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CULTURA EM NÚMEROS 2ª edição

Author: civone-medeiros

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CULTURA EM NMEROS2 edio

LUIZ INCIO L ULA DA S ILVAMinistro da Cultura

Presidente da Repblica

J UCA F ERREIRADE

A LFREDO M ANEVY

Secretrio Executivo

P EREIRA M ENDES

Secretrio de Polticas Culturais

JOS LUIZ HERENCIA AFONSO LUZ

Diretor de Estudos e Monitoramento de Polticas Culturais Coordenadora Geral de Economia da Cultura e Estudos Culturais

JULIANA NOLASCOPresidente

Fundao Nacional de Artes Funarte

S RGIO M AMBERTIDiretora Executiva

M YRIAM L EWIN

Diretor do Centro de Programas Integrados

T ADEU D I P I ETR OGerente de Edies

M ARISTELA R ANGEL

CULTURA EM NMEROS2 edio

CULTURA EM NMEROS2 edio

2010 MINISTRIO DA CULTURATodos os direitos reservados Esplanada dos Ministrios, bloco B, 2 andar CEP: 70068-900 Braslia DF Fax: (61) 3223-3616 Tel: 2024-2229 / 2024-2225 / 2024-2227 / 2024-2238 [email protected]

Ministrio da Cultura

Reviso de textos ANALUIZA MAGALHES SIMONE MUNIZ ANDREA SILVA LAURO MESQUITA ISMLIA AFONSO Assistentes editoriais SIMONE MUNIZ SUELEN TEIXEIRA Produo editorial e projeto grfico (1 edio) JOS CARLOS MARTINS Capa FERNANDA LEMOS PAULA NOGUEIRA Arte final digital CARLOS ALBERTO RIOSDados Internacionais de Catalogao na Publicao (CIP) Cultura em nmeros: anurio de estatsticas culturais - 2 edio Braslia: MinC, 2010. 252 p. : il. color.; 23x23cm

ISBN 1984-543X1. Anurios de cultura. 2. Cultura brasileira. 3. Brasil Poltica cultural.

CDD 306.981

SumrioCultura e nmeros em uma nova relao | 24JuCa FerreIra, MINIStro Da Cultura

uma nova fase no planejamento de polticas culturais | 26JoS luIz HereNCIa, SeCretrIo De PoltICaS CulturaIS

ndice de Concentrao na Capital Total de equipamento na capital / Total de equipamento no estado | 41 ndice de Habitantes por Cinema Nmero de habitantes / Nmero de salas de cinema / 100.000 | 41 Porcentual de municpios que realizaram festivais ou mostras de cinemas por Unidade Federativa | 42 Porcentual de municpios que realizaram concursos de cinema por Unidade Federativa | 42 Porcentual de municpios com grupos artsticos cineclube por Unidade Federativa | 43 Porcentual de municpios com escolas, ocinas ou cursos de cinema por Unidade Federativa | 43 Porcentual de municpios com cinemas por Unidade Federativa | 44 Distribuio porcentual da totalidade de municpios com cinemas no Brasil | 44 Evoluo porcentual dos municpios com a presena de cinemas | 44 Evoluo dos cinemas nas regies | 45 Cursos de graduao Cinema | 45

Dados e informaes na poltica cultural | 27aFoNSo luz, DIretor De PoltICaS CulturaIS

avanos, limites e desafios dos indicadores culturais | 30 Sistema Nacional de Informaes e Indicadores Culturais na Poltica Cultural | 32 Guia do leitor | 34 Oferta da Cultura Demanda por equipamentos culturais no Brasil | 38CINEMA

Nmero de salas de cinema por regio no Brasil | 39 Nmero de salas de cinema por estado na Regio Sudeste | 39 Nmero de salas de cinema por estado na Regio Sul | 39 Nmero de salas de cinema por estado na Regio Nordeste | 39 Nmero de salas de cinema por estado na Regio Norte | 40 Nmero de salas de cinema por estado na Regio Centro-Oeste | 40 Nmero de salas de cinema nos estados | 40

VDEO

Porcentual de municpios que realizaram festivais ou mostras de vdeo por Unidade Federativa | 46 Porcentual de municpios com escolas, ocinas ou concursos de vdeo por Unidade Federativa | 47 Porcentual de municpios que realizaram concursos de vdeos por Unidade Federativa | 47 Distribuio porcentual da totalidade de municpios com videolocadoras no Brasil | 48 Evoluo porcentual dos municpios com a existncia de videolocadoras | 48 Porcentual de municpios com videolocadoras por Unidade Federativa | 48 Evoluo das videolocadoras nas regies | 49

Porcentual de municpios com grupos artsticos musicais por Unidade Federativa | 52 Porcentual de municpios com grupos artsticos de orquestra por Unidade Federativa | 52 Porcentual de municpios com grupos artsticos de bandas de msica por Unidade Federativa | 53 Porcentual de municpios com grupos artsticos de coral por Unidade Federativa | 53 Porcentual de municpios com lojas de discos, CDs, DVDs, e tas por Unidade Federativa | 54 Distribuio porcentual da totalidade de municpios com lojas de discos, CDs, DVDs e tas no Brasil | 54 Evoluo porcentual dos municpios com a existncia de lojas de discos, CDs, DVDs e tas | 54 Cursos de graduao Msica | 55 Cursos de graduao Canto | 55 Cursos de graduao Regncia | 55 Evoluo das lojas de disco nas regies | 56

MSICA

Porcentual de municpios que realizaram festivais ou mostras de msica por Unidade Federativa | 50 Porcentual de municpios que realizaram concursos de msica por Unidade Federativa | 51 Porcentual de municpios com escolas, ocinas ou cursos de msica por Unidade Federativa | 51

TEATRO

Nmero de teatros por regio | 57 Nmero de teatros por estado na Regio Sudeste | 57 Nmero de teatros por estado na Regio Sul | 57 Nmero de teatros por estado na Regio Norte | 57 Nmero de teatros por estado na Regio Nordeste | 58 Nmero de teatros por estado na Regio Centro-Oeste | 58 Nmero de teatros | 58 ndice de Concentrao na Capital Total de equipamento na capital / Total de equipamento no estado | 59 ndice de Habitantes por Cinema Nmero de habitantes / Nmero de teatros / 100.000 | 59 Porcentual de municpios com escolas, ocinas ou cursos de teatro por Unidade Federativa | 60 Porcentual de municpios que realizaram festivais/mostras de teatro por Unidade Federativa | 60 Porcentual de municpios que realizaram concursos de dramaturgia por Unidade Federativa | 61 Porcentual de municpios com grupos artsticos de teatro por Unidade Federativa | 61

Porcentual de municpios com teatros e/ou salas de espetculo por Unidade Federativa | 62 Distribuio porcentual da totalidade de municpios com teatros e/ou salas de espetculo no Brasil | 62 Evoluo porcentual dos municpios com a presena de teatros e/ou salas de espetculo | 62 Evoluo dos teatros nas regies | 63 Cursos de graduao Teatro | 64 Cursos de graduao Artes Cnicas | 64

DANA

Porcentual de municpios que realizaram festivais ou mostras de dana por Unidade Federativa | 65 Porcentual de municpios que realizaram concursos de dana por Unidade Federativa | 66 Porcentual de municpios com grupos artsticos de dana por Unidade Federativa | 66 Porcentual de municpios com escolas, ocinas ou cursos de dana por Unidade Federativa | 67 Cursos de graduao Dana | 67

CIRCO

Cursos de graduao Artes Plsticas | 72 Cursos de graduao Desenho e Plstica | 72 Cursos de graduao Gravura | 73 Cursos de graduao Pintura | 73 Cursos de graduao Artes Visuais | 73

Porcentual de municpios com escolas, ocinas ou cursos de circo por Unidade Federativa | 68 Porcentual de municpios com grupos artsticos de circo por Unidade Federativa | 68

DESIGN E MODA ARTES

Cursos de graduao Design e Moda | 74 Porcentual de municpios que realizaram feiras de modas por Unidade Federativa | 75

Porcentual de municpios com escolas, ocinas ou cursos de artes plsticas por Unidade Federativa | 69 Porcentual de municpios que realizaram exposies de artes plsticas por Unidade Federativa | 70 Porcentual de municpios que realizaram exposies de artes visuais por Unidade Federativa | 70 Porcentual de municpios que realizaram feiras de artes e/ou artesanato por Unidade Federativa | 71 Porcentual de municpios que tm grupos artsticos de desenho e pintura por Unidade Federativa | 71 Porcentual de municpios com grupos artsticos de artes plsticas e artes visuais por Unidade Federativa | 72

FOTOGRAFIA

Porcentual de municpios com escolas, ocinas ou cursos de fotograa por Unidade Federativa | 76 Porcentual de municpios que realizaram exposies de fotograa por Unidade Federativa | 76 Porcentual de municpios que realizaram concursos de fotograa por Unidade Federativa | 77 Cursos de graduao Fotograa | 77

PATRIMNIO

Nmero de museus na Regio Centro-Oeste | 82 Distribuio Nmero de museus por Unidade Federativa | 82 ndice de Habitantes por Museu Nmero de habitantes/ Nmero de museus / 100.000 | 83 Distribuio porcentual da totalidade de municpios com museus no Brasil | 83 Evoluo dos municpios com a presena de museus conforme o ano | 83 Porcentual de municpios com museus por Unidade Federativa | 84 Cursos de graduao Museologia | 84 Evoluo dos museus nas regies | 84

Nmero de bens tombados por regio | 78 Nmero de bens tombados na Regio Sudeste | 78 Nmero de bens tombados na Regio Sul | 78 Nmero de bens tombados na Regio Nordeste | 78 Nmero de bens tombados na Regio Norte | 79 Nmero de bens tombados na Regio Centro-Oeste | 79 Distribuio Bens tombados por Unidade Federativa | 79 Porcentual de municpios com escolas, ocinas ou cursos de patrimnio, conservao e/ou restaurao por Unidade Federativa | 80 Porcentual de municpios que realizaram exposies de acervo histrico por Unidade Federativa | 80

CULTURA POPULAR

MUSEUS

Porcentual de municpios que realizaram feiras de agropecuria por Unidade Federativa | 86 Porcentual de municpios que realizaram festivais ou mostras de gastronomia por Unidade Federativa | 86 Porcentual de municpios que realizaram festivais ou mostras de manifestao tradicional popular por Unidade Federativa | 87

Museus cadastrados por regio | 81 Nmero de museus na Regio Sul | 81 Nmero de museus na Regio Sudeste | 81 Nmero de museus na Regio Nordeste | 81 Nmero de museus na Regio Norte | 82

Porcentual de municpios com grupos artsticos de manifestao tradicional popular por Unidade Federativa | 87 Porcentual de municpios com grupos artsticos de capoeira por Unidade Federativa | 88 Porcentual de municpios com grupos artsticos de escolas de samba por Unidade Federativa | 89 Porcentual de municpios com grupos artsticos de blocos carnavalescos por Unidade Federativa | 89

ndice de Habitantes por Biblioteca Pblica Nmero de habitantes / Nmero de bibliotecas pblicas / 100.000 | 92 ndice de Concentrao na Capital Total de equipamento na capital/ Total de equipamento no estado | 92 Distribuio porcentual da totalidade de municpios com bibliotecas pblicas no Brasil | 93 Evoluo porcentual dos municpios com a existncia de bibliotecas pblicas | 93 Porcentual de municpios com bibliotecas pblicas implantadas por Unidade Federativa | 93 Evoluo das bibliotecas pblicas no Brasil | 94 Cursos de graduao Biblioteconomia | 94

BIBLIOTECA PBLICA

Nmero de bibliotecas pblicas por regio | 90 Nmero de bibliotecas pblicas por estado na Regio Sudeste | 90 Nmero de bibliotecas pblicas por estado na Regio Sul | 90 Nmero de bibliotecas pblicas por estado na Regio Nordeste | 90 Nmero de bibliotecas pblicas por estado na Regio Norte | 91 Nmero de bibliotecas pblicas por estado na Regio Centro-Oeste | 91 Bibliotecas implantadas por Unidade Federativa | 91

