Projeto de Monitoramento da Paisagem Acústica Submarina na ... ?· paisagem acústica submarina para…

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<p>Projeto de Monitoramento da Paisagem </p> <p>Acstica Submarina na Bacia de Santos </p> <p> PROJETO EXECUTIVO </p> <p>Reviso 01 </p> <p>Maio/2017 </p> <p>E&amp;P</p> <p>Projeto de Monitoramento da Paisagem Acstica Submarina na Bacia de Santos </p> <p>Projeto de Monitoramento Ambiental </p> <p>Pg. </p> <p>1 / 1 </p> <p>NDICE GERAL </p> <p>I APRESENTAO 1 </p> <p>II ANTECEDENTES 2 </p> <p>III OBJETIVOS 6 </p> <p>IV METAS 6 </p> <p>V PBLICO ALVO 9 </p> <p>VI ESCOPO DE EXECUO 10 </p> <p>VII RESULTADOS ESPERADOS 52 </p> <p>VIII INTER-RELAO COM OUTROS PROJETOS 53 </p> <p>IX RECURSOS NECESSRIOS 54 </p> <p>X CRONOGRAMA 54 </p> <p>XI REFERNCIAS 58 </p> <p>XII RESPONSVEL TCNICO 62 </p> <p>ANEXO I - DISCIONRIO DA EAP 63 </p> <p>Projeto de Monitoramento da Paisagem Acstica Submarina na Bacia de Santos </p> <p>Projeto de Monitoramento Ambiental </p> <p>Pg. </p> <p>1 / 65 </p> <p>I APRESENTAO </p> <p>Este documento apresenta a reviso 01 do Projeto Executivo do </p> <p>Monitoramento da Paisagem Acstica Submarina na Bacia de Santos doravante </p> <p>referenciado como PMPAS-BS. Esta reviso foi elaborada considerando as </p> <p>solicitaes de mudanas e pedidos de reconsideraes feitos pela PETROBRAS </p> <p>e aprovadas pela CGPEG/IBAMA atravs dos Pareceres Tcnicos </p> <p>02022.000161/2016-46 CPROD/IBAMA e 02022.000.658/2016-64 </p> <p>CGPEG/IBAMA. </p> <p>As alteraes aprovadas se restringiram a mudanas nos requisitos tcnicos </p> <p>dos sistemas de aquisio acstica e no modelo organizacional e de execuo </p> <p>anteriormente aprovados. A presente reviso mantem o atendimento a todos os </p> <p>demais requisitos tcnicos e especificaes contidas no Projeto Conceitual rev. 03 </p> <p>e no Projeto Executivo rev.00 que no foram alvo de solicitaes de mudanas </p> <p>por parte da PETROBRAS ou com os quais no se teve concordncia por parte </p> <p>do rgo licenciador. </p> <p>Esta reviso incorpora a atualizao do cronograma executivo do projeto para </p> <p>todo o perodo do 1 CICLO DE IMPLANTAO (4 anos). Tambm torna mais </p> <p>clara e objetiva a proposta de acompanhamento e controle do projeto por parte do </p> <p>rgo ambiental licenciador. </p> <p>I.1. HISTRICO E CONTEXTUALIZAO </p> <p>O PMPAS-BS foi elaborado e proposto para atender s solicitaes do Termo </p> <p>de Referncia 002/2013, emitido pela CGPEG/DILIC/IBAMA, no mbito do </p> <p>processo de licenciamento ambiental dos Projetos de Produo e Escoamento de </p> <p>Petrleo e Gs Natural no Polo Pr-Sal da Bacia de Santos Etapa 2. </p> <p>O projeto tem como objetivo a caracterizao e o monitoramento da </p> <p>paisagem acstica submarina para fins de avaliao dos aspectos e impactos da </p> <p>introduo dos rudos antropognicos no meio marinho decorrentes das </p> <p>atividades de Explorao e Produo (E&amp;P). O propsito subsidiar anlises de </p> <p>risco a biodiversidade e estudos de avaliao de impactos sobre a biota marinha. </p> <p>Pg. 2 / 65 </p> <p>Projeto de Monitoramento Ambiental </p> <p>Projeto de Monitoramento da Paisagem Acstica Submarina na Bacia de Santos </p> <p>O PMPAS-BS obteve aprovao das revises 03 do Projeto Conceitual e da </p> <p>reviso 00 do Projeto Executivo em dezembro/2014 e outubro/2015, </p> <p>respectivamente. A implantao do projeto se iniciou em junho/2015 com a </p> <p>contratao e compras dos recursos tcnicos necessrios para a execuo do </p> <p>escopo de levantamento de dados do Monitoramento Mvel. O inicio efetivo do </p> <p>monitoramento aconteceu em novembro/2015 com a execuo do 1 ciclo de </p> <p>lanamento do glider e dos perfiladores acsticos. Ao longo de 2016 foram </p> <p>realizados outros 4 ciclos de lanamentos de perfiladores alm de 7 campanhas </p> <p>especficas de lanamento e recuperao dos gliders, tendo como foco a </p> <p>caracterizao preliminar da regio de estudo. </p> <p>Em novembro/2016 foram incorporados os servios tcnicos especializados </p> <p>para