farmacodinâmica 2011 2

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Aula de Farmacodinâmica básica

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  • 1. FARMACODINMICA BSICA Carlos Fernando Collares

2. CONTEDO

  • Introduo
  • Conceitos
  • Interao frmaco-receptor
  • Principais famlias de receptores
  • Regulao de receptores
  • Relaes dose-resposta
  • Exerccios

3.

  • o estudo dos efeitos bioqumicos e fisiolgicos dos frmacos e seus mecanismos de ao.

Farmacodinmica 4.

  • Estudo minucioso da ao do frmaco:
    • base para o uso teraputico racional;
    • desenvolvimento de novos agentes teraputicos melhores;
    • compreenso da regulao bioqumica e fisiolgica.
  • Eficciaversussegurana.

Importncia da Farmacodinmica 5. Interao frmaco - receptor Complexo frmaco-receptor Frmaco+ receptor EFEITO BIOLGICO Receptor:componente do organismo com o qual possvel o agente qumico interagir. 6. Conceito e termoreceptor

  • 1878 - John Langley:estudando os efeitos antagonistas da atropina contra a pilocarpina indutora de salivao.
  • Existe alguma substncia ou substncias na terminao nervosa ou nas clulas da glndula com as quais tanto a atropina como a pilocarpina so capazes de formar compostos.
  • 1909 Paul Ehrlichintroduz a palavra receptor.
  • Qualquer molcula biolgica qual o frmaco se liga para iniciar seu efeito e produzir uma resposta mensurvel.

7. Princpios fundamentais da farmacodinmica Se um receptor pode ser qualquer macromolcula funcional...

  • O frmaco capaz de alterar a extenso e a velocidade dos processos orgnicos.
  • Os frmacos no criam efeitos novos, apenas modulam os processos fisiolgicos intrnsecos.

8. Receptores no-ocupados no modificam processos intracelulares. Frmaco (ligante) +receptor Resposta biolgica Frmaco Receptor + 9. Tipos de receptores

  • Protenas:maior classe em termos numricos.
  • Receptores para ligantes reguladores endgenos - hormnios, fatores de crescimento, fatores de transcrio e neurotransmissores.
  • Enzimas:de vias metablicas e regulatrias importantes. Ex: dihidrofolato redutase e acetilcolinesterase.
  • Proteinas transportadoras:Ex. Na + , K + -ATPase
  • Canais inicos
  • DNA / receptores nucleares

10. Principais famlias de receptores

  • Canais inicos disparados por ligantes
  • Receptores acoplados protena G
  • Receptores ligados a enzimas
  • Receptores intracelulares

11. Receptores para ligantes reguladores endgenos 12. Primeiromensageiro (NT) R eceptor extracelular citosol Protena X processo celular AMPc gene regio de cdon RNAm fatores de transcrio CREB-P regio promotora ncleo PKA / Sub-unidade cataltica sntese protica membrana celular membrana celular AC G G 13. Regulao de receptores

  • Dessensibilizao
    • A contnua estimulao das clulas com o agonista geralmente resulta num estado de dessensibilizao - adaptao, refratariedade oudown-regulation;
    • O efeito que se segue exposio continuada ou subseqente mesma concentrao do frmaco diminudo.
  • Como o fenmeno ocorre rapidamente, denominadotaquifilaxiaou tolerncia farmacolgica .

14.

  • Agonista o frmaco ao se ligar ao receptor produz uma resposta biolgica que mimetiza a do ligante endgeno.
  • Antagonista o frmaco diminui a ao de outro frmaco ou do ligante endgeno.
    • Interao competitiva
    • Interao no-competitiva (alostrica)
  • Antagonismo qumico inativao da molcula

Ligao frmaco-receptoragonismo e antagonismo 15. Antagonismo competitivo O agonista e o antagonista competem pelo mesmo stio no receptor. A CE 50para o agonista aumenta com a concentrao do antagonista. 16. Antagonismo no-competitivo 17. Relaes dose-resposta 18.

  • Concentrao Efectiva 50%(ED 50 )
    • Concentrao do frmaco que induz um efeito especfico em 50% de indivduos de uma dada populao.
  • Dose Letal 50%(LD 50 )
    • Concentrao do frmaco que induz morte em 50% de indivduosde uma dada populao.

Relaes dose-resposta graduais e quantais- conceitos e parmetros 19. Potncia e Eficcia x maispotenteque y , que maispotenteque z xeztm a mesmaeficcia , que maior que a dey Dose (escala log 10 ) Resposta (unidade arbitrria) 20. Relaes dose-resposta

  • Potncia
    • medida da quantidade do frmaco necessria para produzir um efeito de uma dada intensidade. usada para comparar compostos de mesma classe farmacolgica.
  • Eficcia
    • grau de capacidade do frmaco produzir a resposta desejada independe da dose e est relacionada capacidade intrnseca do frmaco de produzir atividade.
  • ndice teraputico
    • relao da dose que produz respostas txicas com a dose que produz o efeito teraputico em uma populao.