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  • QUIOSQUES E BANCAS DA BAIXA E CHIADO

    A. B. E. P. - Agncia de Bilhetes para Espectculos Pblicos, Lda.

    P. Restauradores Tel. 21 347 58 24

    Este quiosque, municipal, de cpula paralelepipdica, cor verde e corpo de alvenaria d guarida ao Sr. Jos Carlos h mais de 50 anos. E ele quem conta a histria da formao da ABEP foi formada pelos antigos contratadores, que compravam os espectculos e vendiam s portas dos teatros. Com o apertar da Fiscalizao isso tornou-se insustentvel e esses vinte e tal indivduos agregaram-se e formaram a ABEP, num sistema de quotas, entretanto foram morrendo e neste momento s resto eu. Quer na venda presencial, quer on-line a temtica variada, desde a tauromaquia, msica, teatro, cinema, etc.

    Banca Pr. dos Restauradores, Fte. ao Palcio Foz Elisa Lima sobrinha de uma das primeiras ardinas que a cidade de Lisboa conheceu, a D. Clementina conhecida no meio pela Faustina e mulher do Sr. Jos Ramalho, reformado do Dirio Popular. A boa disposio que talvez tenha trazido da terra natal - Vila Verde em Braga - so garante do seu atendimento a partir das 11h, enquanto a abertura cabe ao marido - s 4h da manh.

    Banca Find Lisboa Pr. D. Pedro IV - Rossio

    Tel. 96 263 65 86 www.findlisboa.com

    um quiosque aberto para o passeio que alm de vender todos os grandes jornais e revistas nacionais e internacionais, oferece visitas tursticas. Iniciado pelo pai, Jos Carrilho, filho, est frente do negcio desde 1992, pelo que j viu passar muitos eventos. Hoje diz que Lisboa lhe est no sangue e na alma. Fala 5 lnguas, um verdadeiro cicerone fixo, pelo que o Find Lisboa o princpio da descoberta para muitos visitantes. O seu stio na internet outra janela sobre Lisboa.

  • Banca Pr. D. Pedro IV (em frente ao DN) Em frente ao Dirio de Notcias, numa s vizinhana est o quiosque conhecido pelo nome da D. Augusta, visto que o perodo da manh e os primeiros afazeres so da sua responsabilidade. Na charneira do perodo da manh para a tarde, em que o nmero de turistas tende a aumentar, entra um jovem dinmico e com mais -vontade nas lnguas.

    Banca Pr. D. Pedro IV (em frente n 81-83)

    Explorado por Shahid Mahmud um casal de indianos que desde 2007 se lanou neste negcio, novo para ambos. Com trs anos a atender o pblico fazem o balano e reconhecem que grande o desafio lidar com todo o gnero de pessoas, onde cerca de 70% um cliente fidelizado. Quanto a hbitos de compra, e centrando no tabaco, no v diferenas entre homens e mulheres.

    Banca Pr. da Figueira, Fte. ao n 5 De Tanvwrrer em Portugal desde 1999 e no quiosque desde 2006, Tanvwrrer alerta que temos vindo a perder turistas do Norte da Europa, que tm rumado para a Grcia e a Turquia. Afvel e desenvolto nas lnguas, que diz ter aprendido na escola da vida, vende a revista, o mao de tabaco, ou o circuito turstico.

    Banca Pr. da Figueira fte. ao n 10 Os donos so um casal portugus, Carla e Antnio. Fazem a parte da manh e so responsveis pela recepo e pela logstica com os fornecedores. Espao bem apetrechado de artigos, desde jornais e revistas, tabaco e afins (isqueiros e fsforos), culos de sol, malas, bons, cachecis, baralhos de cartas, auriculares, pilhas, canetas, calendrios, etc. tudo o que um quiosque pode oferecer.

  • Banca Pr. da Figueira (em frente Confeitaria Nacional ) De Shamim Al Mamun, neste quiosque h a oferta mdia de artigos vendidos nos quiosques: no sendo dos que tem mais variedade, tambm no dos que tem menos, entre os postais e o tabaco abre-se espao para os manes, os porta-chaves, os mapas, as pastilhas, as pulseiras, as malas a acrescer imprensa. Em suma, tanto para o cliente local como para o turista de passagem.

    Banca R. de Sta Justa X R. da Prata (frente

    Ourivesaria Moda) Jovem casal de origem indiana, Al Mamun desde 2009 no quiosque e h dez em Portugal, para quem o principal cliente o pblico portugus, que compra sobretudo os jornais e revistas e o tabaco, j os estrangeiros compram essencialmente os postais e mapas.

    Banca R. Sta Justa X R. Augusta Eduardo Carrilho comunga da mesma boa disposio do sobrinho Jos Carrilho (do Find Lisboa), no entanto no deixa de referir o xodo dos servios como co-responsveis pelo despovoamento da Baixa, s contrabalanado pelos turistas que tm paragem obrigatria perto de onde se encontra, o Elevador de Sta Justa. Portanto dispe tanto da imprensa nacional como da internacional, souvenirs

    Banca R. Assuno

    A D. Rosa Maria alega ser das primeiras neste ramo, pelo que tem muito presente a dinmica do pr e ps Fornecedores Banca. Explica essa grande mudana com a falncia da distribuidora Medisa, comprada pela espanhola Publicaes foi quem introduziu o mtodo de trabalho de virem at ns (). Com a mesma afabilidade com que atende o transeunte conta a grande mudana de hbitos na sociedade dantes vendia mais leitura, como a Seleces Reader`s Digest, e agora vendo mais no leitura!.