LIVRARIA

Porcentual de municpios que realizaram feiras de livros por Unidade Federativa | 95 Porcentual de municpios que realizaram concursos de literatura por Unidade Federativa | 95 Porcentual de municpios que realizaram concursos de cordel por Unidade Federativa | 96

Distribuio porcentual da totalidade de municpios com livrarias no Brasil | 96 Evoluo porcentual dos municpios com a presena de livraria | 96 Porcentual de municpios com livrarias por Unidade Federativa | 97 Evoluo das livrarias nas regies | 98

Participao porcentual das atividades artesanais na Regio Centro-Oeste | 102 Evoluo das atividades artesanais por regio | 103

MEIOS DE COMUNICAO CENTRO CULTURAL

Porcentual de municpios que possuem jornais impressos locais por Unidade Federativa | 104 Distribuio de municpios com jornais impressos locais por regio 2006 | 105 Distribuio de municpios com revistas impressas locais por regio 2006 | 105 Cursos de graduao Jornalismo | 105

Porcentual de municpios com centros culturais nas regies 2006 | 99 Porcentual de municpios com centro culturais por Unidade Federativa | 99

ARTESANATO

Porcentual de municpios que possuem revistas impressas locais por Unidade Federativa | 106 Porcentual de municpios que possuem rdios AM locais por Unidade Federativa | 106 Evoluo das rdios AM locais nas regies | 107 Distribuio porcentual da totalidade de municpios com estaes de rdio AM no Brasil | 108 Distribuio porcentual de municpios com rdios FM no Brasil | 108

Atividades artesanais nos municpios do Brasil 2006 | 100 Participao das atividades artesanais na Regio Sudeste | 100 Participao das atividades artesanais na Regio Sul 2006 | 101 Participao das atividades artesanais na Regio Norte 2006 | 101 Participao das atividades artesanais na Regio Nordeste | 102

Porcentual de municpios que possuem rdios FM locais por Unidade Federativa | 108 Evoluo das Rdios FM locais nos municpios | 109 Distribuio geral de municpios com rdios comunitrias por regio 2006 | 110 Porcentual de municpios que possuem rdios comunitrias por Unidade Federativa | 110 Cursos de graduao Radialismo | 110 Porcentual de municpios que tm geradoras de TV por Unidade Federativa | 111 Evoluo das geradoras de TV nos municpios | 112 Distribuio porcentual da totalidade de municpios com geradoras de TV no Brasil | 112 Porcentual de municpios que tm rdios comunitrias por Unidade Federativa | 113 Distribuio em geral de municpios com TVs comunitrias por regio 2006 | 113 Distribuio geral de municpios com canais de TV aberta por regio 2006 | 113 Porcentual de municpios que possuem TV aberta por regio | 114 Porcentual de municpios que possuem provedores de Internet por Unidade Federativa | 114 Evoluo dos provedores de Internet nos municpios | 115

Distribuio porcentual da totalidade de municpios com provedores de Internet no Brasil | 115

SNTESE

Participao porcentual dos equipamentos culturais nos municpios em 2005 | 116 Participao porcentual dos equipamentos culturais nos municpios brasileiros em 2006 | 116 Participao porcentual dos meios de comunicao no total dos municpios brasileiros em 2005 | 117 Participao porcentual dos meios de comunicao no total dos municpios brasileiros em 2006 | 117

Demanda por Cultura Demanda por equipamentos culturais no Brasil | 119

CINEMA

Cinema Frequncia nas capitais | 120 Cinema Frequncia por faixa etria | 120 Cinema Frequncia por escolaridade | 120 Cinema Frequncia por renda | 120

Cinema Frequncia por sexo | 121 Cinema Frequncia por raa | 121 Perl do consumidor Populao do Brasil | 121 Perl do consumidor Braslia | 122 Perl do consumidor Belo Horizonte | 122 Perl do consumidor Curitiba | 123 Perl do consumidor Fortaleza | 123 Perl do consumidor Porto Alegre | 124 Perl do consumidor Recife | 124 Perl do consumidor Rio de Janeiro | 125 Perl do consumidor Salvador | 125 Perl do consumidor So Paulo | 126

Perl do ouvinte Belo Horizonte | 130 Perl do ouvinte Curitiba | 130 Perl do ouvinte Fortaleza | 131 Perl do ouvinte Porto Alegre | 131 Perl do ouvinte Recife | 132 Perl do ouvinte Rio de Janeiro | 132 Perl do ouvinte Salvador | 133 Perl do ouvinte So Paulo | 133

TELEVISO ABERTA E POR ASSINATURA

Televiso Demanda nas capitais | 134 Televiso Demanda por faixa etria | 134 Televiso Demanda por escolaridade | 135

RDIO

Televiso Demanda por renda | 135 Televiso Demanda por sexo | 136 Televiso Demanda por raa | 136 Preferncia por programao de televiso Brasil | 137

Rdio Frequncia nas capitais | 127 Rdio Frequncia por faixa etria | 127 Rdio Frequncia por escolaridade | 127 Rdio Frequncia por renda | 127 Rdio Frequncia por sexo | 128 Rdio Frequncia por raa | 128 Preferncia por programao de rdio Brasil | 129 Perl do ouvinte Braslia | 129

INTERNET

Acesso Internet nas capitais | 138 Acesso Internet por faixa etria | 138

Acesso Internet por escolaridade | 138 Acesso Internet por renda | 138 Acesso Internet por sexo | 139 Acesso Internet por raa | 139 Atividades mais acessadas na Internet | 140 Tempo de navegao em domiclio | 140 Acesso Internet no Brasil em domiclio | 140 Percepo do consumo de outras mdias com o incio da Web | 141

REVISTA

Pessoas que lem pelo menos um ttulo de revista uma vez por ms nas capitais | 145 Pessoas que lem pelo menos um ttulo de revista uma vez por ms, por faixa etria | 145 Pessoas que lem pelo menos um ttulo de revista uma vez por ms, por escolaridade | 145 Pessoas que lem pelo menos um ttulo de revista uma vez por ms, por renda | 145

JORNAL

Pessoas que lem pelo menos um ttulo de jornal por semana nas capitais | 142 Pessoas que lem pelo menos um ttulo de jornal por semana, por faixa etria | 142 Pessoas que lem pelo menos um ttulo de jornal por semana, por escolaridade | 142 Pessoas que lem pelo menos um ttulo de jornal por semana, por renda | 142 Pessoas que lem pelo menos um ttulo de jornal por semana, por sexo | 143 Pessoas que lem pelo menos um ttulo de jornal por semana, por raa | 143 Pginas mais lidas | 144

Pessoas que lem pelo menos um ttulo de revista uma vez por ms, por sexo | 146 Pessoas que lem pelo menos um ttulo de revista uma vez por ms, por raa | 146

CONSUMO CULTURAL AGREGADO

Consumo cultural por classe | 147 Consumo cultural por raa | 147 Consumo cultural por faixa etria | 147 Consumo cultural por escolaridade | 148 Consumo cultural por renda | 148 Consumo cultural por gnero | 149

PRTICAS CULTURAIS NAS CAPITAIS

Prticas culturais Braslia | 150 Prticas culturais Belo Horizonte | 150 Prticas culturais Curitiba | 151 Prticas culturais Fortaleza | 151 Prticas culturais Porto Alegre | 152 Prticas culturais Recife | 152 Prticas culturais Rio de Janeiro | 153 Prticas culturais Salvador | 153 Prticas culturais So Paulo | 154

Despesa mdia mensal familiar com recreao e cultura, por anos de estudo da pessoa de referncia da famlia rural e urbana Brasil | 155 Despesa mdia mensal familiar com recreao e cultura, por existncia de pessoa com nvel superior na famlia Brasil | 156 Despesa mdia mensal familiar com recreao e cultura, por existncia de pessoa com nvel superior na famlia rural e urbana 2002-2003 | 156 Despesa mdia mensal familiar com recreao e cultura, por posio na ocupao principal da pessoa de referncia da famlia Brasil | 156 Despesa mdia mensal familiar com recreao e cultura, por posio na ocupao principal da pessoa de referncia da famlia rural e urbana Brasil | 156 Despesa mdia mensal familiar com recreao e cultura, por sexo da pessoa de referncia da famlia | 157 Despesa mdia mensal familiar com recreao e cultura, por sexo da pessoa de referncia da famlia rural e urbana | 157

DESPESAS FAMILIARES COM RECREAO E CULTURA

Despesa mdia mensal familiar com recreao e cultura, por faixa etria da pessoa de referncia da famlia Brasil | 155 Despesa mdia mensal familiar com recreao e cultura, por faixa etria da pessoa de referncia da famlias, nas reas rurais e urbanas Brasil | 155 Despesa mdia mensal familiar com recreao e cultura, por anos de estudo da pessoa de referncia da famlia Brasil | 155

Despesa mdia mensal familiar com recreao e cultura, por cor ou raa da pessoa de referncia da famlia | 157 Despesa mdia mensal familiar com recreao e cultura, por cor ou raa da pessoa de referncia da famlia rural e urbana | 157

Participao do consumo intermedirio das atividades comerciais culturais | 161 Participao do consumo intermedirio das atividades de servios culturais | 161 Participao do valor bruto da produo das atividades industriais culturais | 161

Indicadores Culturais Produo Dados Gerais da participao das atividades culturais no valor bruto da produo, consumo intermedirio e valor adicionado | 158 Participao do valor adicionado das atividades industriais culturais | 160 Participao do valor adicionado das atividades comerciais culturais | 160 Participao do valor adicionado das atividades de servios culturais | 160 Participao do consumo intermedirio das atividades industriais culturais | 160

Participao do valor bruto da produo das atividades comerciais culturais | 161 Participao do valor bruto da produo das atividades de servios culturais | 162 Participao das atividades culturais no custo total e receita lquida | 162 Participao dos custos totais das atividades industriais culturais | 162 Participao dos custos totais das atividades comerciais culturais | 162 Participao dos custos totais das atividades de servios culturais | 163 Participao das atividades industriais culturais na receita lquida | 163 Participao das atividades comerciais culturais na receita lquida | 163

Evoluo das atividades de servios culturais na receita lquida | 163

Participao do setor cultural no total geral da economia | 166 Participao do pessoal ocupado por condio de contribuio para a previdncia 2006 | 166

OFERTA

Participao do pessoal ocupado por escolaridade 2006 | 167 Participao do pessoal ocupado por faixa etria 2006 | 167 Participao do pessoal ocupado por horas trabalhadas semanais 2006 | 167 Participao do pessoal ocupado porposio na ocupao do trabalho principal 2006 | 167 Participao do pessoal ocupado segundo a raa 2006 | 168 Participao porcentual do pessoal ocupado segundo o sexo 2006 | 168 Participao do nmero de empresas segundo o tamanho 2005 | 168 Evoluo porcentual do nmero de empresas de acordo com o tamanho 2003 a 2005 | 168 Participao do pessoal ocupado segundo tamanho das empresas 2005 | 169 Evoluo do pessoal ocupado segundo tamanho das empresas 2003 a 2005 | 169

Participao do setor cultural na economia brasileira | 164 Evoluo da participao do setor cultural na economia brasileira | 164 Participao do pessoal ocupado por nmero de empresas | 164 Participao do nmero de empresas das atividades industriais culturais | 164 Participao do nmero de empresas das atividades comerciais culturais | 165 Participao do nmero de empresas das atividades de servios culturais | 165 Participao do nmero de empresas segundo setores nas atividades culturais | 165 Participao do pessoal ocupado das atividades industriais culturais | 165 Participao do pessoal ocupado nas atividades comerciais culturais | 166 Participao do pessoal ocupado nas atividades de servios culturais | 166

