prova educação física teresópolis

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  • 1. PREFEITURA MUNICIPAL CONCURSODE TERESPOLIS ESTADO DO RIO DE JANEIRO PBLICOPROFESSOR DE EDUCAOCADERNO1 BSICA IGABARITO1 EDUCAO FSICA APLICAO MANHEFD04 AGENDALEIA COM ATENO AS INSTRUES 28/02/2011, divulgao do gabarito da Prova objetiva:1 - A durao da prova de 4 horas, j includo o tempo dehttp://concursos.biorio.org.brpreenchimento do carto de respostas.2 - O candidato que, na primeira hora de prova, se ausentar da 03 e 04/03/2011, recursossala e a ela no retornar, ser eliminado. contra formulao e contedos da3 - Os trs ltimos candidatos a terminar a prova deveroProva Objetiva na Internet: http://concursos.biorio.org.brpermanecer na sala e somente podero sair juntos do recinto,aps aposio em ata de suas respectivas assinaturas.4 - Voc NO poder levar o seu caderno de questes. 22/03/2011, divulgao do resultado da anlise dos recursos da Prova Objetiva. INSTRUES - PROVA OBJETIVA 23/03/2011, divulgao do1 - Confira atentamente se este caderno de perguntas, que contm Resultado Final da Prova Objetiva.60 questes objetivas, est completo.2 - Confira se seus dados e o cargo e especialidade escolhido, Informaes:indicados no carto de respostas, esto corretos. Se notar Tel: 21 3525-2480 das 9 s 17h.qualquer divergncia, notifique imediatamente o Fiscal/ChefeLocal. Terminada a conferncia, voc deve assinar o carto deInternet:respostas no espao apropriado.http://concursos.biorio.org.br3 - Cuide de seu carto de respostas. Ele no pode ser rasurado, E-mail:amassado, dobrado nem manchado.teresopolis2011@biorio.org.br4 - Para cada questo objetiva so apresentadas cinco alternativasde respostas, apenas uma das quais est correta. Voc deveassinalar essa alternativa de modo contnuo e denso.5 - Se voc marcar mais de uma alternativa, sua resposta serconsiderada errada mesmo que uma das alternativas indicadasseja a correta.

2. PREFEITURA MUNICIPALDE TERESPOLISEDUCAO FSICAESTADO DO RIO DE JANEIROEFD04 LNGUA PORTUGUESA01 A tese fundamental do texto em questo a seguinte: TEXTO(A) o livro ser substitudo por outro objeto cujaO livro no morrer (fragmento) tecnologia ser mais apurada;(B) o livro s ser substitudo se o computador cair em Jean-Claude Carrire: Na ltima cpula de Davos, emdesuso;2008, a propsito dos fenmenos que iro abalar a (C) o livro no ser substitudo a no ser por algum outrohumanidade nos prximos 15 anos, um futurlogo consultado similar suporte de leitura;propunha deter-se apenas nos quatro principais, que lhe (D) o livro no ser substitudo a no ser por umpareciam inexorveis. O primeiro um barril de petrleo acomputador mais arrojado;500 dlares. O segundo diz respeito gua, fadada a tornar-se(E) o livro ser substitudo por um artefato que vierum produto comercial de troca exatamente como o petrleo. salvaguardar certa pureza esttica.Teremos cotao da gua na Bolsa. A terceira previso refere-se frica, que se tornar seguramente uma potnciaeconmica nas prximas dcadas, o que todos desejamos. O quarto fenmeno, segundo esse profeta profissional, o02 As palavras abaixo em negrito podem serdesaparecimento do livro. substitudas, respectivamente, pelos seguintes sinnimos, Portanto, a questo saber se a evaporao definitiva dosem prejuzo do sentido original que reside no texto:livro, se ele de fato vier a desaparecer, pode ter consequncias,para a humanidade, anlogas s da escassez prevista da gua,Portanto, a questo saber se a evaporao definitiva dopor exemplo, ou de um petrleo inacessvel. livro, se ele de fato vier a desaparecer, pode ter Umberto Eco: O livro ir desaparecer em virtude do consequncias, para a humanidade, anlogas s dasurgimento da Internet? Escrevi sobre o assunto na poca, istoescassez prevista da gua, por exemplo, ou de um petrleo, no momento em que a questo parecia pertinente. Agora,sempre que me pedem para eu me pronunciar, no fao seno inacessvel. (3 pargrafo)reescrever o mesmo texto. Ningum percebe isso,principalmente porque nada mais indito do que o que foi(A) parecidas; insensvel.publicado; e, depois, porque a opinio pblica (ou pelo menos (B) parecidas; inatingvel.os jornalistas) tem sempre essa ideia fixa de que o livro vai (C) distintas; insensvel.desaparecer (ou ento so esses jornalistas que acham que seus(D) distintas; inatingvel.leitores tm essa ideia fixa) e cada um formula (E) parecidas; compreensvel.incansavelmente a mesma indagao. Na realidade, h muito pouca coisa a dizer sobre oassunto. Com a Internet, voltamos era alfabtica. Se um diaacreditamos ter entrado na civilizao das imagens, eis que o 03 No fragmento abaixo destacado, encontramos acomputador nos reintroduz na galxia de Gutenberg, eseguinte figura de linguagem:doravante todo mundo v-se obrigado a ler. Para ler, precisoum suporte. Esse suporte no pode ser apenas o computador.O livro como a colher, o martelo, a roda ou a tesoura.Passe duas horas lendo um romance em seu computador, e(6 pargrafo)seus olhos viram bolas de tnis. Tenho em casa culospolarides que protegem meus olhos contra os