folha regional de cianorte edicao 544

Download folha regional de cianorte edicao 544

Post on 30-Mar-2016

308 views

Category:

Documents

37 download

Embed Size (px)

DESCRIPTION

edicao com circulacao em 11 de marco de 2012

TRANSCRIPT

  • Foto

    : Bar

    bosa

    - Fo

    lha

    Regi

    onal

    de

    Cian

    orte

    Foto

    : Bar

    bosa

    - Fo

    lha

    Regi

    onal

    de

    Cian

    orte

    Domingo, 11 de Maro de 2012 - Ano 12 - Edio 544 - R$ 2,00Fone: (44) 3018-2876 - Site: www.folharegionaldecianorte.com - E-mail: folhadecianorte@gmail.com

    ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------Veja matria Completa na Pg. 03 do Caderno 02

    ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------Veja matria Completa na Pg. 06 do Caderno 02

    26 FEiRA PontA DE EStoquE DA ACiC MoviMEntou vAREjo DE CiAnoRtE

    SA D E P b l i C A E M C i A n o Rt E ESt E n t R E A S M E l h o R ES D o PA R A n

  • Domingo, 11 de Maro de 2012 - Fone: (44) 3018-2876 - Web-Site: www.folharegionaldecianorte.com - E-mail: folhadecianorte@gmail.com - Endereo: Av. Gois, 871

    LEIA MAIS em www.paodejuda.com.br www.ministeriomenorah.com.br

    ESTUDOS BBLICOS DIRIOS S 08 E AS 13:30 HORAS EM http://www.paodejudacachoeira.com.br/aovivo.html

    onDE DEuS ESt h MunDAnAS

    CAno Do vEnto

    A EvoluCo no tRAtAMEnto DE CAnAl liMitES DA viDA PRivADA

    oS bonS ExEMPloS DEvEM SER SEGuiDoS

    Colaborao: Dr. Wagner DestfanoCirurgio Dentista - CRO 10637

    Izaura Aparecida Tomaroli VarellaAdvogada e Professora - e-mail: iatvarella@uol.com.br

    hoMEnAGEnS A MARiA

    CAChoRRo DESAPARECiDoDesapareceu no

    ltimo dia 24 de Ja-neiro um cachoro da raa Buldog In-gls de cor marrom (caramelo) e bran-ca de nome Spot. Ele foi visto pela l-tima vez prximo ao cemitrio e ao Col-gio Itacelina Bitten-court. Quem tiver informaes entrar em Contato com o Claudio Fernan-des (Baianinho) pe-los telefones: 9102-4295 ou 3629-1671.

    Quer ver seu texto publicado no Espao Literrio? simples! Basta envi-lo no email: folhadecianorte@gmail.com Ou entreg-lo na Folha

    Regional de Cianorte, Av. Gois, 871 CEP 87200-270 Centro - Cianorte - PR

    Na literatura atual, os trabalhos de pesquisadores mostram a importncia de um correto diagnostico e uma rigorosa terapia para o tratamento de canal, po-dendo ser, desde que bem indicado, ser feito em uma nica sesso. A conduta do tratamento em sesso nica ganhou popularidade durante a II Guerra Mun-dial, devido ao tempo limitado que os dentistas dispunham para realizar os tratamentos.

    obvio que o tratamento endodnti-co em uma nica sesso mais cmo-do tanto para o paciente quanto para o profissional, porque reduz o tempo de atendimento e baixa o custo.

    A evoluo cientfica, os investimen-tos tecnolgicos, e o aperfeioamento profissional paralelamente ao mundo globalizado em que vivemos, onde tudo depende de tempo, novos horizontes foram abertos, e hoje todo profissio-nal atualizado est consciente da sua responsabilidade em obter a limpe-za, a desinfeco e o preparo dos canais radiculares dentro de uma rigo-rosa cadeia assptica, respeitado os princpios biolgicos para no agredir os tecidos vivos periapicais.

    Assim sendo, realizamos uma reviso na literatura, com trabalhos re-centes de pesquisadores em que so unnimes e aprovam o tratamento em uma nica sesso, desde que seja bem avaliado e indicado.

    Dentre as indicaes favorveis citamos dentes com polpa (nervo) viva sem sintomas de dor, tempo disponvel para a realizacao , material apro-priado e tcnica apurada. J as contra-indicacoes so para dentes com sintomas de dor, inflamao, infeco, inchaos, etc.

    Portanto, graas evoluo tecnolgica, com melhoria dos materiais endodnticos, introduo de equipamentos automatizados, alm do aperfeioamento das tcnicas e da constante busca da terapia biolgica, o tratamento endodntico em sesso nica pode ser uma realidade no consultrio odontolgico.

    Consideramos que mais importante do que o nmero de sesses a conscientizao e capacitao profissional, com tcnica apurada e uma obturao correta, que sero a garantia de resultados clnicos favorveis, pois, no existe nenhum agente qumico que destrua completamente os microorganismos presentes no canal

    Na quinta-feira passada comemorou-se o DIA INTERNACIONAL DA MU-LHER. O dia foi efervescente! Homenagens para c, saudaes para l, vivas acol para estas valorosas mulheres cianortenses que ajudam com seu trabalho e sua participao na construo da cidade. Os jornais estam-param os rostos dos polticos falando palavras lindas de reconhecimento. As floriculturas da cidade tiveram seu momento de glria e seduo do dinheiro. Tudo em honra das mulheres sejam elas de cabelos curtos, lon-gos, mais ou menos, cores das trs raas, instruo, profisso, gordas, ma-gras, sadias e doentes, mes, avs, namoradas, amantes, donas de casa, pecadoras e inocentes, enfim todas elas no deixaram de ser lembradas e passadas pelo crivo das homenagens.

