guia do ativador

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GUIA DO ATIVADOR

Author: andreia-andrade

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Government & Nonprofit


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  1. 1. 1 GUIA DO ATIVADOR
  2. 2. 2 APRESENTAO......3 ARTIGO 1......5 O MOVIMENTO DOWN......6 A REDE......7 PRINCPIOS......9 TRABALHO VOLUNtRIO......10 ATIVADORES DA REDE......11 sumrio INSTRUMENTOS DO PROGRAMA......12 PARCEIROS......13 ESTADO......14 INSTITUIO......14 REDE DE ATIVADORES O JOGO......15 COMO PARTICIPAR......19 ETAPAS......20
  3. 3. 3 APRESENTAO Pessoas com deficincia so, antes de tudo, pessoas. A deficincia apenas mais uma caracterstica que um indivduo pode apresentar, no retirando do sujeito o direito a falar por si mesmo e ao respeito s suas necessidades especficas. Em geral, as pessoas com deficincia enfrentam situaes de impedimento em uma sociedade que no est preparada ou que no aceita a diversidade. A chave para uma sociedade inclusiva est na aceitao e apoio para que os direitos sejam acessveis a todos. Incluso no significa inserir pessoas com deficincia em estruturas existentes, mas transformar sistemas para que estes incluam a todos. O entendimento a respeito da pessoa com deficincia vem se alterando com o passar do tempo. A partir da Conveno sobre os Direitos das Pessoas com Deficincia da ONU, a noo de deficincia passa a ser ancorada nos
  4. 4. 4 APRESENTAO Direitos Humanos. Com isso, o enfoque deixa de ser a deficincia e passa a ser a prpria pessoa. Ocorre uma mudana de paradigma fundamental na legislao ao passarmos do chamado modelo mdico para o modelo social. Isto quer dizer que a pessoa com deficincia deixa de ser vista como uma vtima de sua condio, digna de pena e eternamente dependente de cuidados mdicos e amparo assistencialista, e passa a ser considerada uma cidad, com direitos e deveres que devem ser garantidos em iguais condies s das demais pessoas. Essa viso coloca os obstculos participao social no na deficincia de algum, mas nas barreiras criadas pela sociedade, sejam elas de origem comportamental, como preconceito e prticas discriminatrias, ou o resultado de ambientes inacessveis e da falta de apoio para o exerccio de seus direitos. No Brasil, a Conveno foi ratificada em 2008 com valor de norma constitucional. Ela assegura s crianas com deficincia, por exemplo, o direito escola regular, com os apoios necessrios. Em seu artigo 8, enfatiza a necessidade da promoo de medidas para conscientizar toda a sociedade, inclusive as famlias, sobre as questes ligadas s pessoas com deficincia, fomentando o respeito pelos seus direitos e pela sua dignidade, alm do combate a esteretipos e preconceitos, jogando luz sobre as capacidades e contribuies das pessoas com deficincia. No artigo 33, a sociedade civil e, particularmente, as pessoas com deficincia e suas organizaes representativas so chamadas a se envolver e participar plenamente no processo de monitoramento da implementao da Conveno. No intuito de colaborar com estas medidas, nasce a Rede de Ativadores, novo programa do Movimento Down .
  5. 5. 5 ARTIGO 1 Propsito O propsito da presente Conveno promover, proteger e assegurar o exerccio pleno e eqitativo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficincia e promover o res- peito pela sua dignidade inerente. Pessoas com deficincia so aque- las que tm impedimentos de lon- go prazo de natureza fsica, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interao com diversas barrei- ras, podem obstruir sua participa- o plena e efetiva na sociedade em igualdades de condies com as de- mais pessoas.
