guia para destinação do lixo reciclável em condomínios - secovi

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    Guia para destinao do lixo reciclvel em condomnios

  • Guia para destinao do lixo reciclvel em condomnios

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    Guia para destinao do lixo reciclvel em condomnios

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    Guia para destinao do lixo reciclvel em condomnios

    PREFCIOH muitos anos, o Secovi-SP acompanha e

    ajuda a implantar, por meio dos sndicos e das administradoras, programas de coleta seletiva e reciclagem nos condomnios. Felizmente, impul-sionados pelo aumento da conscincia ecolgica e por mudanas na legislao, percebemos um inte-resse maior pela coleta seletiva e, principalmente, pela destinao correta dos resduos.

    Um grupo foi formado por integrantes do Con-selho de Sndicos do Secovi-SP para analisar os problemas relacionados coleta e destinao correta destes resduos na cidade de So Paulo. O grupo trabalhou, nos ltimos meses, consul-tando a Prefeitura, os rgos e as empresas res-ponsveis pelo servio, cooperativas, entidades e organizaes no governamentais.

    O assunto vasto e complexo, envolve planeja-mento, logstica e integrao entre pessoas, empre-sas e governo. Como sabemos, diversos condom-nios ainda encontram dificuldades na implantao da coleta seletiva, principalmente por causa de problemas na destinao dos resduos.

    Por isso, estamos lanando este primeiro guia de orientao, com lista atualizada dos agentes que captam resduos reciclveis. Vale ressaltar que existem vrios materiais nocivos ao ser humano, como pilhas, baterias e lmpadas fluorescentes, merecedores de ateno especial, em todas as fases da reciclagem. importante a conscientiza-o de toda a sociedade.

    Hubert GebaraVice-presidente de Administrao Imobiliria e Condomnios do Secovi-SP

    Guia para destinao do lixo reciclvel em condomnios

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    SUMRIO

    abertura

    FREGUESIA / FREGUESIA / FREGUESIA / FREGUESIA / FREGUESIA / FREGUESIA / FREGUESIA / FREGUESIA / FREGUESIA / BRASILANDIABRASILANDIABRASILANDIABRASILANDIABRASILANDIABRASILANDIABRASILANDIABRASILANDIABRASILANDIA SANTANA / SANTANA / SANTANA / SANTANA / SANTANA / SANTANA / SANTANA / SANTANA / SANTANA /

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    ConcessoDivisoLOGAECOURBIS

    Coleta DomiciliarDistribuio das Empresas

    10Coleta Seletiva na

    Cidade de So PauloreaS Com

    abranGnCia

    CooPerativaS ConveniadaS

    deStinao Correta de reSduoS

    eletrnicos p.17

    leo de cozinha p.18

    lmpadas p.19

    medicamentos p.20

    Chapas de raio-X p.20

    latas de tinta p.21

    entulho p.22

    ecopontos p.23

    Cata-bagulho p.24

    07

    telefoneSteiS

    fiCHatCniCa

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    AbERtURAO Guia Prtico para Destinao do Lixo

    Reciclvel em Condomnios o resultado do trabalho desenvolvido pelo Conselho de Sndicos do Secovi-SP, com o objetivo de orientar os sndicos acerca dos pro-cedimentos corretos de descarte de lixo domstico reciclvel.

    A ideia mostrar as facilidades e indicar alguns endereos, telefones ou sites de coo-perativas, empresas ou entidades que fazem a coleta de lixo domstico reciclvel, alm de orientar sndicos, funcionrios, administra-doras e moradores sobre a separao, coleta e destinao de materiais reciclveis, entre outras informaes importantes.

    Sergio meira de Castro netoDiretor de Condomnios da vice-presidncia de Administrao Imobiliria e Condomnios do Secovi-SP e coordenador do Conselho de Sndicos do Sindicato

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    Coleta de Lixo na Cidade de So Paulo

    Segundo informaes da Prefeitura de So Paulo, a cidade gera, em mdia, 18 mil toneladas de lixo diaria-mente (residencial, de sade, restos de feiras, podas de rvores, entulho etc). S de resduos domiciliares so coletados quase 10 mil toneladas por dia.

    Os trabalhos de coleta de resduos domiciliares, seletivo e hospitalares so executados pelas conces-sionrias Ecourbis e Loga. Diariamente so percorri-dos 1.523 km e estima-se que mais de 11 milhes de pessoas so beneficiadas pela coleta. Cerca de 3,2 mil pessoas trabalham no recolhimento dos resduos e so utilizados 500 veculos (caminhes compactadores e outros especficos para o recolhimento dos resduos de servios de sade).

