pch são valentim

Click here to load reader

Post on 07-Jan-2017

226 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

  • 1

    FUNDAO ENERGIA E SANEAMENTO

    PCH SO VALENTIM SANTA RITA DO PASSA QUATRO SP

    CONTRATO EMAE-FES CPS/004/10

    RELATRIO DE VISITA TCNICA

    Data da Visita Tcnica: 07/10/2014

  • 2

    Sumrio 1. OBJETIVO DA VISITA .................................................................................................. 3

    2. EQUIPE DE INSPEO ............................................................................................... 3

    3. INTRODUO .............................................................................................................. 4

    3.1 Localizao da Usina ................................................................................................. 4

    3.2 Histrico da Usina ...................................................................................................... 4

    4. IDENTIFICAO DA USINA ........................................................................................ 5

    4.1 Ficha Tcnica ............................................................................................................ 5

    5. SITUAO DA USINA .................................................................................................. 5

    6. ANLISE DE DESEMPENHO ...................................................................................... 6

    7. CONSTATAES/RECOMENDAES/RISCOS ASSOCIADOS ............................... 8

    7.1 Inspeo Civil ............................................................................................................ 8

    7.2 Inspeo Mecnica .................................................................................................... 9

    7.3 Inspeo Eltrica ..................................................................................................... 11

    7.4 Inspeo de Segurana do Trabalho ....................................................................... 16

    7.5 Inspeo de Meio Ambiente .................................................................................... 16

    8. REGISTRO FOTOGRFICO ...................................................................................... 29

    8.1 Inspeo Civil .......................................................................................................... 29

    8.2 Inspeo Mecnica (1) ............................................................................................ 34

    8.3 Inspeo Mecnica (2) ............................................................................................ 35

    8.4 Inspeo Eltrica (1) ................................................................................................ 36

    8.5 Inspeo Eltrica (2) ................................................................................................ 37

    8.6 Inspeo de Segurana do Trabalho ....................................................................... 45

    8.7 Inspeo de Meio Ambiente .................................................................................... 54

  • 3

    1. OBJETIVO DA VISITA

    Realizar vistoria tcnica por meio de inspeo visual nas instalaes civis, mecnicas e eltricas da PCH So Valentim (barragem, unidades geradoras, auxiliares, subestao e outras reas e estruturas da usina), bem como avaliar os aspectos de segurana do trabalho e meio ambiente, indicando propostas de soluo preventiva ou corretiva para manuteno do estado funcional das estruturas, em atendimento ao contrato CPS/004/10, de 30/03/2010, firmado pela EMAE - Empresa Metropolitana de guas e Energia e Fundao Energia e Saneamento, para a prestao de servio de assessoria e acompanhamento da gerao de energia nas usinas hidreltricas da Fundao.

    Todas as constataes, recomendaes e riscos associados encontram-se sintetizados nos itens 7.1 a 7.5 deste relatrio, em forma de tabelas nomeadas como: Inspeo Civil, Inspeo Mecnica, Inspeo Eltrica, Inspeo de Segurana do Trabalho e Inspeo de Meio Ambiente.

    As inspees realizadas foram registradas fotograficamente nos itens 8.1 a 8.7. H algumas fotografias que retratam mesmos locais e situaes, entretanto, as legendas que trazem as observaes sobre as fotografias so distintas, de acordo com a viso da especialidade de cada profissional que participou da visita tcnica. Os registros fotogrficos esto nomeados como: Inspeo Civil, Inspeo Mecnica (1) e (2), Inspeo Eltrica (1) e (2), Inspeo de Segurana do Trabalho e Inspeo de Meio Ambiente.

    2. EQUIPE DE INSPEO

    EMAE - Empresa Metropolitana de guas e Energia S.A.

    Carlos Alberto Rodrigues da Silva (eng. mecnico) Coordenao de Desenvolvimento de Negcios - OEN

    Jorge Luiz Rangel Machado (eng. eletricista) Coordenao de Estudos e Projetos - OEP

    Paulo Victor Castello Branco Braun (gelogo) Coordenao de Estudos e Projetos - OEP

    Edson Luis de Alencar (tcnico em segurana do trabalho) Coordenao de Desenvolvimento de Pessoas, Sade e Segurana do Trabalho - APD

    Carlos Eduardo Guimares do Nascimento (analista de meio ambiente) Departamento de Gesto Ambiental - DA

    Mrcio Roberto Padilha Cavalcante (tecnlogo em mecnica) Coordenao de Manuteno Tiet-Pinheiros - OMT

    Paulo Roberto de Mello Junior (eng. eletricista) Coordenao de Manuteno Tiet-Pinheiros - OMT

    Edgard Noronha Torrezo (eng. mecnico) Coordenao de Operao Tiet-Pinheiros - OPT

    Fundao Energia e Saneamento

    Jos Jair Pupo - Zelador

  • 4

    gua Paulista (Responsvel pelas Operaes da PCH)

    Tobias Reis Monteiro - Gerncia de Regulao e Comercializao de Energia Celso Cruz - Chefe de Manuteno Valdir - Operador Jonny - Operador

    3. INTRODUO

    3.1 Localizao da Usina

    Situada margem esquerda do Rio Claro, Municpio de Santa Rita do Passa Quatro, Estado de So Paulo.

    3.2 Histrico da Usina

    So Valentim foi a segunda usina a fornecer energia a Santa Rita do Passa Quatro. Sua construo foi iniciada em abril de 1910, logo aps a compra do salto de Rio Claro (hoje salto de So Valentim), de seus terrenos adjacentes e da assinatura de um contrato entre a Companhia de Fora e Luz So Valentim e Empresa Bromberg, Hacker e Cia. fornecedora de equipamentos eltricos.

    So 60 hectares de rea, cortados pela estrada municipal que liga Santa Rita a Porto Ferreira. O primeiro reservatrio que fica a 164 metros da casa de mquinas possui 10.500 m e o segundo apresenta rea aproximada de 525.600 m.

  • 5

    A casa de mquinas, instalada muito prxima ao rio, tem ao fundo a cachoeira de So Valentim e um de seus acessos se faz atravs de uma escadaria com 352 degraus. Apresenta arquitetura semelhante de outras centrais hidreltricas construdas naquele sculo: embasamento de pedras, parede de alvenaria de tijolos, telhado de duas guas com estrutura metlica, vigamento de madeira e piso de cermica.

    A residncia e os edifcios de apoio se dividem entre a parte alta (junto estrada e primeira barragem) e a parte baixa (perto da casa de mquinas).

    Possuem plantas retangulares, cobertura de telhas francesas, piso assoalhado e forro de madeira.

    Apesar de sua tipologia arquitetnica ser diferente, pois foram construdas entre os anos 1910 e 1940, esses edifcios apresentam uma unidade entre si.

    Sua concesso foi comprada pela Companhia Prada de Eletricidade em 1923 e em 1973 foi transferida Companhia Energtica de So Paulo - CESP.

    Em 1976 a usina foi desativada e em 1998 passa a integrar o acervo da Fundao Energia e Saneamento.

    4. IDENTIFICAO DA USINA

    4.1 Ficha Tcnica Municpio Santa Rita do Passa Quatro Latitude 21 44' 31,7" Longitude 47 25' 07,2" Rio Rio Claro Bacia hidrogrfica / Sub-bacia Rio Paran / Rio Mogi-Guau Queda bruta 69,00 m Vazo nominal total 2,66 m/s Vertedouro principal vo 1 Tipo soleira livre 22,04 m (comprimento) Vertedouro principal vo 2 Tipo soleira livre 8,23 m (comprimento) Vertedouro principal vo 3 Tipo soleira livre 6,43 m (comprimento) Vertedouro regularizador Tipo soleira livre 41,18 m (comprimento) Canal de aduo 80 m (comprimento) x 2,25 m (largura) x 2 m (profundidade) Cmara de Compensao 3 m (comprimento) x 2 m (largura) x 2 m (profundidade) N de adutoras 1 de 0,8 m (dimetro) x 98 m (comprimento) N de unidades geradoras 2 Francis Horizontal Potncia instalada total 1,45 MW Garantia fsica 0,76 MW Gerador 1 de 8.500 V cada Transformador 1 com sada de 13.800 V

    5. SITUAO DA USINA

    A gua Paulista mantm no local 2 operadores e 2 ajudantes de servios gerais, sendo a manuteno preventiva realizada por tcnicos lotados na Usina de Corumbata em Rio Claro, que servem todas as Usinas.