  6. 6. 6 O MOVIMENTO DOWN Oacessoinformaofaztodaadiferenanavidadeuma pessoa com sndrome de Down e de sua famlia desde o seu nascimento. Por meio de informaes atualizadas e de qualidade, possvel compreender que, assim como as outras pessoas, quem nasce com sndrome de Down vem ao mundo cheio de potencialidades. O Movimento Down surgiu para reunir contedos e iniciativas que co- laborem para o desenvolvimento dessas potencialidades e que contribuam para a incluso das pessoas com sn- drome de Down e decincia intelectual em todos os es- paos da sociedade. Hoje so muitos os exemplos de pessoas com sndrome de Down que alcanam importantes e diversas conquis- tas, como estudar, trabalhar, participar de sua comuni- dade, viver sozinhas e se casar. A conana para quebrar essas barreiras est diretamente ligada ao incentivo da- queles que acreditam na capacidade dessas pessoas. O Movimento Down produz contedos diversicados para ajudar famlias, prossionais e o pblico em geral a com- bater preconceitos e a buscar condies efetivas de in- cluso. O resultado pode ser conferido gratuitamente em nosso portal e em publicaes sobre temas como acolhi- mento, estimulao precoce e educao inclusiva. Tambm acreditamos que as pessoas com sndrome de Down e decincia intelectual precisam ter acesso a orientaes importantes para cuidarem de sua sade, buscarem seus direitos e ter voz ativa, ou seja, falarem por si mesmas. Por isso, produzimos materiais em lin- guagem simples, como a cartilha Cuidados de Sade s Pessoas com Sndrome de Down. A publicao uma verso das Diretrizes de Ateno Sade da Pessoa com Sndrome de Down do Ministrio da Sade e foi de- senvolvida em conjunto por especialistas e jovens com sndrome de Down. Nossa rede de parceiros fundamental para transformar tantos projetos em realidade. O Movimento Down conta com o apoio de empresas, organizaes governamentais e no governamentais e a participao de colaboradores entre prossionais de diversas reas, ativistas, familiares e pessoas com sndrome de Down.
  7. 7. 7 A REDE Diariamente divulgamos informaes que tm como intuito melhorar a qualidade de vida das pessoas com sndrome de Down, com foco na sade, educao, direitos, acessibilidade e incluso social. Alm disso, realizamos um forte trabalho de articulao com instncias governamentais para criao e efetivao de polticas de ateno a pessoa com deficincia. Possumos um canal aberto para sanar dvidas dos usurios do Portal e Facebook, respondendo mensalmente cerca de 300 perguntas. Contamos com especialistas voluntrios, que, de forma sistemtica, respondem s questes de familiares e profissionais das mais diversas reas, movimentando milhares de pessoas em torno da causa. Com isso estamos construindo uma rede de
  8. 8. 8 A REDE interessados na construo de um pas acessvel a todas as pessoas, com e sem deficincia. Diante deste cenrio, em busca da efetivao dos direitos das pessoas com deficincia, tendo como referncia a conveno da ONU sobre o tema, o Movimento Down corrobora o seu compromisso com a disseminao de informao de qualidade lanando a Rede de Ativadores do Movimento Down, um programa que tem o objetivo de levar a cada canto do Brasil orientaes sobre sade, educao, incluso social, acessibilidade e direitos das pessoas com sndrome Down, atravs de uma rede de voluntrios comprometidos com a causa. Acreditamos que, trabalhando de forma conjunta com familiares, profissionais e outros interessados, poderemos mudar a forma como a sociedade v e convive com as pessoas com sndrome de Down e deficincia intelectual em geral. A ideia tirar o foco da deficincia e dar ateno ao indivduo, contribuindo para seu desenvolvimento, qualidade de vida e autonomia, e, ao mesmo tempo, reconhecendo e valorizando sua contribuio para comunidade. A Rede de Ativadores uma iniciativa do Movimento Down para orientar voluntrios a disseminar informaes na inteno de garantir os direitos de pessoas com sndrome de Down, promover a incluso social e mobilizar a sociedade para a construo de um pas acessvel e que inclua todas as pessoas.
