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Eletrólise - Grupo Eletrobras.

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  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Clulas a Combustvel:

    Atividades do CEPEL

    1. Encontro Nacional do

    Hidrognio

    IPEN, Agosto 2006

    Eduardo T. Serra Jos Geraldo de M. FurtadoD I R E T O RIA D E P&D DEPTO. DE TECNOLOGIAS ESPECIAIS

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Roteiro da Apresentao

    < Introduo

    < Clulas a Combustvel

    < Aspectos Bsicos

    < Aplicaes

    < Insero no Mercado

    < Aspectos Crticos

    < Anlise Tcnico-econmica

    < Atividades do CEPEL

    < Unidade de Demonstrao (5kW)

    < Reforma de Etanol

    < Desenvolvimento de Componentes

    < Modelagem - Aproveitamento do rejeitotrmico

    < Anlise tcnico-econmica

    < Concluses

    Unidade Ilha do Fundo

    Unidade Adrianpolis

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Originalmente concebidas em 1839 por William Grove, como o processo inverso da eletrlise da gua;

    So dispositivos eletroqumicos que convertem a energiaqumica de uma reao diretamente em energia eltrica.

    Clula a CombustvelAspectos Bsicos

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Anodo: H2 2H+ + 2e-Catodo: O2+2e-+ 2H+ H2

    Oxidante

    Sada gases

    H2 Ar + CO2

    Ar + CO2 (exc)

    2H2H++

    ee--

    Anodo Catodo

    EletrEletrlitolito

    CO32-

    HH++

    OO22

    Ar

    ArAr (exc(exc.)

    HH22OO

    ee--

    + calor

    HH++

    Clula a CombustvelAspectos Bsicos

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Clula a CombustvelAspectos Bsicos

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Reformador COMB

    H2

    Produtos da reao reao

    Circu

    ito d

    o A

    no

    do

    AN

    OD

    O

    Circu

    ito d

    o C

    ato

    do

    CA

    TO

    DO

    Carga Eltrica

    Circuito Eltrico

    Circuito de Refrig.

    Circuito de Hidratao

    Produtos da reao

    O2 ou Ar

    Clula a CombustvelAspectos Bsicos

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    VantagensVantagens::

    < Perspectiva de altaeficincia e confiabilidade;

    < Excelente desempenho em cargas parciais;

    < Ausncia ou baixasemisses;

    < Expectativa de intervaloselevados entre falhas;

    < Silenciosas pela ausnciade partes mveis;

    < Modularidade e operaoremota;

    < Flexibilidade de utilizaode combustveis

    DesvantagensDesvantagens::

    < Vida til limitada (vida til real desconhecida);

    < Eficincia eltrica decrescenteao longo da vida;

    < Investimento inicial aindamuito elevado;

    < Poucas unidades de demonstrao;

    < Poucos provedores datecnologia;

    < Tecnologia pouco divulgadapara gerao estacionria;

    Clula a CombustvelAspectos Bsicos

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Clula a CombustvelProduo de Hidrognio

    Fonte: European Commission- High Level Group for Hydrogen and Fuel Cells

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Distribuda

    Clula a CombustvelAplicaes Gerao Estacionria

    Centralizada

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    CentralizadaCentralizada X X DistribuDistribudada

    Clula a CombustvelAplicaes Gerao Estacionria

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Clula a CombustvelAplicaes Gerao Estacionria

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Insero no MercadoFatores Crticos

    < Custo (produo, instalao e manuteno);

    < Escala de produo (unidades por ano);

    < Nmero de fabricantes de componentes e unidades;

    < Receptividade da sociedade (segurana, normas, padres);

    < Concorrncia entre mercados de energia eltrica e insumos (GN, hidrognio, etanol, metanol, etc);

    < Eficincia e durabilidade;

    < Competio entre tecnologias de GD e entre tecnologias de CaC;

    < Evoluo tecnolgica (tolerncia a contaminantes, materiais e engenharia dos componentes e engenharia de operao/controle).

