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CURSO ON-LINE – EXERCÍCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS – SEPLAG-DF LÍNGUA PORTUGUESA – PROFESSOR ALBERT IGLÉSIA AULA 1 www.pontodosconcursos.com.br 1 Olá! Seja bem-vindo(a) à nossa “sala de aula”. Aqui analisaremos algumas provas recentes da Fundação Universa (Funiversa). Hoje nosso estudo tem como ponto de partida as provas abaixo discriminadas, conforme anunciei na aula demonstrativa. Aula Órgão/Entidade Cargo Ano 1 Adasa-DF Técnico em Regulação 2009 Sejus-DF Técnico Administrativo 2010 Terracap Administrador 2010 Vamos, então, às respectivas questões. Sugiro que você mantenha consigo um bom dicionário e uma boa gramática. Texto I, para responder às questões de 1 a 4. Planeta azul 1 A vida e a natureza sempre a mercê da poluição Inverte as estações do ano, faz calor no inverno e frio no verão Os peixes morrendo nos rios, estão se extinguindo espécies animais, 4 E tudo que se planta colhe, O tempo retribui o mal que a gente faz. Onde a chuva caía, quase todo dia, já não chove nada, 7 O sol abrasador rachando os leitos dos rios secos, sem um pingo d´água Quanto ao futuro inseguro será assim de Norte a Sul. A Terra nua semelhante à Lua, o que será desse planeta azul? 10 O que será desse planeta azul? O rio que desce as encostas, já quase sem vida, parece que chora No triste lamento das águas, ao ver devastadas a fauna e a flora É tempo de pensar no verde, regar a semente que ainda não nasceu,

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  • 1. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 Ol! Seja bem-vindo(a) nossa sala de aula. Aquianalisaremos algumas provas recentes da Fundao Universa (Funiversa).Hoje nosso estudo tem como ponto de partida as provas abaixodiscriminadas, conforme anunciei na aula demonstrativa. Aula rgo/Entidade Cargo Ano Adasa-DF Tcnico em Regulao 2009 1 Sejus-DF Tcnico Administrativo 2010 Terracap Administrador 2010 Vamos, ento, s respectivas questes. Sugiro que vocmantenha consigo um bom dicionrio e uma boa gramtica.Texto I, para responder s questes de 1 a 4. Planeta azul1 A vida e a natureza sempre a merc da poluio Inverte as estaes do ano, faz calor no inverno e frio no vero Os peixes morrendo nos rios, esto se extinguindo espcies animais,4 E tudo que se planta colhe, O tempo retribui o mal que a gente faz. Onde a chuva caa, quase todo dia, j no chove nada,7 O sol abrasador rachando os leitos dos rios secos, sem um pingo dgua Quanto ao futuro inseguro ser assim de Norte a Sul. A Terra nua semelhante Lua, o que ser desse planeta azul?10 O que ser desse planeta azul? O rio que desce as encostas, j quase sem vida, parece que chora No triste lamento das guas, ao ver devastadas a fauna e a flora tempo de pensar no verde, regar a semente que ainda no nasceu, www.pontodosconcursos.com.br 1
  • 2. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 Deixar em paz a Amaznia, preservar a vida, estar de bem com Deus. Rio Negro e Solimes.1. (Funiversa/Adassa-DF/Tcnico em Regulao/2009) Do texto I possvel inferir que(A) a vida e a natureza esto sempre disposio da poluio.(B) as consequncias da degradao so sentidas em todo o planeta.(C) a inverso das estaes do ano foi promovida pela natureza.(D) o tempo no responde pelo mal que recebe.(E) o sol to quente quanto uma brasa.Comentrio Alternativa A: estar disposio de algo ou algum permanecer disposto a cooperar ou colaborar com ele. Situao diferente aque foi indicada na primeira linha do texto. A vida e a natureza no estodispostas a cooperar com a poluio; a ideia de sujeio. A vida e anatureza esto ao sabor ou capricho da poluio. Item errado. Alternativa B: uma inferncia (interpretao indutiva)baseia-se em indcios encontrados no texto. No espere encontrar umaresposta categrica nele. preciso ampliar o raciocnio contido nas palavrasdo autor, com o cuidado de no extrapolar os limites que ele nos impe.No somos livres para empregar qualquer sentido; mas podemos construir osentido dentro de um conjunto de possibilidades que o texto permite. Assim sendo, o terceiro pargrafo decisivo. O autorforneceu alguns elementos marcadores para a leitura: de Norte a Sul,Terra nua, o que ser desse planeta azul? (note a repetio desta notexto), dando-nos a entender o que realmente est escrito no enunciado. Alternativa C: a natureza vtima da poluio, que defato a responsvel pela inverso das estaes. www.pontodosconcursos.com.br 2
  • 3. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 Alternativa D: a informao na linha 5 bastante clara aesse respeito: O tempo retribui o mal que a gente faz. Alternativa E: eis aqui um caso de extrapolao(afirmao que vai alm do que o texto nos autoriza). O vocbuloabrasador (derivado de brasa) foi empregado para qualificar o substantivosol e nos d a ideia de um aquecimento solar intenso. O examinador seaproveitou da origem da palavra abrasador para forjar uma comparaosem qualquer fundamento no texto.Resposta B2. (Funiversa/Adasa-DF/Tcnico em Regulao/2009) No trecho Onde a chuva caa, quase todo dia, j no chove nada, a expresso sublinhada desempenha a funo de sinttica de(A) objeto direto.(B) complemento nominal.(C) conectivo conjuntivo.(D) adjunto adnominal.(E) adjunto adverbial.Comentrio A banca comeu mosca! Ela no sublinhou a expresso quepermitira a correta anlise da questo. Todavia vamos aproveit-la para daruma pincelada em cada termo da orao. Objeto Direto (OD) completa o sentido de um verbotransitivo direto e, normalmente, aparece sem preposio (a preposiono obrigatria). Quero glria e fama. Os jornais nada publicaram. www.pontodosconcursos.com.br 3
  • 4. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 s vezes, pode o objeto direto vir regido por preposio(objeto direto preposicionado). So casos especiais de ocorrncia. Sejacomo for, esteja certo de que a regncia do verbo (e no a preposio)que determinar se o complemento ou no objeto direto. Amamos a Deus. (quem ama ama algum) Bebeu da gua. (quem bebe bebe algo) Complemento Nominal (CN) termo que integra ou limitao sentido de um advrbio, adjetivo ou substantivo abstrato; aparecesempre preposicionado. Agiu favoravelmente a ambos. (o termo em destaquecomplementa o sentido do advrbio favoravelmente). O fumo prejudicial sade. (o termo em destaquecomplementa o significado semntico do adjetivo prejudicial). Tenho confiana em ti. (agora, o substantivo abstratoconfiana que tem seu significado complementado pelo termo em negrito). Conectivo Conjuntivo o examinador pegou pesado!Ser que ele conseguiu d um n na sua cabea tambm? Em gramtica,essa expresso significa simplesmente elementos que juntam, renem,conectam ou estabelecem relaes entre palavras e oraes, como asconjunes e, nem, ou etc. Par ou mpar? Ele possui coragem e determinao. Adjunto Adnominal termo de valor adjetivo que servepara especificar ou delimitar o significado do substantivo, podendo serexpresso por: a) adjetivo: Compareceram pessoas interessadas. www.pontodosconcursos.com.br 4
