PROVA 08 - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA-2010

Download PROVA 08 - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA-2010

Post on 09-Jul-2015

137 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

<p>SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO, TECNOLOGIA E GESTO</p> <p>08</p> <p>MANH</p> <p>PROFESSOR DE EDUCAO FSICALEIA ATENTAMENTE AS INSTRUES ABAIXO.01 - Voc recebeu do fiscal o seguinte material: a) este caderno, com o tema da REDAO (com valor de 40,0 pontos) e o enunciado das 50 (cinquenta) questes objetivas, sem repetio ou falha, com a seguinte distribuio:</p> <p>CONHECIMENTOS GERAIS LNGUA PORTUGUESA Questes 1a5 6 a 10 Pontos 1,2 2,0 FUNDAMENTOS TERICO-METODOLGICOS E POLTICO-FILOSFICOS DA EDUCAO Questes 11 a 15 16 a 20 21 a 25 Pontos 1,2 1,6 2,0 CONHECIMENTOS ESPECFICOS Questes 26 a 30 31 a 35 36 a 40 Pontos 1,6 2,0 2,4 Questes 41 a 45 46 a 50 Pontos 2,8 3,2 </p> <p>b) 1 folha para o desenvolvimento da REDAO grampeada ao CARTO-RESPOSTA destinado s respostas das questes objetivas formuladas nas provas. Se desejar, faa o rascunho da Redao na ltima pgina deste CADERNO DE QUESTES. 02 - Verifique se este material est em ordem e se o seu nome e nmero de inscrio conferem com os que aparecem no CARTO-RESPOSTA. Caso contrrio, notifique o fato IMEDIATAMENTE ao fiscal. 03 - Aps a conferncia, o candidato dever assinar, no espao prprio do CARTO-RESPOSTA, exclusivamente, a caneta esferogrfica de tinta preta fabricada em material transparente. 04 - No CARTO-RESPOSTA, a marcao das letras correspondentes s respostas certas deve ser feita cobrindo a letra e preenchendo todo o espao compreendido pelos crculos, exclusivamente, a caneta esferogrfica de tinta preta fabricada em material transparente, de forma contnua e densa. A LEITORA TICA sensvel a marcas escuras; portanto, preencha os campos de marcao completamente, sem deixar claros. Exemplo: 05 - Tenha muito cuidado com o CARTO-RESPOSTA, para no o DOBRAR, AMASSAR ou MANCHAR. O CARTORESPOSTA SOMENTE poder ser substitudo caso esteja danificado em suas margens superior ou inferior - BARRA DE RECONHECIMENTO PARA LEITURA TICA. 06 - Para cada uma das questes objetivas, so apresentadas 5 alternativas classificadas com as letras (A), (B), (C), (D) e (E); s uma responde adequadamente ao quesito proposto. Voc s deve assinalar UMA RESPOSTA: a marcao em mais de uma alternativa anula a questo, MESMO QUE UMA DAS RESPOSTAS ESTEJA CORRETA.</p> <p>07 - As questes objetivas so identificadas pelo nmero que se situa acima de seu enunciado. 08 - A REDAO dever ser feita, exclusivamente, com caneta esferogrfica de tinta preta fabricada em material transparente. 09 - SER ELIMINADO deste Concurso Pblico o candidato que: a) se utilizar, durante a realizao das provas, de mquinas e/ou relgios de calcular, bem como de rdios gravadores, headphones, telefones celulares ou fontes de consulta de qualquer espcie; b) se ausentar da sala em que se realizam as provas levando consigo o CADERNO DE QUESTES e/ou o CARTO-RESPOSTA. Obs. O candidato s poder se ausentar do recinto das provas aps 1 (uma) hora contada a partir do efetivo incio das mesmas. Por motivos de segurana, o candidato NO PODER LEVAR O CADERNO DE QUESTES, a qualquer momento.</p> <p>10 - Reserve os 30 (trinta) minutos finais para marcar seu CARTO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcaes assinaladas no CADERNO DE QUESTES NO SERO LEVADOS EM CONTA. 11 - Quando terminar, entregue ao fiscal O CADERNO DE QUESTES e a FOLHA DE REDAO grampeada ao CARTORESPOSTA e ASSINE A LISTA DE PRESENA. 12 - O TEMPO DISPONVEL PARA ESTAS PROVAS DE QUESTES OBJETIVAS E DE REDAO DE 4 (QUATRO) HORAS. 13 - As questes e os gabaritos das Provas Objetivas sero divulgados no primeiro dia til aps a realizao das mesmas, no endereo eletrnico da FUNDAO CESGRANRIO (http://www.cesgranrio.org.br).