convite faurb - ufpel - 2012/1

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Convite do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFPel

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  • Universidade Federal de Pelotas

    ARQUITETUR

    A

    E URBANISM

    O

  • e demais formandos do curso de Arquitetura e Urbanismo da

    Universidade Federal de Pelotas convidam para as cerimnias de sua formatura.

    10 de agosto de 2012

    10 horas e 30 minutos,

    na Catedral So Francisco

    de Paula

    11 de agosto de 2012

    19 horas,

    no Auditrio Wilson de Oliveira

    * Praa Jos Bonifcio, n 15

    * Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel

    * Campus Capo do Leo

    Reitor

    Antonio Cesar Gonalves Borges

    Diretor

    Antnio Csar Silveira Baptista da Silva

    Coordenador

    Ricardo Luis Sampaio Pintado

    Patrono

    Srgio Lund Azevedo

    Paraninfo

    Eduardo de Quadros Bertoni

    Professores homenageados

    lvaro Silva Xavier

    Charlei Marcelo Paliga

    Funcionrio homenageado

    Plnio Ribeiro Filho

  • mensagens

    "De vocs, recebi o dom mais precioso: a vida. N

    o contentes em presentear-me com ela, re

    vestiram minha existncia de amor,

    carinho e dedicao; cultivaram na criana to

    dos os valores que a transformaram num adu

    lto responsvel e consciente.

    Abriram as portas do meu futuro, iluminando o

    meu caminho com a luz mais brilhante que p

    uderam encontrar: o estudo.

    Trabalharam em dobro, sacrificando seus son

    hos em favor dos meus. No foram apenas pa

    is, mas amigos e companheiros,

    mesmo nos momentos em que meus ideais p

    areciam distantes e inatingveis, e o estudo,

    um fardo pesado demais. Hoje, dia de

    minha formatura, procuro entre as palavras a

    quelas que gostaria que seus coraes ouv

    issem do meu. E s encontro um

    simples e sincero: Obrigado! Obrigado meus pa

    is, pela foram que me deram, mesmo no siln

    cio, mesmo na ausncia.

    Obrigado pelo sonho que realizo nesta noite

    ."

    "Caminhar lado a lado com vocs neste longo

    e ao mesmo tempo curto percurso nos fez s

    uperar limites at ento

    inimaginveis, nos fez reconhecer o valor de u

    m grande mestre, nos fez vislumbrar os encan

    tos da Arquitetura, e atravs dela

    pudemos expressar junto a vocs todos os no

    ssos valores e sentimentos. Foram diversas no

    ites em claro, amontoados na

    prancheta ou virados no computador, dedican

    do-nos a projetos e trabalhos, e vocs foram

    a principal pea o tempo todo.

    Saber reconhecer tudo isso nos fez perceber

    que no seramos nada sem a sabedoria, car

    inho e amizade de todos vocs.

    De agora em diante, caminharemos lado a lad

    o como colegas de trabalho, no sero mais n

    ossos mestres, mas sim um

    referencial que sempre teremos orgulho de m

    encionar. A todos os verdadeiros mestres que

    cruzaram nosso caminho,

    nossa eterna gratido."

    * aos mestres

    * aos pais

    "Juro que ao receber o grau de arquiteto e u

    rbanista, assumo o compromisso de honrar e

    sta profisso e a sua histria, de ser

    leal aos meus colegas, no exerccio de minha

    s atividades, e resguardar o interesse colet

    ivo, no uso das minhas atribuies, e

    de utilizar todo o meu conhecimento, para c

    orresponder confiana e expectativas, qu

    e a sociedade, por meio deste

    diploma, em mim deposita."

    * juramento

  • mensagem

    "H pouco tempo ramos simples desconhec

    idos buscando um sonho em comum. Aos po

    ucos nos descobrimos,

    por meio de semelhanas e diferenas. Pass

    amos a ser amigos, companheiros de estudo

    , trabalho, festas,

    viagens, tantos bons momentos que no se

    ro esquecidos, Vivenciamos decepes, con

    quistas, tristezas

    e alegrias, e o conhecimento compartilhado

    favoreceu nosso amadurecimento. Descobri

    mos que o dia no tem

    horas suficientes e que ficar sem dormir no

    rmal. Mas as madrugadas dedicadas aos pro

    jetos tornaram-se mais

    fceis ao saber que os amigos tambm est

    avam ali, nos ajudando, tirando dvidas e nos

    incentivando na

    finalizao de mais um trabalho. Nessa traje

    tria construmos uma histria juntos, uma

    histria nossa!

    Das desavenas que porventura tenham e

    xistido, sabemos que grandes e verdadeiras a

    mizades frutificaram.

    Alcanamos juntos os mesmos objetivos, div

    idimos anseios, angstias, felicidades e vitria

    s. Vo-se os maus

    momentos, ficam as boas lembranas de um

    a poca que no sair de nossos coraes.

    Samos todos deste

    curso, j com uma enorme saudade, mas leva

    ndo um pouquinho de cada um, e esta a m

    elhor lembrana que

    podemos ter, que levaremos por toda a vida

    ."

