CÓDIGO DE ÉTICA DA AUDITORIA INTERNA

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  • CDIGO DE TICA DA

    AUDITORIA INTERNA

    2014

  • MOD19.2 PR07/V01 2 de 8

    FICHA TCNICA

    Ttulo:

    Cdigo de tica da Auditoria Interna

    Edio:

    Gabinete de Avaliao e Auditoria Cames, Instituto da Cooperao e da Lngua, I.P. Ministrio dos Negcios Estrangeiros

    Data:

    Dezembro de 2014

    Contacto:

    Av. da Liberdade, 270, 1250-149 Lisboa

    Tel. (351) 21 310 91 00

    Website:

    www.instituto-camoes.pt/

    http://www.instituto-camoes.pt/

  • MOD19.2 PR07/V01 3 de 8

    NDICE

    1. INTRODUO .................................................................................................................. 4

    2. CDIGO DE TICA ............................................................................................................ 4

    3. PRINCPIOS ...................................................................................................................... 5

    3.1. Integridade ............................................................................................................................. 5

    3.2. Objetividade ........................................................................................................................... 5

    3.3. Confidencialidade ................................................................................................................... 5

    3.4. Competncia .......................................................................................................................... 5

    3.5. Responsabilidade e Prestao de Contas ............................................................................... 5

    3.6. Respeito .................................................................................................................................. 5

    3.7. Independncia e imparcialidade ............................................................................................ 6

    4. REGRAS DE CONDUTA ...................................................................................................... 6

    4.1. Integridade ............................................................................................................................. 6

    4.2. Objetividade ........................................................................................................................... 6

    4.3. Confidencialidade ................................................................................................................... 7

    4.4. Competncia .......................................................................................................................... 7

    4.5. Responsabilidade e Prestao de Contas ............................................................................... 7

    4.6. Respeito .................................................................................................................................. 8

    4.7. Independncia e Imparcialidade ............................................................................................ 8

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  • MOD19.2 PR07/V01 4 de 8

    1. INTRODUO

    A auditoria interna contribui para garantir objetivamente a boa gesto, a gesto do risco e o

    controlo interno do Cames, Instituto da Cooperao e da Lngua (Cames, IP). Para isso, ela

    deve gerar confiana, o que s um comportamento tico consegue garantir.

    O objetivo do Cdigo de tica promover uma cultura tica na prtica da auditoria interna.

    Sem uma cultura tica forte, esta funo sair prejudicada e o seu alcance no ser to

    profundo como o desejado. Assim, a existncia de um cdigo de tica e o necessrio respeito

    pelo mesmo so o garante dessa credibilidade e confiana.

    O Cdigo de tica inclui duas componentes essenciais:

    1. Os Princpios relevantes para a profisso e prtica da auditoria interna.

    2. As Regras de Conduta que descrevem as normas de comportamento que se espera dos

    auditores internos. Estas regras auxiliam na interpretao dos Princpios, atravs da

    sua aplicao prtica, com o objetivo de orientar a conduta tica.

    O Cdigo de tica aplica-se a todos os que se envolvem diretamente na funo de auditoria

    interna e a todos os que venham a colaborar em alguma atividade desse tipo.

    A omisso de uma regra de conduta neste Cdigo no significa que a mesma no seja aceite,

    ou no tenha valor. A violao dessa norma de conduta, sempre que justificvel, implicar

    tambm a respetiva ao disciplinar.

    2. CDIGO DE TICA

    Um cdigo de tica e o efetivo respeito pelos princpios nele estipulados so essenciais para a

    Auditoria Interna. Ele fundamenta a confiana colocada nessa funo.

    No mesmo sentido, entende-se por auditoria interna a atividade independente, de avaliao

    objetiva e de consultoria, que tem como objetivo acrescentar valor e melhorar as operaes

    de uma organizao. Ela pretende ajudar a organizao na prossecuo dos seus objetivos

    atravs de uma abordagem sistemtica e disciplinada, na avaliao da eficcia da gesto do

    risco, do controlo e dos processos de governao

    O Cames, IP, enquanto organismo da Administrao Indireta do Estado, est sujeito aos

    princpios gerais da boa gesto pblica, nomeadamente: transparncia, equidade, legalidade e

    accountability (prestao de contas e responsabilizao), existindo j um Cdigo de tica do

    Instituto. Para alm destes princpios, o exerccio da funo auditoria interna est sujeito a um

    conjunto de princpios e regras de conduta que a seguir se especificam.

  • MOD19.2 PR07/V01 5 de 8

    3. PRINCPIOS

    As atividades de auditoria interna devem cumprir e aplicar os seguintes princpios:

    3.1. Integridade

    A integridade dos auditores internos cria confiana e, assim, proporciona a base para a

    credibilidade do seu julgamento. Devem agir com integridade no seu relacionamento com

    todos os detentores de interesse.

    3.2. Objetividade

    Os auditores internos devem exibir o mais elevado nvel de objetividade durante a recolha,

    avaliao e comunicao da informao relacionada com a atividade ou o processo a ser

    examinado. Devem realizar uma apreciao equilibrada de todas as circunstncias relevantes e

    no devem ser influenciados pelos seus prprios interesses ou por outros na formulao dos

    seus julgamentos.

    3.3. Confidencialidade

    Os auditores internos devem respeitar o valor e a propriedade da informao que recebem e

    no a revelar sem a devida autorizao, a no ser que exista uma obrigao legal e/ou

    profissional para o efeito.

