b. obama dicurso premio nobel

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  • 1. Presidente Obama discurso deaceitao do Nobel da PazPor: CHARLIE SPIERINGCommunity Manager Online12/10/09 8:17 AM ESTVossas Majestades, Suas Altezas Reais, Distintos Membros do Comit Noruegus do Nobel, os cidados daAmrica, e os cidados do mundo:Recebo esta homenagem com profunda gratido e grande humildade. um prmio que fala s nossas maisaltas aspiraes - que os presos para toda a crueldade ea misria do nosso mundo, ns no somos meros dasorte. Nossa matria aes, e pode dobrar a histria no sentido da justia.E ainda assim eu seria incompleto se no reconhecer a controvrsia que a sua generosa deciso gerou. Emparte, isso porque estou no comeo, e no o fim, do meu trabalho no palco mundo. Em comparao comalguns dos gigantes da histria que receberam este prmio - Schweitzer e King; Marshall e Mandela - minhasrealizaes so mnimas. E depois h os homens e mulheres ao redor do mundo, que foram presos e agredidosno exerccio da justia, aqueles que trabalham em organizaes humanitrias para aliviar o sofrimento, osmilhes no reconhecido cujos atos tranquila de coragem e compaixo inspirar at mesmo os mais endurecidosdos cnicos . Eu no posso discutir com aqueles que encontram estes homens e mulheres - alguns conhecidos,alguns obscuro a todos, mas aqueles que ajudam - a ser muito mais merecedores desta homenagem que euMas talvez a questo mais profunda que cercam a minha recepo deste prmio o fato de que eu sou ocomandante-em-chefe de uma nao em meio a duas guerras. Uma dessas guerras o encerramento. O outro um conflito que os EUA no buscam, um em que estamos unidos por quarenta e trs outros pases - incluindo aNoruega - Em um esforo para nos defender e todas as naes de novos ataques.Ainda assim, estamos em guerra, e eu sou responsvel pela implantao de milhares de jovens americanos alutar em uma terra distante. Alguns vo matar. Alguns sero mortos. E assim eu venho aqui com um sentidoagudo do custo do conflito armado - preenchido com perguntas difceis sobre a relao entre guerra e paz, enosso esforo para substituir um com o outro.Estas questes no so novas. Guerra, de uma forma ou de outra, apareceu com o primeiro homem. Na aurorada histria, sua moral no era questionado, era simplesmente um fato, como a seca ou a doena - a forma emque tribos e civilizaes, em seguida, procurou o poder e estabeleceu-se as suas diferenas.Com o tempo, como cdigos de lei procurou controlar a violncia dentro dos grupos, o mesmo que fizeram osfilsofos, religiosos, estadistas e de regulao do poder destrutivo da guerra. O conceito de uma "guerra justa"surgiram, sugerindo que a guerra s se justifica quando se reunir determinadas condies: se for conduzidacomo um ltimo recurso ou em auto-defesa; se forado a utilizar proporcional, e se, sempre que possvel, oscivis so poupadas da violncia.

2. Para a maior parte da histria, esse conceito de guerra justa foi raramente observada. A capacidade dos sereshumanos para pensar em novas maneiras de matar um outro provou inesgotvel, assim como nossa capacidadede isentos de misericrdia aqueles que parecem diferentes ou rezar para um Deus diferente. Guerras entreexrcitos deu lugar a guerras entre naes - guerras totais em que a distino entre combatentes e civis tornou-se turva. No espao de trinta anos, a carnificina tal duas vezes engole este continente. E embora seja difcilconceber uma causa mais justa do que a derrota do Terceiro Reich e as potncias do Eixo, Segunda GuerraMundial foi um conflito em que o nmero total de civis que morreram excedeu o nmero de soldados quepereceram.Na esteira de tal destruio, e com o advento da era nuclear, tornou-se claro para vencedor e vencido tanto queo mundo precisa de instituies para evitar outra Guerra Mundial. E assim, um quarto de sculo aps o Senadodos Estados Unidos rejeitou a Liga das Naes - uma idia para que Woodrow Wilson recebeu este prmio -America liderou o mundo na construo de uma arquitetura para manter a paz: um Plano Marshall e um NaesUnidas, mecanismos para regem a travar uma guerra, os tratados de proteo dos direitos humanos, evitar ogenocdio, e restringir as armas mais perigosas.Em muitos aspectos, estes esforos bem sucedidos. Sim, terrveis guerras foram travadas, e as atrocidadescometidas. Mas no houve Terceira Guerra Mundial. A Guerra Fria terminou com a multido eufricadesmantelamento de uma parede. Comrcio tem cozinhado muito do mundo juntos. Bilhes ter sido levantada apartir da pobreza. Os ideais da liberdade, da autodeterminao, da igualdade e do Estado de Direito tem haltinglyavanado. Ns somos os herdeiros da fortaleza e de prospectiva das geraes passadas, e um legado paraque o meu prprio pas justamente orgulhoso.Uma dcada em um novo sculo, essa arquitetura antiga flambagem sob o peso de novas ameaas. O mundopode deixar de tremer diante da perspectiva de uma guerra entre duas superpotncias nucleares, mas aproliferao pode aumentar o risco de uma catstrofe. O terrorismo tem sido uma ttica, mas a tecnologiamoderna