  9. 9. 9 PRINCPIOS Dilogo: acontece quando cada um, de forma respeitosa, coloca o que sabe disposio de to- dos, para ampliar o conhecimento acerca da reali- dade, contribuindo com processos de transforma- o e humanizao. Amorosidade: ampliao do dilogo nas rela- es de cuidado e na ao educativa, propiciando ir alm do dilogo baseado apenas em conhecimen- tos e argumentaes lgicas. O afeto e a humilda- de, constituintes da amorosidade, se diferenciam das situaes de submisso presentes nas rela- es de dependncia emocional e no devem ser confundidas com sentimentalismo ou infantilizao das relaes. Problematizao: identificao de situaes li- mites presentes no cotidiano e das potencialidades para transform-las por meio de aes para sua superao. Construo compartilhada de conhecimento: Processos comunicacionais e pedaggicos entre pessoas e grupos de saberes. Incorpora sonhos, esperanas e vises crticas e os direciona na pro- duo de propostas de enfrentamento e superao dos obstculos historicamente constitudos. Compromisso com a construo de uma so- ciedade justa e igualitria: superar as formas de explorao, alienao, opresso discriminao e violncia. Valorizao do ser humano em sua in- tegralidade.
  10. 10. 10 TRABALHO VOLUNtrio O que ser voluntrio? Voluntrio o cidado que doa seu tempo, trabalho e talento, de maneira espontnea e no remunerada, a causas de interesse social e comunitrio. O que o trabalho voluntrio? Trabalho voluntrio uma atividade no remunerada pautada pela tica exercida em benefcio da so- ciedade, que fortalece o sentido de solidariedade e de responsabilidade social. uma via de mo dupla que gratifica quem trabalha ao mesmo tempo em que gera novas experincias com oportunidades de aprendiza- do. O voluntariado no substitui o Estado nem se choca com o trabalho remunerado, porm mostra a capaci- dade da sociedade de assumir responsabilidade e de agir por si mesma.
  11. 11. 11 ATIVADORES DA REDE O que faz? Divulga os materiais do Movimento Down atravs de visitas a maternidade, hospitais, cen- tros de reabilitao, UBS, escolas e outras insti- tuies; Mobiliza outros ativadores-voluntrios do es- tado em que reside; Divulga boas experincias atravs dos espa- os disponibilizados pelo Movimento Down, redes sociais e veculos de comunicao local; Promove dias temticos nacionais e locais com foco na divulgao de informaes sobre sndrome de Down; O que no faz? No pede ou oferece contribuies financeiras; No fala em nome do Movimento Down sobre nada alm do relacionado Rede de Ativadores; No capacita diretamente os novos voluntrios da Rede. Contribui com subsdios para que o Movi- mento Down crie mais instrumentos de informa- o e articulaes para a causa da sndrome de Down no pas.
  12. 12. 12 INSTRUMENTOS DO PROGRAMA Guia dos Ativadores: esta publicao. O Guia rene informaes sobre o Programa Rede de Ativadores do Movimento Down. Todos os participantes (Ativadores) devem ler seu contedo com ateno, e utiliz-lo como base para a realizao das aes propostas. Website: www.movimentodown.org.br/rededeativadores Campanhas: materiais criados para esclarecer e in- centivar a participao de ativadores-voluntrios no Programa. Conjunto Mobilizao Social: bolsa, camiseta, crach; folder de apresentao do programa Rede de Ativado- res, cartilha 10 Coisas que Todo Mundo precisa Saber sobre Sndrome de Down; CD com Guia do Ativador e materiais de referncia. Conjuntos Misses 1 - Conselhos: Diretrizes de Aten- o Sade da Pessoa com sndrome de Down; flyer do programa Rede de Ativadores. Conjuntos Misses 2 - Nascimento: Trs Vivas para o Beb, cartazes, Diretrizes de Ateno Sade da Pessoa com sndrome de Down, flyer do programa Rede de Ativadores. Conjuntos Misses 3 Sade da Criana: Diretri- zes de Ateno Sade da Pessoa com sndrome de Down; flyer do programa Rede de Ativadores. Redes Sociais do Movimento Down: divulga as ativi- dades voluntrias realizadas pelos Ativadores. Estrutura e funcionamento
  13. 13. 13 PARCEIROS O objetivo da Rede de Ativadores esti- mular o crescimento da Rede de organi- zaes e pessoas que j atuam na causa da sndrome de Down no Brasil. O Movi- mento Down deseja fortalecer alianas com as associaes participantes da Fe- derao Brasileira das Associaes de Sndrome de Down do Brasil (FBASD), assim como outras instituies que es- tejam pensando as questes da defici- ncia e incluso social no pas.
