os seus demais diferenciais, gabriel des-

    taca o sistema dinmico de oramentos e compras e a transparncia da

    administrao, com acesso a balancetes e atas atravs da web.

    na Condmino Administradora, um dos seus scios, o engenheiro Justo Fernando Cevallos rodrigues, destaca que a empresa oferece um

    servio bastante diferenciado aos clientes, como inspeo predial, a ela-

    borao de editais tcnico-comerciais ou anteprojetos para obras que os

    sndicos venham a contratar, entre outros. ou seja, alm de toda a rotina

    pertinente a uma boa administradora, a Condmino a nica com equipe

    de engenheiros que, quando solicitados, projetam, especificam, contratam,

    fiscalizam e recebem as obras do condomnio. Afinal, so 22 anos de

    prestao de servios nas reas de mecnica, civil, eletroeletrnica, infor-

    mtica, telecomunicaes etc., para condomnios horizontais e verticais,

    afirma Justo Fernando. H dois anos, a empresa passou a atender tambm

    o ramo de administrao, por observar que os condomnios necessitam de

    Fique de Olho / ADMINISTRADORAS

    PELA GESTO PROFISSIONAL DOS CONDOMNIOS

    SERVIOAlva Condomnios

    11 4077 1505

    www.alvacondominios.com.br

    [email protected]

    Ativa Administrao Predial

    11 5052 7177

    www.ativapredial.com.br

    [email protected]

    Condmino Administradora

    11 6451 9099

    www.condomino.com.br

    [email protected]

    gK Administrao

    11 3030 0877

    0800-701 60 50 (resolve Condomnio, para

    cliente previamente cadastrado)

    www.gk.com.br

    [email protected]

    villar Condomnios

    11 3501 6346

    www.villarcondominios.com.br

    [email protected]

    uma orientao mais tcnica tambm nesta rea,

    diz. A empresa disponibiliza uma pgina na internet

    para cada cliente, com registro e hospedagem gratuita.

    Finalmente reiunill lyra, scio e diretor da Villar Condomnios, ressalta que um dos principais diferen-ciais da administradora a adaptao ao cliente. ns

    buscamos os mesmos interesses, trazemos solues,

    diz. Alm de cumprir com pontualidade e preciso

    toda a rotina da administrao condominial, a villar

    oferece transparncia na prestao das contas, com

    demonstrativos de fcil entendimento e atravs de

    conta corrente individual para cada cliente, aponta

    reiunill, que tambm disponibiliza informaes via

    web. um trabalho levado a srio, afirma, des-

    tacando a cobrana personalizada com reduo da

    inadimplncia, a regularizao da documentao e o

    suporte dado aos trabalhadores, sndico, subsndico e

    conselheiros dos condomnios. (R.F)

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    hoje, maiS Do qUe nUnCa, o mercado consumidor est mais exigente, mais questionador,

    querendo saber quais os benefcios e

    garantias um servio pode oferecer.

    mais exigentes ainda nos torna-

    mos, quando precisamos resolver um

    problema relacionado ao local onde

    moramos. viver em condomnio uma

    escolha de quem prioriza a segurana,

    o conforto, a tranquilidade. Pagamos

    uma taxa mensal, para que tudo seja

    mantido em ordem e quando surgem

    despesas extras, direito de todos

    averiguarem o que ser feito, de que

    forma e quais as melhores opes

    oferecidas.

    A situao se complica ainda mais,

    quando existe um problema que afeta

    diretamente um bem do morador,

    como, por exemplo, as infiltraes

    em garagens, decorrentes de chuvas,

    que pingam sobre os carros trazendo

    muitos prejuzos.

    Atualmente existem vrias opes

    no mercado, para tentar resolver esta

    situao. H o mtodo convencional

    de troca de manta asfltica, aonde h

    necessidade da quebra de todo o piso,

    remoo de jardins, plantas e com isso,

    alguns inconvenientes como a neces-

    sidade de desocupar grandes reas,

    dentre outros fatores. H a opo

    de se aplicar injeo Qumica, mas

    importante pesquisar e entender como

    funciona este sistema e o produto que

    injetado. veja bem, bloquear um vazamento diferente de elimin-lo.

    existem vrios mtodos de injeo qumica e vrios tipos de produtos, com

    caractersticas qumicas diferentes e que alcanam resultados diferentes.

