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Jornal de distribuição gratuita nas cidades de Campo Limpo Paulista, Botujuru, Jarinu, Várzea Paulista, Jundiaí e Francisco Morato

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  • O PNDULODE 15 A 21 DE AGOSTO DE 2014

    COMPROMISSO COM A VERDADE, A SERVIO DO CIDADOFUNDADO EM 1993DE 15 A 21 DE AGOSTO DE 2014

    DISTRIBUIO GRATUITA

    ANO XXI - N 962 - JORNAL DOS MUNICPIOS DE CAMPO LIMPO PAULISTA, JARINU E REGIO - PUBLICAO SEMANAL

    Campo Limpo Paulistaperde sua principal voz

    na Casa de LeisMorre o vereador Borjo com

    apenas 45 anos de idade

    Pgina 4

    Morre o candidato Presidncia da Repblica

    Eduardo CamposAcidente areo que vitimou o presidencivel

    ocorreu na quarta-feira, 13

    Pgina 2

    Construo do novo viaduto avanae 50% das obras j foram concludas

    Com 6 meses de atividades, boa parte do sistema virio j foi realizado e a obra de arte que seria o viaduto j est com 95% das vigas prontas Pgina 3

    INVESTIMENTOSabesp vai captar gua

    do rio Jundia paraabastecer Vrzea

    Pgina 8

    FERIADODia da Padroeira em

    Jundia: confira o queabre e o que fecha

    Pgina 9

    Cmeras de seguranaforam instaladas no

    centro da cidadePgina 7

    JARINU

    Confira os detalhesda promoo naspginas 11 e 17

  • O PNDULO DE 15 A 21 DE AGOSTO DE 20142 DIA-A-DIA

    Avenida Presidente Vargas, 275 - Vila Tavares - Campo Limpo PaulistaPABX: 4039-3115 - 4039-3453

    site: www.opendulo.com.br - e-mail: opendulo@opendulo.com.brCircula em Campo Limpo Paulista, Jarinu, Jundia e Vrzea Paulista.

    A direo no se responsabiliza pelos artigos assinados e matrias produzidaspor assessorias de imprensa das prefeituras, devidamente identificadas(*)

    tiragem mnima: oito mil exemplaresUma publicao da Empresa Jornalstica O Pndulo

    C.M.C: 44.506 - CNPJ: 71.882.351/0001-11 proibida a reproduo de anncio e matrias

    Diretora ResponsvelDepartamento ComercialMaria Helena Torrezani Garbim

    Departamento de RedaoNilceu Celso Garbim

    Editor ChefeVincius ScartonMTB 69697

    BOATO? SER FATO?

    TRISTE NOTCIA

    ODa Agncia Brasil

    Aeronave caiu em Santos na ltima quarta-feira, 13, por volta das 10 horas

    Eduardo Campos morre em acidente areodeputado federal Ju-lio Delgado (PSB-MG) confirmou no

    incio da tarde da ltimaquarta-feira, 13, a morte docandidato PresidnciaEduardo Campos, 49 anos,em um acidente areo, emSantos. Delgado deixou oConselho de tica emocio-nado e disse que falou como presidente do PSB de SoPaulo, Marcio Frana, queconfirmou que no houvesobreviventes na queda doavio.

    A aeronave caiu por vol-ta das 10 horas. De acordocom o Comando da Aero-nutica, o Cessna 560XL,prefixo PR-AFA, decoloudo Aeroporto Santos Du-mont, no Rio de Janeiro,com destino ao Aeroportode Guaruj (SP). O avioestava com o certificado deaeronavegabilidade e a ins-peo anual de manutenoem dia. Quando se prepara-va para pouso, a aeronave

    tambm no dia 13 de agosto.Eduardo Campos era filhode Maximiliano Arraes e daex-deputada federal e mi-nistra do Tribunal de Contasda Unio Ana Arraes. Duasvezes governador de Per-nambuco, ele tambm foideputado estadual, trs ve-zes deputado federal, secre-trio estadual de Governo ede Fazenda e ministro no

    governo do ex-presidenteLuiz Incio Lula da Silva.