  • 5. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 b) locuo adjetiva: Era um homem de conscincia. c) artigo: O mar era um lago sereno e azul. d) pronome adjetivo: Minha camisa igual sua. e) numeral adjetivo: Casara-se havia duas semanas. f) orao adjetiva: Os cabelos, que eram fartos e lisos, caram-lhe pelo rosto. Adjunto Adverbial termo de valor adverbial que denotaas circunstncias em que se desenvolve o processo verbal, ou intensifica osentido deste, de um adjetivo ou de um advrbio, podendo ser expressopor: a) advrbio: Aqui no fica ningum reprovado. b) locuo ou expresso adverbial: L embaixo, ns comeamos a danar sob o sol do meio-dia. c) orao subordinada adverbial: Quando acordou, no havia mais ningum por perto.Resposta Anulada3. (Funiversa/Adasa-DF/Tcnico em Regulao/2009) O sujeito do verbo parece, no verso 11, (A) as encostas.(B) a vida.(C) O rio.(D) o lamento das guas.(E) o triste lamento.Comentrio Voc se lembra das aulas das tias dos primrios sobre osujeito da orao? Como elas nos ensinavam a identificar o sujeito do verbo? www.pontodosconcursos.com.br 5
  • 6. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 Joozinho, meu filho, faa a pergunta ao verbo. A resposta o sujeito! Pois bem, vamos aplicar isso aqui. Quem parece que chora?O rio! Eu confesso que a resposta melhor deveria incluir a oraoadjetiva restritiva: o rio que desce as encostas, pois ela funciona como umadjetivo e particulariza o rio, como em: O carro preto mais valorizado do que o carro branco. Nem todos os carros so mais valorizados do que o branco,mais o preto sim. Portanto, pergunta: Qual carro mais valorizado?, aresposta no poderia desprezar o adjetivo preto, sob pena de generalizar ainformao. A resposta deveria se dada assim: O carro preto.Resposta C4. (Funiversa/Adasa-DF/Tcnico em Regulao/2009) Observando a significao das palavras, no contexto, pode-se afirmar que(A) na expresso Os peixes morrendo nos rios (verso 3), entende-se que a causa da morte fora afogamento .(B) na interrogativa O que ser desse planeta azul? (verso 10), est subtendida a necessidade imediata da mudana de cor do planeta.(C) a Lua ser habitada, apesar da semelhana com a Terra.(D) em ser assim de Norte a Sul (verso 8), infere-se que a natureza pedir socorro em qualquer lugar do planeta.(E) o futuro ser seguro para os moradores do Leste e Oeste.Comentrio Alternativa A: o termo nos rios expressa o local em que ospeixes esto morrendo. No h como depreendermos a causa da morte naexpresso. www.pontodosconcursos.com.br 6
  • 7. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 Alternativa B: sabido que a designao azul se deve aparncia da Terra vista do espao. Por causa dos oceanos que a recobrem,a superfcie do nosso planeta azulada. A pergunta representa uma reflexosobre os problemas ambientais sofridos pelo planeta azul. Alternativa C: em A Terra nua semelhante Lua, osautores indicam a condio que a Terra est adquirindo em virtude deproblemas ambientais: sem condies de vida, semelhana da Lua. Alternativa D: comumente, a expresso de Norte a Sulrepresenta extenso territorial. Em outras palavras, ela abrange os maisdiversos lugares do nosso pas. Muito cuidado agora! Observou o verbo inferir? Sim, no hnada de maneira contundente no texto que diga que a natureza pedirsocorro. No entanto, o contexto em que o trecho se insere repare bem,prezado(a) aluno(a) fala da desolao que vem arruinando certos lugares.Ao dizer ser assim, os autores estendem essa runa j presente emalgumas regies a outras. A insegurana atual se expandir, podendo haverat mesmo escassez de vida na Terra. Em meio a esse contexto,considerando os elementos marcadores (ou indcios), no demaisinterpretar que a natureza pedir socorro em qualquer lugar do planeta. Alternativa E: essa alternativa contraria, de cara, aalternativa anterior. Se haver segurana para os moradores de Leste eOeste, porque a natureza pedir socorro em qualquer lugar do planeta?Alm disso, o aspecto desalentador quanto ao futuro abrange todo oplaneta. Repare: A Terra nua semelhante Lua, o que ser desse planetaazul? O que ser desse planeta azul?.Resposta D.Texto II, para responder s questes de 5 a 8. www.pontodosconcursos.com.br 7
  • 8. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 Projeto Brasil da guas1 A segunda campanha do Projeto Brasil das guas foi realizada pela regio Centro-Oeste em novembro. Testemunhamos que muitos rios sofrem de srios problemas4 de assoreamento, rios outrora cristalinos agora so rios de areia. Mas tambm encontramos muitos outros ainda transparentes, como o Juruena e o Arraias, e visitamos uma7 raridade, o rio Cristalino, perto de Alta Floresta (MT), ainda intacto do comeo (na Serra do Cachimbo) ao fim (desemboca no rio Teles Pires).10 Cientes da preocupao dos ndios do Parque Indgena do Xingu quanto qualidade da gua que bebem, vrias coletas foram feitas nos rios e em lagos do parque.13 Ouvimos os comentrios ansiosos dos caciques Aritana (Yawalapiti) e Kotoky (Kamayur) a respeito do assoreamento e da deteriorao dessas guas, algo que16 percebem pela diminuio da quantidade de peixes. Nobre a preocupao demonstrada por eles, visando ao bem-estar das futuras geraes; no pensando apenas na gerao19 presente. No oeste do estado de Mato Grosso, descobrimos rios belssimos, como o Juruena, Papagaio e Buriti, faixas22 azuis atravessando matas e cerrados intactos, descendo das nascentes em reas ainda no tomadas pela soja, na Chapada dos Parecis. Brilhavam pequenas praias25 convidativas. Bancos de areia submersa traando desenhos ondulados por baixo das guas transparentes. Corredeiras alegres, cachoeiras escondidas e uma vegetao nativa www.pontodosconcursos.com.br 8
  • 9. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 128 ainda intacta. No dia em que voamos de Alta Floresta para Vilhena (RO), a tentao era grande demais. Fizemos pit stop para almoar em uma praia deserta colada a uma ilha verde31 em pleno Juruena. S ns dois e, na areia, as pegadas das capivaras. Decolando de Cuiab no dia 16 de novembro, rumo34 ao Araguaia, houve um incidente que deixou o Talha-mar na Chapada dos Guimares. Ele vai ficar alguns meses fora de servio, mas o projeto no parou. O Brasil das guas37 continua. J adotamos e adaptamos o Talha-marzinho. Felizmente, nenhuma gota das amostras colhidas durante a viagem perdeu-se durante o incidente na Chapada:40 tudo foi entregue aos cientistas-parceiros para anlise. Hoje, podemos anunciar que 17% do projeto j est realizado! Grard e Margi Moss. Internet: (com adaptaes).5. (Funiversa/Adasa-DF/Tcnico em Regulao/2009) De acordo com as ideias apresentadas no texto II, assinale a alternativa correta.(A) Pelo contexto possvel concluir que Talha-mar o nome da embarcao martima utilizada como transporte no dia 16 de novembro.(B) Percebe-se no texto a inteno dos autores em narrar os acontecimentos.(C) No trecho Ouvimos os comentrios ansiosos dos caciques (linha 13), os ndios descrevem a situao para evidenciar a preocupao com as guas.(D) A evidncia de faixas azuis atravessando matas e cerrados relacionada a cordes de isolamento para a proteo de reas j depredadas. www.pontodosconcursos.com.br 9