    Apenas a Injeo Capilar Qumica Forada ICQF elimina os problemas de infiltraes, porque se utiliza de um produto bi-componente, que tem a

    consistncia similar a da gua e que se transforma dentro da estrutura em

    um gel flexvel, capaz de preencher todas as trincas e fissuras, mesmo que

    tenham a espessura de um fio de cabelo. Atravs de um mtodo exclusivo de

    aplicao, o produto injetado percorre o caminho inverso da gua, indo de

    encontro origem do vazamento, desta forma, eliminando-o por completo.

    toda essa tecnologia precisou ser desenvolvida e aprimorada ao longo

    de 12 anos de atuao no mercado, para que pudssemos constatar que

    de fato, a inJeo CAPilAr QUmiCA ForADA eficaz e traz inmeros

    benefcios, pois no um mtodo destrutivo. no se quebra nada, no

    h necessidade de se desocupar grandes reas para execuo das obras

    e podem-se realizar os servios mesmo em dias chuvosos, com a fluio

    de gua.

    Com mais de 1800 obras realizadas e todas, com 100% de satisfao,

    podemos afirmar que o mtodo de iCQF inovador e realmente eficaz.

    sentimos-nos seguros em oferecer 15 anos de garantia nos pontos tra-

    tados e atendemos cada caso de forma personalizada, pois contamos

    com recursos que nos permitem diagnosticar a extenso e a gravidade

    da infiltrao dentro das estruturas de concreto macio desenvolvemos o AFFA viewer, que um detector espectrogrfico de

    umidade e que serve como um tira-teima, em pon-

    tos amarelados, que ainda no esto pingando, mas

    que geralmente escondem uma grande quantidade

    de gua empoada dentro da estrutura e que, se no

    for tratada, pode deteriorar todas as ferragens

    existentes.

    Antes de se decidir por um mtodo de

    impermeabilizao, pesquise, compare, visite

    algumas obras j concludas e pea opinio.

    saiba qual a forma mais segura de empre-

    gar seu dinheiro ao contratar um servio.

    o paliativo sai caro.

    Injeo CapIlar QumICa Forada Inovao e QualIdade garantIda!

    Informe Publicitrio

  • Dire

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    ao aSSUmir a funo de sndica do Condomnio City Park, na vila mariana, maria Ceclia genevcius buscou, de cara, rene-

    gociar contratos com os diversos fornecedores. e se surpreendeu ao

    verificar que o empreendimento, construdo h 30 anos, tinha, desde

    a instalao do condomnio, contrato de manuteno para os oito

    elevadores dos quatro blocos, incluindo troca de peas. um absur-

    do que um condomnio, em seus primeiros anos de vida, tenha um

    contrato com peas. J em um edifcio a partir dos oito ou dez anos

    de construo, fundamental incluir a troca de peas em contrato,

    aponta Ceclia, hoje subsndica do City Park e consultora de outros

    cinco condomnios na cidade.

    Ao renegociar o contrato dos elevadores, a ento sndica obteve

    uma economia de r$ 16 mil em um ano. na renegociao consegui

    um desconto de 22%, e mantive um contrato total de peas, onde s

    no esto includos itens de embelezamento, como botoeiras e reatores

    das lmpadas, por exemplo. Ceclia d uma dica importante a outros

    sndicos: verificar a data de validade prevista no contrato. s depois

    de assinar percebi que a empresa havia fixado a validade do contrato

    em cinco anos. Pressionei o fornecedor, que garantiu por quatro anos

    valores sem reajuste. no final, a condio foi vantajosa para o condo-

    mnio. mas preciso estar atento, aconselha.

    incluso ou no de peas, validade do documento e ndice de

    reajuste so pontos essenciais quando se trata de firmar um contrato

    de manuteno para os elevadores. Para rogerio meneguello, diretor

    do seciesp (sindicato das empresas de Conservao, manuteno e

    instalao de elevadores do estado de so Paulo), a maioria dos con-

    tratos assinados no inclui a troca de peas. o contrato sem peas

    mais em conta. e, infelizmente, isso que a grande maioria dos sndicos

    procura: preo, aponta.

    A grande vantagem de um contrato com peas a agilidade na

    execuo dos servios. essa modalidade deixa o cliente livre de eleva-

    dores parados por troca de peas, ou para aprovao de oramentos,

    dependendo de reunies e rateios. mais caro, porm o administrador

    fica sem esta dor de cabea. o que deve levar um sndico a decidir ou

    no pelo tipo de contrato seria a comodidade e agilidade da empresa

    em repor o elevador em pleno funcionamento e saber mensalmente o

    quanto vai pagar, completa o diretor do seciesp.

