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ESTADO DE GOIS SECRETARIA DA SEGURANA PBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITARDIRETORIA DE DEFESA CIVIL Gerncia de Segurana Contra Incndio e Pnico

NORMA TCNICA n. 13, de 05/03/07 Pressurizao de Escada de SeguranaSUMRIO ANEXOS

1 Objetivo 2 Aplicao 3 Referncias normativas e bibliogrficas 4 Definies 5 Procedimentos

A

Tabela 1 Nveis de pressurizao Tabela 2 reas tpicas de escape para quatro tipos de PCF

B

Resumo de exigncias para os diversos tipos de edificaes com sistemas de pressurizao

C

Condies

para

instalao

de

casa

de

mquinas de pressurizao no pavimento cobertura D Condies para no se revestir os dutos metlicos de suco e/ou pressurizao E F Esquema geral do sistema de pressurizao Modelo de clculo de vazo do sistema de pressurizao de escada

a) b)

Norma Tcnica n. 13/2007 Pressurizao de Escada de Segurana

1 OBJETIVO1.1 Estabelecer os requisitos mnimos necessrios para o dimensionamento da pressurizao de escadas de segurana em edificaes. 1.2 Manter as escadas de emergncia livres da fumaa, de modo a permitir a fuga dos ocupantes de uma edificao no caso de incndio. Esse sistema tambm pode ser acionado em qualquer caso de necessidade de abandono da edificao.

SMACNA (Sheet Metal and Air Conditioning Contractors National Association) Publications HVAC Duct Construction Metal and Flexible; HVAC System Duct Design; HVAC Air Duct Leakage Test Manual. AMCA (Air Movement and Control Association International, Inc.) AM =CA 203, pela literatura Field Performance Measurement of Fan System; AMCA-210 e o Manual da AMCA Fans and Systems - publicao 201-90 O fator do efeito do sistema (System Effect Factor) e suas tabelas. Norma ISO 6944 Fire Resistance Tests Ventilation Ducts ou similar.

2 APLICAOEsta Norma Tcnica se aplica a todas as edificaes de acordo com o descrito no Anexo B.

4 DEFINIESPara os efeitos desta Norma Tcnica aplicam-se as definies constantes da NT 03 Terminologia de segurana contra incndio. Para efeito desta NT, consideram-se existentes as edificaes construdas ou regularizadas em data anterior edio da Norma Tcnica.

3 REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS

NORMATIVAS

E

Instruo Tcnica n. 13/2004 CBPMESP. BS-5588 Parte 4 (British Standards Institution) Pressurizao de escadas de segurana. NBR 14480/02 Sadas de emergncia em edifcios Escada de Segurana Controle de fumaa por pressurizao. NBR 9077/93 Sadas de emergncias em edifcios. NBR 10898/99 Sistemas de iluminao de emergncia. NBR 9050/94 (trata da adequao das edificaes e do imobilirio urbano pessoa deficiente procedimento). NBR 9441/98 Execuo de sistemas de deteco e alarme de incndio. NBR 11742/2003 Porta corta-fogo para sada de emergncia. NBR 13768/1997 Acessrios destinados porta corta-fogo para sada de emergncia requisitos. ASHRAE (American Society of Heating, Refrigerating and Air-Conditioning Engineers) Handbook - Normas ASNI / ASHRAE 51. HVAC (Heating,Ventilating, and Air-Conditioning, and Refrigeration) Publications Recomendao Tcnica DW/143 da Heating and Ventilation Contractors Association (HVAC).

5 PROCEDIMENTOS5.1 Conceitos pressurizao bsicos do sistema de

5.1.1 Princpio geral da pressurizaoa) Considera-se um espao pressurizado quando este receber um suprimento contnuo de ar que possibilite manter um diferencial de presso entre este espao e os adjacentes, preservando-se um fluxo de ar atravs de uma ou vrias trajetrias de escape, que conduzem o ar para o exterior da edificao; b) Para a finalidade prevista nesta NT, o diferencial de presso deve ser mantido em nvel adequado para impedir a entrada de fumaa no interior da escada; c) O mtodo estabelecido nesta NT tambm se aplica s escadas de segurana com pavimentos abaixo dos de descarga.

5.1.2 Pressurizao estgios

de

um

ou

dois

O sistema de pressurizao pode ser projetado de duas formas: 5.1.2.1 Sistema de um estgio: para operar somente em situao de emergncia, ou

1

Norma Tcnica n. 13/2007 Pressurizao de Escada de Segurana

5.1.2.2 Sistema de dois estgios: incorporar um nvel baixo de pressurizao, para funcionamento contnuo, com previso para um nvel maior de pressurizao que entra em funcionamento em uma situao de emergncia. 5.1.2.3 Recomenda-se dar preferncia para a opo do sistema de dois estgios, para que se mantenha um nvel mnimo de proteo em permanente operao, bem como propiciar a renovao de ar no volume da escada.

5.1.3 Elementos bsicos de um sistema de pressurizaoSo elementos bsicos de um sistema de pressurizao: a) Sistema de acionamento e alarme; b) Ar externo suprido mecanicamente; c) Trajetria de escape do ar; d) Fonte de energia garantida.