  • 10. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1(E) Os cordes azuis so encontrados com mais frequncia em regies onde h rios.Comentrio Alternativa A: no menospreze o examinador, pois ele malicioso demais. Como a maior parte do texto trata da situao dos rios, oexaminador associou a eles o nome do meio de transporte utilizado pelosprotagonistas. Mas repare que, na linha 28, foi revelado que a tripulaovoou. Na linha 33, foi usado o verbo decolar. Portanto o Talha-marrepresenta um avio. Alternativa B: o texto predominantemente narrativo,modalidade de redao na qual contamos um ou mais fatos que ocorremem determinado tempo e lugar, envolvendo certos personagens. Alternativa C: no bem assim! Os ndios esto maispreocupados com o bem-estar das geraes futuras, por isso reclamam daqualidade das guas que bebem. Alternativa D: a informao contida na linha 22 desabonaesta assertiva da banca. As faixas azuis esto associadas a matas ecerrados intactos. Alternativa E: no existe no texto a ideia de frequnciaquanto existncia dos cordes azuis. Os narradores apenas informam queos descobriram No oeste do estado de Mato Grosso, onde h riosbelssimos, como o Juruena, Papagaio e Burit.Resposta B6. (Funiversa/Adasa-DF/Tcnico em Regulao/2009) Assinale a alternativa em que o termo sublinhado desempenha a funo a ele relacionada.(A) A segunda campanha do Projeto Brasil das guas (linha 1) objeto direto. www.pontodosconcursos.com.br 10
  • 11. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1(B) Mas tambm encontramos muitos outros (linha 5) conectivo prepositivo.(C) vrias coletas foram feitas (linha 12) sujeito paciente.(D) Cientes da preocupao dos ndios (linha 10) adjunto adnominal.(E) houve um incidente (linha 34) sujeito.Comentrio Viu como foi bom darmos uma pincelada em alguns termosda orao? Aqui a Funiversa cobrou esse conhecimento do candidato. Vamosdar nome aos bois! Alternativa A: adjunto adnominal. O numeral segundaacompanha o substantivo campanha, o qual ncleo de toda a expresso. Alternativa B: conectivo conjuntivo de valor semnticoaditivo. A locuo figura ao lado de e, nem, como tambm. Eis osconectivos essencialmente prepositivos: a, ante, at, aps, com, contra,de, desde, entre, para, por, perante, em, sem, sob, sobre, trs. Alternativa C: voc j sabe como identificar o sujeito doverbo. O que foi feito? Vrias coletas foram feitas. Pronto, o termo vriascoletas o sujeito. Deve saber ainda que o sujeito pode desencadear oprocesso verbal (Ele fez vrias coletas.) ou sofr-lo (Vrias coletas foramfeitas por ele.). No primeiro caso, o sujeito ser o agente do processo; nosegundo, o paciente dele. Alternativa D: voc deve se recordar das explicaes sobrecomplemento nominal, pois essa a funo sinttica do termo dapreocupao. Ele est preposicionado e complementa o sentido do adjetivoCientes. Alternativa E: quem achou que esta alternativa foi o gabaritose deixou levar pelo canto da sereia. Guarde duas coisas bsicas: I. Com sentido de existir, o verbo haver no possui sujeito, visto que verbo impessoal. www.pontodosconcursos.com.br 11
  • 12. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 II. Aquilo que sujeito para o verbo existir, objeto direto para o verbo haver. Existem bons alunos neste curso. sujeito H bons alunos neste curso. obj. diretoResposta C7. (Funiversa/Adasa/DF/Tcnico em Regulao/2009) Quanto ao trecho Bancos de areia submersa traando desenhos ondulados por baixo das guas transparentes. (linhas 25 e 26), assinale a alternativa que apresenta termos exercendo a mesma funo sinttica.(A) submersa transparentes(B) ondulados traando(C) de areia desenhos (D) por baixo Bancos(E) de areia das guasComentrio Voc deve j ter percebido que anlise dos termos da orao um assunto importante para a Funiversa. Estamos novamente s voltascom ele. Alternativa A: os adjetivos submersas e transparentesespecificam os significados dos substantivos areia e guas, funcionandocomo adjuntos adnominais. Se voc errou, sugiro que volta pgina 23. Alternativa B: semelhantemente, o adjetivo ondulados adjunto adnominal de desenhos; mas traando verbo transitivo direto. Alternativa C: novamente estamos diante de um adjuntoadnominal, agora representado pela locuo adjetiva de areia. Aqui vaiuma dica: substantivo concreto no tem complemento nominal. www.pontodosconcursos.com.br 12
  • 13. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1Quanto ao termo desenhos, voc j se perguntou o que os bancos de areiasubmersa traam? Eles traam desenhos ondulados. O verbo traar TD;logo o termo desenhos ondulados o seu OD, cujo ncleo o substantivodesenhos. Alternativa D: Bancos o ncleo do sujeito; por baixo adjunto adverbial, pois expressa o lugar em que os desenhos ondulados sotraados. Alternativa E: observe a maldade do examinador: a locuode areia, eu j disse, adjunto adnominal (substantivo concreto notem complemento nominal); a locuo das guas complementa osentido da locuo adverbial por baixo. Aposto como voc se lembrou doque falei sobre complemento nominal, na pgina 22. No!? Tudo bem, voulhe dar uma colher de ch: complemento nominal termo que integra oulimita o sentido de um advrbio, adjetivo ou substantivo abstrato;aparece sempre preposicionado.Resposta A8. (Funiversa/Adasa/DF/Tcnico em Regulao/2009) Acerca da expresso destacada em Fizemos um pit stop para almoar em uma praia deserta (linhas 29 e 30), correto afirmar que(A) evidente e exagerado o uso de palavras estrangeiras, pois o texto foi escrito por estrangeiros.(B) foi utilizado o estrangeirismo, uso de construes com palavras estrangeiras.(C) a lngua estrangeira predominante nos textos brasileiros.(D) a expresso estrangeira poderia ser substituda pela expresso brasileira uma vaquinha, ato de recolher dinheiro entre os presentes para custear algo, sem acarretar prejuzo semntico para o texto. www.pontodosconcursos.com.br 13
  • 14. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1(E) a expresso em estudo j foi introduzida no vocabulrio da lngua portuguesa, portanto no deve ser considerada como estrangeirismo.Comentrio No h exagero de vocabulrio estrangeiro, que apareceuapenas uma vez. um absurdo pensar que nos textos brasileiros predominaa lngua estrangeira. A expresso pit stop, comum na frmula 1, significaparada rpida para trocar pneus e/ou colocar combustvel; por extensopode significar qualquer interveno rpida em uma atividade de rotina, sejapara almoar, descansar, ir ao banheiro etc. Finalmente, a expresso aindano consta no vocabulrio da lngua portuguesa.Resposta BTexto I, para responder s questes de 9 a 12.1 A Unio Europeia inaugurou um novo patamar de integrao poltica e econmica no globo. A cooperao entre seus pases permitiria regio fazer frente a outras4 potncias, como os Estados Unidos e o Japo, e, assim, assegurar o bem-estar social e a segurana de sua populao. Com o passar dos anos, o bloco incorporou7 naes menos desenvolvidas do continente e instituiu uma moeda nica, o euro, que atraiu investidores e chegou a ameaar o domnio do dlar como reserva internacional de10 valor. Mas a crise financeira mundial fez emergir as fragilidades na estrutura econmica de algumas naes do bloco. medida que a turbulncia dos mercados se13 acentuou, veio tona a irresponsabilidade fiscal de alguns pases, sobretudo a Grcia. Diante do risco de que o dficit crescente no oramento grego pudesse contaminar outros www.pontodosconcursos.com.br 14