    A Loga atende a regio noroeste da cidade de So Paulo. Alm da coleta, ela administra o aterro Sani-trio Bandeirantes, em Perus, e o transbordo Ponte Pequena. A Ecourbis faz a coleta da regio sudeste e administra os aterros CTL (Central de Tratamento de Resduos Leste) e So Joo (desativado), ambos na Avenida Sapopemba, alm dos transbordos Vergueiro e Santo Amaro.

    A Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (AMLURB) o rgo gerenciador dos servios de lim-peza urbana prestados na cidade de So Paulo, como coleta de resduos de sade, domiciliares (orgnico e reciclvel), varrio de vias pblicas, lavagem de mo-numentos e escadarias e remoo de entulho.

    Por meio desta autarquia, so estabelecidas normas e procedimentos para implementao, gerenciamento, fiscalizao e controle da coleta seletiva e destinao dos resduos reciclveis em So Paulo.

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    COLEtA SELEtIVA NA CIDADE DE SO PAULO

    de Entrega Voluntria (PEVs) para a populao depositar materiais recicl-veis. Esses equipamentos incentivam a separao do material para reciclagem e a entrega voluntria.

    Os PEVs so grandes caixas verdes em forma de contineres, fechados, com capacidade para 2.500 litros cada, e ins-talados em locais de grande fluxo e fcil acesso ao pblico, permitindo manobras de caminhes que fazem seu manuseio. Todos so adesivados com informaes sobre o que pode e o que no pode ser depositado nestes equipamentos.

    Normalmente, os PEVs ficam em ecopontos, parques, postos de ga-solina e reas pblicas, sempre em locais que no atrapalhem o fluxo virio e de pedestres.

    Os materiais reciclveis depositados nos PEVs so coletados pelas em-presas de limpeza pblica da cidade e encaminhados para as Centrais de Triagem municipais, onde operam cooperativas conveniadas Prefeitura, responsveis pela separao e reven-da do material, gerando renda aos co-operados. A frequncia da coleta varia conforme o local de instalao do PEV e a demanda. Atualmente, so 3.811 PEVs instalados em locais especficos. Consulte a lista completa no site da Prefeitura: www.prefeitura.sp.gov.br.

    Como Funciona

    At julho de 2012, o Programa de Coleta Seletiva da Prefeitura de So Paulo contava com 20 Centrais de Triagem, que possibilitam a gerao de renda, emprego e incluso social para aproximadamente 1.200 pessoas, de 21 cooperativas conveniadas, que estavam margem da sociedade. A importn-cia do programa no se restringe ao seu carter social, afinal de contas, a preocupao ambiental acompanha as diretrizes da coleta seletiva.

    Regies atendidas

    Atualmente, dos 96 distritos exis-tentes no Municpio de So Paulo, 75 so atendidos pela Coleta de Materiais Reciclveis das Centrais de Triagem e Concessionrias, sob a coordenao da Secretaria Municipal de Servios, por intermdio da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana AMLURB.

    Pontos de Entrega Voluntria (PEV)

    A Prefeitura de So Paulo, por intermdio da Secretaria de Servios e da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (AMLURB), oferece Pontos

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    Guia para destinao do lixo reciclvel em condomnios

    Como participar da Coleta Seletiva?

    Se a sua rua for atendida pela coleta porta a porta, e no for possvel a insta-lao de continer, o muncipe pode par-ticipar do programa da seguinte forma:

    Os resduos podero ser colocados em vias pblicas. Este procedimento correto, pois o dia e perodo da coleta seletiva diferem da coleta dos resduos

    orgnicos. Lembramos que no neces-sria a separao do material reciclvel por tipo, pois ele ser manipulado pelas cooperativas nas Centrais de Triagem. O muncipe s precisa separar o material seco do mido e entreg-lo no dia e perodo da coleta.

    Segundo dados da Prefeitura de So Paulo, atualmente 1.871 condomnios resi-denciais participam do Programa de Coleta Seletiva e utilizam 2.876 contineres.

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    Como pedir contineres?

    A Prefeitura de So Paulo dispe na internet uma lista de endereos (locais atendidos pelo servio de coleta seletiva porta a porta), onde possvel verificar se sua rua atendida pelo Programa de Coleta Seletiva.

    Caso o endereo esteja no Programa de Coleta Seletiva e dentro da rea de coleta das concessionrias, possvel verificar junto s empresas Ecourbis ou Loga a possibilidade de instalao do continer.

    So necessrias as seguintes in-formaes: nome e CNPJ do condo-mnio, endereo completo, nome e telefone do sndico.

    Destacamos que so essas empresas que efetuam o cadastro, analisam a necessidade, inclusive mediante visita ao local, e fornecem o continer. Insta-lado o continer, a coleta ser realiza-da pela concessionria de uma a duas vezes por semana, podendo ocorrer nos perodos diurnos e noturnos.

