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Author: maibe-lima

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  • Introduo a Redes - Bits e bytesUm 0 binrio pode ser representado por 0 volts de eletricidade (0 = 0 volts).Um 1 binrio pode ser representado por +5 volts de eletricidade (1 = +5 volts).

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  • Introduo a Redes Comando PING

    ping 127.0.0.1 Como nenhum pacote transmitido, efetuar o ping da interface loopback testa a configurao TCP/IP basica. ping endereo IP do computador Um ping para um PC host verifica a configurao do endereo TCP/IP do computador local assim como a conectividade com o computador. ping endereo IP do gateway padro Um ping para o gateway padro verifica se o roteador que conecta a rede local a outras redes pode ser alcanado. ping endereo IP do destino remoto Um ping para o destino remoto verifica a conectividade ao computador remoto.

    O comando ping funciona enviando vrios pacotes IP, chamados datagramas ICMP de Requisio de Eco,a um destino especfico. Cada pacote enviado uma solicitao de resposta. A resposta de sada de um ping contm a relao de sucesso e o tempo de ida e volta ao destino. Elaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • Introduo a Redes Elaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • Converses Decimal: 123 = 3x10 elevado 0 + 2x10 elev1 + 1x10 elev2 = 3+20+100 Binrio: 0001001 =1x2 elev0 (s calcula o 1) Tabela referncia - 128 64 32 16 8 4 2 1 Hexa: 12A = 10x16 elv0 + 2x16 elev1 x 1x16 elev2 = 10+32+256 Transformao BInrio - Hexa - Binrio 1111 0001 0101 1010 F 1 5 10 Decimal - Binrio Exemplo: 13 em binrio seria 1101

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    000011011286432168421

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  • Converses Elaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • Topologias de Redes Elaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • Topologias de Redes Uma topologia em barramento (bus) usa um nico cabo backbone que terminado em ambas as extremidades. Todos os hosts so diretamente conectados a este backbone.

    Uma topologia em anel (ring) conecta um host ao prximo e o ltimo host ao primeiro. Isto cria um anel fsico utilizando o cabo.

    Uma topologia em estrela (star) conecta todos os cabos a um ponto central de concentrao.

    Uma topologia em estrela estendida (extended star) une estrelas individuais ao conectar os hubs ou switches. Esta topologia pode estender o escopo e a cobertura da rede.

    Uma topologia hierrquica semelhante a uma estrela estendida. Porm, ao invs de unir os hubs ou switches, o sistema vinculado a um computador que controla o trfego na topologia.

    Uma topologia em malha (mesh) implementada para prover a maior proteo possvel contra interrupes de servio. A utilizao de uma topologia em malha nos sistemas de controle de uma usina nuclear de energia interligados em rede seria um excelente exemplo. Como possvel ver na figura, cada host tem suas prprias conexes com todos os outros hosts. Apesar da Internet ter vrios caminhos para qualquer local, ela no adota a topologia em malha completa.

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  • Topologias de Redes A topologia lgica de uma rede a forma como os hosts se comunicam atravs dos meios. Os dois tipos mais comuns de topologias lgicas so broadcast e passagem de token.

    Dois exemplos de redes que usam passagem de token so: Token Ring e Fiber Distributed Data Interface (FDDI). Uma variao do Token Ring e FDDI Arcnet. Arcnet passagem de token em uma topologia de barramento. Elaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • Dispositivos de Rede - cones Elaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • Protocolos de RedeConjuntos de protocolos (protocol suites) so colees de protocolos que permitem a comunicao de um host para outro atravs da rede. Um protocolo uma descrio formal de um conjunto de regras e convenes que governam a maneira de comunicao entre os dispositivos em uma rede.Os protocolos controlam todos os aspectos de - comunicao de dados, que incluem o seguinte: - Como construda a rede fsica - Como os computadores so conectados rede - Como so formatados os dados para serem transmitidos - Como so enviados os dados - Como lidar com erros