  • 15. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 116 europeus com situao fiscal semelhante e pr em xeque a confiabilidade do bloco, lderes regionais reuniram-se s pressas na semana passada. Ao fim do encontro, chegou-se19 a um acordo para ajudar a Grcia. Ainda que no tenha sido feita meno formal a um resgate financeiro, a reunio serviu para acalmar o temor dos investidores internacionais.22 A condio para que os gregos recebam a ajuda que eles apresentem um plano de ajuste oramentrio. Foi o que fez o ministro de finanas, George Papaconstantinou,25 que props enxugar os gastos e reduzir o deficit fiscal para 3% do PIB, como determina o Tratado de Maastricht. Hoje, o rombo no oramento de 13% do PIB, um dos ndices mais28 elevados do planeta. As medidas de ajuste incluem o congelamento dos salrios dos servidores pblicos e o aumento da idade mnima para aposentadoria. Levar as31 reformas adiante ter um custo poltico: na semana passada, as ruas de Atenas foram tomadas por manifestantes, e os funcionrios pblicos entraram em greve. Afirma Carlos34 Langoni, da Fundao Getlio Vargas: Economias pequenas se beneficiaram com a adoo do euro, mas tiveram de abdicar do controle de sua poltica monetria, que fica a37 cargo do Banco Central Europeu. Em um momento de crise, no podem aumentar os juros ou desvalorizar a sua moeda, o que dificulta a recuperao. In: Veja, 17/2/2010, p. 57 (com adaptaes).9. (Funiversa/Sejus-DF/Tc. Administrativo/2010) Com relao s ideias do texto I, assinale a alternativa correta. www.pontodosconcursos.com.br 15
  • 16. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1(A) A cooperao entre os pases da Unio Europeia permitiria que cada pas estivesse frente de potncias como os Estados Unidos e o Japo.(B) A instituio de moeda nica, o euro, provocou duas situaes: a aproximao de investidores e a ameaa da predominncia da moeda americana como reserva internacional de valor.(C) A crise financeira mundial recente provocou abalos na economia das naes que integram o bloco, em especial na da Grcia.(D) Por apresentar receitas superiores s despesas, a Grcia, como pas- membro da Unio Europeia, abalou a confiabilidade no bloco.(E) Lderes regionais do bloco europeu entraram em consenso na ajuda Grcia, o que, de imediato, atrair novos investidores internacionais.Comentrio Alternativa A: tenha muita ateno com expresses quepossuem significados distintos e pronncias ou construes parecidas. Estar frente de o mesmo que estar na dianteira, na liderana (Marchava frente da tropa.). Fazer frente a significa defrontar, enfrentar, resistir(Pediu reforo de caixa para fazer frente s despesas.). Alternativa B: est fundamentada nas linhas 8 a 10. Alternativa C: est escrito, nas linhas 10 a 12, que a crisefinanceira mundial fez emergir as fragilidades na estrutura econmica dealgumas naes do bloco (grifo nosso). Alternativa D: em relao Grcia, a irresponsabilidadefiscal do pas, que apresentou dficit crescente no oramento, ameaou aconfiabilidade do bloco. Alternativa E: a rapidez na atrao de novos investidoresinternacionais no mencionada como consequncia do acordo, repare: Aofim do encontro, chegou-se a um acordo para ajudar a Grcia. Ainda queno tenha sido feita meno formal a um resgate financeiro, a reunioserviu para acalmar o temor dos investidores internacionais. www.pontodosconcursos.com.br 16
  • 17. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1Resposta B10. (Funiversa/Sejus-DF/Tc. Administrativo/2010) Ainda com relao ao texto I, assinale a alternativa correta.(A) O ministro de finanas grego, George Papaconstantinou, cumpriu o necessrio para que a Grcia recebesse ajuda, isto , props plano de adequao oramentria, em que se previa diminuir gastos.(B) Atualmente, o deficit oramentrio equivale a 13% do produto interno bruto do pas, o que corresponde ao ndice mais elevado do planeta.(C) Para conter a crise no oramento, o governo ter, entre outras aes, de reduzir os salrios dos servidores pblicos e rever os requisitos para concesso de aposentadoria.(D) Revoltada com o rombo no oramento, a populao ocupou as ruas da capital grega e conclamou os servidores pblicos a entrar em greve.(E) Na opinio de especialistas, a crise na Grcia deve-se sua adeso Unio Europeia, pois o pas entregou o controle de sua poltica monetria ao Banco Central Europeu, que deixou de aumentar os juros.Comentrio Alternativa A: a proposio encontra apoio na seguintepassagem do texto: A condio para que os gregos recebam a ajuda queeles apresentem um plano de ajuste oramentrio. Foi o que fez o ministrode finanas, George Papaconstantinou, que props enxugar os gastos ereduzir o deficit fiscal para 3% do PIB, como determina o Tratado deMaastricht. Alternativa B: no v com tanta sede ao pote! Nas linhas27 e 28, consta que o valor um dos ndices mais elevados do planeta(grifo nosso). Percebeu o problema? O examinador afirmou que o ndice,sozinho, o mais elevado de todos. www.pontodosconcursos.com.br 17
  • 18. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 Alternativa C: leiamos a informao contida nas linhas 28 a30: As medidas de ajuste incluem o congelamento dos salrios dosservidores pblicos e o aumento da idade mnima para aposentadoria.(grifo nosso). Congelar diferente de reduzir, concorda? Alternativa D: no existe no texto a revelao de quemconclamou os servidores a entrarem em greve; parece que eles mesmostiveram essa iniciativa, juntamente com outros manifestantes. A linhaargumentativa tambm indica que os atos de descontentamento decorremdo congelamento dos salrios dos funcionrios pblicos e da mudana dasregras para aposentadoria. Alternativa E: aumentar os juros s complicaria a situao,conforme a opinio de Carlos Langoni, da Fundao Getlio Vargas. Naopinio dele, Em um momento de crise, no podem aumentar os juros oudesvalorizar a sua moeda, o que dificulta a recuperao.Resposta A11. (Funiversa/Sejus-DF/Tc. Administrativo/2010) Cada uma das alternativas a seguir apresenta reescritura de fragmento do texto I. Assinale aquela em que a reescritura mantm a ideia original.(A) A Unio Europeia lanou um novo andar para a integrao poltica e econmica no globo (linhas 1 e 2).(B) A cooperao entre seus pases faria que a regio esbarrasse em outras potncias, como os Estados Unidos e o Japo (linhas de 2 a 4).(C) A crise, contudo, trouxe tona a solidez da economia de certos pases que integram a Unio Europeia (linhas de 10 a 12).(D) Diante do risco de que o deficit crescente no oramento grego pudesse influenciar outros pases europeus que apresentam situao fiscal similar e comprometer a confiabilidade da Unio Europeia, lderes www.pontodosconcursos.com.br 18
