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PREFEITURA MUNICIPAL DE ÁGUA BOA ESTADO DE MATO GROSSO Av. Planalto, nº 410 Centro CEP 78635-000 Água Boa MT Fone: (66) 3468-6400 Fax: (66) 3468-6432 Site: www.aguaboa.mt.gov.br - e-mail : [email protected] CNPJ 15.023.898/0001-90 MEMORIAL DESCRITIVO DE PAVIMENTAÇÃO E DRENAGEM SUPERFICIAL DE ÁGUAS PLUVIAIS TSD TRATAMENTO SUPERFICIAL DUPLO E CAPA SELANTE ÁGUA BOA - MT

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PREFEITURA MUNICIPAL DE GUA BOA ESTADO DE MATO GROSSO

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MEMORIAL DESCRITIVO DE PAVIMENTAO E DRENAGEM SUPERFICIAL DE GUAS PLUVIAIS

TSD TRATAMENTO SUPERFICIAL DUPLO E CAPA SELANTE

GUA BOA - MT

PREFEITURA MUNICIPAL DE GUA BOA ESTADO DE MATO GROSSO

Av. Planalto, n 410 Centro CEP 78635-000 gua Boa MT Fone: (66) 3468-6400 Fax: (66) 3468-6432 Site: www.aguaboa.mt.gov.br - e-mail : [email protected] CNPJ 15.023.898/0001-90

NDICE:

1 SERVIOS PRELIMINARES PARA PAVIMENTAO. PG. 03 2 PREPARO DO SUB- LEITO DO PAVIMENTO. PG. 04 3 SUB-BASE DE SOLO ESTABILIZADO GRANULOMETRICAMENTE. PG. 06 4 BASE DE SOLO ESTABILIZADO GRANULOMETRICAMENTE. PG. 08 5 IMPRIMAO IMPERMEABILIZANTE BETUMINOSA. PG. 10 6 INSTRUO DE EXECUO DA NORMA DNIT ES-147/97, REVISO NORMA DNER-ES-309/97-TRATAMENTO SUPERFICIAL DUPLO COM LIGANTE ASFLTICO CONVENCIONAL. PG. 14 7 NORMAS PARA EXECUO DE GUIAS E SARJETAS. PG. 21 8 NORMAS DE MEDIO E PAGAMENTO DE PAVIMENTAO. PG. 23

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1 - SERVIOS PRELIMINARES PARA PAVIMENTAO

1.1 - OBJETIVO

Este projeto tem como objetivo apresentar para apreciao os elementos que sero necessrios para que a Prefeitura Municipal de gua Boa possa executar o prolongamento da Avenida Universitria, no trecho entre as Avenidas Planalto e Xingu. O trecho em questo possui um pequeno trecho pavimentado, contudo no segue o mesmo alinhamento do segmento anterior, havendo ento a necessidade de remoo, garantindo assim o alinhamento. Essa retirada ser s expensas da Prefeitura de gua Boa. Essa via ir ligar uma regio em expanso da rea urbana, alm de dar acesso tambm a Unidade de Pronto Atendimento UPA que est em fase final de construo.

Figura 1: croqui de localizao

1.1.2 - Os servios preliminares consistiro em instalaes de canteiros, servios de topografia,

capina, destocamento, substituio, remoo ou remanejamento de canalizao existente, servios esses que a firma contratada dever inicialmente providenciar, antes da execuo de qualquer obra, e de acordo com a presente instruo. 1.2 - DESCRIO

1.2.1 - Placas Ser indispensvel a colocao de placas, na obra, cujos detalhes sero fornecidos pela Prefeitura do local.

1.2.2 - Servios Topogrficos

1.2.2.1 - Locao e estaqueamento do eixo das pistas de acordo com o projeto; 1.2.2.2 - Atualizao do Nivelamento e Sees transversais;

1.2.2.3 - Locao do greide e perfis transversais em obedincia ao projeto.

OBS: O projeto de Pavimentao e Drenagem foi elaborado conforme dados topogrficos fornecidos pela Prefeitura Municipal de gua Boa - MT, sendo a Prefeitura responsvel pelas informaes de referncia de nvel, cotas e caminhamento (Planialtimetria).

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1.2.4 - Capina e Destocamento Bota Fora

1.2.4.1 - Ocorrendo a presena de vegetao no leito existente, dever a firma empreiteira providenciar a sua capina, bem como destocamento e remoo para o local conveniente de todo o material resultante desses servios. Bota Fora.

1.2.5 - Canalizaes

1.2.5.1 - Dever a firma empreiteira, proceder verificao do estado e situao das canalizaes de guas pluviais existentes na via, caso seja necessrio a sua substituio, o seu rebaixamento ou a sua remoo para posio conveniente e no estando previsto no projeto de pavimentao, comunicar Fiscalizao, para as providncias necessrias.