a execuo do escopo do Monitoramento Fixo Costeiro e para implantao </p> <p>das demais etapas do ciclo de vida do monitoramento e da modelagem numrica </p> <p>de propagao acstica. </p> <p>O ano de 2017 o marco da mudana de foco para o monitoramento </p> <p>continuado caracterizado pelo incio da execuo do Monitoramento Fixo Costeiro </p> <p>em maro/2017 e do Monitoramento Fixo Ocenico previsto para novembro/2017, </p> <p>alm pela continuidade dos esforos do Monitoramento Mvel. </p> <p>O desenvolvimento e a execuo do projeto foram objetos de dois Relatrios </p> <p>Executivos apresentados respectivamente em agosto/2016 e fevereiro/2017. A </p> <p>entrega do Relatrio Tcnico referente ao primeiro ano deste ciclo de implantao </p> <p>est planejada para acontecer em agosto/2018 como parte integrante do 3 </p> <p>Relatrio Executivo. </p> <p>No tocante a comunicao com as partes interessadas destaca-se a </p> <p>disponibilizao do Portal do Monitoramento Mvel na internet e a divulgao </p> <p>sistemtica de notcias e fatos relevantes no Portal Comunica Bacia de Santos. </p> <p>II ANTECEDENTES </p> <p>Sinais acsticos (ondas de presso) conseguem se propagar a grandes </p> <p>distncias no meio aqutico, ao contrrio de sinais eletromagnticos, que tem seu </p> <p>campo eltrico rapidamente atenuado. Desta forma, o som a melhor maneira de </p> <p>Projeto de Monitoramento da Paisagem Acstica Submarina na Bacia de Santos </p> <p>Projeto de Monitoramento Ambiental </p> <p>Pg. </p> <p>3 / 65 </p> <p>transmisso de informao no oceano, atingindo velocidades e alcance muito </p> <p>superiores aos que atinge no ar. A acstica submarina tem diversas aplicaes </p> <p>em atividades humanas, como comunicao de informaes, classificao de </p> <p>alvos, medio de distncias, profundidades, ngulos, velocidades, correntezas e </p> <p>obstculos, pesquisa geofsica e imageamento. Muitas destas aplicaes </p> <p>(posicionamento, imageamento e comunicao acstica) so absolutamente </p> <p>indispensveis nas operaes de explorao e produo de petrleo e gs natural </p> <p>no mar. </p> <p>A partir da segunda guerra mundial, o rudo ambiente submarino comeou a </p> <p>ser estudado para atender a necessidades militares. Duas fortes contribuies </p> <p>foram observadas no rudo ambiente marinho: rudos com bandas em baixas </p> <p>frequncias, provenientes do trfego martimo distante, e que se propagam a </p> <p>grandes distncias, e rudos em bandas de frequncias mdias e baixas, </p> <p>atribudos s condies ambientais locais, como vento, chuva e ondas (WENZ, </p> <p>1968). Devido forte atenuao das altas frequncias no mar, estas s tm </p> <p>contribuio em campo prximo s fontes geradoras. </p> <p>Ao longo das ultimas dcadas, as atividades humanas industriais e de </p> <p>transporte tem se intensificado significativamente, tanto em reas costeiras </p> <p>quanto em regies ocenicas. As atividades de explorao e produo de </p> <p>petrleo integram este contexto e partes significativas da produo mundial de </p> <p>petrleo provem de campos em reas martimas. </p> <p>A atividade industrial de superfcie e submarina e o trnsito de embarcaes </p> <p>causam a emisso de sinais acsticos involuntrios e indesejados (rudo) ou </p> <p>interferentes (de outros sistemas acsticos). Nas ltimas dcadas a contribuio </p> <p>de sons antropognicos no rudo ambiente marinho aumentou no s em </p> <p>intensidade, mas tambm no espectro de frequncias, atingindo frequncias </p> <p>baixas (&lt; 1 kHz) e mdias (1 a 20 kHz) (HILDEBRAND, 2009). Estudos </p> <p>comparativos de medies de rudos, feitas entre 1960 e 2000, indicam um </p> <p>aumento de 16 dB nos rudos de baixa frequncia nos oceanos, representando </p> <p>um incremento de 4 vezes os nveis de rudos de 40 anos atrs (WENZ, 1968; </p> <p>ROSS, 1987; MAZZUCA, 2001; ANDREW et al., 2002; MACDONALD et al., </p> <p>2006). </p> <p>Pg. 4 / 65 </p> <p>Projeto de Monitoramento Ambiental </p> <p>Projeto de Monitoramento da Paisagem Acstica Submarina na Bacia de Santos </p> <p>O aumento de sons indesejados (rudo) pode