jair oliveira

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Q Revista - 24ª Edição

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  • DIRETORES David Benedetti Jornalista Responsvel MTB 64.709-SP

    [email protected] | Danielle

    Benedetti Jornalista Responsvel

    MTB 64.708-SP [email protected]

    com.br | REDAO Maiara Lima | Roberta de S | Silvia Chamma |

    PROJETO GRFICO E ARTE David Benedetti | ARTE E CRIAO David Benedetti | Renato Antonio | Patrick

    Fernandes | FOTOGRAFIA Lucimara Benedetti [email protected]

    br Cel. 11 9848.7950 / 6067.7454 |

    Mrcia Almeida Tel. 11 4524.0260 | REVISO Camila Pelisson revisao[email protected] Cel. 11 6473-0278 |

    PUBLICIDADE Lucimara Benedetti Cel. 11 9848-7950 [email protected]

    qrevista.com.br | Maycon W. Oliveira

    Cel. 11 7114.0543 [email protected]

    com.br | COLABORADORES Ana Paula Padovani | Andr L. Freitas |

    Edson Barreto | Fernanda C. Marques

    | Jos A. Benedetti | Rodrigo Majoline

    | Saulinho Grilo ASSESSORIA JURDICA Alvaro Bortolossi OAB/SP 106.885 | Washington Bortolossi

    OAB/SP 223.235 Rua Orminda Mani

    Leoni, 63 Bairro do Engenho Tel.:

    4524-0804 [email protected] |

    IMPRESSO E ACABAMENTO Editora Grilo (11) 4524.1124 www.

    grafi cagrilo.com.br 7.000 exemplares

    | DISTRIBUIO GRATUITA | Os conceitos emitidos nos artigos assinados

    so de total responsabilidade de seus

    autores e no se referem necessariamente

    opinio da Q! Revista. O contedo dos

    anncios publicados na Q! Revista de total

    responsabilidade dos anunciantes. proibida

    qualquer reproduo das matrias, fotos e

    ilustraes sem a prvia autorizao | PARA ANUNCIAR Q! REVISTA | Rua Aristides Lobo, 237 Centro 13250-380

    Itatiba SP Tel. (11) 4534.0519 ID

    14*555*064 [email protected]

    www.qrevista.com.br | Taxa anual para

    entrega em domiclio: R$36,00

    FOTO DE CAPA Ike Levy

    DIRETORDavid BenedettiJornalista MTB 64.709-SP

    venha curtirQrevista Ltda

    venha seguirQ_revistacarta ao leitor

    CRESCENDO COM O INTERIOR!e valorizando os profi ssionais da nossa cidade

    A tiragem desta edio de

    7.000 exemplares(comprovados)

    A Q! Revista uma publicaobimestral da:

    19 PRMIOSDESTAQUE EMPRESARIAL

    Q Revista Ltda.EDITORA

    CREDIB IL IDADE E CONFIANAA U D I T O R I A

    Voc leitor e anunciante que quiser participar da auditoria para a prxima edio, entre em contato.

    Auditoria feita para a confi rmao da quantidade de (7.000 exemplares) realizada e aprovada no dia 07 de Dezembro de 2011 pelas anunciantes Suelen Leardine e Tatiane C. de Moraes da empresa:

    www.agtecnologiaeimpressao.com.brAv. Brasilia, 185 - Jd. Yp - Itatiba - SP

    Tel.: 11 4534 4355Tel.: 11 4524 0495

    e-mail:[email protected]

    Lendo a matria de nossa Colunista Sabrina Naldos da edio de dezembro (Metas de Ano Novo: Como torn-las rea-lidade?) tive uma ideia; comear o ano com fora total e muitas novidades, contedo e informao. Essa ser nossa meta para 2012 e para isso nossa equipe est a mil trazendo novas ideias e estratgias.

    Uma das novidades (que j podemos adiantar) que em abril - edio de aniversrio da Q! -iremos realizar o sorteio do Q! Mascote. A seleo ocorrer como na campanha Q! Criana

    e Q!Famlia; os donos dos gatos e cachorros mandaro fotos para a pgina da Q! no Facebook e o bichinho de estimao que for mais curtido ser eleito nosso mascote e ter patrocnio de um pet shop, uma loja de rao e uma clnica veterinria. O mascote representar a Q!Revista por um ano e no ano seguinte novas eleies sero realizadas. No deixe de participar! O seu bichinho poder ser a nova sensao da cidade!

    E nesta edio revista recheada... assim que eu gosto! Na Q!Revista 24 acompanhe o tra-balho da Ong Visar na nossa seo Amor ao Prximo, na seo Moda veja as dicas de como usar brilho e chapus no dia a dia, em Esportes saiba mais sobre o Nordic Walking, prtica que vem ganhando cada vez mais adeptos no pas. Em sade a Q! fala sobre um assunto complicado: dro-gas na adolescncia e sobre a preveno dentro de casa. Em Economia no deixe de conferir as pro sses que estaro em alta em 2012 e em Educao conhea o projeto PALMA, um programa de alfabetizao atravs de smartphones.

    Dando sequncia ao sucesso da pgina Preto & Branco da edio anterior decidimos deixar essa seo xa, apenas mudando os temas e este ms voc confere a nossa seleo de cadeiras e poltronas para o seu ambiente! Na seo Bichos a redao da Q! pesquisou e descobriu que os felinos tambm podem ter Aids, leia a matria que explica como prevenir essa doena nos bicha-nos. Para no deixar o carnaval de lado, acompanhe o nosso per l com o carnavalesco Niltinho, um retrato do carnaval de Itatiba. E por m, no perca a nossa entrevista de capa com o msico, compositor, produtor e ator Jair Oliveira que comemora este ano 30 anos de carreira com muitos trabalhos interessantes na sua trajetria.

    Aproveitem essa edio e aguardem a prxima que ser especial de Aniversrio. Estamos com uma grande novidade, mas vou deixar para contar em abril... At l, boa leitura e bom carna-val! Lembrando sempre, se beber no dirija, v a p.

  • 28LUCIMARA BENEDETTI

    SOCIAL

    14EDSON FOTO

    12 21ONG VISAR UM TOQUE DE GLAMOUR

    AMOR AO PRXIMO

    31BELEZA

    37SABRINA NALDOS

    SADE

    46MSICA

    43 48NORDIC WALKING JAIR OLIVEIRA

    ESPORTE CAPA

    88BICHO

    84 91GAMES PORTTEIS NILTINHO

    TECNOLOGIA PERFIL

    76VECULOS

    75 83CHURRASCO BAIXA TEMPORADA

    CULINRIA TURISMO

    67EDUCAO

    53 71SALA DE JOGOS COMPRA DE IMVEIS

    CASA E DECORAO ECONOMIA

    MODA

    SUMRIO

  • WWW.QREVISTA.COM.BR FEVEREIRO/MARO2012 11

  • Entidade que presta assistncia e apoio a doentes carentes, infectados pelo HIV (AIDS) e seus de-pendentes, a ONG Vida, Sade e Realidade (ONG VISAR) de Itatiba tem, desde 1996, a difcil misso de vencer o preconceito e levar conscientizao e cida-dania para os soropositivos.

    Com ajuda de voluntrios, a ONG Visar realiza um trabalho diferente do SUS, oferecendo um trata-mento personalizado com um nvel de conscientiza-o ainda maior para as 30 famlias assistidas, afinal, segundo dados do Programa Conjunto das Naes Unidas para o HIV e Aids (Unaids), cerca de 34 mi-lhes de pessoas no mundo viviam com o vrus em 2010.

    Aqui dentro da ONG temos a preocupao maior em fazer com que as pessoas conquistem os seus direitos. Muitos dos assistidos vem pelo assis-tencialismo, pela cesta bsica que tambm entrega-mos, alm do SUS, mas temos que garantir o direito ao trabalho, estudo, qualidade de vida e mostrar que o portador de HIV no deve ser encarado como um problema, afirma a tesoureira Diva Maria Martins Oliveira, que participa da ONG h um ano. Outro problema no combate a luta contra o HIV a ideia de acomodao que tem se criado entre os jovens hoje em dia, pois acreditam que a AIDS um proble-ma resolvido, porque hoje existe o tratamento que garante uma qualidade de vida para o soropositivo, mas no uma cura. A AIDS para vida toda, res-salta.

    Ainda uma doena muito estigmatizada, j que antes existiam os chamados grupos de risco que incluam homossexuais, prostitutas e depen-dentes de drogas, hoje a realidade da AIDS dife-rente, com dados que mostram uma incidncia at mesmo em mulheres idosas casadas. A AIDS cresce muito ainda, mas se tornou uma espcie de doena crnica e como se tem a medicao que consegue fazer com que o paciente tenha uma qualidade de vida, as pessoas acreditam que algo simples de se resolver, comenta Maria Beatriz Ruy, enfermeira e educadora em sade da ONG.

    Por isso, o papel da ONG Visar vai alm da questo social e, com a nova diretoria, dois projetos devem ser implantados ainda esse ano para garantir que a entidade volte a ser atuante na sociedade. Nessa nova fase da ONG quere-mos realizar novos procedimen-tos, baseados no que vimos no ano passado e acompanhar de perto as famlias, reestruturar os assistidos e fazer os que deixaram de vir retornarem, afirma a primeira secretria, Rita de Cssia Correa Gomes. Tem uma senhora que ns assistimos que diz: A ONG me d assistncia, mas eu ganho 600 reais e tenho que gas-tar 400 com aluguel. Ento voc v que no sobra

    quase nada para a infraestrutura e essas pessoas tem que ter uma assistncia melhor. uma questo de sade pblica mesmo, afirma o presidente da ONG, Cludio Martins de Oliveira.

    Hoje, o nmero de pessoas infectadas com o vrus HIV no mundo continua aumentando, mas em ritmo menor. Segundo o relatrio do programa das Naes Unidas para os portadores do HIV, a previso

    de que em cinco anos a AIDS no ir se espalhar como antes. Mas, apesar dos medicamentos e ainda do tratamento correto, a conscien-tizao persiste como item primor-dial na luta contra a AIDS. Esse passo adiante que queremos dar para conscientizar a sociedade, porque eles esto merc disso, da conscientizao da pessoa que est doente, por isso, esse trabalho tem que continuar. Os soropositivos tem que ser conscientizados para que a sociedade tambm seja, at porque todos esto sujeitos a ter um soro-positivo na famlia, afirma Diva. As

    pessoas chegam aqui no fundo do poo, ns temos que dar muito mais que assistncia e resgatar o valor da pessoa e ao mesmo tempo mostrar que ela res-ponsvel por ela e pelo prximo. Ns temos que trazer as pessoas de fora para dentro para evitar a mesma situao, ressalta o presidente.

    AMOR AO PRXIMO

    POR MAIARA LIMA

    WWW.QREVISTA.COM.BR FEVEREIRO/MARO201212

    ONG VISARONG ATUA NA LUTA CONTRA A AIDS, ATRAVS DA CONSCIENTIZAO, H 16 ANOS EM ITATIBA

    A ONG VISAR PRECISA DE VOLUNTRIOS.

    ENTRE EM CONTATO E SAIBA COMO AJUDAR.

    TEL.: 4538-8951WWW.ONGVISAR.ORG.BR

    ATENO

    FOTOS LUCIMARA BENEDETTI

  • WWW.QREVISTA.COM.BR FEVEREIRO/MARO2012 13

  • COLUNA EDSON FOTO

    FOTOS MRCIA ALMEIDA

    TEL.: 4524-0260 RUA QUINTINO BOCAIVA, 130CENTRO - ITATIBA - SP

    ACOMPANHE O ENLACE DOS CASAIS FLVIA E HUMBERTO E SANDRA E RICARDO NA HORA DE DIZER O SIM.

    FLAVIA E HUMBERTO 10-12-2011

    SANDRA E RICARDO 21-01-2012

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  • WWW.QREVISTA.COM.BR FEVEREIRO/MARO2012 15

  • Com o intuito de ajudar as famlias carentes de Itatiba, a Q!Revista realizou de outubro a dezembro de 2011 a Campanha Famlia Natalina. A ideia era incentivar a populao a doar alimentos que seriam destinados a famlias cadas-tradas no Fundo Social de Solidariedade.

