Jornal fato 0709 14

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<ul><li><p>Suicdio</p><p>Sergiodamio</p><p>03</p><p>antonio mirandamilinho, um brasileiro! 03</p><p>Divulgao</p><p>Ronaldo ndio</p><p>Sem LimiteS O veculo foi furtado no centro de Cachoeiro e serviu aos ladres em crime no bairro BNH, onde renderam proprietrio e clientes de restaurante</p><p>ARVORISMO atrao em feira at hoje</p><p>Circuito conta com seis obstculos suspensos interligados por um </p><p>conjunto de plataformas em um espao de 72 </p><p>metros quadrados, so as atraes do Parque de Aventuras, na 6 Feira do Agroturismo e Neg-cios - Castelo Rural, </p><p>que se encerra hoje, em Castelo. A participao </p><p> gratuita</p><p>Bandidos usam carro de policial em assalto</p><p>12</p><p>CoBra no QUintaL</p><p>Ladres fazemarrasto emmarmorariaOs bandidos renderam funcion-rios, roubaram seus pertences e um carro para fugir. Caso acon-teceu em Cachoeiro</p><p>VioLnCia</p><p>Morador captura jiboia de 1,5 metro05 05</p><p>Divulgao/BPMA</p><p>inCentiVo ao PLantio</p><p>Tquete dobra rendimento na feira02</p><p>Divulgao/PMCI</p><p>05</p><p>E s p r i t o s a n t o d E</p><p>Contra Fato no h argumentoses.fato@terra.com.br | www.jornalfato.com.br</p><p>r$ 1,00 - ano 11 - edio 3073 Cachoeiro de itapemirim - eS | domingo | 7 de Setembro de 2014</p><p>02</p><p>Divulgao</p><p>UMA VIdA dedICAdA CARIdAdeIrm Otlia, mineira que h quase cinco dcadas </p><p>escolheu Cachoeiro para viver e servir, leva palavra de conforto aos enfermos na Santa Casa</p></li><li><p>ES dE Fato, domingo, 7 dE SEtEmbro dE 20142 geraL (28) 3511-7481es.fato@terra.com.brtwitter.com/jornalfato</p><p>irm otlia: vida dedicada caridadeSoLidariedade A religiosa foi a 7 de 14 irmos e iniciou sua vida religiosa como aspirante aos 17 anos</p><p>A mineira, de Oliveira, que escolheu Cachoeiro para viver, trabalhar e levar </p><p>a palavra de conforto aos enfermos</p><p>Ela pode ser considerada fator imprescindvel para a Santa Casa de Cachoeiro de Itapemirim por sua trajet-ria de dedicao e amor ao prximo. conceituada por muitos como o smbolo de caridade do hospital.</p><p>A mineira, da cidade de Oliveira, Sebastiana Ro-drigues Valado, filha de Francisco Machado Valado e Ruth Rodrigues Flores, adotou o nome de irm Joana Otlia. Foi a 7 de 14 irmos e iniciou sua vida religiosa </p><p>como aspirante aos 17 anos, quando j trabalhava com os doentes em um hospital de Belo Horizonte.</p><p>Em 1960, recebeu o santo hbito. Em 1963, fez os primeiros votos. Em 1969, fez seus votos perptuos de pobreza, castidade e obe-dincia na Congregao de Jesus na Eucaristia. Durante essa trajetria, trabalhou cuidando dos doentes em hospitais de Colatina, Rio de Janeiro, Vitria, Governador Valadares e Arax.</p><p>Conheceu, em 1959, Ma-dre Gertrudes de So Jos, fundadora de sua congrega-o, com quem conviveu por quatro anos e aprendeu a viver o lema de sua congre-gao, cuidar dos doentes, educar os jovens e catequi-zar os mais necessitados, como ela mesma conta. </p><p>Misso eM CaChoeiro Contra o desaMparo</p><p>palavra de Conforto</p><p>Irm Otlia chegou cida-de para trabalhar na Santa Casa em 1966. Morava no hospital e ajudava em sua rotina. Foi auxiliar de enfermagem na Enfer-maria So Camilo. Ainda trabalhou na farmcia, ad-</p><p>ministrou a cozinha e almo-xarifado e depois passou a visitar os doentes, prestan-do assistncia religiosa, ouvindo e acolhendo suas necessidades. </p><p>Entre as lembranas, destaca os trabalhos de </p><p>assistncia religiosa com os tuberculosos e com as crianas. Na poca, as crianas que eram internas no hospital no podiam ficar em companhia das mes. Ento eu dedicava muitas horas a elas, revela. </p><p>Ela conta que existia na Santa Casa dormit-rios destinados a pes-soas desamparadas que passavam pelo hospital, recebiam alta, mas no tinham para onde ir, ento permaneciam na institui-o e ajudavam nas tarefas </p><p>dirias em troca recebiam alimentao e moradia. Ela acrescenta que muitas vezes tambm prestava auxlio a essas pessoas que tanto necessitavam.