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Componente Eficincia Custo Relativo

    Reformador (Processador de combustvel) 79% 40%

    Empilhamento de CaC (Fuel Cell Stack) 57% 27%

    Condicionamento de Potncia 95% 18%

    Controle e Instrumentao 90% 15%

    Total 39% 100%

    Eficincia e Custo Relativo dos Componentes

    Insero no MercadoFatores Crticos

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    36%

    15%19%

    6%

    15%

    5% 4% Catalisadores - Matria-prima (Pt/Ru)

    Fabricao dos Catalisadores

    Membranas

    Placas difusoras de gases

    Placas bipolares

    Sistemas de vedao

    Outros

    Insero no MercadoFatores Crticos

    Custo Relativo para Preparao de MEAs

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Mercado Parmetros

    Domstico Comercial Industrial

    Gs natural (US$/kWh) 0,02 0,04 0,02 0,04 0,01 0,03

    Energia Eltrica (US$/kWh) 0,08 0,16 0,08 0,16 0,04 0,12

    Vida til da CaC (Anos) 5 12 5 12 5 12

    Investimento aceitvel (US$/kW) 600 1400 400 1800 500 800

    Unidade PEMFC

    tamanho (kW)

    Baixo Volume de Produo

    (10.000 unid/ano)

    Alto Volume de Produo

    (100.000 unid/ano)

    Preo (US$/unid.) US$/kW Preo (US$/unid.) US$/kW

    10 kW 16.000 1.600 5.000 500

    25 kW 25.000 1.000 7.500 300

    50 kW 40.000 800 12.000 240

    Insero no MercadoFatores Crticos

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    (*) Preos: base junho/2003(**) Metanol: Preo virtual

    Combustvel PCI por

    unidade de massa

    PCI por unidade de

    volume

    Massa especfica

    Referncia R$(*)

    R$/GJ

    Hidrognio 119.600 kJ/kg 9.967 kJ/m3 0,083 kg/m3 3/m3 a

    18/m3 300 a 1.800

    Gs natural 49.694 kJ/kg 35.780 kJ/m3 0,72 kg/m3 0,50/m3 a 1,60/m3 14 a 45

    GLP 46.044 kJ/kg 100.836 kJ/m3 2,19 kg/m3 29/butijo de 13kg 48

    Etanol hidratado 26.378 kJ/kg 21.334 kJ/L 0,809 kg/L 1,57/L 74

    Metanol 19.900 kJ/kg 15.820 kJ/L 0,795 kg/L 1,06/L(**) 67(**)

    Gasolina 44.173 kJ/kg 32.776 kJ/L 0,742 kg/L 2,20/L 67

    Diesel 43.335 kJ/kg 36.922 kJ/L 0,852 kg/L 1,54/L 42

    Insero no MercadoFatores Crticos

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    < Especificao de sistemas, desenvolvimento e avaliao de desempenho de componentes de sistemas de CaC(PEMFC e SOFC);

    < Desenvolvimento de reformador de etanol em parceria com outras instituies (INT e IPEN)

    < Simulao e controle de sistemas de gerao, base de CaC, no mbito da GD;

    < Modelagem de sistemas de gerao para otimizao operacional e aproveitamento do rejeito trmico das CaCe do reformador de combustvel;

    < Avaliao tcnica e econmica de sistemas base de CaC.

    Atividades do CEPEL

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Atividades do CEPELUnidade de Demonstrao

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Atividades do CEPELUnidade de Demonstrao

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Atividades do CEPELReforma de Etanol

    q Projetos do Fundo Setorial CT-Energ e CHESF/ANEEL

    qParceria CEPEL/INT/IPEN

    q Objetivos

    q Estudar a cintica das reaes de reforma do etanol

    q Projetar os reatores para a reforma do etanol e para as reaes de shift e de oxidao do CO

    q Estudar uma rota alternativa de purificao do gs de reforma, atravs de permeao em membrana de paldio

    q Construir o sistema de produo de hidrognio a partir do etanol e avaliar o desempenho (eficincia e pureza do H2)

    q Integrar o reformador CaC existente no CEPEL.

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Desenvolvimento de placas separadoras metlicas revestidasRede PEM/MCT CEPEL- Mestrado COPPE/UFRJ F.Rodrigues

    Atividades do CEPELDesenvolvimento de Componentes

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Placas Bipolares

    Determinao da RCI de amostras de ao inox com e sem revestimento

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Placas Bipolares

    Curva RCI X Presso (amostra B4)

    20

    40

    60

    80

    100

    50 100 150 200 250 300 350 400 450 500

    Corrente aplicada = 1 ATa = 23 2 C

    Amostra de Ao Inox AISI 316 + Revestimento B

    Presso (N/cm2)

    RC

    I (

    m?

