nutricao vs antiretrovirais

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II Congresso Sul Capixaba de Preveno das DST/AIDS Centro de Convenes do Shopping Sul

Nutrio x Antiretrovirais: Como amenizar os efeitos colateraisMs. Mrian Patrcia Castro Pereira Paixo Nutricionista Prof. Faculdade Catlica Salesiana do ES

Terapia anti-retroviral

Reduo da mortalidade

Reduo da morbidade

Reduo das Internaes

Melhora da qualidade de vida Efeitos adversos a longo prazo

D Richman. 5th International Congress Drug Therapy in HIV Infection, Glasgow 2000

Efeitos adversos da Terapia antiretroviralAcumulo de gordura na regio abdominal; Alargamento da regio dorsocervical; Face de lua cheia; Alteraes metablicas: dislipidemia, resistncia insulnica, acidose ltica, hipogonadismo e osteporose ; Lipodistrofia perifrica = redistribuio da gordura

MANSUR, C et al. Redistribuio da gordura corporal induzida pelos inibidores de protease em pacientes com Aids. An. Bras. Dermatol. [online]. 2006, vol.81, suppl.3 , pp. S317-S319

Quanto ao estado nutricional, 40% dos participantes apresentaram sobrepeso ou obesidade. Observou-se uma maior prevalncia de homens eutrficos e de mulheres apresentando obesidade grau I. ROCHA, P. B.; SCHUCH, I. Perfi l alimentar e nutricional dos pacientes HIV positivo atendidos em um servio pblico de sadede Porto Alegre/RS. Nutrire: rev. Soc. Bras. Alim. Nutr.= J. Brazilian Soc. Food Nutr., So Paulo, SP, v. 34, n. 3, p. 1-15, dez. 2009.

ManifestaesDermatolgicas

Sinais e entidades clnicasErupo cutnea disseminada Eritema multiforme

Sndrome de Stevens-Johnson MucositeCardiovasculares Miocardiopatia Obstruo coronariana

Renais

Nefrolitase

Osteoarticulares

Osteopenia Necrose assptica da cabea do fmur Fraturas patolgicas

Musculares

Miopatia

Neurolgicas

Acidente Vascular Cerebral Isqumico

Neuropatia perifricaPsiquitricas Alteraes de comportamento Distrbios de sono

Terapia nutricional nas dislipidemias e outras alteraes cardiovasculares

SPOSITO, A. C. et al. IV Diretriz Brasileira sobre Dislipidemias e Preveno da Aterosclerose: Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Arq. Bras. Cardiol. [online]. 2007, vol.88, suppl.1

Terapia nutricional nas dislipidemias e outras alteraes cardiovascularesGordura Saturada e Trans: ingesto faz crescer o risco de desenvolvimento de doenas cardacas por aumentarem os nveis de LDL e tambm reduzirem os nveis de HDL.

SPOSITO, A. C. et al. IV Diretriz Brasileira sobre Dislipidemias e Preveno da Aterosclerose: Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Arq. Bras. Cardiol. [online]. 2007, vol.88, suppl.1

Terapia nutricional nas dislipidemias e outras alteraes cardiovasculares

GAGLIARDI, A.C.M.; MANCINI FILHO, J.S. ; SANTOS, R.D. Perfil nutricional de alimentos com alegao de zero gordura trans. Rev. Assoc. Med. Bras. [online]. 2009, vol.55, n.1, pp. 50-53.

Terapia nutricional nas dislipidemias e outras alteraes cardiovascularesA suplementao com cido graxo -3 resultou em significativa reduo nos nveis sricos de triglicrides. A posologia varia de 4g a 8g/dia

ALMEIDA, Luara Bellinghausen; GIUDICI, Kelly Virecoulon and JAIME, Patricia Constante. Consumo alimentar e dislipidemia decorrente da terapia antirretroviral combinada para infeco pelo HIV: uma reviso sistemtica. Arq Bras Endocrinol Metab [online]. 2009, vol.53, n.5, pp. 519-527.

PROTETORES DIETTICOS POTENCIAIS cidos graxos polinsaturadas (-3 -6) - ajudam a diminuir a taxa de colesterol srico Fontes Alimentares: Srie -3: tecidos verdes de plantas (no disponvel para o organismo); peixes marinhos de regies geladas e profundas (bacalhau, salmo, robalo, sardinha) Necessidade para LDL-colesterol: 900 mg/dia (leite enriquecido - 15 litros/dia ou 360g peixe/semana) Linhaa dourada 50 g/dia (2,8g 15g de farinha) Srie -6: leos vegetais: soja, algodo, girassol, milho cidos graxos monoinsaturados Fontes Alimentares: Azeitona, azeite de oliva, leo de canola, abacate, oleaginosas (nozes, castanhas, amerndoim, etc)

