nasf do municipio do rio de janeiro - 22/12/2009

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Health & Medicine

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Apresentacao do Nucleo do Nasf do Municipio do Rio de Janeiro

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  • 1. Ncleo de Apoio s Equipes de Sade da Famlia da cidade do Rio de Janeiro Carla Moura Cazelli Telefones: (0XX21) 39711900 (0XX21 93857132) E-mails:[email protected] e [email protected] Secretaria Municipal de Sade e Defesa Civil Subsecretaria de Ateno Primria, Vigilncia e Promoo de Sade Superintendncia de Ateno Primria Coordenao de Policlnicas e NASF

2. Relatrio Dawson, 1920.

  • Apontava que o Estado deveria ser o provedor e controlador
  • das polticas de sade;
  • Definiaque os servios de sade seriam responsveis pelasaes preventivas e curativas , de formaunificadae que deveriam ser desenvolvidas pormdicos generalistas ,preparados para atuar sobre os indivduos e comunidades ;
  • J definia oDistrito Sanitrioapontando que os servios seriam desade para as famlias de uma regio geogrfica (TEIAS).

3.

  • Especificavaum centro primrio de sade(oferta de servios preventivos e curativos) com generalistas e servio de enfermagem eficientes,apoiados por consultores e especialistas visitantes (NASFs);
  • Ressaltava que um grupo de centros primrios de sade deveriam ter um centro secundrio de sade como base (Policlnicas);
  • Os centros de sade secundrios deveriam tervnculos de referncia com o hospital (ateno Terciria);
  • A oferta universal dos servios de:promoo da sade ,preveno e ateno ,

4.

  • Para Dawson para haver um processo de hierarquizaoera necessrioum sistema de referncia entre a porta de entrada na ateno primria e as especialidades que pudessem ser encaminhados,incorporando assim toda complexidade de recursos indispensveis soluo de cada tipo de problema de sade da populao.

5.

  • O ProgramaMais Sade do Ministrio da Sade :
  • - Objetiva aproveitar as potencialidades oferecidas pelo setor sade como um dos elos vitais para um novo padro de desenvolvimento brasileiro, enfrentando os enormes desafios da iniquidade do acesso, integralidade e qualidade da ateno em sade ainda presentes na nossa sociedade.
  • Eixo 2 Ateno Sade:
  • A ateno sade, na perspectiva ampla adotada, remete para um vasto conjunto de aes que envolvem a promoo, a preveno e os servios de sade nos diferentes nveis de complexidade, abarcando a Vigilncia em Sade e a assistncia prestada no mbito do SUS e da Sade Suplementar:
  • - Integrar as aes de promoo, preveno e assistncia numa perspectiva ampla de ateno sade articulando a organizao das redes de sade com a perspectiva de um modelo de desenvolvimento voltado para a equidade em sua dimenso pessoal e territorial a fim de superar as limitaes no acesso e contribuir para a prpria integrao solidria.

6. Medidas Implantar em Territrios Integrados de Ateno Sade(TEIAS)com unidades de apoio e referncia para a Ateno Primria em Sade,ampliando a abrangncia e a resolubilidade das aes das Equipes de Sade da Famlia e conformandoaRede de Atenocom:1-Ncleos de Apoio Sade da Famlia (NASFs), 2- Centros de Ateno Psicossocial (CAPS),3-Centro de Especialidades Odontolgicas (CEOs),4- Unidades de Pronto Atendimento e Apoio ao Diagnstico (UPAs). 7. O Porqu dos TEIAS

  • "A Ateno Primria Sadede qualidade a base dosTerritrios Integrados de Assistncia Sade (TEIAS) :
  • Ento os TEIAS comeam na Ateno Primria e vo para:
  • os Centros de Sade,
  • as Policlnicas,
  • as UPAs,
  • os Hospitais de referncia,
  • o SAMU.
  • Para tal esse sistema precisa funcionar funcionando de maneira integrada e articulada para que o paciente saiba como se movimentar nesse espao",
  • Ministro Temporo