Participao dos salrios e outras remuneraes segundo o tamanho das empresas | 169 Evoluo do pessoal ocupado por empresa segundo o tamanho 2003 a 2005 | 169 Salrios e outras remuneraes segundo o tamanho das empresas 2003 a 2005 | 170 Salrio mdio e custo do trabalho nos setores econmicos total e cultural | 170 Salrio mdio e custo do trabalho Indstria de transformao 2003 a 2005 | 171 Salrio mdio e custo do trabalho Comrcio 2003 a 2005 | 172 Salrio mdio e custo do trabalho Servios 2003 a 2005 | 173 Evoluo do salrio mdio mensal (salrios mnimos) 2003 a 2005 | 174 Evoluo do salrio mdio mensal na indstria (salrios mnimos) 2003 a 2005 | 174 Evoluo do salrio mdio mensal das atividades comerciais culturais 2003 a 2005 | 174 Evoluo do salrio mdio das atividades de servios culturais (salrios mnimos) 2003 a 2005 | 174 Evoluo do custo do trabalho | 175

Evoluo do custo do trabalho da indstria 2003 a 2005 | 175 Evoluo do custo do trabalho das atividades comerciais culturais 2003 a 2005 | 175 Evoluo do custo do trabalho das atividades de servios culturais 2003 a 2005 | 175

DISPNDIO

Taxa de investimento da indstria do livro | 176 Taxa de investimento das indstrias de msica, software, rdio e televiso 2003 | 176 Taxa de investimento das indstrias de cinema e das outras atividades de artes e espetculos 2003 | 177 Taxa de investimento das atividades culturais x total geral da economia 2003 | 177 Taxa de margem de comercializao 2003 | 177 Participao das esferas do governo nos gastos pblicos com cultura no Brasil | 178 Participao das despesas com cultura no oramento total brasileiro | 178 Despesas por Unidade de Federao 2005 | 178 Despesas por Unidade de Federao Esfera estadual 2003 a 2005 | 179

Despesas por Unidade de Federao Esfera municipal 2003 a 2005 | 179 Despesa consolidada por funes correlatas | 180 Despesa de consumo monetria e no-monetria mdia mensal familiar 2002 a 2003 | 180 Despesa de consumo monetria e no-monetria mdia mensal familiar Distribuio porcentual 2002 a 2003 | 181 Despesa de consumo monetria e no-monetria mdia mensal familiar, sem a incluso da telefonia no grupo cultura 2002 a 2003 | 182 Despesa de consumo monetria e no-monetria mdia mensal familiar, sem a incluso da telefonia no grupo cultura Proporo 2002 a 2003 | 183 Despesa em reais per capita com cultura por regio | 184 Rendimento total mdio mensal familiar e despesa monetria e no-monetria mdia mensal familiar com o grupo cultura, em reais, e porcentual da despesa com o grupo com relao renda, segundo as caractersticas das famlias, Brasil 2002 a 2003 | 185

Financiamento da Cultura

VALORES E MONTANTES DE PROJETOS

Valores e montantes de projetos 2000 a 2001 | 187 Valores e montantes de projetos 2002 a 2004 | 188 Valores e montantes de projetos 2005 a 2006 | 188

CAPTAO POR MECENATO

Captao de recursos por regio Mecenato 1996 a 2006 | 190 Captao por mecenato Proporo por segmento 1996 a 2006 | 190 Participao na captao de recursos atravs do mecenato por regio 1996 a 2006 | 190 Evoluo da captao por mecenato Artes cnicas | 191 Evoluo da captao por mecenato Artes integradas | 191 Evoluo da captao por mecenato Audiovisual | 192 Evoluo da captao por mecenato Artes plsticas | 192 Evoluo da captao por mecenato Humanidades | 193

Evoluo da captao por mecenato Msica | 193 Evoluo da captao por mecenato Patrimnio cultural | 194

Municpios com nanciamento ou patrocnio do poder pblico municipal em publicaes culturais 2006 | 200 Municpios com nanciamento ou patrocnio do poder pblico municipal em festas populares 2006 | 200 Municpios com nanciamento

INVESTIDORES

Investidores Pessoa fsica e jurdica Regio Norte | 195 Investidores Pessoa fsica e jurdica Regio Centro-Oeste | 196 Investidores Pessoa fsica e jurdica Regio Nordeste | 197 Investidores Pessoa fsica e jurdica Regio Sudeste | 198 Investidores Pessoa fsica e jurdica Regio Sul | 199 Investidores Pessoa fsica e jurdica Total | 199

ou patrocnio do poder pblico municipal em eventos | 201

Gesto Cultural

CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA

Tipos de Conselho Municipal de Cultura | 203 Conselho Municipal de Cultura por regio | 203 Tipos e Quantidade de Conselho Municipal de Cultura por regio | 203 Representatividade dos Conselhos Municipais de Cultura por regio | 204 Formas de escolha dos representantes dos Conselhos

FINANCIAMENTO MUNICIPAL CULTURA

Municipais de Cultura | 204 Representao dos Conselhos Municipais de Cultura | 204 Formas de escolha dos representantes dos Conselhos Municipais de Cultura por regio | 204

Municpios com nanciamento ou patrocnio do poder pblico municipal em produo de lmes 2006 | 200 Municpios com nanciamento ou patrocnio do poder pblico municipal em produo de peas teatrais 2006 | 200

Origem dos representantes da sociedade civil | 205 Periodicidade das reunies dos Conselhos Municipais de Cultura | 205 Atribuies dos Conselhos Municipais de Cultura | 206 Distribuio dos estados com Conselhos Municipais de Cultura | 206

Frequncia das reunies dos Conselhos Municipais de Preservao do Patrimnio | 209 Atribuies dos Conselhos Municipais de Preservao do Patrimnio | 210 Distribuio dos estados com recursos estaduais destinados cultura | 210

FUNDO MUNICIPAL DE CULTURA

Fundo Municipal de Cultura por regio | 211CONSELHOS MUNICIPAIS DE PRESERVAO DO PATRIMNIO CULTURAL

Administrao do Fundo Municipal de Cultura | 211 Objetivos do Fundo Municipal de Cultura | 212 Recursos do Fundo Municipal de Cultura | 213 Seleo de projetos com apoio do Fundo Municipal de Cultura | 213 Distribuio dos estados com Fundo Municipal de Cultura | 214

Conselhos Municipais de Preservao do Patrimnio por regio | 207 Tipos de Conselho Municipal de Preservao ao Patrimnio | 207 Tipos de Conselho Municipal de Preservao do Patrimnio | 207 Representatividade dos Conselhos Municipais de Preservao do Patrimnio | 208 Representao dos Conselhos Municipais de Preservao do Patrimnio | 208 Formas de escolha dos representantes dos Conselhos Municipais de Preservao do Patrimnio | 208 Origem dos representantes da sociedade civil | 208

POLTICA MUNICIPAL DE CULTURA

Poltica Municipal de Cultura por regio | 215 Objetivos principais da Poltica Municipal de Cultura por regio | 215

Aes implementadas da Poltica Municipal de Cultura por regio | 216 Distribuio dos estados com polticas municipais de cultura | 217

Distribuio dos estados com existncia de Plano Municipal ou Intermunicipal de Cultura | 222

LEGISLAO DE FOMENTO CULTURA CONSRCIO INTERMUNICIPAL DE CULTURA

Consrcio Intermunicipal de Cultura por regio | 218 Atividades desenvolvidas pelos Consrcios Intermunicipais de Cultura | 218 Distribuio dos estados com Consrcio Intermunicipal de Cultura | 219

Legislao municipal de fomento cultura por regio | 223 Municpios que utilizaram a legislao municipal de fomento cultura nos ltimos dois anos, por regio | 223 Distribuio dos estados com legislao municipal de fomento cultura | 224 Objeto da legislao municipal de fomento cultura | 225

SISTEMA NACIONAL DE CULTURA

Adeso ao Sistema Nacional de Cultura por regio | 220 Distribuio dos estados que aderiram ao Sistema Nacional de Cultura | 220

Concesses de descontos mais utilizados nos municpios que aplicaram a legislao municipal de fomento cultura | 225

LEGISLAO MUNICIPAL DE PROTEO AO PATRIMNIO CULTURAL PLANO MUNICIPAL DE CULTURA

Plano Municipal/Intermunicipal de Cultura por regio | 221 Municpios que tiveram o Plano Municipal/Intermunicipal elaborado em conjunto com a sociedade civil | 221

Legislao municipal de proteo ao patrimnio cultural (material e imaterial) por regio | 226 Natureza do bem tombado pela legislao de proteo ao patrimnio cultural material | 226

Distribuio dos estados com legislao municipal de proteo ao patrimnio cultural (material e imaterial) | 227

RECURSOS HUMANOS

Escolaridade do gestor | 233 Escolaridade do gestor Acumulado | 233 Escolaridade dos estatutrios | 233

RECURSOs DESTINADOs CULTURA, POR ORIGEM

Escolaridade dos celetistas | 233 Escolaridade dos comissionados | 234 Escolaridade dos funcionrios sem vnculo permanente | 234

Municpios com recursos municipais destinados cultura | 228 Distribuio dos estados com recursos municipais destinados cultura | 228 Municpios com recursos estaduais destinados cultura | 229 Distribuio dos estados com recursos estaduais destinados cultura | 229 Municpios com recursos da Unio destinados cultura | 230 Distribuio dos estados com recursos da Unio destinados cultura | 230

TURISMO CULTURAL

Implementao de turismo cultural nos municpios por regio | 235 Fase/execuo do projeto de turismo cultural | 235 Atividades relacionadas aos projetos de turismo cultural | 236 Distribuio dos estados com implementao de turismo cultural nos municpios | 236

ORGO GESTOR DA CULTURA: SECRETARIAS

NOTAS METODOLGICAS

Secretaria municipal exclusiva de cultura por regio | 231 rgo gestor de cultura nos municpios | 231 Distribuio dos estados com secretaria municipal exclusiva de cultura | 232

O processo de montagem do Anurio | 237 Nmero de municpios por Unidade Federativa | 237

GLOSSRIO

Relao de termos citados | 239

Cultura e nmeros em uma nova relaoJ u c a F er r ei r aMinistro da Cultura

D

esde que a msica foi codificada pelos gregos como clara expresso numrica, as atividades e manifestaes artsticas no tm

trazer tona certos diagnsticos, certos nmeros sobre a realidade cultural no Brasil, nmeros que antes se encontravam na penumbra. o panorama das estatsticas, dos indicadores, dos grficos e demais nmeros aqui presentes torna evidentes tanto a fora cultural do nosso pas, quanto seu descompasso com certas estruturas de gesto e, ainda, as dificuldades de acesso da nossa populao a equipamentos e outros aparatos diretamente relacionados fruio cultural. o manejo consciente deste Cultura em Nmeros nos possibilita traar caminhos, buscar instrumentos e consolidar polticas pblicas de cultura que possam sanar tais tendncias. tratase de um precioso instrumento para injetar maior objetividade e racionalidade na gesto cultural, j que, sem indicadores, faltam-nos parmetros para criar, acompanhar e avaliar o impacto dos nossos programas e das nossas polticas. obviamente, h ainda inmeras lacunas. Faltam indicadores setoriais e macroestruturais. tambm

culturais

como manter distncia dos nmeros. assim, essa intimidade com nmeros que a msica evidencia nos compassos, ritmo e harmonia pode ser facilmente encontrada tambm em outras expresses artsticas. Como na riqueza geomtrica que rege a pintura e as artes visuais; na mtrica que cadencia os versos; na variao de arranjos combinatrios que emana das coreografias das danas e festas; nas matrizes dos bits da arte eletrnica; nos ndices de abertura e exposio das mquinas fotogrficas que comandam os pixels; no tempo do filme sobre a moviola ou na ilha de montagem, onde nascem as obras audiovisuais. No havia por que ser diferente em outro campo da cultura o da gesto. essa intimidade com os nmeros pode e precisa ser aproveitada para aprimorar a gesto das atividades culturais em municpios, cidades e no mbito da federao. a maior contribuio do Cultura em Nmeros justamente24

j percebemos a necessidade de incrementar nossas informaes com ferramentas geogrficas e zoneamentos da nossa diversidade cultural e de buscar uma revelao direta da cultura no territrio brasileiro. um trabalho que pautar o futuro do Ministrio da Cultura, das suas instituies vinculadas e demais setores da cultura no Brasil. Contudo, as centenas de tabelas para uma gesto cultural madura e soberana. Por fim, preciso salientar que Cultura em Nmeros integra uma poltica pblica de informaes e indicadores culturais coordenada pela Secretaria de Polticas Culturais, especialmente a Gerncia de estudos e Pesquisa. almeja-se, neste projeto, consolidar o Sistema Nacional de Informaes Culturais, que

integrar municpios, estados e o governo federal num sentido nico de compartilhamento de informaes de gesto. o Sistema tambm nos fornecer o conjunto das informaes para o financiamento, as estatsticas setoriais e os cadastramentos da maioria das manifestaes culturais no Brasil. Pretendemos implementar esse Sistema a partir de 2009. Cultura em Nmeros nos revela um primeiro mapa de navegao, uma primeira classificao das estatsticas e cifras culturais no Brasil. ele possibilitar que os nmeros e as estatsticas nos auxiliem a trilhar um caminho mais autnomo rumo ao desenvolvimento e afirmem operacionalmente a cultura como uma dimenso essencial da cidadania brasileira.