    J para o engenheiro mecnico Francisco thurler valente, autor de

    publicaes tcnicas e consultor na rea de elevadores, com experincia

    de 40 anos no setor, o contrato de conservao de elevadores com

    peas somente deveria ser feito com empresas idneas e bem estru-

    turadas, que apresentem um plano bem definido de substituio das

    peas. Deveria ser preferivelmente evitado pelo sndico. o contrato

    DICA / ELEVADORES: CONTRATO DE MANUTENO

    Ilust

    ra

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    odrig

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    Por Luiza Oliva

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    DICA / ELEVADORES: CONTRATO DE MANUTENO

    de conservao inclui no preo um valor adicional para prever a subs-

    tituio, no futuro, de determinadas peas especificadas. A ocasio

    da substituio de peas deveria constar do contrato, mas infelizmen-

    te, muitos textos so assinados considerando substituio de peas

    quando necessrio e o resultado, frequentemente, desfavorvel ao

    condomnio, sustenta.

    A sndica rejane de Albuquerque, h 17 anos no comando do

    edifcio Ana Carolina, em santana, em sistema de autogesto, sentiu

    na pele os efeitos de um contrato de manuteno com peas mal

    gerido. Quando assumi a autogesto, em 1993, verifiquei todos os

    contratos de manuteno e, apesar da manuteno dos elevadores

    incluir peas, o estado geral dos equipamentos era pssimo. rejane

    acionou o Procon contra o fabricante dos elevadores, responsvel na

    poca pela manuteno. o engenheiro da empresa responsabilizou

    o falecido zelador, que no teria acompanhado adequadamente as

    visitas tcnicas. A sndica ento mudou a empresa prestadora de

    servios, mas antes se informou no Contru-5 sobre o funcionamento

    de contratos com e sem peas. sentia-me refm da situao. Como

    saber se realmente era preciso a troca? Como conhecer a vida til das

    peas e se haviam sido trocadas? Havia um terrorismo com a questo

    da responsabilidade civil e criminal do sndico caso houvesse um aci-

    dente de percurso no elevador e com o tempo fiquei mais segura e

    informada sobre o funcionamento do elevador, aponta rejane, que

    recomenda aos sndicos estarem atentos ao sucateamento de peas

    pela empresa prestadora de servios.

    Sem aBUSoS

    segundo meneguello, diretor do seciesp, em ambos os tipos de

    contratos esto inclusos uma visita mensal de manuteno preventiva,

    nmero ilimitado de visitas para assistncia tcnica, responsabilidade

    tcnica perante o CreA e Contru e todo o ferramental e produtos

    para a manuteno (leo, estopa, lubrificantes, desengraxantes, etc.).

    Qualquer que seja a forma do contrato, o tcnico realiza na visita mensal

    testes de segurana, lubrificao dos componentes, limpeza geral e

    ajustes. o contrato com peas agiliza a troca de itens com desgaste.

    Porm, importante frisar que o funcionamento do elevador pode

    ser ruim no pela qualidade da manuteno ou pela falta de troca de

    peas, mas sim pela idade, desgaste, uso, tipo de equipamento, ou

    por ser necessria uma atualizao tcnica. mesmo em um contrato

    com peas a atualizao do equipamento no est inclusa. mantm

    as mesmas caractersticas do elevador, sem alterar a sua forma de

    trabalhar, informa meneguello.

    Antes da assinatura do contrato com a empresa de elevadores,

    o sndico deve ainda atentar para a presena de clusulas abusivas.

    o diretor do seciesp alerta que, no mximo, o contrato deve prever

    uma multa rescisria de uma a duas taxas mensais. Porm, h casos

    de contratos de dois anos que obrigam o cliente a pagar 50% do valor

    do contrato no ato do cancelamento. oriento os sndicos a relerem

    seus contratos e verificarem se h clusulas abusivas. nesse caso,

    possvel fazer um aditamento ao atual contrato. Caso a empresa se

    recuse, desconfie de sua idoneidade, finaliza.