    A solicitao de continer poder ser feita diretamente na Central de Atendi-mento da Prefeitura de So Paulo - (11) 156 - ou no Al Limpeza: (11) 3397-1723.

    Se o sndico tiver interesse, a AMLURB tambm promove palestra sobre Gesto de Resduos Slidos na Cidade de So Paulo, que aborda a histria dos resduos, as mudanas no manejo ao longo do tempo e as atuais formas de gerenciamento de todos os tipos de resduos gerados na cidade.

    Mais informaes podem ser obti-das na Diviso Tcnica de Educao e Divulgao / Coleta Seletiva, telefones (11) 3397-1758/1759.

    materiais reciclveis

    Os materiais mais comuns encon-trados no lixo urbano e que podem ser reciclados so:

    Plsticos:

    Garrafas, embalagens de produtos de limpeza; Potes de cremes, xampus; Tubos e canos; Brinquedos; Sacos, sacolas e saquinhos de leite; Isopor.

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    Guia para destinao do lixo reciclvel em condomnios

    alumnio:

    Latinhas de cerveja e refrigerante; Esquadrias e molduras de quadros.

    metais ferrosos:

    Molas e latas.

    Papel e papelo:

    Jornais, revistas e impressos em geral; Embalagens longa-vida.

    vidro:

    Frascos e garrafas; Vidros de conserva.

    dicas de como separar o lixo para coleta:

    1 Plsticos: lave-os bem para que no fiquem restos do produto, principal-mente as embalagens de detergentes e xampus, que podem dificultar a tria-gem e o aproveitamento do material.

    2 Vidros: lave-os bem e retire as tampas.

    3 Metais: latinhas de refrigerantes, cervejas e enlatados devem ser amassados ou prensados para facilitar o armazenamento.

    4 Papis: podem ser guardados dire-tamente em sacos plsticos.

    No necessria a separao do material reciclvel por tipo; basta separar o material seco do mido.

    materiais no reciclveis:

    Cermicas; Vidros pirex e similares; Acrlico; Lmpadas fluorescentes; Papis plastificados, metalizados ou parafinados (embalagens de biscoito, por exemplo); Papis carbono, sanitrios, molha-dos ou sujos de gordura; Fotografias; Espelhos; Pilhas e baterias de celular devem ser devolvidas ao fabricante; Fitas e etiquetas adesivas.

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    REAS DE AbRANgNCIA NA CIDADE DE SO PAULO

    FREGUESIA / FREGUESIA / FREGUESIA / FREGUESIA / FREGUESIA / FREGUESIA / FREGUESIA / FREGUESIA / FREGUESIA / BRASILANDIABRASILANDIABRASILANDIABRASILANDIABRASILANDIABRASILANDIABRASILANDIABRASILANDIABRASILANDIA SANTANA / SANTANA / SANTANA / SANTANA / SANTANA / SANTANA / SANTANA / SANTANA / SANTANA /

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    ConcessoDivisoLOGAECOURBIS

    Coleta DomiciliarDistribuio das Empresas

    A Loga atende as zo-nas Oeste, Norte, Centro e parte da Leste. Atende s subprefeituras: Butant, Casa Verde/Ca-choeirinha, Freguesia do /Brasilndia, Jaan/Trememb, Lapa, Mooca, Penha, Perus, Pinheiros, Pirituba/Jaragu, Santa-na/Tucuruvi, Vila Maria/Vila Guilherme e S.

    A Ecourbis atende as zonas Sul e parte da Leste. Atende s subprefeituras: Arican-duva/Formosa/Carro, Campo Limpo, Capela do Socorro, Cidade Ade-mar, Cidade Tiradentes, Ermelino Matarazzo, Guaianases, Ipiranga, Itaim Paulista, Itaquera, Jabaquara, MBoi Mirim, Parelheiros, Santo Ama-ro, So Mateus, So Mi-guel, Vila Mariana e Vila Prudente/Sapobemba.

    Fonte: Prefeitura de So Paulo

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    LIStA DAS COOPERAtIVAS CONVENIADAS

    As cooperativas conveniadas Pre-feitura de So Paulo fazem o trabalho complementar ao das empresas con-tratadas pelo municpio para a coleta do lixo. At julho de 2012, 20 coope-rativas estavam credenciadas para retirada de embalagem longa-vida, metal, papel, papelo, plstico, vidro e equipamentos eletroeletrnicos, entre outros materiais.

