revista direcional condomínios

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A revista Direcional Condomínios tem 14 anos e é dirigida a síndicos, zeladores, conselheiros e administradores de condomínios do mais alto padrão de São Paulo e Grande São Paulo.

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  • Para anunciar, ligue:(11) 5573-8110

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    DIRETORESSnia Inakake e Almir C. Almeida

    EDITORARosali Figueiredo

    DIRIGIDA A Condomnios residenciais, comerciais, administradoras, construtoras e shoppings

    PERIODICIDADE MENSAL Exceto dezembro / janeiro cujaperiodicidade bimestral

    TIRAGEM 20.000 exemplares (60.000 leitores em mdia)

    PBLICO LEITOR DIRIGIDO Sndicos, zeladores, administradores e construtores

    CIRCULAO So Paulo e Grande So Paulo

    JORNALISTA RESPONSVEL Rosali FigueiredoMTB 17722/[email protected]

    REPORTAGEMLuiza OlivaMTB 16.935Tain DamacenoMTB 55465/SP

    ILUSTRAO DE CAPA Jonas Coronado

    ASSINATURAS Catia [email protected]

    GERENTE COMERCIAL Alex [email protected]

    DEPARTAMENTO COMERCIAL Fabian MesquitaPatricia SaccomaniPriscila BorgesTnia Cristina

    ASSISTENTE DE VENDASEmilly Tabuo

    ATENDIMENTO AO CLIENTE Claudiney Fernandes Joo MarconiJuliana Jordo Grillo

    DIRETOR DE ARTEJonas Coronado ASSISTENTE DE ARTEFabian Ramos Sergio Willian da Silva Gomes

    IMPRESSO Prol Grfica ASSINATURA ANUALR$ 180,00

    R. Vergueiro, 2.556, 7 andar - conj. 73 Cep 04102000 - So Paulo SPTel.: (11) 5573-8110Fax: (11) 5084-3807E-mail: [email protected]br

    Tiragem de 20.000 exemplares auditada pela Fundao Vanzolini, cujo atestado de tiragem est disposio dos interessados.

    No permitida a reproduo total ou parcial das matrias, sujeitando os infratores s penalidades legais.

    As matrias assinadas so de inteira responsabilidade de seus autores e no expressam, necessariamente, a opinio da revista Direcional Condomnios.

    A revista Direcional Condomnios no se responsabiliza pelos servios e produtos oferecidos pelos anunciantes.

    Filiada Tiragem auditada por

    Conhea tambm a Direcional Escolas e Direcional Educador

    www.direcionalescolas.com.brwww.direcionaleducador.com.br

    Sumrio05. Informe Publicitrio: ................................................................................. Seciesp

    06. Site: ........................................................................ Direcional Condomnios online

    08. Capa: .......................................................................... Gs, qual a melhor soluo?

    10. Coluna: ................................................................... Quem o profissional sndico?

    12. Administrao: ................................................ Reformas nas unidades autnomas

    16. Dica: ................................................................... Preveno contra incndio: AVCB

    18. Dica: ........................................................................................... Fachada: Limpeza

    20. Dica: .............................................................................. Gesto ambiental: Energia

    23. Fique de Olho: ........................................................... Quadras: Pisos & Acessrios

    Editorial

    Caro Leitor,

    Para anunciar, ligue:(11) 5573-8110

    Um levantamento realizado pelo jornal O Estado de So Paulo aponta que somente nos quatro primeiros meses deste ano, a Capital paulista registrou ao menos 16 ocorrncias de arrastes em delegacias de diferentes regies, contra nove casos computados pela 4 Delegacia do DEIC (Departamento de Investigaes Sobre Crime Organizado), especializada em roubos a condom-nios. Os nmeros j superam 2011, que teve 13 arrastes. Em um dos casos mais recentes, um dos ladres conseguiu entrar na edificao aps se passar por funcionrio do condomnio. O porteiro, novato, no percebeu a tramoia.

    Os especialistas em segurana costumam alertar que o ponto nevrlgico de um sistema de proteo condominial est no acesso ao interior das edificaes. Se um bandido consegue chegar ao porteiro e rend-lo, pouca alternativa resta a todo apa-rato tecnolgico disponvel seno disparar os alarmes e mobilizar as foras pblicas de segurana. Ou seja, os condomnios precisam investir em procedimentos e normas de segurana, em treinamento de pessoal, pois sozinho, sem esse preparo, o suporte indispensvel da tecnologia no consegue deter as invases.

    O treinamento em segurana o foco principal de um curso que o Grupo Direcional est organizando para sndicos, zeladores e porteiros. Ele ser minis-trado pelo consultor Lus Renato Mendona Davini, com experincia na rea condominial. O propsito instrumentalizar essa comisso de frente dos condomnios, de maneira que ela consiga se antecipar aos modos possveis de ao dos ladres. preciso estar sempre alerta e preparada diante das armadilhas que o crime costuma usar para ludibriar os sistemas de segurana.

    Outra boa notcia que o Grupo Direcional traz ao seu pblico a realizao do 5 Direcional Sndicos, que neste ano ter um carter especial, de comemorao pelos 15 anos da revista Direcional Condomnios. Agendado para o dia 29 de setembro, um sbado, no auditrio Simon Bolvar, do Memorial da Amrica Latina, nosso evento contar com conferncias de Alfredo Rocha (palestrante visto por mais de dois milhes de pessoas em todo Pas, da rea motivacional e de relacionamento interpessoal) e do advogado Cristiano De Souza. Ter ainda show de mgico, de msica, coffee-break, brunch na hora do almoo, sorteio de prmios e muitas novidades na rea de produ-tos e servios para condomnios, apresentados por 20 patrocinadores de segmentos diversos. Mais informaes sobre o curso e o 5 Direcional Sndicos, respectivamente, nas pginas 6 e 22 desta edio.

    Falemos, ento, agora, desta edio de maio. A reportagem de capa mostra uma disputa de mercado que tem beneficiado os condomnios em anos recentes: a da distribuio do gs. Tanto a concessionria que fornece o Gs Natural quanto as engarrafadoras e distribuidoras de GLP tm ampliado o mix de servios e de tarifas, o que melhorou substancialmente as condies oferecidas aos sndicos. A eles fica a tarefa de comparar preos e servios e definir, juntamente com os condminos, sua melhor opo.

    A parte editorial se completa com uma reportagem sobre a tendncia de os con-domnios disciplinarem as reformas no interior das unidades, questo que costuma estar contemplada nas convenes ou regimentos, mas que at princpios deste ano no recebia o devido interesse e respeito por parte de administradores e condminos; com dicas sobre fachadas (limpeza), sistemas de preveno contra incndio (AVCB), e gesto ambiental (energia); com um artigo sobre a profissionalizao do sndico; e um fique de olho sobre quadras (pisos e acessrios).

    Uma boa leitura a todos,Rosali FigueiredoEditora

    R$ 180,00

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    Administradora 29Acessrios para Condomnios 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Alambrados 29, 54Alarmes 7, 15, 30, 41, 42, 53, 54, 55, 56Amortecedor de Impacto 30Antena 7, 15, 30, 41, 42, 53, 54, 55, 56, Aquecimento Central de gua 21, 30, 31, 36, 43Assessoria 30Atividade Fsica 36, 37Bancos para Jardim 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Barras Anti-Pnico 50Bebedouro 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Bomba dgua 30, 31Cadeira p/ Guarita 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Cabinas Primrias 34, 35, 36, 43Caixas de Correio 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Cmeras 7, 15, 30, 41, 42, 53, 54, 55, 56Carrinho 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Central PABX 7, 15, 30, 41, 42, 53, 54, 55, 56Centro de Medio 34, 35, 36, 43Cerca Eltrica 7, 15, 30, 41, 42, 53, 54, 55, 56Circuito Fechado de TV 7, 15, 30, 41, 42, 53, 54, 55, 56Coberturas ( Policarbonato e toldos ) 31Coletor para Reciclagem 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Controle de Acesso 7, 15, 30, 41, 42, 53, 54, 55, 56Controle de Pragas ( Dedetizao, Descupinizao) 31Cortador de Grama 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Crachs - 32Cursos 6Desentupidora 32Elevadores ( Manuteno e Embelezamento ) 32, 33, 34Eltrica 34, 35, 36

