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Florilegio Cristao Rosalee m Appleby

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Rosalee M. Appleby

FLORILGIO CRISTO

(Compilao) 18a edio

Lanamento:

Digitalizado por : Dumane

Revisado : por amigo annimo.Contedo

APRESENTAO7Misses8O BRASIL PARA CRISTO8FAZE SILNCIO EM MIM8O PESO DE NOSSA TERRA9IDE E PREGAI9O CAMPO O MUNDO10APRENDENDO A RECITAR11PRECE11SONHO MISSIONRIO11A MIM O FIZESTES12QUEM ME CHAMA?14DEDICAO14UMA CESTA DE ALTRUSTICOS DESEJOS15O MUNDO PARA CRISTO16SALVA PARA SERVIR18O ESPRITO DE MISSES20DAR E RECEBER23BRASIL E PORTUGAL25MISSES26APOTEOSE26LNGUAS E TRIBOS QUE AINDA NO FORAM ALCANADAS28MISSES... SANTA CHAMADA DE AMOR29BRASIL E PORTUGAL30JOGRAL31OS CAMPOS ESTO BRANCOS PARA A CEIFA33Dia das Mes34A ORIGEM DO DIA DAS MES34MINHA ME34ME35AS MOS DE MINHA ME35ME QUERIDA35"CARTA DE MEU FILHO"36ANTES QUE SEJA TARDE36MAE37MEU LAR CRISTO37PARA MAME DOENTE37RETRATO DE MULHER38SE EU PUDESSE38MAME39MEZINHA39QUEM ?39A ME39EU QUISERA, MEZINHA39O MONLOGO DA FILHA40A MO QUE EMBALA O BERO40Escola Bblica Dominical44ESCOLA BBLICA DOMINICAL44BENDITA ESCOLA !45A MOCIDADE ESCOLHE A IGREJA45AS DUAS ESCOLAS48Bblia49A BBLIA49O MELHOR LIVRO DO MUNDO49A BBLIA49MINHA BBLIA50A BBLIA E A SUA INFLUNCIA PODEROSA50Natal e Ano Novo53NATAL53NASCEU JESUS54FELIZ NATAL54NA HUMILDE MANJEDOURA DE BELM54NATAL55O PRESENTE DO NATAL55JESUS CRISTO NASCEU55A ORAO DO NATAL55PRESENTE PARA JESUS56NATAL56O ETERNO NATAL56ADORAO57ANO NOVO57ANO NOVO57ANO NOVO57O ANO QUE CHEGA58BALADA DO ANO NOVO58VOZES DE OUTRORA58O PRESENTE QUE JESUS QUER61O PRESENTE QUE NO FOI ENTREGUE62OS MAGOS64FESTEJANDO O NATAL DE JESUS64A GRANDE PROMESSA DE DEUS67AS BELEMITAS68A ESTRELA DO NATAL70A VIDA DE CRISTO71ESCOLHAS DO NATAL73DILOGO DAS PASTORAS74A MANJEDOURA E A ESTRELA75DILOGO DOS PASTORES77Patriotismo77PELA PTRIA77O ANIVERSRIO DE MRIO78Assuntos Diversos80PARA QU?80MEU PAI VELA DE CIMA80CRUCIFICADO COM CRISTO81CONTATO INTERROMPIDO81A PAZ DO SENHOR82PERDOA, SENHOR, PERDOA!82JESUS83AS MOS DE CRISTO83PRECE83O ECO84CANTO DO CRENTE85REPOUSE SOBRE NS A FORMOSURA DO SENHOR85VOZ DE DEUS85O NOME DE DEUS85ONDE A SAPINCIA DO HOMEM ?86O CEGO DE JERICO86GUARDA O TEU CORAO87CRISTO TUDO87AS SETE PALAVRAS DA CRUZ87O JARDINEIRO DO AMOR88AS DUAS ORAES89DIA DE ANIVERSRIO89PRECES DA INFNCIA89ORAO DUM PEQUENO89A ALEGRIA DA VIDA89GRAAS A DEUS90NA ESCOLA90O AMIGO DO GATO90OS PASSARINHOS90ERA UMA VEZ...91RAPAZ DECIDIDO91A MENINA DA SOMBRINHA91PEQUENAS COISAS91AJUDADORES92A VOVOZINHA92O QUE VOU FAZER92ROSA92TUDO PARA JESUS93NINHOS93JESUS E AS CRIANAS94A ESCADA DE JACO94A FLORI ST A96O JARDIM DE DEUS99

Todos os direitos reservados.

