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  • Projeto Aula dada, Aula Estudada - AULA 07

    Processo de Independncia Brasileiro: Perodo Joanino e

    Regncia de Pedro

    By Kad Costa Pinto

  • A CORTE NO BRASIL

    (1808: A INVERSO BRASILEIRA)

  • OS ATORES ENVOLVIDOS E RELAES

    INGLATERRA FRANA

    PORTUGAL - Amizade de + e 500 anos;

    - Navegavam Juntos contra

    piratas e inimigos;

    - Acordos Unilaterais (Ex.:

    1703: Tratado de

    Methuen / Tratado de

    Panos e Vinhos)

    - Casamento de uma

    Bragana com um Stuart.

    - Interesses Lusitanos

    de Exportaes de

    Matrias-Primas.

    Obs.: Tratado de Methuen (1703): Objetivo Lusitano: Restabelecer o

    Equilbrio Comercial entre Inglaterra e Portugal (Estabelecimento da

    Dependncia Manufatureira Brasileira).

    Consequncias a Mdio Prazo:

    Brasil: Alvar de 1785 (Quebra das Mquinas de Manufatura) Maria I

    Portugal: Primeiro Balana Comercial com supervit e posteriormente dvida

  • A FUGA DOS REIS

    (A SADA DO TEJO, A INDECISO E A VIAGEM)

    - Sada Dolorosa:

    * Uma Lista = Uma Incerteza.

    * Famlias Separadas.

    * Tumulto e Correria (Caos Nutico).

    * Navios Superlotados = Planejamento?

    - A INCAPACIDADE ADMINISTRATIVA DO

    PRNCIPE D. JOO VI:

    * D. Rodrigo (Inglaterra) X Conde da Barca (Frana)

    * Depresso e Indeciso

  • A VIAGEM SADA

    - A Estratgia da Carta

    - Problemas com os ventos na sada e na Ilha de

    Madeira (Separao da Frota)

    VIAGEM

    - As negociaes foram feitas no caminho para o

    Brasil

    - Conselho dos ingleses: Criar Uma Capital no

    Centro do Pas.

    CHEGADA

    - Parte da Comitiva chega em Salvador e Outra parte

    no Rio de Janeiro.

  • BRASIL: UMA IDEIA ANTIGA Primeiro Momento:

    - Padre Antnio Vieira (Sc. XVII)

    - Refgio das Guerras Luso-Espanholas (Final da Unio

    Ibrica)

    Segundo Momento:

    - Marqus de Pombal (Sc. XVIII)

    - Nova Ameaa Espanhola

    - Local Escolhido para a Capital: Provncia do Gro-

    Par (Um Local Isolado e Estratgico)

    Terceiro Momento:

    - Governador Geral Francisco de Souza Coutinho (Final

    do Sc. XVIII) - A Crise Aurfera /Ligao com a Traio da Trgua de 10 Anos?

  • D. JOO VI X NAPOLEO BONAPARTE

    D. JOO XVI

    - Prncipe Regente por acidente e a Praga dos

    Primognitos (Morte de D. Jos (Varola) O Filho

    Predileto)

    - D. Joo VI (Portugal) e Lus XVI (Frana)

    - Separao de Carlota Joaquina (Isolada na Viagem)

    Napoleo

    - General aos 24 anos

    - Primeiro Cnsul (1799-1804) e posteriormente

    Imperador da Frana (1804-1814)

    - A Propagao dos ideais da Revoluo Francesa e o

    Bloqueio Continental

  • RELAES ANGLO-LUSITANAS

    - Parceria mais duradoura da idade moderna (Quase 600

    anos)

    - Incio da Aliana da Inglaterra com a Dinastia de Bragana:

    * D. Joo IV venceu os espanhis (Unio Ibrica) com

    apoio dos ingleses;

    Obs.: D Joo IV (buscava apoio para expulso dos

    espanhis) utilizou o casamento da filha (Catarina de

    Bragana) com Carlos II (Rei da Inglaterra Dinastia

    Stuart) que buscava parcerias pela Europa contra o seu

    parlamento;

    Obs2.: Outros interesses de Carlos II: Dote (Bombaim

    (ndia) e Tnger (Norte da frica)