    Elevadores: Botoeiras: Modernizao

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    21www.atlas.schindler.com 0800 055 1918

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    reduo de Conta de gua

    em 02 De janeiro de 2007 foi aprovada pela Assembleia legislativa do estado de so Paulo a lei 12520/07, que em resumo determinava

    a obrigatoriedade pela fornecedora dos servios de gua e esgoto do estado de

    so Paulo, em fornecer e instalar um aparelho chamado de eliminador de ar, em

    unidades servidas por ligao de gua e esgoto, a todos os usurios dos servios

    que solicitassem.

    A lei informava que o aparelho deveria ser instalado na tubulao apropriada, de

    15 (quinze) a 5 (cinco) centmetros antes do hidrmetro, por funcionrio habilitado

    pela prestadora do servio correspondente. A mesma lei do artigo 9 informava ao

    Poder executivo que a regulamentao desta lei tinha prazo de 120 (cento e vinte)

    dias, a contar da data de sua publicao, que ocorreu no Dirio oficial em 03/01/2007.

    A lei assegurava a todos os consumidores residenciais, comerciais ou industriais do

    estado o direito de terem uma reduo no custo da conta, porque o fluxo de ar

    existente na tubulao contabilizado como consumo de gua seria impedido pelo

    eliminador de ar, gerando assim uma economia de at 30% no valor da conta de

    gua. segundo vrias pesquisas, existem diversos fatores que contribuem para a

    presena de ar no sistema de abastecimento sendo eles: a manuteno da rede

    pblica de abastecimento e dos equipamentos nas casas de mquinas, rodzio de

    abastecimento e racionamentos.

    esta lei para os condomnios seria uma maravilha, porque o valor da conta de

    gua representa uma parcela significativa nos gastos mensais, por isso qualquer

    reduo sempre bem vinda, porm como tudo que bom duro pouco e aps

    muitas discusses entre as partes e vrios recursos na justia, foi concedida liminar

    para suspender a eficcia dos dispositivos da lei em 08 de Agosto de 2008, tornado

    a mesma totalmente invivel.

    A questo foi que com toda essa discusso o alerta foi dado aos usurios do

    sistema de gua e esgoto... ser que realmente esta economia pode existir?

    e o brasileiro que no deixa uma oportunidade passar, rapidamente adaptou a

    ideia e criou o bloqueador de ar, que como o prprio nome diz, bloqueia a passagem

    de ar pela tubulao, ou seja, pode gerar no caso dos condomnios uma reduo de

    at 40% nos valores pagos na conta de gua, por ser instalado aps o hidrmetro no

    h necessidade de autorizao da concessionria, no interfere no funcionamento

    normal do mesmo e ainda melhora o tempo de uso das tubulaes.

    A H Y D R O M U N D O

    SOLUES TECNOLGICAS,

    atuante no segmento dos

    bloqueadores de ar, est ofe-

    recendo aos condomnios e

    administradoras uma oportu-

    nidade indita!

    Ao agendar a instalao do

    bloqueador de ar, o cliente s

    paga aps ver o resultado na

    prxima conta de gua.

    Se a reduo no acontecer

    o equipamento ser retirado

    sem custo algum para o con-

    domnio.

    S quem confia plena-

    mente em seu trabalho pode

    oferecer uma condio to

    atraente aos seus consumido-

    res, a inteno que o condo-

    mnio no tenha despesas com

    a aquisio do equipamento,

    em muitos casos a prpria

    reduo acaba pagando o in-

    vestimento.

    Confira o anncio abaixo!

    Informe Publicitrio

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    veda laje ImpermeaBIlIZaeS ltda.32 ANOS DE UM TRABALHO

    COMPROVADO E CERTIFICADO

    FUNDADA EM 01 DE MAIO DE 1.979

    a veDa Laje uma empresa que atua h 32 anos no ramo

    da impermeabilizao e vem sempre se

    atualizando e se aprimorando com parti-

    cipaes em congressos e eventos, visando

    a proporcionar um bom atendimento aos

    seus clientes.

    sua Diretoria Fundadora, representada

    na pessoa do sr. Antonio simonetti, ex-

    tremamente ativa dentro do setor, uma vez

    que tambm participa da Diretoria do i.b.i.

    - instituto brasileiro de impermeabilizao.

    A Veda Laje foi a primeira empresa a receber o Certificado de Conformidade do Instituto de Anlises Falco Bauer.

    uma empresa pioneira na especiali-

    zao de reformas de impermeabilizaes

    em condomnios.