    Cooperativa tiet Av. Salim Farah Maluf, 179Tatuap (11) 2092-3668

    Coopere-Centro Av. do Estado, 300Bom Retiro (11) 3326-4512 / 3313-6350

    Cooperao Rua Frobem, 99/101Vila Leopoldina 3836-9043 / 3832-0992

    Cooperleste Estrada Fazenda do Carmo, 450 So Mateus (11) 2013-3627 / 2017.2747

    Coopervila e tiquatira Av. Ernesto Augusto Lopes, 100-A Parque Novo Mundo (11) 2631-6092

    Cooperativa Sem fronteira Rua Gal.Jernimo Furtado, 572Jardim Cabuu (11) 2249-1736

    Cooperativa vitria da Penha Rua Lagoa de Dentro, 170Vila Silvia (11) 2541-9298 / 2547-0261

    Coopercaps Av. Joo Paulo da Silva, 48Vila da Paz (11) 5667-7937 / 5667-9961

    nova Conquista Rua Cembira, 1100Vila Curua (11) 2514-9333 / 2512-8606

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    Cooperativa nossos valores Rua Nossa Senhora do Socorro, 218Capela do Socorro 5641-0218

    Coopermiti Rua Doutor Srgio Meira, 268 / 280Barra Funda (11) 3666-0849

    Cooperativa Chico mendes Rua Cinira Polnio, 369Parque So Rafael - So Mateus (11) 2752-9446

    Cooperativa nova esperana Rua Japichau, 311 - Vila Jacu (11) 2214-2350

    Cooperpac Estrada do Barro Branco, 1239Jardim Noronha / Graja (11) 5528-1674

    Coopervivabem Av. Embaixador Macedo Soares, 6000 Vila Leopoldina (11) 3833-9022

    Cooperativa Crescer Rua Joaquim Oliveira Freitas, 325So Domingos (11) 3902-3822

    Cooperativa unio Rua So Felix do Piau, 1221Vila Carmosina (11) 2217-3850

    Coopermyre Avenida Miguel Yunes, 347Vila Sabar (11) 5612-4723 / 5612-8997

    Cooperativa vira lata Rua Nella Murari Rosa, 40Raposo Tavares (11) 98181-3818 e (11) 99663-0192

    fnix agape Rua Manuel Bueno da Fonseca, 503 Jd. Camargo Novo (11) 3537-3797 / 2562-2829

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    DEStINAO CORREtA DE RESDUOS

    PRODUTOS DIVERSOS

    eletrnicos

    A reciclagem de celulares, impressoras, cartuchos, televisores, telefones sem fio, filmadoras, entre outros produtos eletrnicos, indicada, pois eles tm baixa concentrao de metais pesados e no so tidos como prejudiciais ao meio ambiente. Para reciclar esses produtos, a dica separar um recipiente exclusivo para esse lixo, a fim de evitar a contamina-o do resduo organico. Outra recomen-dao entrar em contato com o Servio de Atendimento ao Consumidor (SAC) do fabricante do produto para verificar o descarte correto, pois muitas empresas recebem seus equipamentos usados ou fora de uso.

    instituto GeaTelefone: (11) 3058-1088www.institutogea.org.br www.e-lixo.org

    Pilhas e baterias

    A responsabilidade por recolher e en-caminhar adequadamente as pilhas aps o uso do fabricante. Portanto, os ma-teriais usados devem ser entregues aos estabelecimentos que comercializam ou s assistncias tcnicas autorizadas, para que eles repassem os resduos aos fabricantes ou importadoras. As pilhas e baterias podem ser recicladas, reutilizadas ou submetidas a algum tipo de tratamento que possibilite o descarte seguro no meio ambiente.

    A desateno no descarte de pilhas e baterias pode resultar em diversas com-plicaes, desde a contaminao do solo e da gua at a propagao de doenas entre as pessoas e os animais presen-tes nos locais em que esses materiais foram descartados. Outro cuidado que deve ser tomado com relao s pilhas piratas. De procedncia duvidosa, elas podem conter materiais muito mais txicos do que os produtos regulados. importante tambm observar a rotula-gem do produto. Veja se na embalagem consta que a pilha pode ser descartada no lixo comum. As pilhas alcalinas, por exemplo, no contm metais pesados em sua composio. J as pilhas co-muns, como as recarregveis, possuem mercrio, cdmio e chumbo, e devem ser devolvidas ao fabricante.

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    leo de Cozinha

    O leo de cozinha um dos alimentos mais nocivos ao meio ambiente. Quando jogado no ralo da pia, ele contamina rios e mares.

    Para se ter uma ideia, 1 litro de leo de cozinha polui 25 mil litros de gua potvel.