2 - PREPARO DO SUB-LEITO DO PAVIMENTO 2.1 - OBJETIVO

2.1.1 - Esta especificao estabelece o processo de preparo de sub-leito para pavimentao. 2.2 - DESCRIO

2.2.1 - O preparo do sub-leito do pavimento consistir nos servios necessrios para que o sub-leito assuma a forma definitiva pelos alinhamentos, perfis, dimenses e seo transversal tpica, estabelecida pelo projeto e para que esse sub-leito fique em condies de receber o pavimento, tudo de acordo com a presente instruo. 2.2.3 - EQUIPAMENTO

2.2.3.1 - O equipamento mnimo a ser utilizado no preparo do sub-leito para pavimentao, seguinte:

a) Moto niveladora ou Patrol; b) Irrigadeira ou Carro-Tanque, equipado com conjuntos moto-bombas, c/ capacidade para distribuir gua com presso regulvel e em forma de chuva; capacidade mnima de 2.000 litros; c) Rgua, de madeira ou metlica, com arestas vivas e comprimento de aproximadamente 4,00 m;

d) Compressor, autopropulsor, com rolos lisos ou p de carneiro; e) Pequenas ferramentas, tais como enxadas, ps, picaretas, etc.

f) Gabarito, de madeira ou metlico, cuja borda inferior tenha forma de seo transversal estabelecida pelo projeto. Outros equipamentos podero ser usados, uma vez aprovados pela Fiscalizao. 2.4 - PROCESSO DE CONSTRUO

2.4.1 - Regularizao

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2.4.1.1 - A superfcie do sub-leito dever ser regularizada na largura do projeto com moto niveladora, de modo que assuma a forma determinada pela seo transversal e demais elementos do projeto.

2.4.1.2 - As pedras ou mataces encontrados por ocasio da regularizao dever ser removida, devendo ser o volume por eles ocupado, preenchido por solo adjacente.

2.4.2 - Umedecimento e Compresso 2.4.2.1 - O umedecimento ser feito at que o material adquira o teor e a umidade mais conveniente ao seu adensamento, de acordo com as Normas Tcnicas do D.N.E.R.

2.4.2.2 - A compresso ser feita progressivamente, das bordas para o centro do leito, at que o material fique suficientemente compactado, adquirindo a compactao de 100% do Proctor Normal, na profundidade de no mnimo 15 cm.

2.4.2.3 - Nos lugares inacessveis aos compressores ou onde seu emprego no for recomendvel

dever ser feita compresso por meio de soquetes. 2.4.3 - Acabamento

2.4.3.1 - O acabamento poder ser feito mo ou a mquina e ser verificado com auxlio de

gabarito que eventualmente acusar salincias e depresses a serem corrigidas.

2.4.3.2 - Feita as correes, caso ainda haja excesso de material, dever o mesmo ser removido para fora do leito e refeita a verificao do gabarito.

2.4.3.3 - Estas operaes de acabamento devero ser repetidas at que o sub-leito se apresente, de acordo com os requisitos da presente instruo. 2.5 - ABERTURA DO TRNSITO

2.5.1- No ser permitido o trnsito sobre o sub-leito j preparado. 2.6 - CONTROLE TECNOLGICO

2.6.1 - Sero feitos dois ensaios de compactao (Proctor) em cada quadra ou cada 50 m, quando o terreno for uniforme e mais dois ensaios em cada tipo de solo diferente que ocorrer na obra.

2.6.2 - Os ensaios de compactao devero ser executados pelo laboratrio indicado pela Fiscalizao no final dos trabalhos de compactao. 2.7 - PROTEO DA OBRA

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2.7.1 - Durante o perodo de construo, at o seu recobrimento, o leito dever ser protegido contra

os agentes atmosfricos e outros que possam danific-los. 2.8 - CONDIES DE RECEBIMENTO

2.8.1 - O sub-leito preparado dever ser analisado pela Fiscalizao atravs de ensaios de compactao e levantamentos topogrficos para que se processe a liberao do mesmo.

2.8.2 - O perfil longitudinal do sub-leito preparado no dever afastar-se dos perfis estabelecidos pelo projeto de mais de 1 cm (um), mediante verificao pela rgua.

2.8.3 - A tolerncia para o perfil transversal a mesma, sendo a verificao feita pelo gabarito.

3 - SUB-BASE DE SOLO ESTABILIZADO GRANULOMETRICAMENTE 3.1 - OBJETIVO

3.1.1 - A presente instruo tem por objetivo, fixar a maneira de execuo de sub-base constituda de solos selecionados, em ruas que recebero pavimentao. 3.2 - MATERIAL

3.2.1 - O material a ser usado como sub-base deve ser uniforme, homogneo, e possuir caractersticas (IG e CBR).

3.3 - MTODO DE CONSTRUO

3.3.1 - O sub-leito sobre o qual ser executada a sub-base, dever estar perfeitamente regularizado

e consolidado, de acordo com as condies fixadas pela instruo referente ao PREPARO DO SUB-LEITO DO PAVIMENTO.

3.3.2 - O material importado, ser distribudo uniformemente sobre o sub-leito, devendo ser destorroado nos casos de correo de umidade, at que pelo menos 60% do total, em peso excludo o material grado, passe na peneira n 4 (4,8 mm).

3.3.3 - Caso o teor de umidade do material destorroado seja superior em 1% ao teor timo determinado pelo ensaio de compactao, executado de acordo com o mtodo ME-9, proceder-se- a aerao do mesmo, com equipamento adequado, at reduzi-lo quele limite.

3.3.4 - Se o teor da umidade do solo destorroado for inferior em mais de 1% ao teor de umidade acima referido, ser procedida irrigao at alcanar aquele valor. Concomitantemente com a irrigao dever ser executada a homogeneizao do material, a fim de garantir uniformidade de umidade.