danos de uma (A) metonmia;leitura contnua na tela. A propsito, o computador depende(B) personificao;da eletricidade e no pode ser lido numa banheira, tampoucodeitado na cama. Logo, o livro se apresenta como uma(C) metfora;ferramenta mais flexvel. (D) smile; Das duas, uma: ou o livro permanecer o suporte da (E) anttese.leitura, ou existir alguma coisa similar ao que o livro nuncadeixou de ser, mesmo antes da inveno da tipografia. Asvariaes em torno do objeto livro no modificaram sua04 Assinale o item em que se indica corretamente afuno, nem sua sintaxe, em mais de quinhentos anos. O livrofuno sinttica do termo grifado em Na realidade, h como a colher, o martelo, a roda ou a tesoura. Uma vezmuito pouca coisa a dizer sobre o assunto. (5 pargrafo)inventados, no podem ser aprimorados. Voc no pode fazeruma colher melhor que uma colher. Designers tentammelhorar, por exemplo, o saca-rolhas, com sucessos bem(A) sujeito;modestos, e, por sinal, a maioria nem funciona direito. (B) objeto direto;Philippe Starck tentou inovar do lado dos espremedores de (C) adjunto adnominal;limo, mas o dele (para salvaguardar certa pureza esttica) (D) adjunto adverbial;deixa passar os caroos.(E) predicativo do sujeito. O livro venceu seus desafios e no vemos como, para omesmo uso, poderamos fazer algo melhor que o prprio livro.Talvez ele evolua em seus componentes, talvez as pginas nosejam mais de papel. Mas ele permanecer o que .(CARRIRE, Jean- Claude & ECO, Umberto. (trad. Andr Telles). No contem com ofim do livro. Rio de Janeiro: Record, 2010. pginas 07-09.)3 Organizao: BIORIO Concursos 3. PREFEITURA MUNICIPALDE TERESPOLIS EDUCAO FSICAESTADO DO RIO DE JANEIRO EFD0405 O fragmento do texto em que foi assinalada a09 A correta apreciao da concordncia nominalconjuno : efetuada em Uma vez inventados, no podem ser aprimorados. (6 pargrafo) a seguinte:(A) A terceira previso refere-se frica... (1 pargrafo)(B) O quarto fenmeno, segundo esse profeta profissional, (A) o uso do masculino plural nos dois vocbulos seo desaparecimento do livro. (2 pargrafo)justifica porque todos eles concordam com a(C) O livro ir desaparecer em virtude do surgimento da sequncia desubstantivosmencionadosInternet? (4 pargrafo)anteriormente: a colher, o martelo, a roda ou a(D) Ningum percebe isso, principalmente porque nada mais tesoura;indito do que o que foi publicado... (4 pargrafo)(B) o uso do masculino plural nos dois vocbulos no se(E) Voc no pode fazer uma colher melhor que uma justifica porque nem todos eles concordam com acolher. (6 pargrafo)sequncia desubstantivosmencionados anteriormente: a colher, o martelo, a roda ou a tesoura;06 Observe o fragmento abaixo destacado: (C) o uso do masculino plural nos dois vocbulos se justifica apenas por ser uma tradio desse empregoPasse duas horas lendo um romance em seu computador, e mais generalizante da lngua;seus olhos viram bolas de tnis. (5 pargrafo)(D) o uso do masculino plural nos dois vocbulos no se justifica por nenhum aspecto, o autor cometeu um erro;Em relao expresso bolas de tnis correto afirmar que: (E) tambm lcito, nesse caso, fazer a concordncia apenas no masculino singular.(A) foi empregada em sentido denotativo, sem qualquer usoestilstico;(B) foi empregada em sentido conotativo, uma vez que foi 10 Ao final da leitura do texto, possvel afirmar oempregado o sentido figurado;seguinte sobre as ideias veiculadas por Umberto Eco:(C) foi empregada em sentido denotativo;(D) foi empregada em sentido conotativo, ou seja, em seu (A) ele toma uma posio confusa diante da questo dosentido prprio; debate sobre a possibilidade do desaparecimento do(E) no foi empregada em nenhum sentido especial.livro; (B) ele toma uma posio clich diante da questo do debate sobre a possibilidade do desaparecimento do07 O fragmento do texto em que foi apenas assinalado livro;numeral : (C) ele toma uma posio inesperada, incomum diante da questo do debate sobre a possibilidade do(A) um futurlogo consultado propunha deter-se apenas nos desaparecimento do livro;quatro principais... (1 pargrafo) (D) ele acaba por no tomar uma posio definitiva diante(B) ...e cada um formula incansavelmente a mesmada questo do debate sobre a possibilidade doindagao. (4 pargrafo) desaparecimento do livro;(C) Se um dia acreditamos ter entrado na civilizao das(E) ele se contradiz frente aos prprios argumentos.imagens... (5 pargrafo)(D) Logo, o livro se apresenta como uma ferramenta maisflexvel. (5 pargrafo)(E) Das duas, uma: ou o livro permanecer o suporte daleitura, ou existir alguma coisa similar ao que o livronunca deixou de ser... (6 pargrafo)08 Se trocarmos o verbo haver pelo verbo ter em ... hmuito pouca coisa a dizer sobre o assunto., a corretaconcordncia verbal a seguinte:(A) tm muito pouca coisa a dizer sobre o assunto.(B) tem muito pouca coisa a dizer sobre o assunto.(C) tiveram muito pouca coisa a dizer sobre o assunto.(D) tero muito pouca coisa a dizer sobre o assunto.(E) teriam tido muito pouca coisa a dizer sobre o assunto. 4 Organizao: BIORIO Concursos 4. PREFEITURA