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Trecho do ESPM Jr. Informa - primeiro semestre de 2012

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  • 1. Jr. Entrevista EXPERINCIA JUNIORvivenciada por milhares de jovens em todo Brasil e contada por oito membros de Empresas Juniores (EJs) de So Paulo Bianca Mesiano,Luiz Guilherme Melo, Felipe Vogler, Diretora de RH Diretor de Mercado Presidente da Insper Jr da Poli Junior da RI USP Jr Letcia Olivan,Lvia de Luca, Presidente Gerente de ProjetosPaulo Tavares, da EJ MackenzieInternos daDiretor de Projetos ConsultoriaInsper Jrda Jr FAAP Augusto Lage, Las Braido, Paula Mian,Diretor de Marketing Presidente Vice Presidentee Relacionamento da EJ FGVda RI USP Jr da ESPM Jr Mesmo se tratando de alunos de cursos completa-Jr: Qual foi a maior transformao que ocorreu na sua vidamente distintos e com vises de mundo variadas, unanimidade desde que voc entrou na Empresa Junior?entre todos os participantes o papel de divisor de guas exercidopela Experincia Junior, e exatamente isso que faz com que asopinies de todas estas pessoas sejam to relevantes. Paulo Tavares (Jr FAAP): Primeira coisa, responsabilidade, sa-ber que se voc tem que fazer alguma coisa, ningum vai fazer De forma mais abrangente, eles relatam sobre o por voc. Com isso voc aprende a levar as coisas mais a srio,Movimento de Empresas Juniores (MEJ) como um todo, quee acaba se tornando uma pessoa mais madura. Essa pra mim atem por intuito desenvolver aqueles que fazem parte dele. O MEJ maior mudana.surgiu na dcada de 60 na Frana e se espalhou rapidamente portodo mundo, chegando ao Brasil no incio nos anos 90, e hojeo segundo maior movimento de universitrios em todo planeta.Letcia Olivan (Mackenzie Consultoria): Quando eu en-trei na Jr eu estava no primeiro semestre e tinha acabado de sair Aproveite para conhecer um pouco mais sobre as do colgio, onde a gente at fazia trabalhos em grupo, mas namudanas que a Jr. pode proporcionar aos membros das EJs. EJ, alm desse senso de responsabilidade citado pelo Paulo, a10 ESPM Jr. Informa

2. Jr. Entrevistagente aprende a ter esprito de equipe. Saber lidar com pes-Luiz Guilherme Melo (Poli Jr): Certa vez eu tive aulas comsoas, saber entender diferentes pontos de vista, escutar opini- um professor que introduziu o conceito de CHAN (Conheci-es contrrias s suas, acho que isso tambm agregou muito.mento, Habilidade, Atitude e Networking) que tem muito a vercom Empresa Junior. Com certeza, se voc fizer parte de uma EJ,voc vai sair da sua faculdade com muito mais conhecimento e asPaula Mian (RI USP Jr): Vou at pegar o gancho porque eu iaempresas vo gostar disso. Habilidade, no sentido de voc con-falar desenvolvimento de potencial de liderana e aprender a serseguir apresentar diante de uma grande plateia, e no gaguejar eliderado, que tem muito a ver com esprito de equipe. Quandotudo mais... Atitude, que a questo da pro atividade, na Jr voceu entrei eu respeitava muito meu diretor por ele ser um grande aprende muito a buscar mais e ir alm, e o Networking, que lder e no ano seguinte quando eu me tornei gerente de projetos conhecer pessoas que no futuro, de repente, vo poder te ajudar.eu pude ver o outro lado e me desenvolvi bastante. A Empresa Junior capaz de proporcionar o desenvolvimentodessas caractersticas, que talvez, s com a faculdade, no ocorres-se essa mudana de perfil e comportamento.Las Braido (EJ FGV): Fugindo um pouco dessas competnciasmais tangveis, o que acontece que voc cria uma nova formade pensar, principalmente ligado ao empreendedorismo. Eu vejo Letcia Olivan (Mackenzie Consultoria): A principal coisa isso muito na EJ FGV, que voc entra com uma cabea muito saber que as EJs no buscam pessoas desenvolvidas, elas buscammais acadmica e terica, e acaba vendo que na prtica no pessoas que querem se desenvolver, que querem um diferencial. Abem assim, o que desperta esse lado de empreender, voc acaba partir do momento que a pessoa entra, ela j vai ter a noo do quebuscando fugir do senso comum. preciso fazer para que essa mudana acontea, a Jr oferece muitasoportunidades, depende de cada um saber como aproveit-las.Jr: At que ponto vocs acham que evoluram no sentidoacadmico apresentaes, desenvoltura em sala de aula Felipe Vogler (RI USP Jr): importante que os empresrios ju- por fazer parte da EJ? Vocs acham que isso o maisniores sejam pessoas que saibam errar. Quando uma pessoa entraimportante ou consideram mais o desenvolvimento pessoal?em uma EJ, ela no tem conhecimento sobre o funcionamentoreal de uma empresa, ento ns precisamos de pessoas que saibamerrar e, principalmente, que saibam aprender com os erros, queLvia de Luca (Insper Jr): Eu acho que voc evolui muito emsejam geis o suficiente para transformar esses erros em oportuni-apresentaes em sala de aula depois que voc faz parte da Jr. Nosdades. No tem como uma pessoa entrar em um EJ achando queprojetos voc faz apresentaes para clientes, que esto investindo sabe tudo ou que tem pouco a aprender, e mesmo aqueles que es-muito dinheiro e a vida deles est dependendo