8. AS FORMAS ALTERNATIVASDE ORGANIZAO DO SUS AS FORMAS ALTERNATIVASDE ORGANIZAO DO SUS Alta Complexidade Mdia Complexidade Ateno Bsica ORGANIZAO HIERRQUICA : Rede VERTICAL Organizao Polirquica: RedeHORIZONTAL FONTE: MENDES (2002) NASF NASF NASF NASF CEO UPA/ SAMU Hosp POLI APS CAPs 9. Distrito de Sade uma unidade mnima operacional e administrativa do Sistema nico de Sade, implicando numa delimitao geogrfico-populacional concreta, norteada pelos princpios bsicos do SUS.Deve ser resultante das experincias e iniciativas dos municpios.O Distrito de Sade dever abarcar um conjunto de recursos de sade, pblicos e privados complementares, contando com a participao da populao organizada em sua gesto para desenvolver aes integrais de sade, capazes de resolver a maior quantidade possvel de problemas de sade com um enfoque epidemiolgico-social. 10. Fluxo dos usurios no sistema: O "caminho" dos usurios no sistema tem o objetivo de facilitar seu acesso aos servios,em todos os nveis , com atendimento imediato e sem burocracia. Esse "caminho",que chamaremos de fluxo, se d de duas formas: - Fluxo interno, nas unidades de servio;- Fluxo externo, entre as unidades de servio (referncia e contra-referncia).Entende-se por referncia oato de encaminhamento de um paciente atendido em um determinado estabelecimento de sade a outro demaior complexidade.A referncia dever sempre ser feitaaps a constatao de insuficincia de capacidade resolutiva e segundo normas e mecanismos pr-estabelecidos. O encaminhamento dever ser acompanhado com todas as informaes necessrias ao atendimento do paciente (formulrio com resumo da histria clnica, resultados de exames realizados, suposies diagnstica etc.) e agarantia, atravs de agendamento prvio, do atendimento na unidade para a qual foi encaminhado. 11. Por contra-referncia entende-se o ato de encaminhamento de um pacienteao estabelecimento de origem (que o referiu)aps resoluo da causa responsvel pela referncia.Acontra-referncia do paciente dever sempre ser acompanhada das informaes necessrias ao seguimento ou acompanhamento do paciente no estabelecimento de origem, onde, juntamente com seus familiares, ser atendido nas suas necessidades bsicas de sade. Para que osistema de referncia e contra-refernciafuncione, fundamental uma boa articulao entre as unidades do sistema local e regional, a partir do estabelecimento do comando e coordenao nicos em cada nvel, com definio clara das atribuies de cada unidade dentro do sistema , de acordo comos princpios de regionalizao e hierarquizao .Em reas complexas, a existncia de centrais de marcao de consultas especializadas e de internaes hospitalares facilita este sistema. 12. CMS Ariadne Lopes de Menezes Pol. Rodolpho Rocco H.M. da Piedade PS Renato Rocco H.M. Salgado Filho PS Carlos Gentille de Mello H. Mat. Carmela Dutra Pol. Csar Pernetta PS Eduardo Vilhena Leite IMAS Nise da Silveira C.M.de Reabilitao CMS Milton F. Magaro 1 -Engenho da Rainha 2-Toms Coelho3-Inhama 4-Pilares 5-Piedade 6-Abolio 7-Higienpolis 8-Del Castilho 9-Encantado 10-Engenho de Dentro 11-Cachambi 12-Maria da Graa 13-Jacarezinho 14-Todos os Santos 15-gua Santa 16-Mier 17-Lins de Vasconcelos 18-Engenho Novo 19- Sampaio 20-Jacar 21-Riachuelo 22-Rocha 23-So Francisco CAPSi Maria C.Machado CAPSad RaulSeixas CAPS Clarice Lispector PSF Prof. Antenor Nascentes CAPS Torquato Neto DISTRIBUIO DAS UNIDADES DE SADE NA AP 3.2 UPA Dois de Maio 13.