  14. 14. 14 PARCEIROS ESTADO INSTITUIO BAHIA Associao Baiana de Sndrome de Down Ser Down DISTRITO FEDERAL pice Down MINAS GERAIS Minas Down PARAN Reviver Down SO PAULO APAE - SP SO PAULO Instituto Alana SO PAULO Mais Diferenas SANTA CATARINA Clinart PAR Servio Caminhar (UFPA)
  15. 15. 15 REDE DE ATIVADORES O JOGO A Rede de Ativadores foi pensada como um jogo, que funciona atravs de mis- ses, pontuaes, recompensas e ativa- es, a fim de incentivar a participao, aumentar o engajamento e melhorar a produtividade dos participantes. RED EDEATIVADORES MISSO MOVIMENTO DOW N CARIMBO MISSO 7,75 X 6,8 CM
  16. 16. 16 REDE DE ATIVADORES O JOGO OBJETIVO DO JOGO Levar informao a pais e profissionais em todos os estados do pas; Alcanar as famlias das regies do pas com maior vulnerabilidade social; Fazer um levantamento dos servios e aes voltadas para sndrome de Down no Brasil; Fazer o controle indireto das polticas de ateno pessoa com deficincia no Brasil. Ativador-ouvidor; Construir uma rede de pessoas multiplicadoras de conhecimento para promoo da incluso social; Levantar dados sobre a sndrome de Down no pas.
  17. 17. 17 REDE DE ATIVADORES O JOGO GRUPOS geogrficos etapas Par, Bahia, Distrito Federal, Paran Santa Catarina, Rio de Janeiro, So Paulo e Minas Gerais Cear, Piau, Maranho, Tocantins, Amap, Roraima, Amazonas e Acreb atividades Rondnia, Gois, Rio Grande do Norte, Paraba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe c Rio Grande do Sul, Esprito Santo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul d necessrio a concluso da etapa anterior, para acessar a prxima. }Acessibilidade Incluso Social3 2 Educao Sade1 de formao complementares especficas a 4
  18. 18. 18 REDE DE ATIVADORES O JOGO Grupos geogrficos: O programa ser implementado em todos os estados brasileiros, divididos em quatro grupos geogrficos: A, B, C e D, conforme grfico aci- ma. Cada grupo ter uma data diferente para o incio das atividades. Grupo-Piloto: Formado por no mximo 15 participantes de cada estado do grupo geogrfico A. Os ativadores des- te grupo testaro a metodologia do programa, que, se aprovada, ser replicada para os outros participantes. Etapas: O programa ser dividido em quatro etapas: sade, educao, incluso social e acessibilidade. Misses: Cada etapa ser composta de 3 misses, que, por sua vez, sero compostas de atividades. Atividades: As atividades sero divididas por nveis: Obrigatrias: Compostas de atividades de formao e atividade especfica, sero pr-determinadas e se- quenciais. Complementares: Sero atividades sugeridas ou iniciativas dos prprios Ativadores, relacionadas a uma misso especfica. Bnus: Atividades que podero ser realizadas a qualquer momento do programa, e que no possuem uma relao direta com alguma misso. Pontuao: As aes desempenhadas pelos ativadores iro gerar pontos. Estes pontos valem recompensas e podero ser trocados por prmios do Movimento Down. Quanto maior o nvel de engajamento, maior a pontuao. 1 ponto: para cada atividade obrigatria realizada 2 pontos: para cada atividade complementar realizada 2 pontos: para cada atividade bnus realizada 3 pontos: para cada misso realizada 4 pontos: para cada etapa realizada REGRAS DO JOGO
