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Edição 820 do Jornal Folha do Caparao

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  • SEMANAL | Ano 7 | n 820 | Regio do Capara | www.aquies.com.br

    DistribuioGRATUITA

    SEXTA-FEIRA 02/09/2011

    Governo anuncia rodovias para a reGio do capara

    O gOvernadOr renatO Casagrande anunCiOu nOvas rOdOvias, entre elas ina x Muniz Freire x CastelO, e taMbM CaF x altO CaladO e PlaCa x anutiba x Muniz Freire GERAL | Pg 13

    EnquEtE dA FoLhA iniciA dEbAtE PoLtico Em inA PoLticA| Pg 14

    GERAL| Pg 06

    Addison ViAnA

    MArcos Freire

    GuAu sEdiA FRum sobRE vioLnciA E vioLAo dE diREitos

    cidAdEs| Pg 04 GERAL| Pg 12

    JERnimo montEiRo REALizA conFERnciA dE PoLticAs PARA muLhEREs

    GovERno inAuGuRA cAmPo E AssinA convnio Em divino dE so LouREno

    A tRAdio dA FEstA do cARRo dE boi dE so Jos do cALAdo

    no municPio, A tRAdio dos cARRos dE boi viRou umA FEstA quE FoRtALEcE As RAzEs cuLtuRAis dA PoPuLAo E quE comEA nA PRximA quARtA-FEiRA (07)

    PASSEIo CICLSTICo DE INA: PELA PRESERvAo E CIDADANIA

    cidAdEs | Pg 05

    cidAdEs | Pg 04 /

    GovERNo INAUGURA 50 CASAS PoPULARES E vISITA obRAS EM ALEGRE

    1,5 T DE FEIjo, No MAIoR FEIjo TRoPEIRo Do MUNDo EM IbATIbA

    roMero MendonA/secoM

    diVULGAo

    GERAL| Pg 12

  • www.AQUIES.com.brSEXTA-FEIRA, 02/09/2011 REGIO DO CAPARA02 OPINIO

    EXPEDIENTEDIRETOR GERAL: Elias CarvalhoEDITOR CHEFE: Marcos FreireEDITOR DE CRIAO E ARTE: Luan Ola

    DPTO. JuRDICO: Cleber Vagner de Oliveira - Advocacia - ConsultoriaDpto. Contbil: ACAD ContabilidadeE-mails: comercialfolhadocaparao@gmail.comdiretoriafolhadocaparao@gmail.com; publicidadefolhadocaparao@gmail.comredacaofolhadocaparao@gmail.com

    REPRTEREs: Marcos Freire e Filipe Rodrigues e Daniel BorgesDIAGRAmADORA: Suheley Garcia Suhett DEPARTAmENTO COmERCIAL: (28) 3521 7726 / 99761113COLAbORADOREs: SRGiO OLiVEiRA, JOS MOntOni, JuRACy DE ALMEiDA - tiGRinhO - E ADiLSOn SALOtO.

    Circulao: Es - Alegre, Apiac, Bom Jesus do norte, Divino de So Loureno, Dores do Rio Preto, Guau, ibatiba, ibitirama, irupi, ina, Jernimo Monteiro, Muniz Freire e So Jos do Calado.

    Editora e Jornal sul Capixaba Ltda - mE | CNPJ: 10.916.216.0001-55. Rua Resk Salim Carone, S/n - Ed. ibisa - Loja 03 - Bairro Gilberto Machado. Cachoeiro de itapemirim-ES (Prximo rodoviria) . Tel: (28) 3521 7726

    EDITORIAL

    ResponsabilidadesNo final da semana passada, Guau

    sediou o I Frum do Entorno do Capa-ra sobre Violncia e Violao dos Direi-tos e, entre as muitas questes discutidas, inclusive o preconceito de que crimina-lidade s tem a ver com os pobres, foi muito debatido a questo dos direitos da criana e do adolescente. E nos parece que este assunto realmente muito im-portante, quando se fala em violncia.