  • A Ateno Primria Sade
  • a porta de entrada do sistema de sade funcionando como um eixo ORDENADOR e assim organizando o SISTEMA.
  • Para tal a Ateno Primria tem que funcionar com o sentido pleno da INTEGRALIDADE.
  • Hoje o modelo de Ateno Primria que mais se aproxima a isto a Estratgia de Sade da Famlia.
  • Tendo como eixo central o fortalecimento da Ateno Primria Sade, a ESF foi pensada como mecanismo de rompimento do comportamento passivo das unidades de APS tradicionais, entendendo o indivduo como singular e como parte integrante de um contexto mais amplo que a famlia e a comunidade (Chiesa & Fracolli, 2004; MS, 2003).

14.

  • Ampliao da clnica:
  • Incorporao das fragilidades subjetivase dasredes sociais , paraalm dos riscos biolgicos.
  • Ampliao do repertrio de aes produo de maiores graus deautonomia ,auto-cuidado ,capacidade de interveno na realidade ,desenvolvimento da sociabilidade e cidadania.

15. Histrico do Ncleo de Apoio de Sade da Famlia

  • Propostas de Gasto W Camposdesde 1999.
  • Equipe de Referncia Uma equipe interdisciplinar com responsabilidade pela conduo de um conjunto de aes focando o de usurios Vnculo e Responsabilizao.
  • Apoio Matricial Reorganizar a forma de contato entre as Equipes de SF e as reas especializadas.
  • -Oferta de apoio tcnico especializado aos profissionais das Equipes de SF de sua Referncia ampliao da clnica.

16. Visando apoiar a insero daEstratgia Sade da Famliana rede de servios e ampliar a abrangncia e o escopo das aes daAteno Primaria Sadebem como sua resolubilidade, alm dos processos deterritorializaoeregionalizao , o Ministrio da Sade criou: -O Ncleo de Apoio Sade da Famlia - NASF, com a Portaria GM n 154, de 24 de Janeiro de 2008, Republicada em 04 de Maro de 2008.Ncleo de Apoio s Equipes de Sade da Famlia 17.

  • O Ministrio, para a publicao desta poltica, considerou diversos aspectos tais como:
  • A Poltica Nacional de Ateno Bsica, com nfase no fortalecimento da estratgia Sade da Famlia.
  • A Poltica Nacional de Promoo da Sade.
  • A Poltica Nacional de Integrao da Pessoa com Deficincia.
  • A Poltica Nacional de Alimentao e Nutrio,
  • A Poltica Nacional de Sade da Criana,
  • A Poltica Nacional de Ateno Integral Sade da Mulher,
  • A Poltica Nacional de Prticas Integrativas e Complementares.
  • A Poltica Nacional de Medicamentos,
  • A Poltica Nacional de Assistncia Farmacutica
  • A Poltica Nacional da Pessoa Idosa.

18. O NASF deve ser constitudo por equipes compostas por profissionais de diferentes reas de conhecimento,para atuarem em parceria com os profissionais das Equipes Sade da Famlia , compartilhando as prticas em sadenos territrios sob responsabilidade das ESFno qual oNASF est cadastrado.

  • Existem duas modalidades de NASF:
  • O NASF 1 que dever ser composto por no mnimocinco das profisses de nvel superior:
  • Psiclogo;
  • Assistente Social;
  • Farmacutico;
  • Fisioterapeuta;
  • Fonoaudilogo;
  • Profissional da Educao Fsica;
  • Nutricionista;
  • Terapeuta Ocupacional;
  • Mdico Ginecologista;
  • Mdico Homeopata;
  • Mdico Acupunturista;
  • Mdico Pediatra;
  • Mdico Psiquiatra
  • Vinculado de 08 a 20 Equipes Sade da Famlia

19. A definio dos profissionaisque iro compor os ncleos de responsabilidade dos gestores municipais , seguindoos critrios de prioridade identificados a partir das necessidades locaiseda disponibilidade de profissionais de cada uma das diferentes ocupaes.

  • Deve ter como responsabilidade central atuar e reforar8 diretrizesna ateno sade:
  • a interdisciplinaridade,
  • a intersetorialidade,
  • o territrio,
  • a integralidade,
  • o controle social,
  • a educao permanente em sade,
  • a promoo da sade
  • a humanizao.