  19. 19. 19 COMO PARTICIPAR Para participar, o interessado dever se cadastrar no site da Rede de Ativadores, preencher os formulrios e assinar o termo de adeso. Os ativadores, devidamente cadastrados, podero ter acesso ao jogo pelo site da Rede ou por aplicativo dis- ponvel para smartphones ou tablets. Uma vez no jogo, os participantes recebero as misses e demais ati- vidades a serem realizadas. A cada misso concluda, ganharo a pontuao referente. Para ver o perfil e interagir com os demais participan- tes, o ativador poder acessar seu jogo com sua con- ta do Facebook. Essa conexo permitir a comunica- o entre os usurios, o compartilhamento de dados, bate-papo e comentrios. Os ativadores conectados podero ainda visualizar as informaes bsicas e as etapas concludas dos demais participantes e saber o nvel em que se encontram. A cada nvel, o ativador poder optar por trocar seus pontos por recompensas ou continuar acumulando para um prmio melhor. Caso deseje adquirir alguma recompensa, o valor correspondente ser descontado de sua pontuao, continuando a contagem a partir da atividade seguinte.
  20. 20. 20 ETAPAS Sade Misso 1 Conselhos O Controle Social uma importante ferramenta para que as pessoas exeram sua cidadania. Com ele, todo brasilei- ro ou toda brasileira tem um grande poder em suas mos. Por meio do controle social, qualquer cidado ou grupo de pessoas pode propor leis, trabalhar para que saiam do pa- pel, fiscalizar o Estado, acompanhar os gastos do governo e exigir que os servios pblicos funcionem. OsConselhos sooprincipalcanaldeparticipaopopular e existem nos trs nveis de governo: federal, estadual e municipal. Eles so formados por representantes do go- verno e da sociedade civil. Os Conselheiros verificam e controlam a aplicao dos re- cursos que chegam e como esto sendo gastos, acompa- nham programas, recebem denncias de irregularidades, entre outras atividades. As reunies dos conselhos, em geral, so abertas comu- nidade e qualquer um pode participar. Voc tambm pode se juntar a um grupo com interesses comuns e pleitear ser seu representante como conselheiro! muito importante participar de conselhos e conhecer conselheiros, que podem ser um canal mais direto para resolver problemas que afetam a comunidade. Para isso, descubra que conselhos existem em sua cidade ou esta- do. Deve haver o de educao, sade, desenvolvimento ou assistncia social, entre outros de interesse. Informe-se a respeitodasdatasdasreuniesecomparea.Emalgumas cidades e estados j h conselhos dos direitos das pesso- as com deficincia. Faa contato tambm com o conselho tutelar, responsvel por casos de menores em situaes difceis, muitos deles com deficincia. A sua visita aos conselhos tem o intuito de fazer presso para garantir a implementao de polticas pblicas vol- tadas para as pessoas com deficincia em sua cidade ou regio, denunciar violao de direitos e propor iniciativas, sempre que necessrio.