    Com 23 empresas participantes e diversas ou-tras que aderiram campanha, ao longo dos meses foram arrecadadas 850 quilos de alimentos. Dentre as empresas, a loja Tutti Bonna foi responsvel pela maior arrecadao com 200 quilos. Fiquei muito feliz, a gente fez um certo esforo, porque as vezes as pessoas no prestam ateno, ento fi zemos

    algo para facilitar, passei a instruo para as aten-dentes de sempre falar da campanha para todos doarem. Acho um iniciativa excelente, fi z questo de participar, j tive aes sociais prprias e espero sempre incentivar as que tiverem, afi rma o proprie-trio Jos Carlos Matos.

    Para incentivar a populao a colaborar com essa causa empresas como a Planet Games, Adega ItaFest, Studio Neide Tuon, Restaurante Fazenda das Oliveiras, Renova Presentes, Bellarmina, Edson Foto, Patati Patat, Mais Sabor, Unique Shoes e Veritt doaram prmios para serem sorteados no fi nal da campanha.

    O primeiro prmio, um Console Nintendo Wii Preto e um kit churrasco fi cou para a vendedora Marilza Aparecida Gilli. Eu achei a iniciativa muito importante, muita bacana por parte de quem pro-moveu e por ser uma campanha fi lantrpica que veio ajudar, principalmente no Natal, uma poca que muita gente passa necessidades. Nem acre-ditei quando ganhei, fi quei super feliz, no ia nem preencher o cupom, queria participar para doar os alimentos e ajudar s mesmo, mas a a atendente insistiu e acabei ganhando. Esto todos de para-bns, as empresas, deviam promover mais campa-nhas assim, afi rma. QQ revista

    A que !informao fica

    CAMPANHA DE FINAL DE ANO DA Q!REVISTA ARRECADOU QUASE UMA TONELADA DE ALIMENTOS PARA FAMLIAS CARENTES

    WAGNER STOCCODANIELA L. GOMES DE OLIVEIRA

    BRUNA VITORIA CORREIA PEREIRA (06).BRENDA CAMILLY DA SILVA (09).

    ISABELLA STOCCO (11).

    FOTOS LUCIMARA BENEDETTI

    453curtiram

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    MODA

    COMO USAR PEAS COM BRILHO EM PRODUES PARA O DIA A DIA

    UM TOQUEDE GLAMOUR

    PEAS METALIZADAS, COM EFEITO MOLHADO, COM PA-ETS E BORDADOS, NO PRECISAM MAIS FICAR GUARDADAS PARA EVENTOS ESPECIAIS. A PRINCIPAL DICA PARA FAZER A MISTURA HI-LO DAR CERTO CONTRAPOR ESTAS PEAS COM OUTRAS BEM BSICAS.

    COMECE A PRODUO PELO MODELO ESCOLHIDO. UMA REGATA DE PAETS FICA LINDA COM UMA CALA DE LINHO E UM CARDIG POR CIMA, COMBINADOS A UMA SAPATILHA CO-LORIDA. OUTRO EXEMPLO? UMA LEGGING DE EFEITO MOLHA-DO FICA ADEQUADA AO DIA A DIA SE UNIDA A UMA CAMISA BRANCA SIMPLES E UMA BOTA SEM SALTO.

    IMPORTANTE OBSERVAR QUE A PEA COM BRILHO J POSSUI UMA CARGA SENSUAL ACENTUADA, POR ISSO, OPTE POR PEAS QUE DERRUBEM ESTE EFEITO, COMO CALADOS SEM SALTO, OU QUE NO SEJAM EXTREMAMENTE SEXY. EVI-TE ESCOLHER OUTRAS PEAS COLADAS AO CORPO E MUITO DECOTADAS.

    COMO USAR

    POR SILVIA CHAMMA

    Se existe uma regra na moda do sculo XXI a tendncia Hi-Lo. O nome desta tendncia a unio de duas palavras em ingls, high e low, que significam alto e baixo. Ou seja, a unio de dois extremos em uma mesma produo para dar harmonia.

    Como criado o estilo Hi-Lo? Utilizando peas consagradas de grifes junto com outras baratinhas, sem luxo algum. Ou ento uma pea bem feminina, como um vestido florido, junto com uma pea masculina, como um coturno. A ideia jogar com os extremos.

    Desta tendncia veio o uso de roupas com brilho durante o dia. Normalmente reservadas para produes noturnas, elas comeam a aparecer nas ruas para dar um toque de glamour. J comum ver gran-des editoras de moda usando vestidos e acessrios de festa no dia a dia, porm, este estilo pode ser adaptado com pequenos toques de luz para no chocar tanto.

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  • MODA

    POR SILVIA CHAMMA

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    APROVEITE A TENDNCIA DE CHAPUS E GANHE PROTEO EXTRA NO VERO

    DOSE EXTRA DE CHARMEEles so facilmente vistos nas ruas de outros pases, dando graa produo e protegendo do sol as mulheres mais charmosas. J no Brasil no comum ver chapus nos looks do dia a dia, mas esta tendncia est mudando (para melhor!).

    Alm de auxiliar na proteo solar, o que j tornaria inteligente o hbito de usar chapu, o aces-srio uma escolha esperta para quem quer dar um toque diferente em uma produo bsica.

    O melhor e mais atual jeito de usar chapu

    de uma maneira despretensiosa, e exige uma dose de atitude. Tem que combinar com o estilo pessoal, seno pode fi car artifi cial.

    Para quem quer comear a usar, aqui vo algu-mas dicas. A primeira delas adotar uma pea bem simples, de cor neutra e material natural (como feltro e palha). Experimente e verifi que se o tamanho est adequado ao formato do rosto. Peas pequenas no combinam com rostos largos, e mulheres do tipo mignon devem optar por modelos no vistosos.

    Os cabelos devem estar naturais, para no pas-sar a impresso de que o look foi produzido demais. Soltos sem volume ou presos de maneira despreten-siosa, com tranas, coques ou rabos so a melhor opo.

    Tente no combinar a cor do chapu com a roupa, ou pior, com os acessrios. Eles devem ter a mesma proposta (urbanos, praianos, setentistas...), mas nunca a mesma cor e textura. Os melhores mo-delos para adotar so trs:

    ELE CONHECIDO COMO O CHAPU DOS MAFIO-SOS EM FILMES, E MUITO CHIQUE. TEM UMA PEGA-DA MAIS URBANA, MAS PODE SER ADOTADO PARA A PRAIA EM VERSES DE PALHA. USE COM PEAS FEMININAS PARA AMENIZAR O AR MASCULINO.

    PARECIDO COM O FEDORA, PORM POSSUI ABAS RETAS E NO DOBRADAS, E SEU MODELO MAIS CLSSICO O DE PALHA. O MAIS BSICO DE TODOS, MAS D UM CHARME EXTRA COMBINAO JEANS+CAMISETA.

    ESTE MODELO O MAIS FEMININO, AQUELE COM ABAS LARGAS E MOLINHAS (VEM DA O NOME). FICAM LINDOS COM CULOS GRAN-

    DES E LENOS AMARRADOS. PODEM SER ADOTADOS

    NA CIDADE, MAS EVITE COMBIN-LO COM VES-TIDOS MUITO FEMINI-

    NOS, FICA CARICATO.

    Evite chapus estilo caubi (que j cansaram, mesmo os de palha). Os bons e o estilo caador so adequados apenas prtica de esportes. J a viseira deve ser abolida de uma vez por todas, pois alm de deixar qualquer pessoa ri-dcula, no protege o cabelo.

    PANAM

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    PANAMFEDORAFEDORA

    FLOPPYESTE MODELO O MAIS FEMININO, COM ABAS LARGAS E MOLINHAS (VEM DA O NOME). FICAM LINDOS COM CULOS GRAN-

    DES E LENOS AMARRADOS. PODEM SER ADOTADOS

    NA CIDADE, MAS EVITE COMBIN-LO COM VES-TIDOS MUITO FEMINI-

    NOS, FICA CARICATO.

    FLOPPYFLOPPY

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  • DOSE EXTRA DE CHARME

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  • WWW.QREVISTA.COM.BR FEVEREIRO/MARO2012

    MODA

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    POR SILVIA CHAMMA

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    Os principais lanadores de tendncia no mundo da moda concor-dam em um ponto: o cenrio atual o mais democrtico possvel, e livre de regras. Salto alto e brilho para o dia, moletom e cabelos simples para a noite so apenas alguns exemplos.

    Uma novidade que surgiu no ltimo inverno e agora ganha fora no vero brasileiro o uso de looks totalmente brancos. Uma produo mono-cromtica, em uma cor to marcante como o branco, era algo impensvel para as mulheres at pouco tempo, que reservavam estas peas apenas para noivas, certas profisses e a noite de ano novo.

    Ao contrrio, os vestidos brancos foram destaque nos tapetes verme-lhos, e logo a ideia foi adaptada para produes de dia, com todos os tipos de combinao de peas. Quando usado de maneira adequada, extrema-mente chique e atemporal. Ou seja, combina com todas as idades.

    Opte por peas com muita textura e materiais diferentes, como renda, couro, linho, seda e com bordados, e atente para o acabamento das peas. O branco evidencia detalhes, portanto, estes devem ser perfeitos.

    Como usar: O maior erro em relao cor branca afirmar que ela combina com

    todas as outras cores. Realmente, ela aceita uma diversidade de combina-es imensa. Porm, bom escolher apenas um tema para sua produo, sem muita poluio visual. Os principais coadjuvantes do branco so os se-guintes:

    Metlicos: prata e dourado, separados ou unidos no mesmo look. uma tima ideia para produes noturnas. Escolha peas de paets e com-bine com outras sem brilho em branco, para uma composio bem equili-brada, pois a melhor companhia para uma pea luxuosa sempre uma mais leve, apagada, de materiais naturais (como linho e algodo). Para quem quer se destacar, mas no gosta de tanto brilho, opte pelos acessrios metaliza-dos (sandlias, bolsas pequenas, colares grandes).

    Navy: faa como as francesas e fique chique no ato! A combinao mais clssica deste pas remete ao tema nutico, e uma boa opo para o dia a dia. Combine peas leves, bem cortadas e nas cores azul marinho, ver-melho, branco e dourado, e no tenha medo de errar. Aqui, menos mais.

    P&b: Ainda no conseguiram descobrir uma cor que combine tanto com o branco quanto o preto. Para no ficar tedioso, recorra a estampas divertidas, como poas (bolinhas), listras e psicodlicas, e peas com textura. Os acessrios precisam mostrar personalidade aqui.

    Cores bsicas: sim, o branco fica maravilhoso quando combinado com nude, creme, caramelo e outros tons naturais. Ficam especialmente interes-santes se vierem em texturas animais, como lezard e cobra.

    DEU BRANCOAPRENDA A USAR A COR DO MOMENTO NESTE VERO

    CALA BRANCA + CAMISA BRANCA + SAPATO

    BRANCO VAI DEIXAR QUALQUER PESSOA COM CARA

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    DICA

  • WWW.QREVISTA.COM.BR FEVEREIRO/MARO2012 25

  • WWW.QREVISTA.COM.BR FEVEREIRO/MARO201226

  • POR LUCIMARA BENEDETTI

    EventosSociais acesse e confirawww.qrevista.com.br

    WWW.QREVISTA.COM.BR FEVEREIRO/MARO201228

    1. Otinho Rela, Thaissa Rela Constantino, Vanessa Rela Constantino e Alfredinho Rela 2. Adriana Piova-ni e Hortncia Corcelli 3. Ramon Leardine dos Santos, Paula Sciamarelli e Juliana Tesacarollo 4. Fernanda Souza, Fernanda Miloni Ruiz, Elisabete Cristina Chi-mello Simes, Daiani Morais e Mara Rubia Prado Couto 5. Carlos Bezerra de Mello, Alex Costa e Rosi Watanabe 6. Adriano L. da Silva 7. Marlon Vieira Gonalves e Claudia Mouro Gonalves 8. Jeferson Calisto, Diogo Massarelli e Henrique Lando 9. Eli-zabeth Sarti Eliziario, Eliana Giaretta, Milton Cezar Carvalho e Carlos Alberto Santiago

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  • BELEZA

    POR MAIARA LIMA

    A perda de cabelos, ou alopecia, pode acontecer por diversos fatores, desde gentica, m alimentao a alteraes no crescimento dos os, mas o seu resultado, seja em homens ou mulheres, sempre acaba afetando a auto-estima da pessoa, podendo at mesmo trazer consequncias emocionais. Felizmente, hoje possvel encontrar v-rias alternativas para solucionar esse problema, como o implante ca-pilar no cirrgico, uma tcnica que garante um resultado natural e e caz.