</p> <p>1</p> <p>PROFESSOR DE EDUCAO FSICA</p> <p>OUTUBRO / 2010</p> <p>REDAOTEXTO I O grande desafio da escola descobrir como ser inovadora, no em relao aos meios, s novas maneiras de fazer, mas aos fins resultados sociais a serem obtidos. Mudar a escola significa reapropriar-se da educao para a construo de um modelo alternativo de convivncia. Assumir o diferente, trabalhando com a pluralidade trazida pelos professores e alunos. Assumir os relatos privados, singulares, fazendo circular as diversas representaes oriundas de outros segmentos sociais. Atingir de novo uma escola de todos, construda agora por outras vias, valorizando-se a escola como espao de convivncia. O importante que os jovens que frequentam a escola sejam capazes de se organizar e de criar suas prprias significaes, no como excludos, mas como sujeitos de uma nova configurao cultural. O caminho da cidadania o mesmo caminho da emancipao. Sem liberdade no se constroem sujeitos de transformao social.ABREU, Zuleika Pinho de. Sobre a escola e transformao social. In: Ciclo de Estudos 2004. Caderno de textos no 5. Rio de Janeiro: Fundao Darcy Ribeiro, 2004, p.14. (Adaptado).</p> <p>TEXTO II Propor que a escola trate questes sociais na perspectiva da cidadania coloca imediatamente a questo da formao dos educadores e de sua condio de cidados. Para desenvolver sua prtica os professores precisam tambm desenvolver-se como profissionais e como sujeitos crticos na realidade em que esto, isto , precisam poder situar-se como educadores e como cidados, e, como tais, participantes do processo de construo da cidadania, de reconhecimento de seus direitos e deveres, de valorizao profissional.BRASIL, Secretaria de Educao Fundamental. Parmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos: apresentao dos temas transversais. Braslia: MEC/SEF, 1998, p. 31.</p> <p>Com base na leitura dos textos motivadores, que refletem sobre a questo da relao entre escola e cidadania, elabore um texto em prosa, de carter dissertativo-argumentativo, com o mnimo de 20 e o mximo de 25 linhas, sobre o tema a seguir. O educador como cidado e a escola como lugar de formao de agentes de transformao.</p> <p>Aborde o tema sob um enfoque interdisciplinar. Os textos motivadores devem ser utilizados, apenas, como base para uma reflexo, no podendo ser transcrita qualquer passagem dos mesmos. D um ttulo sua redao. Redaes com menos de 7 linhas sero consideradas em branco.</p> <p>PROFESSOR DE EDUCAO FSICA</p> <p>2</p> <p>LNGUA PORTUGUESATEXTO I Pai um s Me tudo igual, s muda de endereo. No concordo 100% com essa afirmao, mas verdade que ns, mes, temos l nossas semelhanas. Basta reunir uma meia dzia num recinto fechado para se comprovar que, quando o assunto filho, as experincias so praticamente xerox umas das outras. Por outro lado, quem arriscaria dizer que pai tudo farinha do mesmo saco? Historicamente, nunca foram supervalorizados, nunca receberam cartilhas de conduta e sempre passaram longe da santificao. Cada pai foi feito imagem e semelhana de si mesmo. As meninas, assim que nascem, j so tratadas como pequenas nossas senhoras e comeam a ser catequizadas pela campanha: Me, um dia voc vai ser uma. E d-lhe informao, incentivo e receitas de como se sair bem no papel. Outro dia, vi uma menina de no mais de trs anos empurrando um carrinho de beb com uma boneca dentro. J era uma minime. Os meninos, ao contrrio, s pensam nisso quando chega a hora, e a acontece o que se v: todo pai fruto de um delicioso improviso. Tem pai que desligado de nascena, coloca o filho no mundo e acha que o destino pode se encarregar do resto. Ou o oposto: completamente ansioso, assim que o beb nasce j trata de sumir com as mesas de quinas pontiagudas e de instalar rede em todas as janelas, e v convenc-lo de que falta um ano para a criana comear a caminhar. Tem pai que solta dinheiro fcil. E pai