20. A equipe do NASF e as ESF criaro espaos de discusses para gesto do cuidado.Como, por exemplo,reunies e atendimentos conjuntos constituindo processo de aprendizado coletivo.Desta maneira, o NASF no se constitui porta de entrada do sistema para os usurios, mas apoio s equipes de sade da famlia

  • Atribuies:
  • Atendimento compartilhado para uma interveno interdisciplinar, com troca de saberes,
  • Capacitao das ESF e responsabilidades mtuas (estudo/ discusso de casos/situaes),
  • Orientaes e atendimentos em conjuntos;
  • O NASF Tem como eixos:
  • responsabilizao,
  • gesto compartilhada
  • apoio coordenao do cuidado.

21. Pode haver encaminhamento de usurios/f amliaspara oNASF pela ESF , sendo realizada, necessariamente,uma discusso a priorientre os profissionais responsveis pelo caso.(Atendimento individual em situaes extremamente necessria pelo NASF).

  • O NASF responsvel porAes comuns nos territrios da ESFarticulando com os outros setores pblicos:
  • educao permanente em sade,
  • educao popular em sade
  • planejamento integrado,
  • potencializao do uso de espaos pblicos de convivncia,
  • aes focadas na incluso social,
  • enfrentamento da violncia,
  • organizao em rede intersetorial para aequidade e cidadania-escolas, creches, equipamentos da assistncia social e trabalhos com grupos vulnerveis .

22.

  • O NASF est dividido em oito reas estratgicas sendo elas:
  • - atividade fsica/prticas corporais;
  • prticasintegrativas e complementares;
  • reabilitao;
  • alimentao e nutrio;
  • sade mental;
  • servio social;
  • sade da criana/ do adolescente e do jovem;
  • sade da mulher
  • sade do Idoso
  • assistncia farmacutica.

Enfim os NASFs devem instituir principalmenteaintegralidade do cuidado fsico e mental aos usurios do SUSpor intermdio da qualificao e complementaridade do trabalho das ESF. 23. Apoio Matricial o que ? Apoio Suporte, amparo, auxlio Aprender/ experimentar ampliar a clnica acompanhado por algum especializado que d suporte para a interveno no campo Acompanhar estar junto, prximo Matrice Me; Lugar onde alguma coisa se gera; Que fonte de origem Construo de um novo saber interdisciplinar 24.

        • Favorece a construo de novos dispositivos de ateno em resposta s diferentes necessidades:
        • Grupos coordenados pelas ESF convivncia, artesanato, caminhada...
        • Ampliao da capacidade de interveno do generalista e da equipe:
        • gesto de medicamentos,
        • orientao nutricional,
        • para atividade fsica,
        • reduo de danos,
        • acompanhamento nos ciclos de vida,
        • procedimentos bsicos em oftalmologia (triagem oftalmo),
        • dermatologia,
        • fisioterapia,
        • etc.

Apoio Matricial por qu? 25. Art. 4 2 Tendo em vista amagnitude epidemiolgica dos transtornos mentais , recomenda-se que cada NASF conte com pelo menos1 profissional de sade mental- Promove a ampliao da clnica para as dimenses subjetiva e social.

    • Sair do Olhar especializado do consultrio e partir ao territrio...
    • Do in vitro ao in vivo...
        • Promover eqidade e acesso de acordo com as vulnerabilidades e potencialidades de cada usurio

26. Lgica matricial como? 1) Apoio na avaliao de riscos e vulnerabilidades. 2) Apoio para elaborao e desenvolvimento de Propostas teraputicas articuladas (individual ou coletiva).3)Discusso coletivada equipe interdisciplinar, 4 )Induo de formao de vnculocom o usurio, 5 )Induo daparticipao do usuriona formulao e andamento do seu projeto teraputico, 6) Intervenes conjuntas concretas, 7) Atendimento aos casos de maior gravidade, risco e vulnerabilidade junto a ESF, 8) Apoio na construo do encaminhamento, 9) Apoio na construo do Planejamento das ESF. 27. NASF na SMSDC do Rio de Janeiro

  • Usamos esta estratgia para aprofundar a discusso da criao dos Ncleos de Apoio Estratgia de Sade da Famlia, visto que o antigo grupo apoiador das aes das equipes de Sadehavia sido desfeito logo no incio da nova gesto, deixando um vazio tcnico e gerencial.
  • No primeiro territrio de expanso da cobertura das Equipes de Sade da Famlia CAP 5.3), fizemos 6 oficinas para o desenvolvimento da proposta de Implantao do NASF.