25

Uma nova fase no planejamento de polticas culturaisJ o s L u i z H er en c i aSecretrio de Polticas Culturais

D

esde 2003, o Ministrio da Cultura vem transformando o complexo campo da poltica

Cultura em Nmeros tambm um marco para a padronizao das coletas e das informaes culturais. a partir de suas prprias informaes, estados e municpios podem aprimorar seus instrumentos de planejamento. os Fruns de Secretrios estaduais e o Frum de Secretrios das Capitais e regies Metropolitanas esto lanando mo de redes em colaborao com as universidades que devem atuar para formar novas geraes de tcnicos e gestores que levaro essas tarefas adiante. Nesse mesmo caminho, o MinC est desenvolvendo o Sistema Nacional de Informaes e Indicadores Culturais (SNIIC), que atuar como fonte dados para respaldar o planejamento, a implementao, o acompanhamento e a avaliao das polticas culturais. o SNIIC vai consolidar informaes do Ministrio da Cultura e das instituies vinculadas a ele, alm de dados de estados, municpios, instituies privadas e da sociedade civil. Como a plataforma aberta, o objetivo que, a partir dela, outras instituies se aproveitem do cdigo e da metodologia do sistema para organizar as suas informao de maneira sistemtica e em dilogo com o MinC. o sistema tambm um importante instrumento de acompanhamento e avaliao das metas do Plano Nacional de Cultura, uma grande conquista da poltica cultural brasileira.

cultural em um espao institucional da maior importncia: uma verdadeira poltica de estado. Para tanto, o poder pblico federal precisou, tambm em relao arte e cultura, assumir seu papel (alis, intransfervel) de articulador de aes entre os entes federados, o setor privado e sociedade civil. uma poltica cultural contempornea no Brasil s possvel com o desenvolvimento de instrumentos de planejamento tambm eficazes. reunir dados e produzir indicadores para orientar a ao dos gestores pblicos e privados um passo importante dessa poltica. Cultura em Nmeros inicia uma nova fase no planejamento das polticas culturais do pas. ela traz de forma indita os principais dados relacionados cultura. De posse dessas informaes, gestores dos setores pblico e privado podero planejar a atuao das instituies que representam de forma mais qualificada, sobretudo aquelas que reivindicam flego de mdio e longo prazos. a sociedade civil tambm vai ter acesso s informaes sobre o setor cultural para propor medidas e avaliar os resultados das polticas, programas e aes culturais.

26

Dados e informaes na poltica culturala Fo n s o L u zDiretor de estudos e Monitoramento de Polticas Culturais

Se

abemos o quanto o estabelecimento de polticas culturais no Brasil nos desafia, seja para que culturais, seja para permitir

estratgia de racionalizao por meio de indicadores e metas significa a possibilidade de o poder pblico garantir equilbrios na alocao de recursos. S assim podemos induzir, de maneira factvel, processos de assimilao social dos patrimnios valiosos e de fruio das criaes inovadoras. a traduo em linguagem prpria do lema poltico de trazer a cultura e a arte para a mesa dos brasileiros. as informaes precisas so por si s estruturas de racionalizao que nos ajudaro neste momento a perseguir este ideal. Foi graas aos nmeros aqui compilados, por exemplo, que pudemos apresentar uma nova proposta do marco de financiamento que supera os problemas da lei rouanet. a reedio do Cultura em Nmeros, obra pioneira na apresentao de informaes coletadas, se d em momento crucial para o MinC. So mudanas substantivas de paradigmas institucionais nos rgos do executivo federal, que desenham novos horizontes regulatrios por meio de leis especficas cujo papel ordenar a gesto de recursos e investimentos pblicos.27

elas orientem de forma duradoura as instituies equipamentos nveis crescentes de cooperao entre agentes econmicos, interesses privados e a governana pblica. Sabemos tambm que as polticas culturais so vetores essenciais consolidao dos ambientes profissionais da cultura. Portanto, fica claro que elas requerem sistematizao de dados e sua interpretao adequada. Desde o incio da gesto de Gilberto Gil, agora continuada por Juca Ferreira, o Ministrio da Cultura tem trabalhado para aprofundar estudos e atualizar modelos que ajudem vislumbrar e construir cenrios, possibilitando graus crescentes de previsibilidade, sempre partindo de realidades que passamos a medir enquanto construmos sries histricas sobre o passado e o presente. Sem perder de vista a complexidade caracterstica do campo cultural, a dificuldade de tipificar fenmenos esttico-simblicos e estabelecer taxonomias propcias descrio de atividades, a

o MinC foi reformado pelo Presidente lula e pelo Congresso Nacional em 2008, resultando alm da criao de um instituto especfico para museus, o IBraM, numa consolidao de inmeras diretorias nas secretarias e em rgos vinculados, suplantando um modelo gerencial de projetos eventuais, para uma estrutura governamental organizadora de competncias, programas e aes perenes. J na seara regulatria e fomentadora do poder executivo, em breve, teremos ainda novos marcos jurdicos que estendero benefcios e garantias ampliao de recursos com focos mais ajustados de investimento. Basta pensar que o Vale Cultura ir produzir uma reviravolta na esfera de consumo de cultura nas pequenas e grandes cidades brasileiras. So estas alteraes estruturais que requerem um enorme planejamento da oferta de bens culturais e uma ampliao calculada dos espaos, equipamentos e pontos de distribuio dos produtos que sero adquiridos por estes novos cidados fruidores, os indivduos e famlias que possuiro tal benefcio. logo mais, haver uma gesto combinada e equilibrada de investimentos na produo, na distribuio e no consumo de cultura. em 2010, estamos aprovando tambm o Projeto de lei n 6.835/2006 que institui o Plano Nacional de Cultura. Nele, a sociedade brasileira grafa textualmente princpios norteadores da poltica28

cultural brasileira, as atribuies do poder pblico, as diretrizes para o financiamento, disponibilizando sistemas de monitoramento e avaliao, paradigmas que nortearo os gestores pblicos e privados na prxima dcada em nosso pas. Dessa forma, levada em conta a efetividade dos instrumentos de planejamento, ser uma dcada decisiva para a repblica contempornea e para a nao democrtica. Viraremos muitas pginas de um tempo pretrito renitente, suplantando uma inrcia cultural que contribua decisivamente para a perenizao de atrasos relativos aos centros dinmicos globais. Mesmo com muitas imperfeies inerentes a uma primeira verso de um Plano, nosso horizonte fica ali esboado e projetado, tais perspectivas so balizadoras do reconhecimento desta cidadania nova que todos ns aguardamos nestes ltimos 25 anos de democracia no Brasil. Vale lembrar que essa lei tambm cria o Sistema Nacional de Informaes e Indicadores Culturais (SNIIC). Sendo assim, sero duas ferramentas indissociveis, tanto mais porque teremos j em 2011 o primeiro clculo de metas, em bases nacionais, para orientar tanto o poder pblico quanto a iniciativa privada em seus exerccios executivos nos quatro anos seqentes. at l o SNIIC contar com uma plataforma informatizada de acesso livre para todo usurio,

criador, produtor, administrador e gestor do campo cultural. Cada um deles em sua funo especfica poder tirar proveitos dessa enorme base de dados, seja cobrando aes de governantes seja melhorando seu desempenho prprio. Cada um de ns ir tambm fornecer dados e cadastrar suas atividades, uma atitude de compromisso e responsabilidade para melhorar os ambientes

profissionais. Cada agente cultural no seu micro ou macro cosmo ir gerar a todos os outros um recurso precioso que permitir essa desejada racionalidade vida pblica dos que esto frente de instituies e servios culturais no Brasil. tenho certeza que cada um de vocs, leitores do nosso trabalho, sero parte desse compromisso cultural.

29

Avanos, limites e desafios dos indicadores culturaisJuLiana noL ascoCoordenadora Geral de economia da Cultura e estudos Culturais

o

s indicadores culturais tm grande importncia para a formulao de polticas pblicas de

ou mensurveis. Dessa maneira, os indicadores culturais sempre sero demonstraes parciais da realidade. Isso no diminui a sua importncia. No que se refere especificamente economia da Cultura, dados precisos ainda so um desafio para o Brasil. Por mais que esforos tenham sido feitos por parte de instituies como MinC, IBGe e Ipea, ainda necessrio avanar sobremaneira nessa rea. necessria a articulao de diversos atores para a captura de dados primrios e para a construo de pesquisas estruturais que visem medir a importncia econmica das indstrias culturais no pas e suas principais caractersticas, dimensionando o seu tamanho atual e potencial. alm disso, deve trabalhar em projees do potencial econmico destas indstrias de forma que as polticas formuladas pontuem a cultura como vetor essencial de desenvolvimento econmico social. Como uma resposta a essa situao, a Coordenao Geral de economia da Cultura e estudos Culturais, da Secretaria de Polticas Culturais

cultura, pois agregam sentido aos dados trabalhados, mensuram, quantificam e qualificam a produo cultural. alm disso, eles contribuem para a definio do escopo de atuao e da definio de prioridades na formulao de polticas pblicas e colaboram para a avaliao da efetividade dos programas trabalhados. os indicadores culturais comearam a surgir nos anos 1960, em anlises sobre os impactos dos meios de comunicao na cultura. Desde ento, esse campo tem avanado de maneira significativa, em especial com o surgimento nos anos 80 do Framework for Cultural Statistics, da unesco. a publicao do primeiro informe mundial da instituio sobre Cultura se deu em 1988, uma nova verso foi apresentada em 2009. Deve-se ressaltar, porm, que a rea cultural ainda apresenta algumas dificuldades, j que permeada por particularidades nem sempre tangveis

30

do MinC, supervisiona a elaborao de dezenas de pesquisas com o intuito obter dados qualificados sobre temas que vo desde o impacto econmico da cultura e de seus diversos setores at a distribuio regional dos equipamentos culturais. alm disso, desenvolve e implementa acordos de cooperao estratgicos com instituies como IBGe, IPea, FGV, FaCaMP para o levantamento de dados primrios, estatsticas culturais e pesquisas estruturais. Sabe-se que a cultura tem grande capacidade de promover o desenvolvimento socioeconmico

do Brasil. Nada mais natural do que buscar os indicadores culturais que podero reforar essa idia. Dessa maneira, a dificuldade para se entender as particularidades dos indicadores culturais no deve ser obstculo para o desenvolvimento de metodologias que os criem. Pelo contrrio, isso deve ser encarado como desafio para que o Brasil possa demonstrar como a cultura componente essencial para a economia nacional e como deve ser cada vez mais estimulada.

