Boletim 62

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Boletim 62

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<ul><li><p>Mrio Augusto C. Henriques Rebelo O PROVEDOR </p><p>62 informativo </p><p>boletim </p><p>SANTA CASA DA MISERICRDIA DE SANTARMSANTARMSANTARMSANTARM </p><p>Julho </p><p>Agosto </p><p>Setembro </p><p>2012 </p><p>Distribuio Gratuita | Publicao Trimestral www.scms.pt </p><p>Editorial </p><p>Na viso chinesa a crise um momento de grande expectativa e prenuncio da realizao de um trabalho organizado. Para aproveitar a oportunidade usa-se inteligncia, bom senso, esforo e dedicao daqueles que tm competncia, esto sinceramente interessados em resolver o problema e que fundamental-mente possuam esprito pblico elevado. </p><p>As crises esto cheias de oportunidades. Se algum lhe bloquear a porta, no gaste energia no confronto, procure as janelas. </p><p>Quando eclode uma crise global, as economias estruturadas e abertas, levam uma sacudidela e para diminuir as consequncias preciso adoptar medidas de conteno da despesa pblica. No caso portugus as medidas traduziram-se basicamente no aumento dos impostos e na reduo de benefcios sociais. As Santas Casas como Instituies Particulares de Solidariedade Social, em que o Estado delega muitas das suas funes sociais, sentem cada vez mais as solicita-es exteriores. </p><p>Diariamente e, logo pela manh, somos assolados por notcias plasmadas nos rgos de comunicao social de ndole poltica e social do nosso pas, a que Todos dizem respeito, especialmente as sentidas pelas famlias portuguesas. </p><p>A Santa Casa da Misericrdia de Santarm, como instituio penta secular, soube sempre reagir adaptando-se e conseguindo sobreviver a todas as vicissi-tudes. Hoje mantm-se como uma slida instituio, conservando o esprito cristo, assumindo uma variedade de servios que respondem, com comprova-da experincia, s actuais solicitaes de proteco e solidariedade inerentes manuteno da dignidade da pessoa humana desempenhando, no contexto da economia regional, a garantia e estabilidade dos seus 230 postos de trabalho. </p><p>Solidarizando-se com todos aqueles que de uma forma ou de outra vivem momentos difceis da vida e carecem de todo o gnero de apoios manifesta a sua natural disponibilidade para estudar as melhores solues para que as suas dificuldades possam ser superadas. </p><p>A Santa Casa da Misericrdia de Santarm nunca perder de vista o papel que historicamente lhe tem sido destinado e que tem vindo a cumprir escrupulosa-mente servindo os mais desfavorecidos econmica e socialmente, especialmen-te em tempos difceis como estes que vivemos. </p><p>A longevidade da Santa Casa da Misericrdia de Santarm, a relevante impor-tncia para a sociedade escalabitana, assim como a sua capacidade de adapta-o a novas circunstncias polticas, religiosas e culturais merece o respeito de Todos ns. </p><p> QUINTA DO BOIAL 11 Aniversrio </p><p>No passado dia 17 de Setembro, complet-mos 11 anos de funcionamento enquanto Cen-tro de Actividades de Tempos Livres. </p><p>O ltimo ano lectivo, o Centro deixou de fun-cionar nos moldes de ATL clssico, em virtude do decrscimo de clientes, motivado no s pela crise, como tambm pela oferta das AECs (Actividades de Enriquecimento Curricular), nas escolas. Assegurmos o perodo da tarde, ape-sar dos ajustes feitos ao nvel de recursos huma-nos e de tempos, mantivemos a nossa postura em termos educativos e de objectivos. Apesar de todas as adversidades, tentmos conciliar aquilo que acreditamos ser um CATL com res-postas assertivas para cada famlia. </p><p>Foi um ano cheio de coisas boas, inclusive, todas as nossas crianas transitaram de ano lectivo. Conseguimos criar um espao de horti-cultura, onde cada uma pde deitar mos obra; cavaram, plant aram e observaram o cres-cimento das plantas que mais tarde, puderam degustar. Recebemos ainda, no nosso Centro para passar frias, um grupo de crianas/jovens; fomos s piscinas, ao cinema; escreveram, cria-ram, encenaram e apresentaram peas de tea-tro. Demos uns belos passeios desfrutando da paisagem e de todos os elementos que a com-pem. Participmos tambm no