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  • 1. Espinho Ano XIX N 1 Fevereiro 20101

2. Evoluo do Homem Primitivo H cerca de 2,5 e 1,6 milhes de anos atrs surge a primeira espcie atribuda ao gnero Homo. O Homo Habilis tinha dentadura mais delicada e face mais plana do que o Australopitecos; so os inventores da primeira tcnica de talhar a pedra. Ainda no so considerados homens. H de 1,9 milhes de anos, apareceram (e vivem ao mesmo tempo que o Homon Habilis), o Homo Erectus, ainda na frica Oriental. Estes j so considerados verdadeiros homens! O Homo Erectus o primeiro a dominar o fogo, a andar sobre os membros posteriores, da o seu nome e, portanto, deixam de viver nas rvores. Aprendem a produzir instrumentos de pedra (bifaces) com os quais podem mais facilmente esquartejar a caa e controem as primeiras habitaes resistentes ao frio e s tempestades. Alguns deles deixam a frica e espalham-se pelos outros continentes. O Homo Sapiens apareceu h cerca de 150 mil anos atrs, possivelmente na frica,como resultado de adaptaes do Homo Erectus ao meio em que eles viviam. O seu esqueleto mais leve, o seu tamanho mdio de 1,70m. Tem queixo proeminente e crnio redondo. As arcadas supraciliares, a face e os dentes foram diminuindo de tamanho. O primeiro Homo Sapiens da Europa (100.000 e 40.000 anos atrs) chamado neandertaliano uma vez que em 1856 se ter descoberto um esqueleto deste, numa gruta do vale do rio Neander. Pensou-se que esta espcie teria sido destruda por guerras e substituda por outras espcies, mais evoludas vindas de outros pontos da Terra. Hoje h provas de que os neandertalianos tero evoludo para seres humanos mais complexos uma vez que alguns crnios mostram caractersticas prprias de neandertaliano e do homem de Cro-Magnon. Tambm em certos depsitos de utenslios encontrados na natureza se v a transio para as lminas de slex e para as pontas de espada j usadas pelo homem de Cro-Magnon. Ainda no se sabe bem onde teriam aparecido os primeiros Homo Sapiens. Para alguns teria sido em frica, para outros no Oriente. Os fsseis mais antigos do homem moderno datam de 40.000 anos e foram encontrados primeiramente na localidade de Cro-Magnon, na regio francesa da Dordogne, em 1868.Sara Ramos Castelo - 5A 2 3. STONEHENGEEste monumento localiza-se no condado de Wiltshire (Inglaterra) nas plancies de Salisbury. Stonehenge um crculo de pedras da Idade do Bronze. A estrutura principal formada por dois anis monlitos de pedra, construdos a partir de 3100a.C. A arquitectura tem relao com o movimento do Sol e da Lua e alguns monlitos possuem 9 metros de altura. Alguns arquelogos atribuem aos druidas utilizarem esta construo com propsitos religiosos. Acredita- se tambm que os povos antigos da Europa tenham usado o Stonehenge com fins de observao astronmica, incorporando vrios conceitos avanados de matemtica. Esta construo tambm atribuda a seres aliengenas. um dos pontos tursticos mais visitados da Europa, recebe mais de 700 mil visitantes por ano. patrimnio da humanidade.Catarina Ganilho e Mateus Buzato - 5BJERIC NO PERODO NEOLTICO Jeric uma cidade localizada perto do rio Jordo, nos territrios da Palestina em Israel. Situada 250 metros abaixo do nvel do mar, Jeric a localidade do mundo mais baixa em que vivem pessoas permanentemente. Vrios jardins em volta e no centro da cidade fizeram com que se tornasse agradvel a vida humana h vrios milhares de anos. Os arquelogos descobriram em Jeric vrias runas de povoaes, sendo que a mais antiga de cerca de 9.000 a.C., o que faz com que esta cidade seja considerada a mais antiga do mundo. 6.800 a.C.As escavaes revelaram que a cidade antiga foi habitada durante quatro intervalos seguidos nesta poca.O primeiro foi no primeiro Neoltico. Nesta chamado3 4. "An-Natifiyyun", que dependia da apanha de sementes para se alimentarem. Alguns destes grupos viviam em cavernas, enquanto outros grupos ocupavam aldeias primitivas. Assim comearam a construir cabanas redondas a partir de tijolos secos ao sol, planas no fundo e curvas no topo. Enterravam os seus mortos com as suas jias pessoais em tmulos escavados na rocha.Estes povos cavavam canais para utilizar a gua do rio para irrigao das suas terras. Construram grandes muros com cerca de 2 metros de largura volta das suas aldeias. Construram dentro destas aldeias grandes torres circulares com 9 metros de dimetro e 10 metros de altura. No seu meio havia escadas do cho at ao topo.Estas pessoas praticavam a agricultura, domesticao de animais como as ovelhas e tecelagem para o fabrico de cadeiras e tapetes assim como a caa de animais.Utilizavam lanas e setas. Tambm utilizavam pequenos machados para cortar ramos das rvores. 