31

Sistema Nacional de Informaes e Indicadores Culturais na Poltica Culturalc o o r d en a o G er a L d e e c o n o m i a c u Lt u r a e e s t u d o s c u Lt u r a i sda

o

Cultura em Nmeros uma iniciativa pioneira de organizao e publicidade de informaes

Hoje, a principal ao do MinC para melhorar a qualidade, a organizao e a publicidade das informaes a criao e implantao do Sistema Nacional de Informaes e Indicadores Culturais (SNIIC). entre seus principais objetivos, esto a integrao das bases de dados da Cultura dos governos federal, estadual e municipal e tambm das instituies privadas e entidades do setor, a sua sistematizao e o livre acesso para toda a sociedade. o SNIIC se prope a ser uma fonte nica para consulta e tornar-se, em longo prazo, o referencial para todos os que atuam no setor cultural. a plataforma ser de grande aplicabilidade na conduo dos trabalhos de gestores, formuladores e avaliadores da poltica cultural brasileira no s pela srie de dados que ir coletar e disponibilizar, mas tambm por oferecer recursos como o cruzamento de dados e a gerao de sries histricas. a capacidade de levantamento de informaes a partir de regies, estados e municpios permitir maior sutileza e profundidade na avaliao das carncias e

relacionadas oferta, demanda, ao financiamento e gesto pblica da cultura. Sua publicao reconhece que o planejamento, a elaborao e a avaliao das polticas pblicas necessitam de subsdios e orientaes que indiquem rumos tanto para a gesto pblica como para as aes dos demais setores da sociedade. Na poltica cultural, o uso de nmeros e indicadores ainda um desafio. a disperso das informaes grande e sua sistematizao pequena, o que consequentemente limita o acesso a elas. Desde 2003, o Ministrio da Cultura, considerando a urgncia em modificar esse quadro e qualificar a gesto, vem atuando na criao de bases de dados e no desenvolvimento da informao cultural. Diversos rgos estaduais e municipais de cultura tambm trabalham na estruturao de suas informaes, organizando cadastros e pesquisas setoriais.

32

necessidades locais. Consultas a partir de reas e segmentos culturais tambm sero disponibilizadas pelo SNIIC, gerando maior segurana e agilidade nas anlises mais especficas, bem como, nas tomadas de decises. outro ponto relevante o papel que o SNIIC exercer na institucionalizao da poltica cultural no Brasil. Juntamente com o Sistema Nacional de Cultura e o Plano Nacional de Cultura, o Sistema Nacional de Informaes e Indicadores Culturais compe um dos trs pilares essenciais ao fortalecimento da Poltica Nacional de Cultura. a complementaridade entre as trs aes se dar da seguinte forma: o SNC, como chave central para a organizao e articulao dos gestores pblicos favorecer a consolidao do PNC, que por sua vez estabelecer objetivos, polticas, diretrizes e metas para a preservao e o fortalecimento das expresses culturais, e finalmente o SNIIC se integrar a ambos com a funo de atuar

tanto nos processos organizativos dos atores que compem o SNC, como no acompanhamento da evoluo das metas do PNC, sempre por meio da gerao de informaes e de indicadores. a participao social nas polticas pblicas necessria e cada vez mais presente. Na poltica cultural, o acompanhamento das polticas de cultura pela sociedade poder ser exercido com o apoio da plataforma, que promove a transparncia das aes e dos investimentos culturais e permite a interao do cidado com o estado. alm de consultas e da utilizao das bases de dados, a sociedade civil ser parte integrante do SNIIC j que este contar com uma interface aberta alimentao de dados. esta interao ser bem observada na construo de alguns cadastros, como o de grupos artsticos e da maioria dos profissionais do setor, como msicos, profissionais das artes visuais, da cultura popular, entre outros.

33

Guia do leitor(1 edio)

Guia do Leitor(1 edio)

O

a n d r a Gerncia F r i pesquisas a b Lo m a r t i n s Ministrio da Cultura, por meioda G o m e s | deeL i pe dasb ei r o | preceberam formato de apresentao. Alguequipe responsvel pela realizao e finalizao do Cultura em Nmeros

Estudos e Pesquisas, pertencente Secretaria

mas vezes, foram criados indicadores, ou seja, a forma disponibilizada foi modicada para qualicar os dados.o Cultura Nmeros baseia-se na revitalizao O Cultura emem NmerosAnurio de Estatsticas Culda dinmica do setor cultural a partir de uma srie turais 2009 baseia-se na relativizao da dinmica do histrica. Dever ser, portanto, constantemente apresentadas em cinco reas especficas:

de Polticas Culturais, desenvolveu ao longo de 2007Ministrio da Cultura, por meio da Gerncia e 2008, o Cultura em Nmeros Anurio de Estatsticas de

Culturais 2009. H bem pouco tempo as informaes

o

estudos e Pesquisas, pertencente Secretaria

sobre a cultura eram esparsas. Mas a partir das pesqui-

de Polticas Culturais, desenvolveu ao longo de 2007 e 2008, o Cultura e Nmeros. H bem pouco tempo

setor cultural a partir de uma srie histrica. Dever ser, portanto, constantemente aprimorado e realimenaprimorado e realimentado. as informaes sero

sas desenvolvidas em parceria com o IBGE, IPEA e ou- Mas as informaes sobre cultura eram esparsas.

tras fontes, o Ministrio da Cultura iniciou um trabalho a partir das pesquisas desenvolvidas em parceira tado. As informaes sero apresentadas em cinco recom o IBGe, IPea e outras fontes, o Ministrio de compilao dos dados existentes, tanto das informa- da as especcas: Cultura iniciou um trabalho de compilao dos dados existentes, tanto das informaes produzidas por aqueles rgos, como as oriundas de outras fontes.

es produzidas por aqueles rgos, como das oriundas de outras fontes.

Oferta da Cultura

a proposta deste reunir reunir informaes A proposta deste trabalho trabalhoinformaes sosobre as diversas expresses culturais por meio bre as diversas expresses culturais por meio de indica- de

Demanda da Cultura

dores quantitativos. O documento, cujas fontes de da-

indicadores quantitativos. o documento, cujas fontes de dados so entidades pblicas e uma instituio privada, abrange diversos segmentos do setor cultural, tais

dos so entidades pblicas e uma instituio privada,

Indicadores Culturais

abrange diversos segmentos do setorbiblioteca pblica, museu, como cultura popular, teatro, cultural, tais como cultura popular,plsticas,biblioteca moda, design, cultura digital e artes teatro, fotografia, pblica, museu, artescinema, entre outros. importante salientar que os dados plsticas, fotograa, moda, design, cultura digital e cidas pesquisas receberam formato de apresentao. algumas vezes, foram criados indicadores, ou seja, a forma modificada para qualificar os dados.34

Financiamento da Cultura

nema, entre outros. importante salientar que os dados

Gesto Pblica da Cultura

27

Convm

apresentar

algumas

consideraes

as pesquisas do IBGe que alimentam o Sistema de Indicadores e Informaes Culturais publicado em 2006 e 2007 ainda no foram retroalimentadas. o Cultura em Nmeros dever ser de grande utilidade para pesquisadores e profissionais da rea. estes podero qualificar suas respectivas atividades e realizar estudos mais analticos frente aos nmeros apresentados. a difuso dessas informaes promove a interao com a sociedade e contribui para o crescimento socioeconmico do setor. esta ao um reflexo das diretrizes do Ministrio da Cultura, que assume as atividades culturais como tambm econmicas, e privilegia o acesso aos bens culturais por todos os cidados brasileiros. Na soma destes dois vetores, o Cultura em Nmeros evidencia-se como um importante instrumento para o desenvolvimento do setor cultural.

referentes s fontes. 1. optou-se por fontes de instituies governamentais como o IBGe, o INeP e o Sistema MinC. Porm, no existem pesquisas especficas na rea da demanda cultural; assim, no que tange a este tema, foi utilizada a base de dados produzida pelo IBoPe no mbito do consumo cultural. 2. Com relao ao perodo de constituio das fontes, este apresentado conforme a disponibilidade de atualizao delas ao tempo em que o Cultura em Nmeros foi elaborado. encontram-se fontes principalmente 2006, relacionadas pesquisa MuNICIBGe. alguns setores na rea de oferta da Cultura so de fontes mais atualizadas (2007). a base do IBoPe mencionada corresponde ao perodo de 2005-2006. J a base dos indicadores de economia da Cultura do perodo 2003-2005. Isso de deve ao fato de que

35

36

OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURA

ca, dana, fotograa, cinema, vdeo, artes plsticas, artes visuais, cultura popular, circo e moda, biblioteca pblica, museu, patrimnio. Esses segmentos so demonstrados nos doze grupos destacados a seguir. A principal fonte utilizada na organizao dos dados foi a pesquisa Perl dos Municpios Brasileiros (MUNIC), publicada pelo IBGE em 2006 e 2007, com refe-

A

primeira rea apresenta os dados relativos infraestrutura cultural no Brasil, abrangendo praticamente todos os segmentos culturais: teatro, msi-

rncia a 2005 e 2006. Essa pesquisa fornece os resultados de um questionrio aplicado aos gestores dos 5.564 municpios brasileiros, que, a partir de 2007, por meio de um convnio rmado com o Ministrio da Cultura, inclui um Suplemento de Cultura. Outras fontes so os dados do Ministrio da Cultura, da Ancine, da Fundao Nacional de Artes (Funarte), do Instituto do Patrimnio Histrico e Artstico Nacional (IPHAN) e da Fundao Biblioteca Nacional (FBN). Alm disso, essa rea contempla informaes produzidas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Ansio Teixeira (INEP).

EQUIPAMENTOS CULTURAIS Cinema Videolocadora Loja de disco, CD/DVD Biblioteca pblica Livraria Museu Teatro Centro cultural GRUPOS ARTSTICOS Associao literria Cineclube Orquestra Banda Dana Coral Teatro Artes Escola de samba Bloco carnavalesco Circo Desenho e pintura Musical Capoeira Artesanato Manifestao tradicional popular

OFERTA DE CURSOS DE GRADUAO Artes cnicas Teatro Msica Regncia Design e moda Gravura Pintura Desenho e plstica Radialismo Jornalismo Biblioteconomia Museologia Dana Artes visuais Cinema OFERTA DE CURSOS DE CAPACITAO Circo Vdeo Cinema Fotograa Gesto cultural Literatura

Artes plsticas Teatro Msica Artesanato Dana Manifestaes tradicionais populares Patrimnio/Conservao e restaurao ATIVIDADES CULTURAIS Festival ou Mostra Msica Dana Teatro Vdeo Cinema Gastronomia Manifestao tradicional popular FEIRAS Livros Moda Agropecuria Artes Artesanatos

OFERTA DA CULTURA

C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

37

29

OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURAEXPOSIES Artes plsticas Acervo histrico Artesanato Fotograa Artes visuais CONCURSO Dana Dramaturgia Msica Cordel Fotograa Vdeo Cinema Literatura MEIOS DE COMUNICAO Rdio AM Rdio FM Rdio comunitria Geradora de TV TV comunitria Provedor de Internet Jornal impresso local Revista impressa local Frutas e sementes Fibras vegetais Culinria tpica Fios e bras Material reciclvel

ARTESANATO Madeira Barro Pedras preciosas Pedras Vidro Conchas Metal Couro Renda Bordado Tecelagem Tapearia

PATRIMNIO Bens tombados OUTROS ndice de habitantes por equipamentos (Teatro, Cinema, Museu e Biblioteca Pblica) ndice de concentrao nas capitais (Teatro, Cinema, Museu e Biblioteca Nacional)

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OFERTA DA CULTURA

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C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURACINEMA CINEMANmero de salas de cinema por regio no Brasil1.244160 140 120 100 80 60 40 20

Nmero de salas de cinema por estado na Regio Sul139 114 75

328 60Sudeste Sul Norte

273

193

0

SC

RS

PR

Fonte: Ancine 2007. Elaborao MinC

Nordeste

CentroOeste

Fonte: Ancine 2007. Elaborao MinC

A Regio Sudeste, inuenciada pelo Estado de So Paulo, concentra o maior nmero de salas de cinema cadastradas pela Ancine.