    Os 2 operadores trabalham em horrio comercial das 07:30 as 17:00 h com uma hora e meia de almoo. Os operadores residem nas vilas da usina, sendo um na vila de montante e outro na vila a jusante da usina.

  • 6

    Fora do horrio de expediente os operadores ficam em sobreaviso em casa, ocorrendo o revezamento dirio do operador em sobreaviso.

    A usina em caso de falha se desliga automaticamente e emite aviso sonoro na casa do operador.

    A usina possui um acesso difcil que necessita de esforo fsico extremo realizado por uma escada de 365 degraus, irregulares e fora do padro. A famlia de um dos operadores foi retirada para moradia na parte de montante, amenizando o problema de acesso. O outro operador ainda reside na vila de jusante.

    O acesso de veculos casa de fora tambm difcil. Realizado por uma estrada (17 km) que cruza propriedade de terceiro, que impe restries passagem de pessoas e veculos. Permite apenas o trnsito de veculos de manuteno (somente o motorista) e mediante agendamento.

    As unidades 1 e 2 no dia da visita encontravam-se paradas por falta de gua no reservatrio.

    Por essa razo no foi possvel avaliar o funcionamento dos equipamentos quanto a rudos, vibraes, vazamentos, etc.

    A empresa municipal de abastecimento de gua do municpio de Santa Rita do Passa Quatro retira 210 m/h de gua do reservatrio.

    Segundo informao dos operadores, em condies habituais, a usina fica parada por 4 dias, para recuperao do nvel do reservatrio, e opera por 3 dias, gerando cerca de 1,2 MW mdios.

    O controle de nvel realizado por experincia passada de operadores antigos.

    6. ANLISE DE DESEMPENHO Para constatar se todas as manutenes previstas nos documentos de rotina da gua Paulista esto sendo executadas de acordo com as instrues, necessrio verificar os relatrios de inspeo e manuteno dos equipamentos, tanto corretiva quanto preventiva, at hoje realizadas. Informamos que esses relatrios foram solicitados pela EMAE em outras visitas, mas no apresentados pela gua Paulista.

    Segue abaixo o histrico da energia gerada, conforme relatrios da Cmara de Comercializao de Energia Eltrica CCEE, observando que desde janeiro de 2014, a gua Paulista est desligada do quadro de agentes da CCEE.

    MS/ANO ENERGIA GERADA (MWh) MS/ANO ENERGIA GERADA

    (MWh)

    dez/13 368,365 dez/12 365,526 nov/13 307,459 nov/12 74,303 out/13 225,487 out/12 196,332 set/13 115,068 set/12 122,911 ago/13 155,677 ago/12 193,176 jul/13 0,000 jul/12 353,080 jun/13 302,180 jun/12 475,677 mai/13 166,599 mai/12 524,233 abr/13 321,904 abr/12 361,531 mar/13 504,230 mar/12 462,963

  • 7

    fev/13 458,483 fev/12 568,86 jan/13 433,611 jan/12 878,717

    TOTAL 2013 3.359,063 TOTAL 2012 4.577,311

    MWh mdio 0,383 MWh mdio 0,523

    Observamos que os valores de MWh mdio apurados acima est significativamente abaixo da garantia fsica de 0,76 MW.

  • 8

    7. CONSTATAES/RECOMENDAES/RISCOS ASSOCIADOS

    7.1 Inspeo Civil

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    Dificuldade de acesso casa de fora. A estrada cruza uma propriedade cujo proprietrio impe restries passagem de pessoas e veculos. Permite apenas veculos de manuteno, somente com o motorista, mediante agendamento.

    Regularizar O zelador tem dificuldade para transportar gneros pela escada; dificuldade em caso de urgncia; dificuldade no transporte de lixo.

    As estruturas (reservatrios e casa de fora) so distantes umas das outras e no so automatizadas; reservatrio superior ao inferior 1,1 km, reservatrio superior casa de fora somente por escada;

    Sensores e automao (monitoramento de NA e controle remoto das comportas)

    Perdas de energia operacionais; eventuais acidentes por velocidade de reao insuficiente.

    Adutora desalinhada. No possvel saber se a adutora foi construda em desalinho ou desalinhou por algum movimento na encosta ou nos blocos.

    Avaliar com detalhe Colapso da adutora (eventual)

    Concreto dos contrafortes de ambos reservatrios, montante e jusante, deteriorados

    Recuperar Imagem negativa; deteriorao progressiva aumentar custos de recuperao no futuro.

    Bambu interfere na LT, trecho da encosta Remover o bambu, substituir por vegetal mais baixo e com crescimento mais lento. Paradas por problemas eltricos na linha

    Manuteno geral Intensificar Imagem institucional, eventualmente riscos

  • 9

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    pessoais.

    Acesso comporta da barragem superior; no h guarda corpo e a crista muito estreita.

    Corrigir Acidente pessoal

    Manuteno geral Intensificar Imagem institucional, eventualmente riscos pessoais.

    7.2 Inspeo Mecnica

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    Comportas do canal de aduo - sistemas de acionamento apresentam-se em bom estado. No foi possvel avaliar o estado das comportas devido s mesmas estarem submersas.

    Programar avaliao das partes submersas.

    Desalinhamento em parte do trecho superior da adutora

    Analisar o motivo do desalinhamento e se caso for, alinhar.

    Desencaixe dos tubos que compem a adutora, vazamentos ou rompimento da mesma.

    Sistema de acionamento da comporta da adutora necessita pintura e lubrificao

    Limpeza, lubrificao e pintura dos componentes.

    Falha dos equipamentos, impedimento.

    Grade de conteno de detritos da comporta da adutora necessita tratamento superficial Galvanizao e/ou pintura da grade.

    Deteriorao da grade de modo que permita passagem de detritos que sero turbinados juntamente com a gua danificando as turbinas das unidades Geradoras.

  • 10

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    Reguladores de velocidade - correias de acionamento em bom estado, no aparenta ter vazamentos e partes mveis lubrificadas.

    Manter o bom estado de conservao.

    Acoplamentos turbina/gerador e rodas de inrcia - aparentam estar em boas condies

    Manter o bom estado de conservao.

    Caixa espiral de ambas as turbina com sinais de vazamento em seus componentes mveis e articulados

    Eliminao dos vazamentos, lubrificao das partes mveis e pintura.

    Danos aos componentes devido oxidao das peas por onde ocorrem os vazamentos, risco de danos a outros componentes devido a respingos e jatos de gua.

    Sistema de refrigerao auxiliar do leo do mancal do gerador da unidade n1 com instalao provisria

    Elaborar projeto de instalao dos componentes e executa-lo. Equipamentos fixos devem ter suas ligaes efetuadas atravs de tubulaes rgidas.

    Bomba e serpentina sem fixao, podendo vir a se deslocar e danificar o prprio sistema e impedimento da unidade.

    Canal de fuga e seus equipamentos - em razoveis condies

    Pintura para preservao dos equipamentos.

  • 11

    7.3 Inspeo Eltrica

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    Para-raios chamin sem aterramento. Colocar cabo de aterramento no para-raios da chamin da usina. Danos eltricos.

    Estrutura metlica do circuito de distribuio da usina no aterrada.

    Aterrar o para-raios localizado no topo da estrutura metlica e estrutura.

    Danos eltricos.

    Excitariz UG#1: Deteriorao da isolao do enrolamento.

    Realizar uma limpeza geral do enrolamento, com aplicao de verniz isolante.

    Perda da excitatriz, devido curto circuito provocado por baixa isolao.

    Excitatriz UG#1: Desgaste excessivo do anel de excitao. Substituio do anel de excitao.

    Perda de excitao, devido capacidade de conduo de corrente do anel de excitao.

    Gerador UG#1: Apresenta sujeira com poeira

    Realizar uma limpeza geral dos enrolamentos do rotor eltrico e estator. Degradao da isolao dos enrolamentos.