Copyright 1984 da JUERP.

15a edio- 1983

16a edio 1984

17a edio 1986

245.3

App-Flo Appleby, Rosalee Mils, comp.

Florilgio cristo. 18a edio. Rio de Janeiro, Junta de Educao Religiosa e Publicaes, 1987. 303 p.

1. Programas Especiais. 2. Poesias Evanglicas. 3. Representaes Evanglicas I. Ttulo.

CDD 245.3

Nmero de Cdigo para Pedido: 27.C33

Capa de Hudson P. Silva - Junta de Educao Religiosa e Publicaes da Conveno Batista Brasileira Caixa Postal 320 - 20001 Rio de Janeiro RJ Brasil3.000/1987Impresso em Grficas Prprias

APRESENTAO

Florilgio Cristo um desses livros que inspira, educa, recreia o espirito e renova o nimo de quantos o lem. As poesias, as meditaes e os dramas para as mais variadas ocasies do calendrio eclesistico comunicam uma mensagem plena de significado para a vida diria. Esta a razo da grande aceitao da obra no meio evanglico.

As edies sucessivas dezessete edies j esgotadas so testemunho eloqente do valor da obra. A edio original foi acrescida de poesias e dramas de carter mais recente. O aspecto grfico do livro foi melhorado com uma diagramao mais dinmica e atraente. Tudo o que se fez teve como objetivo o aperfeioamento dos santos, atravs de programas relevantes para a atualidade.

Manteve-se a estrutura bsica das primeiras edies do Florilgio Cristo. Tambm foi mantida a nova forma e as modificaes Introduzidas na oitava edio. A obra continua sendo uma coletnea ou antologia de produes, representaes e poesias evanglicas para ocasies variadas. Atravs de suas pginas, o espirito humano eleva-se das profundezas de sua angustia e Incerteza para os pncaros da eternidade. A mensagem da cruz e da reconciliao por melo de Jesus Cristo uma constante em todas as suas pginas. A responsabilidade dos crentes para com as almas que se encontram distantes do Salvador acentuada. O valor, a inspirao e a importncia da Bblia so exaltados.

Preparado com a finalidade de fornecer elementos para os programas especiais das igrejas, Florilgio Cristo til tambm como livro de leitura inspirativa e devocional.

Que as vidas conduzidas a uma aproximao maior com Cristo atravs da mensagem deste livro continuem a formar um verdadeiro florilgio para a honra e glria de Deus!

Darci Dustlek

Misses

O BRASIL PARA CRISTO

Mrio Barreto Frana

Levanta o teu olhar, mocidade crente, At onde puder chegar teu sonho ardente! E v todo esplendor de nossa Ptria amada, Toda a grandeza, toda a fortuna ignorada, Que seriam no mundo o mximo luzeiro, Se as soubesse explorar o povo brasileiro!

Porm tu mocidade! aceita o sacrifcio De, com a Bblia na mo, ir combater o vcio, A misria, a indolncia e o pecado infecundo Dos que vivem sem f, chorando pelo mundo.. . Desfralda o pavilho do Evangelho de Cristo E acorda este pas para a crena, porque isto o problema moral de maior relevncia Pra salvar a velhice e restaurar a infncia Ou para entusiasmar a pobre humanidade Nas lutas pelo bem, no amor pela verdade.

A Crena que desperta o gosto pelo estudo, O amor pelo trabalho empreendedor, por tudo Que representa, em si, o progresso de um povo! Anuncia, portanto, esse amor sempre novo Que Cristo nos legou e no qual te iluminas, Sorvendo a inspirao nas pginas divinas!

Em ti que o Brasil descansa o seu futuro!

E, que fars, ento, para v-lo seguro

Na base do progresso e vanguarda do mundo,

Cristmente feliz, sabiamente fecundo? Olha-o na solido cruel do extremo norte! Inculto, sendo rico; estril, sendo forte!

