folha regional de cianorte - edição 898

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Edição 898 da Folha Regional de Cianorte, com circulação de sábado a segunda-feira, 01 a 03 de fevereiro de 2014

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  • Sbado a Segunda-feira, 01 a 03 de Fevereiro de 2014 - Ano 13 - Edio 898 - R$ 2,00Fone: (44) 3018-2015 - Site: http://folhadecianorte.com - E-mail: folhadecianorte@gmail.com

    Representantes dos po-deres Executivo e Legislati-vo municipais reuniram-se na manh desta quinta--feira (30), no Pao Muni-cipal, para um importante encontro com o deputa-do federal, Luiz Nishimo-ri. Cumprindo uma ex-tensa agenda no noroeste do Estado, o parlamen-tar esteve em Cianorte para parabenizar o pre-feito em exerccio, Sergi-nho, e anunciar a alocao de recursos na Capital do Vesturio. Fao votos de sucesso ao Serginho, um poltico cujo atuao vem alcanando grande desta-que. Tenho certeza de que estes 15 dias de mandato sero muito proveitosos, afirmou o deputado fede-ral que, ainda, realizou a entrega de uma emenda parlamentar, no valor de R$ 150 mil, para a aqui-sio de uma retroesca-vadeira e, tambm, anun-ciou a destinao de R$ 1 milho em apoio a proje-to de escolha do Governo Municipal. Apesar de no contar com recursos ele-vados, tenho buscado fa-zer algo por cada munic-pio. Estes investimentos, por exemplo, contribuiro para o desenvolvimento de Cianorte, disse o par-lamentar. Pg. 24

    Nishimori visita Serginho e reitera compromisso com Cianorte

    Parlamentar anunciou recursos para a compra de maquinrio e R$ 1 milho para projeto do Governo Municipal

    Deputado Federal Luis Nishimori se reuniu com o prefeito em exerccio Serginho, vereadores e secretrios municipais

    Uma imensa alegria pode ser vista nos olhos do casal Layha-ne Caroline Olensky e Djal-ma Magalhes Barros Junior que se uniram pelos laos do matrimnio em um belssima cerimnia re-alizada no l-timo dia 25 de janeiro na Vila do Farol. Pgs. 10 e 11

    A beleza de um sorriso. O brilho de um olhar. A ale-gria de duas almas. Assim foi a cerim-nia que uniu em matrimnio os jovens Bru-na Bongiorno e Jhony Baldochi na noite da l-tima sexta-feira (24). A festa foi realizada no Emprio Brasil.Pgs. 3 a 6

    Layhane e Djalma Junior unem-se em matrimnio

    Bruna e Jhony unem-se em laos

    matrimoniais

    J. Adilson J. Adilson

    A noite desta quinta--feira (30), foi marcada pela cerimnia de posse da nova diretoria da As-sociao Mdica Regional de Cianorte para o bi-nio 2014/2016. O even-to reuniu os associados e seus familiares. A nova diretoria composta por Dr. Marcos Pedro Gomes (Presidente), Dr. Gusta-vo Gualda Menezes (Vi-

    ce-presidente), Dr. Car-los Henrique Polito Mafra (1 Tesoureiro); Dr. Luiz Guilherme Nicolau (2 Te-soureiro), Dr. Fabio Dan-tas (1 Secretrio), Dr. Thales Queiroz (2 Secre-trio), Dr. Ricardo Zanko (Diretor Cientfico), Dra. Laura Neme (Diretora So-cial) e Dr. Fabio Franz da Costa (Defesa de Classe).

    Pgs. 14 e 15

    Amerc empossa nova diretoriaDoadores de mdula ssea devem manter cadastro atual

    Pg. 2

    Estado do PRvai colher safra recorde de soja

    em 2014Pg. 13

  • Ed. n 898 - Sbado a Segunda-feira, 01 a 03 de Fevereiro de 2014 - Fone: (44) 3018-2015 - Website: http://folhadecianorte.com - E-mail: folhadecianorte@gmail.com

    Avanos na odonto-logia levam conquista da sade bucal em qual-quer idade. Com o en-velhecimento da popu-lao, tem aumentado o interesse pela odon-togeriatria, especialida-de que atende pacientes a partir dos 40 anos de idade, que querem pre-servar a sade bucal ou fazer reabilitao oral devido s perdas sseas e, consequentemente, os dentes.

    Com o avanar da idade perfeitamente normal o desgaste dos dentes, e das prteses e, associado a perdas den-tais, ocorre a diminuio do tnus muscular da face, provocando rugas e o famoso bigode chins, aqueles sulcos em volta da boca.

    Com a recuperao dos dentes possvel fazer uma reestruturao facial, para recolocar os ms-culos na devida posio. O resultado visvel, pois o paciente rejuvenesce, recupera as funes morfo-lgicas, esttica e funcional, alm da autoestima, e assim a pessoa volta a sorrir com confiana.

    A boca reflete as alteraes e mudanas biol-gicas que ocorrem com o passar do tempo, como a diminuio da saliva, o que favorece o acmulo de placas dentrias, e cries alm dos problemas com a raiz dos dentes e da sensibilidade. O dentista de hoje deve compreender a fisiologia do envelhecimento e as doenas que surgem neste perodo da vida.

    Podemos tambm perceber que a tecnologia e a mdia tem direcionado pacientes de todas as ida-des para tratamentos mais estticos como clarea-mentos, facetas de porcelana e outras novidades da odontologia.

    Sabemos que o implante dental um grande avano da odontologia atual, contudo, devemos tambm considerar outras opes de tratamento, principalmente, para uma populao idosa que tem necessidades diferenciadas.

