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  • Fraturas Proximais

    Do

    fmur

    Isaac Rotbande

  • Comorbidades

    Vrios medicamentos

  • Anatomia Extremidade

    Proximal do Fmur

    anterior posterior

  • Anatomia Extremidade

    Proximal do Fmur

    art. retinaculares

    anteriores

    art. circunflexa

    lateralANTERIOR

  • Anatomia Extremidade

    Proximal do Fmur

    art. circunflexa medial

    art. retinaculares

    posteriores

    POSTERIOR

  • So raras em pacientes abaixo de 60 anos

    So mais frequentes na populao branca do sexo

    feminino

    Pouca atividade fsica e ou recreacional

    As fraturas laterais >> so as mais freqentes

    Possui maior taxa de bito

    Possui menor morbidade

    Faixa etria mais avanada

  • Alteraes

    neurolgica

    Raa branca Tabagismo Hbitos de

    vida

    Histria de

    fratura de

    fmur

    materna

    Fratura

    prvia do

    fmur

    Abuso de

    alcool

    Uso de

    medicao

    que

    diminuem a

    massa ssea

    Dificuldade

    visual

    Uso

    prolongado

    de corticide

    Uso de

    sedativos

  • Fraturas no desviadas

    Dor a mobilizao do quadril

    A maioria dos pacientes apresenta histria de quedas simples com

    trauma de baixa energia

    Fraturas desviadas

    Encurtamento

    Rotao externa

    Incapacidade para deambular

    Pacientes com pouca

    mobilidade

    Contraturas

    lceras de presso

    Fraturas distais do rdio

    Fraturas da extremidade proximal do mero

  • 90 % dos pacientes tem idade superior a 65 anos

    2 a 3 vezes maior incidncia na raa branca

    75% ocorrem no sexo feminino

    10 % morrem nos primeiros 30 dias

    15 a 20 % morrem em um ano

    50% no retornam as suas atividades anteriores a fratura

    Dores persistentes

    Diminuio da capacidade de marcha

    Mais leitos dias que AVE ou doenas cardacas

  • RX simples AP

    Axial

    Diagnstico

  • Ressonncia Magntica

    Diagnstico

  • Tomografia Computadorizada

    Diagnstico

  • RX simples AP

    CROSS TABLE ``

    Diagnstico

  • Tratamento: Objetivo

    Perodo mnimo no leito

    Deambular o mais cedo possvel

    Cirurgia segura e o mais precoce possvel

    Minimizar a chance de reoperar

    Pr operatrio

    Histria cuidadosa

    Avaliao clnica

    exames complementares

    Avaliar comorbidades

    Programar cirurgia

    Iniciar clexane

    Ps operatrio

    Antibitico profiltico

    Prevenir TVP

    Fisioterapia respiratria imediata

    Reabilitao fisioterpica

    Treinamento de marcha

  • Classificao das Fraturas

    Fraturas intracapsulares

    Fraturas intertrocantricas

    Fraturas subtrocantricas

    Fraturas trocantricas

  • Classificao das Fraturas

    Fraturas intracapsulares

    Fraturas intertrocantricas

    Fraturas subtrocantricas

    Fraturas trocantricas

  • Classificao das Fraturas

    Fraturas intracapsulares

    Fraturas intertrocantricas

    Fraturas subtrocantricas

    Fraturas trocantricas

  • Classificao das Fraturas

    Fraturas intracapsulares

    Fraturas intertrocantricas

    Fraturas subtrocantricas

    Fraturas trocantricas

  • Classificao das Fraturas

    Fraturas intracapsulares

    Fraturas intertrocantricas

    Fraturas subtrocantricas

    Fraturas trocantricas

  • Fraturas mediais

    Colo

  • Quadro Clnico Dor

    Impotncia funcional

    Encurtamento do membro

    Abduo do quadril

    Rotao externa (30-40)

