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  • ESTDIO FONTE NOVA

    PROJETO BSICO DE ENGENHARIA

    RELATRIO TCNICO DE INSTALAES ELTRICAS

    Resp. Tcnico:Carlos A. N. Viani RL-1944/02-EL-001 Rev. 0

  • 1. GENERALIDADES

    1.1 - Introduo

    O projeto contempla as instalaes eltricas do estdio da Fonte Nova.

    1.2 - Objetivo

    Este documento tem por objetivo complementar as informaes constantes dos desenhos de projeto, apresentando especificaes, parmetros de dimensionamento, descrio dos sistemas e critrios de instalao.

    1.3 - Instituies E Normas

    1.3.1 - Instituies

    Para o desenvolvimento das solues apresentadas foram observadas as seguintes normas das instituies a seguir relacionadas:

    Ministrio do Trabalho Normas Regulamentadoras

    ANEEL Agncia Nacional de Energia Eltrica

    ABNT Associao Brasileira de Normas Tcnicas

    COELBA - Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia

    e outras especificadas a cada unidade particular dos sistemas de utilidades.

    1.3.2 - Normas

    Devero ser seguidas as normas da ABNT, as normas das instituies citadas deste documento e as normas relacionadas abaixo:

    Nveis de Rudo: CETESB 11034/026179-1992 e 11032/026259-1992 e NBR-10151 e NBR-10152

    1.3.3 - Normas Complementares

    As instalaes eltricas devem ser executadas de acordo com as normas das instituies acima relacionadas, complementadas se necessrio pelas normas das seguintes entidades :

    a) NEC - National Electrical Code

    b) VDE - Verbandes Deustcher Elektrote

    c) IEC - International Electrical Commission

    d) ANSI American National Stpavimentods Institute

    e) NEMA National Electric Manufacturers Association

    f) IEEE Institute of Electrical and Electronic Engineers

  • Os casos no abordados sero definidos pela fiscalizao, de maneira a manter o padro de qualidade previsto para a obra em questo e de acordo com as normas vigentes nacionais ou internacionais.

    1.4 - Documentos de Referncia

    Para o desenvolvimento do projeto de instalaes devero ser utilizados os seguintes documentos de referncia, at a data da entrega do projeto.

    Projeto de Arquitetura

    Projeto de Estrutura

    Projeto de Luminotecnia

    Football Stadiuns Technical Recomendations and Requirements 4 Edition FIFA

    2. SISTEMAS ELTRICOS

    2.1 - Generalidades

    Nos sistemas eltricos sero apresentadas todas as etapas das instalaes eltricas do estdio desde a entrega da concessionria, passando pelo sistema de transformao de energia, conceitos da distribuio eltrica, sistemas para suprimento da energia na falta da concessionria, distribuio dos circuitos terminais nas diversas reas, as especificaes de materiais e equipamentos incluindo seus servios e seus critrios de montagens. O item a seguir apresentar uma tabela demonstrativa das caractersticas adotadas como critrios de projeto para o empreendimento, visando um melhor entendimento desse documento e do projeto como um todo. CARACTERSTICAS DAS CARGAS ELTRICAS CONSIDERADAS

    Item Tenso Plos Densidade Considerada Iluminao geral 220 V F+N 15 W/m2

    Tomadas de uso geral 220 V F+N 5 W/m2

    Motores ar condicionado at 1 CV 220 V F+N *** Motores ar condicionado > 1 CV 380 V 3F *** Elevadores 380 V 3F *** Bombas hidrulicas 380 V 3F *** Iluminao externa e do campo 380 V 3F+N Ligaes F+N balanceadas

  • 2.2 - Entrada, Medio de Energia

    2.2.1 - normas tcnicas

    O projeto baseou-se nas normas da ABNT e da concessionria de energia eltrica, destacando-se entre outras:

    NBR-5410 Instalaes Eltricas de Baixa Tenso

    NBR-14.039 Instalaes Eltricas de Mdia Tenso de 1,0 KV a 36,2 KV

    COELBA - Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia

    2.2.2 - introduo

    Este documento refere-as descrio da entrada, medio de energia, sistema de gerao e transferncia de energia para o fornecimento em situao de emergncia quanto da falta da concessionria.

    2.2.3 - descrio da entrada e medio em mdia tenso

    O fornecimento de energia eltrica do empreendimento ser efetuado em mdia tenso, sistema trifsico em 11,9 KV - 60Hz, atravs da rede da concessionria de energia local COELBA, com de dois circuitos, sendo um operacional e outro reserva, que caminharo pela rua at os limites do estdio, estes dados devero ser confirmados junto Concessionria. A entrada de energia do tipo subterrnea, desde a derivao da concessionria at a sala da subestao Sul, onde sero instalados os cubculos de cada uma das entradas transferncia das entradas operacional e reserva, medio, proteo geral do sistema, bem como os cubculos de proteo dos transformadores e das subestaes Norte, Nordeste e Noroeste. Os cabos esto instalados em um conjunto de dois eletroduto de ferro galavanizado tipo pesado de 4 que ligam os postes da concessionria subestao Sul. No mesmo eletroduto das fases ser instalado o cabo neutro para a conexo do sistema da concessionria com o consumidor. O sistema de medio adotado a medio nico. O sistema de proteo, sinalizao e comando dos painis efetuado atravs de retificador e carregador mais banco de baterias seladas para alimentao em corrente contnua. Todos os cubculos so blindados do tipo compacto e devero ser homologados junto a concessionria.

  • 2.2.4 - descrio da distribuio em mdia tenso

    A partir dos cubculos de proteo geral, o projeto prope um sistema de distribuio de mdia tenso em anel interligando as quatro subestaes, desta forma havero duas protees de sada na subestao Sul, que alimentaro os transformadores desta subestao e de onde partiro as alimentaes sendo uma para a subestao. Norte, Nordeste e outra para a subestao Noroeste, que por sua vez sero interligadas para o fechamento do anel.

    2.3 - Transformao de Energia

    2.3.1 - descrio geral

    Cada uma das quatro subestaes, dever ser dividida em duas salas, uma para os equipamentos de mdia tenso e outra para os equipamentos de baixa tenso. A sala de mdia tenso abrigar os painis de mdia tenso blindados compactos e 03 baias de transformadores sendo: 2 (dois) transformadores a seco preparados para ventilao forada, sendo

    cada um dever ser carregado com at 70% da sua capacidade, ficando assim 30% livre como carga reserva;

    1 (uma) baia reserva para futura instalao. A sala de baixa tenso abrigar os painis de baixa tenso com sadas para 380/220V-3F e demais equipamentos complementares formando o conjunto de transformao e distribuio de energia para o estdio. O layout dever ser proposto para a subestao visando uma otimizao e uma perfeita continuidade eltrica e mecnica para a distribuio. Na sala de mdia, os cabos provenientes do anel, chegam a um espao destinado dentro do layout, exclusivamente aos cubculos de mdia tenso. Em um espao especfico prximo, ficam as baias dos transformadores, cuja interligao com os cubculos de mdia tenso feita por cabos de iguais caractersticas s dos cabos de entrada, abrigados em canaletas no enchimento do piso. Na sala de baixa tenso esto os quadros gerais de baixa tenso, cujas interligaes entre eles e os transformadores sero atravs de barramentos blindados. Para os barramentos blindados e cabos instalados em eletrocalhas, todas as sadas e chegadas nos painis foram previstas por cima dos mesmos que conduziro os cabos alimentadores at o shaft de instalaes eltricas.

  • O caminhamento dos leitos segue at o shaft de instalaes eltricas, onde uma rea til maior de leitos est disposta para levar os cabos alimentadores conforme projeto e para abrigar futuras instalaes adicionais. Ser previsto ainda na subestao, um sistema de iluminao por luminrias para lmpadas fluorescentes, montadas em perfilados a 2,25 m do piso acabado, tomadas de uso geral, blocos autnomos de iluminao de emergncia com autonomia mnima de 1,5 horas, extintores, caixa com equipamentos de proteo individual e diagrama unifilar colorido emoldurado na parede. As grades das baias dos transformadores so de escopo da instaladora mesmo que estes no constem no projeto de arquitetura/instalaes.

    2.3.2 - alimentao em mdia tenso e respectivos equipamentos

    Os cabos de interligao das subestaes sero instalados em eletro dutos corrugados em PEAD, pelo teto dos pavimentos. Os cabos alimentadores da subestao sero do tipo cabos singelos com tenso de isolamento 12/20KV do tipo EPR de bitola indicada no diagrama unifilar, inclusive o cabo reserva. Os eletro dutos chegam no limite da subestao e, com curvas de 90, descem encostados pela parede at atingirem a canaleta especfica para cabos de mdia tenso ali prevista. Obs.: Todos os painis de mdia tenso devem apresentar aterramento eltrico e terminais termo contrteis a frio para a transio barra cabos de mdia tenso. A identificao dos transformadores dever ser feita atravs de placa com todos os dados de transformador e instalada do lado de fora do gabinete. Os dois transformadores foram projetados para poder trabalhar em paralelo, desta forma os QGBT's devero estar preparados para o funcionamento em paralelo e acrscimo de carga por meio de ventilao forada. Tambm deve ser previsto um link que permite que um transformador alimente as cargas do outro, em caso de manuteno, atravs de um selecionamento de cargas de forma a no exceder o limite do transformador. Os espaos de reserva para o outro transformador ser para eventuais sistemas independentes, no previsto o paralelismo com os dois existentes. De cada transformador derivar um barramento blindado de cobre, cuja chegada ser no quadro geral de baixa tenso principal da subestao, o QGBT. Desse quadro deriva toda a distribuio de baixa tenso para todo o estdio.

  • 2.4 - Quadros Gerais De Baixa Tenso

    2.4.1 - normas

    Devero ser respeitadas as normas da ABNT, destacando-se entre outras:

    NBR-5410 Instalaes eltricas em baixa tenso

    NBR