pavimenta§£o obras

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  • 8/13/2019 pavimentao obras

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    SEGURANA

    NAOBRA CIVIL

    Edicin en portugusMarzo de 2009

    5PAVIMENTADOR

    Seguridad en la Obra Civil

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    ndice

    Apresenta o .... . .. . . . . . .. . . . . . .. . . . . .. . . . . . .. . . . . . .. . . . . .. . . . . . .. . . . . . .. . . . . .. . . . . . 1

    P rsenta tion .... . . .. . . . . . .. . . . . .. . . . . . .. . . . . . .. . . . . . .. . . . . .. . . . . . .. . . . . . .. . . . . .. . . . . . . 2

    Co mo se pode perder a s ade no tra ba lho .... . . .. . . . . . .. . . . . . .. . . . . 2

    Direitos e obriga e s .... . . .. . . . . . .. . . . . . .. . . . . .. . . . . . .. . . . . . .. . . . . . .. . . . . .. . . . . . 3

    Identifica o e notifica o d e risc os .... . .. . . . . . .. . . . . . .. . . . . . .. . . . . . .. . 4

    Actua o em ca so de ac idente .... . . .. . . . . .. . . . . . .. . . . . . .. . . . . . .. . . . . . .. . . 4

    P a vimentador .... . .. . . . . . .. . . . . . .. . . . . .. . . . . . .. . . . . . .. . . . . .. . . . . . .. . . . . . .. . . . . .. . . . . . 5

    Risc os es pec fico s principa is ............................................ .... 6

    Definio

    Quando oc orrem

    P orq ue que oc orrem

    Co mo se evitam

    Como proteger-se

    Outros risc os e medida s preventivas .................................. 11Regula menta o es pecfica de o bra c ivil ... . . . .. . . . . . .. . . . . . .. . . . . . 13

    Ttulo:Se guran a na obra c ivilPavimentador

    1 edi o em Po rtugus. Maro de 2009.

    Autor:Jos Mara Aizcorbe Sez. Instituto Navarro de Salud Laboral

    Coordenao e Gesto:J a vier Erans us Izquierdo . Instituto Nava rro d e S a lud Lab oralEmilio Leza na P rez. Funda cin La bo ra l de la Co nstruccin

    Colaborao:Santiago Pangua CerrilloJ ua n nge l de Luis Arza

    Design de ca pas e desenhos:J os Mara Aizcorbe S ez

    Trad u o

    www.traduCCI.com

    G OBIERNO DE NAVARRADepartamento de S aludInstituto Nava rro de S alud Labo ral

    Impresso:G r fica s Liza rraISBN Segurana na obra civil: 978-84-235-3145-5ISB N P a vimenta do r: 978-84-235-3150-9D.L.: NA-1231/2009

    Promo o e distribui o:Fondo de Publicaciones del Gobierno de Navarra

    C/Na vas de Tolosa , 2131002 Pa mplonaTelfon o: 848 427 121Fax: 848 427 123fondo.publicaciones@navarra.esww w.cfna varra.e s/publica ciones

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    SEGURANA NA OBRA CIVIL

    Pavimentador

    Introduo do conhecimento geral que as principais causas de morte dos trabalhadores na Obra Civil soos sepultamentos provocados por abatimentos, derrubamentos e corrimentos de terras, emconsequncia da falta de sustentao, apoio ou escoramento, para alm dos atropelamentos,colises e esmagamentos por mquinas, trfego de viaturas e de um sem-fim de tombamentos,colises, choques, quedas de distintos nveis e electrocusses que se verificam nodesenvolvimento desta actividade.

    A Obra Civil caracteriza-se pela diversidade de trabalhos e tarefas diferentes, utilizao demaquinaria pesada, interferncias de trfego interno e externo e, sobretudo, pelos altos nveisde subcontratao e incorporao de mo-de-obra imigrante com escassa profissionalizao edesconhecimento da lngua.

    Este material divulgativo, objecto de reedio, consta de oito monografias dedicadas adeterminados ofcios da Obra Civil, nas quais se tenta dar uma resposta a diversas interrogantesque o trabalhador da construo se possa fazer: como se pode perder a sade, que direitos eobrigaes assistem ao trabalhador, como se identificam e notificam os riscos e como agir em casode acidente. Segue-se-lhe uma parte especfica relativa aos riscos mais importantes e as suaspossveis consequncias, na qual se tentou ilustrar graficamente os riscos especficos de cada um

    dos ofcios e as suas medidas de preveno e proteco, para finalizar, a ttulo de extracto deavaliao de riscos, com as medidas de preveno e proteco a aplicar no controlo dos riscosgerais da actividade.

    Tentou-se abordar as actividades do ponto de vista do risco, no s da Segurana, mas sim doponto de vista higinico e ergonmico e da coordenao e organizao do trabalho, de umamaneira grfica e simples, tentando encaixar as medidas de preveno e de proteco ao amparodo novo normativo e da tecnologia actual.

    Com a finalidade de completar a primeira edio, pretendeu-se definir os trabalhos e operaesde cada uma das actividades, em conjunto com os equipamentos, mquinas, meios auxiliares,materiais e produtos utilizados em cada um dos Ofcios parmetros que definem o procedimentode trabalho- e que devem ser objecto de Avaliao de Riscos de cada um dos Postos de Trabalho.

