Os Tatwas e Os Elementos

Download Os Tatwas e Os Elementos

Post on 16-Jul-2015

1.600 views

Category:

Documents

2 download

TRANSCRIPT

OS TATWAS E OS ELEMENTOS O Universo regido por leis que mantm uma sinfonia csmica tocada e dirigida por uma fora invisvel e misteriosa, que pode ser chamada de o Grande Esprito ou Conscincia Csmica. No podemos v-lo, mas podemos sentir sua presena interligando tudo e gerando movimento com a finalidade de evoluo e aperfeioamento, atravs de vibraes, ritmos e ciclos. A manifestao deste Regente invisvel no plano da matria se d atravs da diviso da energia em dois plos, chamados de Pai e Me Csmicos: positivo e negativo, masculino e feminino, ativo e passivo. Podemos ver a presena da polaridade em nosso planeta atravs do Sol e da Lua, do dia e da noite, do homem e da mulher, da vida e da morte, da alegria e da tristeza, do bem e do mal. Atravs da unio destas duas energias surge uma terceira, o Filho Csmico, que pode ser comparado ao nascimento de uma criana aps a unio entre o homem e a mulher. Este terceiro fator, ou tipo de energia, surge como produto e equilbrio da polaridade, como o caminho do meio entre as duas energias. Por sua vez, o Filho Csmico se subdivide em sete energias chamadas de foras, princpios ou raios, que vo se subdividindo em sete, vrias vezes, at dar origem ao mundo manifestado. Estas sete energias chamadas em snscrito de TATWAS so denominadas como as sete foras sutis da natureza. So elas: Pritivi, Apas, Tejas, Vay, Akasha, Anupdaka e Adi.

Ao se condensarem na matria formam os sete elementos: terra, gua, fogo, ar, ter, essncia espiritual e substncia primordial. Os quatros primeiros so elementos visveis, o quinto elemento invisvel e est presente nos anteriores, o sexto e stimo no tem forma material e esto em formao. Os Tatwas mantm a matria vibrando em sete maneiras diferentes, chamadas de os sete estados da matria: slido, lquido, radiante ou gneo, gasoso, etrico, subatmico e atmico.

Podemos visualizar os sete Tatwas atravs dos sete corpos visveis no cu: Sol, Lua, Mercrio, Vnus, Marte, Jpiter e Saturno, chamados pelos antigos astrlogos de os sete planetas sagrados. Essas energias vibrando em nossa atmosfera mida e aquosa permite a manifestao das sete cores do prisma, dos sete sons e das sete notas musicais. O TATWA PRITIVI, relacionado ao elemento terra e a litosfera, mantm a matria vibrando no estado slido, incluindo aqui as camadas do solo com suas pedras e metais, o corpo fsico do homem e dos reinos da natureza. Mantm a matria vibrando na forma quadrada. Relacionado ao Sol, nota musical D e cor esotrica laranja.

O TATWA APAS, relacionado ao elemento gua e a hidrosfera, mantm a matria vibrando no estado lquido, incluindo os mares, os rios, os lagos, as chuvas e tudo o que lquido nos corpos dos seres vivos. Mantm a matria vibrando na forma de meia lua horizontal. Relacionado Lua, nota musical R e cor esotrica violeta.

O TATWA TEJAS, relacionado ao elemento fogo e a biosfera, mantm a matria vibrando no estado gneo, radiante ou plasmtico, incluindo o Sol, o fogo, os vulces, os raios e todo fogo contido nos corpos dos seres vivos. Mantm a matria vibrando na forma triangular. Relacionado ao planeta Marte, nota musical Mi e cor esotrica vermelha.

O TATWA VAY, relacionado ao elemento ar e a atmosfera, mantm a matria vibrando no estado gasoso, incluindo todos os gases. Mantm a matria vibrando na forma hexagonal. Relacionado ao planeta Saturno, nota musical F e cor esotrica verde.

O TATWA AKASHA, relacionado ao elemento ter, mantm a matria vibrando no estado etrico, invisvel e na forma de meia lua vertical crescente. Relacionado ao

planeta Vnus, nota musical Sol e cor esotrica azul ndigo.

