eucaliptus as pesticide

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uso de eucalipto como pesticida

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<ul><li><p>Universidade de So Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz </p><p>Controle microbiano da traa-da-batata, Phthorimaea operculella (Zeller, 1873) (Lepidoptera: Gelechiidae), com granulovrus </p><p>Gabriel Moura Mascarin </p><p> Dissertao apresentada para obteno do ttulo de Mestre em Cincias. rea de concentrao: Entomologia </p><p>Piracicaba 2009 </p></li><li><p>2</p><p>Gabriel Moura Mascarin Engenheiro Agrnomo </p><p>Controle microbiano da traa-da-batata, Phthorimaea operculella (Zeller, 1873) (Lepidoptera: Gelechiidae), com granulovrus </p><p> Orientador: </p><p> Prof. Dr. ITALO DELALIBERA JNIOR </p><p> Dissertao apresentada para obteno do ttulo de Mestre em Cincias. rea de concentrao: Entomologia </p><p>Piracicaba 2009 </p></li><li><p> Dados Internacionais de Catalogao na Publicao </p><p>DIVISO DE BIBLIOTECA E DOCUMENTAO - ESALQ/USP </p><p>Mascarin, Gabriel Moura Controle microbiano da traa-da-batata, Phthorimaea operculella (Zeller, 1873) </p><p>(Lepidoptera: Gelechiidae), com granulovrus / Gabriel Moura Mascarin. - - Piracicaba, 2009. 118 p. : il. </p><p>Dissertao (Mestrado) - - Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, 2009. Bibliografia. </p><p>1. Controle Biolgico 2. Baculoviridae 3. Batata 4. Tomate 5. Traas 6. Vrus dos insetos I. Ttulo </p><p> CDD 632.78 M395c </p><p> Permitida a cpia total ou parcial deste documento, desde que citada a fonte O autor </p></li><li><p>3</p><p>A minha me, ANGELA, e meu irmo, BRUNO </p><p>Aos meus avs, AGAMENON e ANA </p><p>A minha querida companheira, NILCE </p><p>E ao meu amigo e clebre Prof. SRGIO (in memoriam) </p><p>OFEREO E DEDICO </p><p>H homens que lutam um dia, e so bons; </p><p>H outros que lutam um ano, e so melhores; </p><p>H aqueles que lutam muitos anos, e so muito bons; </p><p>Porm h os que lutam toda a vida </p><p>Estes so os imprescindveis </p><p>(Bertold Brecht) </p></li><li><p>4</p></li><li><p>5</p><p>AGRADECIMENTOS </p><p> Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Universidade de So Paulo, pela oportunidade de aprendizagem e qualificao. </p><p> Ao meu ilustre mentor, Prof. Srgio Batista Alves, pela honra do convvio, amizade </p><p>inestimvel, ensinamentos, orientao e incansvel apoio moral e profissional (in memoriam). Ao Prof. Dr. talo Delalibera Jnior pela orientao, amizade e pacincia. Aos professores do Departamento de Entomologia (ESALQ/USP) pelos preciosos </p><p>ensinamentos e empenho em suas disciplinas. biloga Solange Aparecida Vieira-Barros pela amizade e suporte tcnico no </p><p>laboratrio. A todos os colegas que so ou foram do laboratrio de Patologia e Controle Microbiano </p><p>de Insetos e de outros laboratrios dos setores de Entomologia e Acarologia: Daian Guilherme Pinto de Oliveira, Giuliano Pauli, Juan Humberto Guarn Molina, Luciana Savoi Rossi-Zalaf, Rogrio Biaggioni Lopes e Weliton Dias da Silva pela amizade e companheirismo ao longo desses anos de ESALQ. </p><p> Aos meus grandes amigos Rafael Bigoto e Thiago de Arajo Mastrangelo, pelo convvio </p><p>e pelas alucinantes e inesquecveis aventuras. A todos de minha famlia, especialmente a minha me ngela, que sempre me apoiou e </p><p>acreditou no meu potencial participando de cada etapa da minha vida. A minha inseparvel companheira, Nilce N. Kobori, meu esteio e motivao! </p><p> bibliotecria Slvia Zinsly pela ateno e correo da estrutura deste trabalho. CAPES, pela bolsa de estudo que possibilitou a execuo deste trabalho. </p></li><li><p>6</p></li><li><p>7</p><p> SUMRIO </p><p>RESUMO.................................................................................................................. 9 ABSTRACT............................................................................................................. 11 LISTA DE FIGURAS............................................................................................... 13 LISTA DE TABELAS.............................................................................................. 15 LISTA DE ABREVIAES.................................................................................... 17 1 INTRODUO..................................................................................................... 19 1.1 Objetivos............................................................................................................. 21 1.2 Reviso bibliogrfica.......................................................................................... 21 1.2.1 Aspectos econmicos da cultura da batata...................................................... 21 1.2.2 Importncia e danos de Phthorimaea operculella........................................... 22 1.2.3 Mtodos de controle de Phthorimaea operculella........................................... 24 1.2.4 Baculovrus...................................................................................................... 28 1.2.5 Nomenclatura de baculoviroses....................................................................... 