    *cm

    2)

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Presso = 220N/cm

    RCI de amostras com e sem revestimentos

    A = TiNB = CrNC = N(inica)D = DLC

    Placas Bipolares

    Presso = 220 N/cm Corrente aplicada 1 A

    Tamb. 23 2 C

    79

    7 13

    199

    577

    20

    100

    200

    300

    400

    500

    600

    S/Rev. A B C D Grafite

    Revestimento

    RC

    I (m

    oh

    ms.

    cm)

    RC

    I (m

    ?.c

    m2 )

    Revestimento

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Atividades do CEPELModelagem

    Diagrama de Blocos do Projeto de Modelagem do SistemaOtimizao Operacional e Aproveitamento do Rejeito Trmico

    Rede PEM/MCT CEPEL Mestrado COPPE/UFRJ, Diana A. Siqueira

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Atividades do CEPELModelagem

    Diagrama de Blocos do Projeto de Modelagem do Sistema

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Atividades do CEPELAnlise Tcnico-econmica

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Atividades do CEPELAnlise Tcnico-econmica

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Atividades do CEPELAnlise Tcnico-econmica

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    y = 0.61x + 0.46

    y = 0.38x + 0.29

    y = 0.52x + 0.052

    0

    0.1

    0.2

    0.3

    0.4

    0.5

    0.6

    0.7

    0 0.05 0.1 0.15 0.2 0.25 0.3

    Custo do gs natural - US$/Nm3

    Hid

    rog

    nio

    - U

    S$/

    Nm

    3

    100Nm3/h 200Nm3/h 2000Nm3/h

    Atividades do CEPELAnlise Tcnico-econmica

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    US$/kg US$/Nm3

    ELETRLISE 3,50 0,32

    REFORMA GN 1,50 0,14

    GASEIFICAO BIOMASSA 2,60 0,23

    PIRLISE BIOMASSA 2,90 0,23

    PROJEAO DO CUSTO - 2010

    Fonte: Devlin, P., Milliken, J., Petrovic, J., Read, C. and Satyapal, S. Hydrogen Production and Storage R&D,Proceedings: Fuel Cell Seminar 2003, Miami

    US$3,50/kg = US$29,30/GJ (Eletrlise)

    US$1,50/kg = US$12,54/GJ (Gs Natural)

    Atividades do CEPELAnlise Tcnico-econmica

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Processo Fonte US$/kmol H2 US$/kg H2 US$/m3 H2US$/m3 H2 + Custos de

    Capital e O&M

    Energia Nuclear - US$19/MWh 1,503 0,752 0,068 0,238Energia Nuclear - US$50/MWh 3,955 1,978 0,178 0,348Hidreltrica US$40/MWh 3,164 1,582 0,142 0,312Hidreltrica US$15/MWh 1,186 0,593 0,053 0,223Hidreltrica US$5/MWh 0,396 0,198 0,018 0,188Termeltrica a gs natural US$40/MWh 3,164 1,582 0,142 0,312Energia elica US$75/MWh 5,932 2,966 0,267 0,437Solar fotovoltaica US$300/MWh 23,727 11,864 1,067 1,237

    US$ 0,00/MWh 0,170

    US$ 5/MWh 0,193

    US$ 40/MWh 0,350

    US$ 50/MWh 0,395

    US$ 75/MWh 0,508

    US$ 300/MWh 1,520

    Gas natural US$ 0,031842/m3, Nigro IPEN, 2004 0,243 0,122 0,011 0,471

    Gas natural US$ 0,12/m3, seg. Simader, G. 0,600

    Gas natural US$ 0,74/m3, seg. Simader, G. 0,910

    Gas Natural US$ 0,031842/m3, seg. Simader, G. 0,479

    Gas Natural US$ 0,00/m3, seg. Simader, G. 0,460

    Gasolina US$ 0,34/L 2,700 1,350 0,121Metanol US$ 0,145/L 2,387 1,194 0,107Biogs US$ 0,29/m3 3,427 1,714 0,154Etanol - US$ 0,40/L (reforma com etanol) 3,904 1,952 0,175Etanol - US$ 0,40/L (reforma com GN) 2,911 1,456 0,131

    Reforma - Combustveis Renovveis

    Instalao para produo de 100 Nm3/horaReforma - Combustveis Fsseis

    Simader, G. - Fuel Cell Technologies for Hydrogen (Part I: Basic Principles), Lisboa,15-19 April 2002.