5.500 a.C. A construo de casas nesta altura mostra grandes progressos. Os quartos tinham cerca de 6,5 metros por 5 metros ou 3 por 7 metros, normalmente rectangulares e com um ptio com 7 metros de comprimento e 7 de largura, utilizado para cozinharem. A grossura das paredes era de meio metro. Usavam pedras para construir as fundaes e o resto da casa era feito de tijolos secos ao sol. A sua forma era como um rectngulo com arestas afiadas. O cho era feito de lama coberta com uma massa colorida vermelha ou azul clara. As casa tinham um ou dois andares e o telhado era feito de colmo ou lama. Usavam utenslios afiados e pequenas esttuas feitas de lama. No passado estas esttuas tinham significado religioso. As esttuas femininas indicavam a deusa da fertilidade. 5.000 a 4.000 a.C. Esta poca antecedeu vrios sculos a descoberta da cermica. As pessoas que viviam neste perodo eram viajantes que vinham de fora. Ficavam nestas terras e devem ter sido bedunos nmadas. Encontraram-se vrios objectos destes povos incluindo adornos e jias, mas as suas casas desapareceram.Tiago Ribeiro Santos - 5C RITOS FUNERRIOS Os ritos funerrios so as diferentes formas encontradas para o fim da vida na Terra. CuriosidadesChina - introduziam arroz cru na boca do defundo;ndia - a incinerao a manisfestao ritual mais usada. O Sati, era um antigo costume Hindu que obrigava as vivas a sacrificarem-se em nome do marido, numa fogueira, qual chamavam pira. Hoje em dia esta prtica foi proibida;Roma - segundo a mitologia romana, a vida e a morte estavam separadas pelo rio da imortalidade, o rio Estige, e o barqueiro Coronte transportava os mortos no seu barco, at ao reino do submundo. Os defuntos levavam uma moeda na boca, como 4 5. pagamento da travessia. Egpcios - acreditavam na vida para alm da morte, mas para tal acontecer era necessrio que o corpo se preservasse e, por isso, comearam a praticar a mumificao. Primeiro, inseriam um gancho no nariz para retirar o crebro, faziam um corte para extrair as vsceras, mas o corao e os rins ficavam dentro do corpo. Depois de lavado, o morto era enfaixado e colocado num sarcfago.Concluindo, cada povo, consoante a sua religio, recorre a rituais variados. Com o evoluir dos tempos, as prticas vo-se alterando: os catlicos j permitem a cremao; em frica continuam a enterrar os mortos com objectos, mas fazem caixas com formas estranhas, como a de um avio ou de uma garrafa de cerveja, conforme o gosto do defundo; nos EUA esto na moda os "funerais espaciais", em que se enviam as cinzas para l da atmosfera. Assim, mesmo com alteraes, os ritos funerrios continuam com grandes diferenas. Rodrigo d`Alte e Artur Pinto - 5AARMAS USADAS PELOS LUSITANOS Armamento ofensivo usado na luta corpo a corpo: * Punhal de fio recto e antenas atrofiadas ou afalcatado. * Espada do tipo La Tene ou espada de antenas atrofiadas. * Falcata - lana de ponta de bronze * Labrys - machado de dupla lmina que aparece em moedas romanas da Lusitnia parece que no era usado pelos Lusitanos mas pelos Cantabros.Armamento ofensivo de arremesso: * Dardos farpados de ferro * Lana de arremesso, toda de ferro 5 6. Armamento defensivo:* Elmo do tipo Montefortino. Usado durante a II Idade do Ferro na Pennsula Ibrica e resto da Europa* Caetra: um pequeno escudo de dois ps de dimetro que se manejava com a mo esquerda.* Cota de malha era feita de pequenas argolas de ferro entrelaadas, era pesada, e usada apenas por alguns guerreiros, provavelmente os lderes.* Couraa de linho, era o tipo de proteco mais usada, era mais leve e adaptada ao clima que as cotas de malha, e provavelmente mais barata.* Elmos eram de couro, de nervos tranados ou de metal* Polainas eram feitas de couro para proteger as pernas. Pedro - 5DOS FENCIOS E O VIDRO A arte de fabricar o vidro muito antiga, ignorando-se a forma como surgiu.O historiador romano Plnio, o Jovem, conta que uma noite, aps desembarcar na Palestina perto da foz do rio Belus, os Fencios acenderam uma fogueira para preparar a sua refeio. Como no encontrassem pedras apropriadas para pousar as suas vasilhas, voltaram ao navio para pegar quantidades de salitre que amontoaram para poder pousar os seus potes. O calor das chamas fez com que o salitre e a areia se fundissem e, para surpresa dos Fencios, aquilo provocou o aparecimento de um fluido desconhecido que, mal esfriou, se transformou numa substncia transparente e dura. Era o vidro. evidente que esta histria no passa de uma lenda, pois para a produo do vidro so necessrias temperaturas muito elevadas (> 2000) e o calor produzido numa fogueira no pode atingir temperaturas desta ordem de valores.Mas de facto os Fencios fabricaram vidro transparente e colorido, com ele produziram objectos muito variados e que eram muito apreciados pelos povos Mediterrneos. Francisco Carvalhinho, Jos Pedro Belo e Nuno Miguel Barros- 5 C6 7. COMRCIO FENCIO A Fencia foi um dos pases mais prsperos da antiguidade. Assuas cidades desenvolveram uma florescente indstria que abasteciaos mais distantes mercados. Objectos de madeira talhada (cedro epinho) e tecidos de l, algodo e linho tingidos com a famosa prpurade Tiro, extrada de um molusco, foram as manufacturas fencias demaior prestgio e difuso. Tambm eram muito procurados os objectosde metal; o cobre, obtido em Chipre, o ouro, a prata e o bronze foramos mais utilizados, e