    Orientao para a reciclagem do leo de cozinha: deixe-o esfriar, coloque-o em garrafas PET bem vedadas e entre em contato com alguma empresa ou associa-o que faz esse tipo de reciclagem. Mui-tos mercados de grandes redes mantm pontos de recepo de leo de cozinha. O produto pode ser aproveitado na fabrica-o de sabo e de biodiesel.

    relao de algumas empresas que reciclam leo de cozinha:

    bioauto Rua lvares Cabral 680 Diadema(11) 4043-2125 [email protected]

    biobras(11) 4799-8199 [email protected]

    ecleo - associao brasileira para Sensibilizao, Coleta e reciclagem de leo Comestvel(11) 3081-3418www.ecoleo.org.br

    ecoponto Supra(11) [email protected]

    onG oxignioRua Maestro Elias Lobo, 650(11) 4338-3286 / [email protected]

    onG trevoAv. Henry Ford, 686/690 (11) [email protected]

    instituto tringulo (11) 11 4428-2812 www.tringulo.org.br

    Cempre - Compromisso empresarial para reciclagem Rua Bento de Andrade, 126(11) 3889-7806/8564 www.cempre.org.br

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    tramppo Gesto Sustentvel(11) 4702-3700Rua Eliseu Jos de Paula, 63Pq. Alexandre Cotiawww.tramppo.com.br

    naturalis brasil(11) 4496-6323www.naturalisbarsil.com.br

    C&CAv. Marginal Tiet, 7.207 - Barra Funda(11) 4004-1444

    Lmpadas

    Um dos descartes de resduos slidos mais preocupantes para o meio ambien-te o das lmpadas fluorescentes, pois elas so altamente txicas e no podem ser jogadas no lixo comum. O correto lev-las para uma loja de material de construo, por exemplo, onde pode existir um ponto de coleta.

    lista de alguns locais que aceitam lmpadas:

    leroy merlin Rua Domingas Galleteri Blotta, 311Interlagos

    Rod. Raposo Tavares, Km 14,5 s/nRaposo Tavares

    Av. Pres. Castelo Branco, 6.061Marginal Tiet

    Av. do Estado, 1750So Caetano do Sul

    Rua Magalhes de Castro, 12.000Morumbi

    Av. Dr. Ricardo Jafet, 1501Ipiranga

    Av. Otto Baumgart, 500, em frente ao Shopping Center Norte(11) 3612-6200 www.leroymerlin.com.br

    apliquim brasil recicle(11) 3522-9958www.apliquim.com.br A unidade de descarte em So Paulo em Paulnia.

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    Medicamentos

    O descarte de medicamentos deve ser feito em locais adequados, evitan-do os riscos de contaminao do solo e da gua. Para facilitar o descarte correto deste resduo, a Prefeitura de So Paulo mantm parceria com a iniciativa privada para receber os medicamentos em supermercados espalhados pela cidade, alm de recomendar o descarte em todas as Unidades Bsicas de Sade (UBS).

    Alguns supermercados deixam urnas, especialmente preparadas para acondicionar de forma segu-ra os medicamentos. J as UBS recebem os produtos, identificam a categoria qumica e os acondicionam devidamente embalados e lacrados. Posteriormente, os resduos so recolhidos pelas concessionrias que prestam o servio de coleta Prefeitura de So Paulo e levados para tratamento adequado em vecu-los customizados.

    No necessrio destacar os comprimidos, e os remdios lquidos devem estar em embalagens fecha-das. Para a dispensa de seringas e agulhas, o ideal que elas sejam armazenadas em um recipiente rgido para evitar acidentes. J as caixas de medicamentos e bulas que no tive-ram contato com os remdios devem ser encaminhadas para a reciclagem de papis. O medicamentos so encaminhados pela Ecourbis ou Loga para incinerao.

    Em caso de dvidas, pea informa-es ao seu mdico ou na UBS mais prxima da sua residncia.

    Chapas de Raio-X

    As chapas de Raios-X so placas de plstico revestidas com prata. Por meio de processos qumicos , o pls-tico e a prata so separados e voltam a ser matria prima para o processa-mento de novos produtos. Como as chapas tm substncias txicas para o meio ambiente, elas no devem ser descartadas no lixo comum, pois podem causar contaminao.

