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Prof. Ms. Bruno Eduardo Silva FerreiraCiência e Senso Comum

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  • PSICOLOGIA APLICADA AO DIREITOProf. Ms. Bruno Eduardo Silva Ferreira*

  • CINCIA E SENSO COMUMPsicologia do senso comum e Psicologia cientfica;Cincia e Senso Comum se aproximam e se afastam:1- Se aproximam porque a cincia se refere ao real;2- Se afastam porque a cincia transforma a realidade em objeto de investigao; O que senso comum?Mistura e recicla outros saberes mais especializados e os reduz a um tipo de teoria simplificada*

  • O QUE CINCIA?Conjunto de conhecimentos sobre fatos ou aspectos da realidade (objeto de estudo), expresso por meio de uma linguagem precisa e rigorosa.Tais conhecimentos so obtidos de maneira programada, sistemtica e controlada, de modo que seja possvel a verificao de sua validade.QUAL O OBJETO DE ESTUDO DA PSICOLOGIA?Diversidade no objeto de estudos;Subjetividade: sntese singular e individual que cada um de ns constri e vivencia;

    *

  • PSICOLOGIA E HISTRIA: GRCIA ANTIGAScrates: principal caracterstica humana a razo;Plato: ligao alma e corpo;Aristteles: a psych o princpio ativo da vida;Psicologia = psych + logos Alma Razo, estudoPsicologia o estudo da alma (parte imaterial do ser humano) Desde a Grcia Antiga, a psicologia se liga filosofia, s se separando quando ela se torna uma cincia.*

  • PSICOLOGIA CIENTFICASc. XIX: avano da cincia e Revoluo Industrial;Tem seu incio com Wilhelm Wundt, que criou o primeiro laboratrio experimental em psicofisiologia na Alemanha em 1879; Assim, a Psicologia passa a ser estudada pela fisiologia e neurofisiologia;Status de cincia obtido quando liberta-se da filosofia;Delimitou seu campo de estudo, formulou mtodos e teorias;*

  • PSICOLOGIA ATUAL (ABORDAGENS)Behaviorismo;Gestalt;Psicanlise;Cognitivismo;Transpessoal;Psicodrama;Sistmica;etc; *

  • BEHAVIORISMO (COMPORTAMENTALISMO)John B. Watson: psiclogo americano, inaugurou o termo behaviorismo;

    O Behaviorismo estuda o comportamento.

    B. F. Skinner: sucessor de Watson, influenciou muitos psiclogos;

    *

  • BEHAVIORISMOComportamento Respondente: respostas produzidas por estmulos do ambiente, independem da aprendizagem. So os reflexos;Comportamento Operante: Comportamentos no produzidos por estmulo externo; ativo. Reforamento: Conseqncia que altera a probabilidade futura de ocorrncia desta resposta;Punio: ocorre uma consequncia negativa a um comportamento, sem alterar a motivao do mesmo;Extino: a resposta deixa de ser reforada, levando extino do comportamento;

    *

  • GESTALTGestalt um termo alemo que traduzido para o portugus se aproximaria dos significados forma ou configurao; A percepo: ponto de partida. O que o indivduo percebe e como ele percebe so importantes para a compreenso do comportamento humano;Nossos comportamentos no esto relacionados aos estmulos fsicos, mas sim percepo deles;Busca da boa-forma (estabilizao da percepo);*

  • Insight: percebemos algo sem significado aparente e, de repente, passa a ter sentido, como uma espcie de entendimento interno;*GESTALT

  • PSICANLISESigmund Freud (1856-1939): austraco, judeu e neurologista;A criao da Psicanlise: Freud tratou os processos misteriosos do psiquismo como problemas cientficos;Teoria: conjunto de conhecimentos sobre o funcionamento da vida psquica;Mtodo de investigao: mtodo interpretativo;Prtica profissional: anlise (busca do autoconhecimento);

    *

  • PSICANLISEDescoberta do inconsciente: o esquecido como algo penoso;Inconsciente: conjunto de contedos que no esto presentes no campo efetivo da conscincia, devido ao recalque (algo que o sujeito quer repelir da conscincia);Pr-consciente: sistema em que permanecem os contedos acessveis conscincia;Conscincia: recebe informaes do mundo interior e exterior: funes mentais superiores;

    *

  • *PSICANLISE: SEGUNDA ESTRUTURA (1900)Id: reservatrio de energia psquica, regido pelo princpio do prazer;Ego: equilbrio entre as exigncias do id, a realidade e as exigncias do superego;Superego: surge a partir da internalizao das exigncias sociais e das interdies parentais;

    ID EGO SUPEREGO

  • PSICANLISE E MECANISMOS DE DEFESARecalque: visa repelir ou manter inconscientes representaes ameaadoras;Formao Reativa: atitude oposta e exagerada ao desejo;Regresso: retorno a etapas anteriores do desenvolvimento;Projeo: projeta-se algo de si no mundo externo, sem se dar conta disso;Racionalizao: o sujeito constri uma argumentao intelectual e racional a fim de justificar os estados deformados da conscincia;Existem outros mecanismos de defesa;*