    Formado em economiana Universidade Federal dePernambuco, Campos con-corria pela primeira vez aocargo mais importante dapoltica brasileira.

    No dia 12 de agosto,Campos cumpriu agenda decampanha no Rio de Janei-ro de onde decolou no dia13 pela manh para SoPaulo. Ele teria agenda emSantos, no litoral do estado.Estava prevista entrevistacoletiva na Praia do Merca-do, s 10h30, e depois par-ticiparia de um seminrio.No final da tarde, daria novaentrevista em So Paulo.

    Com grande popularida-de em Pernambuco e bomtrnsito entre todas as cor-rentes polticas, Camposcomeou a carreira polticaainda na universidade,como presidente do Dire-trio Acadmico da Facul-dade de Economia da Uni-versidade Federal de Per-nambuco.

    O PSB est de luto, cons-ternados pela tragdia daltima quarta-feira, 13 deagosto.

    O momento de muitatristeza e comoo pela tra-gdia que levou embora onosso lder Eduardo Cam-pos, candidato a presidn-cia da repblica.

    O Brasil inteiro foi sur-preendido com a notcia damorte prematura de um l-der novo, forte e com umfuturo brilhante na poltica.

    Para o PSB uma perdaenorme, uma lacuna hist-rica e impactante pela for-ma bruta que tirou a vida de

    arremeteu devido ao mautempo. Em seguida, o con-trole de trfego areo per-deu contato com o avio.

    Marina Silva, vice nachapa de Eduardo Campos,no estava no avio.

    Pernambucano, o candi-dato era neto de Miguel Ar-raes, que governou o estadotrs vezes e, coincidente-mente, faleceu h nove anos,

    Formado em economia na Universidade Federal de Pernambuco,Campos concorria pela primeira vez Presidncia da Repblica

    Tragdia de Eduardo Camposcomove o Brasil

    Eduardo Campos.Acima de tudo, somos

    solidrios a sua famlia, emespecial sua esposa e filhos.Sentimos com pesar essaperda, porque tambm te-mos famlia e amigos.

    difcil, frgil, dolo-roso... Mas seguiremos demos dadas para fortaleceras bases do partido e reposi-cionar nossa campanha nospatamares da coragem, hon-radez e valentia.

    Vamos caminhar com oesprito combativo de nossolder Eduardo Campos, quenunca desistiu do Brasil.Dr. Pacheco, PSB-Jundia

    Esta no uma publica-o que se deseja fazer. Noa programamos. No a que-remos. Mas os fatos se su-cedem. A vida e a morte secombinam na escrita dasnossas trajetrias individu-ais e coletivas.

    Os dias 7 e 8 de agosto,entram para a histria deCampo Limpo Paulista porlinhas tortuosas. No dia 7,foi quando o esprito dovereador Rogrio Borgesdeixou o seu corpo. No diaseguinte, o momento em quedevolveu-se o corpo ao pcomo o era.

    Acompanhei o momen-to final e a melancolia, que peculiar ao pr-do-sol, foiacrescida pela dor da sepa-rao e homenagem derra-deira ao intenso homem quefoi Borjo. Para mim, foimais um fim de tarde quegostaria de esquecer, masno vou.

    Ao som de um violinoque enlevou o esprito dospresentes e sob a luz suavedo sol de inverno, as lgri-mas amargas rolavam far-tamente no rosto de amigose familiares.

    O fim da tarde ummomento que, frequente-mente, me faz olhar paradentro com o desejo deaprender a no esquecer deolhar para fora e para cima.Para fora, de modo a sem-pre lembrar que no estous e, para cima, para nodeixar de considerar Aque-le de quem recebi a vida eque me pode tir-la.

    A cidade no se despe-diu apenas de um verea-dor. Centenas de pessoasafluram Casa de Leispara dar adeus a um filhoobediente, marido dedica-do, pai atencioso, irmocomprometido, amigo leal,lder verdadeiro, guerrei-ro incansvel.