    Gerador UG#1: Cabos de sada de mdia tenso, soltos no piso do gerador.

    Instalar suporte para fixar os cabos de maneira que os mesmos no fiquem com as muflas encostadas ao piso do gerador.

    Curto circuito devido baixa isolao das muflas por degradao da isolao.

    Sistema de temperaturas UG#1: Caixas de conexo aberta com fiao exposta

    Fechar todas as caixas de conexo. Desligamento da unidade devido mal contato, provocado por sujeiras nas conexes eltricas.

    Mancal da turbina UG#1: Apresenta vazamento de leo.

    Reparar as causas do vazamento. Queima do mancal por falta de leo lubrificante e contaminao do rio.

    Painel de controle UG#1: Voltmetro mal fixado. Multimedidor de grandezas eltricas mal fixado.

    Fixar os equipamentos com as travas na porta do painel.

    Queda do instrumento com provvel curto circuito em seus terminais de tenso.

  • 12

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    Painel de controle UG#1: Falta identificao de componentes.

    Identificar os componentes na porta frontal e no interior do painel na placa de montagem.

    Falha operacional. Demora na identificao dos componentes durante operao e manuteno corretiva com possibilidades de erros nas medies.

    Painel de controle UG#1: Fiaao interna do painel desorganizada.

    Arrumar a fiao interna, instalando nas canaletas existentes, fazer amarrao em chicotes, presos por abraadeiras plsticas.

    Curto circuito no interior do painel com perda total do painel.

    Sistema de lubrificao dos mancais UG#1: Fiao do motor exposto, eletrodutos soltos.

    Instalar suporte para prender eletrodutos e acondiconar os cabos do motor na caixa de ligao.

    Curto circuito, choque eltrico.

    Excitatriz UG#2: Foi dado um passe excessivo no anel de excitao.

    Substituio do anel de excitao. Perda de excitao, devido capacidade de conduo de corrente do anel de excitao.

    Gerador UG#2: Cabos de sada de mdia tenso, soltos no piso do gerador.

    Instalar suporte para fixar os cabos de maneira que os mesmos no fiquem com as muflas ecostadas no piso do gerador.

    Curto circuito devido baixa isolao das muflas por degradao da isolao.

    Sistema de temperaturas UG#2: Caixas de conexo aberta com fiao exposta.

    Fechar todas as caixas de conexo. Desligamento da unidade devido mal contato, provocado por sujeiras nas conexes eltricas.

    Mancal do gerador UG#2: Visor de nvel de leo pintado no sendo possvel verificar o nvel do leo.

    Remover a tinta e a fita isolante. Queima do mancal por baixo nvel de leo lubrificante.

    Painel de controle UG#2: Falta identificao de componentes.

    Identificar os componentes na porta frontal e no interior do painel na placa de montagem.

    Falha operacional. Demora na identificao dos componentes durante operao e manuteno corretiva com possibilidades de erros nas medies.

    Painel de controle UG#2: Fiao interna do painel desorganizada.

    Arrumar a fiao interna, instalando nas canaletas existentes, fazer amarrao em

    Curto circuito no interior do painel com perda total do painel.

  • 13

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    chicotes, presos por abraadeiras plsticas.

    Transformador de servio auxiliar: Muita sujeira com fezes de animais. Realizar limpeza.

    Degradao da isolao das buchas e contaminao do leo isolante.

    Transformador de servio auxiliar: Identificao da chave fusvel com sua capacidade de interrupo.

    Identificar a chave fusvel Ocorrncia de erro durante a isolao de equipamentos e substituio do elo fusvel.

    Painel de distribuio de corrente alternada: Fiao interna do painel desorganizada.

    Arrumar a fiao interna, instalando nas canaletas existentes, fazer amarrao em chicotes, presos por abraadeiras plsticas.

    Curto circuito no interior do painel com perda total do painel.

    Painel de distribuio de corrente alternada: Falta identificao de componentes.

    Identificar os componentes na porta frontal e no interior do painel na placa de montagem.

    Falha operacional. Demora na identificao dos componentes durante operao e manuteno corretiva com possibilidades de erros nas medies.

    Motogerador de emergncia: Cabos eltricos solto no piso.

    Acondicionar os cabos de sada em eletrocalhas ou eletrodutos.

    Curto circuito choque eltrico.

    Motogerdor de emergncia: Disjuntor solto. Fixar o disjuntor de sada do gerador. Curto circuito e choque eltrico.

    Motogerador de emergncia: Identificao da tenso de sada e capacidade.

    Identificar com uma placa a tenso de sada e a capacidade

    Queima do gerador por no informar a capacidade.

    Banco de baterias: Identificao do nvel de tenso e capacidade

    Identificar com uma placa a tenso de sada e a capacidade

    Exploso de baterias por no informar a capacidade

    Banco de baterias: Conexo no meio do banco de bateria para partida do motogerador

    Remover a derivao do meio do banco de baterias.

    Reduz a vida til do elemento comprometendo a tenso de alimentao do controle das unidades geradoras

    Banco de baterias: Limpeza dos elementos do banco

    Diminuir a periodicidade de manuteno Diminuio da vida til da bateria com risco de exploso dos elementos.

  • 14

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    Equipamentos fora de uso Remover os equipamentos Compromete na analise durante as manobras de isolao de equipamentos.

    Painel de distribuio de iluminao e tomada: Fiao interna do painel desorganizada.

    Arrumar a fiao interna, instalando nas canaletas existentes, fazer amarrao em chicotes, presos por abraadeiras plsticas.

    Curto circuito no interior do painel com perda total do painel.

    Painel de distribuio de iluminao tomada: Falta identificao de componentes.

    Identificar os componentes na porta frontal e no interior do painel na placa de montagem.

    Falha operacional. Demora na identificao dos componentes durante operao e manuteno corretiva com possibilidades de erros nas medies.

    Painel de distribuio de iluminao e tomada: Eletroduto exposto, faltando uma tampa no piso ou recuperao do piso

    Instalar uma placa no piso, ou cimentar a canaleta do eletroduto. Toro do tornozelo e tropeo com queda.

    Linha de transmisso: Cruzetas trincadas prximo casa de fora

    Substituio da cruzeta Curto circuito, choque eltrico e perda da transmisso da usina.

    Linha de transmisso: cruzetas de madeira dos postes ao longo da escadaria esto apodrecidas e devem ser substitudas e devidamente ancoradas.

    Substituir as cruzetas e refazer a ancoragem da linha

    Curto circuito, choque eltrico e perda da transmisso da usina.

    Linha de transmisso: Vegetao sob a linha

    Realizar poda da vegetao Curto circuito fase terra, atuao da proteo e perda da gerao.

    Painel de comando da comporta da adutora: Falta identificao de componentes.

    Identificar os componentes na porta frontal e no interior do painel na placa de montagem.

    Falha operacional. Demora na identificao dos componentes durante operao e manuteno corretiva com possibilidades de erros nas medies.

    Painel de comando da comporta da adutora: Realizar tratamento anticorrosivo com Aumento da corroso, permitindo infiltrao da

  • 15

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    Apresenta oxidao na parte inferior do painel

    aplicao de pintura em todo o painel. gua da chuva podendo provocar curto circuito e choque eltrico por baixa isolao.

    Subestao: Cabos de sada do transformador sem proteo na entrada do tubo

    Instalar proteo entre o cabo e o eletroduto.

    Degradao da isolao, curto circuito e perda da linha.

    Subestao: Cubculo do disjuntor apresenta desorganizao na fiao interna do painel.

    Arrumar a fiao interna, instalando nas canaletas existentes, fazer amarrao em chicotes, presos por abraadeiras plsticas.

    Curto circuito no interior do painel com perda total do painel.

    Subestao: Porto quebrado Reparar a estrutura do porto Facilidade de acesso de pessoas no habilitadas.

    Subestao: Malha de terra mal conectada.

    Refazer a malha de terra da grade com solda exotrmica

    Choque eltrico por tenso de toque.

    Subestao: Abrigo do extintor inadequado em posio errada sem identificao.

    Instalar um abrigo adequado com identificao em uma posio prxima ao porto de acesso.