    Sem intervenes cirrgicas, o implante capilar realizado atra-vs da colocao de uma prtese capilar de silicone, sendo considera-do por especialistas um dos procedimentos de melhor custo benefcio do mercado. Para realizar o implante colocada uma prtese capilar que super segura e imperceptvel. Elas so feitas com uma pelcula sinttica muito na, onde so implantados os os de cabelos naturais, e depois xada. As prteses so todas desenvolvidas com os de cabe-los naturais implantados a mo, uma a um microscopicamente numa pele feita em laboratrio, com espessura e transparncia semelhante pele humana, garantindo assim um resultado discreto e permitindo que a pessoa no perca a sensibilidade na regio da cabea, explica a cabeleireira Neide Tuon.

    O implante dura de trs a cinco meses e pode ser realizado tanto por homens ou mulheres que no querem passar por uma cirurgia ou recorrer a perucas que tem um resultado mais grosseiro. Uma das maiores vantagens de quem faz o implante capilar no cirrgico poder levar uma vida normal, ou seja, lavar a cabea, fazer esportes, entrar no mar, fazer natao, etc. A prtese adapta-se perfeitamente, formando um s corpo, no interferindo na vida cotidiana e no tem contra- indicaes, ressalta Neide.

    Sem efeitos alrgicos e com micro poros que permitem que o couro do cabelo respire naturalmente, aps a colocao da prtese a recomendao que se utilize um bom shampoo e condicionador, ambos indicados pelo pro ssional que realizou o implante. Tambm preciso evitar a exposio ao sol em excesso, assim como fazer a manuteno a cada 30 dias.

    PRTESE GARANTE ASPECTO NATURAL SEM INTERFERIR NAS AES DO DIA-A-DIA

    IMPLANTE CAPILAR NO CIRRGICO

    UMA DAS MAIORES VANTAGENS DE QUEM FAZ O IMPLANTE CAPI-

    LAR NO CIRRGICO PODER LEVAR UMA VIDA NORMAL, OU SEJA, LAVAR A CABEA, FAZER ESPORTES, ENTRAR NO MAR, FAZER NATAO, ETC. A PRTESE ADAPTA-SE PER-FEITAMENTE, FORMANDO UM S CORPO, NO INTERFERINDO NA VIDA COTIDIANA E NO TEM CONTRA- INDICAES

    NEIDE TUON

    SERVIO:STUDIO NEIDE TUONTELEFONE: (11) 4538-2348TELEFAX: (11) 4524-0020GALERIA MALL: RUA RUI BARBOSA, 220LOJA 4 - CENTRO - ITATIBA - SP

    WWW.QREVISTA.COM.BR FEVEREIRO/MARO201230

  • POR SILVIA CHAMMA

    Existe uma tendncia que vem crescendo cada vez mais no Brasil em sales de beleza: a preservao da cutcula na hora de fazer as unhas. Este hbito, j comum em pases na Europa e tambm nos Estados Unidos, agora chega ao pas com grandes defensores, as manicures.

    Mas, para que serve a cutcula? Esta pele que cobre parcialmente a unha existe justamente para proteger de infeces, que podem prejudi-car no somente as unhas, mas todo o corpo, j que funciona como uma barreira para a entrada de bactrias e fungos no organismo.

    Ciente disso, as mulheres (e homens) esto comeando a adotar o hbito na hora de ir manicure, ou de fazer as prprias unhas em casa. A maneira de manter a mo bonita, abrindo mo do alicate, simples: hidratar muito.

    Alm de cremes hidratantes (e com protetor solar), existe no mer-cado uma variedade imensa de produtos que reduzem o aspecto da cutcula sobre as unhas, definindo melhor o contorno. Antes de esmaltar, hidrate as unhas com um creme especfico e empurre levemente com uma esptula, de preferncia de plstico, pois as metlicas podem ma-chucar a superfcie da unha e rasgar a pele. O resultado so mos mais saudveis e unhas mais fortes.

    Outro motivo para no usar os temidos alicates? A recomendao que o equipamento de sales seja esterilizado com produtos de lim-peza e com autoclave, que submete os alicates a um choque de tempe-ratura, eliminando qualquer infeco. Porm, nem todo estabelecimento cumpre estas regras, que incluem tambm o uso de luvas e outros mate-riais descartveis no processo.

    Alm disso, caso a cliente utilize seu prprio material, isto no a previne inteiramente de contrair doenas, j que o alicate pode estar sujo ou enferrujado.

    Em caso de unhas encravadas, bom recorrer a um profissional especializado, e no somente uma manicure qualquer. Deve ser algum preparado para tratar do problema sem agravar ou gerar infeces. Um bom profissional sabe separar a pele morta (aquela mais seca) daquela que ainda tem funo.

    Adote como hbito a hidratao das mos e unhas diariamente, para que a necessidade de retirar as cutculas diminua. E no se esquea que este um ciclo vicioso: por melhor que a manicure seja, retirar a cutcula uma vez gera a necessidade de retir-la sempre, pois ela voltar a crescer se cortada.

    SALVANDO AS UNHASPOR QUE AS BRASILEIRAS ESTO ADOTANDO O HBITO DE NO RETIRAR AS CUTCULAS?

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    BELEZA - SADE

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    POR MAIARA LIMA

    Com o objetivo de prevenir doenas e promover a sade atra-vs do estmulo geral da circulao pelo corpo, a massoterapia, alm de usar diversas tcnicas e modalidades de massagem corporal, combate dores, tenses, desequilbrios e o estresse, resulta-dos que garantem uma e ccia maior nos tratamentos de sade.

    A massoterapia um conjunto de manobras e tcnicas de mas-sagens que visa o bem-estar e o tratamento do indivduo. Ao massage-ar o corpo ou parte dele, o massoterapeuta proporciona um equilbrio energtico atravs do Sistema Nervoso Perifrico (SNP); os folculos sensores da pele levam os estmulos da massagem ao Sistema Ner-voso Central (SNC) e este aciona o Sistema Nervoso Autnomo (SNA), uma ao neurocirculatria que proporciona calma e relaxamento.

    E os benefcios so inmeros. A massoterapia garante equi-lbrio mental, emocional e energtico, alivio de dores, aumento da circulao sangunea, reduo do stress, diminui danos causados por bras ou msculos lesados, traz auxlio no tratamento de doen-as, mais conscincia corporal, bem-estar e atinge e traz benefcios at mesmo aos rgos do corpo melhorando a amplitude dos mo-vimentos, a rma a massoterapeuta Jssica Scali.

    As tcnicas da massoterapia so, em sua maioria, chinesas e surgiram h mais de 5.000 anos. Algumas sofreram mudanas anos depois quando chegaram Europa, mas ainda assim, so usadas at os dias de hoje. Existem inmeras tcnicas, mas no geral, as mais usadas so o Shiatsu (massagem mais profunda, um pouco dolorida, mas que consegue atingir exatamente a patologia do cliente), therapeutic taping (tratamento com tas que aliviam, na hora, no mnimo 70% da dor), re exologia (pontos de massagens nos ps que re etem em todo o corpo), auriculoterapia (pontos da re exologia encontrados nas orelhas), drenagem linftica, alm de acupuntura, entre outras no to utilizadas e conhecidas, mas que tem um efeito especial no tratamento, explica Jssica.

    A massagem indicada para todas as pessoas, seja para tratamento de dores, ns estticos, emocionais, energticos e at mesmo doenas. Muitas pesquisas comprovam que o simples to-que da massagem, por mais delicado que seja, traz benefcios a quem recebe, a rma a massoterapeuta. A massagem contra-in-dicada apenas para pacientes com cncer muito avanado e gra-videz (especialmente de risco; grvidas podem receber massagem, mas apenas relaxante e deslizante nas pernas, ombros, braos, sem uso nenhum de fora ou uso dos pontos da massoterapia).

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    MassoterapiaCOMBINANDO DIFERENTES TCNICAS DE MASSAGEM, A MASSOTERAPIA TRAZ DIVERSOS BENEFCIOS PARA A SUA SADE E BEM-ESTAR

    A MASSOTERAPIA GARANTE EQUI-LBRIO MENTAL, EMOCIONAL E

    ENERGTICO, ALIVIO DE DORES, AUMENTO DA CIRCULAO SANGUNEA, REDUO DO STRESS E DIMINUI DANOS CAUSADOS POR FIBRAS OU MSCULOS LESADOS.

    JSSICA SCALI

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    A depilao com linha uma tcnica muito antiga, alm de bastante uti-lizada e conhecida em pases como Iraque, China, Tailndia e ndia, mas uma novidade no Brasil e ainda est sendo di-fundida. Trata-se de um trabalho delicado e curioso, onde so necessrios conhe-cimento e habilidade manual, mas que promete resultados satisfatrios, j que eli-mina at 95% dos pelos sem agredir a es-trutura dos mesmos, nem sua pele, por isso no tem contra-indicaes e se apresenta como soluo para questes de higiene e segurana.

    O material usado a linha 100% po-lister e a tcnica pode ser utilizada para remoo de pelos na face, regio do buo, sobrancelhas, axilas e reas da mandbula e pescoo. Mas essas no so as nicas van-

    tagens do mtodo. A depilao com linha tem como benefcio o fato de no provocar manchas nem irritaes ou vermelhido na rea depilada. A tcnica oferece qualidade inigualvel e maior durabilidade para a rea depilada.

    O mtodo tem vrias verses para sua origem e de um modo geral acredita-se na participao dos Orientais. A preocupao dos egpcios com a beleza tambm fortalece a crena de que tal inveno pode ter vindo deles e tambm h relatos de que as rabes j utilizavam a linha para se depilar no Imprio Babilnico entre 900 A.C e 600 A.C.

    E voc? Est esperando o que para aproveitar o conhecimento das civilizaes mais antigas? Sinta o toque aveludado da pele aps o procedimento e no viva mais sem ele!

    BELEZA - INFORME PUBLICITRIO

    Depilao COMLINHAAinda no conseguiu encontrar o mtodo ideal de depilao facial e toda vez que vai tirar o buo com cera, por exemplo, fica com a regio irritada e s vezes at manchada? A soluo pode estar em experimentar uma nova tcnica diferente para retirar os pelos do rosto, como a depilao com linha.

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  • O incio do ano escolar chegou e para muitos pais os problemas tambm. Logo come-am as queixas escolares e os problemas de comportamento e de rendimento escolar, por isso, gostaria de falar de um transtorno muito comum na infncia que atinge cerca de 3 a 10% da populao infantil e 4% da populao adulta: o Transtorno de Dficit de Ateno e Hiperatividade.

    Existem muitos mitos envolvidos acerca do as-sunto TDAH, que inmeras vezes usado de forma pejorativa ou como desculpa para a falta de limites, dessa forma preciso diferenciar cada situao e o melhor caminho a informao.

    Estudos recentes comprovam que as caracters-ticas do TDAH persistem na adolescncia e na vida adulta, ou seja, perduram por toda a vida, contradi-zendo a ideia popular de que uma fase. O que ob-servo no consultrio que esses adultos no trata-dos, alm dos sintomas que persistem, apresentam um prejuzo social muito grande, baixa autoestima e geralmente uma histria de fracasso escolar. Nesse sentido, gostaria de enfatizar que investigar a ocor-rncia do TDAH em crianas uma questo funda-mental, mas tambm em adultos, pois h tratamen-to e nunca tarde para iniciar.

    O TDAH dividido em trs subgrupos: desaten-o, hiperatividade e impulsividade.