31 1.2.6 Uso de baculovrus para controle de pragas no Brasil..................................... 31 1.2.7 Modo e mecanismo de ao dos baculovrus.................................................. 34 1.2.8 Efeitos subletais de baculovrus nos seus hospedeiros.................................... 36 1.2.9 Resistncia de insetos a baculovrus................................................................ 37 1.2.10 Produo de baculovrus................................................................................ 39 1.2.11 Formulao de vrus entomopatognicos...................................................... 41 1.2.12 Vrus de granulose de Phthorimaea operculella........................................... 42 Referncias.............................................................................................................. 46 2 POTENCIAL DE UM ISOLADO BRASILEIRO DE GRANULOVRUS </p><p>(PhopGV) PARA CONTROLE DE Phthorimaea operculella (LEPIDOPTERA: GELECHIIDAE)..................................................................... </p><p> 54 </p><p>Resumo..................................................................................................................... 54 Abstract..................................................................................................................... 55 2.1 Introduo........................................................................................................... 56 2.2 Desenvolvimento................................................................................................ 57 2.2.1 Material e mtodos.......................................................................................... 57 2.2.1.1 Criao de Phthorimaea operculella em condies de laboratrio.............. 57 2.2.1.2 Material de origem e preparo do inculo de PhopGV.................................. 60 2.2.1.4 Virulncia de PhopGV sob diferentes temperaturas em tubrculo </p><p>de batata........................................................................................................ 62 </p><p>2.2.1.5 Suscetibilidade de Phthorimaea operculella ao PhopGV aplicado na parte area de batata................................................................................. </p><p> 64 </p><p>2.2.1.6 Suscetibilidade de Tuta absoluta ao granulovrus (PhopGV) isolado de Phthorimaea operculella............................................................. </p><p> 65 </p><p>2.2.1.7 Persistncia de PhopGV aplicado em tubrculos de batata.......................... 66 2.2.1.8 Efeito da infeco viral na contagem total de hemcitos de Phthorimaea </p><p>operculella................................................................................................... 67 </p><p>2.2.1.9 Determinao do equivalente larval (EL) a partir de lagartas infectadas de Phthorimaea operculella por PhopGV................................................... </p><p> 68 </p><p>2.2.1.10 Anlises estatsticas.................................................................................... 68 </p></li><li><p>8</p><p>2.2.2 Resultados........................................................................................................ 71 2.2.2.1 Virulncia de PhopGV sob diferentes temperaturas em tubrculo de </p><p>batata............................................................................................................ 71 </p><p>2.2.2.2 Suscetibilidade de Phthorimaea operculella ao PhopGV aplicado na parte area de batata............................................................................................... </p><p> 80 </p><p>2.2.2.3 Suscetibilidade de Tuta absoluta ao granulovrus (PhopGV) isolado de Phthorimaea operculella.............................................................................. </p><p> 80 </p><p>2.2.2.4 Persistncia de PhopGV aplicado ao tubrculo de batata............................ 83 2.2.2.5 Efeito da infeco viral na contagem total de hemcitos de Phthorimaea </p><p>operculella................................................................................................... 84 </p><p>2.2.2.6 Determinao do equivalente larval (EL) a partir de lagartas infectadas de Phthorimaea operculella por PhopGV......................................................... </p><p> 85 </p><p>2.2.3 Discusso......................................................................................................... 86 2.3 Consideraes finais........................................................................................... 92 Referncias.............................................................................................................. 92 3 EFICCIA DE GRANULOVRUS (PhopGV) NA FORMULAO EM </p><p>TALCO E COM PRODUTOS BASE DE NIM NA MORTALIDADE LARVAL DE Phthorimaea operculella (LEPIDOPTERA: GELECHIIDAE)................................................................................................... </p><p> 97 </p><p>Resumo..................................................................................................................... 97 Abstract..................................................................................................................... 