    Choque eltrico e queima ao tentar pegar o extintor na posio que est hoje.

    Subestao: Grades sem bloqueio de barreira na parte superior

    Instalar arame farpado na parte superior da grade.

    Facilidade de acesso de pessoas no habilitadas.

    Painel de comando da comporta do canal de aduo: Apresenta oxidao na parte inferior e frontal do painel.

    Realizar tratamento anticorrosivo com aplicao de pintura em todo o painel.

    Aumento da corroso, permitindo infiltrao da gua da chuva podendo provocar curto circuito e choque eltrico por baixa isolao.

    Painel de comando da comporta do canal de aduo: Falta identificao de componentes.

    Identificar os componentes na porta frontal e no interior do painel na placa de montagem.

    Falha operacional. Demora na identificao dos componentes durante operao e manuteno corretiva com possibilidades de erros nas medies.

    Os diagramas unifilar, trifilar e funcional dos Manter cpia dos diagramas eltricos na Dificuldade na identificao e soluo de

  • 16

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    equipamentos eltricos no esto disponveis na usina.

    usina problemas eltricos

    7.4 Inspeo de Segurana do Trabalho

    Foram utilizados os seguintes documentos de referncia:

    - Consolidao das Leis do Trabalho CLT; - Lei 6.514, de 22.12.77; - Portaria 3.214, de 08.06.78, Normas Regulamentadoras; - Decreto Estadual do Corpo de Bombeiros N 56.819, de 10 de maro de 2011 - Instruo Tcnica N. 11/2014 do Corpo de Bombeiros - Associao Brasileira de Normas Tcnicas ABNT, em particular NBR 5410 e 5419; e - Demais normas vigentes no Pas, correlatas Segurana do Trabalho.

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    Trecho do cercado danificado e apresenta leve inclinao no sentido do vale.

    (fotos 1 e 2)

    Efetuar reparos e implementar o monitoramento constante dos cercados.

    Acidentes com terceiros.

    Em caso da queda do cercado - Aumento do potencial de risco durante os reparos.

    RISCO DE INVASO: Fcil acesso e visualizao s estruturas por parte de terceiros (jovens, crianas e dependentes qumicos)

    (fotos 3 e4)

    Manter trancados os portes de acesso. Realizar o alteamento dos cercados e incrementar as sinalizaes de proibio:

    ACESSO PROIBIDO RISCO DE ACIDENTES E AFOGAMENTO

    Acidentes com terceiros.

    Questionamentos, fiscalizaes e multas em caso de acidentes.

    Prejuzo imagem da Fundao junto comunidade local.

    Via pblica entre as instalaes: Solicitar Prefeitura a instalao de placas Atropelamentos.

  • 17

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    Ausncia de sinalizao de trnsito e de faixa de pedestre.

    (fotos 5)

    de limite de velocidade e de pedestres na via e da faixa de pedestres.

    Acidentes de trnsito.

    Transformador fora de uso ou em condio de reserva em local de fcil acesso sem a devida proteo contra choque.

    (fotos 6)

    Transformadores e demais equipamentos eltricos fora de uso ou em reserva, ao tempo ou abrigados, devem obrigatoriamente ter seus terminais de alta interconectados entre si e aos terminais da baixa, estes carcaa e todos finalmente terra.

    Risco de choque por efeito capacitivo.

    Livre acesso rea de risco eltrico devido ao porto aberto, altura insuficiente do cercado e a no utilizao das trancas. Verificar a existncia de aterramento do cercado e as condies da malha terra.

    (fotos 7 e 8) Cabeamento exposto.

    (fotos 45)

    Implantar, com urgncia, controle de fechamento do cercado, alteamento do cercado e instalar placa de advertncia com pictograma e com o aviso PERIGO DE MORTE - ACESSO SOMENTE A PESSOAL HABILITADO E AUTORIZADO de modo a evitar o acesso inadvertido ao local. Confirmar a existncia de aterramento e avaliar as condies da malha terra. Corrigir o posicionamento do cabo.

    Riscos de acidentes: choque, morte, queimaduras, incndios, tropeos e quedas.

    Diversos locais sem guarda corpo, corrimos, outros com vos e aberturas que geram o risco iminente de queda e de afogamento.

    (vide relatrio fotogrfico de segurana).

    Instalao de guarda corpo, corrimos e rodaps de acordo com a legislao vigente e efetuar o fechamento e controle de vos e aberturas.

    Fornecer colete salva vidas Classe IV,

    Acidentes com terceiros (visitantes).

    Morte por afogamento.

    No obteno do AVCB e consequentemente Alvar de funcionamento.

  • 18

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    treinar e exigir das equipes seu uso, mesmo nos locais com guarda corpo, uma vez que esses tm a altura inferior ao que determina a NR 18.

    Realizar levantamento dos locais com risco de afogamento e providenciar a instalao de bias salva vidas com retinida de 20m.

    Prejuzo imagem da Fundao junto comunidade local.

    Cruzeta apodrecida.

    Efetuar a sua substituio e definir um plano de monitoramento para controle das condies das diversas instalaes - eltricas, hidrulicas e civis.

    Risco de acidentes.

    Interrupo no fornecimento de energia. Aumento do potencial de acidentes no caso de manutenes de emergncia.

    Trinca acentuada no escritrio de apoio.

    Efetuar o reparo em carter de urgncia e monitorar sua eficcia.

    Comprometimento da edificao - risco de desmoronamento parcial.

    Ausncia de aterramento da estrutura.

    (fotos 25 e26)

    Instalar aterramento na estrutura.

    Riscos de acidentes: choque, morte e queimaduras.

    Avaliar a existncia de Sistema de Proteo contra Descargas Atmosfricas.

    Instalar o Sistema de Proteo contra Descargas Atmosfricas. Caso haja esse recurso, e no tenha sido observado, avaliar as suas condies.

    Risco de acidentes s pessoas e danos aos equipamentos.

    Risco de Acidentes: fcil acesso s partes girantes e com risco de choque das unidades geradoras.

    (vide relatrio fotogrfico de segurana).

    Faz-se necessrio instalar barreiras fsicas de proteo contra contato, sinalizadas, de modo a impedir toques acidentais em barramentos, chaves seccionadoras e outros circuitos eltricos ou mquinas girantes que se encontrem em situaes

    Riscos de acidentes: choque, morte, queimaduras.

    Prejuzo da imagem da Fundao junto comunidade local.

    Dificuldade no atendimento de vtimas de acidentes ou mal sbito.

  • 19

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    semelhantes.

    Instalar protees nos pontos com risco de esmagamento e agarramento de mquinas e equipamentos.

    NR 12 - Segurana no Trabalho em Mquinas e Equipamentos, item 12.22 - As baterias devem atender aos seguintes requisitos mnimos de segurana: c) proteo do terminal positivo, a fim de prevenir contato acidental e curto-circuito;

    NR 18 - Condies e Meio Ambiente de Trabalho na Indstria da Construo, item 18.21.17 Nos casos em que haja possibilidade de contato acidental com qualquer parte viva energizada, deve ser adotado isolamento adequado.

    Placa desnivelada e eletroduto em rea de passagem. Piso irregular prximo porta de acesso da usina. Degraus irregulares, danificados e corrimos no acompanham toda a extenso da escada.

    (foto 55)

    Instalao, adequao e conserto de todos os locais onde houver tubulaes em reas de circulao, irregularidades no piso e desnivelamento de placas (metlicas ou de concreto) a fim de evitar quedas. Adequar os corrimos.

    Risco de quedas, fraturas, escoriaes, afastamentos, etc.

    Passagem inadequada de cabo eltrico.

    (fotos 42 e 43) Adequar sua instalao. Risco de choque e do rompimento do cabo.

    Substituir o assento sanitrio, providenciar lixeira com tampa e papel toalha.

    (fotos 44)

    Adequar as instalaes sanitrias conforme a NR 24 - Condies Sanitrias e de Conforto nos Locais de Trabalho.

    Doenas gastrointestinais, hepatite, doenas de pele e, consequentemente afastamentos.

  • 20

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    Painel de comando danificado e sem travamento - risco de acionamento indevido.