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3.3.5 - O material umedecido e homogeneizado ser distribudo de forma regular e uniforme em toda a largura do leito, de tal forma que aps a compactao, sua espessura no exceda de 15 cm.

3.3.6 - Conforme os resultados dos ensaios, foi definida para este projeto, a espessura de 15 cm para camada de sub-base.

3.3.7 - A compactao ser procedida por equipamento adequado ao tipo de solo, rolo p-de-carneiro, pneumtico ou vibratrio, e dever progredir das bordas para o centro da faixa, nos trechos retos ou da borda mais baixa para a mais alta nas curvas, paralelamente ao eixo da faixa a ser pavimentada.

3.3.8 - A compactao do material em cada camada, dever ser feita at obter-se uma densidade aparente seca, no inferior a 100% da densidade mxima determinada no ensaio de compactao, de conformidade com ME - 7 (Proctor Intermedirio).

3.3.9 - Concluda a compactao da sub-base, sua superfcie dever ser regularizada com

motoniveladora, de modo que assuma a forma determinada pela seo transversal e demais elementos do projeto, sendo comprimida com equipamentos adequados, at que apresente lisa e isenta de partes soltas e sulcadas.

3.3.10 - As cotas de projeto do eixo longitudinal da sub-base, no devero apresentar variaes superiores a 1,5 cm.

3.3.11- As cotas de projeto das bordas das sees transversais da sub-base no devero apresentar variaes superiores a 1 cm. 3.4 - CONTROLE DE EXECUO

3.4.1 - Far-se- uma determinao do grau de compactao em cada 400 m de rea compactada, com um mnimo de 3 determinaes para cada quadra. A mdia dos valores obtidos dever ser igual ou superior a 100% da densidade mxima determinada pelo ensaio ME - 7, no sendo permitidos valores inferiores a 95% em pontos isolados.

3.4.2 - As verificaes das densidades aparentes secas, alcanadas na sub-base sero executadas de acordo com o mtodo ME-12, ME-13 ou ME-14.

3.4.3 - Os trechos da sub-base, que no se apresentarem devidamente compactado de acordo com o item 4.1, devero ser escarificados, e os materiais pulverizados, convenientemente misturados e recompactados.

4 - BASE DE SOLO ESTABILIZADO GRANULOMETRICAMENTE 4.1 - OBJETIVO

4.1.1 - A presente instruo tem por objetivo, fixar a maneira de execuo de bases constitudas de solos selecionados, em ruas que recebero pavimentao.

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4.2 - MATERIAL

4.2.1 - O material a ser usado como base deve ser uniforme, homogneo, possuir caractersticas (IG e CBR) e pertencer a qualquer das faixas (A,B,C, D) do D.N.E.R., conforme pargrafo 5. 4.3 - MTODO DE CONSTRUO

4.3.1 - A sub-base sobre o qual ser executada a base, dever estar perfeitamente regularizada e consolidada, de acordo com as condies fixadas pela instruo sobre SUB-BASE DE SOLO SELECIONADO.

4.3.2 - O material importado, ser distribudo uniformemente sobre a sub-base, devendo ser destorroado nos casos de correo de umidade, at que pelo menos 60% do total, em peso, excludo o material grado, passe na peneira n 4 (4,8 mm).

4.3.3 - Caso o teor de umidade do material destorroado seja superior em 1% ao teor timo determinado pelo ensaio de compactao, executado de acordo com o mtodo ME-9, proceder-se- a aerao do mesmo, com equipamento adequado, at reduz-lo quele limite.

4.3.4 - Se o teor da umidade do solo destorroado for inferior em mais de 1% ao teor de umidade acima referido, ser procedida irrigao at alcanar aquele valor. Concomitantemente com a irrigao dever ser executada a homogeneizao do material, a fim de garantir uniformidade de umidade.

4.3.5 - O material umedecido e homogeneizado ser distribudo de forma regular e uniforme em toda a largura do leito, de tal forma que, aps a compactao, sua espessura no exceda de 15 cm. Conforme os resultados dos ensaios, foi definida para este projeto, a espessura de 15 cm para camada de base.

4.3.6 - A compactao ser procedida por equipamento adequado ao tipo de solo, rolo p-de-

carneiro, pneumtico ou vibratrio, e dever progredir das bordas para o centro da faixa, nos trechos retos ou da borda mais baixa para a mais alta nas curvas, paralelamente ao eixo da faixa a ser pavimentada.

4.3.7 - A compactao do material em cada camada, dever ser feita at obter-se uma densidade aparente seca, no inferior a 100% da densidade mxima determinada no ensaio de compactao, de conformidade com ME - 7 (Proctor Intermedirio).

4.3.8 - Concluda a compactao da base, sua superfcie dever ser regularizada com motoniveladora, de modo que assuma a forma determinada pela seo transversal e demais elementos do projeto, sendo comprimida com equipamento adequado, at que apresente lisa e isenta de partes soltas e sulcadas.

4.3.9 - As cotas de projeto do eixo longitudinal da base, no devero apresentar variaes superiores a 1,5 cm.

4.3.10 - As cotas de projeto das bordas das sees transversais da base no devero apresentar variaes superiores a 1 cm.