  • 19. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 regionais encontraram-se s pressas na semana passada (linhas de 14 a 18).(E) Ainda que no tenha sido discutida uma soluo financeira, o encontro teve como objetivo reduzir o medo dos investidores internacionais (linhas de 19 a 21).Comentrio Na reescritura (ou parfrase), as palavras so mudadas,porm a ideia do texto original confirmada pelo novo texto; a alusoocorre para atualizar, reafirmar os sentidos ou alguns sentidos do textocitado. dizer com outras palavras o que j foi dito. E no apenas comoutras palavras, mas tambm com outra estruturao sinttica.Normalmente as bancas indagam se, nesse processo de reescritura, acoeso (correo gramatical) e a coerncia (sentido original do texto)foram mantidas. muito importante que esses dois aspectos sejamrespeitados na hora de parafrasear o texto original. Alternativa A: por motivos que ainda no conseguimoscompreender, a banca considerou errada esta opo. Se voc conseguiuperceber alguma variao de sentido, compartilhe-a conosco por favor. Alternativa B: expliquei na questo 19, pgina 35, quefazer frente a significa defrontar, enfrentar, resistir (Pediu reforo de caixapara fazer frente s despesas.), o que destoa da ideia de esbarrar (fazerparar; frear em decorrncia de um obstculo). Alternativa C: a crise fez emergir fragilidades e no solidez. Alternativa D: parfrase perfeita; com nfase no empregode vocbulos e expresses com sentidos semelhantes aos do texto original(contaminar/influenciar; semelhante/similar; pr emxeque/comprometer; bloco/Unio Europeia; reuniram-se/encontraram-se). www.pontodosconcursos.com.br 19
  • 20. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 Alternativa E: o objetivo foi ajudar a Grcia. A reduo domedo dos investidores internacionais foi uma consequncia, ou seja, algoderivado do verdadeiro propsito do encontro. Alm disso, a informalidadecom que foi tratado o aspecto financeiro no nos permite afirmar que nadafoi falado a respeito do assunto.Resposta D, conforme o gabarito oficial.12. (Funiversa/Sejus-DF/Tc. Administrativo/2010) Cada uma das alternativas a seguir apresenta reescritura de fragmento do texto I. Assinale aquela em que a reescritura no apresenta erro de pontuao.(A) A cooperao entre seus pases, permitiria regio fazer frente a outras potncias, como os Estados Unidos e o Japo, e assim, assegurar o bem-estar social e a segurana da populao (linhas de 2 a 6).(B) Com o passar dos anos o bloco incorporou naes menos desenvolvidas do continente; e instituiu uma moeda nica o euro que atraiu investidores e chegou a ameaar o domnio do dlar como reserva internacional de valor (linhas de 6 a 10).(C) Mas, a crise financeira mundial fez emergir as fragilidades na estrutura econmica de algumas naes do bloco: medida que, a turbulncia dos mercados se acentuou, veio tona a irresponsabilidade fiscal de alguns pases, sobretudo a Grcia (linhas de 10 a 14).(D) Diante do risco de que o deficit crescente no oramento grego pudesse contaminar outros europeus com situao fiscal semelhante e pr em xeque a confiabilidade do bloco, lderes regionais reuniram-se, s pressas, na semana passada (linhas de 14 a 18). www.pontodosconcursos.com.br 20
  • 21. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1(E) Levar as reformas adiante ter um custo poltico. Na semana passada, as ruas de Atenas, foram tomadas por manifestantes e os funcionrios pblicos entraram em greve (linhas de 30 a 33).Comentrio Na questo anterior a reescritura foi cobrada do candidatosob o aspecto semntico. Aqui, o mesmo assunto deve ser analisado sob oaspecto sinttico. Alternativa A: a primeira vrgula separou erradamente osujeito e o verbo. A intercalao do elemento adverbial assim deveria sermarcada por duas vrgulas: uma antes dele e outra depois. Alternativa B: aps o substantivo anos, tem lugar umavrgula para separar o adjunto adverbial antecipado. Aps o vocbulo eurodeve ser utilizada outra vrgula, pois a orao seguinte subordinadaadjetiva explicativa. Lembre-se de que a vrgula proibida se a oraoadjetiva restritiva. Alternativa C: a primeira e a segunda vrgula causamfragmentao indevida de frase. A conjuno Mas integra a oraoseguinte; a locuo conjuntiva medida que tambm. Alternativa D: no se verifica erro aqui. O que foi? Aprimeira vrgula marca a antecipao de oraes subordinadas adverbiais. Asegunda e a terceira isolam corretamente o adjunto adverbial. Alternativa E: o termo as ruas de Atenas funciona comosujeito da forma verbal foram. Portanto entre eles no deve haver vrgula.Resposta DTexto II, para responder s questes de 13 a 15.1 A verdadeira consolidao do Direito Internacional dos Direitos Humanos surge em meados do sculo XX, em decorrncia da Segunda Guerra Mundial. Nas palavras de www.pontodosconcursos.com.br 21
  • 22. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 14 Thomas Buergenthal: O moderno Direito Internacional dos Direitos Humanos um fenmeno do ps-guerra. Seu desenvolvimento pode ser atribudo s monstruosas7 violaes de direitos humanos da era Hitler e crena de que parte dessas violaes poderia ser prevenida se um efetivo sistema de proteo internacional de direitos humanos10 existisse. A internacionalizao dos direitos humanos constitui, assim, um movimento extremamente recente na histria,13 surgido a partir do ps-guerra, como resposta s atrocidades e aos horrores cometidos durante o nazismo. Apresentando o Estado como o grande violador de direitos humanos, a Era16 Hitler foi marcada pela lgica da destruio e da descartabilidade da pessoa humana, o que resultou no extermnio de onze milhes de pessoas. O legado do19 nazismo foi condicionar a titularidade de direitos, ou seja, a condio de sujeito de direitos pertinncia a determinada raa a raa pura ariana. No dizer de Ignacy Sachs, o22 sculo XX foi marcado por duas guerras mundiais e pelo horror absoluto do genocdio concebido como projeto poltico e industrial.25 No momento em que os seres humanos se tornam suprfluos e descartveis, no momento em que vige a lgica da destruio, em que cruelmente se abole o valor da pessoa28 humana, torna-se necessria a reconstruo dos direitos humanos, como paradigma tico capaz de restaurar a lgica do razovel. A barbrie do totalitarismo significou a ruptura31 do paradigma dos direitos humanos, por meio da negao do www.pontodosconcursos.com.br 22
  • 23. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 valor da pessoa humana como valor-fonte do direito. Diante dessa ruptura, emerge a necessidade de reconstruir os34 direitos humanos, como referencial e paradigma tico que aproxime o direito da moral. Nesse cenrio, o maior direito passa a ser, adotando a terminologia de Hannah Arendt, o37 direito a ter direitos, ou seja, o direito a ser sujeito de direitos. Flvia Piovesan. Direito constitucional internacional e os direitos humanos. Saraiva, 2007 (com adaptaes).13. (Funiversa/Sejus-DF/Tc. Administrativo/2010) Com relao s ideias do texto II, assinale a alternativa correta.(A) O Direito Internacional dos Direitos Humanos nasce por volta da dcada de 50 do sculo XX, como resultado da Segunda Guerra Mundial.(B) Como decorrncia das prticas empregadas por seu regime, Hitler defendeu a internacionalizao dos direitos humanos.(C) O estudo aprofundado da histria revela que, na verdade, era o Estado o responsvel pelas constantes violaes aos direitos humanos, e no o regime nazista, cuja criao e difuso se devem a um de seus grandes expoentes, Hitler.(D) Para os nazistas, somente tinham direitos sejam direitos humanos ou quaisquer outros os indivduos pertencentes raa ariana.(E) Apenas duas guerras marcaram o sculo XX, mas elas foram suficientes para incutir no ser humano a absoluta repulsa ao genocdio.Comentrio Alternativa A: no perodo indicado, houve a consolidao doDireito Internacional (linhas 1 a 3), e no o nascimento dele. Alternativa B: a Hitler esto associadas monstruosasviolaes de direitos humanos (linhas 5 a 7). Alternativa C: impossvel concordar com o que dito arespeito do regime nazista e de Hitler diante da seguinte passagem: www.pontodosconcursos.com.br 23