daquilo, ento, to a muito tempo tem que dar chance para as outras ensinaremquando voc vai apresentar em sala de aula para pessoas que voce aprenderem com suas experincias.j conhece, fica muito mais tranquilo. E a teoria tambm, voc japrende pensando mais na prtica, no s em provas e trabalhos.Jr: Em relao questo do envolvimento, as pessoas fazen-do aquilo por amor, que ningum est na EJ por dinheiro ouFelipe Vogler (RI USP Jr): Acho que no mundo acadmico por status, o que vocs acham que acontece dentro da em-voc tende a considerar os desafios grandes demais, com a Em- presa que desperta isso nas pessoas, que faz com que elas,presa Junior voc aprende a racionalizar esses desafios, ser orien- depois que entraram, tenham essa paixo pelo que fazem?tado a superar e aprender com eles.Paulo Tavares (Jr FAAP): A vontade de trabalhar na EJ noLetcia Olivan (Mackenzie Consultoria): muito relevantevem s de gostar dela, mas tambm tem a parte pessoal, quantotambm o que a Empresa Junior te ensina em termos acadmicos, mais projetos voc se envolver mais conhecimento voc vai agre-por meio de treinamentos desde como fazer um plano de neg- gar, isso gera um interesse pessoal em um crescimento profissio-cios at que informaes devem ser includas em uma apresenta-nal, no ganho de experincia, e voc sabe que quanto mais voco para que ela fique mais dinmica.ficar l dentro, mais voc tem a ganhar. Muito mais que em umestgio fora, num emprego, na EJ voc est ali com as pessoasJr: Na viso de vocs, qual o perfil do empresrio junior?com a mo na massa mesmo, em questo de experincia no temO que ele tem que ter para ser bem sucedido e quais so nenhum lugar igual.as caractersticas que as pessoas esperam dele? Em que as-pectos ele difere dos preconceitos que as pessoas tem dele?ESPM Jr. Informa 11 3. Jr. EntrevistaLas Braido (EJ FGV): Na EJ FGV ns estamos em processo ciais para o empresrio junior no momento de transiode mudana da misso, viso e valores, e durante as discusses a para o mercado de trabalho?palavra que surgiu foi IMPACTO, a gente como empresrio juniorpode causar impactos scio econmicos, em ns mesmos e tam-bm no futuro nos tornando melhores profissionais. A gente podeBianca Mesiano (Insper Jr): Devido experincia na EJ, voc ficase espelhar em um ideal de um mundo maior, seguindo essa linha mais confiante na hora de falar, e na hora da entrevista do processodo impacto e isso motiva muito as pessoas, no s pelo desenvolvi- seletivo voc percebe que tem mais histria para contar. Porque namento pessoal e profissional, mas por poder fazer a mais, contribuir Empresa Junior voc aprende a errar e a se arriscar mais. Porquepara mudanas sustentveis no ambiente em que atuamos.numa Empresa Junior, assim como numa Empresa Snior, tem muita coisa em jogo, ento saber lidar com isso um diferencial.Felipe Vogler (RI USP Jr): Eu acho tambm que tem outraquesto, empresrios juniores tendem a ver suas carreiras mui- Paula Mian (RI USP Jr): Alm do que a Bianca ressaltou,to mais a longo prazo, todo mundo que entra numa EJ com oatualmente tenho plena convico que a Jr faz diferena, tantotempo aprende que trabalhar em uma Empresa Junior um di- na margem do currculo quanto no que realmente me mudou.ferencial pra vida, agrega do ponto de vista profissional e pessoalPorque uma coisa por no currculo que fez parte de uma EJ,tambm. A pessoa tende a ver que o mundo profissional no outra saber o que voc fez l dentro. Ento, a diferena exa-uma corrida, mas que composto por degraus, e que mesmo que tamente quando voc tem uma experincia concreta para contarnesse momento no esteja ganhando nada (em termos monet-em relao a isso num processo seletivo. Outro ponto a mais arios), a questo onde queremos estar daqui a cinco ou dez anos?segurana, pois todo mundo fica mais seguro depois que passaEsse o ponto para qualquer empresrio Junior. pelas dificuldades de um projeto. Hoje eu diria que a melhor oportunidade que a faculdade pode oferecer para te desenvolver e preparar fazer parte de uma EJ.Luiz Guilherme Melo (Poli Jr): Esse amor que as pessoas sen-tem pela Empresa Junior est diretamente relacionado retri-buio, quando voc entra na empresa, as pessoas te acolhem eJr: Como vocs fazem para que os pais dos membros en-te oferecem oportunidades para se desenvolver. E quando voc xerguem valor em seu filho estar participando da Empresaalcana outros cargos que voc passa a querer ver as pessoas que Junior, principalmente para aqueles que no so de Soesto a menos tempo que voc na EJ se desenvolvendo igual ou Paulo e muitas vezes no conseguem voltar para casa noat mais que voc, pra mim, nesse momento que voc passa a final de semana?gostar da sua EJ. Letcia Olivan (Mackenzie Consultoria): Eu acho que o apoioJr: A questo de estagiar um pouco mais tarde que aquelesda famlia essencial. E quando seus pais vem voc falando comque no fizeram parte de EJ traz quais benefcios/diferen- aquele entusiasmo e vontade, eles muitas vezes nem sabem o que Rua Major Maragliano, 356 Vila Mariana | T 5579.9199 ABERTA TODOS OS DIAS Domingo a Quinta das 18h s 23h Sexta