    Equipamentos Contra Incndio 36, 50Equipamentos de Ginstica 36, 37Equipamentos de Segurana 7, 15, 30, 41, 42, 53, 54, 55, 56Escadas 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Espelho 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Espreguiadeira 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Esquadrias de Alumnio 53Esquadrias de PVC 53Extintores 36Fechadura Digital 7, 15, 30, 41, 42, 53, 54, 55, 56Ferramentas 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Fita Anti derrapante 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Fitness Atividade Fsica 36, 37Fitness Equipamentos 36, 37Gs 40Gerador 36, 43Ginstica 36, 37Grama Sinttica 50, 51, 52Guarda Sol 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Hidrulica 40Higiene e Limpeza 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Iluminao 7, 26Iluminao de Emergncia 7, 15, 26, 30, 41, 42, 53, 54, 55, 56Impermeabil izao 20, 25, 37, 38, 39, Capa Promocional, 2 Capa Individualizao de gua 37Interfone 7, 15, 26, 30, 41, 42, 53, 54, 55, 56Lmpada 7, 26Lavadora de Alta Presso 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Lixeiras 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Manuteno Predial 11, 19, 42, 43Material de Construo 7, 26Material Eltrico 7, 26Molas Hidrulicas 32, 33

    Monitoramento 7, 15, 26, 30, 41, 42, 53, 54, 55, 56Mops 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Mveis 4, 41 Percia Predial 53Pintura Predial (Reforma, Restaurao, Tratamento) 18, 19, 42, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 50, Capa Promocional, 3 capaPisos 11, 42Playground 50, 51, 52Porta Corta Fogo 50Porto ( Automatizao, Manuteno, Instalao ) 7, 15, 26, 30, 41, 42, 53, 54, 55, 56Pressurizao de Escadas 36, 43Produtos de Limpeza 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Proteo Contra Incndio 50Quadra Poliesportiva ( Projeto, Manuteno e Reforma ) 29, 54Quadros de Aviso 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Radiocomunicao 26, 53Recuperao Estrutural 53, Capa PromocionalRedes de Proteo 29, 54Restaurao de Fachadas 18, 19, 42, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 50, Capa Promocional, 3 capaSaco p/ Lixo 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Sensor de Presena 7, 15, 26, 30, 41, 42, 53, 54, 55, 56Serralheria 53Sistemas de Exausto 36, 43Sistemas de Segurana 7, 15, 26, 30, 41, 42, 53, 54, 55, 56Tapete 7, 13, 17, 26, 27, 28, 29Terceirizao de Servios 14, 56, 57, 58, 4 capaTintas 7, 26Tratamento de Piso 58Uniformes 16Vigilncia 14, 56, 57, 58, 4 capa

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    DIRECIONALCONDOMINIOS.COM.BR

    WWW.DIRECIONALCONDOMINIOS.COM.BRNo site da Direcional Condomnios, voc encontra grande acervo de informaes

    e servios que o auxiliam na administrao de seu condomnio. Acesse e confira.

    GLP E GS NATURAL: NORMAS E SEGURANA O mercado da distribuio do gs aos condomnios nos principais centros urbanos do Estado de So Paulo procura oferecer hoje servios parecidos, como a individualizao do consumo, apoio financeiro integral ou parcial adaptao dos equipamentos nos prdios e apartamentos, abastecimento contnuo e assistncia tcnica. o caso da concessionria de distribuio do Gs Natural em So Paulo, Grande So Paulo, Campinas, Baixada Santista, entre outros, a Comgs, e de empresas que fazem engarrafamento e abastecimento do GLP. Os sndicos buscam a soluo mais econmica, mas devem considerar ainda que as instalaes de gs so regu-ladas por normas tcnicas da ABNT (Associao Brasileira de Normas Tcnicas), portarias do Inmetro e Instrues Tcnicas do Corpo de Bombeiros do Estado de So Paulo.

    Conhea no site da Direcional Condomnios como essas especificaes esto normatizadas. Acesse os links relativos s:

    - Normas da ABNT;- Portarias do Inmetro contendo especificaes

    mnimas para medidores individuais e tambm dos

    veculos que transportam GLP;- ntegra da entrevista do presidente do Sindigs, Sergio

    Bandeira de Mello, que representa o segmento do GLP;- As legislaes que dizem respeito ao armazenamento

    e distribuio do gs nos edifcios em So Paulo.

    REFORMAS NOS APARTAMENTOS Uma cartilha de orientao aos condomnios preparada

    pela Aabic (Associao das Administradoras de Bens Imveis e Condomnios de So Paulo) tem sido bastante utilizada pelo segmento para esclarecer sndicos e moradores sobre normas bsicas a serem adotadas no regramento das reformas das unidades autnomas. Veja em www.direcio-nalcondominios.com.br/da-redacao/aabic-orienta-sobre-a--reforma-em-unidade-autonomas-dos-condominios.

    Acesse ainda a reportagens e artigos sobre as respon-sabilidades dos sndicos em torno das obras, sobre inspeo tcnica e impactos estruturais, em www.direcionalcondo-minios.com.br/manual-do-sindico/obras-no-condominio.

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    CAPA

    GS: QUAL A MELHOR SOLUO?

    Condomnios extraem benefcios de uma boa briga de mercado que envolve a distribuio do Gs Natural e do GLP.

    Ambos os segmentos ampliam os servios s edificaes e oferecem, entre outros, alternativa de cobrana individualizada

    e cobertura total ou parcial dos custos de adaptao. Quem ganha o consumidor, apontam os sndicos.

    Por Rosali Figueiredo

    O GS LIQUEFEITO de Petrleo (GLP) parecia fadado excluso dos condomnios desde que o municpio de So Paulo condicionou, em 1987, a con-cesso de alvars para novas edificaes ou reformas em prdios instalao do Gs Natural (GN). Por meio do Decreto 24.714, o ento prefeito Jnio Quadros tornou essa estrutura compulsria e ainda obrigou ao armazenamento externo do GLP remanes-cente nos condomnios. Ou seja, proibiu o uso de botijes dentro dos apartamentos. Entretanto, o segmento correu atrs do prejuzo e hoje o mercado de engarrafa-dores e distribuidores do GLP estende ao consumidor servios que somente a rede canalizada do Gs Natural oferecia, como a medio individualizada do consumo. E o que se observa, segundo administradoras e sndicos, so condomnios que trocam um pelo outro, buscando extrair vantagens para o bolso. Afinal, se a instalao para o GN compulsria, o mesmo no se pode dizer para o consumo a escolha livre.

    No Edifcio Lindenberg Panamby, condomnio de alto padro e seis anos de vida localizado em um dos endereos mais valorizados da zona Sul de So Paulo, o sn-dico Marcelo Osnaide conta que a opo pelo GLP aconteceu logo na entrega do empreendimento, apesar de a instalao ter sido preparada para o GN. O que pesou

    para a deciso foi a perspectiva de economizar men-salmente de 30% a 40% com o consumo de gs. Segundo Osnaide, a distribuidora do GLP arcou com os custos de adaptao dos foges e aquecedores, j que a tubulao interna no precisou ser mexida. E disponibilizou o mesmo rol de servios: conta individualizada, abastecimento constante (no feita mais a troca de cilindros, sua recarga acontece no prprio condomnio), segurana e assistncia tcnica. Mas a maior vantagem foi o preo, afirma Osnaide, lembrando que a distribuidora mantm ainda hoje valores competitivos.

    J no Condomnio Atlanta Garden, localizado na Super Quadra Morumbi, na mesma zona Sul da cidade, a escolha, feita tambm h cerca de seis anos, recaiu sobre o Gs Natural. Com trs torres, 132 unidades e doze anos de construo, os edifcios no tinham individualizao e resolveram apostar na expertise da Comgs, concessionria exclusiva de So Paulo, regio metropo-litana e outros municpios paulistas (um total de 177). Antes no tnhamos no GLP essa opo de cobrana. A briga boa porque quem ganha somos ns consumidores, aponta o sndico Ricardo Guillem.