    3.4. Competncia

    Os auditores internos devem aplicar o conhecimento, as tcnicas e a experincia necessrias

    ao bom desempenho das suas funes.

    3.5. Responsabilidade e Prestao de Contas

    Os auditores internos so responsveis pelo seu prprio desempenho e devem prestar contas

    pelos resultados das suas investigaes.

    3.6. Respeito

    Os auditores internos devem respeitar a segurana e a dignidade de todos os informantes e de

    todos os que se envolverem no processo de auditoria.

  • MOD19.2 PR07/V01 6 de 8

    3.7. Independncia e imparcialidade

    Os auditores internos devem ser independentes e imparciais na prossecuo do seu trabalho

    de anlise, para garantir que os seus interesses pessoais ou de terceiros no enviesem essa

    anlise.

    4. REGRAS DE CONDUTA

    4.1. Integridade

    Os auditores internos devem:

    4.1.1. Desempenhar o seu trabalho com honestidade, diligncia e responsabilidade.

    4.1.2. Declarar qualquer conflito de interesse que ocorra em qualquer momento do

    processo de auditoria.

    4.1.3. Respeitar a lei e apenas fazer as revelaes necessrias no contexto da lei e da sua

    profisso.

    4.1.4. No tomar parte conscientemente em qualquer atividade ilegal ou envolver-se

    em atos que possam constituir um descrdito para a profisso de auditoria

    interna ou para a organizao de que fazem parte/para a qual prestam servio.

    4.1.5. Respeitar e contribuir para os objetivos legtimos e ticos da organizao.

    4.1.6. Negociar de forma transparente e honesta com todos os detentores de interesse

    relevantes todos os aspetos e em todas as fases do processo de auditoria.

    4.2. Objetividade

    Os auditores internos:

    4.2.1. No devem participar em qualquer atividade ou relao que possa colocar em

    causa, ou ser entendida como colocando em causa, a sua apreciao rigorosa.

    4.2.2. No devem aceitar nada que possa colocar em causa, ou seja entendido como

    colocando em causa, o seu juzo profissional.

    4.2.3. Devem revelar todos os factos materiais que sejam do seu conhecimento e que,

    se no forem revelados, podem distorcer o reporte das atividades em anlise.

  • MOD19.2 PR07/V01 7 de 8

    4.3. Confidencialidade

    Os auditores internos:

    4.3.1. Devem ser prudentes na utilizao e na proteo da informao obtida no

    decorrer da sua atividade.

    4.3.2. No devem utilizar informao em proveito prprio ou que de qualquer forma

    possa ser contrria lei ou prejudicial aos objetivos legtimos e ticos da

    organizao de que fazem parte/para a qual prestam servio.

    4.4. Competncia

    Os auditores internos devem:

    4.4.1. Envolver-se apenas naqueles servios para os quais tenham o conhecimento, a

    percia e a experincia necessrios.

    4.4.2. Desempenhar os servios de auditoria interna de acordo com os padres

    internacionais (International Standards for the Professional Practice of Internal

    Auditing) e nacionais (IPAI, OROC).

    4.4.3. Melhorar continuamente a sua competncia, eficcia e qualidade no domnio das

    funes que desempenham.

    4.4.4. Aplicar os mtodos sistemticos de pesquisa mais apropriados aos processos de

    auditoria interna.

    4.5. Responsabilidade e Prestao de Contas

    Os auditores internos devem ser responsveis:

    4.5.1. Por proporcionar a melhor informao aos detentores de interesse para facilitar o

    processo de tomada de deciso relativamente seleo das estratgias e

    metodologias de auditoria interna mais apropriadas.

    4.5.2. Pela apresentao oral e/ou escrita clara, precisa e justa das concluses,

    recomendaes e limitaes do seu estudo.

    4.5.3. Pela informao que prestam no sentido da organizao obter economia, eficcia

    e eficincia (value for money).

    4.5.4. Pela concluso da auditoria interna no prazo acordado com a organizao de que

    fazem parte/para a qual prestam servio. Esses prazos devem prever atrasos

    resultantes de fatores fora do controlo direto dos auditores.

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    4.6. Respeito

    Os auditores internos devem:

    4.6.1. Ser sensveis ao ambiente cultural e social de todos os detentores de interesse

    envolvidos nos processos de auditoria e comportar-se de forma apropriada a cada

    um desses contextos.

    4.6.2. Maximizar os benefcios e reduzir os prejuzos desnecessrios que possam

    decorrer da auditoria interna. Ponderar cuidadosamente as circunstncias em que

    exista um risco elevado de prejuzo originado pela concluso de uma auditoria

    interna, situao que pode at levar a abandonar essa concluso/recomendao.

    4.6.3. Conduzir a auditoria e comunicar os seus resultados de uma forma que respeite a

    dignidade dos detentores de interesse.

    4.7. Independncia e Imparcialidade

    Os auditores internos devem:

    4.7.1. Exercer as suas funes sem se deixarem influenciar por interesses pessoais ou de

    outras pessoas com eles relacionados.

    4.7.2. Evitar ceder a presses que coloquem em causa a credibilidade do seu julgamento.

    4.7.3. Apresentar as concluses e recomendaes de forma clara e objetiva.

    4.7.4. Recusar participar em auditorias internas de atividades em que tenham estado, de

    qualquer forma, envolvidos seja na sua conceo seja na implementao.

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