    Instalar proteo nas botoeiras do comando das comportas de forma a evitar o acionamento indevido e atos de vandalismo.

    Risco operacional: Interferncia na operao da usina e danos aos equipamentos.

    Operao e controle das adutoras: Em desacordo s NRs 17, 18 e 24: Trabalho do operador ocorre a cu aberto e em p, sem assento que possibilite a alternncia dessa posio, no local (rea das adutoras) no h abrigo quando de intempries, sujeitando o operador ao uso da Sala de Bombas, expondo-o ao rudo excessivo ou a ter que atravessar a via pblica para proteger-se. H de se relatar que o empregado para atender suas necessidades fisiolgicas, depende da boa vontade do responsvel da gua Paulista. Ausncia de guarda corpo, piso danificado e materiais espalhados junto da rea de manobra favorecem a ocorrncia de quedas e de afogamento.

    (vide relatrio fotogrfico de segurana).

    Adotar as providncias necessrias ao atendimento da legislao vigente. Obs.: Avaliar a possibilidade da locao de container em conformidade NR 18 - Condies e Meio Ambiente de Trabalho na Indstria da Construo.

    Instalao de guarda corpo, corrimos e rodaps de acordo com a legislao vigente e efetuar o fechamento e controle de vos e aberturas.

    Quedas, fraturas, leses diversas.

    No obteno do AVCB e consequentemente Alvar de funcionamento.

    Prejuzo imagem da Fundao junto comunidade local.

    Responsabilidade Civil e Criminal por conta da ocorrncia de acidentes.

    RISCO GRAVE E IMINENTE DE QUEDA E DE Projetar, confeccionar e instalar passarela

    Quedas, fraturas, leses diversas.

  • 21

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    AFOGAMENTO - Acesso aos mecanismos de acionamento das comportas da barragem superior estreito e sem guarda corpo.

    com guarda corpo, em carter de urgncia. No obteno do AVCB e consequentemente Alvar de funcionamento.

    Prejuzo imagem da Fundao junto comunidade local.

    Responsabilidade Civil e Criminal por conta da ocorrncia de acidentes.

    GERAL: Regularizar todas as reas em atendimento ao que preconizam as Instrues Tcnicas do Corpo de Bombeiros do Estado de So Paulo - principalmente a IT n11, em seu item 5.8 Guarda corpos e Corrimos.

    Ausncia do Plano de Ao Emergencial PAE e respectivos treinamentos e simulados.

    Instalao, adequao e conserto de todos os locais onde houver qualquer desnvel acima de 19 cm a fim de evitar quedas, conforme a legislao.

    Elaborar e implementar um Plano de Ao Emergencial PAE com a participao de toda a fora de trabalho prpria e contrata.

    Estudar e definir os procedimentos para atendimento a situaes de emergncia. Obs.: Considerar a possibilidade da contratao de Servios Especializados de Remoo.

    Dificuldade no atendimento de vtimas de acidentes ou mal sbito.

    Perdas humanas e materiais em caso de sinistro.

    Acidentes causados pela falta de orientao e sinalizao.

    No obteno do AVCB e consequente comprometimento do Alvar de funcionamento.

    Fiscalizao e penalidades.

    Ausncia de Kit Maca voltado imobilizao e resgate na prestao dos primeiros socorros, a fim de atender vtimas de acidentes ou mal sbito no local.

    Aquisio de Kits para primeiros socorros, nos quais devem ser inclusos macas e colares cervicais.

    No atendimento ao item 7.5 da Norma Regulamentadora de n 07 - Programas de Controle Mdico de Sade Ocupacional - PCMSO.

    Escadas fora do padro de segurana preconizado pela NR 18 - Condies e Meio Ambiente de Trabalho na Indstria da

    Efetuar as adequaes necessrias. Realizar levantamento das escadas que necessitam da instalao de fitas anti

    Risco de quedas.

  • 22

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    Construo. derrapantes.

    Acondicionamento irregular tambor com indicao de contaminao do solo

    (fotos 27 e 43)

    Providenciar local adequado para a guarda e movimentao de produtos qumicos e inflamveis.

    Fornecer EPIs para manipulao de produtos qumicos e ou inflamveis e treinar seus empregados quanto ao seu correto uso e conservao.

    Providenciar mecanismo para movimentao de tambores.

    Instalar prateleiras e sinalizar o piso de modo a contribuir com o acondicionamento organizado de materiais e equipamentos.

    Contaminao do solo e risco de incndio.

    Acidentes por esforo fsico, posturas foradas com a dificuldade durante a movimentao de tambores.

    Iamento e transporte mecanizado de cargas. Levantamento e movimentao manual de cargas.

    Avaliar as condies dos equipamentos de iamento de carga (cabos de ao, cintas, olhais, manilhas, etc.) e substitu-los quando necessrio. Definir e indicar a carga mxima permitida viga de sustentao da talha. Ministrar treinamento aos empregados quanto aos aspectos bsicos de segurana no levantamento e movimentao manual de cargas.

    Presena de teias. Realizar limpeza peridica. Acidentes ocasionados por quedas de animais ou pela picada destes.

  • 23

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    Formao de um ambiente com aspecto de abandono.

    A usina apresenta alguns locais com lmpadas queimadas e outros pontos desprovidos destas. Manter atualizados PPRA Programa de Preveno de Riscos Ambientais e o PCMSO Programa de Controle Mdico de Sade Ocupacional.

    Definir um plano de monitoramento e de manuteno de circuitos e equipamentos eltricos e para o atendimento da necessidade substituio de lmpadas. Providenciar a contratao e realizao dos Laudos mencionados, como tambm as adequaes necessrias. Manter esses documentos atualizados - Validade: 1 ano.

    Risco de acidentes. Fiscalizao e consequentes penalidades por no atender o que preconizam a Normas Regulamentadoras Nos 07, 09, 10 e 17.

    Escadarias em geral.

    Realizar levantamento da necessidade de adequao e instalao de guarda corpos, corrimos, rodaps e fitas anti derrapantes.

    Efetuar os reparos e adequaes necessrias nos degraus.

    Risco de acidentes - quedas.

    Partes girantes dos mecanismos destinados movimentao das comportas, sem a devida proteo fsica.

    (foto 50)

    Instalar protees nos pontos com risco de esmagamento e agarramento de mquinas e equipamentos.

    NR 12 - Segurana no Trabalho em Mquinas e Equipamentos, item 12.85 Os movimentos perigosos dos transportadores contnuos de materiais devem ser protegidos, especialmente nos pontos de esmagamento, agarramento e aprisionamento formados pelas esteiras, correias, roletes, acoplamentos, freios, roldanas, amostradores, volantes, tambores, engrenagens, cremalheiras, correntes, guias, alinhadores, regio do esticamento e contrapeso e outras partes mveis acessveis durante a operao normal.

    Acidentes com risco de leses incapacitantes (temporrias e permanentes) ou morte Responsabilidade Civil e Criminal por conta da ocorrncia de acidentes.

    Realizar levantamento das Realizar levantamento e realizar as Acidentes diversos: choque, incndio, danos s

  • 24

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    instalaes eltricas em desacordo legislao (NRs e NBR 5410).

    adequaes necessrias nas edificaes. instalaes e equipamentos.

    Trabalhadores que realizam atividades em diferena de nvel, acima de 2 metros.

    Realizar o Treinamento e Exames Mdicos em conforme a NR-35.

    Quedas, fraturas, leses diversas.

    Responsabilidade Civil e Criminal: exposio das empresas s punies previstas na lei, no caso de acidentes com trabalhadores sem a devida qualificao para a realizao das atividades que envolvam risco de queda.

    Local de acesso restrito com porta destrancada. Verificar a existncia de aterramento da tela.

    (fotos 34 e 35)

    Livre acesso a rea com risco eltrico Obs.: rea temporariamente desativada.

    (fotos 43)

    Implantar, com urgncia, controle de acesso sala de chaves e aos locais com risco de choque e instalar placa de advertncia com pictograma e o aviso PERIGO DE MORTE - ACESSO SOMENTE A PESSOAL HABILITADO de modo a evitar o acesso inadvertido ao local.

    Aterrar a tela.

    Risco de acidentes graves por conta do acesso inadvertido ao local.