A Regio Sul possui elevado nmero de salas de cinema. A oferta do audiovisual da Regio Sul a menos concentrada com relao distribuio geogrca das salas de cinema, levando-se em considerao a relao capital/interior. Em todo o pas, o Estado de Santa Catarina apresentou a menor concentrao de salas na capital, ou seja, estas esto mais bem distribudas entre as demais cidades.

Nmero de salas de cinema por estado na Regio Sudeste722 71

Nmero de salas de cinema por estado na Regio Nordeste

60

280 192 50ES MG RJ SP BA PE

36 29 28 16 15 11AL PI

7

Fonte: Ancine 2007. Elaborao MinC

CE

PB

MA

RN

SE

Fonte: Ancine 2007. Elaborao MinC

So Paulo o estado com a maior quantidade de salas de cinema na Regio Sudeste. O Rio de Janeiro apresenta o segundo maior nmero absoluto, porm o pior porcentual de concentrao dessas salas na capital: 63,57%. Os demais estados apresentaram menor concentrao nas capitais, cerca de 35%.

Os Estados da Bahia e de Pernambuco so aqueles que apresentam mais salas de cinema na regio, apesar de apresentarem elevados graus de concentrao em suas capitais: cerca de 70% das salas existentes na Bahia encontram-se na capital. Em Pernambuco, esse porcentual de 61,66%. Em Alagoas, todos os cinemas localizam-se na capital.

OFERTA DA CULTURA CINEMA

C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

39

31

OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURACINEMA CINEMANmero de salas de cinema por estado na Regio Norte25 2520 20 15 15 10 10 5 5

Nmero de salas de cinema nos estadosSo Paulo Rio de Janeiro Minas Gerais 722 280 192 139 114 79 75 71 62 60 50 36 31 29 28 22 21 20 16 15 11 7 6 5 3 2 2

20

22

6 3AP AP RO RO

5 2TO TO PA PA AM AM AC AC RR RR

Rio Grande do Sul 2 Paran Distrito Federal Santa Catarina Bahia Gois Pernambuco Esprito Santo Cear Mato Grosso Paraba Maranho Amazonas Mato Grosso do Sul 62 Par Rio Grande do Norte Sergipe Piau AlagoasGO GO

0 0

Fonte: Ancine 2007. Elaborao MinC

Na Regio Norte, as maiores quantidades de cinema esto nos Estados do Amazonas e Par. O Acre e Roraima apresentam considervel ausncia desse equipamento e, juntamente com o Amazonas e Amap, possuem total concentrao de salas nas capitais.

Nmero de salas de cinema por estado na Regio Centro-Oeste79

31

21

DF DF

MT MT

MS MS

Rondnia Tocantins Amap Acre RoraimaFonte: Ancine 2007. Elaborao MinC

Fonte: Ancine 2007. Elaborao MinC

O Distrito Federal destaca-se, com a maior quantidade de equipamentos na Regio Centro-Oeste. Excetuando o Distrito Federal, o Mato Grosso apresentou a menor concentrao de equipamento na capital.

So Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais so os estados com os maiores nmeros de salas de cinema em seu territrio.

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OFERTA DA CULTURA CINEMA

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C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURACINEMA CINEMAndice de Concentrao na Capital Total de equipamento na capital/ Total de equipamento no estado%Estados Santa Catarina Minas Gerais So Paulo Esprito Santo Rio Grande do Sul Paran Rondnia Mato Grosso Tocantins Pernambuco Mato Grosso do Sul Gois Rio de Janeiro Bahia Paraba Par Cear Piau Rio Grande do Norte Sergipe Maranho Amazonas Alagoas Amap Acre RoraimaFonte: Ancine 2007. Elaborao MinC Fonte: Ancine 2007. Elaborao MinC

ndice de Habitantes por Cinema Nmero de habitantes/ Nmero de salas de cinema/100.000Capitais 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 Vitria Florianpolis Porto Alegre Cuiab Braslia Goinia Joo Pessoa Curitiba Rio de Janeiro Belo Horizonte Aracaju So Lus Recife So Paulo Salvador Natal Campo Grande Palmas Manaus Fortaleza Belm Teresina Macap Boa Vista Porto Velho Macei Rio Branco IHC 0,18 0,21 0,26 0,30 0,30 0,31 0,32 0,33 0,34 0,35 0,36 0,37 0,41 0,43 0,53 0,56 0,59 0,74 0,77 0,83 0,89 0,89 1,23 1,25 1,27 1,32 1,57

ICC 25 35 36 36 40 47 50 58 60 62 62 63 64 72 72 80 81 82 88 93 96 100 100 100 100 100

Santa Catarina o estado com a menor concentrao de cinemas na capital, ou seja, apresenta a melhor distribuio do equipamento entre suas cidades. A maior parte dos estados apresenta grande concentrao de salas de cinema nas capitais.

Este ndice mostra o nmero de habitantes por cinema nas capitais.Vitria, no Esprito Santo, e Florianpolis, em Santa Catarina, apresentam os melhores ndices.

OFERTA DA CULTURA CINEMA

C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

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OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURACINEMA CINEMAPorcentual de municpios que realizaram festivais ou mostras de cinema por Unidade FederativaBRASIL 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 Rio de Janeiro Alagoas Amap Sergipe Cear Mato Grosso So Paulo Pernambuco Esprito Santo Paraba Minas Gerais Rondnia Acre Santa Catarina Amazonas Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul Bahia Maranho Mato Grosso do Sul Paran Tocantins Par Gois Piau Roraima 9,70 28,26 20,59 18,75 16,00 15,76 15,60 15,35 14,05 12,82 9,87 9,85 9,62 9,09 8,87 8,06 7,78 7,26 6,47 6,45 6,41 6,27 4,32 3,50 3,25 2,24 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26Fonte: IBGE/MUNIC 2006. Elaborao MinC

Porcentual de municpios que realizaram concursos de cinema por Unidade FederativaBRASIL Rio de Janeiro Esprito Santo So Paulo Amazonas Mato Grosso Paran Rio Grande do Sul Amap Maranho Santa Catarina Alagoas Rondnia Minas Gerais Par Cear Tocantins Bahia Rio Grande do Norte Pernambuco Gois Paraba Sergipe Mato Grosso do Sul Acre Roraima Piau 5,20 18,48 12,82 11,94 9,68 7,09 6,77 6,45 6,25 5,99 4,44 3,92 3,85 3,63 3,50 3,26 2,88 2,64 2,40 2,16 1,63 1,35 1,33 1,28 0 0 0

Fonte: IBGE/MUNIC 2006. Elaborao MinC

9,7% dos municpios brasileiros declararam possuir festivais/mostra de cinema. O Estado do Rio de Janeiro apresenta a maior representatividade entre os estados. Poucos estados apresentam mais de 10% de seus municpios com festival/mostra de cinema.

5,2% dos municpios brasileiros possuem concurso de cinema. Os Estados do Rio de Janeiro, Esprito Santo e So Paulo apresentam os maiores porcentuais de municpios com o evento.

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OFERTA DA CULTURA CINEMA

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C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURACINEMA CINEMAPorcentual de municpios com grupos artsticos cineclube por Unidade FederativaBRASIL 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 14 18 19 20 21 22 23 24 25 26 Rio de Janeiro Amap So Paulo Acre Esprito Santo Cear Amazonas Par Alagoas Rondnia Rio Grande do Sul Pernambuco Paran Bahia Minas Gerais Mato Grosso Sergipe Gois Santa Catarina Maranho Paraba Rio Grande do Norte Tocantins Piau Roraima Mato Grosso do Sul 4,20 27,17 18,75 9,15 9,09 8,97 5,43 4,84 4,20 3,92 3,85 3,83 3,78 3,51 3,36 3,05 2,84 2,67 2,44 2,39 1,38 1,35 1,20 0,72 0,45 0 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26

Porcentual de municpios com escolas, ocinas ou cursos de cinema por Unidade FederativaBRASIL Rio de Janeiro So Paulo Pernambuco Amazonas Paran Acre Cear Mato Grosso Santa Catarina Alagoas Rondnia Rio Grande do Sul Paraba Sergipe Minas Gerais Esprito Santo Bahia Tocantins Maranho Piau Gois Roraima Par Amap Rio Grande do Norte Mato Grosso do Sul 2,30 7,61 4,96 4,86 4,84 4,76 4,55 3,80 2,84 2,73 1,96 1,92 1,61 1,35 1,33 1,29 1,28 1,20 0,72 0,46 0,45 0,41 0 0 0 0 0

Fonte: IBGE/ MUNIC 2006. Elaborao MinC

Fonte: IBGE/MUNIC 2006. Elaborao MinC

Apenas 4,2% dos estados possuem municpios com cineclubes. No geral, os estados apresentaram porcentuais discretos, porm, no Rio de Janeiro e no Amap, estes foram mais elevados.

Apenas 2,3% dos estados declararam possuir municpios com curso de cinema. Vericam-se discretos porcentuais em todos os estados.

OFERTA DA CULTURA CINEMA

C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

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OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURACINEMA CINEMAPorcentual de municpios com cinemas por Unidade FederativaBRASIL 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 Rio de Janeiro So Paulo Amap Esprito Santo Rondnia Acre Minas Gerais Santa Catarina Paran Pernambuco Rio Grande do Sul Gois Roraima Mato Grosso do Sul Mato Grosso Par Bahia Cear Amazonas Sergipe Paraba Tocantins Alagoas Rio Grande do Norte Piau Maranho 8,70 41,30 22,33 18,75 16,67 11,54 9,09 8,56 8,53 8,27 8,11 7,86 6,91 6,67 6,41 6,38 5,59 4,56 3,80 3,23 2,67 2,24 2,16 1,96 1,80 1,79 1,381999Fonte: IBGE/MUNIC 2006. Elaborao MinC Fonte: IBGE/MUNIC

Distribuio porcentual da totalidade de municpios com cinemas no Brasil54 562005 2005 2006 2006

22 20 13 12 4N N

5NE NE SE SE S S

7CO CO

7

Fonte: IBGE/MUNIC. Elaborao MinC

Quase todas as regies apresentaram reduo no nmero bruto de municpios com esse equipamento. Apesar da reduo, porcentualmente no ocorreram modicaes dspares, com elevao porcentual nas Regies Sudeste e Norte e retrao nas Regies Nordeste e Sul.

Evoluo porcentual dos municpios com a presena de cinemas

20,8

7,2

7,5

9,1

8,7

2001

2005

2006

Evoluo no perodo

8,7% dos municpios brasileiros possuem cinemas. No Estado do Rio de Janeiro, mais de 40% dos municpios possuem o equipamento. Nos demais estados, esse porcentual decresce consideravelmente.

A evoluo de municpios brasileiros com a presena de cinemas foi de 20,8% no perodo apresentado. Em 2006, observou-se retrao porcentual dos municpios com o equipamento.

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OFERTA DA CULTURA CINEMA

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C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURACINEMA CINEMAEvoluo dos cinemas nas regies

Estado

2005

2006 Regio Norte

Evoluo %

Estado

2005

2006

Evoluo %

Regio Sudeste 50 100 -33,33 0 14,29 200 0 25 Minas Gerais Esprito Santo Rio de Janeiro So Paulo Total 78 14 39 144 275 73 13 38 144 268 Regio Sul Paran Santa Catarina Rio Grande do Sul Total 39 26 44 109 33 25 39 97 -15,38 -3,85 -11,36 -11 -6,41 -7,14 -2,56 0 -2,54

Rondnia Acre Amazonas Roraima Par Amap Tocantins Total

4 1 3 1 7 1 3 20

6 2 2 1 8 3 3 25 Regio Nordeste

Maranho Piau Cear Rio G. do Norte Paraba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Total

4 4 9 6 5 14 2 1 21 66

3 4 7 3 5 15 2 2 19 60

-25 0 -22,22 -50 0 7,14 0 100 -9,52 -9,09

Regio Centro-Oeste Mato Grosso do Sul 5 Mato Grosso 14 Gois 13 1 Distrito Federal Total 33 5 9 17 1 32 0 -35,71 30,76 0 -3,03

Fonte: IBGE/MUNIC. Elaborao MinC

Quase todas as regies apresentaram porcentuais negativos entre 2005/2006, exceto a Regio Norte. No geral, os estados que apresentaram melhor dinmica foram: Acre, Amap e Sergipe.