    Na verdade, o setor do GLP mudou bastante nos ltimos 15 anos, avalia Vicente Longatti, gerente da rea industrial de uma grande distribuidora. Ele melhorou, cresceu em servio e qualidade, define Vicente. O setor defende como grande bandeira do produto sua eficincia energtica, j que para cada quilo do GLP so necessrios 25% a mais do GN para se obter o mesmo desempenho calorfico. A grande desvantagem, segundo Vicente, era a inexistncia de sistemas de abastecimento local e medio individualizada, que acabaram desenvolvidos nos anos recentes.

    O administrador Eduardo Zangari, diretor de locao da Aabic (Associao das Administradoras de Bens Imveis e Condomnios de So Paulo), observa que os condomnios que possuem caldeiras centrais parecem os mais interessados em estudar a converso para o GLP. Ele afirma que haveria benefcio econmico no uso do GLP em caldeiras, se a Comgs no tivesse lanado um Programa de Tarifas Diferenciadas para esse tipo de consumo. Zangari observa que a briga se d na ponta do lpis. Mas o engenheiro eltrico Paulo Rewald, diretor de

    Foto Almir Almeida

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    Normalizao do Sindicato da Habitao de So Paulo (Secovi-SP), acredita que outro tipo de raciocnio deveria ser feito pelos sndicos: considerar a questo logstica e de trnsito. Para ele, uma metrpole congestionada como So Paulo no poderia mais permitir caminhes transportando gs em suas ruas.

    SUBSTITUIO DA MATRIZ ENERGTICAPorm, o que considerado negativo para o GLP pode se transformar, na verdade, em

    vantagem, avalia Vicente Longatti. Em uma anlise comparativa com o GN, ele destaca a grande capilaridade da distribuio do GLP, ou seja, afirma que o produto pode chegar a 80% dos domiclios da cidade de So Paulo. Entre as demais vantagens, ele enumera ainda a ausncia da cobrana de taxa mensal do servio e a possibilidade de armazenar o produto, evitando riscos de paralisaes. Srgio Bandeira de Mello, presidente do Sindigs, entidade que representa o GLP, acrescenta, por sua vez, que o setor enxerga oportunidade de incre-mentar os volumes de vendas a partir da substituio gradativa do chuveiro eltrico, entre outros. Segundo Bandeira de Mello, a expanso do GLP ocorreu mediante a ampliao de seu uso para aquecimento de gua para o banho, mquinas secadoras de roupas, sistemas de ar condicionado, alm de outros equipamentos, inclusive churrasqueiras das varandas gourmet.

    Tambm a Comgs observa tendncia para a substituio da matriz energtica nos centros urbanos em favor do gs. O superintendente comercial da empresa, Jos Eduardo Nunes Moreira, diz que 70% dos prdios j saem com ponto de aquecimento sem chuveiro eltrico e que pelo menos 50% dos domiclios localizados na regio de Artur Alvim, zona Leste de So Paulo, esto, por exemplo, substituindo a carga eltrica por aquecedores a gs. Mas Jos Eduardo no v possibilidades de o GLP competir com o Gs Natural no abastecimento das residncias e apartamentos. Onde tenho rede, mais de 90% dos prdios so fornecidos pela Comgs, atesta o superintendente, defendendo que sua tarifa competitiva.

    Jos Eduardo revela que a Comgs incorpora cerca de mil condomnios por ano sua rede, a qual atinge oito mil quilmetros de extenso no Estado, ligando 1,1 milho de uni-dades domiciliares. O superintendente comercial diz que uma das polticas de mercado da empresa oferecer parcelamento dos custos dos equipamentos (tubulaes para o interior dos apartamentos, aquecedores e misturadores) aos condminos que quiserem ver seu prdio adaptado ao Gs Natural. E assim como os distribuidores do GLP, a Comgs pode custear, parcial ou integralmente, a adaptao das unidades, conforme as caractersticas estruturais e de consumo de cada edificao.

    Resta aos sndicos, portanto, comparar custos e bene-fcios, apresentar os dados em assembleia de condminos e aguardar pela batida do martelo.

    LEIA MAISEm www.direcionalcondominios.com.br, GLP E GS NATURAL: CUIDADOS COM NORMAS E SEGURANAA Associao Brasileira de Normas Tcnicas (ABNT) acaba de aprovar uma nova norma para inspeo da rede de distribuio interna dos gases combustveis nas instalaes residenciais. a NBR 15.923, que amplia o escopo de normatizao para o gs no Pas. Segundo o superintendente do Comit Brasileiro de Gases Combustveis (ABNT/CB-09), Joo Batista Correa Nery, com a nova NBR, a tendncia que a legislao brasileira venha a tornar obrigatria a certificao dessas instalaes no interior dos edifcios, iniciativa que compete aos municpios. Confira no site as normas ABNT relativas s instalaes para o GLP e o Gs Natural e as Instrues Tcnicas do Corpo de Bombeiros de So Paulo.VERIFIQUE AINDA:- Portarias do Inmetro que exigem especificaes mnimas para medidores individuais e tambm dos veculos que transportam GLP;- ntegra da entrevista do presidente do Sindigs, Sergio Bandeira de Mello, que comenta, entre outros, os planos de expanso do GLP no Pas, alm dos requisitos para a segurana do sistema;- As legislaes que dizem respeito ao armazenamento e distribuio do gs nos edifcios em So Paulo.

    Foto Suzy Gasparini

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    COLUNA

    QUEM O PROFISSIONAL SNDICO?Por Michel Rosenthal Wagner

    O SETOR imobilirio e a construo das cidades brasileiras tm recebido muita ateno nestes ltimos anos. Sempre que a economia melhora, pululam empreendimentos por todos os lados. O setor tem se profissionalizado em todos os nveis, da construo administrao imobi-liria. Nesse contexto, o tema condo-mnios se tornou mais complexo, sua administrao compreende hoje um mix de prestao de servios, de ges-to administrativa, de recursos huma-nos, financeira e da convivncia, alm de um suporte jurdico especializado.

    Quando se finaliza uma constru-o e feita a entrega das unidades, uma srie de atividades tem incio para a ocupao do empreendimento. E assim como nas demais atividades profissionais, tambm na administra-o de condomnios deve haver um lder, uma espcie de primeiro-mi-nistro ou presidente, que segundo o Direito brasileiro intitulado sndico. Eleito para cuidar do condomnio por um prazo de at dois anos, podendo o cargo ser renovado, o sndico o ad-ministrador do condomnio, ele exerce o papel de maestro deste conjunto de contrataes e subcontrataes.

    Na lei, no Cdigo Civil que o tema da administrao dos condomnios tratado. Ele prev que esta pessoa pode ser ou no condmino, pessoa fsica ou jurdica, moradora ou no. A Conveno do condomnio poder colocar regras diferenciadas, mas na falta de limitaes, esta a liberdade.

    As responsabilidades se asseme-lham s das empresas. O sndico responsvel civilmente, penalmente, tributariamente, ambientalmente, previdenciariamente pelos seus atos, e, mais que tudo, pela valorizao patrimonial das propriedades.

    A regra que contrate uma par-ceria com administradora de imveis.

    Os servios so especializados, e o sndico dever buscar empresa que detenha competncias e habilidades para o trato das necessidades ad-ministrativas do condomnio. As atividades so diversificadas, cada vez mais especializadas e sofisticadas, preciso cuidar da segurana, da convivncia e relacionamento entre os condminos, da manuteno da edificao, da operao de equipamentos tecnologicamente avanados, das responsabilidades legais de todo tipo, recolhimentos tributrios, securitizao e aplicaes financeiras. Ou seja, a profissionalizao da funo de sndico uma demanda real e crescente.