    MANUTENO DAS REAS VERDES

    Servios de Roagem

    Equipamentos de trabalho e de segurana.

    Avaliar as condies de uso da roadeira.

    Realizar a mistura de combustvel de forma adequada, de modo a evitar a emisso exagerada de poluentes.

    Adquirir somente lminas de ao 1010-1020, no temperadas e estimular, onde aplicvel, o uso de fio de nylon.

    Fornecer os EPIs adequados tarefa tais

    Risco de incndio, queimaduras, intoxicao, corte, escoriaes, etc.

  • 25

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    como: luvas de vaqueta, capacete com protetor facial tipo bolha conjugado, perneiras, protetor solar, avental de raspa, botas de segurana e protetor auricular.

    Fornecer somente recipientes homologados pelo INMETRO para transporte de combustveis.

    7.5 Inspeo de Meio Ambiente

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    No local no h cpia da Licena Ambiental de Operao (LO) ou de documento emitido pela SMA / CETESB atestando a no necessidade dessa licena.

    Providenciar cpia autenticada do documento e deix-la em local de fcil acesso. obrigao legal a apresentao desse documento, em caso de vistoria de representantes de rgos vinculados ao SISNAMA.

    Aplicao de penalidades pelos rgos competentes.

    No local no h cpia da Outorga de Disponibilidade Hdrica emitida pela DAEE.

    Providenciar cpia autenticada do documento e deix-la em local de fcil acesso. obrigao legal a apresentao desse documento em caso de vistoria.

    Aplicao de penalidades pelos rgos competentes.

    No local no h cpia do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB)

    Providenciar cpia autenticada do documento e deix-la em local de fcil acesso. obrigao legal a apresentao desse documento em caso de vistoria.

    Aplicao de penalidades pelos rgos competentes.

  • 26

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    No local no h cpia do Alvar para Localizao e Funcionamento, emitido pela prefeitura do municpio.

    Providenciar cpia autenticada do documento e deix-la em local de fcil acesso. obrigao legal a apresentao desse documento em caso de vistoria.

    Aplicao de penalidades pelos rgos competentes.

    A propriedade est localizada em rea com mata preservada. Periodicamente ocorre a roagem das gramneas e eventuais podas e / ou supresso de vegetao arbrea.

    Quanto s eventuais podas e / ou supresso de vegetao arbrea, verificar se as mesmas so realizadas com autorizao dos rgos ambientais competentes e qual a destinao dos resduos gerados pela atividade.

    A execuo desses servios sem a existncia de autorizao legal, pode se caracterizar como crime ambiental.

    Segundo informaes fornecidas pelo Sr. Tobias os leos, graxas e estopas so encaminhados para uma empresa que faz tratamento e destinao desse material.

    conveniente verificar a existncia de documentao que comprove esse processo (por exemplo, manifesto de carga e/ou CADRI) e, caso no exista, regularizar essa situao. O mesmo se aplica a outros resduos industriais por ventura produzidos pela usina

    Autuao ambiental por no comprovar a destinao adequada dos resduos, bem como por transportar os mesmos sem autorizao.

    De acordo com os relatos encontramos grande quantidade de espcies da fauna silvestre e sinantrpica na rea (principalmente ofdios e aracndeos).

    Adoo e divulgao dos cuidados e riscos em relao a essa fauna e, no caso especfico dos ofdios e aracndeos estabelecer procedimentos a serem adotados em caso de um eventual acidente.

    Eventuais acidentes, principalmente na regio da escada de acesso casa de fora.

    No h um local especfico para acondicionamento de materiais e outro para resduos industriais.

    Estabelecer local especfico para a guarda dos materiais e outro para os resduos industriais, bem como separar os inflamveis dos no inflamveis.

    Alm do risco de incndios, temos tambm o risco de ocorrer acidentes ambientais, com possvel contaminao de material inerte.

  • 27

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    Disposio irregular de materiais e equipamentos usados e de tambores de leo (no lacrados) em reas externas (diretamente no solo).

    Dispor esses materiais e equipamentos em local adequado at a sua destinao final.

    Esse procedimento pode se caracterizar como crime ambiental.

    O transformador possui caixa para captao de leo, no caso de vazamento.

    Checar ficha / check-list da situao da caixa, para verificar eventual acmulo de gua, sujeira ou outros resduos.

    Comprometimento da caixa de captao de leo.

    O esgotamento sanitrio feito atravs de fossa sptica.

    Avaliao das condies da(s) fossa(s) sptica(s) e limpeza da(s) mesma(s) periodicamente.

    Comprometimento do lenol fretico.

    A captao de gua para consumo humano feita atravs de mina.

    Avaliao peridica da qualidade da gua, para verificar sua potabilidade.

    Eventual contaminao que comprometa sua potabilidade.

    Dificuldade de acesso casa de fora. O nico acesso para veculos feito atravs de estrada que cruza propriedade de terceiros, que impe restries passagem de pessoas e veculos. Permite apenas o trnsito de veculos de manuteno (somente o motorista) e mediante agendamento.

    Regularizar essa situao.

    Em caso de acidente ambiental ou de outra natureza, haver dificuldades para a imediata ao saneadora / mitigadora.

    Dificuldade de acesso casa de fora. O acesso entre o local onde est casa do zelador e a de um dos operadores, bem como o transformador feito atravs de uma escada muito ngreme e extensa.

    Verificar possibilidade de implantar melhoria no acesso.

    Esforo gasto e tempo dispendido para a locomoo entre as reas. Dificuldade de transporte dos resduos domsticos gerados na sala dos operadores e na vila residencial.

    Adutora desalinhada. Avaliao dos motivos dessa situao. Risco de rompimento da adutora e suas

  • 28

    CONSTATAO RECOMENDAO RISCO ASSOCIADO

    Caso haja necessidade de aes preventivas / corretivas, os rgos ambientais devero ser consultados.

    consequncias ao patrimnio e ao ambiente (comprometimento da vegetao local, formao de processos erosivos e eventual assoreamento do curso dgua).

    O reservatrio principal est localizado em uma propriedade rural, pertencente a terceiros, porm com acesso permitido.

    Avaliar possvel carreamento de resduos de insumos agrcolas para o reservatrio.

    Como nessa fazenda, at recentemente, ocorria produo intensiva de laranja, h o risco de que tenha ocorrido carreamento de resduos de insumos agrcolas para o reservatrio e futura eutrofizao desse corpo dgua.

    Queima dos resduos resultantes da varrio de folhas e galhos.

    Verificar se esse procedimento no fere legislao.

    Multa.

  • 29

    8. REGISTRO FOTOGRFICO

    8.1 Inspeo Civil

    FOTO 1 Barragem inferior; em primeiro plano,

    canal de aduo. Condies das obras civis aceitveis, exceo dos contrafortes da barragem.

    FOTO 2 Barragem inferior, vista de montante. Em primeiro plano, comporta do canal de aduo

    FOTO 3 Barragem inferior. Em primeiro plano,

    vertedouro em sifo. O dispositivo permite o incremento das vazes descarregadas por metro

    linear de crista. Notar os vents no inicio da curvatura da crista. Sua funo interromper a

    escorva do sifo, quando o NA do reservatrio baixa e permite a entrada de ar no sistema.

    FOTO 4 Barragem inferior. Sadas do vertedouro em sifo

    FOTO 5 Barragem inferior. Comporta do canal de

    aduo FOTO 6 Barragem inferior vista de jusante

  • 30

    FOTO 7 Barragem inferior vista de jusante;

    detalhes dos contrafortes da barragem, observar o concreto deteriorado. As demais partes civis da

    barragem apresentam condies aceitveis.

    FOTO 8 Barragem inferior, captao de gua para abastecimento de Santa Rita de Passa Quatro; vazo

    mdia estimada 0,1 m3/s.

    FOTO 9 - Reservatrio superior, distante aproximadamente 1100 m do reservatrio inferior

    FOTO 10 Barragem superior, concreto com contrafortes; o acesso ao comando da comporta precrio, mas no se recomenda o uso de guarda-

    corpo, pois trata-se de perfil vertente.

