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  • A ms! gnatnros. COM POHTE SEM TORTE

    lanno- 1GJÍ000 lanno 13g000 C mezes..... 9g000 G mezes... 8j«000 3mezes CgOOO 3mezes... 5/J00O

    Numero avulso 80 rs.

    pmOPBSESASE OE í. 3Fo IDE

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  • a RIARIO RE MINTAS».

    —Ao mesmo, cominunicando que foiexonerado o alferes Manoel Francisco Ri- beiro Sobrinho do cargo de 1." supplen- to do subdelegado de policia do districto de S. Sebastião do Jaguary, e nomeado para substitui-lo o alferes Manoel José Ferreira de Oliveira.

    —Ao mesmo, communicando que foi concedida a exoneração do cidadão José da Arimalhéa .Moraes do cargo de subde- jogado dó policia do districto do Doura- dinhò, o nomeado cm seu lugar Innocen- cio José Teixeira.—Portarias.—Tendo fallecido o tenen- te coronel Manoel Francisco de Paula, no- meado supplonte do juiz municipal da cidade de S. João Baptista para servir no 1." districto especial, o presidente da pro- vilícia, de conformidade com o disposto no art. 7." du decreto n. 2012 de 4 de No- voinbro de 18ü7 e § 2." art. 15." do regu-lamento n. 'iS24 de 22 de Novembro de 1871, resolve determinar que pas"se a ser- vir no referido districto o supplonte desi- gnado para o 2.", Antônio de Meira Péi- xoto o neste o designado para o 3.°, alfe- res Antônio Joaquim de Aovedo, os quaes já tomarão posse; e noinea para servir no:t." districto o cidadão José Gonçalves da Costa, que deverá tomar posse perante o presidente da câmara municipal respecíi-va dónlro do prazo de dous mezes con- lados de hoje, á vista da copia desta por- taria, que llie servirá de titulo, depois de pagos os devidos direitos.—O presidonte da provincia, de confor- midáde com o disposto no§ &'." art. b\°do regulamento n. 4821 de 22 de Novembro do 1871, resolve subdividir o município do Bom Suecésso, creàdo pela lei n. 1883 do líi dò Julho do anno passado e ultima- mento inslallado, em Ires dislriclos espe- ciacs, á saber:

    1." Freguezia do Bom Successo, des- membráda do município de S. João d'Kl- liei.

    2." Freguezia de S. João Baptista, des- membráda do município da Oliveira.

    3." Freguezia de S. Thiago, desmem- brada do município de S. José d'Fl-itei.—O presidente da província, de con- formidaclé com o disposto no§l.° art. C.° do regulamento n. 482't de 22doNovem- bro ile 1871, resolve nomear para sup- plenlos do juiz municipal da villa do BomSuceesso os cidadãos abaixo designados, que servirão até o fim do presente qua- di-iennio, a saber:

    Para o 1.1 districto especial, Marliniano Ferreira Monteiro.

    Para 2." o tenente Joaquim de Souza Monteiro.

    Para o 3.° Antônio Teixeira da Silva. E na forma dos art. 2.° e 3." do decreto

    n. 2012 de 4 de Novembro de 1837, orde- na que os nomeados prestem juramento perante o presidente da câmara munici- pai respectiva, dentro do prazo de dousmezes contados de hoje, o á visla de co- pia desta portaria, que lhes servirá de li- lulo, depois de pagos os devidos direitos.—O presidente da provincia, de con- lbrinidaile com o disposto no § l.°art. G.° do regulamento n. 4824 de 22 de No vem- bro de 1871, resjlve nomear os cidadãos coronel João Fernandes Ramos e barão de Congonhas do Campo supplentes do juiz municipal do termo do Ouro 1'rclo para servirem até o fim do actual quadriennio no 2.° c 3." dislriclos especiaes, que se achão vagos por terem pedido e obtidodemissão os cidadãos, que oecupavão es- ses cargos; e na forma dos art. 2." e 3." do decreto n. 2012 de 4 de Novembro de 1,837, ordena que os nomeados prestem juramento perante o presidente da cama- ra municipal respectiva, dentro do prazo de dous mezes contados do hoje e a vista ile copia desta portaria, que lhéftíseryiráde titulo, depois de pagos os devidos di- rei tos.

    —Não lendo o cidadão João Baptista da Costa Ramos prestado juramento e to- mado posse do cargo de supplente do juiz municipal e de orphãos no 3.° districto especial do termo de Três Pontas para que foi nomeado por portaria de 4 deDezembro ultimo, o presidente da pro- vincia, em virtude do § 2." do art. G.°, do decreto n. 4824 de 22 de Novembro de 1871, resolve nomear para subslituil-o o cidadão Azarias Ferreira do Mesquita, o qual, na formado art. 2." e 3." do de- creto n. 2012 de 4 de Novembro de 1857, deverá, por si ou por procurador, prestar juramento e tomar posso perante opresi- dente da câmara municipal respectiva

    dentro do praso de dous mezes contados desta data e em vista de copia desta por- taria, que lhe servirá de titulo, depois de pagos os devidos direitos.—O presidente da provincia, de con- formidade com o disposto na ultima,par- te do § 4." art. 6.° do regulamento n. 482 í de 22 de Novembro de 1871, resol- ve encorporar a freguezia de Congonhas do Campo ao 3." districto especial do ler- mo de Ouro Preto, á que ella ficou per- tencendo em virtude da lei h. I90.'i de 19 de Julho do anno p. passado, e transferir a freguezia da Cachoeira de Campo do 3." para o 2.° districto especial ilo mesmo termo.