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4.4 - CONTROLE DE EXECUO

4.4.1 - Far-se- uma determinao do grau de compactao em cada 40 m de rea compactada, com um mnimo de 3 determinaes para cada quadra. A mdia dos valores obtidos dever ser igual ou superior a 100% da densidade mxima determinada pelo ensaio ME - 7, no sendo permitidos valores inferiores a 95% em pontos isolados.

4.4.2 - As verificaes das densidades aparentes secas, alcanadas na base sero executadas de acordo com o mtodo ME-12, ME-13 ou ME-14.

4.4.3 - Os trechos da base, que no se apresentarem devidamente compactados de acordo com o item 4.1., devero ser escarificados, e os materiais pulverizados, convenientemente misturados e recompactados. 4.5 - COMPOSIES GRANULOMTRICAS Devero possuir composio granulomtrica enquadrada em uma das faixas do quadro abaixo.

PENEIRAS FAIXAS

0 mm A B C D

2 50,8 100 100 - - 1 25,4 - 75-90 100 100 3/8 9,5 30-65 40-75 50-85 60-100 n 4 4,8 25-55 30-60 35-65 50-85 n 10 2,0 15-40 20-45 25-50 40-70 n 40 0,42 8-20 15-30 15-30 25-45 n 200 0,074 2-8 5-15 5-15 5-20

5 - IMPRIMAO IMPERMEABILIZANTE BETUMINOSA 5.1 - OBJETIVO

5.1.1 - A imprimao impermeabilizante betuminosa consistir na aplicao de material betuminoso de baixa viscosidade, diretamente sobre a superfcie previamente preparada de uma sub-base ou base constituda de macadame hidrulico, solo estabilizado, solo melhorado, com cimento ou solo cimento, que ir receber um revestimento betuminoso.

5.2 - DESCRIO

5.2.1 - A imprimao dever obedecer s seguintes operaes:

I - Varredura e limpeza da superfcie; II - Secagem da superfcie; III - Distribuio de material betuminoso;

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IV - Repouso da imprimao; V - Esparrame de agregado mido (quando necessrio). 5.3 MATERIAIS

5.3.1 - Material Betuminoso 5.3.1.1 - O material betuminoso, para efeito da presente instruo, pode ser a critrio da Fiscalizao, um dos seguintes: a) asfaltos diludos, CM-30, CM-70 e CM-250. 5.3.1.2 - Os materiais betuminosos referidos, devero estar isentos de gua e obedecerem respectivamente a EM-6/1. 965 e EM-7/1. 966. 5.3.1.3 - Os materiais para a imprimadura impermeabilizante betuminosa s podero ser empregados, aps aceitos pela Fiscalizao.

5.3.2 - Agregado Mido 5.3.2.1 - O agregado mido, quando usado, dever ser pedrisco com 100% de material, passando na peneira n 4 (4,76 mm) e isento de substncias nocivas e impurezas. 5.4 EQUIPAMENTO

5.4.1 - O equipamento necessrio para a execuo de imprimao impermeabilizante betuminosa, dever consistir de vassoures manuais ou vassoura mecnica, equipamento para aquecimento de material betuminoso, quando necessrio, distribuidor de material betuminoso sob presso e distribuidor manual de material betuminoso. 5.4.1.1 - Vassoures Manuais - Devero ser em nmero suficientes para o bom andamento dos servios e ter os fios suficientemente duros, para varrer a superfcie sem cort-la. 5.4.1.2 - Vassoura Mecnica - Dever ser construda de modo que a vassoura possa ser regulada e fixada em relao superfcie a ser varrida, e possa varr-la perfeitamente sem cort-la ou danific-la de qualquer maneira. 5.4.1.3 - Equipamento para aquecimento de material betuminoso - Dever ser tal que aquea e mantenha aquecido o material betuminoso, de maneira que satisfaa aos requisitos dessa instruo; dever ser provido de pelo menos um termmetro, sensvel a 1C, para determinao das temperaturas do material betuminoso. 5.4.1.4 - Distribuidor de material betuminoso sob presso - Dever ser equipado com aros pneumticos, e ter sido projetado a funcionar, de maneira que distribua o material betuminoso em jato uniforme, sem falhas, na quantidade e entre os limites de temperatura estabelecida pela Fiscalizao.

5.4.1.5 - Distribuidor manual de material betuminoso - Ser a mangueira apropriada do distribuidor de material betuminoso sob presso.

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5.5 CONSTRUO

5.5.1 - Varredura e limpeza da superfcie

5.1.1 - A varredura da superfcie a ser imprimada, dever ser feita com vassoures manuais ou vassoura mecnica especificada e de modo que remova completamente toda terra, poeira e outros materiais estranhos.

5.1.2 - Quando a superfcie a ser imprimada, for constituda de macadame hidrulico, a varredura dever prosseguir at que os fragmentos de pedras entrosados, que compem o macadame, sejam descobertos e limpos, mas no desalojados.

5.1.3 - A limpeza dever ser feita com tempo suficiente para permitir que a superfcie seque perfeitamente, antes da aplicao do material betuminoso, no caso de serem aplicados MCs.

5.1.4 - O material removido pela limpeza ter o destino que a Fiscalizao determinar. 5.5.2 - Distribuio do Material Betuminoso

5.5.2.1 - O material betuminoso dever ser aplicado por um distribuidor sob presso, nos limites de temperatura de aplicao abaixo, na razo de 0,6 a 1,2 litros por m, conforme a Fiscalizao determinar

D E S I G N A O TEMPERATURA DE APLICAO

1 - Asfaltos diludos:

CM - 30 10 - 50 C

CM - 70 27 - 66 C CM- 250 38 - 93 C

5.5.2.2 - Dever ser feita nova aplicao de material betuminoso nos lugares onde, a juzo da

Fiscalizao houver deficincia dele.