    Desateno: os sinais vo desde no prestar ateno em detalhes e cometer erros por descuido dificuldade para manter a ateno em tarefas e jogos, organizar atividades; esquecer compromis-sos, perder coisas necessrias para uma atividade, alm de ser extremamente distrado com estmulos alheios tarefa, dentre outros.

    Hiperatividade: os sinais so a agitao motora; a pessoa no consegue permanecer sentada, corre ou sobe demais, de forma no apropriada, est a mil ou age como se estivesse a todo vapor e fala em demasia. Em adolescentes e adultos pode se li-

    mitar a uma sensao subjetiva de inquietao.Impulsividade: os sinais so quando a pessoa

    tem o costume de dar respostas precipitadas antes de ouvir uma pergunta inteira, tem dificuldade para esperar a sua vez e interrompe ou se intromete em assuntos dos outros, como conversas ou brincadei-ras de outras pessoas.

    importante salientar que para fazer o diagns-tico de TDAH preciso que esses sintomas sejam persistentes, com inicio desde a infncia e apresen-tando prejuzo em pelo menos duas ou mais reas da vida e que sejam descartados outros transtornos.

    O primeiro passo e o mais importante conhe-cer o transtorno, no s a prpria pessoa, mas seus familiares, que tambm sero peas importantes no tratamento. Conhecendo como o TDAH comprome-te a vida de uma pessoa mais fcil propor estrat-gias e evitar ideias erradas.

    O segundo passo a medicao, que deve ser com o consenso de um mdico especialista. J o terceiro passo a psicoterapia, nesse caso, o in-dicado a Terapia Cognitiva Comportamental. As sesses so focadas em desenvolver habilidades de planejamento, controle, hbitos de estudos mais adequados, dentre vrias outras estratgias que se diferenciam de acordo com a dificuldade de cada pessoa. Tambm so trabalhadas as dificuldades emocionais, j que a maioria das pessoas chega terapia com vrios rtulos, tais como; aquela pessoa que s lembra o que interessa, no tem persistn-cia em nada, no se dedica, etc. e com uma grande ideia de incapacidade e inadequao.

    Por isso fica o alerta. Se voc conhecer algum que apresente essas dificuldades, leia mais sobre o assunto e busque orientao profissional. O TDAH tem tratamento seguro e eficaz, mas o primeiro pas-so a aceitao. Para saber mais acesse www.tdah.org.br ou procure um especialista. Um grande abra-o e um timo ms.

    SABRINA M DA SILVA NALDOS FORMADA EM PSICOLOGIA, ESPECIALISTA EM TERAPIA COGNITIVA COM CRIANAS, ADOLESCENTES E ADULTOS.

    SABRINA M DA SILVA NALDOS PSICLOGA - CRP 06-90473

    RUA PIZZA E ALMEIDA, 452 - SL. 24ED. OFFICE TOWER - ITATIBA SPTEL.: (11) 4594-5384 / 82015403

    RUA BR. GERALDO DE RESENDE, 282SL. 22 - VILA ITAPURA - CAMPINAS/SP

    [email protected]

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    TDAH TEM TRATAMENTO SEGURO E EFICAZ, MAS PRIMEIRO PASSO A ACEITAO

    Transtorno de Dficit de Ateno e Hiperatividade

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  • Como resultado da integrao entre as espe-cialidades odontolgicas da Ortodontia e cirurgia Bucomaxilofacial, a cirurgia ortog-ntica surge como alternativa para pacientes com desarmonias esquelticas e dentrias - cuja soluo no pode ser atingida apenas pelo tratamento orto-dntico - e visa restabelecer um padro facial har-mnico, alm de ajudar na respirao e correo da mordida.

    Atravs de procedimentos cirrgicos nos ossos da face, a cirurgia ortogntica pode ser considera-da uma reabilitao oral. Essa cirurgia tem como objetivo a correo das deformidades e disfunes dentofaciais. Seu diagnstico realizado com base no exame fsico do paciente e exames especficos e o tratamento realizado em conjunto com o trata-mento ortodntico, visto que as deformidades, ge-ralmente, levam m-ocluso dental, necessitando de correo da mesma antes da cirurgia explica o cirurgio dentista Jos Simo de Oliveira, especia-lista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial.

    A cirurgia tambm indicada para pacientes com disfunes de ATM (Articulao Temporoman-dibular) e apneia do sono - problema que causa a obstruo das vias areas e aumenta a probabilida-de de problemas cardiovasculares, como o infarto do miocrdio. Os benefcios da cirurgia ortogntica so baseados no conceito FAB (Face Airways - Bite), sigla em ingls para designar Face, Vias areas e Mordida, portanto, os objetivos so que o pacien-te, aps submeter-se a mesma, tenha face harm-nica e simtrica, vias areas permeveis e mordida correta, afirma o especialista.

    Apesar de parecer uma tcnica agressiva, por se tratar de uma cirurgia que reposiciona os ossos, o especialista ressalta que todo e qualquer tratamento cirrgico invasivo, porm o que se deve considerar a relao custo-benefcio que favorvel. Para o ps-cirrgico, a recomendao repouso relativo de 20 a 30 dias, dieta restrita e, aps a recuperao cirrgica, o acompanhamento fonoaudiolgico e fisioterpico.

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    PROCEDIMENTO INDICADO EM CASOS DE DEFORMIDADES DENTOFACIAIS E APNEIA DO SONO

    Cirurgia ortogntica

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    DR. JOS SIMO DE OLIVEIRA CD - ESPECIALISTA EM CIRURGIA E TRAUMATO-LOGIA BUCOMAXILOFACIALCROSP 62.399

    AV. INDEPENDNCIA, 475CENTRO - ITATIBA/SPFONE : 11 4524-4320

    DR. JOS SIMO DE OLIVEIRA CD - ESPECIALISTA EM CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCOMAXILOFACIALCROSP 62.399

    POR MAIARA LIMA

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    Situao recorrente nos dias de hoje, um dos principais problemas relacionados a adolescentes e jovens no pas o con-tato com as drogas. Atualmente, segundo pesquisas de rgos oficiais como o CEBRID - Centro Brasileiro de Informaes sobre Dro-gas Psicotrpicas, aproximadamente 80% dos adolescentes at a idade de 16 anos j tiveram experincias com drogas e apesar de parecer algo distante, elas se tornam cada vez mais acessveis, ento o que fazer para evitar esse contato?

    Geralmente, o que percebemos em nos-so consultrio um despreparo muito grande por parte dos pais em relao a este assunto. Sentindo-se agredidos e desrespeitados, pro-curam em desespero tirar imediatamente o filho do contato com as drogas. Tomam, nesse percurso, atitudes agressivas que, geralmente, pioram a situao. Esta atitude, ao contrrio do que pensam, pode levar o filho que tal-vez esteja em sua primeira experincia com a droga, a qual poderia ser logo descartada a uma atitude de reforo negativo, do tipo: j que vocs acham que sou um drogado, agora vo ver s, afirma Louise Simes, Psicloga Cognitiva Comportamental Clnica, especiali-zada em Dependncia Qumica pela FMUSP- Grea.

    Mas, apesar da situao exigir calma antes de agir, no se deve ser conivente e simples-mente ignorar o que pode estar acontecendo dentro de casa. Para a especialista, o primeiro

    passo tentar perceber o que est por trs do uso da droga, que muitas vezes movido por fatores como curiosidade, necessidade de fazer o que os outros jovens esto fazen-do, presso do grupo e at mesmo uma crise depressiva da adolescncia. Pais que tem um relacionamento mais aberto com seus filhos tem mais facilidade para perceber proble-mas e mudanas de comportamento. Sendo assim, importante ficar prximo dos filhos, sem control-los excessivamente, mas de-monstrando amor, preocupao e rigor em relao s regras estabelecidas em casa. An-tes de xeretar na vida do filho ou acus-lo sem provas, o correto aproximar-se com jeito e mostrar que a reao a seus problemas no ser catastrfica nem agressiva, e sim com-preensiva e acolhedora - mas com a firmeza necessria num momento como esse, ressalta a psicloga.

    Para ajudar voc a perceber quando hora de intervir, a especialista aponta alguns sinais tpicos de que seu filho est com pro-blemas.

    Deixar de se encontrar com os amigos de sempre e comear a andar com novos ami-gos que no quer apresentar sinal de que alguma coisa pode no estar indo bem.

    Recusar-se a dizer aonde vai ou a que horas volta tambm uma atitude a ser vista com cautela pelos pais, embora sempre seja prudente dar um voto de confiana ao filho.

    Baixo rendimento escolar e desinteres-

    se repentino pelos estudos ou por atividades antes importantes (como tocar, jogar bola) so sinais tpicos de que algo no vai bem.

    Olhos vermelhos ou vidrados, falta ou excesso de sono, irritabilidade e recusas cons-tantes em conviver com a famlia tambm de-vem ser observados.

    Outro sinal de alerta so os problemas com dinheiro. Se a mesada comear a sumir muito mais rpido que o normal sem nenhu-ma justificativa coerente, hora de chamar seu filho para uma conversa.

    O principal ter em mente que atravs da preveno primria possvel evitar esse primeiro contato com as drogas e uma fu-tura dependncia qumica. A dependncia qumica uma doena, no existe receita de bolo para se tratar a mesma. A melhor forma evitar que ela se instale atravs da preveno, aumentando os fatores de proteo e dimi-nuindo os de risco, afirma Louise.

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    Drogas na adolescncia PREVENO PRIMRIA DENTRO DE CASA O PRIMEIRO PASSO PARA EVITAR O CONTATO COM AS DROGAS

    LOUISE SIMES, PSICLOGA COGNITIVA COMPORTAMENTAL CLNICA, ESPECIALIZADA EM DEPENDNCIA QUMICA PELA FMUSP- GREA

    POR MAIARA LIMA

    LOUISE SIMESPsicloga Psicloga Comportamental Cognitivaespecializada em Dependncia Qumica pela FMUSP- Grea

    RUA ANTNIO FERRAZ COSTA, 385VILA SANTA CRUZ - ITATIBA - SPTEL.: (11) 4538-1011 / 8723.0767e-mail: [email protected]

  • Com o objetivo de preparar os funcionrios para a jornada de trabalho, a ginstica labo-ral um conjunto de prticas de exerccios fsicos realizados dentro da empresa que auxilia na reduo de acidentes e garante um aumento de at 5% na produtividade. Um investimento que promete garantir a satisfao de chefes e funcio-nrios.

    Para isso, j existem empresas que oferecem assessoria especfi ca para o setor empresarial atra-vs de personal trainer, avaliao fsica, campanhas, palestras e implantao do Programa de Promoo para Sade do Trabalhador. A Ginstica Laboral um segmento da Atividade Fsica incorporada den-tro das empresas e pode ser realizada antes, duran-te e aps o expediente de trabalho, com durao entre 10 e 15 minutos, focando em exerccios de alongamentos e relaxamentos, explica Renata Bre-dariol Theodoro, gerente geral da Estar-Bem Asses-soria na Atividade Fsica.

    Hoje a atividade comeou a ser compreendida como um instrumento na melhoria da sade fsica do trabalhador, reduzindo e prevenindo problemas ocupacionais. Segundo o Ministrio da Sade, a gi-nstica laboral mostra que o aumento de produti-vidade pode chegar a 5%, a reduo dos acidentes de trabalho em at 25% e a diminuio das faltas ao trabalho em at 20%, alm das prevenes es-

    pecfi cas em relao ao L.E.R. (Leses por Esforo Repetitivo) e D.O.R.T. (Distrbios Osteomusculo-articulares Resultantes do Trabalho). As empresas atentas e adeptas a este programa so recompen-sadas melhorando sua imagem junto sociedade e seus colaboradores, reduzindo os custos com assistncia mdica, melhorando a produtividade e permitindo uma melhor integrao entre os cola-boradores e gestores, ressalta Renata.