5.1.4 Unidades adotadasToda e qualquer proposta de sistema de pressurizao deve seguir os critrios de apresentao e desenvolvimento de acordo com o estabelecido abaixo: Vazo (Q) = m3/s Velocidade (V) = m/s 2 rea (A) = m Presso (P) = Pa (Pascal) ou mmH2O (milmetro de coluna d gua) Potncia = CV (Cavalo Vapor) ou HP (Horse Power) Temperatura em Graus Celsius = C Altura da Edificao (h) = m

do sistema (dutos, venezianas, grelhas, joelhos, dampers, sadas dos motoventiladores, rugosidades das superfcies internas dos dutos, etc.), que devem constar de memorial de clculo, atendendo as seguintes condies: a) Desenvolvimento do clculo do suprimento de ar necessrio, considerando as duas situaes previstas no item 5.1.6 abaixo: escape de ar com todas as portas do espao pressurizado na condio fechadas (Equao 2); e escape de ar considerando as portas na condio abertas, conforme a quantidade estipulada no Anexo B desta NT (Equao 3); b) Desenvolvimento do clculo das perdas de carga ao longo da rede de captao e distribuio ar, considerando todas as singularidades. Devem constar tambm a velocidade do fluxo de ar em todos os trechos e acessrios, que devem estar dentro dos limites estipulados nesta NT. Tabelas e bacos de fabricantes de acessrios podem ser considerados para determinao das perdas de carga de singularidades, a partir da velocidade e vazo; c) A velocidade do fluxo de ar em todo o trecho de captao deve ser de no mximo 8 m/s e, no trecho de distribuio, de at 15 m/s, conforme parmetros do manual da ASHRAE (American Society of Heating, Refrigerating and Air-Conditioning Engineers), podendo ser aceitas velocidades diferentes quando se tratar de edificao existente, desde que no haja possibilidade tcnica de adequao devidamente justificada.

5.1.6 Suprimento de ar necessrio5.1.6.1 Clculo do suprimento de ar Para determinao do primeiro valor de suprimento de ar necessrio para obteno de um diferencial de presso entre o ambiente a ser pressurizado e os ambientes contguos, deve-se adotar a Equao 1. Essa equao depende diretamente da rea de restrio e do diferencial de presso entre os ambientes contguos. A rea de restrio determinada pelo escape de ar para fora do espao a ser pressurizado, quando o ar passa, por exemplo, pelas frestas ao redor de uma PCF. O diferencial de presso o mnimo estabelecido na Tabela 1 do Anexo A desta NT, ou seja, 50 Pa. Equao 1: Q = 0,827 x A x (P) Em que: 3 Q = o fluxo de ar (m /s) 2 A = a rea de restrio (m )(1/N)

5.1.5 Nveis de pressurizao adotados5.1.5.1 O nvel de pressurizao utilizado para fins de projeto no deve ser menor que o apresentado na Tabela 1 do Anexo A desta NT, e no deve ultrapassar o limite de 60 Pa, considerando-se todas as PCF (portas corta-fogo) de acesso escada, na condio fechadas. 5.1.5.2 Os edifcios utilizados por crianas, idosos e/ou pessoas incapacitadas precisam de consideraes especiais, a fim de assegurar que as PCF possam ser abertas, apesar da fora criada pelo diferencial de presso. 5.1.5.3 Para obteno dos nveis de pressurizao no interior dos espaos pressurizados, na determinao da capacidade de vazo e presso dos motoventiladores, devem ser avaliadas as perdas de carga localizadas em todos os componentes de captao e distribuio

2

Norma Tcnica n. 13/2007 Pressurizao de Escada de Segurana

P = o diferencial de presso (Pa) N = um ndice que varia de 1 a 2 No caso de frestas em torno de uma PCF, N = 2. No caso de frestas em vos estreitos, tais como frestas em torno de janelas, N = 1,6. Vazo de ar = condio padro de ar com densidade de 1,204 kg/m3. 5.1.6.2 Trajetrias de escape em srie e paralelo a) Na trajetria de escape do ar para fora de um espao pressurizado, podem existir elementos de restrio posicionados em paralelo, tal como ilustrado na Figura 1, ou em srie, como apresentado na Figura 2, ou ainda uma combinao desses.

Equao 3

d) O escape total e efetivo de uma combinao de trajetrias de escape do ar em srie e em paralelo pode ser obtido combinando sucessivamente grupos simples de escape isolados (PCF da escada e da antecmara pressurizada do mesmo pavimento), com os outros equivalentes (PCF em paralelo). 5.1.6.3 reas de escape a partir de uma escada pressurizada De maneira geral, o escape de ar a partir de uma escada ocorre: a) Por meio das frestas em torno das PCF (quando essas estiverem fechadas), devendo ser adotados os valores constantes da Tabela 2 do Anexo A desta NT; b) Por meio do vo de luz das PCF consideradas na condio abertas, na quantidade estipulada na Tabela do Anexo B desta NT, somadas s perdas pelas frestas das demais PCF consideradas na condio fechadas; c) Por meio das frestas no entorno de portas de elevadores e janelas existentes no espao pressurizado. 5.1.6.4 Portas corta-fogo abertas e outras aberturas a) Para ser eficaz, a escada de emergncia deve ter seus acessos protegidos por PCF, sendo inevitvel que estas sejam abertas ocasionalmente. A pressurizao projetada no pode ser mantida, se houver grande abertura entre a rea pressurizada e os espaos adjacentes; Caso haja uma abertura permanente (uma janela dentro da caixa de escada, por exemplo), deve ser considerada a in

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