    A verdade que a diminuio da vio-lncia, como j citamos aqui neste espa-o, est intrinsecamente ligada a como tratamos nossas crianas e adolescentes. E no falamos apenas daqueles em situ-ao de risco e de famlias carentes. Es-tes precisam de polticas pblicas que os socializem, no os deixem margem da sociedade. Mas falamos tambm daque-les que nasceram em famlias com pos-ses, tm como estudar e ter um futuro,

    mas mesmo assim, entram nas drogas e na criminalidade.

    Isso nos faz pensar sobre em que esta-mos errando. A sociedade responsvel por essa socializao da criana e do ado-lescente, comeando dentro de casa, para que jovens com futuros promissores no se percam nas futilidades e perigos da vida, existentes em cada esquina. O poder p-blico no pode assumir a responsabilida-de de educar nossos filhos, somos ns que precisamos fazer isso. Apesar de sabermos que existem pais que s o so por fora das circunstncias, porque nunca souberam o que paternidade ou maternidade. Os fi-lhos destes sim precisam do apoio do esta-do e da populao.

    O estado tem a obrigao de nos ofere-cer condies e opes para que nossos filhos tenham caminhos positivos a seguir. Desta forma, podemos orient-los em um mundo em que os governos faam as suas partes, para que nossos jovens tenham identidade cultural e social. Com identi-dade, ningum se perde.

    CANAL AbERTOPOR MARCOS FREIRE - marcosfolhadocaparao@gmail.com

    Parece que dessa vez vai. Pelo me-nos, o governador Renato Casagrande declarou, de forma oficial, e apresen-tou preto no branco que, entre as vrias rodovias que pretende implantar ou reabilitar, esto os trechos que ligam os municpios de Ina e Muniz Freire e, consequentemente, de Castelo. Acho que a primeira vez que vejo um gover-no declarar estas obras de forma oficial e no s no palanque ou nos discursos entusiasmados demaggicos.

    No entanto, achei estranho o fato do trecho que liga Ina a Muniz Freire ne-cessitar que seja feito o projeto de enge-nharia, enquanto o que liga Muniz Frei-re a Castelo j ter um projeto que precisa ser reabilitado, por causa da mudana nas legislaes vigentes, principalmen-te, quanto ao meio ambiente. Ou seja, o trecho de Muniz Freire at Castelo j possua um projeto, mas o trecho de Ina a Muniz Freire no tinha projeto nenhum.

    Ento, onde esto os diversos proje-tos anunciados por gestes anteriores de que as medies haviam comeado e que, depois delas, a concretizao da obra estaria bem prxima? Parece que o asfaltamento do trecho de Ina a Muniz Freire nunca esteve muito perto de ser realizado. Mas, agora, tenho a impres-so de que a coisa vai andar, porque o

    governador Renato Casagrande resol-veu mostrar oficialmente, de forma concreta, a sua iniciativa.

    No entanto, ainda existem pessoas, principalmente, meus amigos do dis-trito de Terra Corrida que cortado pela malfadada estrada, se perdendo em poeira e lama, que s vo acreditar na obra quando esta estiver completa-mente pronta. Antes disso, vo sempre duvidar de que realmente possa acon-tecer.

    J eu prefiro dar um voto de confian-a ao governador, pessoa que conheci antes de vencer sua primeira eleio, combatente das questes comunitrias de Castelo seu municpio de origem e do meio ambiente. E nestas questes sempre foi muito perseverante, assim como o foi quando se elegeu deputado estadual, com muita gente duvidando que seria possvel. Aconteceu e ele che-gou aonde chegou.

    Por isso, quando o governador afir-ma que a obra vai ser realizada a no ser que nos roubem os royalties do pe-trleo , tenho a tendncia a acreditar. Mas, infelizmente, governador, me reservo o direito de manter uma pon-tinha de dvida, at porque gato escal-dado tem medo de gua fria, e no que diz respeito a essa estrada, ns estamos bastante chamuscados.