  • 24. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 Apresentando o Estado como o grande violador de direitos humanos, a Era Hitler foi marcada pela lgica da destruio e da descartabilidade da pessoa humana, o que resultou no extermnio de onze milhes de pessoas. O legado do nazismo foi condicionar a titularidade de direitos, ou seja, a condio de sujeito de direitos pertinncia a determinada raa a raa pura ariana. (linhas 14 a 21). Alternativa D: a informao contida nas linhas 18 a 21sustentam esta assertiva: O legado do nazismo foi condicionar atitularidade de direitos, ou seja, a condio de sujeito de direitos pertinncia a determinada raa a raa pura ariana. Alternativa E: o sculo XX tambm foi marcado pelo horrorabsoluto do genocdio concebido como projeto poltico e industrial (linhas21 a 24).Resposta D14. (Funiversa/Sejus-DF/Tc. Administrativo/2010) Ainda com relao ao texto II, assinale a alternativa correta.(A) A reconstruo dos direitos humanos apenas se faz necessria a partir do momento em que o homem se torna suprfluo e descartvel, isto , quando ele deixa de ter valor.(B) possvel que o homem restabelea a lgica do razovel a partir da reconstruo dos direitos humanos.(C) O totalitarismo no chega a negar o valor da pessoa humana, mas ele capaz de romper com o que se defende na rea dos direitos humanos.(D) Aps a era nazista, a humanidade, naturalmente, deparou-se com os direitos humanos reconstrudos. www.pontodosconcursos.com.br 24
  • 25. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1(E) Para Hannah Arendt, o indivduo tem direito a ser propiciador de direitos.Comentrio Alternativa A: parece que o trecho contido nas linhas 25 a 30sustentam esta opo. Parece, apenas parece! Observe que o examinadorintroduziu o elemento apenas, que exclui a possibilidade de outrassituaes darem causa reconstruo. Releia o trecho indicado e constateque no existe essa ideia exclusivista. Alternativa B: sim, isso possvel e pode ser depreendido dotrecho ...a reconstruo dos direitos humanos, como paradigma tico capazde restaurar a lgica do razovel. (linhas 29 a 31). Alternativa C: nas linhas 30 a 32, lemos que o totalitarismonega o valor a pessoa humana: A barbrie do totalitarismo significou aruptura do paradigma dos direitos humanos, por meio da negao do valorda pessoa humana como valor-fonte do direito. (grifo nosso). Alternativa D: A internacionalizao dos direitos humanosconstitui (...) um movimento extremamente recente na histria (linhas 11 e12); o legado do nazismo foi condicionar a titularidade de direitos, ou seja,a condio de sujeito de direitos pertinncia a determinada raa a raapura ariana. (linhas 18 a 21). Alternativa E: o ltimo perodo do texto, de maneira clara,refuta esta proposio: Para Hannah Arendt, o indivduo tem o direito a terdireitos, ou seja, o direito a ser sujeito de direitos.Resposta B15. (Funiversa/Sejus-DF/Tc. Administrativo/2010) Cada uma das alternativas a seguir apresenta reescritura de fragmento do texto II. Assinale aquela em que a reescritura apresenta erro relacionado ao emprego ou ausncia do sinal indicativo de crase. www.pontodosconcursos.com.br 25
  • 26. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1(A) Seu desenvolvimento pode ser atribudo a violaes de direitos humanos (linhas de 5 a 7).(B) O legado do nazismo foi condicionar a titularidade de direitos aquele que pertencesse raa ariana (linhas de 18 a 21).(C) pelo horror absoluto exterminao (linhas 22 e 23).(D) a ruptura do paradigma deve-se barbrie do totalitarismo (linhas 30 e 31).(E) necessria a reconstruo dos direitos humanos (linhas 33 e 34).Comentrio Alternativa A: no h crase na seguinte estrutura: SINGULAR+ PLURAL (a violaes). Guarde isso, pois voc precisar dessa informaooutras vezes. Item correto. Alternativa B: aqui est o problema. O verbo condicionar TDI. Seu objeto direto o termo a titularidade de direitos. Tudo bem atagora. E o que dizer do objeto indireto? Quem condiciona condiciona algo aalgum, no mesmo? Notou que a preposio a exigida pelo verbo parareger o seu objeto indireto? Essa preposio contrai-se com o a inicial dospronomes demonstrativos aquele(s), aquela(s) e aquilo: quele(s),aquela(s), quilo. Como isso no foi indicado, a opo incorreta a B. Veja outro exemplo: O aluno referia-se quela questoanulada da prova. ), a forma verbal referia-se (se parte integrante doverbo) transitivo indireto. Seu complemento regido pela preposio a,que se une ao a inicial do pronome demonstrativo aquela. Alternativa C: experimento trocar o substantivo femininoexterminao por um substantivo masculino. Que tal extermnio? pelo horror absoluto ao extermnio Guarde outra dica: se usamos ao para o masculino,devemos usar para o feminino. www.pontodosconcursos.com.br 26
  • 27. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 Alternativa D: vamos repetir o raciocnio anterior e ver se elerealmente funciona: ...deve-se barbrie... / ...deve-se aobarbarismo.... Portanto a crase foi corretamente indicada. Alternativa E: aqui, o a meramente artigo queacompanha o substantivo reconstruo.Resposta BTexto I, para responder s questes de 16 a 18.1 No que se refere s prticas assistenciais, tem sido comum a confuso na utilizao dos termos assistncia e assistencialismo. Essa uma questo delicada, da a4 importncia que se tenha clareza sobre ela, pois, quando se trabalha com a poltica de assistncia social nos espaos em que a interveno se manifesta pelo carter emergencial, 7 comum taxar essa atuao como uma prtica assistencialista. Contudo, no se deve equiparar ou confundir ao de emergncia com assistencialismo. As aes10 emergenciais so to dignas e necessrias quanto as demais aes. O que realmente faz a diferena so os objetivos pelos quais so desenvolvidas.13 Apesar de termos legislaes que avanaram no sentido do direito social, muitas aes desenvolvidas segundo a tica dos interesses de dirigentes do Estado16 tm-se caracterizado como assistencialistas, ou seja, aes que no emancipam os usurios, pelo contrrio, reforam sua condio de subalternizao perante os servios19 prestados. www.pontodosconcursos.com.br 27