Cursos de graduao CinemaRio de Janeiro So Paulo Bahia Minas Gerais Distrito Federal Pernambuco Santa Catarina ParanFonte: MEC/INEP 2007. Elaborao MinC

7 6 3 3 2 2 2 1

No quadro ao lado, verica-se que a oferta de cursos de graduao em Cinema discreta. Os Estados de So Paulo e Rio de Janeiro apresentaram a maior quantidade deles.

OFERTA DA CULTURA CINEMA

C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

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OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURAVDEO VDEOPorcentual de municpios que realizaram festivais ou mostras de vdeo por Unidade FederativaBRASIL 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 Amap Esprito Santo Rio de Janeiro Acre Amazonas Rondnia Cear Alagoas So Paulo Roraima Minas Gerais Bahia Mato Grosso do Sul Pernambuco Paraba Rio Grande do Sul Tocantins Mato Grosso Paran Maranho Santa Catarina Rio Grande do Norte Par Piau Gois Sergipe 5,00 18,75 16,67 13,04 9,09 8,06 7,69 7,07 6,86 6,82 6,67 5,86 5,76 5,13 4,32 4,04 3,83 3,60 3,55 3,26 3,23 3,07 2,99 2,80 2,69 2,03 0

Fonte: IBGE/MUNIC. Elaborao MinC

Os festivais/mostras de vdeo esto presentes em 5% dos municpios brasileiros. Nos Estados do Amap, Esprito Santo e Rio de Janeiro, mais de 10% dos municpios realizaram o evento.

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OFERTA DA CULTURA VDEO

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C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURAVDEO VDEOPorcentual de municpios com escolas, ocinas ou cursos de vdeo por Unidade FederativaBRASIL 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 Esprito Santo Acre Rio de Janeiro So Paulo Paran Pernambuco Amazonas Tocantins Sergipe Cear Mato Grosso Santa Catarina Rondnia Gois Rio Grande do Sul Minas Gerais Mato Grosso do Sul Bahia Alagoas Piau Paraba Par Maranho Roraima Amap Rio Grande do Norte 2,10 5,13 4,55 4,35 4,19 3,76 3,24 3,23 2,88 2,67 2,17 2,13 2,05 1,92 1,63 1,61 1,41 1,28 1,20 0,98 0,90 0,90 0,70 0,46 0 0 0

Porcentual de municpios que realizaram concursos de vdeo por Unidade FederativaBRASIL 1 2 3 4 5 6 8 8 9 10 11 12 13 14 15 16 18 18 19 20 21 22 23 24 25 26 Esprito Santo Amazonas Rio de Janeiro So Paulo Amap Rondnia Maranho Mato Grosso Rio Grande do Sul Par Tocantins Minas Gerais Bahia Santa Catarina Paran Cear Pernambuco Mato Grosso do Sul Gois Rio Grande do Norte Alagoas Piau Paraba Acre Roraima Sergipe 3,30 17,95 9,68 6,52 6,36 6,25 5,77 5,53 4,26 3,83 3,50 2,88 2,81 2,40 2,39 2,26 2,17 1,62 1,28 1,22 1,20 0,98 0,90 0,90 0 0 0

Fonte: IBGE/MUNIC. Elaborao MinC Fonte: IBGE/MUNIC. Elaborao MinC

2,1% dos municpios possuem cursos de vdeo. O Esprito Santo apresentou o maior porcentual de municpios com a existncia desses cursos.

3,3% dos municpios brasileiros realizam concursos de vdeo. Verica-se que, no Esprito Santo, o porcentual mais elevado que nos demais estados.

OFERTA DA CULTURA VDEO

C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

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39

OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURAVDEO VDEODistribuio porcentual da totalidade de municpios com videolocadoras no Brasil32 32 31 31 21 21

Porcentual de municpios com videolocadoras por Unidade Federativa

2005 2005 2006

BRASIL 1 2 3 Esprito Santo Alagoas Rio de Janeiro Amap Cear Pernambuco So Paulo Mato Grosso do Sul Bahia Par Paran Acre Sergipe Rondnia Mato Grosso Gois Santa Catarina Maranho Amazonas Paraba Rio Grande do Sul Minas Gerais Rio Grande do Norte Piau Tocantins Roraima

82,00 98,72 98,04 97,83 93,75 93,48 92,97 91,78 89,74 88,49 88,11 86,72 86,36 85,33 84,62 84,40 83,33 81,23 77,88 77,42 77,13 76,01 75,38 71,26 59,19 54,68 53,33

2006

7

7

9

9

4 5 6

N

NE

SE

S

CO

7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26

Fonte: IBGE/MUNIC. Elaborao MinC

Embora todas as regies tenham apresentado evoluo no nmero de municpios com videolocadoras, porcentualmente no houve alterao.

Evoluo porcentual dos municpios com a existncia de videolocadoras90 80 70 60 50 40 30 20 10 0

77,5 63,9 64,1

82

28,3

1999

2001

2005

2006

Fonte: IBGE/MUNIC

Evoluo no perodo

Os porcentuais mostram que as videolocadoras seguiram tendncia a crescimento desde 1999. A evoluo do perodo chega a 28,3%, sendo o maior avano observado entre 2001 e 2005.

Fonte: IBGE/MUNIC. Elaborao MinC

As videolocadoras esto presentes em 82% dos municpios brasileiros. Nos Estados do Esprito Santo, Alagoas e Rio de Janeiro, os porcentuais aproximaram-se de 100%.

40

OFERTA DA CULTURA VDEO

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C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURAVDEO VDEOEvoluo das videolocadoras nas regies

Estado

2005

2006 Regio Norte Regio Norte

Evoluo %

Estado

2005

2006

Evoluo %

Regio Sudeste Regio Sudeste -2,22 11,76 9,09 -20 1,61 15,38 24,59 7 Minas Gerais Esprito Santo Rio de Janeiro So Paulo Total 609 77 89 557 1.332 643 77 90 592 1.402 Regio Sul Paran Santa Catarina Rio Grande do Sul Total 326 219 362 907 346 238 377 961 6,13 8,67 4,14 5,95 5,58 0 1,12 6,28 5,25

Roraima Acre Amazonas Roraima Par Amap Tocantins Total

45 17 44 10 124 13 61 314

44 19 48 8 126 15 76 336 Regio Nordeste Regio Nordeste

Maranho 167 Piau 91 Cear 173 Rio G. do Norte 111 Paraba 167 Pernambuco 174 Alagoas 93 63 Sergipe Bahia 351 Total 1.390

169 132 172 119 172 172 100 64 369 1.469

1,19 45,05 -0,57 7,2 2,99 -1,14 7,52 1,58 5,12 5,68

Regio Centro-Oeste Mato Grosso do Sul 69 Mato Grosso 114 Gois 186 Distrito Federal 1 Total 370 70 119 205 1 395 1,44 4,38 10,21 0 6,75

Fonte: IBGE/MUNIC 2005/2006. Elaborao MinC

Todas as regies apresentaram porcentuais positivos entre 2005 e 2006. Na Regio Norte, a evoluo porcentual refere-se a Tocantins. Na Regio Nordeste, o Piau apresentou a melhor evoluo, assim como So Paulo na Regio Sudeste. Nos estados da Regio Sul, observa-se equilbrio no aumento de municpios com o equipamento. Na Regio Centro-Oeste, Gois foi o estado mais dinmico.

OFERTA DA CULTURA VDEO

C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

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OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURAMSICA MSICAPorcentual de municpios que realizaram festivais ou mostras de msica por Unidade FederativaBRASIL 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 Acre Mato Grosso do Sul Santa Catarina Rio de Janeiro Paran So Paulo Mato Grosso Rio Grande do Sul Rondnia Esprito Santo Amazonas Pernambuco Cear Par Minas Gerais Sergipe Gois Tocantins Bahia Paraba Maranho Rio Grande do Norte Alagoas Piau Amap Roraima 38,70 68,18 60,26 59,04 50,00 48,62 48,53 46,81 46,17 46,15 39,74 38,71 38,38 38,04 34,97 34,70 34,67 32,52 32,37 29,02 28,25 25,35 24,55 23,53 21,08 18,75 6,67

Fonte: IBGE/MUNIC 2006. Elaborao MinC

38,7% dos municpios brasileiros realizaram festivais/mostras de msica. No Estado do Acre, 68,18% dos municpios realizaram a ao.

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OFERTA DA CULTURA MSICA

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C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURAMSICA MSICAPorcentual de municpios que realizaram concursos de msica por Unidade FederativaBRASIL 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 Acre Rio de Janeiro Amazonas Roraima Rondnia Par Santa Catarina So Paulo Tocantins Mato Grosso do Sul Mato Grosso Maranho Esprito Santo Rio Grande do Sul Cear Paran Pernambuco Bahia Piau Minas Gerais Gois Sergipe Paraba Alagoas Amap Rio Grande do Norte 31,90 54,55 47,83 46,77 46,67 44,23 44,06 39,25 38,91 38,85 38,46 36,88 35,48 34,62 32,26 32,07 31,33 30,81 30,46 26,91 26,26 25,61 22,67 21,08 19,61 18,75 15,57 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26

Porcentual de municpios com escolas, ocinas ou cursos de msica por Unidade FederativaBRASIL Rio de Janeiro Santa Catarina So Paulo Cear Paran Mato Grosso do Sul Esprito Santo Acre Pernambuco Rio Grande do Sul Roraima Amazonas Mato Grosso Minas Gerais Par Paraba Bahia Rio Grande do Norte Sergipe Gois Alagoas Maranho Tocantins Rondnia Amap Piau 33,80 65,22 56,31 50,54 50,00 45,36 42,31 41,03 40,91 39,46 39,31 33,33 30,65 30,50 28,60 27,27 23,77 23,74 22,16 21,33 21,14 17,65 17,05 13,67 13,46 12,50 9,87

Fonte: IBGE/MUNIC 2006. Elaborao MinC

Fonte: IBGE/MUNIC 2006. Elaborao MinC

31,9% dos municpios brasileiros declararam possuir concursos de msica. Observa-se que, em porcentuais, os estados da Regio Norte e o Estado do Rio de Janeiro estiveram em torno de 50%.

33,8% dos municpios brasileiros declararam realizar cursos de msica. No Estado do Rio de Janeiro, 65,2% dos municpios possuem essas escolas/cursos.

OFERTA DA CULTURA MSICA

C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

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43

OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURAMSICA MSICAPorcentual de municpios com grupos artsticos musicais por Unidade FederativaBrasil 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 Rio de Janeiro Pernambuco Santa Catarina Acre Par Bahia Alagoas Esprito Santo Amazonas Mato Grosso do Sul Paran Rio Grande do Norte Cear Sergipe So Paulo Rio Grande do Sul Amap Minas Gerais Gois Roraima Rondnia Paraba Mato Grosso Maranho Tocantins Piau 47,20 70,65 69,19 65,53 63,64 62,94 57,31 54,90 53,85 53,23 52,56 51,63 48,50 48,37 48,00 46,82 46,17 43,75 41,85 40,65 40,00 36,54 35,87 34,04 32,72 30,22 22,42 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26

Porcentual de municpios com grupos artsticos de orquestra por Unidade FederativaBrasil Pernambuco Acre Rio de Janeiro So Paulo Sergipe Alagoas Bahia Roraima Amap Cear Rio Grande do Sul Par Paraba Maranho Rondnia Santa Catarina Amazonas Paran Mato Grosso do Sul Minas Gerais Gois Esprito Santo Mato Grosso Rio Grande do Norte Piau Tocantins 11,50 41,62 40,91 20,65 20,47 16,00 15,69 14,39 13,33 12,50 12,50 10,89 10,49 10,31 9,68 9,62 8,87 8,06 7,77 7,69 6,57 5,69 5,13 4,96 4,79 3,14 2,16

Fonte: IBGE/MUNIC 2006. Elaborao MinC

Fonte: IBGE/MUNIC2006. Elaborao MinC

47,2% dos municpios brasileiros possuem grupos artsticos musicais. Os Estados do Rio de Janeiro, Pernambuco, Santa Catarina, Acre e Par apresentaram porcentuais superiores a 60%.

