Candidatos sem agenda - política Tiririca

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Pg. 6.Artigo Publicado no Jornal "A Tribuna", por Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia

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Sbado, 09 a 15 de outubro de 2010

ENDEREO: RUA SILVESTRE FERRAZ, 343

ANO V

- EDIO N 254

R$ 1,00

CAPO APOT CURV CAMINHO CAPOTA NA CURVA DO ANTA ALO MAT MOTORIS TORIST CANTAGALO E MATA MOTORISTA

KGS 11 KGSDE COCANATARDE SEXTA NA TARDE DE SEXTA MARA FOI PRESA COM UM GRUPO PESSOAS GRUPO DE PESSOAS

TERMINALSEM SEGURANA ARROMBAMENTOS PARAM NO PARAM

OBRA PELA METADE METADECASAS SEM ACESSO

POUSO ALEGRE

SEM DEPUTADO DEPUTADO

EDITORIAL EDITORIAL OLHO VIVOSantinho do p sujoPGINA 2

ESPORTEGol Contra da PrefeituraPGINA 08

SOCIALCom Mayra AbrahoPGINA 4

ELEIOQuem foi VotadoPGINA 11

Funcionrio FantasmaPGINA 7

Voc no est mais sozinho1 9/10/2010, 09:24

Edio 254.pmd

A Tribuna - Pgina 2

TRIBUNA

Pouso Alegre,09 a 15 de outubro de 2010

Artigo Ar tigoDonizetti Andrade*

DIRETO

DA

REDAO

Artigo Ar tigoJos Walter da Mota Matos

Generosidadeum mundo onde impera a competio e o se dar bem a qualquer preo, o exerccio da generosidade se faz imprescindvel. No entanto, o exerccio da generosidade precisa da sua contrapartida que a reciprocidade. No possvel que algum s receba, e, no mais das vezes, receba com expressiva generosidade e continue a querer to somente receber. preciso que se diga que a poltica, dentre outras definies, a arte de atender interesses. Certo mesmo, e isto faz parte da nossa aprendizagem, que o povo o senhor dos seus prprios interesses, e na hora de votar nem sempre distingue os interesses coletivos dos interesses individuais e imediatos. H quem diga que, no mais das vezes, em poca de eleies, busca-se ser atendido no que tange aos interesses individuais e imediatos. O voto acaba servindo como matria de simples troca. E isto quando o voto deveria servir para constituir representantes com mandato para defender os interesses e direitos do prprio povo. Em sociedades politicamente avanadas, o processo de escolha eleitoral passa pelo crivo das classes, das organizaes econmicas, dos grupos hegemnicos e no hegemnicos; o processo de escolhas dos representantes polticos deveria obrigatoriamente passar pela expectativa de atendimento dos interesses coletivos colocados historicamente. Atender as demandas de indivduos numa sociedade desigual, pluralista, com ntidos traos de perversidade e maniquesmo, estimuladora de um verdadeiro canibalismo social, tarefa complexa para ilusionistas. Sem conscincia de classe, sem organizao de classe, sem um projeto poltico voltado para libertao dos oprimidos, dos excludos, dos marginalizados, das classes trabalhadoras, no h possibilidade de se construir pela via eleitoral uma sociedade mais fraterna e emancipada. O poder econmico continua tendo um peso fundamental nas eleies brasileiras. As eleies brasileiras pressupem um custo operacional sempre mais alto e a compra de votos uma realidade que muitos no querem ver, nem querem colocar na mesa dos debates. E mais importante do que sair vitorioso das urnas, no se eleger apesar do povo, sabedor que sempre se militou, e que continuar a militar, contra os interesses populares. Afinal, acertando ou errando, acreditando ou se iludindo, o povo quem precisa sair vitorioso das urnas ao eleger quem realmente vai defender os seus interesses e direitos. A histria j conheceu muitas pessoas generosas, assim como j conheceu pessoas generosas que no obtiveram em vida a necessria reciprocidade e nem foram agraciadas quanto ao que fizeram para a sociedade em que viveram, quanto ao que fizeram para a humanidade. Muitos s do valor ao que perderam, ao que deixam de obter, ao que nunca tiveram ou ao que pensam ser indispensvel ao seu rol de aquisies. Mas ningum perde por ser generoso, altrusta, por pensar, fazer projetos para a coletividade e no discuidar da situao concreta em que se encontram os indivduos, os seus contemporneos, em especial os desvalidos. Cada qual dando a sua consciente contribuio na construo de nova sociedade, ela vir, porque j existe. Mas se formos egocntricos, oportunistas, mesquinhos e defensores de interesses escusos, a velha sociedade em que vivemos sucumbir. *Donizetti Andrade advogado e especialista em Direito Pblico.

Santinhos de p sujo mais sujaram a cidade.

