psicólogo - Área organizacional

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Psicólogo - Área Organizacional

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  • ONURSOPLION

    HUPAA-UFALHOSPITALUNIVERSITRIO

    PROFESSORALERTOANTUNESA

    UNIVERSIAEFEERALEALAGOAS

    ORGANIZADORA

    Psiclogo - rea Organizacional

  • CONCURSO PBLICO HUPAA-UFAL HOSPITAL UNIVERSITRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS REA ASSISTENCIAL

    Cargo: Psiclogo rea Organizacional (24) Prova aplicada em 27/07/2014 Disponvel no endereo eletrnico www.idecan.org.br a partir do dia 28/07/2014.

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    CCAARRGGOO:: PPSSIICCLLOOGGOO RREEAA OORRGGAANNIIZZAACCIIOONNAALL Texto para responder s questes de 01 a 05.

    O fumo em lugares fechados

    Incrvel como esse tema ainda gera discusses acaloradas. Como possvel considerar a proibio de fumar, nos lugares em que outras pessoas respiram, uma afronta liberdade individual?

    As evidncias cientficas de que o fumante passivo tambm fuma so tantas e to contundentes, que os defensores do direito de encher de fumaa bares, restaurantes e demais espaos pblicos s podem faz-lo por duas razes: ignorncia ou interesse financeiro. Sinceramente, no consigo imaginar terceira alternativa.

    Vamos comear pela ignorncia. Num pas de baixos nveis de escolaridade como o nosso, nem todos tm acesso a conhecimentos bsicos. A fumaa expelida dos pulmes fumantes contm, em mdia, um stimo das substncias volteis e particuladas do total inalado. J aquela liberada a partir da ponta acesa contm substncias txicas em concentraes bem maiores: trs vezes mais nicotina, trs a oito vezes mais monxido de carbono, 47 vezes mais amnia, quatro vezes mais benzopireno e 52 vezes mais DNPB (estes dois, cancergenos potentes).

    Por serem de tamanho menor, as partculas que se desprendem da ponta acesa, produzidas durante 96% do tempo em que um cigarro consumido, penetram com mais facilidade nos alvolos pulmonares.

    Depois de uma manh de trabalho num escritrio em que vrias pessoas fumam, a concentrao de nicotina no sangue de um abstmio pode atingir os nveis de quem tivesse fumado trs a cinco cigarros. Empregados de bares e restaurantes, que passam seis horas em ambientes carregados de fumaa, chegam a ter concentraes sanguneas de nicotina equivalentes a de quem fumou cinco ou mais cigarros.

    Mulheres gestantes expostas poluio do fumo, em casa ou no trabalho, apresentam nicotina no apenas na corrente sangunea, mas no lquido amnitico e no cordo umbilical do beb.

    [...] Agora, vamos ao interesse pessoal dos que entendem que proibir a poluio ambiental causada pelo fumo uma

    interferncia do Estado na liberdade individual. Se ainda no foi inventado um mtodo de exausto capaz de impedir que a fumaa se dissemine pelo ambiente inteiro, esses senhores defendem o indefensvel. Liberdade para atravs de uma ao individual causar mal coletividade? No sejamos ridculos.

    Os sindicatos dos empregados de bares e restaurantes, que sempre se levantaram contra a proibio, alegando risco de desemprego (fato que no ocorreu em nenhuma cidade do mundo), que medidas tomaram at hoje para proteger seus associados da poluio ambiental em que trabalham? Alguma vez lutaram para que eles recebessem adicional de insalubridade? Para que tivessem um plano de sade decente?

    No funo do Estado proteger o cidado do mal que ele causa a si mesmo. Mas dever, sim, defend-lo do mal que terceiros possam fazer contra ele.

    (Druzio Varella. Disponvel em: http://drauziovarella.com.br/dependencia-quimica/tabagismo/o-fumo-em-lugares-fechados-3/. Adaptado.)

    01 Considerando as estratgias discursivas escolhidas pelo autor, correto afirmar que o texto tem por principal objetivo A) informar sobre a regulamentao da Lei Antifumo. B) explicar, atravs de dados cientficos, os malefcios do tabaco. C) inserir prticas contrrias prtica do fumo em locais determinados. D) esclarecer a populao, com menor escolaridade, acerca dos malefcios do fumo. E) argumentar favoravelmente acerca da lei que probe o fumo em determinados lugares.

    02 De acordo com as ideias apresentadas no texto, correto afirmar que o autor mostra-se, em relao liberdade individual, A) omisso. B) contrrio. C) imparcial. D) favorvel. E) implacvel.

    03 Em [...] esses senhores defendem o indefensvel. (7), o pronome de tratamento indica, do ponto de vista do discurso do autor na defesa de suas ideias, A) ironia. D) tratamento respeitoso. B) erudio. E) inadequao lingustica. C) admirao.

  • CONCURSO PBLICO HUPAA-UFAL HOSPITAL UNIVERSITRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS REA ASSISTENCIAL

    Cargo: Psiclogo rea Organizacional (24) Prova aplicada em 27/07/2014 Disponvel no endereo eletrnico www.idecan.org.br a partir do dia 28/07/2014.

