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  • MINISTRIO DA SADEUNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

    Ginecologia

    PROTOCOLOS DE ENCAMINHAMENTO DA ATENO BSICA PARA

    A ATENO ESPECIALIZADA

    Braslia - DF2016

    Volume IV

    Verso preliminar

  • MINISTRIO DA SADEUNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

    Volume IV

    Ginecologia

    PROTOCOLOS DE ENCAMINHAMENTO DA ATENO BSICA PARA

    A ATENO ESPECIALIZADA

    Braslia - DF2016

    Verso preliminar

  • Tiragem: verso preliminar 2016 verso eletrnica

    Ficha Catalogrfica

    Catalogao na fonte Coordenao-Geral de Documentao e Informao Editora MS Ttulos para indexao:Ginecology

    2016 Ministrio da Sade. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.Esta obra disponibilizada nos termos da Licena Creative Commons Atribuio No Comercial Compartilhamento pela mesma licena 4.0 Internacional. permitida a reproduo parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte.A coleo institucional do Ministrio da Sade pode ser acessada, na ntegra, na Biblioteca Virtual em Sade do Ministrio da Sade: .

    Impresso no Brasil / Printed in Brazil

    Brasil. Ministrio da Sade. Ginecologia [recurso eletrnico] / Ministrio da Sade, Universidade Federal do Rio Grande do Sul Braslia : Ministrio da Sade, 2016. 22 p.: il. (Protocolos de encaminhamento da ateno bsica para a ateno especializada; v. 4)

    Modo de acesso: World Wide Web ISBN 1. Planejamento em sade. 2. Equidade em sade 3. Regulao assistencial. I. Universidade Federal do Rio Grande do Sul II. Ttulo. III. Srie.

    CDU 614

    Elaborao, distribuio e informaes:MINISTRIO DA SADESecretaria de Ateno SadeDepartamento de Ateno BsicaSAF Sul, Quadra 2, lotes 5 e 6, Ed. Premium, torre II, auditrio, sala 2CEP: 70070-600 Braslia/DFTel.: (61) 3306-8052Fax: (61) 3305-8028Site: www.saude.gov.br/dab E-mail: dab@saude.gov.br

    Departamento de Regulao, Avaliao e Controle de SistemasSAF Sul, Quadra 2, lotes 5 e 6, Ed. Premium, torre II,Coordenao-Geral de Regulao e AvaliaoSAF/SUL, Quadra 2, Edifcio Premium, Torre II 3 Andar Sala 301Braslia/DF - 70070-600Tel.: (61) 3315-5870E-mail: drac@saude.gov.br

    Secretaria de Gesto do Trabalho e da Educao da SadeDepartamento de Gesto da Educao na SadeEsplanada dos Ministrios, Bloco G, Ed. Sede, 7 andar, sala 717Zona Cvico-Administrativa - Braslia/DF - 70058-900 Tel.: (61) 3315.3394Fax: (61) 3315.2974Site: www.saude.gov.br/sgtesE-mail: deges@saude.gov.br

    SECRETARIA ESTADUAL DA SADE DO RIO GRANDE DO SUL Av. Borges de Medeiros, 1501 6 andar Bairro Praia de BelasCEP: 90110 150 Porto AlegreTel.: (51) 3288-5800Site: http://www.saude.rs.gov.br/

    UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SULFaculdade de Medicina Programa de Ps-Graduao em Epidemiologia TelessadeRS/UFRGSRua Dona Laura, 320 - 1101Bairro Rio BrancoCEP: 90430-090 Porto Alegre/RSTel.: (51) 3333 7025Site: www.telessauders.ufrgs.brE-mail: contato@telessauders.ufrgs.br

    Superviso Geral:Cleuza Rodrigues da Silveira BernardoDirceu Ditmar KlitzkeJoo Gabbardo dos Reis

    Coordenao-Geral:Dirceu Ditmar KlitzkeJoo Marcelo Barreto Silva

    Reviso Tcnica:Ana Clia da Silva SiqueiraCarolina Pereira LobatoDaniela Cristina Moreira Marculino FigueiredoGraziela TavaresKtia Motta Galvo GomesLetcia Felipak dos Passos MartinsLuciana Morais RochaLuciano Gomes MarcelinoPatrcia Barbar diasRosely de Andrade Vargas

    Organizao:Erno HarzheimMilena Rodrigues AgostinhoNatan Katz

    Elaborao de texto:Danyella da Silva Barreto Ellen Machado ArlindoElisa Eichenberg FurastErno HarzheimJoo Sabino Lahorgue da Cunha FilhoJos Geraldo RamosHelena Von Eye CorlettaHeleusa MonegoLvia Martins CarneiroMarcelo Pellizzaro Dias AfonsoMrcia Appel Binda, Maria Celeste Osrio WenderMaria Jader dos Santos LuzMilena Rodrigues AgostinhoNatan KatzRenata de Souza ReisRudi RomanSrgio Martins Costa

    Colaborao:Clarissa Santos Ferreira AmaralDbora Cravo BattesiniEduardo Alves MeloFernanda Chmelnitsky WainbergJane Medianeira Santos HochJos Incio LermenLenita Diacui Simes KrebsMaria Carolina Widholzer ReyMayra Marcela Souza RodriguesSandra Jaqueline Diniz Cruz