    Dos vrios tipos de condomnio que se verificam nas cidades, emerge uma gama enorme de servios ofertados internamente aos seus usurios, as chamadas facilities (facilidades), as quais demandam diferentes neces-sidades de profissionalizao e conhecimento para o exerccio do cargo. As remuneraes pelo seu desempenho variam e vo da simples iseno da cota condominial, cujo parmetro apenas costumeiro uma vez que nem sempre corresponde altura do servio prestado comunidade, at remuneraes que se equiparam a de executivos de grandes empresas.

    O sndico sempre eleito, e mesmo quando se tratar de no cond-mino, ou de pessoa jurdica, a "contratao" se d via eleio. A relao no de contrato civil de profissional autnomo, nem de contrato tra-balhista quando pessoa fsica, nem de contrato de prestao de servios quando pessoa jurdica. O que se recomenda fazer para a relao ficar clara e formalizada a transcrio na ata de eleio, de discriminativo dos servios propostos e aceitos em assembleia, remunerao e a con-dies de pagamento.

    O que se percebe na evoluo desta profisso que tem sido ocupada por homens e mulheres, com alguma experincia neste encargo e instruo especializada, que chegam a ter em sua carteira cerca de oito condomnios concomitantemente. De qualquer forma, especialmente em condomnios residenciais, o sndico que no reside no condomnio, ou no tem escritrio no comercial, dever estabelecer uma comunicao com todos os ocupantes, como o envio de relatrios peridicos, em geral mensais, para todos os con-dminos, para que estes saibam como se est cuidando da sua propriedade. A presena em assembleias e o clima de parceria profissional deve sempre prevalecer, com objetividade e profissionalismo na gesto do dia a dia do condomnio, garantindo-se, entre outros e, em especial, a boa convivncia e a valorizao patrimonial nas edificaes.

    Michel Rosenthal Wagner advogado e mem-bro das vice-presidncias de Sustentabilidade e de Administrao Imobiliria e Condomnios do Secovi em So Paulo, Presidente da Comisso de Direito Imobilirio, Urbano e de Vizinhana da OAB/SP Seccional Pinheiros, e diretor do escritrio MRW Advogados. Mais informaes: [email protected]

    MICHEL ROSENTHAL WAGNER

    Foto Rita Barreto

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    ADMINISTRAO / REFORMAS NAS UNIDADES AUTNOMAS

    CONDOMNIOS SE MOBILIZAM PARA DISCIPLINAR OBRASAps a tragdia com trs edifcios ocorrida no Rio de Janeiro em princpios do ano, e o desabamento parcial de um prdio no ABC paulista, sndicos e condminos esto mais atentos necessidade de impor normas s reformas dos apartamentos.

    Por Rosali Figueiredo

    O INQURITO da Polcia Federal que apura as responsabilidades pelo desabamento de trs prdios no centro do Rio de Janeiro, na noite de 25 de janeiro deste ano, j identificou que as paredes divisrias do 9 andar at o 18 nvel do Edifcio Liberdade, que ruiu primeiro e levou outros dois de roldo, eram estruturais. Ou seja, eram essenciais sustentao do edifcio nesses pavimentos. Uma reforma no 9 andar, com remoo de paredes, teria desencadeado a tragdia que matou 22 pessoas e que despertou a ateno de administradoras, sndicos e condminos para o problema das reformas nas unidades autnomas.

    Em So Paulo, a Promotoria de Justia de Habitao e Urbanismo, ligada ao Ministrio Pblico do Estado, instaurou inqurito para apurar como acontecem as reformas, a manuteno e a fiscalizao das estruturas em edifcios pblicos e priva-dos, novos ou j consolidados, residenciais e no residenciais. Juntamente com o Secovi (Sindicato da Habitao), o rgo tem promovido encontros com especia-listas que possam auxili-lo a produzir uma espcie de cartilha de orientao aos condomnios.

    Nas administradoras, a gerente de atendimento Kelly Rodrigues registra gran-de movimento de busca de informaes pelos sndicos e os prprios condminos, que pedem esclarecimentos sobre as normas existentes ou que deveriam estar previstas nas convenes e regimentos internos. Depois do que aconteceu no Rio de Janeiro e em So Bernardo do Campo, no se observa mais a menor dificuldade

    em se disciplinar isso entre os condomnios, aponta Kelly. Em So Bernardo do Campo, obras irregulares contra a infiltrao na laje do ltimo andar teriam levado ao desabamento de uma ala do Edifcio Senador na noite do dia 6 de fevereiro (ali morreram duas pessoas, uma enfermeira e uma criana).

    Kelly Rodrigues acompanhou, por exemplo, toda a mobilizao dos condmi-nos do Edifcio Monte Azul, do bairro do Itaim Bibi, zona Sul de So Paulo, que, sensibilizados pelos acontecimentos recentes, ratificaram em assembleia extraor-dinria algumas regras j existentes e aprovaram novos balizamentos. Foi uma assembleia tranquila e tudo acabou bem aceito pelos moradores, que acharam tima a iniciativa, relata a sndica Maria do Carmo Aranha de vila. Isso do interesse de todos, quem pode ser contra que se tome conta da propriedade?, questiona Maria do Carmo.

    A assembleia definiu que toda reforma estrutural no Monte Azul seja ante-cedida da apresentao de um profissional responsvel pela obra, devidamente credenciado junto ao CREA, e que emita ART (Anotao de Responsabilidade Tcnica). preciso ainda obter alvar da Prefeitura e entregar a planta com as intervenes previstas e uma declarao de que no traro riscos de comprome-timento estrutural nem de sobrepeso. Uma simples troca de revestimento do piso dever seguir as novas regras caso o material a ser empregado venha representar carga superior ao antigo.

    A assembleia, realizada em princpios de abril, aprovou tambm que os cond-minos comuniquem administrao a contratao de pequenas reformas, pinturas e trocas simples de revestimentos, atravs de carta que contenha a descrio da obra, data de incio e previso de trmino, alm da identificao dos trabalha-dores. Afinal, as reformas trazem outras implicaes, como o uso dos elevadores de servios, movimentao de fornecedores ou de trabalhadores estranhos ao dia a dia do condomnio, barulho e produo de entulho, aspectos que tambm precisam ser disciplinados, defende Maria do Carmo.

    Para Sergio Meira de Castro Neto, diretor de Condomnios do Secovi em So Paulo, que recentemente promoveu um ciclo de palestras sobre o assunto, as tragdias do comeo do ano mobilizaram muitos condomnios, hoje preocu-pados, inclusive, em promover vistorias tcnicas no interior das unidades. Mas o fundamental, segundo ele, que os sndicos exijam a presena de profissionais habilitados, credenciados e que apresentem ART para reformas estruturais, alm de ficar atentos, sobretudo, manuteno. Uma pesquisa apresentada pelo Ibape (Instituto Brasileiro de Avaliaes e Percias de Engenharia de So Paulo) revela que dois teros dos problemas estruturais ocorrem no condomnio por falta de manuteno. o caso das infiltraes, que afetam as ferragens e, isto, por sua vez, abala o concreto e compromete a resistncia e sustentao, arremata o diretor.

    Ilustrao Fabian Ramos

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    LEIA MAIS

    VEJA O QUE EXIGIR PARA AS OBRAS

    Em www.direcionalcondominios.com.br, CARTILHA DE ORIENTAO AOS CONDOMNIOS PREPARADA PELA AABIC:www.direcionalcondominios.com.br/da-redacao/aabic-orienta-sobre-a-reforma-em-unidade-autonomas-dos-condo-minios

    COBERTURA ESPECIAL PRODUZIDA PELA DIRECIONAL CONDOMNIOS SOBRE OBRAS NAS UNIDADES (contendo desde as responsabilidades dos sndicos inspeo tcnica e impactos estruturais):www.direcionalcondominios.com.br/manual-do-sindico/obras-no-condominio.

