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  • *Agenda do CursoIntroduo ao Controle da Qualidade (histrico, objetivos e benefcios);As Grandes Perdas;O conceito da eficincia global dos equipamentos (OEE) e as perdas envolvidas;Metodologia dos 5Ss;Ferramentas da qualidade;O Ciclo PDCAIntroduo aos 09 (nove) pilares do TPM (Gerenciamento Produtivo Total);A Tcnica do 5W1H;Introduo metodologia Seis Sigma;Noes de ISO 9001

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  • Captulo 1Introduo ao Controle da Qualidade (Histrico, Objetivos e Benefcios)

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  • *Histria da qualidadeANOS 20:

    A ordem simplificar e padronizar o trabalho. So exemplos deste movimento a administrao cientfica de Frederick Taylor e as linhas de montagem de Henry Ford.

    *Frederick Taylor: Inventor e Engenheiro. Introduziu o estudo de tempos e movimentos com o objetivo de sistematizar o modo de gerenciamento e reduzir os custos de manufatura. Suas teorias, apesar de ter sofrido uma oposio principalmente dos trabalhadores, teve um grande impacto no desenvolvimento de tcnicas de produo em massa e influenciou o desenvolvimento de toda a indstria da poca. Taylor conhecido como o pai do gerenciamento cientfico.Henry Ford: Pioneiro na indstria automobilstica. Ford desenvolveu novos mtodos de produo em massa, inclindo a primeira linha de montagem em movimento (1913). Ele pagava seus trabalhadores acima da mdia de mercado.

  • *Histria da qualidadeANOS 30:

    A qualidade do produto industrial deve ser controlada e os defeitos, eliminados com a ajuda das estatsticas. Destaca-se nesta fase Walter Shewhart, dos laboratrios Bell.

    *Os laboratrios Bell desenvolvem equipamentos de telecomunicao e desde sua fundao (1925) vem produzindo milhares de invenes, incluindo o laser, a linguagem de programao C e C++, o UNIX, etc. O Walter Shewhart era um pesquisador dos laboratrios Bell.Walter Shewhart: Guru da qualidade e Inventor do PDCA

  • *Histria da qualidadeANOS 50:

    O Controle de Qualidade norte-americano imitado pelos japoneses. Os especialistas dos EUA que influenciam a indstria do Japo so W. Edwards Deming e Joseph M. Juran.

    *William Edwards Deming: Estatstico, educador e pesquisador de mtodos de controle de qualidade na produo industrial. Em 1950 ele foi convidado para o Japo para ensinar executivos e engenheiros. Suas idias, as quais eram centradas na anlise das causas dos defeitos dos produtos e os efeitos das mudanas, eram adotadas pelos japoneses e os ajudaram a conquistar o mercado do mundo.

  • *Histria da qualidadeANOS 60:

    Os japoneses impem um Controle de Qualidade Total de Genichi Taguchi e os crculos de Kaoru Ishikawa.

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  • *Histria da qualidadeANOS 70:

    Surge a administrao por objetivos nos EUA, segundo a qual todos os nveis de uma organizao devem trabalhar para atingir objetivos especficos. Mas a sensao geral que o pas e todo o Ocidente continuam estagnados.

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  • *Histria da qualidadeANOS 80:

    Os EUA agora imitam o Japo nos mtodos de Qualidade de produo, criando a Gesto da Qualidade Total. Motorola e Xerox so algumas das empresas lderes do processo. Comeam a surgir as idias de foco no cliente e nos servios.

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  • *Histria da qualidadeANOS 90:

    Presta-se cada vez mais ateno no consumidor e os servios oferecidos so crescentemente valorizados. Ao mesmo tempo, h uma fuso com os planos de Qualidade Total na rea produtiva. Vrios consultores estudam o tema.

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  • *Histria da qualidadeATUALMENTE:

    As ferramentas de melhoria contnua (Kaizen) so agora abordadas por uma base estatstica muito forte, que tem como principal objetivo a satisfao cliente x fornecedor. a poca dos SEIS SIGMA.

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  • *Objetivo do controle de qualidadeManter a empresa sempre em posio de liderana, atingindo e at mesmo superando as expectativas dos clientes, assegurando a conformidade dos produtos de acordo com as especificaes e tendo como base o desenvolvimento de padres de excelncia.O controle de qualidade uma ferramenta de carter preventivo e no corretivo.

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  • *Razo de ter Sistema QualidadeExigncia de mercadoFabricao em lotes pequenosReduo de tempo de espera para o cliente

    Exigncia de qualidade dos produtosAs exigncias de qualidade dos produtos vem se tornando

    cada vez mais rgidasAmbiente econmico cada vez mais exigente Se faz necessrio a eliminao dos desperdcios provenientes de:

    - Interrupo na produo (Quebras / Pequenas Paradas) - Produtos defeituosos (Refugo / Retrabalho)

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    Confronto - Kaizen e InovaoKAIZENINOVAO5.ENVOLVIMENTO4. MUDANA3. TEMPOS2. RITMO1. EFEITO6. CAMINHO7. MTODO8. PONTO DE PARTIDA9. REQUISITOSPRTICOS 10. ORIENTAO DA ATIVIDADE 11. CRITRIOS DE AVALIAO