O TATWA ANUPDAKA, relacionado essncia espiritual contida em todos os seres, no tem forma visvel e mantm a matria vibrando no estado subatmico e na forma de meia lua vertical minguante. Relacionado ao planeta Mercrio, nota musical L e cor esotrica amarela. O TATWA ADI, relacionado a um elemento que no tem forma visvel, mantm a matria vibrando no estado atmico na forma de losango. o primeiro elemento a dar origem aos demais, corresponde substncia primordial. Relacionado ao planeta Jpiter, nota musical Si e cor esotrica azul clara (ou prpura).

O conceito dos quatro elementos visveis: terra, gua, fogo e ar, estava presente nas diversas civilizaes antigas e designava os princpios da realidade em uma viso metafsica e simblica. Fazia parte do conhecimento unificado que abrangia conceitos religiosos, filosficos, artsticos e cientficos. Podemos citar algumas civilizaes como: chinesa, hindu, egpcia, grega, romana, inca, maia, indgena americana. Os quatro elementos sempre foram relacionados aos pontos cardeais e aos reinos da natureza, conforme a cultura. Na ndia o elemento terra est relacionado ao Oeste e ao reino mineral. O elemento gua ao Leste e ao reino vegetal. O elemento fogo ao Sul e ao reino animal. O elemento ar ao Norte e ao reino hominal.

Trecho extrado do livro de autoria de Wania Gravina: Terapia da Natureza com Florais, Ervas Medicinais e Cristais (captulo I , pgina 12,13). Contato: www.floraisdeaiuruoca.com.br

The Unfolding of Consciousness

According to Trika, the Absolute Reality, or Paramashiva ("Supreme Godhead") polarises into Static Consciousness or Shiva and the dynamic Power of Consciousness or Shakti. Shiva and Shakti together constitute Universal Divine Existence; the Manifest Godhead as opposed to the Unmanifest Paramshiva. Shiva is of the nature of Prakasha or the pure Light of Consciousness, about which it is said in the Katha Upanishad: "It shining, every thing happens to shines. By its light alone does all this appear." [quoted in Jaideva Singh, Pratyabhijnahrdayam, p.5 (Motilal Banarsidass, Delhi, 1980)] It is only through the Light of Consciousness that things exist, there being, in Kashmir Shaivite philosophy, no existence apart from non-dual Consciousness (or Chit). Shiva is also the principle of Universal I-ness (Aham) Shakti is of the nature of Vimarsha or the self-reflection of that Prakasha. Without Vimarsha there could be no existence and no creation, Prakasha would be eternally inert and unmanifest. This selfcontemplation is also Universal That-ness (Idam), or the Cosmos or Creation as a whole. This is represented by the polarity at the top of the following diagram These two fundamental principles pass through a series of transformations, or tattwas ("essences", "principles", "evolutes"). The original tattwas are distinguished from the later phenomenal ones described by Samkhya, and are called Pure Tattwas (shuddha-tattwa). They are stages of cosmic or universal consciousness, in which the Conscious Subject (or "I") is experienced as identical with Shiva (the Absolute) and the Object of Consciousness is Shakti in the form of the entire Cosmos, and so are of the nature of Supreme Consciousness Finally, from the Shakti-pole of the lowest Pure Tattwa (Sadvidya-tattwa) there results maya (or Mayashakti), the force of multiplicity and separation (shown as the single black circle in the diagram). This veils the universal "I" Shiva-consciousness, thus bringing about a duality between Subject and Object, and a multiplicity of pure souls or centres of Consciousness (called purushas). From Maya in turn there comes into being non-conscious psycho-physical nature (prakriti), with it's three gunas or qualities, clarity (sattva), restlessness (rajas),and inertai (tamas). Maya and Purusha, being intermediate between the Supreme Consciousness and the lower or phenomenal reality, are referred to as the "Pure-Impure" Tattwas The process of Unfolding or emanation continues in Prakriti, as described in the Samkhya cosmology, so that from the original root-nature or root-prakriti (Mulaprakriti) there emerge successive tattwas of intellect and mind, sense-powers, subtle matter, and finally the gross physical elements. Physical matter therefore is the concretisation of subtle intellect, which in turn is the limitation of Cosmic Consciousness. All the tattwas from prakriti down constitute the realm of phenomenal reality and Ignorance, and so are referred to as the "Impure" Tattwas. The whole scheme is usually represented in the form of a diagram: