ecl©tipofaces - ca - ufpel

Download ecl©tipoFACES - CA - UFPEL

Post on 22-Mar-2016

228 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

DESCRIPTION

A Tipografia enquanto resultado do traço, princípios do desenho industrial e suas respectivas desconstruções poéticas entre literatura, música, cinema e linguagens digitais. Design, Centro de Artes, UFPEL e Diário Popular (200 anos de escrita)

TRANSCRIPT

  • TipografiaBacharelado em DesignCentro de Artes e Dirio PopularPelotas - RS - Brasil

    UFPEL, novembro, 2012

  • ecltico+tipo+faces resultam de misturas que formatam as identidades

    daqueles que escrevem Pelotas nas experincias de

    suas leituras

  • ecl

    tipoF

    ACES

    An

    lises

    criti

    cas p

    ara

    o de

    senv

    olvi

    men

    to d

    e pr

    oces

    sos c

    riativ

    os e

    m ti

    pogr

    afia,

    abo

    rdag

    ens m

    etod

    olg

    icas

    atu

    ais

    sob

    a pe

    rspe

    ctiv

    a co

    ncei

    tual

    da

    prt

    ica

    do d

    esen

    ho e

    da

    com

    unic

    ao

    vis

    ual. C

    entr

    o de

    Art

    esUn

    iver

    sida

    de F

    eder

    al d

    e Pe

    lota

    s - P

    arce

    ria In

    stitu

    cion

    al d

    o Jo

    rnal

    loca

    l Di

    rio P

    opul

    ar

    Joo Fernando Igansi NunesCoordenador do ProjetoProfessor de TipografiaBacharelado em DesignCentro de Artes - UFPEL

    Ana da Rosa BandeiraCoordenadora do ColegiadoBacharelado em DesignCentro de Artes - UFPEL

  • A tipografia propriedade do desenho, meio para experienciar metodologias e processoscriativos

    Como na "forma" de conceber o desenho, desenhar tipos implica um processo criativo do mbito das artes, para alm do conhecimento dos signos alfabticos, embora se materialize apartir deles

    Nos contextos cambiantes da contemporaneidade; nas 'revolues tecnolgicas' emergentes; entre relaes estabelecidas em comunidades hipersociais; pelas constantes resignificaes pautadas pela eterna flutuao dos sentidos perceptivos de escritas/leituras e re-apresentaes....... aponta-se aqui o devir de uma cultura visual dinmica, processual e adaptativa, advinda da escrita no tempo e noespao urbano

    Verescre

  • FORMAcorritmoresoluoescritasignomemriaalfabetocriaoESPAOcontraformavolumeCOMPOSIOidentidadelayoutpginamensagemarranjosexperimentaoCONTEXTOSprocessotecnologiapensamentoleiturabilidaderetricasistemasinformaolinguagemhipertextocdigoexecuo

  • Nesse contexto, o projeto ecltipoFACES configurou-se como estratgia para registrar e publicar

    a produo tipogrfica da disciplina do curso e, assim se fazer operar

    como formao do pblico para esse ofcio. Em sua primeira edio,

    2004, ecltipoFACES apresentou o resultado de 24 typefaces

    elaboradas pelos acadmicos. Para tanto, como metodologia de projeto,

    foram utilizadas as referncias visuais da escrita vernacular em

    Pelotas, identificada e devidamente selecionada. Atravs de apoio

    institucional do jornal local Dirio Popular, os resultados foram

    publicados em Suplemento Especial

    na edio de 28 de maro de 2004. A evidncia das relaes estabelecidas entre Arte e Design

    Tipogrfico encontraram nfase no trabalho de Melina Gallo. Sua

    obra intitulada arte tipo design apresentou uma srie de esculturas tipogrficas. A partir da monografia

    de Guilherme Aguiar, Tipografia Crioula, os estudos convergeram

    aos aspectos sociais da escrita, averiguando as possibilidades de

    se analisar a identidade a partir da tipografia. Aguiar apresentou uma

    famlia tipogrfica construindo cada letra a partir dos signos grficos das

    marcas de gado crioulo

    O Design em Pelotas nasce, a ferro e fogo, com a origem da cidade.

    As marcas de gado, anncios, documentos institucionais e

    cartes impressos em papis e tintas especiais foram sempre

    uma recorrncia na histria grfica local. O design tipogrfico na UFPel iniciou com a Habilitao

    em Design Grfico, Curso de Artes Visuais, antigo Instituto de Letras e

    Artes, 2000. Na disciplina intitulada Tipologia, estruturou-se os

    conceitos referentes aos resultados do oficio tipogrfico, evidenciando

    seus aspectos de criao, produoe respectivos resultados etticos/

    funcionais

  • Em 2010 realizou-se a segunda edio s da ecltipoFACES

    constituida por: mostra planificada de 16 projetos tipogrficos da disciplina de Tipografia, ainda da

    Habilitao em Design do Curso de Artes Visuais do Instituto de Artes e Design; Publicao de Suplemento

    Especial no jornal local Dirio Popular; Produo da Coleo de Cartes Postais Tipogrficos;