  • Banca R. da Vitria fte. n 21 X R. da Prata De Baquir Hussein Rajabali, tem a igreja de So Nicolau como vizinha, mas nem por isso tem mais gente. Refere Baquir, irmo de Chabir que se encontra na outra extremidade, num sorriso ladino misturado de ingenuidade. Os clientes tanto so os turistas como o pblico fidelizado, mas ssencialmente este ltimo que lhe garante o granjeio. Oferece desde as revistas e jornais, o tabaco ou as pastilhas

    Banca R. da Vitria fte. n 71 X R. Augusta

    Francisco Santos, homem na casa dos 50 anos, est neste local h uns meses. Antes e durante onze anos, esteve um pouco mais acima na rua de S. Justa, que recorda a cada dia. Ainda tolhido pela saudade, adianta que s meia dzia de amigos se transferiram para ali, porque o pblico do quiosque sempre quem passa, ficamos no percurso disto ou daquilo. Cada coisa est no seu stio, como se o prprio colorido dos produtos fizesse um quadro policromado.

    Banca R. da Vitria fte. n 76 X R. dos Sapateiros Chabir Hussein Rajabali chegou a Portugal em 1997 oriundo de Moambique, a terra que o viu nascer. Por intermdio de um amigo entrou neste mundo, que mais tarde veio a abraar tambm os irmos. Conta, num misto de desalento e amargura, a forma como os pequeninos tm sido forados a ceder a rua - o seu ganha-po, as notcias que do a ler a quem aqui compra.

    Banca S.Nicolau

    R. S. Nicolau fte. n 108 X R. do Ouro Hoje com Fernando Jorge Gonalves, antes com a mulher (Lurdes Gonalves) tambm ardina, at 1982 pertenceu ao L. Ser ardina corre-lhe nas veias, pois j o pai e o av estavam no meio. O sorriso faz eco de uma vida cheia e tem a capacidade de nos transportar para os vrios momentos de negociao pela qual a classe passou, eu e a D. Lurdes, mais uns quantos, foram dos que estiveram sempre l!

  • Banca R. de S. Nicolau fte. n 31X R. Prata Com Rui Alves, pai, desde 2004, o jovem Rui Alves, filho, quem mais se ocupa das suas lides. A me tambm d uma ajuda, de fala fcil e de sorriso aberto explica que os clientes so diferentes, a idade, a cultura portanto aquilo que compram acabar por reflectir essas diferenas. Jornais e revistas nacionais, tabaco ou souvenirs aguardam quem passa.

    Banca Terreiro do Pao frt. aos CTT Com Francisco Amaral desde 2007, que tomou o lugar a Jorge Gonalves, filho do ardina Antnio Amaral: O meu pai fazia a C da Estrela, a rua de Buenos Aires, a atirar os jornais bem embrulhados para a janela, antes de te a sua banca, na D. Carlos I. Deixava o jornal ao almirante Gago Coutinho que morava na rua da Esperana e entoava o prego: Olha o Sculo!.

    Quiosque do Cais do Sodr canto Nascente-Sul

    um antigo quiosque, de c.1860, pertence hoje a Hermnio Moo, o tio e a Alpio Rocha, sobrinho, scios na explorao desde 1969. A localizao junto ao cais de desembarque e a grande venda das sandes de torresmos valeu-lhes a fama de Rei dos Torresmos. Nas bebidas o destaque vai para o caldinho - caf de saco, com um cheirinho de ginjinha, aguardente ou bagao, com casquinha de limo e polvilhado com canela, uma bebida tonificante prpria para enfrentar o frio e humidade do rio!

    Banca do Cais do Sodr Av. Braslia/R.cintura do porto

    de Lcia Rosrio, antes junto entrada da antiga estao ferroviria, na paragem de txis, com a remodelao do terminal fluvio-ferrovirio passou para esta esquina. Rita Nascimento conta que s vezes as pessoas compram as revistas por causa dos brindes e depois se os artigos no tm qualidade aqui que se dirigem para reclamar.

  • Banca Av. 24 Julho, fte. Estao Metro/CP Cais do Sodr

    De Francelina Teque, vende jornais, revistas, gomas, tabaco e at mochilas da escola, tempos houve em que vendia coleces, mas como por vezes acabavam a meio deixou de as ter. Mas muitas vezes o quiosque oferece prstimos que esto para alm do que vendvel, como primeiros socorros queles que tm um acidente ou ajuda a quem tem um desaire.

    Quiosque Castanheira de S.Paulo Antnio Castanheira Duarte Sucrs. Ld

    Lg S.Paulo canto N-O, fte. ao n Fundado c.1870 propriedade do Sr. Jos Castanheira e esposa, netos do fundador, com alvar de 1881. Destaca-se pela sua arquitectura: colunas dricas em ferro forjado culminam num tejadilho bem preservado e vistoso, aureolado por uma coroa rendilhada e painis em vidro pintado a ouro sobre gren. Actualmente concessionado a Paulo Graa, que se empenha na valorizao da praa, a que a esplanada d um contributo inegvel, onde se bebe desde capil a pirolito.

    Banca do Calhariz Lg. Calhariz, Fte. CGD Quiosque cinza, com configurao em paraleleppedo, tem sua frente o sr. Joo Cruz, que deu continuidade ao negcio da famlia, que outrora vendia os jornais e revistas sobre uma mesa de praia e chapu-de-sol e o aprovisionamento se fazia no Bairro Alto. Mas o local e o profiss

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