que fecha a carteira com cadeado. Tem pai que est sempre em casa, e outros, nunca. Tem pai que vive rodeado de amigos e pai que no sabe o que fazer com suas horas de folga. Tem aqueles que participam de todas as reunies do colgio e outros que no fazem ideia do nome da professora. Tem pai que uma geleia, e uns que a gente nunca viu chorar na vida. Pai fechado, pai moleque, pai sumido, pai onipresente. Pai que nos sustenta e pai que sustentado por ns. Que mora longe, que mora em outra casa, pai que tem outra famlia, e pai que no desgruda, no sai de perto jamais. Tem pai que sabe como gerenciar uma firma, construir um prdio, consertar o motor de um carro, mas no sabe direito como ser pai, j que no foi treinado, ningum lhe deu uma dica. Ser pai o legtimo faa voc mesmo. Alguns preferem no arriscar e simplesmente obedecem suas mulheres, que tm mestrado e doutorado no assunto. Esses pais correm o risco de um dia tambm s trocarem de endereo, j que seguem os conselhos da mame-sabe-tudo, aquela que igual a todas. Mas os que educam e participam da vida dos filhos a seu modo que perpetuam o encanto dessa raa fascinante e autntica. Verdade seja dita: h muitas como sua me, mas ningum como seu pai.MEDEIROS, Martha. Revista O Globo, 08 ago. 2010. p. 28.</p> <p>1A estratgia argumentativa utilizada pela autora, no 5o e no 6o pargrafos, para defender sua tese de que pai um s, a(o) (A) comparao entre os processos de formao de meninos e meninas. (B) descrio da criao dos homens para se transformarem em bons pais. (C) enumerao de vrios comportamentos paternos positivos e negativos. (D) desenvolvimento de uma explicao apoiada em teoria comportamental. (E) relato de um acontecimento que exemplifica a hiptese defendida.</p> <p>5</p> <p>10</p> <p>2A relao lgica estabelecida entre as ideias de um texto, por meio do termo ou da expresso destacada, est exemplificada corretamente em (A) condio: No concordo 100% com essa afirmao, mas verdade que ns, mes, temos l nossas semelhanas. ( . 2-4) (B) concluso: Por outro lado, quem arriscaria dizer que pai tudo farinha do mesmo saco? ( . 8-9) (C) consequncia: As meninas, assim que nascem, j so tratadas como pequenas nossas senhoras... ( . 13-14) (D) temporalidade: ...v convenc-lo de que falta um ano para a criana comear a caminhar. ( . 28-29) (E) causalidade: Esses pais correm o risco de um dia tambm s trocarem de endereo, j que seguem os conselhos da mame-sabe-tudo, ( . 49-51)</p> <p>15</p> <p>20</p> <p>25</p> <p>30</p> <p>3Alguns textos jornalsticos opinativos apresentam marcas de oralidade para facilitar a comunicao com os leitores. No artigo de Martha Medeiros, esse procedimento pode ser comprovado nas frases a seguir, com EXCEO de (A) Me tudo igual, s muda de endereo. ( . 1) (B) Por outro lado, quem arriscaria dizer que pai tudo farinha do mesmo saco? ( . 8-9) (C) Cada pai foi feito imagem e semelhana de si mesmo. ( . 11-12) (D) E d-lhe informao, incentivo e receitas de como se sair bem no papel. ( . 16-17) (E) Tem pai que solta dinheiro fcil. ( . 30)</p> <p>35</p> <p>40</p> <p>45</p> <p>4Quanto acentuao grfica, a relao de palavras em que todas esto conformes ao atual Acordo Ortogrfico (A) famlia arcaico espermatozide plo. (B) epopeia voo tranquilo constri. (C) trofu bilngue feira entrevem. (D) decompor agentar apio colmeia. (E) lingustica joia refm assemblia.</p> <p>50</p> <p>55</p> <p>3</p> <p>PROFESSOR DE EDUCAO FSICA</p> <p>5No que se refere regncia nominal e verbal o uso correto da crase ocorre em (A) O juiz deu seu parecer favorvel a guarda compartilhada. (B) Preferir o pai me negligente comum. (C) O filho retorna sempre a casa do pai. (D) Os maridos consultam sempre s mulheres, pois preferem no arriscar. (E) Ir as reunies escolares obrigao de pai e me.</p> <p>6Na orao todo pai fruto de um delicioso improviso. ( . 