    A LONGO PRAZO E PROLONGADO, MAS NO TRAUMTICOA PASSOS LENTOSCONTNUO E CRESCENTEGRADATIVA E CONSTANTETODOSATIVIDADES EM GRUPO, ESFORO COLETIVO, APPROACH SISTEMTICOMANUTENO E MELHORAMENTOKNOW HOW CONVENCIONAL E ESTADO DA ARTEREQUER POUCO INVESTIMENTO, MAS NOTVEIS ESFOROS P/ MANT-LOSPESSOASPROCESSOS E ESFOROS PARAOBTER MELHORES RESULTADOSA CURTO PRAZOA PASSOS LONGOSINTERMINENTE E NO CRESCENTEIMEDIATA E INSTVELPESSOAS SELECIONADASINDIVIDUALISMO, IDIAS E ESFOROS INDIVIDUAISDESCARTAR E RECONSTRUIRPROGRESSO TECNOLGICO, NOVAS INVENES, NOVAS TEORIASREQUER INVESTIMENTO CONSIDERVEIS,MAS POUCO ESFORO PARA MANT-LOSTECNOLOGIARESULTADOS PARA O LUCRO IMEDIATO

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  • Captulo 2As Grandes Perdas

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    As 06 Grandes PerdasAS 06 GRANDES PERDAS

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  • *QUEBRASREDUO DE VELOCIDADEOPERAO EM VAZIO / PEQUENASPARADASAs 06 Grandes Perdas

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  • *Instalao com baixa eficincia

    Vazamentos!Abrases!Rudoanormal!desgastes !riscos!Parece queest tudobem!Um quadro um pouco diferente daquele esperado!ASSEISGRANDESPERDAS

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  • *Estrutura das PerdasEQUIPAMENTO / INSTALAO

    TEMPO DE CARGATEMPO DE OPERAOTEMPO EFETIVODE OPERAOTEMPO DEOPERAO COMVALOR AGREGADO

    1 QUEBRAS2 SET UP / REGULAGENS4 REDUO DE VELOCIDADE5 REFUGOS / RETRABALHOS

    6 GRANDES PERDAS

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  • *Objetivos de Melhoramentos

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    As 16 Grandes PerdasAS 16 GRANDES PERDAS

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  • *As 16 Grandes Perdas

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  • *Tempos mortos e pequenas paradas;Mquina:As 16 Grandes Perdas

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  • *Homem / Mtodo:Perdas por Gesto;Perdas por Movimentao;Perdas Organizativas;Perdas logsticas;Aferies e medies; Queda de rendimento.As 16 Grandes Perdas

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  • *Materiais:Refugos e retrabalhos.Energia:Consumo energtico.As 16 Grandes Perdas

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  • Captulo 3O Conceito da Eficincia Global dos Equipamentos e as Perdas Envolvidas

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  • *Definio do O.E.E.EFICINCIA GLOBAL DOS EQUIPAMENTOS OVERALL EQUIPMENT EFFECTIVENESS

    A Eficincia Global apresenta uma medida da utilizao real do uso da Mquina.

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  • *Tipos de Agrupamento de PerdasPERDAS POR DISPONIBILIDADE:So as perdas de tempo por mquina parada.

    PERDAS POR PERFORMANCE:So as perdas de tempo por baixo rendimento da mquina ou da mo de obra.

    PERDAS POR QUALIDADE: o tempo utilizado em produzir produtos defeituosos.

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  • *Agrupamento de Perdas QuebraSet-upAciclos de trabalhoTrocas frequenciadasFalta de materialFalta de pessoalC.A.T. (Material/Mquina)C.A.T. (Material/Mquina)Pequenas paradasVariao de rendimentoAusncias no programadasMateriais refugados

    *CAT Condio anormal de trabalho.

  • *Definio de TemposTempo Operativo Efetivo (TOE)PQTempo Operativo Puro (TOP)PPTempo Operativo (TO)TPTempo Programado para Produo (TPPP)TnUTempo Disponvel para Produo (TDPP)TnDTempo TotalPerdas por qualidade - Materiais refugados - Materiais retrabalhadosPerdas por Performance - C.A.T. mquina- Variaes Rendimento - Peq.ParadasTempos Perdidos - Quebras- Trocas de Medidas (set-up) - Aciclos- Falta de Material - Falta Pessoal no programada - C.A.T. materialTempo no Utilizado - Falta de Programa- Reunies, Treinamentos - Repouso- Manuteno Preventiva - RefeioTempo no Disponvel - Tempo no trabalhado- Domingos - Feriados- Ev.Excepcionais

    *CAT Condio anormal de trabalho.

  • *Exemplo de Clculo do O.E.E.

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  • *Exemplo de Clculo do O.E.E.Clculo de Perdas por DisponibilidadeTempos Perdidos - Quebras - Trocas de Medidas (set-up) - Aciclos - Falta de Material - Falta Pessoal no programada - C.A.T. material

    *CAT Condio anormal de trabalho.Aciclos atividade feita no produto e que no faz parte do processo. Ex.: parar a mquina para fazer uma identificao de controle na pea.

  • *Exemplo de Clculo do O.E.E.Clculo de Perdas por PerformancePerdas por Performance - C.A.T. mquina - Peq.Paradas - Variaes Rendimento

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  • *Exemplo de Clculo do O.E.E.Clculo de Perdas por QualidadePerdas por qualidade - Materiais refugados - Materiais retrabalhados

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  • *Exemplo de Clculo do O.E.E.

    10.000 - 2.000DISPONIBILIDADE = ------------------------------ x 100 = 80 % 10.000

    8.000 - 300PERFORMANCE = ------------------------------ x 100 = 96,3 % 8.000

    7.700 - 100QUALIDADE = ------------------------------ x 100 = 98,7 % 7.700

    O.E.E. = DISPONIBILIDADE x PERFORMANCE x QUALIDADELOGO :

    80 96,3 98,7 O.E.E.

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