    Estas regras para redes so criadas e mantidas por diferentes organizaes e comits. Includos nestes grupos esto: Institute of Electrical and Electronic Engineers (IEEE), American National Standards Institute (ANSI), Telecommunications Industry Association (TIA), Electronic Industries Alliance (EIA) e International Telecommunications Union (ITU), anteriormente conhecida como Comit Consultatif International Tlphonique et Tlgraphique (CCITT).Elaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • Largura de Banda - MedidasElaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • ThroughputO throughput se refere largura de banda real medida, em uma hora do dia especfica, usando especficas rotas de Internet, e durante a transmisso de um conjunto especfico de dados na rede. Infelizmente, por muitas razes, o throughput muito menor que a largura de banda digital mxima possvel do meio que est sendo usado. Abaixo seguem alguns dos fatores que determinam o throughput:

    Dispositivos de interconexo Tipos de dados sendo transferidos Topologias de rede Nmero de usurios na rede Computador do usurio Computador servidor Condies de energia

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  • Modelo de Camada OSIElaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • Modelo TCP/IPElaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • Modelo OSI versus TCP/IPElaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • Conceitos de Rede - ResumoElaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • Dispositivos de Rede - cones Elaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • Meios Fsicos para RedesElaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • IP Componentes do Endereo IP Elaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • Introduo a Sub RedesO uso de sub-redes um mtodo usado para gerenciar endereos IP, como mostrado no exemplo , a rede 131.108.0.0 subdividida nas sub-redes 131.108.1.0, 131.108.2.0 e 131.108.3.0. Esse mtodo de dividir classes inteiras de endereos de redes em pedaos menores impediu o esgotamento completo dos endereos IP. impossvel abordar o TCP/IP sem mencionar as sub-redes. Elaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • Diviso por Classes de IP Um endereo IP uma seqncia de 32 bits de 1s e 0s.Elaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • Classes de IPElaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • IPv4 e IPv6Elaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereamento IPElaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • Introduo a Sub RedesO uso de sub-redes um mtodo usado para gerenciar endereos IP, como mostrado no exemplo , a rede 131.108.0.0 subdividida nas sub-redes 131.108.1.0, 131.108.2.0 e 131.108.3.0. Esse mtodo de dividir classes inteiras de endereos de redes em pedaos menores impediu o esgotamento completo dos endereos IP. impossvel abordar o TCP/IP sem mencionar as sub-redes. Elaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • Protocolos roteveis e roteadosUm protocolo descreve: O formato que deve ser adotado por uma mensagem O modo como os computadores devem trocar uma mensagem no contexto de uma atividade em particular

    Um protocolo roteado permite que o roteador encaminhe dados entre ns de diferentes redes.

    Para um protocolo ser rotevel, ele deve propiciar a capacidade de atribuir um nmero de rede e um nmero de host a cada dispositivo individual.

    O endereo de rede obtido pela operao AND do endereo com a mscara de rede.

    O IP determina a rota mais eficiente para os dados com base no protocolo de roteamento. Os termos "no confivel" e "melhor entrega" no implicam que o sistema no seja confivel e que no funcione bem, mas que o IP no verifica se os dados chegaram ao destino. Elaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • Anatomia de um pacote IPOs pacotes IP consistem dos dados das camadas superiores somados a um cabealho IP. O cabealho IP consiste de:

    Verso Especifica o formato do cabealho do pacote IP. O campo verso (4-bits) contm o valor 4 se este for um pacote IPv4 e 6 se este for um pacote IPv6. Entretanto, este campo no utilizado para distinguir pacotes IPv4 e IPv6. O campo "Tipo de protocolo" no cabealho da camada 2 usado para isto. Tamanho do cabealho IP (HLEN) Indica o tamanho do cabealho do datagrama em palavras de 32 bits. Esse o tamanho total de todas as informaes do cabealho, correspondentes aos dois campos de cabealho de tamanhos variveis. Tipo de servio(TOS) Especifica o nvel de importncia atribudo por um determinado protocolo de camada superior; oito bits. Extenso totalEspecifica o tamanho total do pacote em bytes, inclusive dados e cabealho; 16 bits. Para obter o tamanho do payload dos dados, subtraia o HLEN do tamanho total. Identificao Contm um nmero inteiro que identifica o datagrama atual; 16 bits. Esse o nmero de seqncia.

