aula ii - introdução - estradas e pavimentação

Click here to load reader

Post on 25-Oct-2015

25 views

Category:

Documents

4 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

Uma abordagem genmica relacionada ao estress salino.

Professor: Dr. Leandro Neves DuarteEmail: lndufmt@gmail.com1UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO UFMTCAMPUS UNIVERSITRIO DO ARAGUAIAINSTITUTO DE CINCIAS EXATAS E DA TERRA - ICETAula II Introduo

Estradas e Pavimentao2UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO UFMTCAMPUS UNIVERSITRIO DO ARAGUAIAINSTITUTO DE CINCIAS EXATAS E DA TERRA - ICET

A Rodovia3UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO UFMTCAMPUS UNIVERSITRIO DO ARAGUAIAINSTITUTO DE CINCIAS EXATAS E DA TERRA - ICET

Nomenclatura das rodoviasAs rodovias federais so designadas por uma sigla, constituda pelo smbolo BR (indicativo de qualquer rodovia federal brasileira), seguido de um trao separador e de um nmero de trs algarismos; o primeiro algarismo indica a categoria da rodovia e os dois remanescentes indicam a posio da rodovia em relao aos limites geogrficos do pas e em relao a Braslia, a capital federal.Para fins de nomenclatura das rodovias federais, foram consideradas 5 categorias de rodovias, de acordo com as disposies gerais dos traados (Figura 2):0- rodovias radiais Compreendem as rodovias cujos traados tm uma extremidade em Braslia e a outra extremidade em outro ponto importante do pas. Tem a numerao de 010 a 080, obedecendo o sentido horrio. Ex.: BR 040 (Braslia Rio de Janeiro);1- rodovias longitudinais Compreendem as rodovias cujos traados se desenvolvem segundo a direo geral norte-sul. A numerao varia da direita para a esquerda, entre 100 e 199. Ex.: BR 116 (Fortaleza CE Jaguaro RS);4UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO UFMTCAMPUS UNIVERSITRIO DO ARAGUAIAINSTITUTO DE CINCIAS EXATAS E DA TERRA - ICET

Nomenclatura das rodovias2- rodovias transversais incluem as rodovias cujos traados se desenvolvem segundo a direo geral leste oeste. A numerao varia de 200 no extremo norte do Brasil a 250 em Braslia, indo at 299 no extremo sul. Ex.: BR 230 (Transamaznica);3- rodovias diagonais abrangem as rodovias cujos traados se desenvolvem segundo as direes gerais noroeste-sudeste (chamadas de rodovias diagonais pares) e nordeste-sudoeste (chamadas de rodovias diagonais mpares). - diagonais pares a numerao varia de 300 no extremo nordeste do pas a 398 no extremo sudoeste ( 350 em Braslia). O nmero obtido de modo aproximado, por interpolao. Ex.: BR 316 (Belm PA Macei AL). - diagonais mpares a numerao varia de 301 no extremo noroeste do pas a 399 no extremo sudeste. Em Braslia o nmero 351. Ex.: BR 319 (Manaus AM Porto Velho RO).5UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO UFMTCAMPUS UNIVERSITRIO DO ARAGUAIAINSTITUTO DE CINCIAS EXATAS E DA TERRA - ICET

Nomenclatura das rodovias4- rodovias de ligao categoria que abarca as rodovias que no se enquadram nas categorias anteriores. A numerao varia de 400 a 450 se a ligao estiver para o norte de Braslia e, 451 a 499, se para o sul de Braslia.

Figura 1 Sigla para uma rodovia federal6UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO UFMTCAMPUS UNIVERSITRIO DO ARAGUAIAINSTITUTO DE CINCIAS EXATAS E DA TERRA - ICET

Nomenclatura das rodoviasO primeiro algarismo da sigla de uma rodovia federal, conforme j citado, indica a categoria a que pertence a rodovia, de acordo com o seguinte critrio: 1 algarismo = 0 (zero) para as rodovias radiais; 1 algarismo = 1 para as rodovias longitudinais; 1 algarismo = 2 para as rodovias transversais; 1 algarismo = 3 para as rodovias diagonais; 1 algarismo = 4 para as rodovias de ligao.O nmero formado pelos dois ltimos algarismos estabelecido de acordo com a posio relativa do traado da rodovia, dentro de cada categoria especfica, permitindo uma noo aproximada da posio da rodovia em relao ao mapa do pas e em relao capital federal.7UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO UFMTCAMPUS UNIVERSITRIO DO ARAGUAIAINSTITUTO DE CINCIAS EXATAS E DA TERRA - ICET

Nomenclatura das rodovias

Figura 2 Categorias de rodovias federaisO critrio adotado para a nomenclatura das rodovias federais acabou sendo adotado pelos estados e pelos municpios, que elaboraram seus planos rodovirios obedecendo sistemtica preconizada pelo Plano Nacional de Viao.8UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO UFMTCAMPUS UNIVERSITRIO DO ARAGUAIAINSTITUTO DE CINCIAS EXATAS E DA TERRA - ICET

9UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO UFMTCAMPUS UNIVERSITRIO DO ARAGUAIAINSTITUTO DE CINCIAS EXATAS E DA TERRA - ICET

Rodovias radiais- BR-0XXRodovias longitudinais- BR-1XXRodovias transversais- BR-2XXRodovias diagonais- BR-3XXhttp://www1.dnit.gov.br/rodovias/rodoviasfederais/index.htm10UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO UFMTCAMPUS UNIVERSITRIO DO ARAGUAIAINSTITUTO DE CINCIAS EXATAS E DA TERRA - ICET