5.5.3 - Repouso de Imprimao 5.5.3.1 - Depois de aplicada, a imprimao dever permanecer em repouso durante o perodo

de 24 horas.

5.5.3.2 - Esse perodo poder ser aumentado pela Fiscalizao em tempo frio.

5.5.3.3 - A superfcie imprimada dever ser conservada em perfeitas condies, at que seja colocado o revestimento.

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5.5.4 - Esparrame de agregado mido

5.5.4.1 - Sobre os lugares onde houver excesso de material betuminoso, dever ser esparramado agregado mido especificado conforme Fiscalizao determinar, antes de ser colocado o revestimento.

6 INSTRUO DE EXECUO DA NORMA DNIT ES-147/97, REVISO NORMA DNER-ES-309/97-TRATAMENTO SUPERFICIAL DUPLO COM LIGANTE ASFLTICO CONVENCIONAL.

6.1 - GENERALIDADES

DEFINIO: Tratamento superficial duplo TSD, camada de revestimento do pavimento constituda por duas aplicaes sucessivas de ligante betuminoso, cobertas cada uma por camada de agregado mineral, submetidas compresso. A primeira aplicao do betume feita diretamente sobre a base imprimada e coberta, imediatamente com agregado grado, constituindo a primeira camada do tratamento. A segunda e terceira camada semelhante primeira, usando-se respectivamente, agregados mdios e midos, de acordo com essa especificao.

O tratamento superficial duplo com capa selante dever ser executado sobre a base imprimada, e de acordo com os alinhamentos da greide e seo transversal projetados.

A espessura convencional da capa e adotada para este projeto de 2,5 cm. 6.2 - MATERIAIS Todos os materiais devem satisfazer s especificaes aprovadas pelo DNER.

6.2.1 - Materiais betuminosos

Podem ser empregados os seguintes materiais betuminosos para a primeira camada:

a) - Cimento asfltico de penetrao CAP-7 ou CAP-150/200; b) - Alcatres, tipos AP-11 e AP-12; c) - Asfaltos diludos, tipos CR-250 e CR-3000; d) - Emulses asflticas, tipo RR-1C e RR-2C.

Para a segunda camada, podero ser empregados os mesmos materiais da primeira camada:

a) - Cimento asfltico de penetrao CAP-7 ou CAO-150/200; b) - Alcatres, tipo AP-11 e AP-12; c) - Asfaltos diludos, tipos CR-250 e CR-3000; d) - Emulses asflticas, tipo RR-1C e RR-2C.

O emprego do alcatro ou da emulso asfltica somente ser permitido quando forem empregados em todas as camadas do revestimento.

6.2.2 - Melhoradores de adesividade

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No havendo boa adesividade o material betuminoso e o agregado dever ser empregado um

melhorador de adesividade na quantidade fixada no projeto.

6.2.3 - Agregados

Os agregados podem ser constitudos por pedra, escria, cascalho ou seixo rolado, britados. Somente um tipo de agregado dever ser usado. Deve-se constituir de partculas limpas, duras, durveis e isentas de cobertura e torres de argila. O desgaste Los Angeles no deve ser superior a 40% (DNER-ME 035). Quando no houver, na regio, materiais com esta qualidade, admite - se o emprego de agregados com valor de desgaste at 50%, ou de outros que, utilizados anteriormente, tenham apresentado comprovadamente bom comportamento. O ndice de forma no deve ser inferior a 0,5 (DNER-ME 086), opcionalmente, poder ser determinada a porcentagem de gro de forma defeituosa, que se enquadram na expresso:

Onde: 1 + g 6 e 1 = maior dimenso do gro g = dimetro mnimo do anel, atravs do qual o gro poder passar. e = afastamento mnimo de dois planos paralelos, entre os quais pode ficar

contido o gro No se dispondo de anis ou peneiras com crivos de abertura circular, o ensaio poder ser realizado, adotando - se a frmula:

1 + 1,25 g 6 e Sendo, g a mdia das aberturas de duas peneiras, entre os quais fica retido o gro. A porcentagem de gros de forma defeituosa no poder ultrapassar a 20 % (DNER-ME 083). No caso de emprego da escria britada, esta deve ter uma massa especfica aparente igual ou superior a 1.100 Kg/m3. A graduao dos agregados para o tratamento betuminoso duplo deve obedecer ao especificado no quadro seguinte:

PENEIRAS

PORCENTAGEM PASSANDO EM PESO

Mm 1 camada 1/2 camada 2 camada

1 25,4 100 - -

19,1 90 100 - -

12,7 20 55 100 -

3/8 9,5 0 15 85 - 100 100

N 4 4,8 0 - 5 10 - 30 85 - 100

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N 10 2,0 - 0 - 10 10 - 40

N 200 0,074 0 2 0 - 2 0 - 2

As quantidades ou taxas de agregado e de ligante betuminoso podero ser as constantes do quadro seguinte, onde sero fixadas no projeto e ajustadas no campo, por ocasio do incio dos servios. Recomendam-se, de uma maneira geral, as seguintes taxas de aplicao de agregados convencionais e de ligantes betuminosos (POR M DE TSD):