11,5% dos municpios brasileiros possuem orquestras. A existncia de municpios com esses grupos mais representativa em Pernambuco (41,62%) e no Acre (40,91%), respectivamente.

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OFERTA DA CULTURA MSICA

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C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURAMSICA MSICAPorcentual de municpios com grupos artsticos de bandas de msica por Unidade FederativaBRASIL 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 Rio de Janeiro Cear Acre Pernambuco Esprito Santo Mato Grosso do Sul Alagoas Bahia Sergipe Paraba Rio Grande do Sul So Paulo Rio Grande do Norte Amazonas Minas Gerais Par Amap Santa Catarina Mato Grosso Paran Gois Maranho Piau Roraima Tocantins Rondnia 53,20 82,61 79,35 72,73 71,89 67,95 65,38 60,78 58,27 57,33 56,95 56,45 55,97 54,49 53,23 52,87 51,75 50,00 46,08 44,68 44,36 40,65 40,55 38,57 33,33 30,94 30,77 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26

Porcentual de municpios com grupos artsticos de coral por Unidade FederativaBRASIL Rio de Janeiro Santa Catarina Rio Grande do Sul Esprito Santo Par Cear Pernambuco So Paulo Acre Paran Minas Gerais Alagoas Sergipe Bahia Roraima Mato Grosso do Sul Mato Grosso Gois Amap Amazonas Maranho Piau Rio Grande do Norte Rondnia Paraba Tocantins 44,90 75,00 71,67 61,90 60,26 56,64 54,89 54,05 51,01 50,00 49,87 44,43 44,12 44,00 41,73 40,00 35,90 31,91 31,30 31,25 30,65 27,19 26,01 23,95 21,15 18,83 15,83

Fonte: IBGE/MUNIC 2006. Elaborao MinC

Fonte: IBGE/MUNIC 2006. Elaborao MinC

53,2% dos municpios brasileiros possuem bandas de msica. A existncia de municpios com esses grupos porcentualmente mais representativa no Rio de Janeiro (82,61%), Cear (79,35%), Acre (72,73%) e Pernambuco (71,89%), respectivamente.

44,9% dos municpios brasileiros possuem grupos artsticos de coral. A existncia destes com tais grupos porcentualmente mais representativa no Rio de Janeiro (75%) e Santa Catarina (71,67%), respectivamente.

OFERTA DA CULTURA MSICA

C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

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OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURAMSICA MSICAPorcentual de municpios com lojas de discos, CDs, DVDs e tas por Unidade FederativaBRASIL 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 Pernambuco Rio de Janeiro Roraima Esprito Santo Cear Paraba Mato Grosso Mato Grosso do Sul Bahia Santa Catarina Alagoas Acre Rio Grande do Sul Paran Par Maranho So Paulo Minas Gerais Gois Amazonas Piau Sergipe Rio Grande do Norte Rondnia Tocantins Amap 59,80 86,49 83,70 80,00 78,21 73,91 73,09 71,63 66,67 64,99 64,85 64,71 63,64 63,31 63,16 61,54 60,83 59,84 51,70 50,41 50,00 41,70 41,33 40,72 40,38 26,62 25,0080 80

Distribuio porcentual da totalidade de municpios com lojas de discos, CDs, DVDs e tas no Brasil32 34 29 29 24 232005 2005 2006 2006

6

6

9

8

N

NE

SE

S

CO

Fonte: IBGE/MUNIC. Elaborao MinC

Todas as regies apresentaram crescimento no nmero absoluto de municpios com essas lojas. Porcentualmente, verica-se elevao na Regio Nordeste e decrscimo nas Regies Sul e Centro-oeste.

Evoluo porcentual dos municpios com a existncia de lojas de discos, CDs, DVDs e tas70 70 60 60 50 50 40 40 30 3020 20

73,8 54,8 59,8

49,2 34,4

10 10 0 0

1999 1999

2001 2001

2005 2005

2006 2006

Fonte: IBGE/MUNIC. Elaborao MinC

Fonte: IBGE/MUNIC

Evoluo no Evolu no perodo

59,8% dos municpios brasileiros possuem lojas de discos, CDs, DVDs e tas. A existncia de municpios com esses grupos porcentualmente mais representativa em Pernambuco (86,49%), no Rio de Janeiro (83,7%) e em Roraima (80%), respectivamente.

Os nmeros divulgam crescimento de 73,8% nos municpios com lojas de discos, CDs, DVDs e tas. Observa-se maior variao entre 1999 e 2001.

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OFERTA DA CULTURA MSICA

C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURAMSICA MSICACursos de graduao MsicaSo Paulo Minas Gerais Rio Grande do Sul Rio de Janeiro Paran Gois Amazonas Par Santa Catarina Esprito Santo Paraba Rio Grande do Norte Alagoas Bahia Distrito Federal Pernambuco Mato Grosso Mato Grosso do Sul Sergipe Cear Maranho PiauFonte: MEC/INEP 2007. Elaborao MinC

Cursos de graduao Canto47 19 16 13 12 6 5 5 5 4 4 4 3 3 3 3 2 2 2 1 1 1 So Paulo Rio de Janeiro Gois Amazonas Bahia Paran Distrito Federal Esprito Santo Minas Gerais Rio Grande do SulFonte: MEC/INEP 2007. Elaborao MinC

So Paulo Minas Gerais Rio de Janeiro Rio Grande do Sul Amazonas Gois Paran Alagoas Bahia Distrito Federal Esprito Santo Par Paraba Pernambuco Rio Grande do NorteFonte: MEC/INEP 2007. Elaborao MinC

11 6 5 4 2 2 2 1 1 1 1 1 1 1 1

Cursos de graduao em Canto no apresentam nmeros signicativos. A maior quantidade deles encontra-se em So Paulo.

Cursos de graduao Regncia14 5 2 2 2 2 1 1 1 1

A maior quantidade de cursos de graduao em Msica observada na Regio Sudeste, especialmente em So Paulo e Minas Gerais.

Cursos de graduao em Regncia no apresentam nmeros signicativos. A maior quantidade deles encontra-se no Estado de So Paulo.

OFERTA DA CULTURA MSICA

C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

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OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURAMSICA MSICAEvoluo das lojas de discos nas regies

Estado

2005 Regio Norte

2006

Evoluo %

Estado

2005

2006 Regio Sudeste

Evoluo %

Rondnia Acre Amazonas Roraima Par Amap Tocantins Total

22 10 39 8 80 4 24 187

21 14 31 12 88 4 37 207

-4,54 40 -20,51 50 10 0 54,16 10,69

Minas Gerais Esprito Santo Rio de Janeiro So Paulo Total

415 60 73 348 896 Regio Sul Regio Sul

441 61 77 386 965

6,26 1,66 5,47 10,91 7,7

Regio Nordeste Regio Nordeste Maranho Piau Cear Rio G. do Norte Paraba Pernambuco Alagoas Sergipe Bahia Total 107 72 130 70 125 150 51 29 246 980 132 93 136 68 163 160 66 31 271 1120 23,36 29,16 4,61 -2,85 30,4 6,66 29,41 6,89 10,16 14,28

Paran Santa Catarina Rio Grande do Sul Total

236 185 302 723

252 190 314 756

6,77 2,7 3,97 4,56

Regio Centro-Oeste Regio Centro-Oeste Mato Grosso do Sul 53 Mato Grosso 87 Gois 119 1 Distrito Federal Total 260 52 101 124 1 278 -1,88 16,09 4,2 0 6,92

Fonte: IBGE/MUNIC 2005/2006. Elaborao MinC

Todas as regies apresentaram porcentuais positivos entre 2005 e 2006. Na Regio Norte, a maior evoluo porcentual refere-se a Tocantins. Na Regio Nordeste, a Paraba, Alagoas e o Piau apresentaram os melhores nmeros. Nas Regies Sudeste e Sul, os Estados de So Paulo e Paran apresentaram melhores desempenhos. Na Regio Centro-Oeste, Mato Grosso foi o estado mais dinmico.

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OFERTA DA CULTURA MSICA

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C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURATEATRO TEATRONmero de teatros por regio0 800 0 700 0 600 0 500 0 400 0 300 0 200 0 100 0 0

Nmero de teatros por estado na Regio Sul9080 80 70 70 60 60 50 50

689

77

76

246 46Sudeste Norte Nordeste

183 65CentroOeste Sul

40 40 30 30 20 20 0 10 0 0

30

Fonte: Funarte. Elaborao MinC

PR

SC

RS

Mostra a concentrao de teatros na Regio Sudeste.

Fonte: Funarte. Elaborao MinC

Os Estados do Paran e Rio Grande do Sul apresentaram nmeros praticamente idnticos. Em Santa Catarina, a quantidade de teatros corresponde a menos da metade daqueles.

Nmero de teatros por estado na Regio Sudeste350 350 300 300 250 250 200 200 150 150 100 100 50 50 0 0

306 231

Nmero de teatros por estado na Regio Norte16 13

132

20ES MG RJ SP

5 3 1TO RR RO AC

6 2AP AM PA

Fonte: Funarte. Elaborao MinC

A regio no homognea com relao ao nmero de teatros. So Paulo apresenta o maior nmero deles e, em seguida, o Rio de Janeiro.

Fonte: Funarte. Elaborao MinC

Entre os estados da Regio Norte, o Par e o Amazonas apresentaram os maiores nmeros de teatros.

OFERTA DA CULTURA TEATRO

C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

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OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURATEATRO TEATRONmero de teatros por estado na Regio Nordeste66 1 2 3 28 29 16 9 9 18 11 4 5 6 7SE SE AL AL PB PB PE PE CE CE RN RN MA MA PI PI BA BA

Nmero de teatros

60

So Paulo Rio de Janeiro Minas Gerais Paran Rio Grande do Sul Pernambuco Bahia Santa Catarina Distrito Federal Cear Paraba Esprito Santo Piau Gois Par Rio Grande do Norte Amazonas Mato Grosso do Sul Maranho Sergipe Alagoas Mato Grosso Acre Roraima Rondnia Amap Tocantins

306 231 132 77 76 66 60 30 30 29 28 20 18 17 16 16 13 11 11 9 9 7 6 5 3 2 1

8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22

Fonte: Funarte. Elaborao MinC

Nessa regio, os Estados de Pernambuco e Bahia, de forma equilibrada, apresentaram os maiores nmeros de teatros.

Nmero de teatros por estado na Regio Centro-Oeste30

17 11 7

23 24 25 26 27

GO

MT

MS

DF

Fonte: Funarte. Elaborao MinC

Fonte: Funarte. Elaborao MinC

No Distrito Federal concentra-se o maior nmero de teatros da Regio Centro-Oeste.

A Regio Sudeste concentra os estados com a maior quantidade de teatros, especialmente pela inuncia dos Estados de So Paulo e do Rio de Janeiro.

50 58

OFERTA DA CULTURA TEATRO

C U LT U R A E M N M E R O SANURIO DE ESTATSTICAS CULTURAIS 2009

OFERTA DA CULTURA OFERTA DA CULTURATEATRO TEATROndice de Concentrao na Capital Total de equipamentos na capital Total de equipamentos no estadoEstados 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 Santa Catarina Piau Minas Gerais Paraba Pernambuco Gois Paran Rio Grande do Sul So Paulo Rio Grande do Norte Cear Bahia Esprito Santo Rondnia Rio de Janeiro Maranho Mato Grosso do Sul Alagoas Amazonas Sergip