    Flags Um campo de trs bits em que os dois bits de ordem inferior controlam a fragmentao. Um bit especifica se o pacote pode ser fragmentado; o outro, se este o ltimo fragmento de uma srie de pacotes fragmentados. Deslocamento de fragmento Usado para ajudar a juntar fragmentos de datagramas; 13 bits. Este campo permite que o anterior termine em um limite de 16 bits. Time-to-live (TTL) Um campo que especifica o nmero de saltos pelos quais um pacote pode trafegar. Este nmero diminui em um medida que o pacote trafega por um roteador. Quando o contador chega a zero, o pacote descartado. Isso impede que os pacotes permaneam infinitamente em loop. Protocol Indica que protocolo de camada superior, por exemplo, TCP ou UDP, receber os pacotes de entrada aps a concluso do processamento IP; oito bits. Checksum do cabealho Ajuda a assegurar a integridade do cabealho IP; 16 bits. Endereo de origem Especifica o endereo IP do n de envio; 32 bits. Endereo de destino Especifica o endereo IP do n de recebimento; 32 bits. Opes Permite que o IP suporte vrias opes, como segurana; tamanho varivel. Enchimento Zeros adicionais so adicionados a este campo para assegurar que o cabealho IP seja sempre um mltiplo de 32 bits. Dados Contm informaes da camada superior; tamanho varivel, mximo de 64 Kb.

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  • Determinao de caminhoO processo a seguir usado durante uma determinao do caminho para cada pacote roteado:

    O roteador compara o endereo IP do pacote que ele recebeu com as tabelas IP que tem. A mscara da primeira entrada da tabela de roteamento aplicada ao endereo de destino. O destino com a mscara comparado tabela de roteamento. Se houver correspondncia, o pacote encaminhado porta associada a essa entrada da tabela. Caso contrrio, verificada a prxima entrada da tabela. Se o pacote no corresponder a nenhuma entrada da tabela, o roteador verifica se foi definida uma rota padro. Em caso afirmativo, o pacote encaminhado porta associada. Uma rota padro aquela configurada pelo administrador da rede como a rota a ser usada caso no haja correspondncias na tabela de roteamento. Se no houver rota padro, o pacote descartado. Normalmente, uma mensagem enviada de volta ao dispositivo de envio, com a indicao de que o destino no pde ser alcanado.

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  • Tabelas de roteamentoOs roteadores rastreiam informaes importantes em suas tabelas de roteamento, inclusive:

    Tipo de protocolo O tipo de protocolo de roteamento que criou a entrada da tabela de roteamento Associaes com destino/prximo salto Essas associaes informam a um roteador se um destino especfico est diretamente conectado ao roteador ou se pode ser alcanado com o uso de um outro, chamado "prximo salto" no trajeto at o destino final. Quando um roteador recebe um pacote, verifica o endereo de destino e tenta fazer a correspondncia entre esse endereo e uma entrada da tabela de roteamento. Mtrica de roteamento Protocolos de roteamento diferentes usam mtricas de roteamento diferentes. As mtricas de roteamento so usadas para determinar se uma rota interessante. Por exemplo, o Routing Information Protocol (RIP) usa a contagem de saltos como nica mtrica de roteamento. O Interior Gateway Routing Protocol (IGRP) usa uma combinao de mtricas de largura de banda, carga, atraso e confiabilidade para criar um valor de mtrica composto. Interface de sada A interface na qual os dados devem ser enviados, para que cheguem ao destino final.