    Com esse intuito, a empresa Momentive de-senvolve a atividade com seus funcionrios, co-laboradores, efetivos e terceiros, desde 2006. A Momentive, sempre preocupada com a qualidade de vida e bem-estar dos colaboradores, implemen-tou programas focados em sade e segurana, entre eles est o de ergonomia, sendo que uma das ferramentas adotadas para esta fi nalidade foi a Ginstica Laboral, afi rma Mario Srgio Capalbo, supervisor de EHSQ.

    A Ginstica Laboral leve e de curta durao, por isso no sobrecarrega nem cansa o funcion-

    rio, e para a sua implan-tao em uma empresa fundamental uma pri-meira anlise relacionada s condies de trabalho (tempo de trabalho, intensidade, ergonomia) para a elaborao das atividades.

    O investimento depende da quantidade de sesses necessrias para atender os setores pre-tendidos pela empresa e os valores variam entre R$ 800,00 a R$ 5.000,00 mensais, mas quem in-vestiu nesse programa garante que compensa. No existem dias perdidos de trabalho dentro da Momentive que seja relacionado a leses enqua-dradas como DORT (Doenas osteomusculares relacionadas ao trabalho). Acreditamos que o mais importante o envolvimento e a participao dos colaboradores, alm disso, o bem estar e a dispo-sio dos trabalhadores em suas atividades labo-rais e consequente aumento da produtividade so pontos primordiais tanto para a empresa quanto para os colaboradores, ressalta o supervisor.

    Para os funcionrios, a ginstica laboral tem como benefcios o aumento do nimo, disposio e concentrao para execuo de atividades di-rias, correo de vcios posturais, estmulo a boas prticas de sade e a uma vida mais ativa, maior integrao no ambiente de trabalho e melhora da fl exibilidade e mobilidade articular.

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    GinsticaLaboralINVESTIMENTO NA SADE DENTRO DA EMPRESA GARANTE A SATISFAO DE CHEFES E FUNCIONRIOS

    rio, e para a sua implan-

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    Usada em cerimnias desde a Antiguidade, como arte - ao lado do teatro e da msica, e como di-vertimento, a dana tambm uma aliada para deixar o sedentarismo de lado e para se sentir bem. Os benefcios so inmeros no s para o corpo, mas tambm para a mente, por isso, a dana hoje consi-derada uma atividade fsica e usada at mesmo como recomendao mdica.

    Alm de ser mais um divertimento do que uma prtica fsica, a dana uma forma de expresso e o retorno com a atividade garantido. Muitas pessoas procuram a escola por saber dos benefcios da dana, para aliviarem-se do stress dirio, da fadiga, cansao, dores e tambm para fazerem bonito no salo. Outros procuram por indicao mdica, pois na aula de dana rtmica, por exemplo, alm de se divertir e fazer amiza-des, voc perde calorias. Temos alunos que comearam a fazer aulas nessas condies e hoje j obtiveram 99% de melhora, afirma Mrcio Pires, professor do MP Studio de Dana.

    Esse o caso da encarregada de produo de 40 anos, Celdir Rodrigues do Amaral, que comeou a fa-zer aula de dana rtmica em 2009 e hoje tambm faz aulas de jazz. Sempre fui apaixonada pela dana, e um profissional da sade me indicou a atividade para me-

    lhorar a circulao. A dana diminui o estresse, melhora a circulao, auto-estima, postura e muito boa para a memria e coordenao motora. Danar libera endor-fina, que o hormnio da felicidade e acredito que no exista beneficio maior do que ser feliz, conta animada.

    Um dos atrativos da dana tambm o fato de trabalhar o corpo todo, fortalecendo msculos e quei-mando calorias sem voc perceber. Muitas pessoas preferem a dana musculao, pois no enjoam, alm de ficar com um corpo maravilhoso. Outro benefcio tambm muito importante a resistncia fsica, pois a dana exige muito do corpo, melhorando o sistema cardiovascular, a capacidade pulmonar e ajudando a fortalecer os ossos, ressalta o professor.

    A dana indicada para qualquer idade e as es-colas especializadas j tm cursos especficos para crianas, como Jazz, Ballet e Street Dance e para adultos e idosos, como Dana de Salo, Dana do Ventre, Fla-menco, Ballet, Jazz, Forr, Gafieira, Street Dance, Dana Cigana, Sapateado, Sertanejo, Ax e Dana Rtmica. Nos diversos estilos de dana, a mdia de gasto calrico em uma hora de aula varia de 210 a 550 calorias.

    A atividade proporciona ainda flexibilidade, auto-confiana e elasticidade, alm de auxiliar em outros fa-tores, como na preveno do envelhecimento precoce

    e na forma de se relacionar, deixando as pessoas mais confiantes. Quando dano, sinto que minha alma se se-para do corpo, como se existisse somente eu e o uni-verso. Mente, corpo, corao e alma na mesma sintonia. Danar rejuvenesce o esprito, aconselho para todas as idades, comenta Celdir.

    Quem planeja iniciar na dana, tem que ter pri-meiramente vontade, do resto s deixar em nossas mos, pois voc se tornar um p de valsa. Quem planeja danar deve seguir simplesmente as regras de cada estilo, por exemplo, na dana rtmica pedimos um tnis com amortecedor para os impactos, na dana de salo um sapato com antiderrapante, no jazz e no ballet sapatilhas, enfim para cada curso os cuidados neces-srios para garantir a segurana e proporcionar o bem estar necessrio, afirma Mrcio.

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    Benefcios da danaEM UMA HORA AULA DE AULA POSSVEL PERDER CALORIAS, GANHAR RESISTNCIA FSICA E SE TORNAR MAIS AUTOCONFIANTE, TUDO ISSO ENQUANTO SE DIVERTE.

    POR MAIARA LIMA

    Jazz(340kcal) DanaRtmica(380a500kcal) DanadesaloBolero(350kcal),Salsa(510kcal),Mamboesamba(210kcal)

    Streetdance(380kcal) Flamencoedanadoventre(310kcal) Ballet(250kcal) Forregafieira(470kcal) Rock(550kcal)

  • NordicWalking

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    Criado na Finlndia como um treinamento de ve-ro para esquiadores, o Nordic Walking consiste em uma caminhada que conta com dois bas-tes de apoio, permitindo a movimentao tambm dos membros superiores a cada passo dado. Conheci-do na Europa e nos Estados Unidos, a atividade est se disseminando no Brasil e j conta com praticantes em So Paulo e no Rio de Janeiro.

    A Escola Fitness em So Paulo uma das gran-des responsveis pela difuso do Nordic Walking no pas, ofecerendo inclusive workshops e encontros de praticantes no Parque do Ibirapuera. Muitos pases aderiram ao NW, independente do clima. No Brasil, pouco se falava sobre a modalidade, at que decidi organizar o primeiro curso em setembro de 2011. So-mos representantes de uma das marcas mais destaca-das na produo de bastes no mundo, a Gymstick, e nossa empresa provedora tcnica e oferece cursos e materiais didticos de NW, conta Cida Conti, diretora da Escola Fitness e especialista em NW.

    Ainda segundo Cida, praticar Nordic Walking fcil, mas requer tcnica e instruo. Dificilmente o uso

    dos bastes oferecer riscos, mas o que pode acon-tecer a subutilizao do material. Iniciantes devem caminhar aproximadamente 20 minutos como forma de adaptao e aumentar 5 minutos a cada 15 dias. A velocidade de passada deve ser inicialmente menor, com um aumento progressivo com o passar do tem-po. Outro fator importante a amplitude dos passos, que representa uma das principais chaves do NW e deve ser aumentada com a melhoria do condiciona-mento, explica a especialista.

    O Nordic Walking recomendado para todas as faixas etrias a partir dos 12 anos. Pode ser feito em areia, grama ou em superfcies rgidas e a prtica pode ser individual, ou em grupos, um dos motivos que fez com que a atividade tivesse uma aceitao incrivel-mente rpida no pas. Tomei conhecimento do NW h cerca de um ano, atravs de amigos que tiveram contato em viagem ao exterior, e comecei a praticar em outubro. Caminhava no Ibirapuera de trs a cin-co dias da semana; mas com o Nordic Walking existe muita diferena, principalmente pela movimentao da cintura para cima, que ajuda no desenvolvimento

    e relaxamento da musculatura dos braos e tronco e aumento de at 40% de gasto calrico, conta o admi-nistrador Marco Antonio Scaglione.

    Com benefcios comprovados, o Nordic Walking ativa 90% dos msculos do corpo, contra 70% na ca-minhada regular; tem um gasto calrico de aproxima-damente 450 calorias por hora comparados com 280 cal/h na caminhada sem bastes e segundo pesquisa do Cooper Institute Research apresenta maior consu-mo energtico, que pode aumentar em mdia entre 20% e 46% comparado caminhada convencional. Aps 10 dias, ficou muito evidente o reforo no con-dicionamento fsico e comecei a perder peso e ganhar um pouco de massa muscular nos membros superio-res e inferiores, alm do relaxamento do stress do dia a dia, afirma o praticante. O NW saudvel, divertido e proporciona grandes benefcios para sade e esttica, sem que o praticante tenha a sensao de exausto durante o treino, ressalta Cida Conti.

    Para conhecer mais sobre o esporte visite o http://www.nordicwalking.com.br/

    ESPORTE

    TAMBM CHAMADO DE CAMINHADA NRDICA, A ATIVIDADE CONQUISTOU OS BRASILEIROS PELOS BENEFCIOS E GASTO CALRICO CONSIDERVEL POR MAIARA LIMA

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  • A comear pelo Pr Carnaval, depois de muitos anos na expectativa, o Itatiba Es-porte Clube recebe novamente a banda Os Magnficos, que durante muito tempo comandou a anima-o nas noites de carnaval do clube. A tradio desse Carnaval refern-cia em toda a regio, e desta forma optamos por resgatar o que tnha-mos de melhor. Alm da banda, teremos uma apresentao da Ba-teria da Escola de Samba Mocidade Independente do Metelo.

    Para o Carnaval, uma super decorao vm sendo estudada para abri-lhantar as quatro noites e duas matins. Dentro da proposta de comemorar os 75 anos do clube, pretendemos criar um painel com fotos dos blocos carnava-lescos, sempre fieis frequentadores de nossa folia.

    Devido ao sucesso do ano anterior, a banda Midnight Express volta ao palco e fica encarregada de tocar os grandes sucessos do carnaval, com samba, ax e principalmente as tradicionais marchinhas, variando os repertrios para agradar a todos os presentes.

    Certamente a animao, a produo e principalmente o ambiente fa-miliar permanecero como marca registrada do Itatiba Esporte Clube no carnaval, que acontece entre os dias 18, 19, 20 e 21 de fevereiro.

    ITATIBA ESPORTE CLUBE

    NO ANO EM QUE O CLUBE COMEMORA SEU 75 ANIVERSRIO, CARNAVAL O PRIMEIRO EVENTO QUE TRAZ EXPECTATIVA E ANIMAO

    DIAMANTE RUBRO NEGRO, 75 ANOS DE ALEGRIA

    Os ingressos j esto venda na secretaria do clu-be e tem preos especiais para pacotes (quatro noi-tes) e blocos carnavalescos. Mais informaes atravs do telefone 4538-4411, pelo site www.itatibaec.com.br, ou ainda pelo perfil do face-book.com/itatibaec

    Por:Washington Bortolossi

    Diretor SocialItatiba Esporte Clube

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    MSICA

    POR MAIARA LIMA

    FOTO

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    IVUL

    GA

    O

    A CW7 uma banda curitibana formada pelos trs irmos Gustavo, Leonardo e Paulo Wic-thoff e pela prima deles, Amanda Wicthoff (Mia). Formado em 2007, CW, as letras que batizam a banda, so as iniciais do nome da famlia, e o nmero 7 foi escolhido para trazer sorte, o que parece ter dado certo.

    A banda lanou o primeiro lbum Nada Mais Importa Agora em 2008 e, trabalhando de forma independente, conseguiu se fi rmar entre o pblico jovem. At o fi nal de maio de 2011 j eram mais de dois milhes de views no MySpace - fi cando entre as 10 bandas mais acessadas no mbito nacional - alm de inmeros shows reali-zados pelo pas afora.