</p><p>Como missionria, a irm Otlia exercia seu apostolado com os doen-</p><p>tes e at hoje visita leito por leito das enfermarias da Santa Casa, todos os dias. Depois, claro, de receber, com um sorriso, cada aluno do colgio Jesus Cristo Rei, escola onde reside com sua Con-gregao.</p><p>Entre as lembranas dos trabalhos executados pela irm, esto tambm as costuras de lenis para as enfermarias, que eram fei-tas juntamente com a irm </p><p>Ambilis, e a amizade marcante com a irm Sa-lette, com quem trabalhou e morou junto por 54 anos.</p><p>Irm Otlia tambm aten-de as doentes nas casas </p><p>para levar comunho e un-o dos enfermos e faz ba-tizados de recm-nascidos em UTIs dos hospitais da cidade. Com informaes da Santa Casa</p><p>eXPeCtatiVa</p><p>emPreendedor</p><p>tquete deve dobrar rendimentos na feira</p><p>forMalizao Mais fCil no aMarelo</p><p>Com o novo valor do tquete--feira em Cachoeiro de Itape-mirim, a expectativa da prefei-tura de que sejam dobrados os rendimentos dos agricultores que participam da Feira Livre da Agricultura Familiar promo-vida todas as sextas, na Praa de Ftima, Centro.</p><p>O benefcio, dado a servido-res municipais, saltou de R$ 10,00 para R$ 15,00. A faixa atendida tambm mudou. An-tes era para quem ganhava at R$ 1 mil. Agora, ele dado </p><p>para quem recebe at R$ 1,2 mil, o que ampliou em 50% o nmero de beneficirios. </p><p>Os servidores comearam a usufruir do novo valor na sexta-feira, aumentando sig-nificativamente os repasses feitos aos produtores. At a semana passada, a feira poderia movimentar cerca de R$ 9 mil por semana, em m-dia, s entre os beneficiados pelo tquete. A partir desta semana, esse montante pode subir para at R$ 18,6 mil.</p><p>De janeiro a julho deste ano, j foram investidos no tquete-feira mais de R$ 250 mil. Esse programa um cuidado da administrao municipal com os servidores e uma forma de valorizar a nossa agricultura familiar, ge-rando oportunidade de renda, alm de mais um incentivo diversificao da produo agrcola do municpio, des-taca o secretrio municipal de Agricultura e Abastecimento, Jos Arcanjo Nunes.</p><p>Auxlio-maternidade, aux-lio-doena e aposentadoria esto entre os direitos do tra-balhador autnomo informal que se torna um microempre-endedor individual (MEI). Em Cachoeiro de Itapemirim, a prefeitura tem facilitado e incentivado a formalizao tambm por meio da Sala do Empreendedor Itinerante, que, na tera-feira, visita o bairro Amarelo.</p><p>O atendimento ser feito das 8h00 ao meio-dia, na praa Francisco Martins (em frente quadra de areia). Uma equipe da Secretaria Municipal de Desenvolvi-mento Econmico (Semdec) estar na sala itinerante para oferecer orientaes aos moradores do bairro que queiram formalizar seus prprios negcios.</p><p>O secretrio municipal de Desenvolvimento Econmi-co, Ricardo Coelho, destaca </p><p>que tambm so garantidos aos microempreendedores atravs do registro no Ca-dastro Nacional de Pessoas Jurdicas (CNPJ), adquirido aps a concluso do processo de formalizao a abertura de conta bancria, o acesso a linhas de financiamento e a emisso de notas fiscais.</p><p>Alm disso, o MEI en-quadrado no Simples Nacio-nal e fica isento dos tributos federais, como Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL. Com isso, paga ape-nas um valor fixo mensal, destinado Previdncia So-cial e ao ICMS ou ao ISS, explica o secretrio.</p><p>A consulta de viabilidade para a formalizao pode ser deferida em at 24 horas e o trabalhador consegue concluir o processo em curto prazo. Na unidade mvel, tambm possvel fazer simulaes de crdito e fi-</p><p>nanciamento para abertura, manuteno e ampliao de micro e pequenos negcios, por meio dos programas Nossocrdito e Creditar.