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  • Algoritmos e mtricas de roteamento Os protocolos de roteamento freqentemente tm um ou mais dos objetivos de projeto a seguir:

    OtimizaoSimplicidade e economiaRobustez e estabilidadeFlexibilidade Convergncia rpida As mtricas podem basear-se em uma nica caracterstica de um caminho ou podem ser calculadas com base em vrias caractersticas. Veja a seguir as mtricas mais comumente usadas por protocolos de roteamento:

    Largura de banda A capacidade de dados de um link. Normalmente, um link Ethernet de 10 Mbps prefervel a uma linha alugada de 64 kbps. Atraso O tempo necessrio para mover um pacote em cada link da origem at o destino. O atraso depende da largura de banda de links intermedirios, do volume de dados que podem ser armazenados temporariamente em cada roteador, do congestionamento na rede e da distncia fsica. Carga O volume de atividade em um recurso de rede, como, por exemplo, um roteador ou um link. Confiabilidade Normalmente, uma referncia taxa de erros de cada link da rede. Contagem de saltos O nmero de roteadores pelos quais um pacote deve trafegar antes de chegar ao destino. Cada roteador pelo qual os dados devem passar igual a um salto. Um caminho que tem contagem de saltos quatro indica que os dados que trafegam por esse caminho devem passar por quatro roteadores antes de chegar ao seu destino final. Se vrios caminhos estiverem disponveis para um destino, o preferido ser aquele com o menor nmero de saltos. Ticks O atraso em um link de dados que usa clock ticks (pulsos do relgio) do PC IBM. Um tick corresponde a aproximadamente 1/18 de segundo. Custo Um valor arbitrrio, normalmente baseado em largura de banda, despesa ou em outra medida, atribudo por um administrador de rede.

    O que o router analisa?Largura de banda, carga, atraso, erros, confiabilidade e saltosProtocolo RIP s identifica redeRIPv2 separa e enxerga rede e mscaraElaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • IGP e EGPUm sistema autnomo uma rede ou um conjunto de redes sob controle administrativo comum, como o domnio cisco.com. Um sistema autnomo consiste de roteadores que apresentam uma viso consistente de roteamento para o mundo exterior. Duas famlias de protocolos de roteamento so Interior Gateway Protocols (IGPs) e Exterior Gateway Protocols (EGPs). Os IGPs roteiam dados em um sistema autnomo.Routing Information Protocol (RIP) e (RIPv2) Interior Gateway Routing Protocol (IGRP) Enhanced Interior Gateway Routing Protocol (EIGRP) Open Shortest Path First (OSPF) Protocolo Intermediate System-to-Intermediate System (IS-IS) Os EGPs roteiam dados entre sistemas autnomos. Um exemplo de EGP o Border Gateway Protocol (BGP).

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  • Exemplos de protocolos de vetor de distncias incluem: Exemplos de protocolos de vetor de distncias incluem:

    Routing Information Protocol (RIP) O IGP mais comum na Internet, o RIP usa a contagem de saltos como nica mtrica de roteamento.

    Interior Gateway Routing Protocol (IGRP) Este IGP foi criado pela Cisco para atacar problemas associados ao roteamento em redes grandes e, heterogneas.

    Enhanced IGRP (EIGRP) Este IGP exclusivo da Cisco inclui muitos dos recursos de um protocolo de roteamento de estado de link. Por isso, ele recebeu o nome de protocolo hbrido balanceado mas , na verdade, um protocolo avanado de roteamento de vetor de distncia.

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  • Protocolos de roteamentoUm exemplo de External Gateway Protocol (EGP) o Border Gateway Protocol (BGP). O BGP troca informaes de roteamento entre sistemas autnomos, ao mesmo tempo que garante a seleo de caminhos livre de loops.Protocolos IGPO protocolo no-rotevel mais comum o NetBEUI. O NetBEUI um protocolo pequeno, rpido e eficiente, cuja entrega de quadros limita-se a um segmento.Elaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

    ProtocoloMtricaCaractersticaRIPv1SaltoVetor DistnciaRIPv2SaltoIGRPSaltoBaseia-se em atraso, confiabilidade e cargaOSPFVrias (menor caminho)Estado de EnlaceEIGRPBandwith / AtrasoVerso avanada do IGPR

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  • Switches versus RoteadoresElaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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  • OBRIGADO!Elaborado por: Dinei Vicente - www.dineivicente.com

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