  • 28. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 Essas aes constituem-se com base na troca de favores, principalmente no que se refere s polticas22 partidrias, em que parte da populao torna-se receptora de benefcios no no sentido do patamar do direito e, sim, na perspectiva da troca votos-favores. Por outro lado, para a25 populao dependente dos servios e dos benefcios transmitidos por essas polticas de garantia da sobrevivncia, no importa com qual inteno tais aes estejam se28 desenvolvendo. Na perspectiva de quem no tem o mnimo, o fundamental no morrer de fome e ver supridas certas necessidades bsicas. Solange Silva dos Santos Fidelis. Conceito de assistncia e assistencialismo. In: 2 Seminrio nacional estado e polticas sociais no Brasil. Cascavel: Unioeste, de 13 a 15 out./2005, p. 1-2 (com adaptaes).16. (Funiversa/Terracap/Administrador/2010) Com relao s ideias do texto I, assinale a alternativa correta.(A) A confuso na utilizao dos termos assistncia e assistencialismo est definitivamente desfeita, a partir da divulgao do texto I, pois ele cuida exatamente de elaborar os conceitos tericos desses termos.(B) A poltica de assistncia social escraviza a populao, mantendo-a em posio inferior de dependncia.(C) Garantida a sobrevivncia da populao dependente dos servios e benefcios transmitidos pelas polticas assistencialistas e eleitoreiras, resta descobrir os verdadeiros objetivos dos polticos, para que seja estabelecida a troca de favores.(D) As necessidades bsicas de parcela da populao brasileira so to prementes que o assistencialismo passa a ser bem-vindo, sendo encarado como forma possvel de garantir a sobrevivncia. www.pontodosconcursos.com.br 28
  • 29. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1(E) As aes emergenciais so vis e deixam claros os objetivos mesquinhos segundo os quais so desenvolvidas.Comentrio Alternativa A: incorreta. O texto faz um alerta sobre aimportncia da diferena entre os dois conceitos e fornece explicaes sobreeles; mas, ao mesmo tempo, admite que tem sido comum a confuso eque comum taxar de assistencialismo a poltica de assistncia social nosespaos em que a interveno se manifesta pelo carter emergencial.Portanto a confuso no est definitivamente desfeita. Alternativa B: incorreta. Lendo o segundo pargrafo,verificamos que essa ideia se refere, na verdade, s aes assistencialistas,que no emancipam os usurios, pelo contrrio, reforam sua condio desubalternizao perante os servios prestados. Alternativa C: incorreta . Para que seja estabelecida atroca de favores, no resta mais nada. As polticas assistencialistas eeleitoreiras j so baseadas nessa ideia e alm, disso, est escrito no ltimopargrafo que no importa com qual inteno [ = objetivos dos polticos]tais aes estejam se desenvolvendo. Alternativa D: correta. A declarao da banca outramaneira de dizer o que a autora do texto declarou: Na perspectiva de quemno tem o mnimo, o fundamental no morrer de fome e ver supridascertas necessidades bsicas. Alternativa E: incorreta. Vil a prtica assistencialista, que comumente confundida com a interveno manifestada pelo carteremergencial. As aes emergenciais so dignas e necessrias.Resposta D17. (Funiversa/Terracap/Administrador/2010) Com base no texto I, assinale a alternativa correta. www.pontodosconcursos.com.br 29
  • 30. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1(A) A frase Essa uma questo delicada, por isso importante que se tenha clareza sobre ela uma reescrita adequada da original registrada nas linhas 3 e 4.(B) No fragmento o fundamental no morrer de fome e ver supridas certas necessidades bsicas (linhas 29 e 30), o termo supridas poderia ser usado no masculino singular, sem prejuzo gramatical.(C) Na frase o fundamental no morrer de fome e ver supridas certas necessidades bsicas. (linhas 29 e 30), os verbos morrer e ver tm sujeitos diferentes.(D) A frase parte da populao torna-se receptora de benefcios no somente no sentido do patamar do direito, mas tambm na perspectiva da troca votos-favores uma reescrita adequada da original das linhas de 22 a 24.(E) As aspas da linha 23 indicam a interferncia de fala de personagem oculto no texto.Comentrio Alternativa A: correta. Originalmente, a ideia transmitida nosegmento Essa uma questo delicada, da a importncia que se tenhaclareza sobre ela de causa e consequncia, que ganha evidncia por meiodo conectivo da. Na reescritura, a ideia foi mantida, mas a estruturaosinttica foi reformada. Usou-se a conjuno por isso em vez do conectivoda e a expresso substantivada a importncia deu lugar ao segmento denatureza verbal importante. Todavia, a delicadeza da questo continuasendo o motivo de tal importncia. Alternativa B: incorreta. O termo supridas concordaobrigatoriamente em gnero e nmero com o substantivo necessidades. Alternativa C: incorreta. Os verbos morrer e ver estono infinitivo impessoal. O sujeito de ambos classifica-se comoindeterminado. www.pontodosconcursos.com.br 30
  • 31. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 Alternativa D: incorreta. A correlao entre os elementossublinhados em ...no no sentido do patamar e, sim... transmite ideiasadversas. J em ...no somente no sentido..., mas tambm naperspectiva..., as ideias se somam, numa relao de adio. Alternativa E: incorreta. As aspas indicam ironia, ou seja,um sentido contrrio daquele que naturalmente teria o vocbulo benefcios.Resposta A18. (Funiversa/Terracap/Administrador/2010) A respeito de termos e fragmentos do texto I, assinale a alternativa correta.(A) Assistncia e assistencialismo so palavras que, por serem formadas por uma parte morfolgica comum [assistencia], tm sentido semelhante e, por isso, so classificadas como sinnimos idnticos.(B) O fragmento aes que no lhes emancipam substitui corretamente o original das linhas 16 e 17.(C) O fragmento aes que no emancipam os usurios, pelo contrrio, reforam a condio deles de subalternizao perante os servios prestados substitui corretamente o original das linhas de 16 a 19.(D) O fragmento Referindo-se s prticas assistenciais, era comum a confuso na utilizao dos termos assistncia e assistencialismo uma reescrita correta, de acordo com as normas gramaticais, do original das linhas de 1 a 3.(E) No fragmento Essa uma questo delicada, da a importncia que se tenha clareza sobre ela, pois, quando se trabalha com a poltica de assistncia social nos espaos (linhas de 3 a 5), o verbo trabalha poderia ser usado no plural, sem prejuzo gramatical. www.pontodosconcursos.com.br 31
  • 32. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1Comentrio Alternativa A: incorreta. Morfologicamente, as palavra so,sim, formadas por uma parte comum. Porm, semanticamente, elasexpressam no contexto significados diferentes. Alis, a primeira temconotao positiva no texto; a segunda, conotao negativa. Sendo assim,no so sinnimas. Alternativa B: incorreta. O verbo emancipam transitivodireto. O pronome oblquo lhe no pode funcionar como objeto direto. Ocorreto aes que no os emancipam. Alternativa C: correta. O pronome possessivo seu, queconcorda gramaticalmente com a coisa possuda (condio), foiadequadamente substitudo pela expresso dele (contrao da preposiode com o pronome pessoal ele), que transmite o mesmo sentido. Alternativa D: incorreta, conforme o gabarito da bancaexaminadora; mas h controvrsias. Repare que o examinador pediu aanlise correta do ponto de vista gramatical. No h erro gramatical notrecho. H, sim, alterao de sentido. A locuo tem sido (pretritoperfeito composto do indicativo) prolonga o fato at o presente, at omomento atual da declarao. O pretrito perfeito do indicativo (era) indicaum fato completamente realizado, algo que iniciou e foi totalmente concludoantes do momento da fala. Alternativa E: incorreta. O pronome se ndice deindeterminao do sujeito e, consequentemente, obriga o verbo a se manterflexionado na terceira pessoa do singular.Resposta CTexto II, para responder questo 19.1 Travestis e transexuais matriculados nas escolas municipais de Fortaleza ou cadastrados em projetos sociais www.pontodosconcursos.com.br 32