    Com este Manual de Segurana na Obra Civil, o Instituto Navarro de Salud Laboral (InstitutoNavarro de Sade no Trabalho) pretende contribuir para a formao e a consciencializao, emtermos de preveno, dos trabalhadores das empresas e dos trabalhadores por conta prpria, bemcomo do pessoal imigrante, atravs do conhecimento dos riscos e das medidas de preveno eproteco, necessrios aquisio de uma Cultura Preventiva nas obras de Engenharia Civil, epoder reduzir os acidentes de trabalho e doenas profissionais nas obras da construo.

    O AUTORJosMaria A izcorbe Sez

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    ACIDENTEDE TRABALHO

    SEGURANA

    DOENAPROFISSIONAL

    HIGIENE INDUSTRIAL

    DOENA PROFISSIONAL

    FADIGAINSATISFAO

    DESINTERESSE

    Falta de ordem e limpeza

    Mau estado d as mq uinas

    Falta de protec o c olectiva

    N o utiliza o d e EP IS

    Rea liza o de a ctos inseg uros

    Uso de produtos perigo sos

    Exposio a o rudo e s vibra es

    Exposio a poluentes

    N o utiliza o d e EP IS

    Ms c ondi es de traba lho

    Ritmo de tra ba lho a celera doFalta de comunicao

    Estilo d e c oma ndo

    Falta de esta bilida de no tra ba lho

    ERGONOMIAPSICO-SOCIOLOGIA

    Como se pode perder a sade no trabalhoA Organizao Mundial da Sade define a sade como o estado de bem-estar fsico, mental e socialcompleto e n o meramente a a usncia de da nos ou doena .

    O TRABALHO: P odemo s de finir os factores de risc o c omo a q uela s s itua es do tra ba lho que podemafectar de forma negativa a sade dos trabalhadores.

    FACTORES DE RISCO CONSEQUNCIAS TCNICA PREVENTIVA

    Muitos e complexos so os factores quedesenca deiam o ac idente de trab alho e a doenaprofissional e variveis as suas consequnciassob re os tra ba lhad ores: uns a tribuveis s c a usas

    b sica s e e strutura is, e o utros a fac tores c ausa isque, unidos ao desconhecimento e menosprezodo risc o, s o a origem d a a lta ta xa de sinistros doSector.

    Reduzir os acidentes de trabalho e as doenasprofissionais o objectivo de todos os agentesque intervm no Sector; um facto que no seruma realidade at o trabalhador no ser oprotagonista do cuidado da sua prpria sade econhecedor dos risc os do seu trab alho, a travsde uma slida forma o e informa o em ma tria

    de preven o. Tudo isto s em menos preza r aresponsabil idade que as Normas atribuem aosempresrios.

    A presente publicao, que faz parte de uma

    coleco de oito Brochuras Divulgativas

    dedicadas OBRA CIVIL, pretende dar a

    conhecer de forma grfica e simples as

    necessida des e ob riga es do PAVIMENTADOR,atravs do conhecimento de riscos inerentes

    sua actividade, com a finalidade de aumentar o

    nvel de exigncias dos sistemas de proteco

    colectiva por parte do trabalhador, fomentar a

    conduta preventiva e conseguir uma maior

    consciencializao na utilizao dos

    equipamentos de proteco.

    O Instituto Na va rro d e S a de no Tra ba lho es pera

    da sua leitura e reflexo uma melhoria dascondies de trab alho e uma reduo da taxa d e

    a cidentes no s ector da obra civil.

    Apresentao

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    TRABALHADORDA CONSTRUO

    TRABALHADOR POR CONTAPRPRIA DA CONSTRUO

    Direitos e obrigaesOs direitos dos trabalhadores: Forma o terica e prt ica suficiente e a deq uada , centrad a

    especialmente no posto de trabalho ou funo de cadatrabalhador.

    Direito a da pta o do trab alho s habilida des e c ompetnciasda pessoa .

    Disponibiliza o d e eq uipamentos de protec o individualadeq uados ao desempenho da s s uas funes

    Direito pa ralisa o da ac tivida de em ca so d e risc o grave oueminente

    Direito vigilncia do es tado da sa de em fun o dos risco s.

    As obrigaes dos trabalhadores so: Utiliza r a deq uada mente de a cordo com a sua na tureza e o s risc os previsveis, a s m q uinas , apa relhos,

    ferra mentas, subs tncias perigos a s, e q uipamentos de tra nsporte e, em g eral, qua lq uer outro meio como q ual des envolver a sua a ctivida de.

    Utiliza r co rrec tamente os meios e eq uipa mentos d e protec o disponibiliza dos pelo empres rio, dea co rdo c om a s instrues recebidas pelo mesmo .

    N o p r fora d e funcionamento e utiliza r correcta mente os dispos itivos d e s egura na existentes o u quevenha m a ser instalado s nos meios rela cionad os co m a s ua a ctivida de o u nos luga res d e tra ba lho nos

    q uais a mesma tenha luga r.

    Informa r imed ia ta mente o se u superior hierrquico direc to e ostra ba lhado res d esignados para realiza r ac tivida des de protec o ede preveno o u, em ca so d iss o, os s ervios de preveno a cerca

    de qualquer situao que, na sua opinio, acarrete por motivosrazo veis um risco para a sa de e a segurana dos trab alhadores.

    Co ntribuir pa ra o c umprimento da s obriga es esta belecidaspela autoridade competente, com a finalidade de proteger asegurana e a sa de dos trab alhadores no trab alho.

    Co operar com o empres rio pa ra q ue este poss a g a rantir umas

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