    * Catarina de Arago e o Ch, a porcelana e a geleia de de

    laranja

  • D. Catarina Henriqueta

    de Bragana

    (Homenageada nos EUA

    Bairro Queens NY)

  • Carlos II

    Rei da Inglaterra, da Irlanda

    e da Esccia

  • CARLOTA JOAQUINA E A DISPUTA DE PODER

    - Origem: Espanhola (Filha de Carlos IV e irm do Infante

    Fernando No herdeiro Legtimo do Trono);

    - Chegou a Portugal com 10 anos e somente pode se casar

    com D. Joo VI aos 15 anos, quando atingiu a puberdade;

    - Tentou um golpe de Estado contra D. Joo VI em 1805

    (Mal Sucedido);

    - Durante a Viagem veio isolada e continua sem expresso

    no Brasil;

    - Poder: No Brasil, tentou reconstruir a soberania espanhola

    perdida para Napoleo e, sob suas razes D. Joo VI anexou

    a Provncia Cisplatina

  • Dona Carlota Joaquina

    Teresa Caetana de

    Bourbon e Bourbon

    (A Megera de Queluz)

    E

    D. Joo Maria de

    Bragana

  • AS INVASES NAPOLENICAS

    O BLOQUEIO CONTINENTAL DE NAPOLEO

    BONAPARTE

    - Objetivos do Bloqueio Continental:

    1) Tomar o domnio comercial e martimo da Inglaterra;

    2) Dominar a Inglaterra

    - Principais Inimigos: Inglaterra, ustria e Espanha (No

    reconheciam a Nova Frana)

    - Estratgia no Continente Europeu: Pennsula Itlica

    (Domnio Austraco); Blgica; Holanda; Alemanha e

    Pennsula Ibrica.

    - Objetivo Continental: Modificar a Geopoltica da Europa

    e construir a Hegemonia Francesa no continente atravs

    dos valores da Revoluo Francesa.

  • AS INVASES NAPOLENICAS

    O BLOQUEIO CONTINENTAL DE NAPOLEO

    BONAPARTE - Estratgia na Pennsula Ibrica:

    - ESPANHA:

    1) Efetivar Aliana com o Governo Espanhol (Carlos IV);

    2) Emboscada em Carlos IV e no Infante Fernando

    (Napoleo Prometeu o Trono Espanhol ao Infante);

    3) Carlos IV e o Infante foram levados para um Castelo

    na Frana e Napoleo declarou vacncia no trono

    espanhol, colocando seu irmo Jos Bonaparte no

    trono.

    - PORTUGAL:

    1) Aps a tomada do trono espanhol Napoleo parte para

    Portugal.

    2) Para no ser aprisionado como o Carlos IV, D. Joo VI

    foge para o Brasil.

  • INVASES

    NAPOLENICAS

    A PORTUGAL

  • A ECONOMIA NO PERODO JOANINO

    * BRASIL: PAS DO FUTURO (UM

    SUBCONTINENTE):

    - reas desconhecidas (Interior Inexplorado)

    - Mercado Consumidor Virgem

    - Extensa Faixa Litornea

    * PRINCIPAL DIFICULDADE DE DOM JOO VI:

    - Necessidade de Estruturao (O Pacto Colonial

    Impediu a estruturao)

    * OPORTUNIDADES:

    - Abertura do mercado com os ingleses

    - Porta para comrcio com a Amrica do Sul

  • ABERTURA DOS PORTOS S NAES AMIGAS

    - Acordo Secreto assinado em Outubro de 1807 na Inglaterra

    * Objetivo da Inglaterra: Estabelecer um Porto em Santa Catarina

    para repassar mercadoria para a Regio do Prata.

    * A Abertura dos Portos Representou o Fim do Pacto Colonial Fim

    do Monoplio Comercial Lusitano

    - Mudanas Econmicas Mais Importantes do Perodo Joanino:

    * Aumento da Produo de Algodo

    * Novos Engenhos de Acar

    * Mudana do Principal Mercado de Exportaes de Matrias-

    Primas:

    1) At 1808: Frana recebia 77,9% das exportaes e a Inglaterra

    7,4%;

    2) Aps 1808: Inglaterra passa a receber 65% (Metade Algodo em

    Rama) das exportaes e a Frana 0%.