    Em 2010, a banda lanou o lbum O Que Eu Quero Pra Mim, com sete faixas inditas e quatro releituras de canes do lbum anterior e o sucesso veio com a cano Ser Voc, que permaneceu por vrias semanas no Top 10 MTV, da MTV Brasil. Por conta desse sucesso, a banda participou do Acesso MTV e no mesmo ano assi-nou contrato com a gravadora ArtMix, em parce-ria com a Maynard Music.

    Em 2011, a banda lanou um lbum ho-mnimo produzido por Guto Campos, mesmo produtor da Banda Restart, e em seguida lan-ou o single Me Acorde pra Vida que chegou a estar entre as msicas mais tocadas nas rdios nacionais. No mesmo ano, a msica Me acorde pra vida foi indicada e venceu a categoria de Hit do Ano no Video Music Brasil 2011. E tambm recebeu indicaes como Revelao e Melhor Grupo no Prmio MultiShow da Msica brasileira, e como Revelao no Meus Prmios Nick.

    CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7CW7Conhea a banda vencedora do Hit do ano na premiao da MTV

    Para saber como foi toda essa trajetria, a Q!conversoucomavocalistaMiaWictho.

    Q! -Abanda,naverdade, formadaporumafamliademsicos.Comofoioprimeirocontatodevocscomamsica?Sempretiveramincentivoparaseguiressecaminho?

    M-Desde pequena, eu sempre estudei piano e canto e os meninos tocavam, mas nada profi ssional! Foi a que a nossa famlia nos incentivou para marcarmos um ensaio juntos. Fizemos este ensaio e foi bem legal! A montamos a CW7.

    Q! - Quando vocs perceberam que queriamlevarabandacomoalgosrio?Jtinhamnoodequepoderiamterrepercussonacional?

    M-Desde que montamos a CW7, o objetivo era levar isso como projeto de vida mesmo, ento sempre pensamos em trabalhar muito, levar a srio No co-meo, pensar em ver um clipe nosso na TV, nossa m-sica tocando na rdio era um sonho e graas a Deus conseguimos alcanar isso! Mas o trabalho duro con-tinua mais e mais.

    Q! - Em 2008 vocs lanaram o primeiro CD,

    NadaMaisImportaAgora,comofoioprocessodegravao?OprimeiroCDconseguiupassar a ima-gemquevocsqueriamqueabandativesse?

    M- O primeiro disco sempre uma aposta! Ns gravamos este sem antes fazer um show! Foi na in-tuio mesmo, mas fi cou com a nossa cara, as letras de acordo com o momento naquela poca e a com o tempo a gente foi amadurecendo mais o nosso som.

    Q!-Em2010vocsconseguiramosucessocomamsicaSerVocdolbumOqueeuqueropramim, vocs imaginavamesse retornocomumCDindependenteeoconviteparaparticipardoAcessoMTV?

    M - Sempre apostamos muito nesta msica! A gente via nos shows que ela tinha uma tima reper-cusso, por isso resolvemos gravar um clipe dela! Logo depois disso, o clipe entrou na programao da MTV e surgiu o convite do Acesso MTV! Foi demais! A galera representou muito no twitter pedindo CW7 e uma se-mana depois, o clipe entrou no TOP10 da MTV.

    Q! - Nomesmo ano vocs tambm fecharam

    contratocomaArtMixdeGutoCamposeaMaynardMusicdeMarcosMaynard.Comofoitrabalharcomo

    GutoCampos,quetambmproduzoRestart,eche-garsmsicasmaistocadasdasrdiosnacionaisem2011comMeAcordePraVida?

    M- O Guto e o Maynard so fantsticos! A gente adora o trabalho deles e eles tambm acreditam muito no nosso trabalho! Assim que a msica entrou nas r-dios, a repercusso disso tudo foi tima e conseguimos fi car entre as mais pedidas! Muita coisa boa comeou a surgir e muito trabalho tambm!

    Q!-ACW7comeouaterumagranderepercus-

    soatravsdainterneteemjunhode2011chegouaostrendingtopicsdoTwittercomolanamentodoclipe deMe acordepra vida. Como artistas, paravocsainternetsempreumaaliadaouapresentaaspectosnegativos?

    M- Para ns, a internet sempre foi algo positivo! Conseguimos divulgar nosso trabalho para todos os lu-gares e podemos tambm ter um contato maior com os nossos fs! Desde o comeo utilizamos a internet para a divulgao e at hoje separamos um tempo du-rante o dia para atualizar as redes sociais e responder a galera.

    Q!-Abandafoiindicadanoanopassadocomo

    HitdoAnonoVideoMusicBrasiletambmtive-ram indicaes como banda revelao e melhorgrupo no PrmioMultiShow daMsica brasileira,ecomoRevelaonoMeusPrmiosNick.Essasin-dicaesmostraram uma grande identificao dopblicojovemcomotrabalhodevocs,comovocsvemessarespostaecomooprocessodecriaodasmsicas?

    M- Ficamos muito felizes com todas essas indica-es! Foi um reconhecimento do nosso trabalho, ainda mais que ganhamos o prmio HIT DO ANO no VMB pela categoria de voto popular! Foi demais, sempre agradecemos nossos fs por isso!

    Sobre o processo de criao das msicas, eu cos-tumo compor a maioria, mas os meninos esto sempre ajudando e fazendo os arranjos junto! O legal que o Maynard e o Guto tambm ajudam a gente na escolha do repertrio com dicas e fi ca uma coisa bem natural.

    Q!-Quaisosprojetoseperspectivasdabanda

    para2012?M- Com certeza o principal objetivo fazer mui-

    tos shows, muitas msicas novas e nos dedicar 100% banda! Os fs podem esperar que vai ter muita novi-dade por a! :)

  • WWW.QREVISTA.COM.BR FEVEREIRO/MARO2012 47

    Amigos j h alguns anos, Kelvin e Baessa so msicos que, graas ao incentivo de conhecidos, comearam a tocar em Itatiba e em festas e confraternizaes da regio. A brincadeira deu certo e hoje eles po-dem ser vistos todo ms em barzinhos da cidade.

    Tudo comeou nos fi nais de expediente de sexta-feira, quando Kelvin - Irenildo da Silva e Baessa - Reginaldo Ferreira, que trabalham juntos na RR Veculos, se reuniam para fazer um som e cantar algumas de suas msicas sertanejas preferidas. Como a loja costuma receber muitos clientes, aqui fi ca-va parecendo um bar e todo mundo saa do trabalho e vinha aqui escutar e cantar com a gente, contam.

    E foi por sugesto de amigos que eles aceitaram tocar pela primeira vez em maio de 2011 em uma confraternizao em Jundia, sempre acompanha-dos do amigo Fbio Eduardo Ulrich na percusso, apresentando um sertanejo acstico. Apesar do nervoso e da ansiedade de se apresentarem diante de um pblico, o resultado foi bem aceito e logo foram convidados para tocar em uma confraternizao em Louveira. Fomos fazer a festa em Jundia e um ami-go indicou para um trabalho em Louveira e foi a partir da que comeamos a levar mais a srio, a cobrar pelas apresentaes e compramos equipamentos, porque a gente no tinha caixa de som, nada.

    Na msica, Kelvin conta que aprendeu a cantar sozinho e a tocar violo com a ajuda de um livretinho que ganhou da me. J Baessa aprendeu a cantar na Igreja Evanglica quando era adolescente e frequentou algumas aulas de canto para se aprimorar. Sempre incentivados pelos amigos, a du-pla de trs tambm j tocou em Bragana Paulista e mais recentemente em Morungaba, no lanamento da Choperia Ashby. O repertrio inclui sertanejo universitrio e moda de viola e entre seus artistas favoritos esto Jorge e Ma-theus, Humberto e Ronaldo e Michel Tel. Msica autoral mesmo a gente nunca parou para fazer, mas se tivesse tempo acho que ia rolar tambm, afi r-ma Kelvin, que j chegou a gravar um CD com voz e violo h alguns anos.

    Hoje as apresentaes viraram hobby para os trs, que pretendem manter a brincadeira se apresentando para amigos e levando o pessoal para os bares. Tem bastante gente, amigos que vo nos ver tocar e no boca a boca vai aumentando o pblico, ento ns sempre levamos um pblico fi el quan-do vamos tocar, conta Baessa. Mas escolhemos fi car mais tranquilos, temos famlia e o trabalho, no d pra tocar todo fi nal de semana.

    MSICA

    POR MAIARA LIMA

    FOTO

    LUC

    IMAR

    A BE

    NEDE

    TTI

    Kelvin e BaessaSertanejo entre amigos

    Irenildo da Silva (Kelvin)

    Reginaldo Ferreira (Baessa)

    Fbio Eduardo Ulrich (Fabinho)

  • CAPA

    POR MAIARA LIMA

    WWW.QREVISTA.COM.BR FEVEREIRO/MARO201248

    JAIROLIVEIRACOMPOSITOR, PRODUTOR, MSICO E ATOR, JAIR COMEMORA 30 ANOS DE CARREIRA COM MUITO MAIS PARA RECORDAR ALM DA POCA DO BALO MGICO

    Filho de Jair Rodrigues e sempre lembrado como Jairzinho por sua participao na Turma do Balo Mgico, Jair Oliveira mostra que h muito mais para se lembrar na sua trajetria. Comemorando 30 anos de carreira esse ano, hoje Jair reconhecido como um dos principais produtores e compositores de sua gerao.

    Depois de integrar o grupo Balo Mgico e apresentar o programa exibido pela Rede Globo at 1987, Jair participou ainda de alguns projetos infanto-juvenis e gravou um disco com a antiga parceira Simony. Mas foi depois de ter ido para os Estados Unidos estudar na faculdade Berklee College of Music de Boston e se formar no curso duplo de Produo Musical e Music Business que Jair comeou a desenvolver outro lado que tambm iria lhe trazer o reconhecimento, o de produtor.

    Em 1998 se juntou ao amigo Wilson Simoninha e mais dois scios e montou, em So Paulo, a S de Samba, produtora que se tornou um importante nome no mercado publicitrio. Ao mesmo tempo lanou o projeto Artistas Reunidos, com Pedro Mariano, Simoninha, Luciana Mello, Max de Castro e Daniel Carlomagno. Como resultado, os ar-tistas se apresentaram durante dois anos em casas noturnas de So Paulo e o projeto rendeu apresentaes em festivais internacionais de msica e um disco, lanado pela gravadora Trama.

    Em sua carreira solo, Jair Oliveira marcou sua estreia em 1999, ainda como Jairzi-nho, em Disritmia e na sequncia se registrou artisticamente como Jair Oliveira lanan-do em 2002 o CD Outro. Seu terceiro trabalho solo contou com parcerias de Tom Z, Otto, Arnaldo Antunes e Dom Betto, e foi dividido em duas partes, os CDs 3.1 e 3.2, este ltimo lanado para ser baixado gratuitamente pela Internet.

    Em 2005, criou o prprio selo da S de Samba e no ano seguinte lanou o lbum Simples, que tem entre suas faixas as msicas Tiro Onda- tema do personagem Fogui-nho da novela Cobras e Lagartos da Rede Globo - e Eu Tambm Tive um Sonho - tema do lme Os Desa nados de Walter Lima Jr, do qual Jair tambm participou como ator, interpretando o baixista Geraldo.

    Em 2009, depois de dois anos do nascimento da sua primeira lha Isabela, o m-sico fez uma parceria com a esposa Tnia Khalill e lanou o projeto Grandes Pequeninos que foi indicado naquele ano ao Grammy Latino na categoria Melhor lbum Infantil.

    Em 2010, Jair apresentou seu projeto mais recente, Sambazz um livro/CD ho-mnimo, lanado em parceria com a editora portuguesa Leya, que rene canes mes-clando as diferentes vertentes do samba e do jazz e traz um livro descrevendo todo o processo de criao do disco.

    Tendo trabalhado e produzido diversos trabalhos para grandes nomes da msica brasileira como Ed Motta, Ney Matogrosso, Tom Z, MPB-4, Jair Rodrigues, Vicente Barre-to, Pedro Mariano, Patrcia Coelho, Vanessa Jackson, Snia Rosa, Uri Caine, entre outros, Jair terminou 2011 com os ttulos de compositor, arranjador, intrprete, msico e ator e lana no segundo semestre deste ano um DVD - Documentrio falando de seus 30 anos de carreira e de suas experincias.

