prova h08 tipo 001

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  • N do CadernooN de Inscrioo

    ASSINATURA DO CANDIDATON do Documentoo

    Nome do Candidato

    Conhecimentos GeraisConhecimentos EspecficosDiscursiva - Redao

    P R O V AINSTRUES

    VOCDEVE

    ATENO

    - Verifique se este caderno:

    - corresponde a sua opo de cargo.

    - contm 60 questes, numeradas de 1 a 60.

    - contm a proposta e o espao para o rascunho da redao.

    Caso contrrio, reclame ao fiscal da sala um outro caderno.

    No sero aceitas reclamaes posteriores.

    - Para cada questo existe apenas UMAresposta certa.

    - Voc deve ler cuidadosamente cada uma das questes e escolher a resposta certa.

    - Essa resposta deve ser marcada na FOLHADE RESPOSTAS que voc recebeu.

    - Procurar, na FOLHADE RESPOSTAS, o nmero da questo que voc est respondendo.

    - Verificar no caderno de prova qual a letra (A,B,C,D,E) da resposta que voc escolheu.

    - Marcar essa letra na FOLHADE RESPOSTAS, conforme o exemplo:

    - Ler o que se pede na Prova Discursiva - Redao e utilizar, se necessrio, o espao para rascunho.

    - Marque as respostas primeiro a lpis e depois cubra com caneta esferogrfica de tinta preta.

    - Marque apenas uma letra para cada questo, mais de uma letra assinalada implicar anulao dessa questo.

    - Responda a todas as questes.

    - No ser permitida qualquer espcie de consulta, nem o uso de mquina calculadora.

    - Voc dever transcrever a redao, a tinta, na folha apropriada. Os rascunhos no sero considerados em

    nenhuma hiptese.

    - Voc ter 4 horas e 30 minutos para responder a todas as questes, preencher a Folha de Respostas e fazer a

    Prova Discursiva - Redao (rascunho e transcrio).

    - Ao trmino da prova devolva este caderno ao aplicador, juntamente com sua Folha de Respostas e a folha de

    transcrio da Prova Discursiva - Redao.

    - Proibida a divulgao ou impresso parcial ou total da presente prova. Direitos Reservados.

    A C D E

    Concurso Pblico para provimento de cargos de

    Maio/2012

    TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 6 REGIOa

    Analista Judicirio - rea Apoio EspecializadoEspecialidade Comunicao Social (Jornalismo)

    Caderno de Prova H08, Tipo 001 MODELO

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    MODELO1

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  • 2 TRT6R-Conhecimentos Gerais2

    CONHECIMENTOS GERAIS

    Lngua Portuguesa

    Ateno: As questes de nmeros 1 a 10 referem-se ao texto seguinte.

    Economia religiosa

    Concordo plenamente com Dom Tarcsio Scaramussa, da CNBB, quando ele afirma que no faz sentido nem obrigar uma pessoa a rezar nem proibi-la de faz-lo. A declarao do prelado vem como crtica professora de uma escola pblica de Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a rezar o pai-nosso em sua aula.

    uma boa ocasio para discutir o ensino religioso na rede pblica, do qual a CNBB entusiasta. Como ateu, no abrao nenhuma religio, mas, como liberal, no pretendo que todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de argumentao, que seja do interesse do Estado que os jovens sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se ento perguntar se essa uma tarefa que cabe escola pblica ou se as prprias organizaes so capazes de supri-la, com seus programas de catequese, escolas dominicais etc.

    A minha impresso a de que no faltam oportunidades para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-sentes em rdios, TVs e tambm nas ruas. Na cidade de So Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de 4.000) do que escolas pblicas (cerca de 1.700). Creio que aqui vale a regra econmica, segundo a qual o Estado deve ficar fora das atividades de que o setor privado j d conta.

    Outro ponto importante o dos custos. No me parece que faa muito sentido gastar recursos com professores de re-ligio, quando faltam os de matemtica, portugus etc. Ao con-trrio do que se d com a religio, difcil aprender fsica na esquina.

    At 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educao acer-tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-ciais no poderia representar nus para os cofres pblicos. A bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para o Estado. No deixa de ser um caso de esmola com o chapu alheio.

    (Hlio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)

    1. No que diz respeito ao ensino religioso na escola pblica, o autor mantm-se

    (A) esquivo, pois arrola tanto argumentos que defendem a obrigatoriedade como o carter facultativo da implementao desse ensino.

    (B) intransigente, uma vez que enumera uma srie de razes morais para que se proba o Estado de le-gislar sobre quaisquer matrias religiosas.

    (C) pragmtico, j que na base de sua argumentao contra o ensino religioso na escola pblica esto razes de ordem jurdica e econmica.

    (D) intolerante, dado que deixa de reconhecer, como ateu declarado, o direito que tm as pessoas de decidir sobre essa matria.