    Algumas cooperativas conveniadas Prefeitura de So Paulo recolhem as chapas para revenda. O consumidor s deve tomar o cuidado de proteg-las em um envelope, por exemplo, para evitar que sejam danificadas.

    locais para descarte:

    Hospital das Clnicas - Prdio dos ambulatrios instituto CentralAv. Dr. Enas de Carvalho Aguiar, 155(11) 2661-6360

    unidades do grupo fleury Consulte os endereos das unidades em www.fleury.com.br(11) 3179-0822

    reprata ambiental Rua gua Santa, 127, Alto da Mooca(11) 2606-9966 refina metalqumica Rua Itaguara, 274, Jabaquara(11) 5588-0766

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    Latas de Tinta

    Embalagens de tintas, vernizes e solventes pedem grande cuidado na hora do descarte. De acordo com a cartilha de resduos da Associao Brasileira dos Fabricantes de Tintas (Abrafati), as latas e embalagens devem ser inutilizadas com furos, cortes ou prensagem para que no se prestem a outro uso, j que possuem poluentes e no podem ser destinadas coleta municipal de lixo.

    Existe ainda um outro problema para descartar corretamente esse tipo de material: a dificuldade de encontrar um local ou posto de recebimento. O correto levar as sobras e embalagens destes produtos qumicos para locais adequados, em vez de descart-los na pia, na rua ou no lixo comum.

    Na cidade de So Paulo, foi san-cionada a lei 15.121/2010, que obriga os comerciantes e produtores de solventes, tintas e vernizes a serem responsveis pela coleta dos lixos do-miciliares e industriais para posterior reciclagem e reutilizao das sobras dos produtos vencidos e devolvidos pelos consumidores.

    A medida tambm probe que comer-ciantes, fabricantes ou consumidores des-cartem essas embalagens no lixo comum. O servio de coleta de lixo domiciliar tambm est proibido de recolher esse tipo de material.

    Alguns fabricantes j esto receben-do esses materiais. Porm, os reci-pientes devem ser entregues limpos e acondicionados em caixas de papelo. A recomendao que a tinta que ain-da sobrou no recipiente seja polimeri-zada (seca), pois dessa forma ela no gera complicaes ambientais.

    Sherwin-Williams (diviso Sumar)(19) 2122-8800Indica o descarte das latas de tinta na Subprefeitura mais prxima.

    C&C Casa e Construo Marginal Tiet, 7.207Av. Presidente Castelo Branco, 4885(11) 4004-1444

    Gerdau Av. Prosperidade, 374 - Prosperidade So Caetano do Sul (11) 4228-7100/4228-7162

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    Na medida em que so geradas quan-tidades superiores estabelecida em lei, o gerador o responsvel pela remoo e pela destinao do entulho. Portanto, deve-se contratar servio legalizado de empresas transportadoras, que operam com caambas.

    importante verificar, antes de con-tratar o servio, a lista das empresas cadastradas pela administrao muni-

    Entulho

    Entulho o resduo gerado pelas ativi-dades de construo civil ou de reformas. Na cidade de So Paulo, a lei probe o depsito de entulho em vias e logradouros pblicos, e permite que cada imvel ge-rador encaminhe o mximo de 50 quilos de entulho por dia para ser recolhido pela Prefeitura, por meio da coleta domiciliar convencional, desde que os resduos este-jam devidamente acondicionados.

    Outra opo encaminhar o entulho para os ecopontos, que so unidades para o descarte gratuito dirio de at 1 m de entulhos, madeiras, podas de rvores e grandes objetos.

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    cipal, porque somente as regularizadas podem descartar o entulho em aterros de resduos da construo civil, com disposio final dos materiais ambiental-mente adequada.

    Quem contrata o servio de caam-bas deve exigir:

    Contrato da empresa que demons-tre claramente a responsabilidade do transportador pela correta destinao do entulho em reas licenciadas de trans-bordo e triagem ou aterros licenciados de resduos da construo;

    Uma via do registro do CTR (Controle de Transporte de Resduo), documento comprobatrio de que o entulho foi entregue em rea licencia-da destinao adequada dos resdu-os da construo. Se o gerador agir dessa forma, estar colaborando com a construo de uma cidade mais bo-nita, alm de evitar ser responsabiliza-do pelo depsito irregular de entulho na cidade.

    No site da Prefeitura de So Paulo possvel fazer download da lista atua-lizada de empresas de transportes de resduos da construo civil. Informa-es no telefone (11) 156.

    Ecopontos

    Os ecopontos so locais de entrega voluntria de pequenos volumes de entulho (at 1 m), grandes objetos (mveis, restos de poda de rvores, entre outros) e resduos reciclveis. A populao pode dispor o material gra-tuitamente em caambas distintas para cada tipo de resduo. A oferta destas

    reas tem sido gradativamente amplia-da em todas as regies da cidade.

    O horrio de funcionamento de segunda a sbado, das 6 s 22 ho-ras, e domingos e feriados, das 6 s 18 horas.