    Atualmente, conta com mais de 300

    obras realizadas e em garantia e sem que

    tenha registrado qualquer tipo de problema. isso representa um ndice 0 (zero)

    de problemas em seus servios, enquanto sabido que a impermeabilizao

    representa 80% das dificuldades em uma construo.

    A empresa mantm parceria com todos os fabricantes de materiais, podendo

    assim, atender a qualquer especificao.

    PoSSUi ainDa:- habilitao do CreA para atuar nos servios de impermeabilizao e re-

    formas;

    - um corpo tcnico que recebe treinamento especfico e reciclagem constante,

    podendo orientar o cliente na melhor forma de solucionar problemas, buscando

    sempre a melhor relao custo benefcio;

    - uma rotina de vistoriar as obras, alm de realizar levantamento tcnico e

    oramento, oferecendo uma maior comodidade ao cliente; e

    - sede prpria com amplo estacionamento e depsito de materiais, tornando-

    se uma empresa mais slida e competitiva.

    A Veda Laje investe constantemente em tecnologia, tornando seus trabalhos mais rpidos e eficientes.

    o nome Veda Laje hoje, sem dvida, sinnimo de Qualidade e garantia.

    Confira em www.vedalaje.com.br ou obtenha mais informaes pelo telefone (11) 2914 0182

    ou no endereo de e-mail [email protected]

    Informe Publicitrio

  • 25Direcional Condomnios | Maio 2011

  • 26 Direcional Condomnios | Maio 2011

    Acessrios

  • 27Direcional Condomnios | Maio 2011

    Acessrios

  • 28 Direcional Condomnios | Maio 2011

    Acessrios, gua, Amortecedor de Impacto

  • 29Direcional Condomnios | Maio 2011

    Administradora, Antena, Atividade Fsica

  • 30 Direcional Condomnios | Maio 2011

    Alambrados, Atividade Fsica, Bomba d'gua

  • 31Direcional Condomnios | Maio 2011

    Bomba d'gua, Coberturas

  • 32 Direcional Condomnios | Maio 2011

    Controle de Pragas, Extintores, Fechamento de Sacada

  • 33Direcional Condomnios | Maio 2011

    Eltrica, Gerador

  • 34 Direcional Condomnios | Maio 2011

    ElevadorElevador

  • 35Direcional Condomnios | Maio 2011

    Elevador

  • 36 Direcional Condomnios | Maio 2011

    Elevador, Gs

  • 37Direcional Condomnios | Maio 2011

    Equipamentos de Ginstica, Hidrulica, Limpeza de Caixa d'gua

  • 38 Direcional Condomnios | Maio 2011

    Interfone

  • 39Direcional Condomnios | Maio 2011

    Impermeabilizao

  • 40 Direcional Condomnios | Maio 2011

    Impermeabilizao

  • 41Direcional Condomnios | Maio 2011

    Impermeabilizao, Individualizao de gua, Mveis, Paisagismo

  • 42 Direcional Condomnios | Maio 2011

    Manuteno Predial, Para-Raios, Percia Predial

  • 43Direcional Condomnios | Maio 2011

    Pintura Predial

  • 44 Direcional Condomnios | Maio 2011

    Pintura Predial

  • 45Direcional Condomnios | Maio 2011

    Pintura Predial

  • 46 Direcional Condomnios | Maio 2011

    Pintura Predial

  • 47Direcional Condomnios | Maio 2011

    Pintura Predial

  • 48 Direcional Condomnios | Maio 2011

    Pintura Predial

  • 49Direcional Condomnios | Maio 2011

    Pintura Predial, Pisos, Porta Corta-Fogo, Recuperao Estrutural

  • 50 Direcional Condomnios | Maio 2011

    Playgrounds

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  • 51Direcional Condomnios | Maio 2011

    Playgrounds, Radiocomunicao

  • 52 Direcional Condomnios | Maio 2011

    Sensor de Presena, Sistemas de SeguranaPlaygrounds, Serralheria, Sinalizao

  • 53Direcional Condomnios | Maio 2011

    Sensor de Presena, Sistemas de Segurana

  • 54 Direcional Condomnios | Maio 2011

    Sistemas de Segurana

  • 55Direcional Condomnios | Maio 2011

    Sistemas de Segurana, Terceirizao

  • 56 Direcional Condomnios | Maio 2011

    Terceirizao

  • 57Direcional Condomnios | Maio 2011

    Terceirizao

  • 58 Direcional Condomnios | Maio 2011

    Terceirizao, Tratamento de Piso