    (E) prudente, pois evita pronunciar-se a favor da obriga-toriedade desse ensino, lembrando que ele j vem sendo ministrado por muitas entidades.

    2. Atente para estas afirmaes:

    I. Ao se declarar um cidado ao mesmo tempo ateu e liberal, o autor enaltece essa sua dupla condio pessoal valendo-se do exemplo da prpria CNBB.

    II. A falta de oportunidade para se acessarem mensa-gens religiosas poderia ser suprida, segundo o au-tor, pela criao de redes de comunicao voltadas para esse fim.

    III. Nos dois ltimos pargrafos, o autor mostra no reconhecer nem legitimidade nem prioridade para a implementao do ensino religioso na escola p-blica.

    Em relao ao texto, est correto o que se afirma em

    (A) I, II e III.

    (B) I e II, apenas.

    (C) II e III, apenas.

    (D) I e III, apenas.

    (E) III, apenas. _________________________________________________________

    3. Pode-se inferir, com base numa afirmao do texto, que

    (A) o ensino religioso demanda profissionais altamente qualificados, que o Estado no teria como contratar.

    (B) a bancada religiosa, tal como qualificada no ltimo pargrafo, partilha do mesmo radicalismo de Dom Tarcsio Scaramussa.

    (C) as instituies pblicas de ensino devem complementar o que j fazem os templos, a exemplo do que ocorre na cidade de So Paulo.

    (D) o aprendizado de uma religio no requer instruo to especializada como a que exigem as cincias exatas.

    (E) os membros da bancada religiosa, sobretudo os libe-rais, buscam favorecer o setor privado na imple-mentao do ensino religioso.

    _________________________________________________________

    4. Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente um segmento em:

    (A) A declarao do prelado vem como crtica (1o par-grafo) = o pronunciamento do dignitrio eclesistico surge como censura

    (B) Admitamos, para efeitos de argumentao (2o pa-rgrafo) = Consignemos, a fim de especulao

    (C) sejam desde cedo expostos ao ensino religioso (2o pargrafo) = venham prematuramente a expor-se no ensino clerical

    (D) onipresentes em rdios (3o pargrafo) = discri-minadas por emissoras de rdio

    (E) no poderia representar nus (5o pargrafo) = impli-caria que se acarretasse prejuzo

    Caderno de Prova H08, Tipo 001

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  • TRT6R-Conhecimentos Gerais2 3

    5. Est clara e correta a redao deste livre comentrio sobre o texto: O articulista da Folha de S. Paulo

    (A) propugna de que tanto o liberalismo quanto o ates-mo podem convergir, para propiciar a questo do ensino pblico da religio.

    (B) defende a tese de que no cabe ao Estado, inclusive por razes econmicas, promover o ensino religioso nas escolas pblicas.

    (C) prope que se estenda bancada religiosa a de-ciso de aceitar ou rejeitar, segundo seus interes-ses, o ensino privado da religio.

    (D) argumenta que no caso do ensino religioso, acatado pelos liberais, no se trata de ser a favor ou contra, mas arguir a real competncia.

    (E) insinua que o ensino pblico da religio j se faz a contento, por que as emissoras de comunicao intentam-no em grande escala.

    _________________________________________________________

    6. A concordncia verbal est plenamente observada na frase:

    (A) Provocam muitas polmicas, entre crentes e ma-terialistas, o posicionamento de alguns religiosos e parlamentares acerca da educao religiosa nas escolas pblicas.

    (B) Sempre devero haver bons motivos, junto queles que so contra a obrigatoriedade do ensino religioso, para se reservar essa prtica a setores da iniciativa privada.

    (C) Um dos argumentos trazidos pelo autor do texto, contra os que votam a favor do ensino religioso na escola pblica, consistem nos altos custos econ-micos que acarretaro tal medida.

    (D) O nmero de templos em atividade na cidade de So Paulo vm gradativamente aumentando, em proporo maior do que ocorrem com o nmero de escolas pblicas.

    (E) Tanto a Lei de Diretrizes e Bases da Educao como a regulao natural do mercado sinalizam para as inconvenincias que adviriam da adoo do en-sino religioso nas escolas pblicas.

    _________________________________________________________

    7. O Estado deve ficar fora das atividades de que o setor privado j d conta.

    A nova redao da frase acima estar correta caso se substitua o elemento sublinhado por

    (A) a que o setor privado j vem colaborando.

    (B) com as quais o setor privado j vem cuidando.

    (C) nas quais o setor privado j vem interferindo.

    (D) em cujas o setor privado j vem demonstrando inte-resse.

    (E) pelas quais o setor privado j vem administrando.

    8. (...) ele afirma que no faz sentido nem obrigar uma pessoa a rezar nem proibi-la de faz-lo.

    Mantm-se, corretamente, o sentido da frase acima substi-tuindo-se o segmento sublinhado por:

    (A) nem impor a algum que reze, nem i