ser considerado como uma </p> <p>introduo de energia antropognica nos oceanos e, portanto, como uma forma </p> <p>de poluio, cabendo assim a avaliao de seu impacto no ambiente marinho e </p> <p>em processos ecolgicos e evolutivos. </p> <p>Devido s eficientes caractersticas de propagao do som na gua e a </p> <p>pouca penetrao da radiao luminosa nos oceanos, o som amplamente </p> <p>utilizado pela fauna marinha para exercer atividades vitais para sua sobrevivncia. </p> <p>A comunicao acstica pode ter a funo de mediar comportamentos </p> <p>reprodutivos, cuidado parental, defesa de territrio, deteco de presas e alerta </p> <p>para a presena de predadores (LAIOLO, 2010). Os cetceos, em particular, </p> <p>desenvolveram uma grande habilidade na utilizao de sons para comunicao </p> <p>(TYACK, 2000), e os odontocetos desenvolveram uma interao acstica direta </p> <p>com o meio atravs da ecolocalizao para navegao e forrageio (NORRIS, </p> <p>1969). O excesso de rudos pode afetar os cetceos de diferentes maneiras </p> <p>desencadeando reaes comportamentais de afugentamento, interrupo de </p> <p>atividades importantes ou at atrao por rudos. Alm disso, o mascaramento de </p> <p>sinais biolgicos importantes, tais como os utilizados na reproduo, alimentao </p> <p>e coordenao de atividades em grupo, cuidado parental e alerta de predadores </p> <p>podem ter efeitos deletrios para as populaes (RICHARDON et al., 1995). </p> <p>Rudos excessivos tambm podem causar estresse (ROLLAND et al., 2012) ou, </p> <p>dependendo da intensidade, perda temporria ou permanente da audio </p> <p>(SOUTHALL et al., 2007). </p> <p>Pouco conhecido, mas no menos importante, so os efeitos do aumento do </p> <p>rudo no ambiente marinho em peixes e invertebrados. Semelhante aos </p> <p>mamferos marinhos, efeitos comportamentais tambm so esperados em peixes </p> <p>e invertebrados, tal como o mascaramento de sinais biolgicos importantes, </p> <p>estresse, danos fisiolgicos, ou at a morte no caso de sons impulsivos de alta </p> <p>intensidade (SLABBEKOORN et al., 2010). Estudos controlados mostram, por </p> <p>exemplo, a diminuio de comportamento antipredatrio em peixes expostos a </p> <p>rudos antropognicos (SIMPSON et al., 2014, VOELLMY et al., 2014). No caso </p> <p>de invertebrados, estudos recentes mostram que as caractersticas acsticas de </p> <p>distintos ambientes marinhos so utilizadas por larvas para orientao de locais </p> <p>propcios para o assentamento (LILLIS et al., 2013). Indcios de que rudos </p> <p>Projeto de Monitoramento da Paisagem Acstica Submarina na Bacia de Santos </p> <p>Projeto de Monitoramento Ambiental </p> <p>Pg. </p> <p>5 / 65 </p> <p>antrpicos podem afetar o desenvolvimento embrionrio e aumentar a </p> <p>mortalidade de invertebrados foram constatados em estudo com lesma-do-mar </p> <p>(NEDELEC et al., 2014) e, em caranguejos, experimentos controlados de </p> <p>exposio a rudos mostraram o aumento metablico e do consumo de oxignio, </p> <p>indicativos de estresse animal (WALE et al., 2013). </p> <p>Neste sentido, necessria uma abordagem sistmica do problema, </p> <p>reconhecendo que o conceito de paisagem acstica um importante atributo do </p> <p>mundo natural e demanda o conhecimento das inter-relaes entre os sons de </p> <p>origem natural (geofonia), biolgica (biofonia) e antropognica (antropofonia) e a </p> <p>qualidade do ambiente marinho. </p> <p>Este projeto, elaborado em atendimento ao TR 002/2013 e adequado s </p> <p>solicitaes dos pareceres tcnicos subsequentes e seus respectivos documentos </p> <p>de resposta; prev a caracterizao e o monitoramento da paisagem acstica </p> <p>submarina numa escala regional. Assim, sero realizados o monitoramento de </p> <p>rudos ambiente em reas afastadas de instalaes industriais ocenicas e de </p> <p>trfego martimo (rea controle), o monitoramento do rudo ambiente e de rudos </p> <p>irradiados em reas de intenso trfego martimo e o monitoramento de rudos na </p> <p>regio dos campos de produo. Para estas trs condies, simultaneamente