MAX WEBER - apresentação.ppt

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<ul><li><p>MAX WEBER(1864/1920) </p><p>arnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>1. CONTEXTO HISTRICOFRANA - ESTADO NACIONAL UNIFICADO - DESENVOLVIMENTO DO CAPITALISMO - CINCIAS FISICAS E BIOLGICAS - UNIVERSALIDADE POSITIVISMO</p><p> CINCIAS HUMANAS = CINCIAS NATURAIS arnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>ALEMANHA - FRAGMENTAO POLTICA - CAPITALISMO TARDIO - CINCIAS HUMANAS - DIVERSIDADE</p><p>IDEALISMO</p><p>CINCIAS HUMANAS CINCIAS NATURAISarnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>POSITIVISMO </p><p> - HISTORIA = PROCESSO UNIVERSAL - GENERALIZAO COMPARAO IDEALISMO</p><p> - HISTRIA = DIVERSIDADE DAS FORMAES SOCIAIS - ESPECIFICIDADEarnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>2. OBJETO E MTODO DA SOCIOLOGIA</p><p>OBJETO = AO SOCIAL</p><p> A ao humana social na medida em que, em funo da significao subjetiva que o indivduo que age lhe atribui, toma em considerao o comportamento dos outros e por ele afetada no seu curso.</p><p> arnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>ELEMENTOS DO CARTER SOCIAL DA AO SOCIAL</p><p>1. Levar em considerao o comportamento do outro, ou seja a sua presena.2. Significao A ao social deve ter o valor de signo ou de smbolo para o outro (sentido) 3. A conduta de uma pessoa na ao social deve ser influenciada pela percepo que ela tem do significado da ao da outra e de sua prpria ao </p><p>arnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p> OBJETO DA SOCIOLOGIA</p><p> AO SOCIAL : o indivduo que pede uma informao a outro estabelece uma ao social.Ele tem um motivo e age em relao a outro indivduo,mas tal motivo no compartilhadoINTERAO SOCIAL : uma ao resultante de duas aes. Para que estabelea uma interao social preciso que o sentido seja compartilhado . A realizao concreta de uma interao vem a ser uma RELAO SOCIAL.arnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>OBJETO DA SOCIOLOGIA</p><p> A B </p></li><li><p> OBJETO DA SOCIOLOGIA</p><p> A BA ---- BA ---- BA ---- BA ---- BA ---- BA ---- BA ---- BA ---- BSOCIEDADE: UMA TOTALIDADE CONSTITUDA DE UMA MULTIPLICIDADE DE INTERAES SOCIAIS</p></li><li><p> MTODO DA SOCIOLOGIA MTODO = COMPREENSO SOCIAL</p><p> Todo indivduo, ao agir, (ator social), age guiado por motivaes que, por sua vez, so baseadas em valoresDescobrir os possveis significados (sentidos) da ao humana presente na realidade social que interessa estudar.O sentido expresso da motivao individual, formulado expressamente ou implcito na sua conduta. Um ator age sempre em funo de sua motivao e da conscincia de agir em relao a outros atores.</p><p>arnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>Cabe ao cientista social captar o sentido produzido pelos diversos atores em todas as suas conseqncias.Estabelecer as conexes entre os motivos e as aes sociais, revelando as diversas instncias: polticas, econmicas,religiosas.Todo ator age guiado por seus motivos, sua cultura, tradio, sendo impossvel descartar-se das pr-noes, como queria Durkheim. Existe uma parcialidade na anlise sociolgica.No h neutralidade cientfica.Deve-se buscar a maior objetividade na anlise dos acontecimentos: compreender buscar os nexos causais que do sentido ao social.arnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>DURKHEIM, WEBER E MARXarnaldolemos@uol.com.brDURKHEIM = OBJETO : FATO SOCIAL : realidade social vista numa perspectiva objetiva METODO : EXPLICAO </p><p>WEBER = OBJETO : AO SOCIAL : realidade social vista numa perspectiva subjetiva METODO: COMPREENSO </p><p>MARX = OBJETO : CLASSES SOCIAIS: realidade social vista atravs de suas contradies (objetiva e subjetiva) METODO: DIALTICA</p></li><li><p>DURKHEIM, WEBER E MARXDURKHEIM S O</p><p>WEBER S O</p><p>MARX S O</p></li><li><p>3. TIPO IDEAL um instrumento de anlise proposto por Weber para a compreenso das aes sociais. uma construo terica abstrata - tipo ideal = tipo