concurso de fotografia do Correio do Ribatejo e posterior-mente fizemos uma visita exposio na Galeria 102. </p><p>Festejmos ainda o Dia dos Avs, dia cheio de ternura, onde duas geraes to diferentes se completaram. Depois de um interregno para frias, voltmos em Setembro, aptos para feste-jar mais um ano com todas as dvidas e incerte-zas, mas com a confiana que depositaram em ns. </p><p>Parabns ao Boial e a todos ns que fazemos parte dele. </p></li><li><p>2 </p><p>Editorial 1 </p><p>Quinta do Boial - 11 Aniversrio 1 </p><p>Frias 2 </p><p>Parabns | CAT 1 Passo 2 </p><p>Lar dos Rapazes | Colnia de Frias 4 </p><p>Uma histria com 112 anos 4 </p><p>Olhares sobre o Envelhecimento Ativo e a Solidariedade entre Geraes </p><p>4 </p><p>Atelier de Vero 2012 5 </p><p>Praa de Touros Celestino Graa - Corridas de Solidariedade a favor da SC 6 </p><p>Memria dos Tempos 7 </p><p>Incio do Ano Lectivo 21012/2013 na Creche e no Pr-escolar 8 </p><p>Notcias Breves 9 </p><p>Obras de Misericrdia - O que ficou por dizer 10 </p><p>Festa do 20 Aniversrio no Lar de Idosos 11 </p><p>O Papel dos Museus | Museu Hospitalar 12 </p><p>Obrigada 7 </p><p>PROPRIEDADE </p><p>SANTA CASA DA MISERICRDIA DE SANTARM </p><p>Largo C ndido dos Reis, 17 | 2001-901 Santarm </p><p>Tel. 243 305 260 | Fax. 243 305 269 | www. scms.pt </p><p>DIRECTOR </p><p>Proved or E ng M rio Augusto Car ona Hen riques Rebelo </p><p>EDITOR </p><p>Eng Emlia Daniel Leito </p><p>EXECUO GRFICA </p><p>Antnio J. L. M onteiro </p><p>TIRAGEM </p><p>550 ex. </p><p>DEPSITO LEGAL </p><p>112397/97 </p><p>PESSOA C OLECTIVA DE UTILIDADE PBLICA </p><p>D.R. N 46 - 1 SRIE - D.L. N 119/83, 25-2 </p><p>ACABAMENTO E IMPRESSO </p><p>Garrido Artes Grficas - Alpiara </p><p>FRIAS [ Maria Jos Casaca ] </p><p>No dia 17 de Setembro o Centro de </p><p>Acolhimento Temporrio - 1 Passo fez 14 </p><p>anos de existncia. </p><p>Esta resposta social destina-se ao acolhi-</p><p>mento temporrio para crianas dos zero </p><p>aos dez anos de idade e dispe de 12 </p><p>vagas de acolhimento. </p><p>As crianas que frequentam o CAT - 1 </p><p>Passo semelhana das restantes crianas </p><p>da comunidade, encontram-se inseridas </p><p>nas respostas educativas (creche, jardim </p><p>de infncia e escola de 1 ciclo) e benefi-</p><p>ciam de acompanhamento ao nvel da </p><p>sade e acompanhamento psico-social. </p><p>Todo o trabalho desenvolvido visa que </p><p>se consiga no mais curto espao de tem-</p><p>po (6 meses), a possibilidade da criana </p><p>crescer em meio familiar, biolgico ou </p><p>adotivo. Porm, na maioria das situaes, </p><p>o tempo de acolhimento ultrapassa os 6 </p><p>meses, sendo fundamental para a sade </p><p>mental das crianas acolhidas o trabalho </p><p>desenvolvido pela equipa educativa, que </p><p>assenta essencialmente na segurana </p><p>transmitida criana e na conteno </p><p>emocional, onde a criana percebe que </p><p>possvel construir relaes seguras, e </p><p>onde aprende a compreender o que se </p><p>est a passar sua volta e consigo mesma. </p><p> Este trabalho de um desgaste emo-</p><p>cional muito grande e exige da parte de </p><p>toda a equipa educativa uma grande dis-</p><p>ponibilidade, sendo claro que at ao pre-</p><p>sente a equipa tem respondido com </p><p>sucesso a este desafio dirio. </p><p>Parabns 1 Passo. </p><p>Pronto, acabaram! Vamos comear mais um ano de trabalho e dizer: que bom, des-</p><p>cansmos, renovmos as nossas energias passando mais tempo junto da famlia e retornmos! </p><p> tempo de olharmos em frente, cumprir com a Misso da Misericrdia, na parte que compete a cada um de ns. O que se passa </p><p> nossa volta, obriga-nos a ser respons-veis e cada vez mais criteriosos no nosso desempenho. Vivemos num tempo difcil, </p><p>onde o olhar sobre os outros nos remete para prtic as novas, para respostas medi-</p><p>da para a adequa o dos recursos ao necessrio, ou seja, para uma poltica de diagnstico de necessidades e de cobertu-</p><p>ra das mesmas, dentro de limites compat-veis com os recursos da instituio. </p><p>Este um tempo difcil, mas tambm </p><p>um tempo de oportunidades, de inovar-mos na gesto de recursos por forma a que