    Acesse o link: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/servicos/limpurb/ecopontos/index.php?p=4626 e confira a relao dos ecopontos dis-ponveis na cidade de So Paulo

    Operao Cata-Bagulho

    O Cata-Bagulho um servio gratuito promovido pela Prefeitura de So Paulo. realizado em todas as subprefeituras desde 2005 e tem o objetivo de impedir que materiais como mveis velhos, eletrodomsticos quebrados, pedaos de madeira e me-tal sejam depositados em vias pbli-cas, crregos e terrenos baldios.

    As aes so programadas aos sbados e a populao avisada com antecedncia para deixar o material de descarte na porta das casas. A Prefei-tura passa com um caminho reco-lhendo todo o material. Essa medida evita que os cidados se desfaam do material de maneira indevida.

    importante lembrar que o des-carte irregular considerado crime ambiental passvel de multa em R$ 13 mil. Caso o muncipe queira descartar algum item, mas sua rua no foi aten-dida na ltima operao Cata-Bagulho, pode solicitar que a subprefeitura da sua regio inclua a via na programa-o do servio. Basta ligar para 156 ou comparecer a um dos ecopontos espa-lhados pela cidade de So Paulo.

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    lar escola So francisco (bazar Sambur)Rua Frana Pinto, 783 - Vila Mariana(11) 5908-7899www.larescola.com.brRecebe livros, roupas, brinquedos, m-veis, decorao, eletrnicos, informti-ca, entre outros.

    mercatudo Casas andr luizCentral de Doaes 0800 773 4066www.casasandreluiz.org.br/mercatudoRecebe mveis, utenslios domsticos, CDs, DVDs, livros, roupas, calados, materiais para reciclagem e outros.

    Entidades Beneficentes

    exrcito da Salvao (11) 4003-2299 www.exercitodoacoes.org.brRecebe roupas, mveis, brinquedos, sapatos, livros, computadores, entre outros objetos em bom estado.

    unibesRua Pedro Vicente, 569 Canind(11) 3311-7266/3226-7266/ 3123.7300www.unibes.org.brRetira as doaes e/ou recebe roupas, m-veis, eletrodomsticos, eletrnicos e objetos.

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    Legislao A nova poltica de gesto dos resduos

    da construo civil da Prefeitura de So Paulo foi implementada pelo Plano Muni-cipal de Gesto Sustentvel de Entulho. O plano - que atende s novas diretrizes exigidas pelo governo federal, com a Resoluo N 307/ 2002 do Conama (Conselho Nacional de Meio Ambien-te) - est aumentando a oferta de reas para depsito regular dos resduos da construo e demolio de pequenos a grandes geradores, alm de facilitar e incentivar a reciclagem desses materiais.

    A legislao que trata desse assunto ampla. No site da Prefeitura (http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/se-cretarias/servicos/legislacao/index.php?p=4641), possvel consultar as seguintes leis, normas e decretos:

    Lei 8.491/1976 Dispe sobre a reestru-turao da Secretaria de Servios e Obras.

    Lei 7.108/1968 Dispe sobre a am-pliao e reorganizao da Secretaria de Servios Municipais.

    Lei 10.315/1987 Dispe sobre a Lim-peza Pblica no Municpio de So Paulo.

    Lei 10.746/1989 Introduz modifica-es na Lei 10.315, de 30 de abril de 1987, e d outras providncias.

    Lei 10.142/1986 - Trata da fiscaliza-o dos Servios de Limpeza Pblica no Municpio de So Paulo.

    Lei 11.915/1995 - Modifica a multa da tabe-la anexa Lei 10.315 (Multa de Panfletos).

    Lei 13.298/2002 - Estabelece a res-ponsabilidade do gerador e do trans-portador quanto ao manejo dos RCD.

    Lei 13.478/2002 - Dispe sobre a or-ganizao do sistema de limpeza urbana.

    Lei 15.092/2013 - Dispe sobre a obri-gatoriedade das concessionrias em dar publicidade aos horrios de coleta.

    resoluo Conama n 05

    Dispe sobre a destinao final de resduos slidos.

    minuta de resoluo Conjunta SeS/Sma

    Dispe sobre resduos slidos de servi-os de sade no estado de So Paulo.

    decretos

    Decreto 35.657/1995 Dispe sobre coleta, transporte e destinao final de resduos slidos em aterros sanitrios ou em incineradores municipais no abrangidos pela coleta regular e d outras providncias.

    Decreto 35.513/1995 Dispe sobre a autorizao para utilizao de bem pblico para distribuio de folhetos com cunho educativo e informativo.

    Decreto 36.238/1996 Institui o Pro-jeto Todos Somos Responsveis.

    Decreto 37.066/1993 Regulamenta o inciso IV do artigo 3 da Lei 10.315 (Resduos de Sade).

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    Decreto 37.241/1997 Regulamenta o inciso VII do artigo 4 da Lei 10.315/87 (Resduos de Sade).