TAXAS DE APLICAO E ESPALHAMENTO

Agregado

Taxa (quantidade) / m de TSD Tolerncia

Brita (1 camada) Aceitvel entre 20 e 25 kg/m + - 1,5 kg/m

Brita (2 camada) Aceitvel entre 10 e 12 kg/m + - 1,5 kg/m

APLICAO

Material Betuminoso (CM-30 e RR-2C)

Taxa (quantidade) / m de TSD Tolerncia

CM-30 (1 e 2 camadas)

Aceitvel entre 2 e 3 l/m + - 0,2 l/m

RR-2C (1 e 2 camadas)

Aceitvel entre 2 e 3 l/m + - 0,2 l/m

Quando for empregada escria britada como agregado de cobertura dever ser considerada a sua porosidade na fixao da taxa de material betuminoso. 6.3 - EQUIPAMENTO

Todo equipamento, antes do incio da execuo da obra dever ser examinado pela Fiscalizao, devendo estar de acordo com esta especificao, sem o que no ser dada a Ordem de Servio.

Os equipamentos requeridos so os seguintes: - Carros distribuidores do material betuminoso, especialmente construdo para esse fim, devem ser providos de dispositivos de aquecimento e de rodas pneumticas, dispor de tacmetro, calibradores e termmetros, em locais de fcil acesso, e ainda, disporem de um espargidor manual, para o tratamento de pequenas superfcies e correes localizadas. - Rolos compressores do tipo Tandem, ou de preferncia, pneumticos, autopropulsores. Os rolos tipo Tandem devem ter carga, por centmetro de largura de roda, no inferior a 25 Kg e no superior a 45 Kg. Seu peso total no dever ser superior a 10 toneladas. Os rolos pneumticos, autopropulsores, devero ser dotados de pneus que permitam a calibragem de 35 a 120 libras por polegada quadrada.

- Distribuidor de agregados, rebocveis ou automotrizes, devem possuir dispositivos que permitam uma distribuio homognea da quantidade de agregados fixada no projeto.

6.4 - EXECUO

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No ser permitida a execuo dos servios, objeto desta especificao, durante os dias de chuva. O material betuminoso no deve ser aplicado em superfcies molhadas, exceo da emulso

asfltica, desde que em superfcies sem excesso de gua. Nenhum material betuminoso ser aplicado quando a temperatura ambiente for inferior a 10C. A temperatura de aplicao do material betuminoso dever ser determinada para cada tipo de ligante, em funo da relao temperatura-viscosidade. Ser escolhida a temperatura que proporcionar a melhor viscosidade para o espalhamento. As faixas de viscosidade recomendadas para o espalhamento so as seguintes: a) Cimento asfltico, 20 a 60 segundos, Saybolt-Furol; (DNER-ME 004); b) Alcatro, 6 a 20 graus, Engler; (ASTM-D 1665); c) Para a emulso asfltica, 25 a 100 segundos, Saybolt-Furol (DNER-ME 004);

O trnsito pode ser permitido, sob controle, aps a compresso do agregado. Para a segunda

camada aplica-se o material betuminoso na quantidade e tipo especificados, seguindo-se o espalhamento do agregado e compresso, de modo idntico ao realizado na primeira camada. Depois que cada camada tiver sido comprimida e o agregado fixado, faz-se a varredura do agregado solto.

O trnsito no ser permitido quando da aplicao do material betuminoso ou do agregado. S dever ser aberto aps a compresso terminada. Entretanto, em caso de necessidade de abertura do trnsito antes de completar a compresso, dever ser feito um controle para que os veculos no ultrapassem a velocidade de 10 Km/hora. Decorridas 24 horas do trmino da compresso, o trnsito deve ser controlado com velocidade mxima de 40 Km/hora.

No caso de emprego de asfalto diludo, o trecho no deve ser aberto ao trnsito at que o material betuminoso tenha secado e que os agregados no sejam mais arrancados pelos veculos. De 5 a 10 dias, aps a abertura do trnsito dever ser feita uma varredura dos agregados no fixados pelo ligante. Nota: A juno das aplicaes das camadas sucessivas no deve se superpor, indicando - se uma defasagem lateral de 50 cm. da juno de uma camada para a outra. 6.5 - CONTROLE

Todos os materiais devero ser examinados em laboratrio obedecendo metodologia indicada pelo DNER, e satisfazer s especificaes em vigor.

6.5.1 - Controle de qualidade do material betuminoso

Todo carregamento de ligante betuminoso que chegar obra dever ser submetido aos seguintes tipos de ensaios:

a) Cimentos asflticos: 1 ensaio de viscosidade Saybolt-Furol a diferentes C (DNER-ME 004); 1 ensaio de ponto de fulgor (DNER-ME 148) 1 ensaio de ponto de amolecimento (ABNT NBR-6560); 1 ensaio de espuma; 1 ndice de susceptibilidade trmica (DNER-ME 003);