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    04 Assim como em [...] uma afronta liberdade individual? (1), o uso do sinal indicativo de crase tambm obrigatrio em: A) No vendemos prazo. D) No me refiro secretria experiente. B) Os marujos no desceram terra. E) Fui casa, mas regressei em pouco tempo. C) Refiro-me sua matrcula no curso.

    05 Considerando que alguns elementos so indispensveis para que a coeso e a coerncia textuais sejam mantidas, em relao ao trecho Mas dever, sim, defend-lo do mal que terceiros possam fazer contra ele. (9), correto afirmar acerca dos termos destacados que A) tm um referente em comum. B) os dois fazem referncia a dever. C) fazem referncia a termos diferentes. D) um poderia ser omitido em funo do registro do outro. E) o primeiro exemplo da linguagem culta e o segundo, da coloquial.

    Texto para responder s questes de 06 a 10.

    Fumo em lugares fechados ser vetado no Brasil

    Ministrio da Sade regulamenta regras da Lei Antifumo; fumdromo est proibido.

    O Ministrio da Sade anunciou ontem, em funo das comemoraes do Dia Mundial sem Tabaco, as regras do decreto que vai regulamentar a Lei Antifumo, aprovada em 2011. As novas normas preveem a proibio do fumo em locais fechados e de uso coletivo em todo o pas, extinguindo, inclusive, os fumdromos. Alm disso, veta toda e qualquer propaganda comercial, at mesmo nos pontos de venda. Nesses locais, s ser possvel a exposio dos produtos acompanhada por mensagens sobre perigos do fumo. O decreto da presidente Dilma Rousseff dever ser publicado amanh no Dirio Oficial e entrar em vigor 180 dias depois.

    O consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos, narguils e outros produtos ligados ao fumo est proibido em locais de uso coletivo pblicos e privados. Isso inclui hall e corredores de condomnios, restaurantes, clubes e at pontos de nibus, no importa se o ambiente apenas parcialmente fechado por uma parede, divisria, teto ou toldo. Em bares e restaurantes, o fumo s ser permitido caso haja ambientes totalmente livres, como mesas na calada. O consumo continuar livre em vias pblicas, residncias e reas ao ar livre. As embalagens devero ter, em 100% da face posterior e em uma de suas laterais, avisos sobre os danos provocados pelo tabaco. Em 2016, o mesmo dever ser feito tambm em 30% da face frontal dos maos.

    O Ministrio da Sade informou que os fumantes no sero alvo de fiscalizao. Isso recair sobre os estabeleci-mentos comerciais. Caso no cumpram a lei, eles podem ser advertidos, multados, interditados ou at ter a autorizao para funcionamento cancelada. As multas vo de R$ 2 mil a R$ 1,5 milho. A fiscalizao ficar a cargo dos rgos de vigilncia sanitria de estados e municpios. Os responsveis pelos estabelecimentos podero, inclusive, chamar a polcia quando o cliente se recusar a apagar o cigarro.

    At hoje, no havia definio sobre o conceito de local coletivo fechado, onde o fumo proibido. Alm disso, atualmente ainda so permitidas a existncia de fumdromos e a propaganda nos pontos de venda. A regulamentao iguala as normas para todo o Brasil, e extingue as variaes no caso dos estados que possuem suas prprias legislaes. No Rio, por exemplo, j existe uma lei rigorosa em vigor desde 2009, muito semelhante estabelecida pelo governo federal. H algumas diferenas, como os valores de multas, por exemplo. No estado, elas variam de R$ 3.933 a R$ 38 mil.

    A Lei Antifumo um grande avano. O decreto fundamental para que possamos continuar enfrentando o tabaco como problema de sade pblica disse o ministro da Sade, Arthur Chioro, acrescentando que o propsito no criminalizar o fumante nem tornar sua vida um inferno. O tabaco faz mal. Mas uma droga legal e as pessoas tm direito de usar. (O Globo, 01 de junho de 2014.)

    06 Acerca da construo lingustica do ttulo do texto, correto afirmar que um exemplo de A) voz passiva, com destaque para o agente da ao. B) voz passiva, com destaque para o sujeito paciente. C) voz ativa, em que o sujeito tambm o agente da ao. D) voz ativa, pois o sujeito tem destaque na escolha discursiva. E) voz passiva sinttica, em que o sujeito tem destaque no discurso.

  • CONCURSO PBLICO HUPAA-UFAL HOSPITAL UNIVERSITRIO PROFESSOR ALBERTO ANTUNES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS REA ASSISTENCIAL

    Cargo: Psiclogo rea Organizacional (24) Prova aplicada em 27/07/2014 Disponvel no endereo eletrnico www.idecan.org.br a partir do dia 28/07/2014.

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    07 De acordo com as ideias e informaes do texto, analise as afirmativas. I. Dentre as aes que sero colocadas em prtica, de acordo com a Lei Antifumo, esto a proibio de qualquer tipo

    de propaganda do fumo, assim como de seus perigos. II. A autonomia dos estados diante da Lei Antifumo permanece no sentido de que as adaptaes devero ser feitas

    desde que tenham por objetivo combater o fumo. III. O decreto que regulamenta a Lei Antifumo contribui para que os prejuzos causados sade pelo tabaco sejam

    vistos e combatidos como problema de sade pblica. Est(o) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s) A) I. B) II. C) III. D) I e II. E) II e III.

    08 O trecho Alm disso, veta toda e qualquer propa

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