Contempla-o no Nordeste, entre as secas tremendas;

Ali, nesses sertes, da crendice e das lendas,

De annimos heris ou mseros escravos,

que a Ptria suporta os maiores agravos...

o Brasil de Gois, de Minas, Mato Grosso, Do Amazonas, Par... desse eterno colosso, Que dorme o sonho vo da fora adormecida E anseia despertar para o esplendor da vida!

o Brasil infeliz das tribos decadentes, Expostas cruel explorao das gentes, Donos de tanta cousa sem direito a nada, No imprio colossal da mata torturada.

o Brasil de So Paulo, a rir nos cafezais, Brasil do industrial, do garimpeiro audaz; Brasil do extremo sul, dos pampas verdejantes Que, coberto de bois, vo se perder distantes...

o Brasil do campnio e do honesto operrio, Do que arrasta na vida o trgico fadrio De ver o seu labor to mal recompensado, Mas sempre esperanoso e sempre conformado...

Brasil comercial, ou Brasil idealista, A tudo mocidade! alonga a tua vista, E desfralda com f a bandeira da paz, E prega a salvao, e no te cales mais!

Levanta o teu olhar, mocidade crente, At onde puder chegar teu sonho ardente! E, a crena a proclamar sob este cu de anil, Conquista para Cristo o povo do Brasil!

(Extrado do livro Antologia Missionria , da Junta de Misses Nacionais.)

FAZE SILNCIO EM MIM

Especial para A Ptria para Cristo Mrio Barreto Frana

Para que eu possa ouvir, Senhor, o teu chamado E no queira escutar a voz do mundo ruim; Para que o meu pensar esteja a Ti voltado, Faze silncio em mim!

A fim de que eu atenda, Deus, aos teus conselhos E possa te seguir at da vida ao fim; E, para que te adore humildemente, de joelhos, Faze silncio em mim!

Que os problemas do lar e as angstias da vida No me afastem, Senhor, do teu caminho, e assim, Pra receber do cu a mensagem querida, Faze silncio em mim!

Se o estrpito cruel do insulto ou zombaria Ecoa na distncia escura de onde vim; Para alcanar, Deus, tua sabedoria, Faze silncio em mim!

Senhor, para que eu sinta, em luz, tua presena, A paz celestial e o teu amor, enfim, Para nalma fruir a tua graa imensa, Faze silncio em mim!

(Extrado do livro Antologia Missionria , da Junta de Misses Nacionais.)

O PESO DE NOSSA TERRA

Myrtes Mathias

Dizem os grandes poetas que o Brasil todo sol, que o Brasil todo festa, que seu cu sempre azul. Mas eu vejo mos crispadas, erguidas, desesperadas, clamando de norte a sul.

Mos do Brasil primitivo, correndo na selva imensa, mergulhado na descrena, fugindo no prprio lar! Nu, pago e decadente, abandonado e doente, sem foras para lutar.

Mos crispadas do norte de minha terra, perdido no inferno verde do verde seringal; afogado na lama, em cabana de palha, morrendo de febre destino fatal!

Braos erguidos do nordeste, mos crispadas, ressequidas de sol, Suplicando gua, um arbusto, uma sombra um resto de justia, um novo arrebol.

Mos do Brasil de roupa rasgada,

do homem da enxada, que faz "simpatia"

para no morrer.

Do Brasil que nunca fez greve, que nem sabe pedir aumento, para quem o sofrimento j faz parte do viver.

Mos do Brasil que vive em barracos, subindo o morro em busca de ar; que transforma em samba a prpria misria; que se afoga no vcio, para no chorar.

Mos revoltas das filas enormes, dos desempregados, doentes e rus. Mos que blasfemam, maldizem e matam, mos desgraadas, perdidas, sem Deus.

Mos pequeninas do Brasil criana que puxam misria, em vez de carrinho; Crianas sozinhas, de olhos enormes, que pedem migalhas de po e carinho.

Basta, Senhor, de braos estendidos, de mos descarnadas, quais estrelas apagadas, sem brilho, se