    Exposio com convidados da rea de Design Grfico, Literatura

    e Msica. ecltipoFACES2010 enfocou as expresses artsticas,

    elevando a produo tipogrfica categoria de performance potica

    Pelotas, 2012, faz 200 anos e, nesta edio, ecltipoFACES formata-se

    sob a temtica dos dois sculos de escritas da cidade. A proposta

    pretende explorar as condies dos meios de escrita e respectivos

    processos de leitura que dialogam na formao do social. Na esteira

    conceitual de Roger Chartier e, pelos resultados do projeto de

    pesquisa Memria Grfica de Pelotas, ecltipoFACES 2012:

    dois sculos de escritas trs tipos, letterings e signos

    possveis de re-apresentar o fluxo eo desenvolvimento social

    a partir do

    olhar sobre a cidade

    Para tanto, prope-se uma literatura urbana, entre arte, design e

    publicidade, plasmada em outdoors estrategicamente posicionados. Em complemento, publicar-se- o terceiro Suplemento Especial

    ecltipoTypeFaces, com a seleo de 20 familias tipogrficas dos ltimos 2 anos da produo da

    disciplina de Tipografia , atual Cursode Design do Centro de Artes. UFPEL

  • Novembro de 2012Pelotas - RS - Brasil

    a memria grfica de uma cidade que se inscreve/ escreve no tempo deixa marcas de trajeto,

    percurso, faz-se veculo (de todas velocidades) desenhando seu fluxo pelo universo de sentidos e

    reconstri-se em signos visuais

    nessa edio 2012, ecltipoFACES apresenta- se como possibilidade para mostrar alguns

    indcios desses 200 anos de escritas. Da palavra pronunciada pela primeira vez de 'PELOTA' s

    marcas de sangue, suor ou sal, bem como das texturas de luz e do comportamento urbano, do

    jogo de relaes sociais, Pelotas se escreve e, assim pode se fazer ler no conjunto de 12 outdoors,

    configurao publicitria de carter artistico produzido por designers, artistas e arquitetos

    que lem para desenhar e, consequentemente,desenham para escrever

    PELOTAS, de 1812 a 2012dois sculos de escrita

  • com

    Chico Homem de MeloJos Carlos Brod Nogueira

    Lcia Bergamasch Costa WeymarJoo Pedro Azevedo Drummond de Mello

    Renata RequioJos Luiz de Pellegrin

    Memria Grfica de PelotasCarol, Henrique e Dacol

    PET Artes VisuaisDesigneria

    sulDesign estudioasnoum

  • com

    Chico Homem de MeloJos Carlos Brod Nogueira

    Lcia Bergamasch Costa WeymarJoo Pedro Azevedo Drummond de Mello

    Renata RequioJos Luiz de Pellegrin

    Memria Grfica de PelotasCarol, Henrique e Dacol

    PET Artes VisuaisDesigneria

    sulDesign estudioasnoum

  • De 05 a 20 de novembro. Pelotas - RS - Brasil

  • De 05 a 20 de novembro. Pelotas - RS - Brasil

  • ecltipoFACES

  • PEC TIVA

  • ecltipoFACES2004

  • Melina Gallo

    arteTIPOdesign

  • CONVIDADOS

  • Ana Claudia GruzinskiLauer Alves

    Nativu DesignRenata Requio

    Vitor Ramil

    Ana Maria DacolAntnio Reisser

    Bianca GomesCarolina Moraes Marchese

    Cintia Dias BorgesDaniel Rodales

    Danielle Neugebauer WilleGabi BentosHelen Pinto

    Henrique Rockembach de AlmeidaJosiane dos Santos

    Karin RutzLeonardo Caimes

    Maira TimmMarcos Vinicius Coimbra

    Mariana BrittoMariana VargasMariana Weber

    Robes RochaThiago Ferreira

  • Ana Claudia Gruzinski

  • Lauer Alves

  • Renata RequioAndr Barbachan

    ou

  • v

  • Nat

    ivu

    Desi

    gn

  • GEN

    UM ENGENDRA UMNO UM ENGENDRA UM NO

    IR NO UM ENGENDRA UM NO IRAO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO

    SER AO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO SERPOR SER AO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO SER POR

    S POR SER AO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO SER POR SVER S POR SER AO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO SER POR S VER

    MAS VER S POR SER AO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO SER POR S VER MASSIM MAS VER S POR SER AO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO SER POR S VER MAS SIM

    O SIM MAS VER S POR SER AO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO SER POR S VER MAS SIM OTER O SIM MAS VER S POR SER AO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO SER POR S VER MAS SIM O TER

    FIM TER O SIM MAS VER S POR SER AO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO SER POR S VER MAS SIM O TER FIMNO FIM TER O SIM MAS VER S POR SER AO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO SER POR S VER MAS SIM O TER FIM NO

    UM NO FIM TER O SIM MAS VER S POR SER AO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO SER POR S VER MAS SIM O TER FIM NO UM

  • GEN

    UM ENGENDRA UMNO UM ENGENDRA UM NO

    IR NO UM ENGENDRA UM NO IRAO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO

    SER AO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO SERPOR SER AO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO SER POR

    S POR SER AO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO SER POR SVER S POR SER AO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO SER POR S VER

    MAS VER S POR SER AO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO SER POR S VER MASSIM MAS VER S POR SER AO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO SER POR S VER MAS SIM

    O SIM MAS VER S POR SER AO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO SER POR S VER MAS SIM OTER O SIM MAS VER S POR SER AO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO SER POR S VER MAS SIM O TER

    FIM TER O SIM MAS VER S POR SER AO IR NO UM ENGENDRA UM NO IR AO SER POR S VER MAS SIM O TER FIMNO FIM TER O SIM