    Portanto, diante das tecnologias e da conscien-tizao da populao, o sucesso dos tratamentos odontolgicos tem aumentado, desde que sejam bem planejados e executados com segurana. im-prescindvel que as consultas peridicas e os trata-mentos de manuteno sejam feitos com rigor, ob-jetivando sempre a preveno.

    Colaborao: Dr. Wagner DestfanoCirurgio Dentista - CRO 10637

    ENVELHECER SEM MEDO DE SORRIR

    Izaura Aparecida Tomaroli VarellaAdvogada e Professora - e-mail: izauravarella@uol.com.br

    LEI ANTICORRUPO

    Altimar Pasin de Godoy. Advogado. Mestre em Direito.

    UM CASO DE ABANDONO

    Entrou em vigor no dia 29 de janeiro, a nova legis-lao Lei n 12.846/13, dispondo sobre assunto at ento indito no Pas, qual seja, a responsabilidade administrativa e civil de pessoas jurdicas (empresas: nacional e estrangeira) pela prtica de atos contra a administrao pblica. A iniciativa da Lei Anticorrup-o, conhecida como Lei da Empresa Limpa, deveu-se s manifestaes de rua de junho de 2013, realizadas em todas as grandes e mdias cidades brasileiras, que apontaram, dentre outros questes, a corrupo ge-neralizada, nos planos federal, estadual e municipal, abrangendo diversos nveis da administrao. Esse quadro se reflete a falta de confiana da opinio p-blica frente s gestes da administrao pblica, com a sensao que toda autoridade corrupta. Precisa a lei adentrar ao ordenamento jurdico, com a regu-lamentao do Decreto Lei Anticorrupo que dever sair nos prximos dias, para punir de fato as empresas envolvidas em corrupo contra a administrao p-blica e ferramentas para apurar os atos lesivos. A ex-pectativa que a regulamentao saia at a primeira semana de fevereiro, conforme entrevista do ministro da Controladoria-Geral da Unio (CGU), Jorge Hage, a imprensa. A lei refora mecanismo de punio que at ento eram quase inexistentes contra pessoas ju-rdicas que pagam propina a servidores pblicos ou autoridades para obter vantagens em contratos e lici-taes, entre outros. E o caso, por exemplo, da em-preiteira Delta, investigada em 2012 pela CPI do Ca-choeira por suspeita de distribuir propina e vantagens a servidores em troca de favorecimento em obras pblicas. Pela lei, empresas envolvidas podem sofrer sanes judiciais, como ter suas atividades suspensas ou interditadas, ou at ser dissolvidas. Hoje, a lei das licitaes responsabiliza as empresas no mbito ad-ministrativo e a lei da improbidade administrativa, na parte cvel. As empresas que descumprirem a lei ficam sujeitas multa que varia de 0,1% a 20% do fatura-mento do ano anterior abertura de processo a re-gulamentao pelo decreto lei vai detalhar os critrios de aplicao dessa pena. A legislao prev a decla-rao de inidoneidade por at cinco anos, cassao de licena, resciso de contrato, proibio de receber incentivos e subvenes pblicas e proibio de assi-nar contratos com o setor pblico. A Lei anticorrupo atende os reclamos da sociedade, zela pelos bens p-blicos, bem como, uma iniciativa valiosa da demo-cracia, uma forma de demonstrao de se respeitar os cidados que pagam seus impostos em dia. Aludida lei, atende uma tendncia internacional de tornar as companhias responsveis por atos de corrupo, inde-pendentemente das pessoas fsicas envolvidas. A lei, ainda, atinge todo tipo societrio, tantos as empre-sariais, como as sociedades simples, inclusive as no empresariais como fundaes, entidades de classe e sociedades estrangeiras. Afinal, como dizia Rui Barbo-sa: O crime no tem nacionalidade, nem tem nacio-nalidade tambm a honradez. O povo foi s ruas, e dessa fora surgiu as Leis 12.891/2013 (Minireforma Eleitoral) e 12.846/2013 (anticorrupo), afinal nada acontece por acaso.

    Uma mulher chorava na sacristia da Igreja e logo percebi que a histria pessoal dela revelava um aban-dono absoluto. Entregue em suas dores, atordoa-da com os acontecimentos cruis pelos quais estava passando perdeu completamente a sua auto-estima e chegou a achar que at que o sofrimento era um sen-timento natural que todos devem passar por ele. Pelo contrrio, fomos feitos para viver, exultar de alegria diante das coisas maravilhosas da criao. No fomos criados para nos conformar com o sofrimento, com a dor, com o desnimo, como se fosse um castigo adi-cional a nossa vida. Perguntei a ela quanto tempo fa-zia que ela no se olhava no espelho e ela no soube me responder. No seu semblante transparecia perda e desnimo. Quanto tempo fazia que ela no cortava o cabelo longo e mal cuidado? Perguntei a ela se suas mos que foram feitas para afagar por quanto tempo ela no afagava seus entes queridos? Minhas pergun-tas iam caindo num silncio comovedor e intrigante. Ao mesmo tempo em que ela se calava, suas mos se agitavam at que um pranto confortador rolou em sua face. Chorou muito e a ela conseguiu falar. Falou so-zinha e por longo tempo, sem nenhuma interveno. No entanto, ela ficou serena porque encontrou algum que a ouvisse...

    Idealizamos nosso mundo, nosso reduto particu-lar e o enfeitamos tanto, que enclausuradas no te-mos tempo de olhar a nossa volta e nos dar conta que quantas outras pessoas so mais infelizes do que ns. Basta andar, levar um pente aos cabelos, abrir os olhos e enxergar, que vemos que os dons de Deus esto presentes em ns, ma