    A Legislao federal determina que obras ou prestao de quaisquer servios profissionais referentes Engenharia e Agronomia (Lei 6.496/1977) e Arquitetura (Lei 12.378/2010) devem ser acompanhados do recolhimento de Anotao de Responsabilidade Tcnica (ART). H leis especficas que tratam ainda do exerccio ilegal da profisso nessas reas. Em mbito estadual (So Paulo), os sndicos devem ficar atentos principalmente ao Decreto 56.819/2011, que trata de sistemas de segurana e preveno contra Incndio. Finalmente, as obras no municpio de So Paulo devem cumprir com procedimentos definidos, em especial, por dois dispositivos:

    1) A Lei 11.228/1992 (Cdigo de Obras e Edificaes), que estabelece que qualquer obra (incluindo reparos, pe-quenas reformas) dever ser comunicada Prefeitura. Conforme o nvel do projeto, exigido licenciamento prvio. O item 1.1 descreve o que reparo etc.;

    2) O Decreto 32.329/1992, que regulamentou o Cdigo de Obras e menciona a necessidade de Auto de Verificao de Segurana (AVS); de Certificado de Manuteno; e de Alvars do Sistema de Segurana, para os quais necessrio apresentar o Laudo Tcnico de Segurana (LTS), preenchido e assinado concomitantemente por perito civil (engenheiro ou arquiteto), e perito eletricista, alm do responsvel pelo uso da edificao.

    Fonte: arquiteta Guiomar Leito

    ADMINISTRAO / REFORMAS NAS UNIDADES AUTNOMAS

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    DICA / PREVENO CONTRA INCNDIO: AVCB

    Por Luiza Oliva

    DOCUMENTO AVALIZA

    ESTRUTURA E EQUIPAMENTOS DE SEGURANA

    O DESCONHECIMENTO ainda impera quando se trata do AVCB do condomnio. Para muitos sndicos, a sigla uma incgnita: AVCB, ou Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, um documento que deve ser renovado a cada trs anos, em edifcios residenciais e comerciais. Pouqussimos condomnios providenciam a vistoria. Os sndicos acreditam que ele recomendado apenas para prdios comerciais, o que no verdade, atesta Rosely Benevides de Oliveira Schwartz, autora do livro Revolucionando o condomnio (Editora Saraiva, 13 edio) e professora do curso de admi-nistrao condominial ministrado pela Escola Paulista de Direito.

    Para Rosely, a importncia do AVCB est em sua amplitude: ao ser vistoriado pelo Corpo de Bombeiros, o prdio tem toda a estrutura contra incndio avaliada. J soube de prdios que tiveram que adequar corrimos, revisar portas corta-fogo desreguladas e providenciar placas de sinalizao. H moradores que chegam a retirar placas de identificao de extintores ou hidrantes dos seus halls por acharem que no so decorativas, constata.

    A especialista recomenda aos sndicos, preocupados com a regularizao, contratar uma empresa de engenharia para realizar um prvio levantamento das condies de segurana dos equipamentos e da estrutura do condomnio, antes da vistoria do Corpo de Bombeiros. De acordo com as necessidades levantadas, o sndico faz um cronograma para realizar as obras necessrias, organizando-as dentro do oramento do prdio, j que nem sempre so re-formas simples, explica. Ela complementa com outra orientao pertinente: que se contrate um tcnico neutro para o levantamento inicial, que no tenha relao com empresas de vendas de produtos relativos preveno contra incndios. O sndico deve ter liberdade para orar os produtos e servios com empresas de sua confiana.

    CAMINHO DAS PEDRASPara solicitar o AVCB, o condomnio dever contar com a empresa espe-

    cializada para levantar os documentos necessrios. Basicamente, o processo comea com uma verificao simples: se o condomnio tem ou no AVCB anterior e se h uma via do Projeto Tcnico de combate a incndio aprovado pelo Corpo de Bombeiros. Caso no tenha esses documentos, a primeira providncia realizar o Projeto Tcnico, acompanhado de Anotao de Responsabilidade Tcnica (ART) do profissional escalado para elabor-lo (ou

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    Projeto Tcnico Simplificado, procedimento usado para regularizao de edificaes com rea de construo de at 750 metros quadrados e com altura de at trs pavimentos).

    Depois da aprovao do Projeto Tcnico pelos Bombeiros, o condomnio dever realizar todas as obras, entre elas, as mais comuns, de adequao ou implantao dos equipamentos de preveno e combate a incndio, cujas especificaes devem atender s Instrues Tcnicas do Corpo de Bombeiros. So 44 Instrues Tcnicas, conhecidas como IT, que comple-mentam o Decreto Estadual 56.819/2011 e detalham todas as medidas de segurana contra incndio, explicitando regras de como se implantar determinado sistema preventivo (extintores, hidrantes, chuveiros autom-ticos, compartimentao, resistncia ao fogo das estruturas etc.). Todas as exigncias, que variam basicamente em funo do uso, da rea e da altura da edificao, encontram-se no Regulamento de Segurana Contra Incndio das Edificaes e reas de Risco do Estado de So Paulo (Decreto Estadual 56.819/2011), que pode ser obtido no site do Corpo de Bombeiros (www.corpodebombeiros.sp.gov.br). A Cartilha de Orientaes Bsicas (disponvel no endereo eletrnico www.corpodebombeiros.sp.gov.br/normas_tecnicas/Cartilha_de_Orientacao_5_versao.pdf) tambm d dicas de segurana e preveno contra incndios e orienta quanto ao AVCB.

    Aps a instalao completa dos sistemas, solicita-se a vistoria do Corpo de Bombeiros para obteno do documento. Alguns atestados tambm podem ser solicitados ao condomnio durante a orientao do Projeto, ou pelo vistoriante da edificao, caso do Atestado do Sistema de Chuveiro Automtico (Sprinklers), Atestado de Brigada de Incndio, Atestado de GLP (Gs Liquefeito de Petrleo) ou Gs Natural e Atestado de GMG (Grupo Moto Gerador), entre outros. Segundo o engenheiro Nelson Reple Neto, que atua na rea de segurana contra incndios, cada edificao possui caractersticas prprias, podendo ser solicitada a apresentao de atestados complementa-res. Os atestados tm validade de um ano.

    ALM DO EXTINTORNos processos de AVCB que acompanha, o engenheiro Nelson percebe,

    entre as falhas mais recorrentes nas edificaes, a prpria falta de manuten-o preventiva dos equipamentos. H uma falta de conhecimento grande em relao a eles. muito comum encontrarmos bombas de hidrantes e sprinklers, sistema de alarme, iluminao e sinalizao de emergncia em situao irregular ou sem funcionamento. Tenho a impresso de que existe um conceito de que para incndio, tenho o extintor, e que ele basta. Mas na verdade, o extintor apenas um dos equipamentos que compem o sistema de preveno e combate a incndio de um condomnio, orienta.

    Nelson sustenta ainda que a importncia do AVCB deve ser encarada de forma global. Alm de ser um documento obrigatrio, exigido pelos rgos fiscalizadores e pelo seguro em caso de sinistro, eleva a capacidade de extino de princpios de incndio atravs do muncipe, uma vez que para a obteno do AVCB, os equipamentos de preveno e combate a incndios devem estar em operao e serem corretamente manuseados. A correta operao destes equipamentos efetuada atravs de curso de brigada de incndio.

    A especialista em administrao condominial Rosely Schwartz vai alm e acredita que o AVCB deve ser encarado pelos sndicos como uma providncia to essencial como o seguro do condomnio. O sndico responsabilizado caso o condomnio no tenha seguro. um procedimento obrigatrio pelo Cdigo Civil. Acredito que o sndico pode criar uma rotina de, a cada trs anos, providenciar o AVCB e, por que no dizer, com a mesma periodicidade, a inspeo predial, sugere.

    PRXIMA EDIO: PREVENO CONTRA INCNDIO (BRIGADA)

    DICA / PREVENO CONTRA INCNDIO: AVCB

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    DICA / FACHADA: LIMPEZA

    ALM DA PINTURA, LIMPAR ESSENCIALPor Luiza Oliva

    OS MORADORES do Condomnio Edifcio Alvorada, no bairro da Liberdade, sabem bem o significado da expresso o barato sai caro. Logo que assumiu sua primeira gesto, em maro de 2007, a sndica Cleusa Camilo teve um autntico abacaxi para resolver: a empresa contratada para realizar a pintura das fa-chadas recebeu o dinheiro e no concluiu o servio. Sumiu sem deixar rastros.