Classificao funcional de rodovias11UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO UFMTCAMPUS UNIVERSITRIO DO ARAGUAIAINSTITUTO DE CINCIAS EXATAS E DA TERRA - ICET

Classificao funcional de rodoviasO conhecimento da sigla de uma rodovia federal permite, como j visto, que se tenha uma noo razoavelmente aproximada da disposio do traado da rodovia em relao ao mapa do Brasil.Para tanto, existe outra forma de se classificar as rodovias, no importando suas localizaes ou disposies geogrficas, mas sim o tipo de servio que elas oferecem.Essa forma de classificao, denominada de classificao funcional de rodovias, parte do conhecimento de que o tipo de servio oferecido por uma rodovia pode ser determinado a partir das funes bsicas de mobilidade e de acessibilidade que a rodovia propicia.A considerao dessas funes de mobilidade e acesso forma a base conceitual a partir da qual as rodovias podem ser agrupadas hierarquicamente nos seguintes sistemas funcionais, de acordo com as caractersticas bsicas dos servios oferecidos (Figura 3):12UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO UFMTCAMPUS UNIVERSITRIO DO ARAGUAIAINSTITUTO DE CINCIAS EXATAS E DA TERRA - ICET

Classificao funcional de rodoviassistema arterial que compreende as rodovias cuja funo principal a de propiciar mobilidade;sistema coletor englobando as rodovias que proporcionam um misto de funes de mobilidade e acesso;sistema local abrangendo as rodovias cuja funo principal a de oferecer oportunidades de acesso

Figura 3 As funes de mobilidade e de acesso13UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO UFMTCAMPUS UNIVERSITRIO DO ARAGUAIAINSTITUTO DE CINCIAS EXATAS E DA TERRA - ICET

Classificao funcional de rodoviasDentre os objetivos gerais da adoo da classificao funcional de rodovias podem ser citados:o planejamento lgico do desenvolvimento fsico do sistema rodovirio;a adjudicao racional da responsabilidade de jurisdio;o planejamento da distribuio dos recursos financeiros por sistemas funcionais.Na Tabela 1 esto resumidos, por sistema funcional, as funes bsicas e os demais parmetros que serviram de referncia para a classificao funcional das rodovias no Brasil.14UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO UFMTCAMPUS UNIVERSITRIO DO ARAGUAIAINSTITUTO DE CINCIAS EXATAS E DA TERRA - ICET

Classificao funcional de rodoviasTabela 1 Parmetros para a classificao funcional de rodovias

15UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO UFMTCAMPUS UNIVERSITRIO DO ARAGUAIAINSTITUTO DE CINCIAS EXATAS E DA TERRA - ICET

Classificao tcnica das rodovias16UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO UFMTCAMPUS UNIVERSITRIO DO ARAGUAIAINSTITUTO DE CINCIAS EXATAS E DA TERRA - ICET

Classificao tcnica das rodoviasA nomenclatura das rodovias federais oferece uma forma lgica para a sua designao, atendendo a interesses de ordem administrativa, permitindo ainda (ao menos para o caso das rodovias federais) que se tenha uma noo aproximada da disposio geogrfica do traado de uma rodovia ao se conhecer a sua sigla.A classificao funcional das rodovias, por sua vez, atende principalmente a interesses da rea de planejamento rodovirio, pois o critrio e agrupamento, de acordo com os tipos de servios prestados, permite que se tenha uma noo da importncia que uma rodovia exerce no contexto de uma rede rodoviria e das caractersticas gerais da demanda que a solicita, quando se conhece o sistema funcional a que pertence a rodovia.Para fins de balizamento do projeto geomtrico de uma rodovia, no entanto, conveniente outra forma de classificao, denominada classificao tcnica, que permite a definio das dimenses e da configurao espacial com que a rodovia dever ser projetada para poder atender satisfatoriamente demanda que a solicitar e, consequentemente, s funes a que se destina.17UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO UFMTCAMPUS UNIVERSITRIO DO ARAGUAIAINSTITUTO DE CINCIAS EXATAS E DA TERRA - ICET

Classificao tcnica das rodoviasDesignao dos elementos geomtricosUma rodovia pode ser imaginada como sendo uma entidade fsica, na qual prevalecem as dimenses longitudinais, sendo seus elementos referenciados geometricamente a uma linha fluente e contnua.Como qualquer ente tridimensional, a rodovia pode ter seus elementos geomtricos decompostos segundo as trs dimenses, para tratamento de cada uma delas em fases separadas, com vistas maior facilidade.Numa das fases, trata-se do projeto em planta, dimensionando-se os elementos geomtricos da rodovia, projetados em um plano horizontal. No projeto em planta, o objetivo principal definir a geometria da linha que representa a rodovia no plano horizontal, denominada eixo da rodovia.18UNIVERSIDADE FEDERAL DO MATO GROSSO UFMTCAMPUS UNIVERSITRIO DO ARAGUAIAINSTITUTO DE CINCIAS EXATAS E DA TERRA - ICET

Classificao tcnica das rodoviasDesignao dos elementos geomtricosNoutra fase, define-se o projeto em perfil, com o dimensionamento dos elementos geomtricos da rodovia segundo um plano vertical. No projeto em perfil, o objetivo principal definir a geometria da linha que corresponde ao eixo da rodovia representado no plano vertical, linha esta que denominada greide da rodovia.Finalmente, na terceira fase, pode-se definir os denominados elementos de seo transversal, com a caracterizao da geometria dos componentes da rodovia segundo planos verticais perpendicul

View more