    FOTO IKE LEVY

  • Q! -Como foi crescer em um ambiente fre-quentado por lendas da MPB? Isso acaba influen-ciando mesmo se no tivesse comeado a carreira aos seis anos de idade?

    J- A minha infncia foi muito bacana n?! Um pouco diferente da infncia de muita gente pelo fato de eu ter comeado a trabalhar cedo, mas foi muito legal, eu aproveitei bastante. Foi uma infncia muito acom-panhada de msica, porque eu nasci j num ambiente muito musical por conta at da profisso do meu pai, ento acabei entrando em contato com a msica mui-to cedo, de uma forma muito especial, muito prxima. Acabei comeando a carreira quando tinha seis anos e desde ento nunca mais abandonei a msica como profisso, como paixo. Fiz parte da Turma do Balo Mgico que marcou a infncia de muita gente, inclu-sive a minha, porque acabei entrando no terceiro disco, ento j era f do Balo quando eu tive a oportunidade de ingressar no grupo e foi muito legal, foi uma infn-cia muito proveitosa, aprendi muitas coisas no s com meu pai, mas com o Balo Mgico e com outras pessoas com quem tive a chance de trabalhar, e acho que hoje em dia s tenho essa minha relao com a msica por conta dessas pessoas, por conta desse trabalho que eu acabei fazendo quando era criana.

    Q! - Voc comentou em seu blog que 2011 foi um ano muito marcante para voc, no s pelo nascimento da sua segunda filha, mas pelas diver-sas conquistas profissionais, entre elas o projeto ex-clusivo para a internet que resultou em 10 msicas, como foi essa experincia?

    J - Esse projeto no foi o primeiro que eu fiz para a internet, mas foi um projeto muito legal que eu tenho at vontade de dar sequncia, talvez no esse ano por conta de outras coisas que t a fim de realizar, mas esse projeto me mostrou vrias coisas. Primeiro que eu j sou de uma gerao de msicos que comeou a lidar com a internet a partir da dcada de 90, ento eu sou de uma gerao que passou pela transio, de vrias coisas, inclusive talvez a mais radi-cal do mercado musical desde o comeo do mercado fonogrfico; eu peguei quando criana a transio do vinil pro cd e depois peguei a transio do cd para os outros formatos e agora a gente t a vendo a transio pra vrias outras coisas que a gente nem sabe o que que vai ser. Mas eu tive essa oportunidade de acompa-nhar essas mudanas na msica, que talvez a gerao que veio a partir da dcada de 90 no pegou, e para mim tem o lado da crise, da instabilidade, mas tem o lado que muito bom tambm que voc poder participar de vrias evolues do formato na msica. Quando comecei minha carreira o formato vigente era o vinil, ento tive a chance de poder v como era feito no mercado pro vinil, a ali no meio da minha carreira o formato mudou para o cd e tive a chance tambm de ver essa transio, de como voc produz pro cd, como voc produz pra internet e muito provavelmente o celular vai ser o futuro da msica, as pessoas levarem ou ouvirem as msicas tudo na nuvem (SoundCloud) atravs dos celulares. Ento, para mim, o fato de eu po-der fazer um projeto para internet e deixar ele dispon-vel l mais uma faceta da minha gerao, mais uma marca da minha gerao, no s como ouvinte, mas como msico tambm. E esse projeto acabou me dan-do uma certa liberdade, porque quando voc produz para ser um disco voc senta, analisa, tem um con-ceito pro disco inteiro, voc perde trs, quatro, cinco meses fazendo aquele disco, e esse projeto, como eu fazia uma msica por ms s pra lanar pela internet, acabou me libertando desse conceito, ento eu fazia o que eu queria num ms, levava muito menos tempo

    para fazer e acabava tendo uma liberdade maior con-ceitualmente. No que seja melhor ou pior que fazer um disco inteiro, acho que o conceito do meu disco ainda vai demorar para cair, muitas pessoas ainda gos-tam de ouvir um disco amarrado mesmo que seja pra ouvir duas ou trs msicas, mas eu achei muito legal.

    Q! - Em seu projeto Sambazz, alm de mes-clar diferentes vertentes do samba e jazz com pita-das de soul e funk, voc descreve o passo a passo de criao do disco em um livro homnimo, como surgiu a ideia de apresentar esse material conjunto e no apenas as msicas em si?

    J - Esse projeto, o Sambazz, foi algo assim; mui-ta gente que acompanha minha carreira sabe que eu no me considero um intrprete, eu acabo sendo intrprete das minhas prprias canes, mas eu sou muito mais um compositor e produtor do que um intrprete assim na minha cabea, no que eu me de-fino como artista, como msico. E pelo fato de eu ter tambm uma experincia j - a primeira coisa que eu produzi deve ser de 1994, 1995 ento j tem um tem-po, uns 17 anos que eu produzo e j tive a chance de produzir muita gente legal inclusive da msica; o Tom Z, o meu pai, minha irm, o Simoninha e os meus prprios discos - ento acho legal voc compartilhar dessa experincia, claro que eu ainda tenho muita coi-sa para aprender, mas acho legal voc compartilhar o que voc j aprendeu, ento quando comecei a gravar esse disco, o Sambazz, eu entrei em contato com o pessoal da Leya e tive a ideia de fazer um livro que ex-plicasse mais ou menos o meu processo de criao, de produo e tambm no sentido de passar um pouco da minha experincia para as pessoas, porque muita gente, apesar de gostar de msica, ouvir muita msica

    no seu dia a dia, no faz a menor ideia de como um disco feito, ento minha ideia foi meio de desmisti-ficar esse processo de um disco que eu sempre achei muito misterioso. Por exemplo, no caso dos filmes hoje em dia voc tem esse recurso de alugar um DVD ou assistir um filme na sua casa e logo depois assistir um making of pra ver como aquele filme foi feito, eu acho muito interessante, as pessoas se interessam por isso, e na msica um negcio mais complicado de voc ter acesso, as pessoas no tm muita informao sobre como um disco que elas gostam foi feito, ento eu decidi fazer esse livro justamente pra tirar um pou-co desse ar de mistrio e tambm para quem quiser aproveitar as informaes, poder usar nos discos que as prprias pessoas vo produzir. De repente tem al-guma informao til l no meu livro, ento eu fiz com essa inteno.

    Q!- interessante porque democratiza um pouco esse trabalho, eu como jornalista percebo que os msicos vivenciam toda essa parte da cria-o de uma maneira bem diferente e ns no temos muita noo desse mundo por trs de como pro-duzir uma msica, um cd...

    J - , isso muito legal, porque depois do lana-mento vira e mexe eu recebo mensagens, ou no meu twitter ou no facebook, de msicos que leram o livro e isso deu uma clareada um pouco no processo deles, isso para mim muito importante. Eu terminei o ano passado muito focado nisso, porque nos shows desse projeto no tenho realizado algo convencional, acabei fazendo um show que mistura uma palestra, tipo um workshop, tambm falando da minha experincia como produtor, como compositor e depois a gente faz

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    FOTO

    YUR

    I PIN

    HEIR

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    Jair na gravao do DVD de 30 anos no auditrio Ibirapuera

  • um pocket show, e tenho visto que muita gente se in-teressa, at no msicos. Quando a gente vai fazer isso na faculdade muitas pessoas de outras reas como de arquitetura, at de cincias sociais, administrao vo l para ouvir, para ver o que eu tenho a dizer sobre msica, ento acho que muitos se interessam, msica um assunto muito universal n, independente da profisso todo mundo tem seus artistas preferidos e todo mundo tem curiosidade em cima desse mundo da msica, um assunto que no acaba nunca.

    Q!-Comocompositoreprodutorvocjtra-balhou para grandes nomes damsica brasileira,como EdMotta,NeyMatogrosso,TomZ,MPB-4,Pedro Mariano, Patrcia Coelho, Vanessa Jackson,SniaRosa,UriCaine,entreoutros.Comquemvocgostariadetrabalharhojeemdia?

    J -Tem muita gente n, muita gente. J tive a chance de trabalhar com alguns dos meus dolos, Tom Z, por exemplo, tive a chance de produzir, o Djavan nunca produzi, mas dividi o palco com ele, ento j uma glria; o Joo Bosco tambm, mas tem mui-ta gente, muitos que j morreram e no vou ter a chance de trabalhar nunca, mas que eu sempre considero como dolos e que talvez seria legal ter tido a oportunidade de fazer alguma coisa junto, como o Tom Jobim, o Simonal, a Elis Regina, mas de certa forma eu compenso isso trabalhando com os filhos, com o Simoninha que meu scio, com o Pedro Mariano, que meu irmozo, ento a gente de alguma forma supre essa vontade, mas no sei, tem muita gente que eu gostaria de traba-lhar, produzir ou at mesmo acompanhar o traba-lho mais de perto, um Stevie Wonder... Daqui do Brasil eu gostaria muito de produzir alguma coisa para o Caetano, pro Djavan, pro Gil, mas tambm no fico pensando muito nisso no, porque se a gente fica pensando no que poderia acontecer a gente no faz acontecer n. Eu acho essa pergunta pertinente, acho muito legal, mas mais no sentido das ideias, porque na verdade no fico pensando muito nisso, agradeo as oportunidades que apa-recem para mim e corro atrs tambm das coisas, mas mesmo no trabalhando com esses dolos eu acabo considerando a pessoa com quem eu estou trabalhando o meu dolo, ento independente se um artista novo ou j consagrado a pessoa que eu t produzindo ou para quem eu t compondo aca-ba se tornando meu dolo e a pessoa com quem eu mais gostaria de trabalhar.

    Q!-FormadoemProduoMusicaleMu-sicBusinesspelaconceituadafaculdadeBerkleeCollegeofMusicdeBoston,assimquevoltouaoBra-silem1998,vocsejuntoucomoWilsonSimoninhaemaisdoissciosemontouaprodutoraSdeSamba,quehojeumimportantenomenomercadopubli-citrio. Como voc v esse sucesso tambm comoprodutor e quais as expectativas para a produtoranesseano?

    J -A S de Samba j existe desde 1998, ento so quase 14 anos de existncia e a gente tem feito muitas coisas legais. Nesses anos a gente teve a chan-ce de fazer muita coisa bacana, no s na msica pro disco, mas tambm msica para publicidade. Sou eu, o Simoninha e mais dois outros scios, o Dimi Kireeff e o Joopons, e acho que desde o comeo at ago-ra a gente teve uma evoluo muito grande, a gente se estabeleceu como uma das principais produtoras de udio nesse mercado publicitrio de msicas para publicidade aqui em So Paulo, que no um merca-do fcil, mas a gente conseguiu entrar e transformar

    a produtora em um negcio bem sucedido e, alm disso, d uma tranquilidade maior para a gente fazer nossos discos, nossos projetos. Desde 2005, alm da produtora de publicidade, a gente tambm abriu o selo da S de Samba e temos feito nossas prprias coi-sas, o que muito bacana porque a gente fica livre e mais sossegado para fazer um monte de outras coisas. Os projetos que a gente tem agora a partir desse ano o projeto do Grandes Pequeninos que a gente t dando sequncia ao volume 1 que lancei em 2009 em homenagem a minha filha Isabela.

    Q! - Alis, esse projeto (Grandes Pequeninos)criado emparceria com a sua esposa (Tnia Khalill)chegouaserindicadoaoGrammyLatinocomome-lhorprojetoinfantil,vocimaginavaessarepercusso?