    Instalao para produo de 100 Nm3/h

    CUSTO

    Eletrlise, Nigro, IPEN, 2004

    Atividades do CEPELAnlise Tcnico-econmica

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Parcela do custo de gerao devido ao combustvel, em funo do preo especfico do combustvel e da eficincia eltrica considerada.

    Atividades do CEPELAnlise Tcnico-econmica

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Parcela do custo de gerao devido aos investimentos e ao tempo de amortizao do investimento. A parcela de O & M j est somada nas curvas apresentadas.

    Atividades do CEPELAnlise Tcnico-econmica

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    100 200 300 350 400 500 600 700 800 900

    15%aa, 10anos, ef. = 35%

    Preo do combustvel, R$/GJ

    Pre

    o d

    o eq

    uipa

    men

    to, R

    $/K

    W

    0

    1000

    2000

    3000

    4000

    5000

    6000

    7000

    8000

    0 10 20 30 40 50 60 70

    Custo daeletricidade

    gerada,R$/MWh:

    Atividades do CEPELAnlise Tcnico-econmica

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Atividades do CEPELAnlise Tcnico-econmica

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Caso Base da Anlise de Sensibilidade

    Atividades do CEPELAnlise Tcnico-econmica

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Anlise de sensibilidade monoparamtrica

    Atividades do CEPELAnlise Tcnico-econmica

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Anlise de sensibilidade biparamtrica

    Atividades do CEPELAnlise Tcnico- econmica

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    0

    50

    100

    150

    200

    250

    0:00 1:30 3:00 4:30 6:00 7:30 9:00 10:30 12:00 13:30 15:00 16:30 18:00 19:30 21:00 22:30 0:00

    HORR I O ( H H : M M )

    Pot.Mdia Semana (kW)

    Pot. CaC (kW)

    Edifcio residencial de classe mdia com 116 unidades

    Atividades do CEPELAnlise Tcnico- econmica

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    DADOS DE SADA I. Energia Associada CaC I.1. Energia Eltrica Produzida 701,620 kWh/anoI.2. Energia Trmica Produzida 3,247.8 GJ/anoI.3. Energia Requerida do Combustvel 7,216.7 GJ/anoI.4. Combustvel Cons. (Volume) GN Acomp. Carga 183,369 Nm3/anoII. Energia Deslocada pela CaC II.1. Reduo na Demanda Anual com Acomp.de Carga 80.1 kW.anoII.1a. Reduo na Demanda Anual com CaC na Base 80.1 kW.anoII.2. Eletricidade Consumida no Imvel 701,620 kWh/anoII.3. Eletricidade Vendida Concessionria 0 kWh/anoII.4. Energia Trmica Aproveitada 3,247.5 GJ/anoIII. Economia Energtica Anual (Consumidor) III.1. Eletricidade 221,712.04 R$/anoIII.2. Energia Trmica 72,137.22 R$/anoIII.3. Receita de Venda de Eletricidade 0.00 R$/anoIV. Despesas Anuais (Consumidor) IV.1. Combustvel 160,307.20 R$/anoIV.2. Manuteno 28,099.90 R$/anoIV.3. Amortizao do Investimento 105,442.16 R$/anoV. Incentivos/Subsdios V.1. Incentivo Anual Concedido pela Concessionria 0.00 R$/anoV.2. Desconto na tarifa de Gs 0.00 R$/anoVI. Balanos Econmicos VI.I. CONSUMIDOR VI.I.a. Economias e Receitas Anuais 293,849.26 R$/anoVI.I.b. Despesas Anuais 293,849.26 R$/anoVI.I.c. Incentivos e Subsdios 0.00 R$/ano

    GANHO (PERDA) PARA O CONSUMIDOR 0.00 R$/ano

    VI.II. CONCESSIONRIA VI.II.a. Postergao de Investimentos (Demanda) 7,250.72 R$/anoVI.II.b. Energia Disponibilizada (Venda Tarifa Mdia) 104,763.15 R$/anoVI.II.c. Energia Residencial no Vendida aps CaC 221,712.04 R$/ano