    A maioria destas mulheres de Cianorte so annimas que levantam ain-da de madrugada, deixam seus filhos com Deus e a kombi das creches e se enfiam para o trabalho em algum lugar da cidade. Outras com vida melhor, mas com os filhos pequenos desde as seis horas da manh esto acordadas para mandarem seus filhos para as escolas de perodo matuti-no. Outras ainda se agarram ao telefone para ganharem seu po de cada dia, ou se entregam s mquinas de costura buscando maior produo nas fbricas, outras h ainda que para ganhar um pouco mais acabam apren-dendo profisses com caractersticas masculinas, como as que conheo bem, trabalhando de servente de pedreiro ou ainda de torneiro mecnico. H aquelas que ainda que esto encarceradas, cumprindo penas longas, longe de seus filhos e de seus amores, curtindo todos os remorsos do mun-do ou ainda magoadas pela sina que tiveram. Todas as mulheres carregam todas as dores da alma, mas tambm estampam suas alegrias, pois, no conheo ningum que consiga vier uma vida sem dar uma boa gargalhada. H ainda aquelas que julgam os outros, que incriminam os outros e as que defendem os outros, que ensinam os outros, e que cumprem uma Consti-tuio Federal marcada de direitos e deveres que a maioria absoluta das mulheres ignora. H aquelas ainda que se acham a cereja do bolo e pen-sam que o mundo existe para servi-las, tratam o poder com benevolncia e destratam os que lhes esto abaixo. Sim, h de tudo, pois, a diversidade da conduta humana faz parte da prpria natureza do homem. H aquelas que so piedosas, outras impiedosas que no querem perdoar, porque perdoar significa deixar a sua sombra vir tona e deixar transparecer a sua mgoa que importa muito mais em esconder. H aquelas insatisfeitas com a prpria profisso e que almejam outro lugar neste mundo. H aquelas que gostam de homens e outras que paradoxalmente amam as mulheres. Cada uma com jeito de viver, de ser, de entender este mundo cheio de contradies e diversidade. H aquelas que so rechaadas porque so capazes de dizer a verdade sempre, e que muitas vezes esta sinceridade confundida com prepotncia. H aquelas que curam feridas do corpo, e seus remdios agem como blsamo da cura. H ainda aquelas que curam feridas da alma cujo lenitivo saber ouvir os murmrios e queixas dos outros. H de tudo, enfim...

    Entretanto, h aquela que lava e passa nossa roupa, que chega cedo em nossa casa, e levanta mais cedo ainda para no perder o primeiro nibus da manh. Que lava nossos pratos, enxuga, guarda na prateleira, repe-tindo o mesmo gesto todos os dias, todos os meses, anos a fio. Servindo sempre, trabalhando no para si prpria, mas para que a casa da outra fique limpa e impecvel, que esfrega com bombril todos os nossos talhe-res, que esfrega as panelas todos os dias, que junta as folhas da noite cadas no quintal, que joga a gua nas folhagens, que arruma nossa cama e depois vai para cozinha com amor para fazer uma boa comidinha para outros. Por isto mesmo, no posso deixar passar em branco este dia sem reconhecer a boa empregada domstica que Deus colocou em meu ca-minho, em tantas outras ocasies e que passaram por minha casa, como Dona Pedrina, Dona Antonia, Elizabete Gonalves Paiva, Maria Gonalves Paiva, hoje enfermeira, e homenagear, sobretudo a minha Maria Apareci-da dos Santos Oliveira, que h mais de uma dcada exerce com dignidade seu papel de servidora fiel em minha casa.

    A todas as Marias trabalhadoras que fiquem neste dia debaixo do man-to azul da maior Maria Servidora que o mundo conheceu!

    Estamos vivendo dias de que todos so iguais perante a mdia social. Agrega-se a uma mdia social (facebook, twitter, orkut...) sentimos forte agregados uma rede social de mdia. Damos palpite e informaes, sem entretanto atentar os limites uns dos outros, expondo-se imagens e fatos como se fosse nosso dirio pessoal, sem limites, como um livro aberto. Passamos a comungar e viver n problemas de pessoas, sem contudo, sequer saber o x da questo, inclusive, momentos de lazer, sem preo-cupao alguma, talvez inconscientemente levado pelo prazer de comu-nicar-se, j que antes dessas mdias, o telefone talvez era o nico conta-to mais utilizado entre pessoas. Existe o exibicionismo pessoal, tambm existe o trabalho social de luta por uma causa de interesse geral, regional, nacional ou supra-nacional. Vive-se ligado, na imediatividade real, com a mdia e pela mdia, cujas redes sociais instalam-se uma virtualidade real. Sem atentar aos benefcios desse sistema (por exemplo aproximar pessoas e ventilar questes de interesse geral), o que deve pensar a situao de cada um envolvido como pessoa, com reflexos na vida privada e os direitos inerentes personalidade, pois situaes e fatos, extrapolam esfera pessoal e de convivncia, passando a ser conhecido por todos sem designar o limite da campo de amizade e convivncia da incidncia mdia eletrnica. Despreza-se o limite da vida privada e da vida ntima, compartilhando-se com a imensido da rede social. Instalou-se uma curio-sidade sem precedentes, deixar-se ver e ver os outr