    * Inglaterra passa a grande fornecedor de Manufaturas de Algodo

    * Especulao Imobiliria nas partes mais prximas do litoral

  • A CHEGADA E A INGLATERRA:

    * SALVADOR:

    - Carta rgia de 28/01/1808 Abertura dos Portos s Naes Amigas

    - Consequncias:

    * Curto Prazo

    - Desenvolvimento das Exportaes e Importaes.

    - Algumas Cidades Tiveram Enorme Movimentao Econmica.

    - Rendas Alfandegrias Passaram a Constituir a Maior Parcela da

    Arrecadao Governamental (Embora Na Maior Parte das Vezes

    Insuficientes)

    * Longo Prazo

    - Dificultou o Aparecimento de Manufaturas no Brasil

    * RIO DE JANEIRO:

    - 1808 - Revogao do Alvar de 1785 X Produtos Ingleses (Escassos

    Resultados);

    - Tratados de 1810 (Tratados de Aliana e Amizade / Tratados de

    Comrcio e Navegao / Tratados de Strangford);

    Obs.: Porto do Rio Inundado de Produtos Inteis (Criatividade domina o

    cotidiano).

  • TRFICO NEGREIRO NO PERODO JOANINO:

    * HISTRICO:

    - 1807: Mdia de 15.000 escravos por ano;

    - A partir de 1808: mdia de 30.000 escravos por ano.

    * MOTIVOS (Brasil na Contramo):

    - Queda do Preo do Escravo na Europa

    - Montagem de Estoques (Previso de Fim do Trfico)

    Demanda Precipitada

    - Aumento do Preo do Escravo no Brasil

    (Especulao Financeira)

  • INTERIORIZAO TERRITORIAL:

    * HISTRICO:

    - Pecuria;

    - Bandeirantismo. - Tratados Expansionistas

    * FINAL DO SC. XVIII E PERODO JOANINO:

    - 1808: Declarao de Guerra aos ndios Botocudos

    (Propagandas contra os ndios Antropofgicos)

    GUERRA JUSTA: Massacre;

    - Doaes de Terra: Sesmarias (Incentivo s

    Produo Interna Busca por Lucro e pelo fim da

    Crise Aurfera;

    - O campo era a oportunidade Produo Paulista

    (Cana em So Paulo? Urbanizao Agrcola?)

  • PRINCIPAIS MEDIDAS DE D. JOO VI

    - Incio da Explorao de Ferro em Minas e criao

    das primeiras manufaturas siderrgicas no Brasil;

    - Criao de Ministrios e Tribunais;

    - Criao da Casa da Moeda e do Banco do Brasil

    (Emisso de Moeda / Quarto Banco Emissor de

    Moeda do Mundo) Emprstimos j no eram

    suficientes;

    - Criao da Escola Militar-Cirrgica em Salvador

    (Primeira Instituio de Ensino Superior);

    - Organizao da Biblioteca Real, no Rio de Janeiro, e

    fundao da Imprensa Rgia (tornou possvel a

    impresso do primeiro jornal brasileiro);

    - Criao do Jardim Botnico e da Academia de

    Belas Artes;

  • CONTINUAO:

    PRINCIPAIS MEDIDAS DE D. JOO VI

    - Criao da Academia Real Militar e do Teatro Real;

    - Incentivo vinda de misses artsticas e cientficas

    estrangeiras, como as de Spix e Martius, Saint-Hilaire e

    Debret, que deixaram importantes registros no pas;

    - Elevao do Brasil a Reino Unido ao de Portugal e

    Algarve (1815);

    - Intervenes militares no Uruguai, anexado com o

    nome de Provncia Cisplatina (1816) e na Guiana

    Francesa.