Mudana de MentalidadeConselho Nacional de Justia deve ser implacvel na investigao acer ca dos bastidores a respeito do julgamento da ao da ficha limpa, principalmente no que se refere s suspeitas de trfico de influncia, pagamento de honorrios envolvendo advogados com parentesco com Ministros do Supremo Tribunal Federal e tudo mais que possa tornar claro, cristalino e transparente, o que realmente ocorreu. A populao tem o direito de saber. O cerne da questo que, se cinco dos Ministros consideraram a Lei vlida para as atuais eleies, porque havia fundamento jurdico e poltico o poltico ento nem se fala, j que de h muito a populao deseja ser melhor representada pela classe para que a Lei fosse julgada procedente e eficaz j nestas eleies, aproveitando-se uma oportunidade mpar para mudar a mentalidade e cultura vigente de que s oportunistas ingressam na poltica e so sempre mal intencionados ou cheios de ms intenes. O Brasil passa por uma transformao histrica: possui desenvolvimento econmico, reservas naturais de energia, seu parque industrial encontra-se em franco e pleno desenvolvimento, o comrcio, o emprego e a fora de trabalho esto aumentando, possui reservas financeiras para enfrentar turbulncias na economia mundial, mas precisa modernizar seus procedimentos, sua postura e posio nas relaes exteriores; o pas permanecer no terceiro mundo se no aproveitar o atual momento para investir pesado em educao, em infra-estrutura, na desonerao do custo de produo, na reduo dos impostos e entraves burocrticos que tolhem e inibem o surgimento de novas empresas, e principalmente no ingressar no almejado primeiro mundo, se as instituies permanecerem mais fracas que o interesse ou a vontade poltica dos poderosos da ocasio. No haver olimpadas ou festa de abertura de copa do mundo que oculte a falta de rede de esgoto, os gargalos de qualidade da rede hoteleira e da malha de transportes. A violncia ser a grande vil, se no houver investimentos macios e polticas pblicas srias de investimento na formao, capacitao e valorizao dos profissionais da polcia. A primeira impresso a que fica. Que imagem desejamos transmitir aos milhares de turistas estrangeiros, aos empresrios de negcios e investidores que viro ao Brasil?mota-matos@hotmail.comSecretrio Geral do Sindicato dos Delegados de Polcia de Minas Gerais - Professor das Faculdades de Direito de So Loureno e Machado

N

O

cada eleio vamos assistindo a uma nova for ma de fazer campanha. As novidades vo apa recendo, encarecendo as campanhas, muitas vezes, criando um abismo entre um e outro candidato. Desta vez, o que chamou a ateno, foi a inveno dos tais cavaletes que tomaram conta das praas e rotatrias das cidades. Os mini outdoors fizeram a alegria da juventude, que se viam diante de um pequeno mural destinado ao avacalhamento das fotos dos candidatos. Os santinhos tambm se sofisticaram, muitos deles impressos em papel de primeirssima qualidade. Se no bastasse tudo isto, os candidatos passaram a contar com os milagres da tecnologia digital, que os rejuvenesceram dcadas. J no se sabia se eram polticos ou candidatos a modelos. Pouso Alegre viu suas praas e rotatrias repletas de cavaletes de candidatos que poucas vezes apareceram por aqui, mas como de praxe, em pocas de eleio sabem bem como encontrar o caminho dos votos. As eleies j se foram deixando um saldo negativo para nossa cidade. Mais uma vez, no conseguimos eleger nenhum deputado da terra, e os estrageiros que para c vieram, poucos votos levaram. O que realmente precisamos de uma nova safra de polticos, que possa despertar no eleitor o desejo de votar e a certeza da construo de um novo tempo. Ou nos falta conscientizao poltica, ou nos falta candidatos que possam empolgar a populao de forma que daqui saiam eleitos dois deputados. A cada eleio nossa cidade leva uma lio de que sem unio nenhuma dificuldade poder ser vencida. Temos a mais quatro anos para aprender a votar e compreender que somos capazes de sonhar os nossos sonhos e termos os deputados que merecemos. At 2014.

A

Bom ver que a populao est vigilante quanto os cargos de desconfiana do Prefeio que vivem fazendo estrapolias na administrao. O povo est denunciando aqui no Tribuna!

PssimoFoi ver que as fora polticas de nossa cidade no conseguiram se unir em torno de uma nica candidatura, e assim, a cidade ficou sem Deputado Estadual de novo. E ainda tem gente achando que est uma maravilha.

Jornal de publicao semanal registrado no CNPJ sob o n CNPJ:07.599.485/0001-20 I.E. IsentoDiretor: Ladislau Rodrigues (35) 9955-9909 Rosy Pantaleo MTB 08041 SP Redao: Endereo. Rua Silvestre Ferraz, 343 CEP 37550-000 - Pouso Alegre/MG e-mail: tribunaredacao@yahoo.com.br Tel - (35) 3423-8375 Projeto Grfico: Empresa Jornalstica A3 Ltda Colaboradores: Dr. Donizetti Andrade, Jos Walter da Mota Matos, Mayra Abraho, Dr. Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia Jurdico: Vvian Paiva de Oliveira e Vincius da Silva Gonalves. Tiragem Desta Edio: 3.000 exemplares Grfica: Express Ltda (35) 3421-1322 Contato Comercial: (35) 3423-8375 Laura Helena Os artigos assinados so de inteira responsabilidade de seus autores, no coincidindo necessariamente com a opinio da diretoria do jornal

Ser que o cumpadi Perugini fico sastisfeitu com a lambana que ele fez nessa eleio? Apoiano a vereadora tir a possibilidade de elege a Rosinha, e os voto que deu pro Odair no fez diferena. O candito ao guvernu perdeu, e a Dona Dirma aqui na cidade perdeu tumem.T, ou num t dispristigiado?

Pergunta do Vio

Refletir Para RefletirEm poltica preciso curar os males e nunca ving-los..NAPOLEO BONAPARTE

A Tribun