    FOTO 11 Barragem superior- comporta; no foi possvel examinar o dispositivo detalhadamente; o vazamento aduz uma vazo mnima para jusante

    FOTO 12 Barragem superior- desgaste no concreto dos contrafortes

  • 31

    FOTO 13 - Casa de fora vista desde a ponte sobre o rio. A Usina foi instalada em uma garganta em uma cuesta de basalto. O local utilizado para

    rapel e tirolesa.

    FOTO 14 Cmara de carga

    FOTO 15 Canal de aduo. No h problemas graves nas estruturas civis de aduo

    FOTO 16 Grades

  • 32

    FOTO 18 Adutora. A linha amarela procura evidenciar uma forte sinuosidade

    FOTO 19 Adutora vista de baixo. Notar a sinuosidade e as mossas causadas por quedas de

    blocos.

    FOTO 20 Escada de acesso casa de fora, em alvenaria de tijolos. Por questo fundiria, o acesso

    rodovirio parte inferior restrito,

    FOTO 21 Prdio administrativo visto da parte o final da escadaria

  • 33

    FOTO 22 Casa de fora vista desde o prdio administrativo

    FOTO 22 Casa de fora: O estado geral do prdio bom.

    FOTO 23 Linha de transmisso vista desde as proximidades da casa de fora. O bambu interfere

    com os cabos. FOTO 24 Sada do canal de fuga

    FOTO 25 Casa de fora, sob as mquinas. Estruturas civis em bom estado geral

    FOTO 26 Interior da casa de fora. Parte civil sem problemas aparentes

    FOTO 27 Cobertura da casa de fora. Estado geral bom, sem evidncias de vazamentos.

    FOTO 28 Prdio administrativo; trinca prxima a borda do talude

  • 34

    FOTO 29 Trinca no prdio administrativo.

    8.2 Inspeo Mecnica (1)

    FOTO 1 Adutora em boas condies de

    conservao e sem vazamentos aparentes. Desalinhada em sua poro superior

    FOTO 2 Sistema de acionamento da Comporta da adutora necessita de pintura e lubrificao

    FOTO 3 Grade de conteno de detritos da comporta da adutora necessita de proteo

    superficial.

    FOTO 4 Sistemas de acionamento das Comportas do canal de aduo e desassoreamento da barragem

    principal em boas condies

  • 35

    FOTO 5 Sistemas de acionamento das Comportas do canal de aduo de desassoreamento do canal

    em boas condies

    FOTO 6 Sinais de vazamentos diversos pelas tampas da caixa espiral das turbinas de ambas as

    Unidades Geradoras.

    FOTO 7 Sinais de vazamentos diversos pelas

    tampas da caixa espiral das turbinas de ambas as Unidades Geradoras.

    FOTO 8 Sistema de refrigerao auxiliar do leo do mancal de ambas as Unidades Geradoras com

    instalao provisria

    8.3 Inspeo Mecnica (2)

    FOTO 1 Vista do prdio da usina FOTO 2 Unidades da Usina: Aguardando nvel no

    Reservatrio para Operao

  • 36

    FOTO 3 Vista da escada de acesso ao prdio da

    usina FOTO 4 Sistema de resfriamento do leo do mancal, instalado provisoriamente para auxilio na lubrificao

    FOTO 5 Vista do desalinhamento da adutora verificado em 07/10/14

    FOTO 6 Vista do desalinhamento da adutora verificado em 14/09/10

    8.4 Inspeo Eltrica (1)

    FOTO 1 Unidades 1 e 2 FOTO 2 Painis de comando e controle unidades 1 e 2

  • 37

    FOTO 3 Reostato de campo das unidades FOTO 4 Excitatriz, comutador e escovas

    FOTO 5 Vista da Subestao FOTO 6 - Detalhe do transformador e cubculo de mdia tenso

    FOTO 7 Disjuntor de mdia tenso - Subestao

    FOTO 8 Detalhe das cruzetas apodrecidas do circuito de distribuio ao lado da escadaria

    8.5 Inspeo Eltrica (2)

  • 38

    FOTO 1 Excitatriz UG#1 FOTO 2 Isolao degradada da excitatriz UG#1

    FOTO 3 Anis de excitao UG#1 FOTO 4 Estator e rotor UG#1

    FOTO 5 Cabos de sada solto no piso do gerador FOTO 6 Vlvula de isolamento

    FOTO 7 Vlvula do bypass FOTO 8 Sistema de lubrificao dos mancais

  • 39

    FOTO 9 Vazamento de leo de um mancal FOTO 10 Painel de controle da UG#1

    FOTO 11 Fiao interna do painel de controle UG#1

    FOTO 12 Instrumento que est solto no painel

    FOTO 13 Excitatriz da UG#2 FOTO 14 Gerador UG#2

  • 40

    FOTO 15 Anis de excitao da UG#2: realizado passe

    FOTO 16 Cabos de sada da UG#2

    FOTO 17 Visor de nvel pintado e caixa de conexo aberta

    FOTO 18 Painel de controle da UG#2: fiao interna

  • 41

    FOTO 19 Painel de distribuio de corrente alternada QDA

    FOTO 20 Fiao interna do painel QDA

    FOTO 21 Transformador de servio de estao FOTO 22 Disjuntor de sincronismo

    FOTO 23 Transformadores de corrente e potencial do disjuntor de sincronismo

    FOTO 24 Reostato da excitao

  • 42

    FOTO 25 Motogerador de emergncia FOTO 26 Painel distribuio corrente contnua QCC

    FOTO 27 Banco de baterias FOTO 28 Equipamentos fora de uso

    FOTO 29 Chegada da linha de transmisso FOTO 30 Vegetao sob a linha

  • 43

    FOTO 31 Painel de distribuio de iluminao e tomada

    FOTO 32 Painel de comando da comporta do conduto forado

    FOTO 33 Subestao FOTO 34 Transformador

  • 44

    FOTO 35 Cabos de sada do transformador FOTO 36 Rel de proteo de linha

    FOTO 37 Disjuntor de linha FOTO 38 Compartimento interno do rel de proteo

    FOTO 39 Porto da subestao quebrado FOTO 40 Malha de aterramento da grade sem

    conexo apropriada

  • 45

    FOTO 41 Abrigo do extintor inadequado na subestao

    FOTO 42 Comporta do canal de aduo

    FOTO 43 Painel de comando da comporta do canal de aduo

    FOTO 44 Painel de comando da comporta do canal de aduo

    8.6 Inspeo de Segurana do Trabalho

    FOTO 1 - Trecho do cercado danificado e apresenta leve inclinao no sentido do vale

    FOTO 2 - Detalhe do cercado danificado

  • 46

    FOTO 3 - RISCO DE INVASO Fcil acesso e visualizao s estruturas por parte

    de terceiros (jovens, crianas e dependentes qumicos)

    FOTO 4 - RISCO DE INVASO Fcil acesso e visualizao s estruturas por parte de terceiros (jovens, crianas e dependentes qumicos)

    FOTO 5 - Via pblica entre as instalaes: Ausncia de sinalizao de trnsito e de faixa de pedestres

    FOTO 6 - Transformador em local de fcil acesso sem a devida proteo contra choque

    FOTO 7 - Livre acesso a local com risco eltrico por no utilizao adequada da tranca

    FOTO 8 - Porto aberto e a altura do cercado favorecem a entrada no espao. Verificar a existncia de aterramento do cercado e avaliar as condies da

    malha terra

  • 47

    FOTO 9 - Ausncia de guarda corpo na escada FOTO 10 - Ausncia de guarda corpo Risco de

    queda

    FOTO 11 - Vista do local com risco de queda Ausncia de guarda corpo

    FOTO 12 - Local com risco de queda e de afogamento proteo existente incompleta, portanto,

    ineficaz por no abranger todo o permetro

    FOTO 13 - Local com risco de queda, ausncia de guarda corpo

    FOTO 14 Guarda corpo de ligao escadaria, proteo lateral, encontra-se apodrecido

    FOTO 15 - Ausncia de guarda corpo, esquerda, ao longo da escadaria de acesso a usina