  • O ATAQUE A MELHOR DEFESA

    (Clima: Brasil = sia Tropical)

    De So Jorge (Guinana Francesa) a Sacramento (Uruguai)

    - INVASES E CONQUISTAS TERRITORIAIS (Medidas Ofensivas de Carter Defensivo):

    1) 1808: Declarao de Guerra Frana (Invaso da Guiana Francesa em 1809 e Dominao em 1812): * Formao dos Jardins Botnicos (Roubo de Especiarias e Plantas Exticas das Guianas) * Proteo das Madeiras de Lei (Ordens Rgias de Portugal Proteo e Exportao) * Alargamento do Territrio Brasileiro (Devolvida em 1815)

    2) Anexao da Provncia Cisplatina (Banda Oriental do Rio da Prata) Momento Propcio devido ao incio dos movimentos emancipacionistas da Amrica Espanhola Carlota Joaquina Tenta Aproveitar o Momento (Comando da Expedio: General Lecor) Oficialmente a Regio foi Anexada em 1821 e Perdida na Guerra Cisplatina durante o Primeiro Imprio.

  • Impresses Estrangeiras Sobre o

    Brasil:

    * Ideias de Modernizao Suja John

    Luccock (Ingls)

    * Dependncia de com mercadorias

    inglesas Maria Grahan (inglesa)

    Obs.: Em 1816, Rainha D. Maria I morre e o

    prncipe regente coroado rei com o ttulo de D.

    Joo VI em 1818.

    Maria Francisca Isabel Josefa Antnia Gertrudes

    Rita Joana de Bragana : Em Portugal ficou

    conhecida pelos cognomes de A Piedosa ou a A

    Pia, devido sua extrema devoo religiosa

    Igreja Catlica - demonstrada, por exemplo, quando

    mandou construir a Baslica da Estrela, em Lisboa.

    No Brasil, conhecida pelo cognome de Dona

    Maria, a Louca, devido doena mental

    manifestada com veemncia nos ltimos 24 anos de

    vida.

  • IMIGRANTES NO PERODO JOANINO

    OBJETIVO: Povoamento Lucrativo do Vasto Territrio

    1) 3.500 Chineses (agricultores e tcnicos)

    especializados no plantio de ch Mas como competir

    com os Ingleses?

    Obs.: 1815: Congresso de Viena: Devoluo da

    Guiana Francesa e Unio dos Bragana com os

    Aubsburgos da ustria (Casamento do Prncipe D.

    Pedro com a Arquiduquesa Leopoldina).

    2) Imigrantes Suos em Nova Friburgo (RJ) Contrato

    de Imigrao para cuidar do gado e derivados de leite.

    Objetivo: Aumentar a quantidade de brancos nas

    regies prximas ao Rio de Janeiro.

  • Dona Maria

    Leopoldina de

    Habsburgo

    //upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a8/29-_Imperatriz_rainha_D._Leopoldina.jpg

  • (Vdeo 8)

  • REVOLUO LIBERAL DO PORTO (1820) E

    RETORNO DA CORTE: * Aps a expulso dos franceses em 1809, o pas ficava sob

    o controle do general ingls Beresford, o que gerava

    inmeros protestos.

    * Economia agrria/comercial havia deteriorado com o fim do

    monoplio brasileiro (Prejudicava a Burguesia).

    * Ideias liberais encontravam solo frtil.

    * Militares e Burgueses propunham o fim do absolutismo e o

    fim do controle ingls, alm da volta do Pacto Colonial ao

    Brasil.

    * Liberais, alcanando o poder, estabeleceram em Portugal:

    - Monarquia Constitucional

    - Sufrgio Direto e Censitrio

    - Poltica recolonizadora em relao ao Brasil (exigiam a

    volta do monoplio e interveno armada)

    - Exigncia da volta de D. Joo sob pena de ser substitudo

  • INDEPENDNCIA NEGOCIADA

    (Liberalismo-Conservador) * Regncia de D. Pedro foi marcada por dificuldades

    financeiras e presso recolonizadora das Cortes Lusitanas

    (parlamento Portugus)

    * No Brasil a ideia de independncia tomava corpo e

    encontrava solo frtil com os grandes proprietrios e

    comerciantes (a possibilidade de anarquia era considerada de

    maneira negativa)

    * Irmos Andrada fazem a proposta de uma negociao pela

    independncia em torno da Figura de D. Pedro (Mantendo o

    Regime e a Ordem Escravista) assumindo o trono com

    poderes limitados.

    * 9/01/1822, respondendo ao manifesto assinado por 9 mil

    brasileiros, declara permanncia no Brasil (DIA DO FICO)

    * D. Pedro em Visita a So Paulo brada o Famoso

    Independncia ou Morte a 07/09/1822.