a sustentabilidade da casa se mantenha. </p><p>Bom, voltmos renovados para respon-der ao desafio, com o envolvimento de </p><p>todos e dizer: estamos aqui, disponveis para colaborar e ultrapassar, como sempre aconteceu, este tempo de dificuldades... </p><p>PARABNS |C.A.T. - 1 Passo [ Ana Pedro ] </p></li><li><p>3 </p><p>[ Ana Pedro ] </p><p>Lar dos Rapazes | Colnia de frias </p><p>O Lar dos Rapazes semelhana do </p><p>que vem acontecendo nos ltimos </p><p>anos, realizou em Agosto de 2012 com </p><p>os jovens mais uma semana de col-</p><p>nia de frias. </p><p>A colnia decorreu de 1 a 7 de </p><p>Agosto em Albufeira, na Fundao </p><p>Antnio Silva Leal. </p><p>Esta actividade inclui todos os </p><p>jovens acolhidos na instituio, permi-</p><p>tindo que tenham a possibilidade de </p><p>ter uma semana de frias na praia. </p><p>Para alm do contacto com a praia, </p><p>a colnia de frias constitui-se como </p><p>um importante momento para traba-</p><p>lhar questes associadas dinmica </p><p>do grupo, permitindo aos adultos que </p><p>nela participam, usufrurem de um </p><p>espao com uma maior aproximao </p><p>com o grupo de jovens. </p><p>Nem sempre fcil conseguir a </p><p>participao dos adultos para esta </p><p>actividade, dado que so 7 dias em </p><p>que se est ausente de casa e da famlia, o que acaba por condi-</p><p>cionar a disponibilidade dos diferentes elementos da equipa. </p><p>Porm, continuo a acreditar que profissionalmente para os adul-</p><p>tos que participam, a colnia de frias uma mais-valia, que nos </p><p>d frutos para o ano de trabalho que temos pela frente. </p><p>As relaes que se estabelecem com os jovens tornam-se mais </p><p>fortes, o que nos permite no futuro ter mais facilidade em ser-</p><p>mos ouvidos por estes. </p><p>Este ano conseguimos ainda levar os jovens ao parque aqu ti-</p><p>co Aqualand, que se constituiu como um momento agradvel de </p><p>diverso para todos. </p><p>Gostaria ainda de deixar aqui o agradecimento aos adultos </p><p>que participaram na colnia, e os parabns aos jovens pelo seu </p><p>comportamento ao longo desses dias, que em vrios momentos </p><p>nos fizeram sentir orgulhosos. </p></li><li><p>4 </p><p>A 1 de Junho de 1910 nasceu no Secorio a D. Hermnia Maria do Carmo. H 9 anos entrou para o Lar de Idosos, tinha ento 93 anos. Hoje completados 102 anos de vida ainda autnoma na maioria das suas atividades de vida diria, sendo a sua grande condicionante um problema de audio. </p><p>Viveu toda a sua vida no Casal do Seco-rio. S teve uma irm, mais velha que ela 3 anos e 7 meses. Casou com 21 anos e do casamento nasceram 3 filhos, um dos quais perdeu h sete anos. </p><p>Nunca foi escola e desde cedo que comeou a trabalhar no campo para aju-dar a famlia. Tarefa que desempenhou toda a sua vida (ceifava trigo, sachava favas, apanhava azeitonas, vindimava), cuidou dos filhos e fazia muito trabalho de costura, fatos para ela, filhos e marido. Muitas foram as vezes que a professora dos filhos a elogiou pela forma como iam bem vestidos e cuidados para a escola. </p><p>Defende que naquele tempo a vida no era como agora, no havia tempos livres, </p><p>trabalhava-se muito e sobrava pouco tempo para descansar, no entanto sem-pre que podia dedicava-se costura e, de vez em quando, ia passear. </p><p>Ficou viva aos 69 anos, viveu sozinha durante 10 anos no casal, passando depois a viver um ms em casa de cada filho. </p><p>Hoje envaidece-se de ser av de 6 netos, bisav de 6 bisnetos e trisav de 2 trisne-tas. </p><p>Orgulha-se de ser boa pessoa e de gos-tar de ajudar os que no podem. No entanto, tambm reconhece em si alguns defeitos destacando que o maior sempre foi ouvir e calar. </p><p>Quando lhe perguntamos a receita para esta longevidade associada a esta qualidade de vida, ri e responde com o seu jeito simples, que se deve a uma vida inteira de trabalho, O truque foi Deus Nosso Senhor me ter ajudado tanto durante toda a minha vida, muitas vezes me livrou do pior, cheguei a ficar debaixo </p><p>de uma carroa e a estar muito mal, e foi tambm trabalhar tanto, era gabada por toda a gente, como sendo uma rapariga cheia de fora e