    Decreto 42.217/2002 - Estabelece o rito de licenciamento e regra a opera-o de reas de Transbordo e Triagem (ATTs) e Pontos de Entrega Voluntria (Ecopontos) de resduos da construo e demolio.

    Decreto 46.594/2005 - Regulamenta a coleta, o transporte, o tratamento e a disposio final de resduos inertes.

    normas tcnicas (abnt)

    NBR 12.807 - Resduos de Servios de Sade Terminologia.

    NBR 12.808 - Resduos de Servios de Sade Classificao.

    NBR 12.809 - Manuseio de Resduos de Sade - Procedimentos.

    NBR 12.810 - Coleta de Resduos de Sade - Procedimentos.

    NBR 12.980 - Coleta, varrio e acondi-cionamento de resduos slidos urbanos - Terminologia.

    NBR 8.419 - Apresentao de Proje-tos de Aterros Sanitrios de Resduos Slidos Urbanos.

    NBR 9.191 - Sacos Plsticos para acon-dicionamento de lixo.

    NBR 10.004 - Resduos Slidos - Classificao.

    NBR 10.005 - Lixiviao de Resduos - Procedimento.

    NBR 10.006 - Solubilizao de Resdu-os - Procedimento.

    NBR 10.007 - Amostragem de Resdu-os - Procedimento.

    NBR 10.157 - Aterros de Resduos Pe-rigosos - Critrios para Projeto, Constru-o e Operao - Procedimento.

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    Reduza, reaproveite e recicle

    Quando for s compras, leve sua prpria sacola. Evite adquirir legumes embalados em isopor com plstico-filme. Pense bem: s a j so duas embalagens. Se voc pe na sacolinha do supermercado, so trs. Se colocar direto na sacola retornvel, reduz as embalagens a zero. D preferncia aos produtos com refil e aos retornveis. Hoje existem embalagens de cosmticos e produtos de limpeza de PET reciclado. Se a embalagem for de papelo, prefira o pardo, que pode ser feito de material reciclado e no passa pelo processo de branqueamento, muito poluente. Alm do mais, o material mais bruto ainda contm substncias da rvore, como a lignina, o que facilita sua degradao.Depois do consumo, reaproveite as embala-gens. Transforme as latas de leo e azeite em vasos de planta. Outra boa ideia usar o pote da margarina para guardar sobras de alimentos. Se voc daqueles que preferem a sacolinha de supermercado, dizendo que a uti-liza para botar o lixo, ateno: assim elas no vo parar de se proliferar e ainda vo atrasar a decomposio do que estiver dentro, pois demoram sculos para se desfazer. Prefira sacolas de papel ou caixas de papelo para colocar o lixo.O que no der para reaproveitar, separe para reciclagem. Deixe os resduos limpos e compactados. Essas e outras dicas podem ser encontradas no Manual da Coleta Seletiva do Secovi-SP. Fundamentado na filosofia dos trs Rs (reduzir, reutilizar e reciclar), o manual traz informaes detalhadas de como segregar e acondicionar os resduos e pode ser adquirido por R$ 8 na Biblioteca do Secovi-SP, na rua Doutor Bacelar, 1.043, Vila Mariana, capital. Informaes: [email protected] ou (11) 5591-1237.

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    amlurb autoridade municipal de limpeza urbana Rua Azurita, 100 Canind (11) 3397-1777

    ecourbis0800 772 7979www.ecourbis.com.br

    loga0800 770 1111www.loga.com.br

    tELEFONEStEIS

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    Grupo de trabalho Conselho de SndicosAna Lucia Machado Bennaton CintraCelso Ferreira BarbosaJos Mximo de PontesLaura Castelani Ribeiro RibeiroLurdes de Ftima Affonso AntonioMaria Manuela de Morais MachadoMarise Teixeira MartinsMarizilda de Lourdes GonalvesNilton SavietoPatricia NahasRejane de AlbuquerqueSergio de Castro GonzagaVera Lucia Costa CarvalhoWandinei Aguiar Migliacio

    vice-presidncia de administrao imo-biliria e Condomnios do Secovi-SPHubert Gebara Vice-presidente de Ad-ministrao Imobiliria e Condomnios do Secovi-SPSergio Meira de Castro Neto Diretor de Condomnios e Coordenador do Conselho de SndicosMrcia Lima DAvanzo SecretriaSonia Dias Loureno Assessora

    edio e revisoAssessoria de Comunicao do Secovi-SP

    Projeto Grfico e diagramaoDepartamento de Marketing do Secovi-SP

    atualizado em agosto de 2013

    FICHAtCNICA

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    FICHAtCNICA

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    realizao