    FOTO 16 Ausncia de guarda corpo

  • 48

    FOTO 17 Ausncia de guarda corpo FOTO 18 Ausncia de guarda corpo

    FOTO 19 - Degraus com pisos danificados FOTO 20 - Degraus com pisos danificados

    FOTO 21 Cruzeta apodrecida FOTO 22 Trinca acentuada no escritrio de apoio

    FOTO 23 Trinca acentuada no escritrio de apoio FOTO 24 Detalhe da forte trinca no escritrio de

    apoio

    FOTO 25 - Ausncia de aterramento da estrutura FOTO 26 - Detalhe da ausncia de aterramento da estrutura

  • 49

    FOTO 27 - Acondicionamento irregular tambor com indicao de contaminao do solo

    FOTO 28 - Avaliar a existncia de Sistema de Proteo contra Descargas Atmosfricas

    FOTO 29 - Risco de acidentes: CHOQUE E ACESSO A PARTES GIRANTES

    FOTO 30 - Instalao inadequada e com fio em rea de circulao

    FOTO 31 - Risco de acidentes: CHOQUE E ACESSO A PARTES GIRANTES FOTO 32 - Detalhe da instalao inadequada e do fio

    FOTO 33 - Risco de acidentes: CHOQUE E ACESSO A PARTES GIRANTES

    FOTO 34 - Risco de acidentes: CHOQUE E ACESSO A PARTES GIRANTES

  • 50

    FOTO 35 - Risco de acidentes: CHOQUE E ACESSO A PARTES GIRANTES

    FOTO 36 - Risco de acidentes: CHOQUE E ACESSO A PARTES GIRANTES

    FOTO 37 - Trabalhos em Altura / Espao Confinado FOTO 38 - Verificar as condies de aterramento do

    cercado

    FOTO 39 - Placa desnivelada e eletroduto em rea de passagem

    FOTO 40 - Piso irregular prximo porta de acesso da usina

    FOTO 41 - Ausncia de guarda corpo e corrimo FOTO 42 - Passagem inadequada de cabo eltrico

  • 51

    FOTO 43 - Detalhe da passagem inadequada de cabo eltrico e acondicionamento irregular tambores

    ao fundo

    FOTO 44 - Substituir o assento sanitrio, providenciar lixeira com tampa e papel toalha

    FOTO 45 - Cabeamento exposto FOTO 46 - Ausncia de guarda corpos Risco de queda

    FOTO 47 - Escada de acesso s comportas da barragem: estreita, sem corrimos e guarda corpo -

    em desacordo com a NR 18 Riscos de queda e afogamento

    FOTO 48 - Vista da descida da escada de acesso s comportas: Riscos de queda e afogamento

  • 52

    FOTO 49 - Topo da estrutura da barragem, junto s comportas, sem corrimos e guarda corpo, em desacordo com a NR 18 - Riscos de queda e

    afogamento

    FOTO 50 - Engrenagens do mecanismo de acionamento das comportas expostas, sem proteo -

    Risco de Esmagamento

    FOTO 51 - Painel de comando danificado e sem travamento - risco de acionamento

    indevido

    FOTO 52 - RISCO DE INVASO - Fcil acesso e visualizao s estruturas por parte de terceiros

    (jovens, crianas e dependentes qumicos) Ausncia de guarda corpos - Risco de queda

    FOTO 53 - Ausncia de guarda corpo Riscos de queda e de afogamento

    FOTO 54 - Ausncia de guarda corpo Riscos de queda e de afogamento

    FOTO 55 - Degraus irregulares, danificados e

    corrimos no acompanham toda a extenso da escada

    FOTO 56 - Operao e controle das adutoras: Em desacordo s NRs 17, 18 e 24:

    Trabalho do operador ocorre a cu aberto e em p, sem assento que possibilite a alternncia dessa

    posio, no local (rea das adutoras) no h abrigo quando de intempries, sujeitando o operador ao uso da Sala de Bombas, expondo-o ao rudo excessivo ou

    a ter que atravessar a via pblica para proteger-se. H de se relatar que o empregado para atender suas necessidades fisiolgicas, depende da boa vontade

    do responsvel da gua Paulista.

  • 53

    FOTO 57 - Bombas das Adutoras falta proteo das partes girantes e apresentam vazamento

    FOTO 58 - Instalaes eltricas inadequadas frente NRB 5410 e acondicionamento irregular de roupas e EPIs por falta de local apropriado para a sua guarda

    FOTO 59 - Ausncia de guarda corpo e piso danificado favorecem a ocorrncia de quedas e de

    afogamento

    FOTO 60 - Ausncia de guarda corpo e materiais espalhados junto da rea de manobra favorecem a

    ocorrncia de quedas e de afogamento

    FOTO 61 - Portas da caixa de entrada apenas com trincos e sem sinalizao de PERIGO DE MORTE

    FOTO 62 - Acesso aos mecanismos de acionamento das comportas da barragem superior estreito e sem

    guarda corpo - RISCO GRAVE E IMINENTE DE QUEDA E DE AFOGAMENTO

  • 54

    FOTO 61 - Ausncia do Plano de Ao Emergencial PAE e respectivos treinamentos e simulados.

    62 - Iamento e transporte de cargas - Mecanizado e Manual

    8.7 Inspeo de Meio Ambiente

    FOTO 1 Vista geral da propriedade, que est localizada em rea com vegetao preservada.

    possvel observar a casa de fora e a sala dos operadores. No local necessria a execuo

    peridica de roagem das gramneas e eventual poda e/ou supresso de vegetao arbrea.

    FOTO 2 Vista geral da propriedade. De acordo com os relatos encontramos espcies da fauna silvestre e

    sinantrpica na rea. Em funo das condies especficas da rea h riscos de acidentes, no ficando claro quais os procedimentos a serem

    adotados nesse caso, principalmente os envolvendo ofdeos e aracndeos.

    FOTO 3 Vista do local onde est instalado o transformador. Notar que o mesmo possui caixa para captao do leo, no caso de vazamento.

    FOTO 4 Local utilizado para queima de material resultante de roada de gramneas e varrio das

    reas verdes.

    FOTO 5 Local utilizado para disposio de materiais diversos. No h separao entre os materiais inflamveis e os no inflamveis, bem

    como os em condies de uso e os a serem descartados.

    FOTO 6 - Segundo informaes, fornecida pela equipe da gua Paulista, os leos, graxas e estopas

    so encaminhados para uma empresa que faz tratamento desse material.

  • 55

    FOTO 7 Vista de montante da adutora. Notar a presena de vegetao nativa ao longo de todo o

    trecho.

    FOTO 8 Vista de jusante da adutora. possvel observar o desalinhamento da mesma. Em caso de

    ruptura, para a sua recuperao ser necessrio consulta SMA / CETESB, em funo da presena

    de vegetao nativa no entorno.

  • 56

    FOTO 9 Vista de montante da escada de acesso casa de fora, sala dos operadores e vila residencial

    (notar que esse o acesso usual, pois o outro implica em percorrer estrada localizada dentro de propriedade particular). Devido a sua localizao,

    existe o risco de acidentes envolvendo a fauna silvestre (em especial ofdeos e aracndeos).

    FOTO 10 Vista de jusante da escada de acesso casa de fora, sala dos operadores e vila residencial.

    FOTO 11 Disposio ao relento de tambores, contendo leo usado. Dois desses tambores no

    esto corretamente fechados.

    FOTO 12 Disposio irregular de materiais inservveis.

    FOTO 13 Disposio irregular de materiais inservveis.

    FOTO 14 Tambor de leo inutilizado e disposto irregularmente. Notar que est sem a tampa.

    FOTO 15 Tampa de tambor de leo descartada no meio da vegetao (provavelmente a tampa do

    tambor observado na FOTO 14).

    FOTO 16 Talude com inclinao negativa prximo sala dos operadores. Notar que no meio do talude

    temos a presena de uma tubulao.

  • 57

    FOTO 17 Vista da barragem do reservatrio inferior, localizado na margem oposta da estrada

    Jaime Nori (em frente entrada principal da usina). No local temos uma captao de gua para

    abastecimento pblico do municpio de Santa Rita do Passa Quatro.

    FOTO 18 Vista da barragem do reservatrio superior, localizado em rea particular h mais de 1

    km da casa de fora.