98 3.1 Introduo........................................................................................................... 99 3.2 Desenvolvimento................................................................................................ 101 3.2.1 Material e mtodos.......................................................................................... 101 3.2.1.1 Insetos e vrus............................................................................................... 101 3.2.1.2 Nim e formulao de PhopGV..................................................................... 102 3.2.1.3 Efeito de PhopGV, DalNeem e NeemAzal na mortalidade larval de </p><p>Phthorimaea operculella............................................................................. 103 </p><p>3.2.1.4 Efeito da formulao p seco de PhopGV na mortalidade larval de Phthorimaea operculella............................................................................. </p><p> 104 </p><p>3.2.1.5 Anlises estatsticas...................................................................................... 105 3.2.2 Resultados........................................................................................................ 107 3.2.2.1 Efeito de PhopGV, DalNeem e NeemAzal na mortalidade larval de </p><p>Phthorimaea operculella............................................................................. 107 </p><p>3.2.2.2 Efeito da formulao em p seco de PhopGV na mortalidade larval de Phthorimaea operculella.............................................................................. </p><p> 110 </p><p>3.3 Discusso............................................................................................................ 111 3.4 Consideraes finais........................................................................................... 114 Referncias.............................................................................................................. 115 </p></li><li><p>9</p><p>RESUMO </p><p>Controle microbiano da traa-da-batata, Phthorimaea operculella (Zeller, 1873) (Lepidoptera: Gelechiidae), com granulovrus </p><p> A traa-da-batata, Phthorimaea operculella (Zeller, 1873) (Lepidoptera: Gelechiidae), </p><p>praga-chave da batata (Solanum tuberosum L., Solanaceae), causando srios prejuzos em pases produtores do mundo inteiro, com danos que podem atingir 100% em tubrculos armazenados. O uso de inseticidas qumicos para controle de P. operculella geralmente aumenta os custos de produo, gera resduos txicos e causa intoxicaes nos produtores. O controle biolgico uma alternativa desejvel para ser incorporado no Manejo Integrado de Pragas (MIP). O granulovrus, PhopGV (Baculoviridae), um importante inimigo natural de P. operculella, causando epizootias frequentes nas populaes dessa praga. O presente trabalho investigou o potencial de um isolado nativo de PhopGV sobre a fase larval de P. operculella a diferentes temperaturas de incubao em tubrculo (18, 24 e 30 C) e na parte area de batata. Estudos relacionados persistncia do vrus aplicado em tubrculos e aos efeitos subletais da infeco viral sobre o peso pupal e o sistema imune de lagartas desse inseto foram executados. A suscetibilidade de um hospedeiro alternativo ao vrus, a traa-do-tomateiro Tuta absoluta (Meyrick, 1917) (Lepid.: Gelechiidae), foi avaliada em folhas de tomateiro (Solanum lycopersium L., Solanaceae). Em outros bioensaios, avaliou-se o efeito combinado de dois produtos base de nim (DalNeem e NeemAZAl) com PhopGV sobre a mortalidade larval e rendimento de lagartas infectadas de P. operculella. Uma formulao em p seco do vrus com talco foi desenvolvida para conferir proteo aos tubrculos. As temperaturas de incubao no afetaram a suscetibilidade de lagartas de P. operculella ao vrus, nem o rendimento de lagartas infectadas e a proporo de lagartas no recuperadas nos bioensaios em tubrculos. Porm, esses parmetros foram altamente dependentes da concentrao viral e 100% de mortalidade larval foi obtida a partir de 1 x 106 OB.mL-1. Apesar de no ter ocorrido diferenas no rendimento de lagartas infectadas entre as temperaturas, o perodo de incubao at a coleta destas lagartas foi menor a 30 C. Na parte area, lagartas de P. operculella foram menos suscetveis ao patgeno do que em tubrculos, sugerindo aplicao de diferentes dosagens do vrus para lavoura de batata e tubrculo armazenado. O vrus demonstrou alta persistncia durante o armazenamento, mantendo-se vivel por at 60 dias com mortalidade &gt; 80%. A transmisso do vrus da lagarta para pupa em baixas concentraes (&lt; 1 x 106 OB.mL-1) foi confirmada. As pupas infectadas no apresentaram pesos diferentes daquelas sadias. A infeco viral provocou drstica reduo no nmero total de hemcitos circulantes na hemolinfa de lagartas doentes. A melhor combinao de vrus com nim foi obtida pela mistura de 4 ppm DalNeem + 1 x 104 OB.mL-1 PhopGV, que resultou em maior mortalidade larval do que os agentes aplicados sozinhos. NeemAzal teve efeito antagnico na mistura com PhopGV em razo da baixa mortalidade larval registrada. O vrus formulado com talco proporcionou altos nveis de mortalidade (&gt; 70%) nas concentraes &lt; 5 x 106 OB.mL-...</p></li></ul>