    Projeto Grfico, design e capa:Luiz Felipe Telles

    DiagramaoCarolyne Vasques CabralLuiz Felipe Telles

  • SUMRIO

    8

    91011

    1312

    141516171819

    2022

    1 GINECOLOGIA ADULTO

    1.1 Sangramento Uterino Anormal1.2 Massa Anexial1.3 Miomatose 1.4 Anormalidades da Esttica Plvica 1.5 Incontinncia Urinria 1.6 Dor Plvica Crnica/ Endometriose1.7 Climatrio1.8 Neoplasia de Endomtrio1.9 Neoplasia do Colo Uterino1.10 Amenorreia1.11 Condiloma Acuminado / Verrugas Virais

    REFERNCIASANEXO - QUADROS AUXILIARES

    INTRODUO

    APRESENTAO

    6

    5

  • 5

    MINISTRIO DA SADE - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

    APRESENTAO

    A ateno Bsica (AB), que se caracteriza, entre outras coisas, como porta de entrada preferencial do SUS e como lcus privilegiado de gesto do cuidado dos usurios, cumpre papel estratgico nas redes de ateno, servindo como base para o seu ordenamento e para a efetivao da integralidade. Para isso, fundamental que a AB tenha alta resolutividade, o que, por sua vez, depende da capacidade clnica e de cuidado de suas equipes, do grau de incorporao de tecnologias duras (diagnsticas e teraputicas) e da articulao da Ateno Bsica com outros pontos da rede de sade.

    Sabemos, por outro lado, que o servio especializado, sobretudo seu componente ambulatorial, um lugar marcado por diferentes gargalos, em especial no que se refere ao acesso a ele. Isso decorre de elementos como o modelo de ateno adotado, o dimensionamento e organizao das ofertas e tambm do grau de resolutividade da Ateno Bsica nos diversos lugares. Os gargalos, anteriormente mencionados, requerem, para a sua superao, que se constituam estratgias que impactem na Ateno Bsica, nos processos de regulao do acesso (desde os servios solicitantes at as centrais de regulao), bem como na organizao da ateno especializada.

    Neste material, toma-se como foco a Ateno Bsica, em especial alguns aspectos presentes no processo de referenciamento de usurios para outros servios especializados, que so abordados sob a forma de protocolos de encaminhamento. bem verdade que tais protocolos, para se efetivarem e terem maior potncia, precisam ser articulados a processos que aumentem a capacidade clnica das equipes que fortaleam prticas de microrregulao nas Unidades Bsicas de Sade (UBS) - tais como gesto de filas prprias da UBS e dos exames e consultas descentralizados/programados para cada UBS, por exemplo- e que propiciem a comunicao entre UBS, centrais de regulao e servios especializados -pactuao de fluxos e protocolos, apoio matricial presencial e/ou a distncia, entre outros. Um dos destaques que merecem ser feitos a considerao e a incorporao, no processo de referenciamento, das ferramentas de telessade articulado s decises clnicas e aos processos de regulao do acesso.

    Neste contexto, os protocolos de encaminhamento so ferramenta, ao mesmo tempo, de gesto e de cuidado, pois tanto orientam as decises dos profissionais solicitantes quanto se constituem como referncia que modula a avaliao das solicitaes pelos mdicos reguladores.

    com esta clareza, e contando com a parceria de um grupo de profissionais fundamentais do SUS vinculados Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que o Ministrio da Sade (MS) oferta os protocolos de encaminhamento para os gestores e trabalhadores do SUS. Esperamos que esta seja mais uma das estratgias que caminham no sentido de aumentar a resolutividade, a capacidade de coordenao do cuidado e a legitimidade social da Ateno Bsica. Mos obra!

    Departamento de Ateno Bsica/SAS/MS

    Departamento de Regulao, Avaliao e Controle/SAS/MS

    Secretaria Estadual da Sade do Rio Grande do Sul/SES-RS

    TelessadeRS/UFRGS

  • 6

    PROTOCOLOS DE ENCAMINHAMENTO DA ATENO BSICA PARA A ATENO ESPECIALIZADA V. 4 - GINECOLOGIA

    INTRODUO

    Aregulao da assistncia sade tem a funo primordial de ordenar o acesso s aes e aos servios de sade, em especial alocao prioritria de consultas mdicas e procedimentos diagnsticos e teraputicos aos pacientes com maior risco, necessidade e/ou indicao clnica oriundos dos diversos servios de sade em tempo oportuno. Complementarmente, a regulao deve servir de filtro aos encaminhamentos desnecessrios, devendo selecionar o acesso dos pacientes s consultas e/ou procedimentos apenas quando eles apresentem indicao clnica para realiz-los. Essa ao de filtro deve provocar a ampliao do cuidado clnico e da resolutividade na Ateno Bsica (AB), evitando a exposio dos pacientes a consultas e/ou procedimentos desnecessrios (preveno quaternria). Alm disso, otimiza o uso dos recursos em sade, impede deslocamentos desnecessrios e traz maior eficincia e equidade gesto das listas de espera.

    O cumprimento dessas funes depende, entretanto, do conhecimento de informaes mnimas do paciente para determinar a necessidade da consulta no servio ou do procedimento especializado, incluindo a respectiva classificao de risco do problema de sade em questo. Neste sentido, o desenvolvimento de protocolos para os principais motivos de encaminhamento de cada especialidade ou para os principais procedimentos solicitados facilita a ao da regulao.

    Importante ressaltar a necessidade de se estabelecer fluxo institucional de comunicao (referncia e contrarreferncia) entre as equipes de Ateno Bsica com outros pontos de ateno. Ao ser encaminhado para cuidados especializados temporrios ou prolongados, interessante que as equipes de Ateno Bsica possam compartilhar informaes sobre o itinerrio de cuidado do usurio na Rede de Ateno Sade.

    Os protocolos de encaminhamento tm por objetivo responder duas questes principais ao mdico regulador e orientar os profissionais que atuam na AB. As duas questes-chave

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