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b) Asfaltos diludos: 1 ensaio de viscosidade Saybolt-Furol a diferentes C (DNER-ME 004) 1 ensaio de destilao, para cada 100 t; 1 ensaio de ponto de fulgor (DNER-ME 148), para cada 100 t; c) Alcatres: 1 ensaio de flutuao (ASTM-D 139); 1 ensaio de destilao (ASTM-D 20), para cada 100 t; 1 ensaio de viscosidade Engler (ASTM-D 1665) a diferentes C; d) Emulses asflticas: 1 ensaio de viscosidade Saybolt-Furol (DNER-ME 004); 1 ensaio de resduo por evaporao (ABNT NBR-6568); 1 ensaio de peneiramento (DNER-ME 005); 1 ensaio de desemulsibilidade (DNER-ME 063), para cada 100 t. 1 ensaio de carga de partcula (DNER-ME 002);

6.5.2 - Controle de qualidade dos agregados

O controle de qualidade dos agregados constar do seguinte:

Anlises granulomtricas para cada jornada de trabalho (DNER-ME 083); 1 ensaio de ndice de forma, para cada 900 m (DNER-ME 086); 1 ensaio de adesividade, para todo carregamento de ligante betuminoso que chegar obra e sempre que houver variao da natureza do material (DNER-ME078);

6.5.3 - Controle do melhorador de adesividade

O controle do melhorador de adesividade constar do seguinte:

1 ensaio de adesividade, toda vez que o aditivo for incorporado ao ligante betuminoso (DNER-ME 078); 1 ensaio de adesividade, para todo o asfalto aditivado antes de sua aplicao (DNER-ME 079);

6.5.4 - Controle de temperatura de aplicao do ligante betuminoso

A temperatura do ligante deve ser verificada no caminho distribuidor, imediatamente antes da

aplicao, a fim de verificar se satisfaz o intervalo definido pela relao viscosidade X temperatura.

6.5.5 - Controle de quantidade do ligante betuminoso

O controle de quantidade do material betuminoso aplicado ser feito, aleatoriamente, mediante a pesagem do carro distribuidor, antes e depois da aplicao do material betuminoso. No sendo possvel a realizao do controle por esse mtodo. Admitem - se as seguintes modalidades: a) Coloca - se na pista uma bandeja de peso e rea conhecidos. Mediante uma

pesagem, aps a passagem do carro distribuidor, tem se a quantidade do material betuminoso usada;

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b) Utiliza - se uma rgua de madeira pintada e graduada, tal que fornea, diretamente, por diferena de alturas do material betuminoso no tanque do carro distribuidor, antes e depois da operao, a quantidade do material consumido.

6.5.6 - Controle de quantidade e uniformidade do agregado Devem ser feitos para cada dia de operao, pelo menos 02 (dois) controles de quantidade de

agregado aplicada. Este controle feito colocando-se na pista, alternadamente, recipientes de peso e rea conhecidos. Por simples pesadas aps a passagem do carro distribuidor ter-se- a quantidade de agregado realmente espalhada. Este mesmo agregado que servir para ensaio de granulometria, que controlar a uniformidade do material utilizado.

6.5.7 - Controle de uniformidade de aplicao do material betuminoso

Deve ser feita uma descarga de 15 a 30 segundos, para que se possa controlar a uniformidade de distribuio. Esta descarga pode ser efetuada fora da pista, ou na prpria pista, quando o carro distribuidor estiver dotado de uma calha, colocada abaixo da barra para recolher o ligante betuminoso.

6.5.8 - Controle geomtrico

O controle geomtrico no tratamento superficial dever constar de uma verificao do acabamento da superfcie. Esta ser feita com duas rguas, uma de 1,00 m. e outra de 3,00 m. de comprimento, colocadas em ngulo reto, e paralelamente ao eixo da estrada, respectivamente. A variao da superfcie, entre dois pontos quaisquer de contato, no deve exceder a 0,5 cm. quando verificada com qualquer das rguas. 6.5.4 - Abertura ao Trnsito A camada recm-acabada poder ser aberta ao trnsito imediatamente aps o trmino do servio de compactao, a critrio da Fiscalizao, desde que no se note deformao sob a ao do mesmo.

6.5.5 Critrios de Medio

- O tratamento superficial duplo TSD, ser medido atravs da rea executada, em metros quadrados, incluindo todas as operaes e encargos para execuo deste tratamento, o armazenamento e o transporte do ligante betuminoso, dos tanques de estocagem pista, bem como, a produo e o transporte de agregados.

- A quantidade de ligante betuminoso efetivamente aplicada, obtida atravs da mdia aritmtica dos valores medidos na pista, em toneladas. - O transporte do ligante betuminoso, efetivamente aplicado, ser medido com base na distncia entre a refinaria ou fbrica e o canteiro de servio.

7 - NORMAS PARA EXECUO DE GUIAS E SARJETAS

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7.1 - GUIAS

7.1.1 - A presente norma fixa as condies de execuo e recebimento de servios de guias e sarjetas, neste municpio.

7.1.2 - As guias devero estar rigorosamente dentro das medidas projetadas e no devero apresentar torturas. Sero rejeitadas pela Fiscalizao, as guias que apresentarem torturas superiores a 0,5cm, constatadas pela colocao de uma rgua na face superior e na face lateral sobre a sarjeta.

7.1.3 - Quando no houver indicao em contrrio no projeto, as guias e as sarjetas sero executadas em concreto de resistncia mnima a compresso aos 28 dias de 180 Kg/cm.

7.1.4 - A Fiscalizao poder exigir em qualquer tempo, a moldagem de corpos de prova, em nmero representativo a seu critrio.