    GANHO (PERDA) PARA A CONCESSIONRIA (109,698.17) R$/ano

    DADOS DE ENTRADA I. Carga Eltrica Demanda de Pico 173.0 kWConsumo Anual de Eletricidade 1,158,728 kWh/anoDemanda Mnima 106.6 kWDemanda Mdia 132.3 kWII. Carga Trmica Demanda Trmica Anual 2,760.3 GJ/anoForma de Aquecimento de gua 2 Chuv=1 Gas=2Deslocamento % Anual da Carga Trmica 100% %Deslocamento Anual do Consumo de Gs 2,760.3 GJ/anoTemperatura Requerida 60 oCEficincia do Sistema de Aquecimento 85% %Energia Trmica Requerida 3,247.5 III. Clula a Combustvel Potncia 80.1 kWFator de Carga sem Venda de EE para a Concessionria 100% %

    Fator de Carga com Venda de EE para a Concessionria 100% %

    Meses de Operao por Ano 12 ms/anoPotncia Mdia de Operao 80.1 KWEficincia Eltrica 35% %Eficincia Trmica 45% %Venda de Energia para a Concessionria? 1 S=1/N=2Preo de Venda 0.082 R$/kWhCusto Unitrio de Instalao da CaC 2,201.41 US$/kWCusto de Instalao da CaC 470,686.46 R$ IV. Custos da Energia Demanda 0.00 R$/kW/msEletricidade (Mdia Residencial Light) 0.316 R$/kWhEletricidade (Mdia Light) 0.216 R$/kWhCombustvel (Gs Natural Industrial) 22.21 R$/GJCusto Marginal de Capacidade Instalada 131.20 R$/kWanoIncentivo/Benefcio Concedido pela Concessionria EE 30.00% %

    Desconto na tarifa de GN 0% %Manuteno varivel 0.040 R$/kWhManuteno fixa 27,065.13 R$Forma de Cobrana da Manuteno 1 Var=1 Fixa=2V. Fatores Econmicos Taxa de Juros 15% %aaVida til 10 anoFator de Anualizao do Investimento 0.2240 VI. Forma de Operao Acompanhamento de Carga ou Potncia Fixa 1 Acomp=1 Fixa=2A CaC Posterga Investimentos para a Concessionria? 1 S=1/N=2

    Fator de Carga Mdio da Concessionria 69% %

    Atividades do CEPELAnlise Tcnico- econmica

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Atividades do CEPELAnlise Tcnico-econmica

    Livro publicado pelo CEPEL

    Introduo Clulas a Combustvel O Combustvel das Clulas a Combustvel Custos Futuros Cenrios de Progresso Tecnolgica Mercado Impactos da Insero das Clulasa Combustvel no Mercado dasConcessionrias de Energia Eltrica

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Concluses

    q O sistema eltrico brasileiro difere substancialmente da

    maioria dos pases desenvolvidos, pela predominncia da

    gerao hidrulica de energia eltrica;

    q Fatores ambientais ainda no pressionam o emprego de

    clulas a combustvel na gerao estacionria;

    q Existem nichos de mercado para as clulas a

    combustvel, relacionados qualidade e confiabilidade da

    energia eltrica gerada;

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Concluses

    q A competio entre o custo da energia eltrica e o dos

    insumos energticos pode criar um mercado para clulas a

    combustvel (residencial e comercial), desde que haja uma

    reduo de custo das mesmas (US$/kW);

    q O atendimento de comunidades isoladas atravs de

    clulas a combustvel pode ser atrativo pela diversidade de

    combustveis.

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

    Concluses

    q H necessidade de aperfeioamento da tecnologia de

    CaC (aumento da eficincia e reduo dos custos de

    investimento);

    q As CaC podem se beneficiar de subsdios em um cenrio

    de incentivos a implementao de tecnologias eficientes e

    limpas;

    q O aproveitamento e a contabilizao do rejeito trmico

    (co-gerao - aquecimento ou refrigerao) implica em

    aumentar a eficincia de utilizao do combustvel.

  • 1. Encontro Brasileiro de Energia do Hidrognio, So Paulo | AGO 2006

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