    Construdo em 1974, o edifcio estava repleto de trincas, tanto na parte das pas-tilhas como na pintada. A empresa lavou as pastilhas pela metade, faliu e sumiu. Em 2007, me aposentei, fui pega de surpresa na assembleia e eleita sndica. Logo aps a eleio, recebi vrias reclamaes de infiltraes nos apartamentos vindas da fachada. Tinha que haver uma soluo. Chamei uma assembleia extraordinria para resolver o caso da obra no concluda. Uma comisso de moradores me auxiliou e contratamos uma empresa para tratar das rachaduras e terminar a obra que no foi feita, inclusive repondo e rejuntando pastilhas.

    Dessa vez, Cleusa contratou com critrio uma empresa idnea, que concluiu a obra de limpeza, restaurao e pintura das fachadas a contento, e o prdio est como novo. claro que, como a construo antiga, as cores das pastilhas repostas no so iguais s antigas. Mas agora, o servio foi muito bem feito e temos a garantia de cinco anos, o que nos d certa tranquilidade, comemora a sndica.

    A conduta de Cleusa foi a indicada pelos especialistas: as preocupaes com as fachadas devem ser constantes, seja por afetar o conforto dos mora-dores ou por dar a primeira aparncia ao condomnio. Bem mantida e limpa, a fachada de um edifcio contribui para o bem-estar e a segurana de quem trabalha ou mora nele. A exposio da edificao a elementos agressivos presentes no ambiente como fuligem, chuva cida e substncias custicas, alm de afetar a imagem, leva deteriorao fsica do imvel. O comprome-timento do revestimento pode causar desplacamento e outros problemas que desvalorizam o patrimnio e colocam em risco a segurana de transeuntes e veculos, alerta Romilton dos Santos, presidente da Abralimp (Associao Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional).

    COMO E QUANDO LAVARAlm das manutenes peridicas, com procedimentos como pintura

    e rejuntamento, as fachadas merecem uma lavagem peridica qualquer que seja seu revestimento, acredita o engenheiro civil Tito Lvio Ferreira Gomide, ex-presidente do Ibape (Instituto Brasileiro de Avaliaes e Percias de Engenharia em So Paulo) e perito em engenharia diagnstica. Seja em pastilha, cermica, ltex ou textura, a fachada deve ser lavada. Se ela est em um ambiente saudvel a periodicidade pode ser maior. Se um local insalu-bre, com muita poluio, ou no litoral, a lavagem deve ser feita em perodos menores. um procedimento recomendvel, porm que pouca gente faz.

    O engenheiro Leonel Naum Pila, que atua h 20 anos na rea, recomenda a lavagem para prdios que tenham sido pintados h at quatro anos, caso possuam ainda as fachadas em bom estado. Lavando as fachadas o con-

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    domnio inclusive economiza na manuteno seguinte, porque elas estaro em melhores condies na prxima pintura, sem que o edifcio fique to degradado, diz. A lavagem feita com brocha ou trincha, geralmente com detergente, e, depois, com hidrojateamento. A lavagem retira a sujeira e melhora muito a aparncia do prdio, completa.

    O diretor da Cmara Setorial de Qumicos da Abralimp, Miguel Sinkunas, complementa que o uso de cloro para lavagem no recomendado. O cloro, fundamentalmente, no limpa, apenas descolore a maior parte dos contaminantes orgnicos presentes nas superfcies. Algum poder de limpeza existe, porm se deve presena de soda na soluo, que serve para estabi-lizao do hipoclorito. Tambm devido a ela, o cloro altamente agressivo em praticamente todas as superfcies, inclusive vidros, sem falar em outros resduos presentes que oxidam e corroem metais, constata. Ele acrescenta que a venda de cloro (hipoclorito de sdio a 12%) controlada pela Polcia Civil, e necessria autorizao formal para aquisio do produto.

    PRODUTOS E EQUIPAMENTOS CORRETOSA seleo de produtos qumicos adequados muito importante na lim-

    peza de fachadas. A Abralimp destaca como principal tendncia o uso da qumica verde, que no , como muitos pensam, aquela produzida a partir de matrias-primas naturais. Trata-se, na verdade, de uma qumica que segue uma nova filosofia que se preocupa com o meio ambiente, a sade e a sustentabilidade. Os produtos qumicos devem ser selecionados em funo do tipo de revestimento, da sujidade e das condies de aplicao no local, sempre de forma a garantir tima limpeza sem danificar as superfcies a se-rem limpas, refora a entidade, que congrega empresas do setor de limpeza profissional. E mais: devem ser escolhidos em funo de sua performance e no apenas do seu custo.

    O uso de mquinas e acessrios adequados tambm pode facilitar a limpeza dos revestimentos das fachadas, quando elas so feitas em reas acessveis aos funcionrios do prprio condomnio. possvel aumentar a eficincia e otimizar o tempo dos funcionrios, aponta Romilton Santos, presidente da Abralimp.

    Entre as mquinas, as lavadoras de alta presso so indicadas para limpar revestimentos (azulejos, tijolos vista e outros), pois associam eficincia economia de 80% de gua em relao vazo de uma torneira convencio-nal. O consumo de energia extremamente baixo e o custo menor do que o obtido com a utilizao das tradicionais mangueiras, garante Romilton. O resultado uma limpeza mais rpida e melhor e um gasto de gua oito vezes menor. As lavadoras de alta presso so versteis e contam com uma ampla linha de acessrios, como escovas, pistolas, tubeiras, prolongadores, esponjas, entre outros, destinados s mais variadas aplicaes em fachadas de prdios.

    Na rea de acessrios, as lojas especializadas e distribuidores disponibilizam uma infinidade de solues, entre elas extensores de at nove metros e kits de limpeza para vidros e paredes. No caso da limpeza de fachadas nas reas de at nove metros de altura, o funcionrio pode se manter no solo com absoluta segurana e er-gonomia. Na ponta deste extensor coloca-se o acessrio mais indicado para o tipo de limpeza da fachada (limpa tudo, Mop de parede, lava-dora e rodinho para vidros etc.).

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    Por Luiza Oliva

    DICA / GESTO AMBIENTAL: ENERGIA ELTRICA

    SEGURANA E MENOR CUSTO COM REFORMAS NAS INSTALAES

    QUASE UMA MINICIDADE, o Conjunto Habitacional e Comercial Vila Mariana apresenta problemas compatveis com seu tamanho: o condomnio misto, localizado na Vila Mariana, em So Paulo, tem 931 apartamentos, 51 lojas, oito blocos de apartamentos e uma populao estimada em trs mil pessoas. O edifcio mais antigo do condomnio foi construdo h 42 anos. No de se estranhar que as instalaes eltricas necessitassem de reforma.

    Moradora do local h 37 anos e sndica h quatro, Brgida Paiva Martins avalia que o condomnio vem sendo mantido com esmero. Porm, os centros de medio careciam de maior ateno. Conclumos a reforma do centro de medio de um bloco, que levou um ano e foi paga em 15 meses. O custo da obra foi de R$ 127 mil, divididos por 135 apartamentos. Trocamos toda a fiao por material antichamas e usamos os disjuntores mais modernos. Fizemos a reforma da portaria at os apartamentos, resume. A sndica considerou a relao custo benefcio da obra excelente, e j contabiliza a economia significativa obtida na conta de luz: o gasto com energia na torre caiu de R$ 4 mil para R$ 1.100 mensais, com dois elevadores. Alm disso, estamos mais seguros e sem qualquer risco de incndio ou problema causado pelas instalaes eltricas. Antes, tnhamos queda constante de energia nos apartamentos. Agora j estamos orando a obra para outros dois blocos, comenta.

    Situaes como a vivida pelo Conjunto Vila Mariana so corriqueiras. Edifcios antigos sofrem com sobrecarga de energia em suas instalaes eltricas. Instalaes antigas, com mais de 10 anos, normalmente no foram dimensionadas para atender s atuais necessidades de cargas eltri-cas, como aparelhos de aquecimento de gua e de ambientes com grandes potncias, secadores de cabelo, fornos eltricos e outros. Pode ser necessrio adequar a instalao, aumentando a seo dos condutores, a quantidade de circuitos e tomadas e chegar at ao aumento da carga eltrica contratada com a empresa distribuidora, sustenta Eduardo Daniel, superintendente da Certiel Brasil (Associao Brasileira de Certificao de Instalaes Eltricas), entidade que defende a certificao na rea.

    At mesmo o sndico pode perceber os sinais de sobrecarga e mau di-mensionamento da eltrica do prdio. O prprio visual das fiaes costuma aparentar superaquecimento e ressecamento. Mas, claro que qualquer servio relativo s instalaes eltricas deve ser entregue a especialistas. O projeto e a solicitao de reforma no centro de medio deve ser feito por um profissional legalmente habilitado engenheiro eletricista ou tcnico em eletrotcnica at uma determinada potncia, e recolhida a ART Anotao de Responsabilidade Tcnica, avisa o engenheiro Edson Martinho, diretor executivo da Abracopel (Associao Brasileira de Conscientizao para os Perigos da Eletricidade).

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    APROVAO E CLCULOA atualizao dos centros de medio consiste na reforma das

    prumadas com a substituio de condutores redimensionados, impor-tante para dar mais segurana aos moradores, esclarece Martinho. O sndico deve sugerir e argumentar aos condminos que, com a reforma da instalao do prdio, houve um aumento da capacidade e os apar-tamentos passam a ser o gargalo, sendo recomendvel a adequao de suas instalaes internas, completa o diretor da Abracopel.

    Eduardo Daniel, superintendente da Certiel Brasil, explica que o projeto de acrscimo de energia fornecida ao condomnio deve ser aprovado junto concessionria e que o clculo deve ser feito a partir dos pontos de utilizao e retornando at o centro de medio. No caso de inadequao da atual instalao interna dos apartamentos, os circuitos devem ser substitudos ou aumentados, adequando-se tam-bm as protees contra sobrecorrentes e sobretenses dos quadros individuais dos apartamentos. As prumadas, se necessrio, devem ser substitudas por condutores maiores desde o centro de medio at cada apartamento, de modo que todo o conjunto fique adequado s novas condies, orienta.

    Alm das reformas dos centros de medio, geralmente com acrscimo de carga, outra questo tem preocupado os sndicos quando se trata do consumo de energia eltrica: o excedente de energia reativa paga pelo con-domnio. Energia reativa a energia solicitada por cargas indutivas, como transformadores e motores, e que no consumida e sim devolvida ao circuito quando se desligam os equipamentos. Mesmo no sendo consumida, ela deve ser fornecida pela distribuidora, explica Eduardo Daniel.

    Para que no haja um abuso, ou seja, pouca eficincia, gerando muito e utilizando pouco, as concessionrias de energia eltrica cobram multa por ultrapassar um determinado valor de energia reativa, orienta Martinho, da Abracopel. O fator de potncia identifica a energia reativa que est sendo fornecida. A compensao do fator de potncia pode ser conseguida pela instalao de capacitores, que possuem caractersticas contrrias s dos motores, diminuindo a energia reativa fornecida, orienta Eduardo Daniel, superintendente da Certiel Brasil.

    FORMAOSe o assunto energia eltrica, o sndico sempre deve recorrer a

    um especialista em caso de problemas nas instalaes ou no consumo do condomnio. Contar com um zelador bem preparado tambm prudente. Edson Martinho considera imprescindvel que o zelador ou o gerente predial conhea todos os riscos da eletricidade e seus limites em relao a ela. Ou seja, at onde eles possuem conhecimento para uma determinada manuteno e quando devem chamar um profissional qualificado, pontua.

    Para Eduardo Daniel, a formao bsica sobre segurana eltrica no to simples, porque exige conhecimento tcnico e pode levar a pessoa a se considerar apta a realizar qualquer servio eltrico, despre-zando os riscos envolvidos. Devem ser apresentados aos zeladores e gerentes prediais os sinais bsicos de falta de segurana, como cone-xes mal feitas, falta de fio terra (condutor de proteo), aquecimento dos condutores e dispositivos instalados. Hoje existem publicaes de fabricantes de equipamentos e condutores eltricos, concessionrias e entidades de apoio, como o Procobre. Formao mais especializada pode ser conseguida em cursos tcnicos no Senai e nos sindicatos de instaladores, arremata o superintendente da Certiel Brasil.

    PRXIMA EDIO: ENERGIA (SISTEMA DE MEDIO ELETRNICA)

    DICA / GESTO AMBIENTAL: ENERGIA ELTRICA

  • QUALIDADE DE VIDA AGREGA VALOR AO EMPREENDIMENTO

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    CACIQUE TELASEm atividade desde 1980, a Cacique Telas oferece servio completo para quadras: construo e reformas total ou parcial, incluindo iluminao, realinhamento das telas do alambrado, substituio de acessrios e restaurao de pisos, explica o orientador tcnico Joo Francisco Tonon. Alm do revestimento asfltico, que pode ser usado para quadras de quase todas as modalidades esportivas, a Cacique Telas trabalha com gramas sintticas, pisos em concreto, cimentado, com acabamento em epxi e resinado. Tonon salienta que a resina sinttica deve ser substituda a cada cinco anos em qua-dras abertas e a cada oito anos em fechadas. Quanto s novidades de produtos, o orientador tcnico destaca os pisos polidos, indicados tanto para quadras esportivas como para reas de estacionamento dos condomnios. A empresa facilita as condies de pagamento e executa a obra completa em at 30 dias teis, se no houver interferncia climtica, diz.

    Fale com a Cacique Telas:(11) 2682-9439 / 2682-5712 / www.caciquetelas.com.br / [email protected]

    CERCATIVA / CONSTRUSPORTO foco da Cercativa/Construsport tambm a construo e reforma de diferentes tipos de quadras esportivas. No catlogo de acessrios possvel encontrar vrias opes de alambrados (estrutura tubular galvanizada, telas revestidas com PVC), redes de proteo (para cobertura ou lateral 100% nylon e malha), iluminao (vapor mercrio, metlico e sdio), traves (poste de tnis e vlei, estrutura metlica para basquete) e tambm tabelas em laminado (naval, acrlico e vidro temperado). J na linha de pisos, a Cercativa/Construsport apresenta: piso asfltico flexvel monoltico, concreto polido, grama sinttica, PU autonivelante flexvel, saibro e madeira. Com uma trajetria de 20 anos atendendo em todo Pas, a empresa exibe no currculo quatro prmios na categoria de construes esportivas e uma conduta de trabalho que aprecia a qualidade, pontualidade, garantia e compromisso com o cliente, afirma a diretora financeira Eunice Setrini.

    Fale com a Cercativa/Construsport:(11) 2694-4434 / www.cercativaesportes.com.br / [email protected]

    HELP ALAMBRADOSNa Help Alambrados a gama de servios contempla desde a construo reforma de quadras esportivas, incluindo pintura anticorrosiva nas ferragens. Da carteira de itens, o diretor Edson Consentino destaca os acessrios para futsal, vlei, basquete e tnis (traves, postes, tabelas, estruturas), alm de equipamentos de iluminao (vapor metlico com baixo consumo de energia), telas revestidas com PVC e redes de nylon (com fio de alta densidade para suportar intempries da natureza) para cobertura. Quanto aos pisos esportivos, a Help Alambrados fornece linhas de revestimentos de primeira qualidade com tecnologia avanada, diz o diretor. No mercado h 20 anos, a empresa disponibiliza profissionais especializados, treinados e supervisionados e tambm trabalha com condies flexveis para pagamen-to. Na Help Alambrados, quando o cliente paga 40% do valor total da obra j entregamos o servio finalizado, garante Consentino.

    Fale com a Help Alambrados:(11) 2642-0632 / 2647-2851 / www.helptelas.com.br / [email protected]

    FIQUE DE OLHO/ QUADRAS: PISOS & ACESSRIOS

    QUALIDADE DE VIDA AGREGA VALOR AO EMPREENDIMENTO

    Por Tain Damaceno

    Com os desdobramentos do ritmo frentico imposto pela vida moderna, a habitao saudvel, aquela com espaos que estimulam a sade fsica e mental, um chamariz peculiar do sculo XXI. A oferta de qualidade de vida tornou-se um diferencial do mercado imobilirio, por isso, as reas de lazer hoje so um dos principais cartes de visita dos condomnios. A quadra, por exemplo, deve ser um espao acolhedor para a prtica de atividades fsicas, que merece ateno e cuidados constantes tanto para garantir conforto e segurana aos condminos, como tambm para a contnua valorizao do empreendimento.

    Confira neste Fique de Olho empresas especializadas em pisos e acessrios para quadras com longa trajetria em construes esportivas.

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    FIQUE DE OLHO/ QUADRAS: PISOS & ACESSRIOS

    JV ESPORTESResponsabilidade e compromisso com o cliente, assim como a grande diversidade de produtos e a vasta bagagem de obras em condomnios, conferem JV Esportes 13 anos de destaque no mercado de construes esportivas. O catlogo de revestimentos para quadras traz no mnimo oito opes: pisos emborrachados com manta de absoro, poliuretnico autonivelante e Cushion acrlico; piso com pintura epxi; concreto, asfltico; grama sinttica esportiva e grama sinttica playground, descreve o diretor Vilmar Barbosa de Oliveira. Entre os acessrios, de fabricao prpria, a empresa oferece estrutura e tabela de basquete, trave de futebol e poste de tnis. A empresa tambm comercializa redes de proteo em diversas malhas e fios nas cores branco, azul e verde; alm de alambrados em tubos galvanizados e telas revestidas com PVC. A JV Esportes atende a todas as necessidades no que diz respeito quadra em todo o Pas, garante o diretor.

    Fale com a JV Esportes:(11) 2946-5686 / 2946-5553 / www.jvesportes.com.br / [email protected]

    MEGA REDES ESPORTIVASA fabricante Mega Rede Esportivas comercializa mais de 20 produtos teis prtica do exerccio fsico, entre eles, redes para lateral e cobertura da rea, tabelas de basquete, pinturas de pisos, travas de futebol, poste de vlei, poste de tnis e alambrados. A tendncia para cobertura de quadras, segundo a diretora comercial Alessandra Valverde, substituir os alambrados pelas redes, que oferecem melhor custo benefcio na compra e tambm na manuteno. As redes so confeccionadas em polietileno 100% virgem com tratamento ultravioleta e garantia de trs anos, detalha. A empresa, afirma a diretora, preza pela qualidade do material e oferece somente itens de primeira linha. Pontualidade no prazo de entrega e flexibilidade em relao s condies de pagamentos para condomnios tambm so os diferenciais da Mega Rede Esportivas, completa. H 10 anos no mercado, a empresa presta servios em toda So Paulo, Grande So Paulo e Interior do Estado.

    Fale com a Mega Rede Esportivas:(11) 3624-7222 / 2309 6183 / www.megaredesesportivas.com.br [email protected]

    POWER SPORTSA Power Sports atua no mercado como fabricante de acessrios e desenvolve os produtos conforme a necessidade de cada cliente, com medidas proporcionais e instalaes adaptadas. H 17 anos a empresa possui uma carteira consistente tanto na linha de acessrios (traves de futebol, postes para vlei e tnis, estruturas e tabelas de basquete, entre outros) como tambm nos tipos de pisos que suportam os efeitos das intempries. O diretor comercial Cludio Gonalves destaca a certificao de qualidade dos acessrios da Power Sports, todos fabricados de acordo com os padres e as normas de rgos pblicos como FDE (Fundao do Desenvolvimento da Educao do Estado de So Paulo), Edif (Departamento de Edificaes da Prefeitura do Municpio de So Paulo), e tambm das federaes e confederaes brasileiras e mundiais. Para os condomnios, a empresa recomenda que os projetos poliesportivos envolvam no mximo cinco modalidades (futsal, vlei, basquete, tnis e handebol), para evitar poluio visual.

    Fale com a Power Sports:(11) 2992-6297 / 2295-2582 / www.powersports.com.br / [email protected]

    TELO MASTERA qualidade dos produtos e servios, preo acessvel e o comprometimento com o prazo conferem empresa Telo Master 14 anos de sucesso no segmento de construes esportivas. Na linha de acessrios, ela comercializa tubos galvanizados, telas de arame galvanizado (da GERDAU) ou revestido com PVC, redes de nylon com tratamento ultravioleta para cobertura, traves de futebol, postes de vlei, tabelas de basquete (fabricada em madeira de MDF de 18mm) e aros. A Telo Master tambm disponibiliza o que tem de melhor no mercado na srie de pisos (asfltico, concreto, entre outros) e oferece servios de pintura e demarcaes poliesportivas (tinta Sherwin-Williams), afirma o diretor Marcus Rogrio da Fonseca. O empresrio ainda destaca o atendimento personalizado da Telo Master. Quando o cliente solicita o oramento, a empresa dirige profissionais para a visita tcnica no local para definir e esclarecer as particularidades do trabalho e dos produtos que sero utilizados.

    Fale com a Telo Master:(11) 2023-2430 / www.telaomaster.com.br / [email protected]

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  • 27Direcional Condomnios | Maio 2012

    Acessrios

  • 28 Direcional Condomnios | Maio 2012

    Acessrios

  • 29Direcional Condomnios | Maio 2012

    Acessrios, Administradora, Alambrados

  • 30 Direcional Condomnios | Maio 2012

    Advocacia, Amortecedor de Impacto, Antena, Assessoria, Bomba d'gua

  • 31Direcional Condomnios | Maio 2012

    Bomba d'gua, Coberturas, Controle de Pragas

  • 32 Direcional Condomnios | Maio 2012

    Caixa d'gua, Crachs, Elevador

  • 33Direcional Condomnios | Maio 2012

    Elevador

  • 34 Direcional Condomnios | Maio 2012

    Eltrica, Elevador

  • 35Direcional Condomnios | Maio 2012

    Eltrica

  • 36 Direcional Condomnios | Maio 2012

    Eltrica, Equipamentos de Ginstica, Extintores, Gerador

  • 37Direcional Condomnios | Maio 2012

    Equipamentos de Ginstica, Impermeabilizao, Individualizao de gua

  • 38 Direcional Condomnios | Maio 2012

    Impermeabilizao

  • 39Direcional Condomnios | Maio 2012

    Impermeabilizao

  • 40 Direcional Condomnios | Maio 2012

    Gs, Hidrulica Interfone, Mveis

  • 41Direcional Condomnios | Maio 2012

    Interfone, Mveis

  • 42 Direcional Condomnios | Maio 2012

    Interfone, Manuteno Predial, Pisos

  • 43Direcional Condomnios | Maio 2012

    Manuteno Predial, Pintura Predial

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    Pintura Predial

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    Pintura Predial

  • 46 Direcional Condomnios | Maio 2012

    Pintura Predial

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    Pintura Predial

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    Pintura Predial

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    Pintura Predial

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    Pintura Predial, Playgrounds, Porta Corta-Fogo

  • 51Direcional Condomnios | Maio 2012

    Playgrounds

  • 52 Direcional Condomnios | Maio 2012

    Playgrounds

  • 53Direcional Condomnios | Maio 2012

    Percia Predial, Radiocomunicao, Recuperao Estrutural, Sensor de Presena, Serralheria

  • 54 Direcional Condomnios | Maio 2012

    Quadras, Sistemas de Segurana

  • 55Direcional Condomnios | Maio 2012

    Sistemas de Segurana

  • 56 Direcional Condomnios | Maio 2012

    Sistemas de Segurana, Terceirizao

  • 57Direcional Condomnios | Maio 2012

    Terceirizao

  • 58 Direcional Condomnios | Maio 2012

    Terceirizao, Tratamento de Piso