7.1.5 - As guias sero assentadas rigorosamente no greide projetado e sero rejuntadas com argamassa de cimento e areia no trao 1:3 e as juntas sero alisadas com um ferro de 3/8.

7.1.6 - No sero aceitas guias quebradas.

7.1.7 - As curvas sero executadas com guias ou guias.

7.1.8 - As guias sero assentadas diretamente sobre o terreno; este ser umedecido e apiloado.

7.1.9 - As guias vazadas devero obedecer rigorosamente o projeto-tipo detalhado. Na falta deste

detalhe, dever obedecer ao detalhe das bocas de lobo. 7.2 - SARJETAS

7.2.1 - As sarjetas sero moldadas aps o assentamento das guias com as dimenses do projeto, e na falta deste, tero as espessuras de 12cm junto a guia, 15cm na face oposta e 40 cm de largura.

7.2.2 - A face superior da sarjeta ser alisada com desempenadeira.

7.2.3 - Aps a execuo das guias e sarjetas, os passeios e canteiros sero recompostos,

apiloados e conformados seco de projeto ou conforme orientao da Fiscalizao. A compactao dever ser feita com rolo compressor ou roda de veculo ou manualmente nos trechos de difcil acesso. 7.3 - CONTROLE TECNOLGICO

7.3.1 - Durante a concretagem a critrio da Fiscalizao, devero ser moldados 2 (dois) corpos de prova para cada 100 (cem) metros lineares de sarjetas e ensaios de acordo com M.E. 38.

7.3.2 - Se a resistncia aos 28 dias for inferior a 150 Kg/cm, a metragem correspondente de sarjetas no ser aceita, podendo ser exigida a sua reconstruo ou o no pagamento a critrio da Fiscalizao.

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7.4 - CONES DE ANCORAGEM

7.4.1 - As guias sero ancoradas, nas juntas, por meio de blocos de concreto (bolas) com a mesma resistncia das sarjetas, de acordo com o formato indicado no projeto.

8 - NORMAS DE MEDIO E PAGAMENTO 8.1 - TERRAPLENAGEM

8.1.1. Escavao, carga e transporte de material de 1, 2 e 3 categorias.

Os volumes sero medidos, nas escavaes, pela Secretaria Municipal de Viao e Obras, por diferena entre os valores iniciais e finais, estabelecidos por levantamentos topogrficos. O pagamento ser feito segundo os preos unitrios para cada categoria, em conformidade com a medio acima referida, remunerando as operaes de escavao, carga, descarga e transporte.

8.1.2. Fornecimento e Compactao de Solo Selecionado medido no aterro compactado

Os volumes sero medidos no aterro compactado, pela Secretaria Municipal de Viao e Obras, por diferena entre os volumes iniciais e finais, estabelecidos por levantamentos topogrficos. O pagamento ser feito segundo os preos unitrios contratuais em conformidade com a medio acima referida, remunerando as operaes de escavao, carga, descarga, transporte, gradeamento, umedecimento, ou secagem, compactao e acabamento e indenizao de jazidas. 8.2. PAVIMENTAO

8.2.1. Preparo do Sub-Leito

Ser medido em metros quadrados, sendo a largura, em corte, considerada a distncia entre as faces externas das guias acrescidas de 0,50 metros para cada lado e em aterro ser em funo da sua altura (1/1,5) e pago segundo os preos unitrios contratuais cobrindo todas as despesas de escarificao na profundidade mxima de 20 cm, gradeamento, umedecimento ou secagem, compactao e acabamento.

8.2.2. Base e Sub-Base

O volume ser medido por metro cbico compactado na pista, incluindo indenizao de jazidas,

carga, transporte, descarga, espalhamento ou secagem, gradeamento, compactao e acabamento de acordo com os seguintes critrios: Base e sub-base medidas entre as faces externas das guias acrescidas de 30cm para cada lado.

8.2.3. Imprimao Betuminosa e Pintura de Ligao

Ser medida atravs da rea pavimentada executada em metros

quadros, entre as sarjetas, e paga segundo os preos unitrios

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contratuais, cobrindo todas as despesas de fornecimento, estocagem e aplicao do material inclusive todos os transportes que se faam necessrios.

8.2.4. Tratamento Superficial Duplo

Tratamento Superficial Duplo ser medido atravs da rea pavimentada, sendo pago segundo os

preos unitrios contratuais remunerando todas as despesas de fornecimento de materiais, incluindo todos os transportes, estocagem, preparo, espalhamento, compresso, mo de obra, encargos sociais, equipamentos e eventuais relativos a este servio.

8.2.5. Distncias Mdias de Transporte

As distncias mdias consideradas de transporte so: Brita Comercial: DMT = 5,36 Km; - Mineradora Shalon Material betuminoso (CM-30 e RR-2C): DMT = 750,00 Km.- Distrito Industrial Cuiaba MT Solo (empstimo e bota-fora): DMT 6,34 km.

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9 - PLANILHA DE ORAMENTO

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CRONOGRAMA FSICO-FINANCEIRO

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COMPOSIES DE PREOS UNITRIOS - CPU

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QUADRO DE COMPOSIO DE INVESTIMENTO

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MEMRIAS DE QUANTIDADES

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ANOTAO DE RESPONSABILIDADE TCNICA

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DECLARAES

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LICENCIAMENTO AMBIENTAL