ao </p> <p>monitoramento de rudos, sero verificados os sinais biolgicos da fauna presente </p> <p>nas reas. Estes esforos esto fundamentados no uso de linhas de fundeio </p> <p>instrumentadas e estruturas instaladas no fundo do mar. Tambm est prevista </p> <p>uma estratgia complementar de monitoramento por meio de perfiladores e </p> <p>gliders, executada com os mesmos objetivos, mas que se apresentam com uma </p> <p>maior flexibilidade de desenho amostral (no caso dos gliders) e de abrangncia </p> <p>espacial (no caso dos perfiladores). </p> <p>Pg. 6 / 65 </p> <p>Projeto de Monitoramento Ambiental </p> <p>Projeto de Monitoramento da Paisagem Acstica Submarina na Bacia de Santos </p> <p>III OBJETIVOS </p> <p>III.1 OBJETIVO GERAL </p> <p>Caracterizar a paisagem acstica submarina e monitorar o nvel de rudo </p> <p>submarino na regio do Polo Pr-Sal na Bacia de Santos e nas rotas de </p> <p>navegao preferenciais que servem a regio. </p> <p>III.2 OBJETIVOS ESPECFICOS </p> <p>1. Caracterizar e catalogar os rudos produzidos pelas diferentes atividades </p> <p>de E&amp;P na regio do Pr-Sal da Bacia de Santos; </p> <p>2. Monitorar os nveis de rudo ambiente em reas consideradas prstinas, </p> <p>afastadas de atividades industriais e trfego martimo (rea controle); </p> <p>3. Monitorar os nveis de rudo ambiente em campos de produo </p> <p>correspondentes implantao dos empreendimentos no Polo Pr-Sal da </p> <p>Bacia de Santos; </p> <p>4. Monitorar os rudos irradiados por embarcaes de apoio, navios </p> <p>especiais e os navios aliviadores diretamente relacionados ao </p> <p>empreendimento; </p> <p>5. Registrar simultaneamente os rudos naturais, antrpicos e os sinais de </p> <p>origem biolgica; </p> <p>6. Possibilitar o uso destas informaes para futura compreenso do </p> <p>impacto do rudo antropognico na biota marinha. </p> <p>7. Desenvolver modelagens de propagao acstica na regio de interesse </p> <p>IV METAS </p> <p>Visando garantir que todos os objetivos apresentados pelo projeto sejam </p> <p>completamente alcanados, foram estabelecidas as seguintes metas: </p> <p>Projeto de Monitoramento da Paisagem Acstica Submarina na Bacia de Santos </p> <p>Projeto de Monitoramento Ambiental </p> <p>Pg. </p> <p>7 / 65 </p> <p> Elaborar e desenvolver o Projeto Executivo do Monitoramento da </p> <p>Paisagem Acstica Submarina na Bacia de Santos (relacionada ao </p> <p>Objetivo Geral); </p> <p> Desenvolver um banco de dados para armazenamento dos registros </p> <p>acsticos produzidos pelas diferentes atividades de E&amp;P nas regies </p> <p>abrangidas pelo estudo (relacionada ao Objetivo Especfico 1); </p> <p> Realizar coletas e anlises da paisagem acstica em reas controles </p> <p>visando a definio de referenciais (backgrounds) regionais (relacionada </p> <p>ao Objetivo Especfico 2); </p> <p> Realizar coletas e anlises dos rudos produzidos pelas diferentes </p> <p>atividades de E&amp;P existentes na regio do Polo Pr-Sal da Bacia de </p> <p>Santos e nas rotas preferenciais de navegao que s servem, com </p> <p>intuito de caracterizar as fontes e nveis de rudos atuais e os respectivos </p> <p>incrementos (relacionada aos Objetivos Especficos 3 e 4); </p> <p> Especificar, instalar e operacionalizar as Linhas de Fundeio </p> <p>Instrumentadas para o monitoramento acstico em reas afastadas das </p> <p>regies de atividades industriais e trfego martimo (estao controle), </p> <p>com a finalidade de estabelecer os nveis base da contribuio do </p> <p>ambiente; (relacionada ao Objetivo Especfico 2); </p> <p> Especificar, instalar e operacionalizar os Observatrios Submarinos para </p> <p>o monitoramento acstico em guas rasas, com a finalidade de monitorar </p> <p>rudos irradiados por embarcaes (relacionada ao Objetivo Especfico 4); </p> <p> Especificar, instalar e operacionalizar as Linhas de Fundeio </p> <p>Instrumentadas para o monitoramento acstico com a finalidade de </p> <p>registrar o rudo proveniente das atividades de produo nos campos do </p> <p>Pr-Sal (relacionada ao Objetiv...</p>