    —Fizerão-se as communicações neces- sarias.

    Despachos. Requerimentos.

    D. Anna Francisca do Souza, pedindo allivio da multa em que incorreo por não ter matriculado em tempo um ingênuo fiIlio de mulher escrava.—A' tliesouraria de fazenda para informar.

    José Pereira da Silva Júnior, pedindo pagamento do ordenado a que tem direi- to, por ler exercido o emprego do car- cereiro da cadéa da cidade de Montes Cia- ros nos mezes de Janeiro e Fevereiro ul- timos.—Ao Sr. Dr. chefe de policia para informar.

    O mesmo, na qualidade de 1." sargen- to do corpo policial, pedindo pagamento da.quantia de 235000 que despendeo com o funeral do soldado do mesmo corpo, Manoel Gonçalves da Fonseca, fallecido em Montes Claros, sob seu commando.— Pague-se.

    Joaquim Rodrigues Teixeira Valle, pro- fessor de intrucção primaria da freguezia do Prados, pedindo que seja lançada em seu titulo a aposlilla de—habilitado na forma do art. 8.° da porlaria de 18 de Outubro ultimo.—Como requer.

    Yenancio Ribeiro Mourão, colledor municipal da Diamantina, pedindo apo- senladoria.—Como requer.

    m Afliaisade.

    Por José Miguel de Siqueira. Ao seu amigo Dr. Francisco Urbano Fer-

    reirà Alvim. Ofterece o

    Auctor. XXIV.

    —Mas a amizade não é um dever, não ó uma imposição; si o fora não teria ne- nhuni attradivo, não seria a sublime harmonia dos corações e das intelligen cias, quesecombinão e se conformão nos gostos, nas opiniões e sentimentos.

    —E' uma creação da vontade, livre como todas as inspirações do coração; é um bello habilo que podemos cultivar, ou destruir d libito, conformo o procedi- mento das pessoas vinculadas por este laço.

    —Crealura da sensibilidade, da intel- ligencia e da vontade, ella continua ou cessa de existir, em quanto existe o seu typo, que é a confiança; relirada esta, ella desapparece como nossa imagem ao fecharmos o espelho em que nos mira- mos.

    —E quando as circumstancias, desil- ludindo-nos, nos levarem á apagar a nos- sa imagem, ou á solver este no,—não corlemol-o desabridamente como Ale- xandre, desatemol o delicadamente como nos ensina Catão.

    —Porém, como disiamos, é ella um habito, (o amor também é costume,) e como todos os nossos hábitos,—na infan- cia é um briquedo a amizade,—os me- ninos gostão de seus amiguinhos, como gostão

    " das borbole'as;—na juventude basta um sorrizo, uma meiguice, um quasi nada para crear amigos, e lambem por um nada rompem-se as relações; na virilidade e velhice a amizade é firme e

    estável, como uma arvore bem enrai- zada.

    —Na infância, iamos nós dizendo Siml é verdade.

    —Cedo se revela a amizade. Já lemos em alguma parte que certo mestre de meninos mandara um dia a seu discípulo traquino ficar á pé quedo no meio da sala por castigo de certa desobediência- zinhá que commeltera.

    —Neste entretempo, vem do repente outro menino, e se offereeo ao mestre â ir cm vez do outro.

    —Admirado o preceptor de tão raro procedimento,—perguntou ao substituto:

    —Menino! qual o motivo que té levas a soffrer o castigo em lugar do outro'?....

    Senhor, é porque amo-o, respondeu com firmeza o subslilutosinho.

    —Tocante resposta! —Yêde a força da amizade como se

    manifesta nestes tenros corações!.... —Seu innocente amor era o das roli-

    nhas. —O que serião estes meninos se che-

    gassem â ser homens, conservando sem- pre estes mesmos sentimentos?!....

    —Serião, por sem duvida, a realisação do ideal do amor e amizade, que, sob o mylhp de Caslor e Pollux, nos legou a antigüidade.

    XXV. Continuemos. « O amor, diz Seneca, é a doce embria-

    guez do moço; a amizade é a affeição do adulto; alli reina a paixão, aqui are- flexão. »

    —Na verde mocidade as impressões passão como as sombras, e por isso os amigos são igualmente passageiros; mas, em compensação são duradouros na viri- lidade e velhice.

    —Nesta quadra do interesse, e dire- mos do egoísmo, sujeitamos nossa vida á um calculo malhemalico, procuramos cuidadosamente adquirir amigos leaes, firmes, verdadeiros, que satisfação nossos dezejos e ambições.

    —Ao serenar das paixões, nossas es- colhas são reflectiflâs; não mais açoda- mento em nossas deliberações, e nem o instindo é mais o regulador de nossas acções; a conformidade é a sua princi- pai bitola.

    —Terminadas as fagueiras illusões da adolescência, entramos n'um novo mun- do.

    —E digamos, ao menos theoricamente, qual a linha de procedimento pela qual se devem guiar os verdadeiros amigos.

    —Comparte Dom meu amigo, suas crenças, suas opiniões, seus p

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