    Gato escaldado

    ADILSON SALOTOadils0nsal0t0@hotmail.com

    Voc est caminhando nas caladas de sua cidade, absorto em suas preo-cupaes, e de repente, se d conta de que a loja em que voc pretendia comprar aquele objeto que o motivou a sair de casa j ficara para trs. Fica puto com voc mesmo, se achando um dbil mental. Voc pensa em dar meia volta e regressar loja, mas no faz isso porque imagina que as outras pessoas vo te achar maluco. Com certeza, quem me ver parando, viran-do para trs e voltando vai me achar um desorientado. o que voc pen-sa nessa hora. Voc Ameaa parar pra pensar no que fazer, mas tambm no para. Continua andando e procuran-do algum comrcio em que voc po-deria dar uma parada, fingir interesse por algum produto, ou at mesmo comprar uma besteirinha sem preci-sar, somente para poder voltar sem parecer doido. As lojas pelas quais voc passa so de mveis; material de construo; vendas de rao; cama, mesa e banho; ticas, butiques... Voc ameaa parar em frente buti-que, pensando em entrar, mas v um preo numa etiqueta de uma cala de marca e continua andando antes que o vendedor se levante e venha arran-car a cala e te mostrar.

    Malditos ambulantes, onde esto quando a gente mais precisa?! S bastaria um hippiezinho ali, venden-do umas pulseirinhas baratinhas que resolveria seu problema. Gastaria uns dois reais com um cordo com pin-gente em formato de folha de maco-nha e depois daria como agrado para alguma criana. Porm, a nica opor-tunidade de parar para gastar uma misria dar uma gorjeta para um mendigo que voc v alguns metros sua frente. Voc pensa em dar-lhe um real. Voc olha nos olhos do mendigo e ele corresponde o olhar, crente de que levar de ti algum trocado. Mas caminhar at um mendigo, dar-lhe uma gorjeta e voltar no parece muito normal, ento voc desvia o olhar do pobre diabo e passa por ele sem dar-lhe, ao menos, boa tarde.

    Voc j est indo longe demais e precisa voltar. V uma lojinha de pe-quenas peas de roupas. Voc comea a entrar j se dando conta de que a lojinha s vende roupas ntimas femi-ninas, mas continua entrando, porque parar com um p dentro e outro fora naquela loja seria pior do que dar meia volta na calada. A linda e elegante atendente, com um sorriso daqueles de amolecer at o mais duro dos co-raes, lhe pergunta: poso ajudar?

    O seu pensamento responde: voc nem imagina como!, mas sua boca resume a resposta em um simples e vazio sim. Depois de um instante silncio, voc continua: quero ver um presentinho.

    Namorada? pergunta ela, in-sinuantemente. Voc, no querendo revelar a ela que j est compromis-sado, diz: amiga. Ela pergunta se voc pensa numa coisa mais sria ou mais sexy. Com quem? responde voc com outra interrogao. Falo da calcinha diz ela. Sexy me-lhor responde voc com um sorriso sacana; ela concorda, com outro.

    A atendente vai at um armrio, sobe numa escadinha e alcana uma minscula calcinha fio dental. Du-rante essa ao, voc admira o corpo sensual que ela tem. Usa sua viso de raio-x. Imagina tudo que se pode ima-ginar. Quando ela volta at voc com a calcinha nas mos e olha nos seus olhos, voc se constrange um pouco, como se fosse possvel a ela visualizar seus pensamentos. Ela pergunta: ser que essa serve nela? Como o corpo dela? Voc responde atendente que o corpo de sua suposta amiga igual-zinho ao dela, depois aproveita para fazer um belo elogio: minha amiga tem o corpo perfeito, linda, tudo de bom!. A atendente, esp