28. Roda de Discusso: Oficinas de trabalho na construo dos conceitos de matriciamento e NASF 29. Usamos mtodos de provocao que propiciassem a desconstruo e reconstruo de conceitos e certezas, potencializassem as aes dos envolvidos eprotagonizassem o emergenteusando a criatividade para as solues dos problemas. Particularmente foram usados jogos dramticos com tcnicas psicodramticas. 30. RESULTADOS

  • A partir da observao dos elementos disparadores das aes que transitam nos espaos formais e informaisos resultados atuais, mesmo que preliminares, apontam para mudanas da prxis tanto do modelo de gesto como da prtica das aes em sade com a construo de propostas adequadas situao de sade de cada subrea de atuao da Estratgia de Sade da Famlia e criao dos Ncleos de Apoio de Sade da Famlia (NASF).

31. RESULTADOS(Continuao I)

  • No momento, a composio dos profissionais dos Ncleos de Apoio de Sade da Famlia (NASF) baseia-se na percepo por parte dos integrantes da RODA do que o apoio necessrio para a qualificao da AOe segundo diagnstico situacional local, incluindo o epidemiolgico, por complexos ou subreas de cobertura.

32. RESULTADOS(Continuao II)

  • O papel do NASF decidido nas RODAS tem como precpua no somente o apoio s Equipes, mas tambm Estratgia de Sade da Famlia, funcionando como um elementoagenciadortanto na rede de sade como na rede interinstitucional em territrio.
  • Assim, estamos formando os primeiros grupos de NASF na cidade do Rio de Janeiro, nos territrios de expanso da Estratgia de Sade da Famlia, mesmo antes de enviar o projeto para solicitar incentivo do Ministrio da Sade.

33. Avaliao dos Ncleos de Apoio de Sade da Famlia Diagnstico Situacional Perfil dos profissionais:Cursos e experincias. Perfil da Comunidade: Populacional/epidemiolgico Scio/ Demogrfico Perfil Ambiental No. de encaminhamentosrealizados hoje pelas ESF Estado vacinal em < de 7 anos, No. de Gestantes < de 20 anos, No. de HA e Diabetes, Taxa de NV pr-termo e PIG, Taxa de Mortalidade Infantil (tardia e precoce), Distribuio por faixa etria e por sexo. Saneamento Armazenamento de gua, Armazenamentode lixo. Avaliao de Resultado 34. Avaliao de ProcessoIndicadores: Frequncias /taxas de MatriciamentosRealizados por grupos e por especialistas por perodo Frequncia de participao dos NASFs em reunies de ESF/perodo Frequncia de Interconsultas/ superviso de casos Frequncia de pedidos de referncias para Policlnicas No. de inscries nos programas de HA e PDNo. de mulheres com menos de 20 anos acompanhadas no PN 35. Avaliao de Resultado Indicadores: Frequncias /taxas de referncias desnecessrias para especialistas e exames especializados nas policlnicas Frequnciade referncias qualificadas para os especialistas e exames especializados nas policlnicas.Taxa de Mortalidade Infantil (tardia e precoce) Taxa de gravidez na Adolescncia Taxa dos usurios em controlede HA e Diabetes Taxa de RN Pr-termo e PIG 36.