    Por desgnios do Cria-dor, a soma dos dias que lheficaram reservadas foi deapenas 16.440. Pelo espri-to combativo que recebeu,foram dias, sem dvida, in-tensos, bem vividos. Regis-trados com todos os altos ebaixos que so comuns aquem no comum.

    Os mais ntimos no con-tiveram as lgrimas. Osmais distantes lamentamsua partida precoce. Mes-mo os que no o conhece-ram sabem que a cidade estsem um dos seus melhoressoldados.

    Contudo, se ele tivesse odireito de falar a cada umque lamenta sua partida,acredito que seu pedido se-

    ria para ningum abaixar acabea. Pelo contrrio, quea ergam e abracem suas lu-tas de modo a no se perde-rem no horizonte.

    Pai, me, irmos, espo-sa, filhos, tios, primos, so-brinhos, enfim, uma fam-lia vigorosa, unida, alegre,vive profundo pesar e mui-ta dor.

    Sem saber o que dizer,pois nessas horas nuncasabemos, os amigos exter-naram sua solidariedade esaudade com o envio deflores, muitas flores, e tam-bm em faixas e cartazes.Nas mensagens a expres-so do desejo de no bai-xar a bandeira que ele has-teava, pois no era s dele, de todos. Um grupo deamigos avisou: Sua lutaagora nossa. Descanseem paz.

    Numa faixa considera-ram: Sua trajetria foi cur-ta para tudo o que a cidadeprecisa, mas suficiente paranos ensinar a lutar sem per-der a humildade e a ale-gria. O consolo, ainda queno pleno, foi expresso emoutra faixa que afirmava:Nos despedimos com a dorda perda, mas nos confortasaber que est junto do Cri-ador.

    Quem conviveu comBorjo vai demorar a seacostumar com sua ausn-cia. Era um furaco. Mas,ao contrrio do fenmenoda natureza, no buscavacausar destruio. Gostavaapenas de agregar e faziaisso com vigor. Se viravaem mil para cuidar daque-les que cruzavam seu cami-nho. Um cordeiro para osamigos, um leo para oslobos.

    Seu corpo no vai maisestar vista dos olhos. Nomais o veremos em todoseu vigor fsico, mas as li-es que foram possveisaprender com ele vo man-ter sua memria viva. Te-nho certeza que seu exem-plo ser seguido por outrostantos alcanados pela se-mente das quais suas mosestavam cheias: as semen-tes da luta.

    Em escala nacional, osbrasileiros choraram a per-da do ex-governador dePernambuco e candidato presidncia Eduardo Cam-pos. O que Deus quer nosensinar com tudo isso, nosei, mas pela f que profes-so, sei que nada escapa aoSeu domnio e entendo quetemos algo a aprender. Mi-nha orao que Ele nos dforas para tanto.

    Lies da dor

    Combustvel de ouroCrescem os rumores de

    que teria gente fazendo"emprstimo" sem prazopara devoluo, de gasoli-na da Prefeitura. Os olhosdos fiscais esto se multi-plicando em toda parte. possvel enganar a algunspor algum tempo, mas noa todos por todo o tempo.Pode ser boato, mas tam-bm pode ser fato.

    Lista de funcionriosA batalha pela lista de

    funcionrios da Prefeitu-ra no acabou. Ao contr-rio do que podem pensaralguns oportunistas, a per-da do vereador RogrioBorges no vai estancar abatalha pela transparn-cia e moralizao. Deonde surgiro militantes?Para agonia dos aprovei-tadores, de todos os la-dos, quem viver ver. No novela, mas o povo quersaber: qual o motivo parano se mostrar o nome dequem recebe da Prefeitu-ra? Estranho, n!

    Cad a segurana?A onda de violncia em

    Campo Limpo Paulista au-menta. Esta semana, naquarta-feira (13), via redesocial, um