permite que alguns homens pequenos com raiva descomunal para assassinar pessoas inocentes emuma escala horrvel.Alm disso, as guerras entre naes tm cada vez mais dado lugar a guerras dentro das naes. Oressurgimento de conflitos tnicos e sectrios, o crescimento de movimentos separatistas, insurgncias eEstados falidos, tm cada vez mais presos civis no caos interminvel. Nas guerras de hoje, muitos mais civis doque soldados so mortos, as sementes de futuros conflitos so costuradas, as economias so destrudas, associedades civis dilacerado, acumulou refugiados e crianas traumatizadas.Eu no consigo me hoje uma soluo definitiva para os problemas da guerra. O que eu sei que estes desafiosexigir a mesma viso, trabalho rduo e persistncia desses homens e mulheres que agiu to ousadamentedcadas atrs. E isso vai exigir-nos a pensar em novas maneiras sobre as noes da guerra justa e osimperativos de uma paz justa.Temos de comear por reconhecer a dura verdade que no vamos erradicar conflitos violentos em nossas vidas. 3. Haver momentos em que as naes - a ttulo individual ou em conjunto - encontra-se o uso da fora no apenasnecessrias, mas moralmente justificada.Fao esta afirmao consciente do que Martin Luther King disse nesta mesma cerimnia anos atrs - "Aviolncia nunca traz paz permanente. Ele resolve nenhum problema social: se limita a criar novas e maiscomplicado." Como algum que est aqui como uma conseqncia direta do trabalho do Dr. Kings da vida,estou vivendo testemunho da fora moral da no-violncia. Eu sei que no h nada de fracos passiva nada -nada ingnua - no Credo e na vida de Gandhi e King.Mas, como um chefe de Estado, jurou proteger e defender a minha nao, no pode ser guiado por seusexemplos sozinho. Eu enfrento o mundo como ele , e no pode ficar ocioso em face das ameaas ao povoamericano. Para no se enganem: o mal existe no mundo. Um movimento no-violento no poderia terinterrompido os exrcitos de Hitler. As negociaes no podem convencer os lderes da Al Qaeda para quedeponham as armas. Para dizer que a fora s vezes necessrio no um convite ao cinismo - umreconhecimento da histria, as imperfeies do homem e os limites da razo.Levanto esse ponto porque, em muitos pases h uma profunda ambivalncia sobre a ao militar de hoje, noimporta a causa. s vezes, este apoiado por uma suspeita reflexiva da Amrica, a nica superpotncia militardo mundo.No entanto, o mundo deve se lembrar que as instituies no era simplesmente internacional - no apenastratados e declaraes - que trouxe estabilidade para um mundo ps-Segunda Guerra Mundial. Independente deerros que fizemos, a verdade esta: os Estados Unidos da Amrica ajudou a subscrever a segurana mundialdurante mais de seis dcadas, com o sangue dos nossos cidados ea fora de nossos braos. O servio esacrifcio de nossos homens e mulheres de uniforme, promoveu a paz ea prosperidade da Alemanha para aCoria, e permitiu que a democracia a se firmar em lugares como os Balcs. Ns trouxemos esse fardo noporque procuram impor a nossa vontade. Fizemo-lo para fora da auto-interesse esclarecido - porque nsprocuramos um futuro melhor para nossos filhos e netos, e acreditamos que sua vida ser melhor se as crianasde outros povos e netos possam viver em liberdade e prosperidade.Ento, sim, os instrumentos de guerra tem um papel a desempenhar na preservao da paz. E ainda estaverdade deve coexistir com outro - que no importa quo justificado, a guerra promete tragdia humana. Osoldado de coragem e sacrifcio cheia de glria, expressando a devoo ao pas, causa e aos companheirosde armas. Mas a guerra em si nunca glorioso, e nunca devemos divulg-los como tal.Ento, parte do nosso desafio conciliar essas duas verdades aparentemente inconciliveis - que a guerra porvezes necessria, ea guerra em algum nvel, uma expresso de sentimentos humanos. Concretamente, temosque direcionar nossos esforos para a tarefa que o presidente Kennedy pediu h muito tempo. "Vamos nosconcentrar", disse ele, "de uma forma mais prtica, mais paz atingvel, baseada no em uma revoluo sbita nanatureza humana, mas em uma evoluo gradual nas instituies humanas".O que pode este olhar evoluo como? Quais poderiam ser essas medidas prticas? 4. Para comear, eu acredito que todas as naes - fortes e fracos tanto - devem aderir a normas que regulam ouso da fora. I - como qualquer outro chefe de estado - Reservamo-nos o direito de agir unilateralmente, senecessrio, para defender a minha nao. No entanto, estou convencido de que a observncia das normasfortalece aqueles que fazem, e isolados - e enfraquece - aqueles que no o fazem.O mundo reuniram ao redor da Amrica aps o 9 / 11 ataques, e continua a apoiar os nossos esforos noAfeganisto, por causa do horror dos ataques sem sentido e reconhecido o princpio de auto-defesa. Da mesmaforma, o mundo reconheceu a necessidade de enfrentar Saddam Hussein quando ele invadiu o Kuwait - umconsenso que enviou uma mensagem clara a todos sobre o custo de agresso.Alm disso, a Amrica no pode insistir que os outros seguem as regras da estrada, se recusam a