  21. 21. 21 ETAPAS Sade Com a sua ajuda, ficar mais fcil promover a incluso e garantir os direitos das pessoas com deficincia! Formao: vdeo de orientao sobre controle social e conselhos municipais. Atividades especficas: visita ao conselho da pessoa com deficincia da sua cidade para apresentao do programa. Faa uma lista dos conselhos de interesse de sua regio (nome, endereo, telefone, site, e-mail, pessoa de contato). Sugesto da Rede: - Marque uma visita a instituies que partici- pem do conselho. - Planeje um evento em parceria com esta ins- tituio. Atividade obrigatria Atividades complementares
  22. 22. 22 ETAPAS Sade Misso 2 Nascimento A maioria das famlias descobre que seu filho tem sndro- me de Down no nascimento. Como sabemos, este um momento difcil. Muitas mes e pais se queixam da forma como recebem a notcia e reclamam da falta de informa- es obtidas no hospital. Foi por isso que o Movimento Down preparou o guia para mes e pais Trs Vivas para o Beb. O nosso objetivo informar essas mes e pais, e, ao mesmo, tempo acolher e acalm-los, pois sabemos o quanto um bom comeo importante tanto para as crianas, quanto para suas fam- lias. Contamos com a sua colaborao para visitar as mater- nidades de sua regio e apresentar o guia. Voc pode ex- plicar que ele est disponvel para download no nosso site (http://www.movimentodown.org.br/sindrome-de- down/meubebechegou/). Alm disso, sugerimos que oferea seu contato para ser chamada quando nascer al- gum beb com sndrome de Down. Muitas mes e muitos pais gostam de conhecer e conversar com outras famlias de pessoas com sndrome de Down. Aproveite sua visita ao hospital para falar aos profissionais de sade sobre as Diretrizes de Ateno Pessoa com Sndrome de Down e indique o portal do Movimento Down.
  23. 23. 23 ETAPAS Sade A famlia da prxima criana com sndrome de Down que nascer no hospital certamente ficar muito grata. Formao: vdeo de orientao sobre aco- lhimento e sade no nascimento. Atividades especficas: visita a uma mater- nidade da sua cidade para apresentao do programa, Trs Vivas para o Beb (carti- lha de acolhimento do Movimento Down + cartaz) e Diretrizes de Ateno Pessoa com Sndrome de Down. Lista das maternidades de sua regio (nome, endereo, telefone, site, e-mail, pessoa de contato). Sugesto da Rede: - Oferea seu apoio como uma me-acolhedo- ra. Caso nasa uma criana com sndrome de Down na maternidade visitada, voc poder fa- zer uma visita aos pais e apresentar a cartilha Trs Vivas para o Beb. Atividade obrigatria Atividades complementares
  24. 24. 24 ETAPAS Sade Misso 3 Sade da Criana Unidades Bsicas de Sade (UBS) ou Postos de Sa- de so locais onde h atendimento bsico e gratuito em Pediatria, Ginecologia, Clnica Geral, Enferma- gem e Odontologia. Os principais servios oferecidos pelas UBS so consultas mdicas, inalaes, injees, curativos, vacinas, coleta de exames laboratoriais, tratamento odontolgico, encaminhamentos para especialida- des e fornecimento de medicao bsica. importante que voc conhea as UBSs de sua re- gio e estabelea uma relao com seus profissio- nais. Assim ficar mais fcil recorrer s UBSs quan- do precisar ajudar algum. Na sua visita a uma UBS, leve as Diretrizes de Ateno pessoa com sndrome de Down e divul- gue que ela est disponvel para download na in- ternet (http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/ diretrizes_cuidados_sindrome_down.pdf). Converse com os profissionais sobre as doenas que ocorrem mais frequentemente em pessoas com sndrome de Down, fale sobre as vacinas especiais, indique o site do Movimento Down, enfim, tente preparar os pro- fissionais para melhor receberem pacientes com a sndrome.
  25. 25. 25 ETAPAS Sade Formao: vdeo de orientao sobre sade da pessoa com sndrome de Down. Atividade especfica: visita a uma UBS da sua cidade para apresentao do programa e Di- retrizes. ListadasUBSsdesuaregio(nome,endereo, telefone, site, e-mail, pessoa de contato). ATIVIDADE BNUS - Organize encontro com outros pais para apresentar a Rede. - Indique ativadores de outros municpios do estado. Sugesto da Rede: - Visita a um centro de reabilitao. - Divulgao dos guias de estimulao para fa- miliares e profissionais. Lista dos centros de reabilitao de sua regio (nome, endereo, telefone, site, email, pessoa de contato). Atividade obrigatria Atividades complementares
  26. 26. 26 www.movimentodown.org.br | www.facebook.com/movimentodown Mais informaes: http://www.movimentodown.org.br/rededeativadores Realizao Patrocnio