genica. Aqui, devo muito ao Dr. Adelino que um grande mdico. </p><p>Uma histria com 102 anos... [ Cludia Redol | Carla Ferreira ] </p><p>No mbito do ano Europeu do Envelhe-</p><p>cimento Ativo e da Solidariedade entre </p><p>Geraes a EAPN (Rede Europeia Anti-</p><p>Pobreza) promoveu na Vila da Chamusca </p><p>um Frum intitulado Olhares sobre o </p><p>Envelhecimento Ativo e a Solidariedade </p><p>entre Geraes. </p><p>De acordo com a Organiz ao Mun dial </p><p>de Sade, o ENVELHECIMEN TO ATIVO </p><p>constitui um dos maiores desafios do </p><p>nosso tempo. Envelhecer ativamente </p><p>acima de tudo assumir um compromisso </p><p>com a vida, retirando dela o mximo pra-</p><p>zer, qualidade e vitalidade. </p><p>O vasto programa do dia bem, como a </p><p>qualidade e diversidade de oradores e </p><p>abordagens acerca desta temtica, fize-</p><p>ram com que valesse muito a pena o tem-</p><p>po partilhado no lindssimo Convento de </p><p>S. Francisco da Chamusca. </p><p>No fim, foram muitas as ideias partilha-</p><p>das que reforaram a inevitabilidade do </p><p>tempo, como afirmou um dos interve-</p><p>nientes no mbito dos testemunhos pes-</p><p>soais s no chega a velho quem morre </p><p>novo ou seja, o envelhecimento um processo que comea assim que nasce-</p><p>mos. Por isso mesmo deve ser preparado </p><p>e pensado por todos e cada um de ns </p><p>afim de cada vez mais se criar uma cultura </p><p>de Envelhecimento Ativo que promova </p><p>uma sociedade para todas as idades. A </p><p>Coordenadora do ano europeu, Dr. Joa-</p><p>quina Morgado defendeu que a frmula </p><p>compreende o desenvolvimento de cinco </p><p>competncias Ser-se: Curioso; Mvel; Presente; Prximo do outro e Autnomo. </p><p>Uma das analogias que destaco da sua </p><p>dissertao foi a associao da sociedade </p><p>a uma rede na qual por vezes preciso </p><p>apertar a malha para que fique mais </p><p>pequena e ningum passe pelos bura-</p><p>quinhos, valorizada aqui a responsabili-</p><p>zao coletiva at porque como afirmou </p><p>o nosso prmio Nobel da Literatura </p><p>"Somos a memria que temos e a respon-sabilidade que assumimos. Sem memria no existimos, sem responsabilidade tal-vez no mereamos existir." De facto s assim a palavra SOLIDARIEDADE que une </p><p>o tema do ano faz sentido, preciso olhar </p><p>e cuidar o outro, esta a essncia da cida-</p><p>dania, e tambm tudo aquilo que persis-</p><p>te. </p><p>Do tanto que tenho aprendido ao longo </p><p>destes anos de trabalho com idosos e </p><p>consequentemente com a validade das </p><p>histrias de quem muito rico em mem-</p><p>rias, que os afetos so tudo o que per-</p><p>dura nesta nossa curta passagem pela </p><p>vida, tudo o resto passa sem deixar mar-</p><p>ca. </p><p>Segundo o Dr. Adelino Antunes a velhi-ce a etapa da vida com mais tempo para ser preparada por isso devemos olha-la e plane-la sem pressa mas com conscin-</p><p>cia de que ser o reflexo do que fomos ao </p><p>longo da caminhada que fizemos. Na </p><p>certeza, de que cada idade nos confere </p><p>determinadas capacidades e que cada </p><p>etapa tem os seus prazeres e os seus rit-</p><p>mos, o importante viver cada uma com </p><p>dignidade. </p><p>Olhares sobre o Envelhecimento Ativo e a Solidariedade entre Geraes </p><p>[ Cludia Redol ] </p></li><li><p>5 </p><p>ATELIER DE VERO 2012 semelhana do ano anterior, a Equipa </p><p>de Rendimento Social de Insero voltou a realizar um Atelier de Vero destinado a crianas, abrangidas pela medida de RSI, nesta Instituio. </p><p>Foram constitudos dois grupos de oito crianas, as meninas com frequncia de 1. Ciclo e os rapazes com frequncia de 2. Ciclo. Os pais e encarregados de edu-cao das crianas autorizaram a sua par-ticipao embora, alguns com dificulda-des econmicas para fazer face s despe-sas de transporte inerentes deslocao. </p><p>As actividades decorreram durante os meses de Julho e Agosto e tiveram como tema base: a Reciclagem e a Criativida-de </p><p>Os grupos reuniram duas vezes por semana, durante hora e meia. E nesse tempo construram jogos, utenslios esco-lares, pintaram, cantaram, dan aram, con-taram histrias, fala...</p></li></ul>