</p><p>O volume de atendimento tem aumentado a cada visita. As pessoas elogiam a como-didade de receber o servio perto de suas casas e at mo-radores de outras regies tm ido ao encontro da unidade. uma ferramenta importan-te para aumentarmos ainda mais o nmero de pequenos negcios na cidade, destaca Ricardo Coelho.</p><p>DocumentosPara dar entrada no proces-</p><p>so de formalizao, preciso apresentar RG, CPF, com-provante residncia e carn de IPTU. Para a consulta de crdito, so os mesmos do-cumentos, exceto o talo de IPTU, que d lugar certido de estado civil.</p><p>Fotos: Divulgao/PMCI</p><p>Divulgao</p></li><li><p>ES dE Fato, domingo, 7 dE SEtEmbro dE 2014</p><p>www.jornalfato.com.brfacebook.com/espiritosanto.defato 3oPinio(28) 3511-7481</p><p>O comportamento suicida aumenta em nossa sociedade. Uma tendncia mundial. Inerente modernidade: estilo de vida; consumo de drogas lcitas (lcool e tabaco) ou ilcitas (cocana, cra-ck...). Tambm, em nossas ruas e estradas, com a alta velocidade de carros e motocicletas, na im-prudncia da no observao das leis do trnsito. Fruto de uma sociedade permissiva, falta de aes preventivas e, ou, educacional. A todo o momento: risco de perda de uma vida. Mortes evitveis, mor-tes traumticas, ceifando vidas, deixando sequelas. Algo comum entre os nossos jovens.</p><p>Alm das causas externas, proveniente de estilos de vida e comportamento, o risco do suicdio apare-ce em doenas endgenas (doenas orgnicas) ainda que sofram influncias do meio em que vivemos. As depresses endgenas (manifestao de tristeza profunda, transtorno alimentar, distrbio do sono, uma aparente falta de interesse pelas coisas da vida), algo bem alm de uma tristeza momentnea por uma perda de algo ou pessoa querida. A depresso crescente em nosso convvio. Motivo de alerta para a sociedade. Algo de todas as idades.</p><p>Devemos observar as pessoas. Identificar sofri-mentos e se aproximar do outro. Na maioria das vezes so momentos. Tristeza passageira, coisas dos nossos sentimentos. Quando atentam contra a prpria vida, sempre emitem sinais, dias ou horas, antes. Bem antes de encontrarem-se sem esperan-a, sem apoio, em completa solido, mesmo em meio multido. Apresentam-se diferentes daque-les que vemos em comportamento de risco. Estes provam de uma necessidade humana: a aventura. Os deprimidos (melanclicos profundos) perma-necem alheios as coisas da vida. Uma deficincia neuro-hormonal (neurotransmissores cerebrais), passveis de tratamento medicamentoso. No mo-mento da depresso profunda, vo contra um dos maiores estmulos humano (instinto da sobrevivn-cia). A doena no fsica, pois, convivendo com pacientes com doenas crnicas, com dores fsicas, ainda assim, permanece a esperana de melhoras, permanece desejo da cura. No transtorno mental / psicolgico, uma dor diferente se apresenta: um fsico perfeito e mente confusa em sentimentos. o momento que pedem ajuda. A necessidade da ajuda iminente; o risco tambm. So alguns segundos... As aes para a Preveno do suic-dio so fundamentais. Por ser um momento, dias aps a tentativa do suicdio, o desejo de manter a vida, evoluir, crescer. Assim, recuperam o instinto humano da autopreservao.</p><p>Precisamos evitar Estigmas: a grande barreira para a preveno do suicdio. Com isso ficaremos atentos aos depressivos, alcoolistas, usurios de drogas ilcitas, doenas crnicas degenerativas. Alerta para aqueles que manifestam desejo do suicdio (mesmo que aparentemente no sejam convincentes). Alertas aos parentes prximos, colegas de trabalho, de escola... As empresas (RH Recursos Humanos), escolas, igrejas... Podem identificar, orientar e encaminhar para os profis-sionais de sade mental. Dia 10 de setembro o Dia Mundial de Preveno ao Suicdio.</p><p>Suicdio</p><p>Sergio damio estudos@santacasacachoeiro.org.br</p><p>miLinHo, Um BraSiLeiro!</p><p>antonio miranda amb2miranda@hotmail.com</p><p>Parece que foi ontem, mas ele nos deixou h exatos dez anos, silenciando os bandolins por todos os cantos. O cidado Hermlio Santana, virtuose do instrumento, parava de sofrer, depois de dolorosa enfermidade.