    * aos colegas

  • Aiesc

    a PIV

    ETTA

    Wes

    z

    Darci

    Luiz

    Wesz

    * El

    aine P

    ivett

    a Wes

    z

    sin.gu.la.ri.da.de

    sf (lat singularitate) 1 Qualidade do que

    singular; ato ou dito singular;

    Particularidade, excentricidade. 2 Singular

    . nico (a), no no sentido de no

    haver outro, mas que mpar, prprio. s. f. 3

    Modo extraordinrio de pensar,

    falar ou procede. 4 Qualidade do que no

    comum, qualidade do que no

    usual; originalidade.

    OFICINA-ESCOLA

  • centro de esporte, cultura e lazer riograndense

    harmonia

    sf (gr harmona, pelo lat) 1 Conjunto das qu

    alidades

    que fazem alguma coisa agradvel. 2 Dispos

    io

    afim ou equilibrada entre as partes de um t

    odo.

    3 Congruncia, convenincia, propriedade. 4 A

    cordo,

    concrdia. 5 Combinao agradvel.

    liqu

    i Sod

    r Ro

    drigu

    es

    Paulo

    Ricard

    o More

    ira Ro

    drigu

    es *

    Sand

    ra Ma

    ra Ca

    rdoso

    Sodr

  • humildade

    sf (lat humilitate) 1 Demonstrao de resp

    eito.

    2 Modstia. 3 Ausncia de luxo ou sofistica

    o.

    Danie

    l Trin

    dade

    Paim

    Joel D

    iomar

    Rosa P

    aim *

    Eva T

    erezin

    ha Ra

    ngel

    Trind

    ade (

    in mem

    oriam)

    sistema rodoviario municipal e intermunicipal de candiota

  • liberdade

    sf (lat libertate) 1 Estado de pessoa livre

    e isenta de

    restrio externa ou coao fsica ou mo

    ral. 2 Poder

    de exercer livremente a sua vontade. 3 C

    ondio de

    no ser sujeito, como indivduo ou comunid

    ade, a

    controle ou arbitrariedades polticas estra

    ngeiras.

    ciclo ufpel

    Fern

    anda

    Tomi

    ello

    Zelin

    do To

    miello

    * Iva

    nir Be

    atriz

    Peron

    di To

    miello

  • cidade do lobo - centro de treinamento de futebol

    Fern

    ando

    Wulf

    f Al A

    lam

    Fbio

    Lucas

    Al Al

    am *

    Luise

    Anita

    Wulf

    f Al A

    lam

    determinao

    sf (lat determinatione) 1 Ato ou efeito de

    determinar.

    2 Definio, indicao ou explicao exat

    a. 3 Demarcao.

    4 Resoluo, deciso. 5 Coragem, denodo.

    Orad

    or

  • hotel executivo

    equilbrio

    sm (lat aequilibriu) 1 Fs Estado de um co

    rpo que se mantm sobre

    um apoio, sem se inclinar para nenhum do

    s lados. 2 Proporo, harmonia.

    3 Sociol Equivalncia de foras antagnic

    as. 4 fig Comedimento,

    moderao cautelosa. 5 fig Domnio de si

    mesmo.

    Hlen

    Apa

    recid

    a Ma

    cedo

    da

    Silva

    Helio

    da Si

    lva *

    Loiva

    Mac

    edo d

    a Silva

  • cine ventura

    sensibilidade

    sf (lat sensibilitate) 1 Faculdade de exp

    erimentar impresses morais.

    2 Tendncia inata do homem para se deix

    ar levar pelos afetos ou

    sentimentos de compaixo e ternura. 3 S

    uscetibilidade.

    Julia

    na d

    e Aze

    vedo

    Frio

    Carlo

    s Albe

    rto Ra

    jo Fr

    io *

    Julia

    Maria

    de Az

    eved

    o Frio

    comissao

    de formatura

  • centro administrativo municipal pelotense

    responsabilidade

    sf (responsvel+i+dade) 1 Qualidade de re

    sponsvel. 2 O dever de dar

    conta de alguma coisa que se fez ou ma

    ndou fazer, por ordem pblica ou

    particular. 3 Imposio legal ou moral de re

    parar qualquer dano ou perda.

    Kaise

    r Gar

    cia Fo

    ntou

    ra

    Migu

    el n

    gelo

    Peres

    da Fo

    ntou

    ra *

    Deizi

    Teres

    inha G

    arcia

  • Musalam

    diligente

    adj m+f (lat diligente) 1 Que tem diligncia; zeloso,

    cuidadoso.

    2 Ativo, pronto, rpido. 3 Vigilante, atento. 4 Aplicad

    o, trabalhador.

    Marc

    elo Ca

    rdos

    o Cr

    esta

    ni

    Cesa

    r Aug

    usto

    Cres

    tani

    * Re

    ni Ca

    rdoso

    Cres

    tani

  • Nath

    aly B

    arbi

    eri

    Dorle

    i Luiz

    Barbi

    eri *

    Solan

    ge M

    aria

    Bunn

    Barbi

    eri

    oficina coletiva - coworking

    sinergia

    sf (gr synrgeia) 1 integrao, cooperao e traba

    lho 2 efeito

    que nasce da unio de energias em prol do mesm

    o fim, tornando

    o valor do todo maior que a soma das partes

    Orad

    ora

    comissao

    de formatura

  • residncia estudantil - ufpel

    deleite

    sm (de deleitar) 1 Delcia, gosto, regalo. 2 Prazer su

    ave e demorado.

    3 Voluptuosidade.

    Pedr

    o Bo

    rges

    Oso