    J -, no, ento, isso foi tambm uma grande

    surpresa, porque na verdade eu fiz essas msicas para minha filha logo que ela nasceu em 2007 e no tinha nem inteno de virar disco, mas por conta das cir-

    cunstncias acabou virando disco, livro e at pea in-fantil comigo e com a minha mulher e a gente acabou sendo indicado ao Grammy Latino. E agora a gente t indo para o volume dois desse projeto, agora eu tenho a minha segunda filha, a Laura, que nasceu em maro do ano passado, e j t aqui tambm me inspirando a bea, ento esse um dos projetos meus e da S de Samba agora para esse ano, de poder fazer mais um disco, de repente fazer um DVD animado, fazer outra pea, quem sabe at um programa de teve, eu e a T-nia e o Humberto. E para a S de Samba tem o disco do Simoninha esse ano que ele comea a gravar o disco de inditas e o meu DVD que a gente est terminan-do; um DVD em comemorao aos meus 30 anos de carreira, gravado no ano passado em um show que eu fiz em julho no Auditrio Ibirapuera, e vai ser um documentrio-DVD falando desses meus 30 anos de carreira desde o comecinho passando pelo Balo Mgico, pela fase dos artistas reunidos e falando das

    minhas fases de produtor, msico, compositor e acho que vai ser um produto bem legal, um documentrio DVD com trechos do show e outras entrevistas, depoi-mentos e com pessoas com quem eu trabalhei.

    Q!-EsseDVDcontacomaparticipaodedi-versos artistas que o acompanharam como Jair Ro-drigues,LucianaMello,PedroMariano,WilsonSimo-ninha,MaxdeCastro,DanielCarlomagnoeSimony.Nopossodeixardeperguntarcomofoireencontr-ladepoisde30anosdoBaloMgico?

    J-Ali as pessoas que participaram do show so to-das importantssimas para a minha carreira porque todas tm um significado muito especial, meu pai no preciso nem falar o porqu, minha irm porque acabou crescen-do comigo e desenvolvendo essa paixo pela msica, o Pedro Mariano, Simoninha, Max de Castro e o Daniel Car-lomagno tiveram uma importncia muito grande porque foi num momento com eles ali que comecei a descobrir o meu caminho como compositor, como produtor e a Si-mony - claro que eu no pude chamar todo mundo que

    tivesse uma importncia na minha carreira - ento a Simony acabou representando esse momento do Balo Mgico. Reencontr-la foi muito legal, que tem uma mstica em cima dessa coisa da dupla, de a gente ter trabalhado junto, mas algo emocionante, claro que muito emocionante poder estar com ela de novo depois de tantos anos sem trabalhar juntos, mas no contexto dessa festa acho que o fato de eu t-la encontrado no foi mais ou menos emo-cionante do que os outros que esto l. Eu tenho um carinho enorme por todos que participaram, inclusi-ve pelos que no participaram pelo Mike, pelo Tob, pelo Ricardinho, que foram meus parceiros tambm do Balo Mgico e no tive a chance de cham-los e tambm por tantas outras pessoas que eu gostaria de ter chamado e por algum motivo no puderam participar, o Tom Z que teve uma importncia muito grande na minha carreira tambm, ento as pessoas que me ajudaram eu sempre vou ter uma gratido enorme, inclusive pela Simony.

    Q!-Voccomentouquenosevtantocomointrpreteemaiscomocompositor.Emquepapelvocsesentemaisconfortvelago-ra,comomsico,compositor,produtor,pai?

    J-Acho que em vrios papis, me sinto bas-tante confortvel na msica inclusive. Eu falei isso do intrprete, porque eu realmente no me vejo gravando um disco, por exemplo, cantando msi-cas de outras pessoas, acho que isso um ncleo do intrprete, a carreira do meu pai, por exemplo, a carreira da minha im muito focada nisso, de mon-

    tar um repertrio atravs de msicas de outras pessoas, de fazer discos com essas msicas, de represent-las de um jeito digno e eu no me vejo fazendo isso, ento no posso falar para voc que eu sou um intrprete, se voc pegar minha carreira todos os meus discos so feitos com msicas minhas, o mximo que eu me distancio disso quando eu fao parceria com algum, mas mesmo assim a msica continua sendo parte minha, ento acho que eu me sinto muito mais confortvel como compositor e como produtor, como msico enfim, como violonista, do que como intrprete obviamente, mas muitas coisas na msica me do muita satisfao. E o papel de pai nem se compara, uma outra coisa, uma coisa meio mgica, um negcio que o cidado precisa ter um filho para saber o que , no d nem para explicar. O amor e o carinho que voc tem pelos seus filhos algo inexplicvel, ento esse papel a partir de 2007 acabou se transformando tal-vez no principal da minha vida, junto com a msica, mas esse tambm est ali lado a lado.

    FOTOS DIVULGAO

    WWW.QREVISTA.COM.BR FEVEREIRO/MARO201250

  • CASA E DECORAO

    Sonho de muitas pessoas na hora de deco-rar a casa, quem nunca quis ter uma sala de jo-gos? Com diversas opes como pebolim, mesa de ping-pong, mesa de carteado e a mesa de sinuca, preciso se planejar para saber o espao necessrio e como escolher um produto de qua-lidade. Para te ajudar, a Q! d dicas do item mais desejado para quem j pensou em montar uma sala desse tipo: a mesa de bilhar.

    O primeiro passo na escolha de uma mesa procurar um fabricante, pois independente de ser uma mesa para bilhar preciso ter em mente que ainda se trata de um mvel. Tem gente que compra pela internet porque acha a mesa bonita e acaba sendo uma mesa de compensado, nosso carro-chefe so as mesas de madeira. primor-dial ver no s o acabamento, mas o material da mesa de bilhar, afirma Aleksandro Costa Correia, proprietrio da Bilhares Correia.

    Garantir a qualidade da mesa evita proble-mas com nvel e ainda permite um acabamento personalizado. Com o fabricante voc tem um produto artesanal e pode escolher a cor da ma-deira, do tecido e ter uma pea nica. No caso dos tecidos, as opes vo desde o tradicional verde ao bord. Eu escolhi fazer uma mesa artesanal justamente em funo da escolha das dimen-ses para se adequarem ao espao e para obter exclusividade nas cores do tecido utilizado como tambm na escolha dos materiais envolvidos, ou seja, para ter uma mesa nica mesmo, afirma o administrador de empresas Marcus Vinicius Dini.

    Para ter certeza de que a sua casa comporta uma sala de jogos tambm importante garantir o acompanhamento profissional. Antes de co-mear a produzir ns vamos at o cliente e medi-mos o espao disponvel para sugerir o que pode ser feito. Mas, como todas as mesas so montadas

    j nos locais, at mesmo quem mora em aparta-mento pode ter um espao como esse. Alm disso, tambm oferecemos suporte na compra, assistncia, restaurao e reforma de mesas anti-gas, ressalta Aleksandro.

    Quanto ao espao preciso garantir no m-nimo 1,5 m em volta da mesa e uma iluminao em cima. O ideal que a luz esteja a pelo menos 60 cm de distncia da mesa para no atrapalhar o jogador e que seja uma lmpada fria para no danificar o tecido. Para amadores, a mesa mais indicada a semi-profissional que tem em m-dia 2,20 m por 1,20 m. J o taco tem que ter no mnimo 1,45 m na mesa oficial e na semi oficial pode ser usado o taco de 1,35 m. O taco pode variar de jogador para jogador, mas a ponteira re-comendada a da marca Master, porque se no for, para pegar uma bola com efeito, por exemplo, voc no vai conseguir, indica o especialista.

    POR MAIARA LIMA

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    COMO MONTAR UMA SALA DE JOGOSAPRENDA A ESCOLHER UMA MESA DE BILHAR

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  • CASA E DECORAO

    Com as promoes de modernas televises Led, LCD e Plasma muitas pessoas, alm de adquirir uma nova telinha, aproveitam para dar uma repaginada na sala de estar. Por mais que isso parea uma tarefa prazerosa e fcil, a escolha de alguns mveis de tirar o sono. Estamos falando, principalmente, dos racks ou estantes, afi nal, hoje o mer-cado oferece uma infi nidade de modelos.

    O primeiro passo antes da compra, segundo especialistas em deco-rao, determinar o tamanho do mvel para acomodar a TV e os demais eletrnicos. Em primeiro plano, deve ser considerado a medida do mvel. Logo depois, o estilo, a disposio para os equipamentos, frisa o proprie-trio da West Design, Fernando Quintana Martines.

    Por serem mais prticos, atualmente, os racks so os mais procu-rados. Eles tambm so os mais indicados para salas pequenas. Eles so baixos, portanto, no carregam o ambiente.

    Segundo Martines, as lojas oferecem desde racks vazados at racks que servem como divisores de ambientes, racks com portas deslizantes, com linhas torneadas, ou seja, diversos estilos para todos os gostos e bol-sos.

    Quanto s estantes, elas no perderam espao, ao contrrio, ga-nharam uma nova cara e continuam sendo perfeitas para salas com mais rea disponvel. Elas mudaram muito. Antigamente, eram para tambm guardar livros, bebidas, etc. Hoje em dia, elas servem para a colocao dos equipamentos eletrnicos e artigos de decorao. So at apelidadas de home theaters, ressalta.

    A escolha livre, mas o mais correto sempre seguir os acabamen-tos das moblias existentes no ambiente, fi naliza o proprietrio da West Design.

    SERVIO:WEST DESIGNENDEREOS:AV.29DEABRIL,587-CENTRO-ITATIBA/SP-FONE(11)4538.8341

    ITATIBASHOPPINGMVEISQD.A-LJ.1/2-ITATIBA/SP-FONE(11)4538.6131e-mail:[email protected]

    POR ROBERTA DE S

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    LOJA WEST DESIGN

    RACK OU ESTANTE: ESPECIALISTAD DICAS

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    Entre os televisores convencionais, a TV de plasma, TV LCD, TV LED e as televises com tecno-logia 3D, so inmeras as opes de escolha para comprar uma TV, mas voc sabe qual a mais indi-cada para a sua sala? Para no se deixar levar apenas pela esttica do aparelho ou pelas novidades, a Q! conversou com uma arquiteta para mostrar quais os fatores que devem ser considerados antes de voc se sentar para assistir seu programa favorito.

    Em primeiro lugar, preciso escolher um local adequado para a instalao do televisor. Nessa hora deve ser privilegiado o conforto visual do telespectador e a dica quanto menos reflexo

    melhor. Melhor conforto visual deixar o televisor livre dos reflexos diretos da iluminao natural que entra pelas janelas, vitrs, portas e corredores. Ge-ralmente, devemos instalar a TV na parede lateral ao lado das janelas, nunca no lado oposto com a tela voltada para a porta ou janela, afirma a arqui-teta Chamberlain Mendona.

    Para aqueles que podem fazer alteraes na sala, a arquiteta indica que seja elaborado um pro-jeto com iluminao artificial embutidas em sancas (molduras de gesso), ou nas laterais da sala, que deixam o ambiente mais confortvel.

    Na hora de escolher o televisor, a dica tam-

    bm levar em conta a questo do reflexo. O mais indicado para ambientes com mais reflexos so os aparelhos de LCD (Liquid Crystal Display). A vantagem desse tipo de aparelho LCD a menor reflexidade da tela quando bate alguma luz direta sobre ela, comenta a arquiteta. J a TV de Plasma indicada para locais mais escuros, pois suas cores so mais vibrantes.

    Para a escolha do tamanho da tela do televi-sor deve ser considerado o tamanho da sala. A dis-tncia deve ser de 1,50m a 4,20 metros, e a altura de 0,90cm a 1,10 m. Alguns sites de lojas de varejo, que tambm vendem televisores, j ensinam como calcular o tamanho e a distncia ideal para sua sala, mas para voc no precisar fazer as contas confira a tabela:

    POR MAIARA LIMAFOTOS ILUSTRATIVAS

    COMO ESCOLHER A TV CERTA PARA A SUA SALAA DICA PARA GARANTIR O CONFORTO VISUAL EVITAR OS REFLEXOS

    TAMANHO DA TELA X DISTNCIA DO OLHO

    Tela Diagonal Distncia

    15 38,1 cm 1,1m

    19 48,3 cm 1,4 m

    22 55,9 cm 1,7 m

    26 66,0 cm 2,0 m

    32 81,3 cm 2,4 m

    37 94,0 cm 2,8 m

    42 106,7 cm 3,2 m

    47 119,4 cm 3,6 m

    52 132,1 cm 4,0 m

    60 152,4 cm 4,6 m

  • Desde a antiguidade as flores t