Composio em cidos graxos dos diferentes leos e gorduras utilizados no consumo humano e de uso industrial

Canola

Crtamo

Gordura ou leo

Azeite

Amendoim

Banha

12

1

Gordura Bovina

14 33

Coco

0%

10%

20%

30%

40%

50%

60%

70%

80%

90%

100%

colesterol

Saturada

mega-6

mega-3

Monoinsaturada

Terapia nutricional nas dislipidemias e outras alteraes cardiovascularesFibras solveis : Reduo da absoro intestinal do colesterol diettico, pelo aumento da excreo fecal dos cidos biliares, forando o fgado a degradar mais colesterol, para produzir novos cidos biliares,

e Inibio da sntese endgena do colesterol pela succinil-CoA, formada a partir do propionato originado do metabolismo das fibras solveis no intestino.

Gonalves MCR, Costa MJC, Asciutti LSR, Diniz MFFM. Fibras dietticas solveis e suas funes nas dislipidemias. Rev Bras Nutr Clin 2007;22(2):167-73.

Consumo de Fibras Dietticas Ingesto diria recomendada no adulto saudvel: 10-13g/1000kcal ou 25-30g/dia, sendo 5 a 10g/dia de fibras solveis; dieta adequada fornece uma relao de 3:1 para fibra insolvel:fibra solvel. Mnimo de 20g/dia sob a forma de hortalias, frutas, gros integrais e leguminosas (Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes SBD, 2007)

14g/1000kcal. Mulheres adultas 25g/dia. Homens 38g/dia (Institute of Medicine, 2002 - In Krause). Dieta de alto teor de fibra fornece mais de 25g de fibra diettica.

FRUTAS

VEGETAISLEGUMINOSAS

GROS INTEGRAIS

Substncias similares s fibras (Hidrossolveis em sua maioria)PREBITICOS Consumidos no clon pela bifidobactria INULINA:fermentvel e no viscosa. Chicria, alcachofra, alho, cebola, aspargos. Recupera a flora bacteriana saudvel, influencia produo de AGCC e afeta a frequncia das evacuaes e volume das fezes (Causey et al, 2000; Hond et al, 2000)

FRUTOOLIGOSSACARDEOSAGCC: acetato, propionato, butirato

banana, tomate, cevada, alho, mel, cebola, centeio, acar mascavo, trigo (Spiegel et al., 1994). Influencia a produo de AGCC (principalmente cido actico e cido ltico). Amenizam quadros de diarria e constipao.

(FOS):

AMIDO RESISTENTE: pequena parte do amido ingerido, especialmente aquele derivado de cereais e batatas, podem escapar digesto e absoro chegando ao clon. Sofrer fermentao bacteriana, como ocorre com grande parte das fibras solveis.

RADICAIS LIVRES X TARV

SPOSITO, A. C. et al. IV Diretriz Brasileira sobre Dislipidemias e Preveno da Aterosclerose: Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Arq. Bras. Cardiol. [online]. 2007, vol.88, suppl.1

ANTIOXIDANTES X HIVCOMPONENTEVITAMINA A (Beta Caroteno) VITAMINA C

ALIMENTOVegetais e frutas amareloalaranjados e Vegetais de folha verde-escuras Laranja, limo, caj, kiwi, morango

PROTEO O estado antioxidante inibe a replicao viral, potencializa o perodo de latncia e a melhoria do quadro clnico do indivduo HIV positivo.

VITAMINA E Selnio FITOQUMICOS Flavonides

leos vegetais, abacate, nozes, alho, cebola Castanha do par, aves, peixes Alimento de origem vegetal (alho, cebola, uva, berinjela, etc)

Hulgan T, Morrow J, D Aquila R, Raffanti S, Morgan M, Rebeiro P, et al. Oxidant stress is increased during treatment of human immunodeficiency virus infection. Clin Infect Dis. 2003;37:1711-7.

Terapia nutricional X resistncia insulnica

FATORES QUE CONTRIBUEM PARA O DESENVOLVIMENTO DA RESISTNCIA INSULNICAALIMENTAO

Alto ndice glicmico

Quantidade de acar ingerida

Aumento consumo de fibras

Resistncia insulina

Menor Resistncia insulinaFramingham Offspring Study; Diabetes Care 2004; 538-46

NDICE GLICMICO

NDICE GLICMICO DOS ALIMENTOS

Alimentos com IG alto (>85)Po branco -101Bolos 87 Crackers - 99 Biscoitos 90 Sorvete -85

Alimentos com IG moderado (60-85)All Bran 60Musli 80 Aveia 78 Banana 83 Kiwi 75

Alimentos com IG baixo (