</p><p>Pouco antes, prestei-lhe singela homenagem na crnica que transcrevo neste Dia da Ptria, em memria de um cidado de bem que bem retrata a alma da nossa Ptria Amada Rasga-Po: </p><p>Ele j foi rei do cavaquinho. Hoje, do bandolim, que adotou em defi-nitivo no ltimo quarto de sculo. Homem dos sete i n s t rumen tos , como diziam os antigos, Hermlio Santana qua-se desconhecido nome de batismo do filho caula do construtor Bigi estar bem asso-ciado a qualquer deles. </p><p>At ao torno mecnico, que esse septuagenrio de esprito eternamente jovem pilota, com a mesma maestria com que tange as cordas de ao. </p><p>Depois de recente susto nos amigos, por seu notrio medo de bisturi, o maior ao lado do Dilo talento mu-sical de Marap est a, de volta, pronto a inventar nova formao do seu Cai Bebos.</p><p>Deve ser um dos mais antigos regionais do Brasil, difundindo o chorinho para trs geraes. Criado por ele e batizado por Z Luiz Baixinho, de gozao com o Cry Babies, conjunto danante que fez muito sucesso por estas bandas.</p><p>Agora, que a velha estao da minha terra foi restaurada e vai virar centro cultural, Miltinho Costa bem que podia construir uma Calada da Fama em sua plataforma, para imortalizar os gnios rasga-pes (sim, temos alguns). </p><p>Meu primeiro candidato a moldar suas mos, bandolim e cavaquinho no cimento , claro, o Milinho. Depois, os mdicos Luiz Felipe Judice e Luiz Daniel Torres. </p><p>Beros da civilizao, como a Ptria Amada Rasga-Po, precisam reverenciar seus artistas em vida! </p><p>S assim as futuras geraes vo tentar desvendar alguns fenmenos. </p><p>No caso do Milinho, que nunca estudou msica e sem-pre tocou de ouvido, como teria vencido o concurso de calouros do exigente Ary Barroso, com uma verso revolucion-ria do Bra-sileirinho? </p><p>Como que mos calosas, maltratadas por ferramentas brutas at em minas de pedras preciosas em Itabirito-MG , acidentes de trabalho, vicissitudes mil e alguma artrose, podem harmonizar, com delicadeza e agilidade incomuns, notas mais difceis de choros como Lamento, de So Pixinguinha? </p><p>Talvez sejam essas as verdadeiras e mais justas mos de Deus, referidas por Maradona. Infelizmente, o craque hermano as desonrou; Milinho, no. </p><p>Quem tem o privilgio de ouvi-lo solar jias como Delicado, Andr do Sapato Novo, Urubu Malan-dro, Carinhoso, Tico-Tico no Fub, Pedacinho de Cu e o indispensvel Brasileirinho descobre algo de celestial nesses sons.</p><p>Nosso Valdir Azevedo no muito de fazer concesses. Alm dos chorinhos, seu repertrio abriga apenas sambas-canes de boa procedncia, algumas latinidades do seu gosto pessoal, como Amapola, La Paloma e ndia. </p><p>E uma comovente execuo da Ave Maria, de Gounot. Genioso, como todo gnio que se preza ele culpa uma </p><p>antiga e improvvel meningite pelo humor instvel , Milinho no de levar desaforo pra casa. </p><p>No confirma, mas o folclore se encarrega de contabilizar em sua biografia uns trs cavaquinhos quebrados, assim como caras de gaiatos que ou-saram perturbar apresentaes dos Cai Bebos.</p><p>Segundo lcio Tolete, a senha da insatisfao quando nosso ge-nial bandolinista olha de soslaio e esfrega o brao direito sobre o prprio nariz. Ento, leitor, sai de baixo, que o show vai acabar intempestivamente. </p><p>Ou comear, dependendo do ponto de vista.Assim o Milinho, tio por adoo recproca, inventor </p><p>do apelido Bizunga pra minha irm Dulceli e de avies de madeira que jamais decolaram na nossa infncia.</p><p>Assim o Milinho, eterno parceiro e compadre do sau-doso tio Z Barros, seu melhor acompanhante ao violo, e tio Joo Carlos, seu maior companheiro de travessuras infantojuvenis. </p><p>Testemunhei a ltima delas, h dois anos, no stio do Branco, no Xuri. Passaram a noite inteira, no Depsito de Bbados, falan-do de serpentes e sacis, para ame-drontar o Milton Ritmista. L pelas tantas, tio Joo Carlos vira pro Milinho e manda: </p><p> Olha s, com-padre Milinho! Um ca...</p></li></ul>