puro Decorre da concepo acerca da infinita complexidade do real diante da limitao dos conceitos elaborados. Todo conceito seleciona alguns aspectos da realidade infinita, seleo orientada por valores.Na construo de um tipo ideal, o socilogo seleciona aspectos da ao humana que considera culturalmente relevantes para o estudo. E o faz segundo seus prprios valores.arnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>4. TIPOLOGIA DA AO1 AO TRADICIONAL DETERMINADA POR UM COSTUME ARRAIGADO Exs. Trocas de presentes no Natal, Dia da mes, Dia dos namorados</p><p>2 AO AFETIVA ESPECIALMENTE EMOTIVA, DETERMINADA POR AFETOS E ESTADOS SENTIMENTAIS ATUAIS. Ex. Torcida de futebol</p><p> arnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>3 AO RACIONAL COM RELAO A VALORES DETERMINADA PELA CRENA CONSCIENTE EM VALORES (TICO, ESTTICO, RELIGIOSO OU QUALQUER OUTRA FORMA) Ex. Trabalho voluntario</p><p>4 AO RACIONAL COM RELAO A FINS DETERMINADA POR EXPECTATIVAS, CONDIES OU MEIOS PARA ALCANAR FINS PRPRIOS, RACIONALMENTE PERSEGUIDOS. Ex. Empresa Capitalistaarnaldolemos@uol.com.brTIPOLOGIA DA AO</p></li><li><p>TIPOLOGIA DA AO Esses tipos de ao se apresentam com intensidade diferenciada em diferentes sociedades:Sociedades antigas - tradio e afetividade so dominantes : famlia e religio.Sociedades modernas racionalidade em relao aos valores e aos fins.arnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>TIPOLOGIA DA DOMINAO A questo do poder: Por que um determinado indivduo ou conjunto de indivduos detm a capacidade de dirigir a sociedade?Por que ao Estado dado o direito de estabelecer e aplicar as leis e controlar os meios de controle social ?</p><p>O Estado ou algum detem a capacidade de dominar a sociedade porque so reconhecidos como legtimos pelos indivduos.</p><p>arnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>5. TIPOLOGIA DA DOMINAO LEGTIMA</p><p>1. DOMINAO TRADICIONAL que se refere autoridade pessoal do governante, investida por fora do costume.2. DOMINAO CARISMTICA - baseada no carisma. Ou seja, na capacidade excepcional de liderana de algum3. DOMINAO RACIONAL-LEGAL - baseada no direito que se liga a aspectos racionais e tcnicos de administraoarnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>TIPOLOGIA DA DOMINAO FORMAS TPICAS DE DOMINAO</p><p> TRADICIONAL = PATRIMONIALISMO</p><p>Culto personalidadeNo h distino entre o pblico e o privadoCompromissos de fidelidade e honraNepotismo - compadrioRelaes sociais de poder : familiaresEx. o coronelismo polticoO Brasil um Estado Patrimonial( Raymundo Faoro) arnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>TIPOLOGIA DA DOMINAO FORMAS TPICAS DE DOMINAO : DOMINAO CARISMTICA = CARISMA : magnetismo pessoal de um lder</p><p>Surgimento num momento de uma ruptura: utilizado na subverso ou na abolio de um regime tradicional ou legal.Nem todas as revolues so carismticas e nem todos os domnios carismticos so revolucionrios.Fanatismo de seus seguidores : relaes sociais quase que religiosas.Dificuldades na sucesso: no h continuidadeEx. Che Guevara, Eva Peron, Vargas, Hitler, Aiatol Khomeini. Joo Paulo II, Lula.</p><p>arnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>TIPOLOGIA DA DOMINAO FORMAS TPICAS DE DOMINAO</p><p> DOMINAO RACIONAL-LEGAL = BUROCRACIA: racionalidade da aoCarter estatutrio : todos devem basear seu comportamento em estatutos e normas.Racionalidade tcnica : os cargos so preenchidos por competncia, a promoo por mrito e tempo de servio.Relaes sociais formais : impessoalidadeDistino entre o pblico e o privadoDificuldade : pode se tornar uma gaiola de ferroarnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>RELIGIO E CAPITALISMO</p><p>POR QUE O CAPITALISMO SE DESENVOLVEU APENAS NO OCIDENTE ?</p></li><li><p>6. RELIGIO E CAPITALISMOA tica Protestante e o Esprito do Capitalismo (1904)</p><p>TICA PROTESTANTE ESPIRITO DO CAPITALISMO</p><p> ETICA DA SALVAO RACIONALIDADE TICA CALVINISTA BUSCA RACIONAL DO LUCRO ASCETISMO VALORIZAO DA PROFISSO </p><p> DISCIPLINA PARCIMNIA DISCRIO POUPANAarnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>6. RELIGIO E CAPITALISMO</p><p>1- Weber objetivou compreender o capitalismo como civilizao = a civilizao do moderno mundo ocidental.</p><p>2- Para Weber o que marca a cultura ocidental a RACIONALIDADE.</p><p>3- O impulso para o ganho ou a nsia de lucro nada tem a ver em si com o capitalismo.arnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>4- H dois elementos no capitalismo ocidental:a formao de um mercado de trabalho formalmente livreo uso da contabilidade racional5- Sem estes dois elementos, a moderna organizao racional da empresa capitalista no seria vivel no Ocidente.6- Weber investiga os princpios ticos que esto na base do capitalismo, constituindo o que ele denomina de o seu esprito7- Esprito do Capitalismo : um conjunto de convices e valores defendidos pelos primeiros mercadores e industriais capitalistasarnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>7. Para Weber, as atitudes envolvidas no esprito capitalismo tinham sua origem na teologia protestante</p><p>8- Weber relaciona o papel do protestantismo, principalmente da tica calvinista, na formao do comportamento tpico do capitalismo ocidental moderno.</p><p>9. A tica Calvinista levou, ao extremo, a noo de predestinao : o homem salvo por vontade de Deus. Nenhum homem merece a salvao porque ningum digno dela. A salvao existe para a maior glria de Deus.arnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>10. No protestantismo, o termo vocao passou a significar profisso O homem chamado por Deus no apenas para que tenha uma atitude contemplativa, mas sim para cumprir sua misso no mundo atravs do trabalho e de sua profisso.11.O calvinismo difunde uma tica segundo a qual o homem deve manter uma contabilidade diria de seu tempo. O desperdcio do tempo pecado pois o homem deve empreg-lo para servir a Deus e assegurar o seu lugar de eleito</p></li><li><p>12. A vivncia espiritual da doutrina e da conduta religiosa exigida pelo protestantismo organizou uma maneira de agir econmica, necessria para a realizao de um lucro sistemtico e racional.</p><p>13. Weber descobre que os valores do protestantismo, como a disciplina asctica, a poupana, a austeridade, a vocao, o dever e a propenso ao trabalho atuavam de maneira decisiva sobre os indivduos.arnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>14. O objetivo do capitalismo aumentar a riqueza alcanada, aumentar o capital. Esse processo de enriquecimento constitui uma indicao segura de que se est predestinado</p><p>15. O calvinismo traz a formao de uma nova mentalidade, um ethos (viso de mundo) propcio ao capitalismo, em oposio ao alheamento e atitude contemplativa do catolicismo.arnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>16. Catolicismo :</p><p>1- Desprendimento dos bens materiais deste mundo2- Trabalho como verdadeira maldio, somente para sobrevivncia e no como meio de salvao3- A contemplao como elemento fundamental</p><p>arnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>Protestantismo:1- A vocao como sinnimo de profisso2- A realizao de uma vocao por meio do trabalho3- Renncia de todos os prazeres do desperdcio do tempo e da ociosidade 4-Valorizao positiva do trabalho e da riqueza criada pelo trabalho5- Reinvestimento da riqueza: assegurar o lugar de eleito, de salvo</p><p>arnaldolemos@uol.com.br</p></li><li><p>17- O capitalismo a cristalizao objetiva destas premissas teolgicas e ticas, segundo as quais o homem, em virtude de seu trabalho e da riqueza criada por este trabalho, encontra um modo completo e sensvel de conquistar sua salvao individual.- O importante neste mundo trabalhar para criar riqueza e criar riqueza no para o desfrute pessoal e esbanjamento, mas para que se crie novamente trabalho. Esta a base da salvao do homem.- Esta mentalidade acabou configurando a tipologia do empresrio moderno.arnaldolemos@uol.com.br</p></li></ul>