21-22), a palavra destacada pode ser substituda por outra, sem prejuzo de sentido, tal como empregado em: (A) Aquele que coloca o filho no mundo pai biolgico. (B) Nenhum daqueles seria um bom pai. (C) Certos pais concordam com as mes. (D) Qualquer homem se compraz com a misso de ser pai. (E) Alguns preferem no arriscar.</p> <p>7Entre os recursos conotativos utilizados no Texto I, destaca-se a metfora, cuja definio apresenta-se a seguir. A metfora consiste no emprego de palavras ou expresses convencionalmente identificadas com dado domnio de conhecimento para verbalizar experincias conceptuais de outro domnio.AZEREDO, Jos Carlos de. Gramtica Houaiss da Lngua Portuguesa, 2. ed. So Paulo: Publifolha, 2008.</p> <p>Um exemplo de metfora, no Texto I, : (A) Tem pai que est sempre em casa, e outros, nunca. ( . 31-32) (B) Tem pai (...) que no sabe o que fazer com suas horas de folga. ( . 32-34) (C) Tem pai que uma geleia, e uns que a gente nunca viu chorar na vida. ( . 36-37) (D) Pai que nos sustenta e pai que sustentado por ns. ( . 38-39) (E) Que mora longe, que mora em outra casa, pai que tem outra famlia, ( . 39-41) Texto II</p> <p>DRUMMOND, Bruno. Gente na. Revista O Globo, 08 ago. 2010. p. 27.</p> <p>8A viso apresentada na charge (Texto II) sobre o papel social desempenhado por pais e mes fica explcita, no Texto I, em: (A) Historicamente, nunca foram supervalorizados, nunca receberam cartilhas de conduta e sempre passaram longe da santificao. ( . 9-11) (B) Tem pai que desligado de nascena, coloca o filho no mundo e acha que o destino pode se encarregar do resto. ( . 23-25) (C) Tem aqueles que participam de todas as reunies do colgio e outros que no fazem ideia do nome da professora. ( . 34-36) (D) Tem pai que sabe como gerenciar uma firma, construir um prdio (...), mas no sabe direito como ser pai, j que no foi treinado, ningum lhe deu uma dica. ( . 42-45) (E) Esses pais correm o risco de um dia tambm s trocarem de endereo, j que seguem os conselhos da mame-sabe-tudo, aquela que igual a todas. ( . 49-52)</p> <p>PROFESSOR DE EDUCAO FSICA</p> <p>4</p> <p>9De acordo com o registro formal culto da lngua, a colocao pronominal est INADEQUADA em: (A) Pulso firme era o que julgava-se indispensvel para ser um bom pai. (B) O pai afirmou que lhe dera tudo de que necessitava. (C) Eu no o entendo disse o pai a seu filho. (D) Diga-me qual a soluo para o problema. (E) Pai e me entender-se-iam a respeito da educao dos filhos.</p> <p>12De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educao Infantil, a atuao com as crianas deve promover articulaes entre os seus universos e o patrimnio cultural socialmente reconhecido. A partir dessa fundamentao legal, o currculo na Educao Infantil deve levar em conta, principalmente, (A) as fases psicogenticas do desenvolvimento infantil e as condies sociais concretas da escola. (B) os saberes infantis em dilogo com aqueles valorizados na sociedade. (C) as brincadeiras a serem desenvolvidas socialmente no espao escolar. (D) a infraestrutura e a cultura da identidade escolar onde se desenvolve socialmente. (E) a capacidade intelectual, afetiva e social das crianas.</p> <p>10Em qual dos pares a relao entre o sinal de pontuao e a justificativa do emprego desse sinal NO est correta? (A) ...mas verdade que ns, mes, temos l nossas semelhanas. (Texto I . 2-4) uso de vrgulas para isolar o vocativo. (B) Pai, voc uma me para mim. uso de aspas para transcrever a fala do filho. (Texto II) (C) eu no entendo... uso de reticncias para marcar a interrupo do pensamento. (Texto II) (D) Basta reunir uma meia dzia num recinto fechado para se comprovar que, quando o assunto filho, as experincias so profundamente xerox uma das outras. uso de vrgulas para isolar a orao subordinada adverbial intercalada. (Texto I . 4-7) (E) eu dei exemplo, amor, carinho, afeto, respeito... uso de vrgulas para separar o...</p>

Recommended

View more >