  • 1- Dficit de Recursos Humanos nas Policlnicas: Poucas especialidades oferecidas e poucos especialistas por especialidades.... Demanda reprimida??
  • 2- Dficit estrutural nas Policlnicas , necessidade de:
  • Obras de manuteno,
  • Obras de adequao,
  • Equipamentos em geral, inclusive para os exames especializados,
  • Recursos Humanos de Apoio (digitadores, administrativos, etc.) ,
  • Incremento da conectividade, alm de todo material de informtica,
  • 3- Dficit de Recursos Humanos para o NASF (em especial mdicos),
  • 4- Obras de adequao para implantao dos NASFs,
  • 5- Necessidade de locomoo e comunicao (celular) para acesso s ESF,
  • 6- Incentivo salarial para a equipe do NASF (equivalente ao encargo para profissionais que trabalhem na estratgia de sade da famlia),

DESAFIOS...... 37. 7 - Lgica matricial provoca e explicita a impreciso das fronteiras entre os diversos papis e reas de atuao, 8- Questes subjetivas no se encaixam na rigidez dos diagnsticos (dificuldades afetivas e relacionais, a capacidade de enfrentar os problemas cotidianos), 9- Desfazer a delimitao entre as diferentes disciplinas e tecnologias, 10-Desestabilizar o institudo, 11- Fazer automtico X fazer refletido e dialogado, construo de aes a partir de um sentido refletido! 12- Falta de Regulao das Consultas, servios e exames oferecidos pelas Policlnicas, 13- Falta de protocolos ou linhas guias para o uso das consultase exames especializados, DESAFIOS...... 38. Um encontro de dois: olhos nos olhos, face a face,E quando estiveres perto, arrancar-te-ei os olhos ecoloc-los-ei no lugar dos meus; E arrancarei meus olhos para coloc-los no lugar dos teus; Ento ver-te-ei com os teus olhos e tu ver-me-s com os meus J. L. Moreno (Psicodrama, 2000) 39. BRASIL MINISTRIO DA SADE - Diretriz Conceitual da Estratgia de sade da Famlia, Departamento de Ateno Bsica DAB, 2009. BRASIL MINISTRIO DA SADE - Ncleos de Apoio Sade da Famlia NASF, PORTARIA N 154 DE 24 DE JANEIRO DE 2008.; CAMPOS, GWS. Equipes de referncia e apoio especializado matricial: um ensaio sobre a reorganizao do trabalho em sade. In: Cincia & Sade Coletiva Abrasco, 1999. v.4, n.2: pp.393-403. CHIESA, A.M.; FRACOLLI, L.A. O trabalho dos Agentes Comunitrios de Sade nas Grandes Cidades: anlise do seu potencial na perspectiva da Promoo da Sade. Revista Brasileira de Sade da Famlia, v. 5, n. 7, p. 42-49. 2004. DELEUZE, G., GUATTARI, F., Mille Plateaux. Capitalisme et Schizophrnie., Paris, Les Editions de Minuit, 1980. FIGUEREDO, M.D,POWERPOINT mimeo, Departamento de Medicina Preventiva e Social/ FCM/ Unicamp, 2007. FRANCO, T.B. As Redes na Micropoltica do Processo de Trabalho in Gesto em Redes: prticas de avaliao, formao e participao na sade. Rio de Janeiro: CEPESCIMS / UERJ - ABRASCO, 2006.; GUERRA, C.G. POWERPOINT mimeo, Mestrado Sade da Famlia Estcio, 2008.MERHY, E. E. Sade: a cartografia do Trabalho Vivo. So Paulo: Hucitec, 2002.; MERHY, E.E., FRANCO, T. B., Mapas analticos: um olhar sobre a organizao e seus processos de trabalho. Mimeo, setembro de 2007. MORENO, J. L., Psicodrama. So Paulo, Ed. Cultrix, 2003. NIETZSCHE, F.W., PRELDIO DE UMA FILOSOFIA DO FUTURO, Traduo: Mrcio Pugliesi, Da Universidade de So Paulo, Curitiba, HEMUS LIVRARIA, DISTRIBUIDORA E EDITORA S.A., 2001. STARFIELD, B. Ateno Primria: equilbrio entre necessidades de sade, servios e tecnologia. Braslia: UNESCO, Ministrio da Sade, 2002. 725p. Referncias Bibliogrficas: