revista artéria #08

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Revista da Associação Paulista de Medicina Regional SJCampos - Edição de Junho de 2010

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  • Revista da Associao Paulista de Medicina Regional SJCampos

    N0 08 - Junho/2010

    o s c am i n h o s d a s a d e

    Fonte no Cerro Santa Lucia em Santiago, o tradicional Caf Tortoni em Buenos Aires e o Bairro La Boca (El Caminito), Buenos Aires. Abaixo, vista de Santiago com os Andes ao fundo

    O charme dos nossos vizinhos

  • Servios oferecidos Assessoria Jurdica Videoteca Cientfica Fotocpias e Fax Internet Auditrio Estacionamento Interao com a comunidade Jornal do Mdico

    A Casa do Mdico

    Av. So Jos, 1.187 Centro

    Tel. (12) 3922-1079apmsjc@uol.com.br

    Participe das atividades da

    Associao Paulista de Medicina

    Regional So Jos dos Campos

    a sua casa!

  • Palavra do Presidente

    Para curtir o inverno

    Nesta edi

    o

    Revista da Assoc. Paulista de Medicina Regional So Jos dos Campos

    www.apmsjc.com.br

    Presidente: Dr. Lauro Mascarenhas Pinto Vice-presidente: Dr. Srgio dos Passos Ramos 10 Tesoureiro: Dr. Gilberto Benevides 20 Tesoureiro: Dr. Marco Antonio Fioravante 10 Secretrio: Dr. Fernando Martins Soares 20 Secretrio: Dr. Vitor Mercadante Pariz Diretoria Defesa Profissional: Dr. Alexandre de Souza Muassab Diretoria Cientfica: Dr. Gustavo Meneguelli Vieira Diretoria de Comunicaes: Dr. Julio Csar Teixeira Amado Dire-toria Social: Dra. Juana Montecinos Maciel, Dr. Carlos Alberto de Queiroz Carvalho, Aniete Carolina Camargo R. Castro Diretoria Cultural: Dr. Hlio Alves de Souza Lima Diretoria de Esportes: Dr. lvaro Vieira de Almeida Junior Conselho Fiscal: Dr. Pedro Roberto Alves Ribeiro, Dr. Luiz Alberto Siqueira Vantine, Dra. Maria Margarida Fernandes Alves Isaac Suplentes Conselho Fiscal: Dra. Carmem Thereza Pricoli Quaglia, Dra. Nereusa Martins Barros Moreira Lemos Delegados: Dr. Francir Veneziani Silva, Dra. Therezinha Veneziani Silva Diretora da 3a Distrital: Dra. Silvana Morandini Textos: PontoDoc Projeto Grfico/editorao: Blessed Produo Grfica Impresso: Resoluo Grfica Para anunciar: Contato: Edvnio Silva edblessed@gmail.com Tels. (12) 8145-6620 - 8812-8062 Toda matria assinada de responsabilidade do autor

    o s c am i n h o s d a s a d e

    Esta nova edio da revista Artria j entrou no clima de inverno e traz leitu-ras interessantes para curtirmos acompa-

    nhados de um vinho e do calor da lareira. Depois de saborear um delicioso cassou-

    let, cuja receita encontramos nestas pginas, podemos planejar nossa viagem a Santiago ou a Buenos Aires - cidades que podemos al-canar com trs a quatro horas de voo (mais perto do que algumas capitais do norte e nor-deste brasileiros) - e que ganham um charme todo especial nesta estao de temperaturas mais baixas.

    O perodo mais tranquilo, das frias esco-

    Dicas de leitura pg. 7

    O charme dos nossos vizinhos

    pgs. 8 e 9

    Organize suas finanas pg. 10

    Responsabilidade Social

    pg. 11

    Esculpio ou Mercrio? pg. 12

    lares, oportunidade para organizar-mos nossas finanas pessoais, tudo de um jeito fcil e online, como ensinam nesta Artria os engenheiros do ITA que criaram um site gratuito nessa rea. E, para completar o tempo livre, aproveitan-do o conforto da nossa casa, boas dicas de livros tambm podem ser conferidas.

    Tendo um tempinho durante a semana, d uma passada no IOV, para apreciar as obras da artista plstica Helena Freddi. No estou fazendo propaganda da clnica, mas que o espao se transformou em uma verdadeira galeria de arte coisa que falta em nossa cidade.

    Boa leitura!Lauro Mascarenhas Pinto

    Presidente - APM Regional So Jos dos Campos

    jun/20103

  • memria

    Voc sabia?A APM mantm uma coleo de obras de arte em sua Pinacoteca. O acervo comeou a

    ser formado em 1948 pelo ento diretor de Cultura Geral, Ernesto Mendes. Hoje cons-titudo por 35 obras, abarcando o perodo de 1930 a 1950, que representam um roteiro

    histrico da poca de formao e consolidao do movimento modernista brasileiro (Tarsila do Amaral, Anita Malfati, Di Cavalcanti Lasar Segall). Possui tambm entre os seus expoentes representantes do denominado Grupo Santa Helena (Rebolo, Bonadei,

    Volpi, Clvis Graciano e Zanini). Saiba mais no site da APM www.apm.org.br

    No dia 2 de agosto, s 19h, a Associao Paulista de Medicina (APM) abre a exposi-o Hiroshima, em sua sede, na capital, com sesses de filmes, fotos e psteres fotogrfi-cos que contam a histria do lanamento da bomba de Hiroshima e suas terrveis conse-quncias. A exploso atingiu a cidade japo-nesa no dia 6 de agosto de 1945, s 8h45, aps o fim da Segunda Guerra Mundial.

    O material vem diretamente do Japo para a exposio e integra o Movimento Pela Paz, liderado pela APM. A exposio aberta ao pblico e poder ser estendida s escolas, m-dicos e entidades mdicas, entre outros. O evento um alerta. A bomba atmica algo terrvel, que no deve ser utilizado jamais, pois devasta tudo ao seu redor, diz Milton Massato Hida, coordenador da exposio.

    So cerca de 160 sobreviventes da bomba morando em So Paulo, que precisam de cui-dados de sade constantes, at porque j atingi-ram a faixa dos 60, 70 anos de idade. O intuito, com a exposio, ressaltar a importncia do atendimento s vtimas at hoje, completa. Segundo Hida, a iniciativa o primeiro passo de uma srie de atividades que sero desenvol-vidas pela APM em relao aproximao e ao cuidado com os sobreviventes.

    A bomba que atingiu Hiroshima, batizada de Little Boy, devastou tudo em um raio de dois quilmetros. A onda de calor provocada pela exploso emitiu raios trmicos de radia-

    o ultravioletas, ofensivos sade. Os habi-tantes que estavam a um quilmetro do epi-centro da bomba morreram instantaneamente, desintegrados, o que dificultou ainda mais a busca por sobreviventes. Quem sobreviveu teve que lidar com as graves consequncias fsicas da exposio radiao. Os mortos chegaram a 250 mil. At hoje morrem pesso-as diariamente por conta da bomba. preciso conscientizar as pessoas de que a paz deve ser atingida sem bombas, finaliza Hida.

    Bomba atmica: sobreviventes precisam de cuidados constantesHiroshima aps a bomba atmica

    Exposio relembra bomba de Hiroshima Mais informaes:Departamento Cultural da APM(11) 3188-4304 - pinacoteca@apm.org.br

    Fonte: site da APM

    Iniciado aps leso do vaso sanguneo e consequente dano s clulas endoteliais, o processo de coagulao desencadeia a for-mao do tampo hemosttico, que solidi-fica-se devido a formao de fios de fibrina resultantes da ao dos fatores de coagula-o. O cogulo formado no stio da leso representa processo crtico para a manuten-o da integridade vascular, dessa forma os mecanismos envolvidos nesse processo so regulados simultaneamente, de modo a con-trapor-se perda excessiva de sangue e evi-tar a formao de trombos intravasculares.

    Caracterizada por uma srie de fatores fsicos e reaes bioqumicas, a hemostasia garante a fluidez sangunea pela interao dos fatores de coagulao, estes que em meados da dcada de 1960 foram separados em duas vias, intrnseca e extrnseca, convergendo em um ponto comum. No entanto, com o advento de novas pesquisas, atualmente, acredita-se

    que in vivo essa distino no ocorra e que, por-tanto, atuem de forma interativa. Todavia, a dife-renciao do processo hemosttico em duas vias ainda til no que diz respeito a interpretao laboratorial de rotina da avaliao hemosttica.

    Distrbios no processo hemosttico podem ser detectados por meio de uma srie de deter-minaes laboratoriais, as quais so de particular importncia para o diagnstico clnico e para a monitorizao da teraputica anticoagulante.

    Ao longo de muitos anos as determinaes la-boratoriais foram realizadas por testes de screening, como o tempo de sangramento e tempo de coagu-lao, porm, em virtude da inespecificidade, baixa sensibilidade e baixa reprodutibilidade destes, hoje, no apresentam mais finalidade diagnstica. Na rotina laboratorial, os exames at ento realizados, foram substitudos por outros com maior especi-ficidade e sensibilidade, como tempo de ativao da protrombina (TAP) e tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa), os quais avaliam os fato-

    res das vias extrnseca e intrnseca da cascata da coagulao, respectivamente. Dentre os importantes exames laboratoriais envolvidos na avaliao do processo de coagulao, cabe ainda mencionar a dosagem de fibrinognio, teste este bastante representativo no que se refere a diagnstico de distrbios da coagula-o como hipofibrinogenemias, disfibrinoge-nemias e coagulao intravascular dissemi-nada (CIVD), alm de casos de hepatopatias.

    Dessa maneira, testes especficos da co-agulao (TAP, TTPa e contagem de plaque-tas) so indicados e agrupam-se no que labo-ratorialmente denomina-se Coagulograma, o qual j abrangeu uma srie de exames, mas atualmente restringe-se queles de compro-vada eficcia diagnstica.

    Texto: Luciane Loesch de SouzaFarmacutica Bioqumica

    Quaglia Laboratrio

    COAGULAO

    informe publicitrio

    jun/20104

  • arte&cultura

    Com a abertura da primei-ra exposio do Projeto Arte & Vida na cidade, o IOV - Ins-tituto de Oncologia do Vale inaugurou, no dia 7 de maio, sua unidade em Taubat. A nova clnica foi estruturada nos mesmos moldes da sede de So Jos dos Campos, com equipe multidisciplinar formada por mdicos, assistente social, psi-cloga, nutricionista, enfermei-ra especializada em oncologia, farmacutica, pessoal adminis-trativo, entre outras especiali-dades. Temos equipamentos

    e materiais de primeira qualidade, alm de um espao aconchegante e agradvel para receber os pacientes, o que fundamental, explica Fernanda Padim a gerente adminis-trativa e de relacionamentos do IOV Taubat.

    A unidade est dividida em quatro con-sultrios e uma sala de quimioterapia com seis lugares, alm de quatro boxes com di-viso, sendo dois com cadeiras e dois com camas de observao. O IOV conta a