  • REGNCIA DE D. PEDRO (1821-1822)

    Aps decidir Ficar no Brasil (Dia do Fico), D. Pedro

    nomeou um novo ministrio (16 de Janeiro) cuja figura

    central era Jos Bonifcio de Andrada.

    - Principais Medidas:

    1) Determinao de que Nenhuma Lei Vinda de

    Lisboa seria Obedecida em a autorizao do Regente.

    2) Instalao, no Rio de Janeiro, do Conselho dos

    Procuradores Gerais das Provncias do Brasil, rgo

    consultivo que deveria aconselhar nos assuntos

    importantes.

    3) Convocao de Uma Assembleia Constituinte

    Que Deveria Organizar Uma Constituio para o Brasil.

  • LIMITES DA INDEPENDNCIA (Independncia

    Conservadora)

    ARISTOCRACIA RURAL DIVIDIDA:

    - Grupo Minoritrio: Favorvel Independncia Imediata

    - Grupo Majoritrio: Favorvel Manuteno da Unio a Portugal,

    Desde que Fosse Concedida Certa Autonomia e Que no se

    Restabelecesse o Monoplio Comercial (Manuteno dos

    Privilgios).

    CONCLUSO: Como a Independncia foi Controlada Pela Elite

    Agrria, No Houve Mudana Em Nossa Estrutura Econmica e o

    Brasil Permaneceu Fundamentalmente colonial:

    * Agrrio

    * Latifundirio

    * Escravista

    * Dependente do Mercado Externo

  • O DIA DO FICO

  • ICONOGRAFIA DA INDEPENDNCIA

  • - Pedro Amrico acusado de plagiar outro quadro

    histrico. Trata-se de "1807, Friedland", de Ernest

    Messonier, pintado em 1875 e que retrata a vitria de

    Napoleo Bonaparte na batalha de mesmo nome.

  • - Enquanto a independncia do Brasil foi proclamada em 1822,

    Pedro Amrico s foi terminar de pintar o quadro em 1888, em

    Florena, na Itlia. A obra foi encomendada pela Famlia Real,

    que investia na construo do Museu do Ipiranga, hoje

    oficialmente chamado Museu Paulista, que fica em So Paulo

    (SP). A ideia era ressaltar a monarquia - que j estava

    cambaleando e caiu em 15 de novembro de 1889, com a

    Proclamao da Repblica.

    - Pedro Amrico era um pintor histrico, que foi autor de outras

    obras com o mesmo cunho, como Batalha do Ava, que retrata

    um dos eventos da Guerra do Paraguai. Tambm nesse caso,

    ele no estava presente. Assim, o Grito do Ipiranga um

    quadro simblico como vrias outras pinturas histricas

    espalhadas pelo mundo.

  • 1. Sargento-mor Antnio Ramos Cordeiro

    2. Paulo Bregaro

    3. Francisco Gomes da Silva, o Chalaa

    4. Antnio Leite Pereira da Gama Lobo

    5. Brigadeiro Manuel Rodrigues Jordo

    6. Lus Saldanha da Gama

    7. Dom Pedro I

    8. Capito-mor Manoel Marcondes Mello

    9. Pedro Amrico (autorretrato)

    10. Casa do Grito

    11. Crrego do Ipiranga

    12. Trabalhador annimo

  • ERROS DA OBRA

    1 A comisso de Dom Pedro no era to grande como

    pinta o quadro.

    2- Nem Dom Pedro nem sua comitiva vestiam uniformes

    de gala como esto retratados

    3 No h comprovao de que a casa de pau-a-pique

    existia na poca. O primeiro registro do imvel de

    1884 62 anos depois do grito da independncia.

    Mesmo assim a casa foi tombada.

    4 Dom Pedro no estaria s margens do Ipiranga,

    esim numa colina tentando aliviar uma diarria do abuso

    de dias anteriores (festas em So Paulo e visita

    Marquesa de Santos).

    5 Dom Pedro no estava em um imponente cavalo.

    Para longas viagens eram utilizados jumentos e/ou

    mulas

  • Essa pintura no a realidade,

    no uma cpia, no um reflexo.

    uma representao construda

    por uma dada sociedade