  • Quadro Clnico

    Fraturas impactadas

    Desconforto moderado no quadril

    A rotao externa pode no estar presente

    Geralmente apresenta mobilidade do

    quadril com dor discreta

    A avaliao do encurtamento difcil

    Pode deambular

  • Instveis

    Estveis

    Tipo I Tipo II

    Tipo IVTipo III

    Classificao: Garden 1961

    Sem

    desvio

    Desvio

    parcial

    Impactado

    em valgo

    Desvio

    total

  • Atividades do paciente

    Funo cognitiva

    Idade

    Comorbidades

    Tipo de fratura

    Qualidade ssea

    Conservador

    Fixao percutnea in situ ``

    Reduo e fixao

    Hemiartroplastia unipolar

    Hemiartroplastia bipolar

    Artroplastia total

    Tratamento

  • Conduta

  • Fraturas estveis: < ou > que 60 anos Garden I e II

    Fixao

    in situ ``

    Tratamento

    cirrgico

    Tratamento

    conservador

    Pacientes de alto risco para anestesia

    No deambulador com leve desconforto

    Demncia SeveraZuckerman J Am Acad Orthop Surg 2008

    Tratamento

  • Tratamento

  • Complicaes da

    Artroplastia

    Osteonecrose

    Pseudartrose

    Reviso

    Reduo

    e fixao

    Artroplastia

    Fraturas instveis: Garden III e IV

  • Reduo e fixao Artroplastia

    65 anos 75 anos60 anos< 60 anos

    Unipolar Bipolar Total

    Fraturas instveis: Garden III e IV

    Canulados DHS

  • Fraturas Instveis < 60 anos Garden III e IV

    Reduo fechada

    Fixao interna

    Parafusos

    DHS

    +

    Reduo aberta-

    Tratamento

  • Artroplastia

    Prtese unipolar

    Prtese total

    Prtese Bipolar

    Fraturas Instveis: > 60 anos Garden III e IV

    Hemi artroplastia

    Tratamento

  • Alteraes cognitivas significativas

    Grandes comorbidades

    Mobilidade limitada a casa

    Unipolar hemiartroplastia

    Thompson cimentado

    TRATAMENTO

    Fraturas instveis: > 60 anos Garden III e IV

  • Sem alteraes cognitivas

    Independente quanto a mobilidade

    Sem grandes comorbidades

    Acima de 40 anos com fatores de

    risco para osteoporose

    Artroplastia total do quadril

    Tratamento

    Fraturas instveis: > 60 anos Garden III e IV

  • Mobilidade independente

    curtas distncias

    Poucas alteraes cognitivas

    Presena de leves comorbidades

    Hemi artroplastia

    bipolar

    Fraturas instveis: > 60 anos Garden III e IV

    Tratamento

  • Complicaes

    Fixao in situ: 6,4% Pseudartrose

    4% Osteonecrose

    Reduo e fixao: 25,5% No consolidao

    10.9% Necrose avascular

    Artroplastia: 2.2% Luxao

    3.3% Infeco

  • Fraturas laterais

    Intertrocantricas

  • Fraturas Intertrocantricas

    Fraturas Laterais

    Faixa etria maior que a das fraturas

    intracapsulares

    Mortalidade maior e Morbidade menor

    Mortalidade no 1 ano 14 a 50%

    Mais freqente na mulher

  • Diagnstico Clnico

    Dor

    Incapacidade Funcional

    Encurtamento evidente

    Rotao externa (90)

    Abduo do membro

    Aumento de volume no quadril

  • 31-A1

    31-A2

    31-A3

    Classificao da OTA

    Fraturas so consideradas

    estveis na ausncia de

    cominuio da cortical

    posteromedial

  • Conservador

    Fixao interna

    Artroplastia

    Fixador externo

    Tipo de fratura

    Qualidade ssea

    Funes cognitivas

    Osteoartrose

    comorbidades

    Tratamento

  • Reduo e fixao interna

    Sistema DHS

    Placa tubo com

    parafuso deslizante

    Hastes intramedulares

    Qualidade da reduo

    Escolha do implante

    Colocao do implante

  • 31-A1

    31-A3

    31-A2

  • Qual a tcnica a utilizar?

  • OTA 31 - A1 DHS

    Tratamento: Conduta

    OTA 31 - A3 HIM longa

  • OTA 31 A2 hastes cefalomedulares

    Tratamento: Conduta

  • Complicaes

    Desvio em varo

    Desvios rotacionais

    Pseudartrose

    Necrose da cabea femoral (muito raro)

    Falncia do material de sntese

    Infeco

  • Populao 16.500.000

    Masc. > 60 = 5.49 %

    Fem. > 60 = 8.33 %

    Pop. > 60 = 2.280.000

    IBGE

    Rio de Janeiro 2015

    Cerca de 8.757 fraturas / ano

    Cerca de 24 fraturas / dia

  • Masc > 60 = 7.2 %

    Fem > 60 = 12.68Masc > 60 = 3.98 %

    Fem > 60 = 5.31 %

    Populao = 17.500.000

    Pop > 60 = 3.479.000

    13.363 fraturas / ano

    37 fraturas / dia

    52%SUS $ 29.432.777

    Sistema suplementar $ 18.814.920

    Rio de janeio

    RJ 2000 RJ 2030

  • Custo social

    28 a 37 % bito no primeiro ano

    30 % incapacidade permanente

    40 % incapacidade para deambular sozinho

    80 % incapacidade de retomar plenamente suas atividades

    A taxa de mortalidade no

    diminuiu nos ltimos 50 anos

  • Massa

    ssea

    idade25 30

    O que podemos fazer ?

    Evitar quedas

    Massa ssea:

    Aumento

    Profilaxia da perda

    Evitar fraturas

  • Uso de alendronatos e mudana no estilo de vida

    Suplementao de clcio e vitamina D

    Reduo do tabagismo

    Moderao do uso de lcool

    Atividades fsicas

  • Age group (y)

    Incid

    en

    ce o

    f fa

    ll (

    %)

    0

    10

    20

    30

    40

    50Women Men

    60-69 70-79 80+

    Quedas: 1/ 3 da populao acima de 60 anos sofre quedas

  • Podemos evita - las ?

  • Sarcopenia

    senil

    Alterao do

    sistema

    vestibular

    Alterao da

    viso

    Alterao:

    equilib