  • 33. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 do municpio podero ser agora oficialmente tratados por seu4 nome social no lugar daquele que consta no registro de nascimento. Isso possvel com a publicao de duas portarias, uma da Secretaria de Educao e outra da7 Secretaria de Assistncia Social. A medida garante que, logo no incio das aulas, ao se apresentar, o aluno tenha respeitada sua vontade de ser10 chamado pelo nome social, informando isso ao professor e(ou) ao diretor da escola, que faro a anotao em todos os seus documentos.13 Essa uma medida de acolhida afetuosa. Afinal, o poder pblico no tem apenas o dever de dar acesso escola, mas tambm o de buscar a permanncia do aluno e o16 seu desenvolvimento. E o nome, muitas vezes, tem sido um empecilho para isso, disse Martr consultora jurdica da Secretaria de Educao de Fortaleza. Internet (com adaptaes).19. (Funiversa/Terracap/Administrador/2010) Com base no texto II, assinale a alternativa incorreta.(A) O nome social pode ser o adotado pelo indivduo, por sua prpria escolha, em substituio ao de registro de nascimento.(B) A acolhida aos alunos travestis e transexuais nas escolas municipais de Fortaleza avaliada como afetuosa, porque o poder pblico, alm da obrigao social de dar acesso escola, deve buscar a permanncia do aluno nela.(C) Duas secretarias de estado se uniram para a adoo de medida favorvel aos travestis e transexuais matriculados nas escolas www.pontodosconcursos.com.br 33
  • 34. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 municipais de Fortaleza ou cadastrados em projetos sociais do municpio.(D) Infere-se do texto que a eventual incompatibilidade entre o nome e o corpo de estudantes travestis e transexuais pode, muitas vezes, levar o jovem a deixar a escola.(E) Infere-se do texto que o preconceito contra o diferente est escondido na obscuridade dos sentimentos humanos mais ntimos; por isso, o homem nunca conseguir se libertar dessa chaga moral.Comentrio Alternativa A: correta, com base sobretudo no segundopargrafo: A medida garante que, logo no incio das aulas, ao seapresentar, o aluno tenha respeitada sua vontade de ser chamado pelonome social. Alternativa B: correta. O terceiro pargrafo aquiparafraseado. Alternativa C: correta, com fundamento no primeiropargrafo, e principalmente no trecho: Isso possvel com a publicao deduas portarias, uma da Secretaria de Educao e outra da Secretaria deAssistncia Social. Alternativa D: correta. Cuidado com o verbo inferir, quenos permite interpretar o texto com base no naquilo que est claro,evidente; mas, sim, naquilo que possvel entender com base simplesmenteem alguns indcios. Ento, se verdade que o nome tem sido um empecilhopara a permanncia do aluno e o seu desenvolvimento, tambm verdadeque a incompatibilidade mencionada pelo examinador capaz de levar ojovem a deixar a escola. Alternativa E: incorreta, e por isso mesmo o gabarito daquesto. Apesar da possibilidade de chegarmos a uma concluso que noest claramente exposta no texto, dele no devemos nos distanciar a tal www.pontodosconcursos.com.br 34
  • 35. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1ponto de perdermos o apoio mnimo e necessrio para o interpretarmos. Noh sequer indcios no texto de que o homem nunca conseguir se libertardessa chaga moral, que o preconceito contra o diferente.Resposta ETexto III, para responder s questes 20 e 21.1 J existem vrios portais ativos e em crescimento que disponibilizam para o internauta canais de televiso. O wwitv, por exemplo, oferece atualmente nada menos4 de 1.827 estaes on-line (nmero de 4 de dezembro, crescendo razo de duas por dia). So emissoras transmitidas de qualquer pas que passe pela7 nossa mente e alguns outros de cuja existncia sequer desconfivamos. Uma visita a qualquer um desses portais deixa10 bastante claro que a televiso, tal como a conhecemos hoje, distribuda pelo ar de forma gratuita, ou por meio de qualquer mecanismo pago de distribuio, est em srios apuros. Mil13 batalhas jurdicas podero acontecer nos prximos anos. Mas frear a distribuio de sinais de TV pela Internet ser to vivel quanto impedir que chova. mais sbio, portanto,16 examinar como tirar proveito dos benefcios que a chuva possa nos trazer. Internet: (com adaptaes).20. (Funiversa/Terracap/Administrador/2010) Acerca da frase So emissoras transmitidas de qualquer pas que passe pela nossa mente e alguns outros de cuja existncia sequer desconfivamos. (linhas de 5 a 8), do texto III, assinale a alternativa incorreta. www.pontodosconcursos.com.br 35
  • 36. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1(A) A forma verbal So usada no plural porque concorda com o sujeito implcito duas por dia (linha 5).(B) A sequncia de qualquer pas pode ser reescrita, sem perda de sentido, como por seja qual for o pas.(C) A forma verbal passe, se usada no plural, provocaria mudana inaceitvel de sentido, uma vez que remeteria a emissoras, e no mais a pas.(D) A troca da preposio de, na segunda ocorrncia, por em provocaria uma falha na regncia do verbo desconfiar.(E) O travesso foi usado para enfatizar trecho do enunciado. Efeito similar se conseguiria com o uso de negrito, ou, no discurso oral, com entonaes enfticas.Comentrio Alternativa A: incorreta. O sujeito do verbo So tem comoreferncia a expresso canais de televiso. Alternativa B: correta. O sentido de indeterminao dospases transmissores preservado com a nova construo. Alternativa C: correta. O verbo no singular concorda com osubstantivo pas, representado pelo pronome relativo que, ideia que sealinha ao sentido do texto. No plural (passem) a concordncia seria feitacom emissoras, que ento passariam pela nossa mente, ideia que noguarda coerncia com o restante do texto. Alternativa D: correta. Quem desconfia desconfia de algo oude algum. A preposio em no requerida pelo verbo. Alternativa E: correta. Os sinais de pontuao servem, entreoutras coisas, para assinalar as pausas e as inflexes da voz (a entonao)na leitura. Na escrita, o mesmo efeito conseguido no texto tambm poderiaser alcanado com a vrgula, por exemplo.Resposta A www.pontodosconcursos.com.br 36
  • 37. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 121. (Funiversa/Terracap/Administrador/2010) A respeito do fragmento qualquer pas que passe pela nossa mente e alguns outros de cuja existncia sequer desconfivamos. (linhas de 6 a 8) do texto III, assinale a alternativa incorreta.(A) A conjuno e poderia ser substituda, sem perda de sentido, pela locuo alm de.(B) O advrbio sequer pode ser reescrito, opcionalmente, como dois verbetes: se quer, j que ambas so grafias aceitas pela gramtica como permutveis.(C) A forma verbal desconfivamos indica a ideia de tempo passado inacabado.(D) O pronome cuja tem valor possessivo, j que equivale a sua.(E) A forma verbal passe indica a ideia de possibilidade, um fato incerto de acontecer.Comentrio Alternativa A: correta. Os dois articuladores textuaispossuem sentido de adio, acrscimo, soma. Alternativa B: incorreta. O vocbulo sequer (= ao menos,pelo menos, nem mesmo) escrito sem separao. Exemplos: No deixoucair uma lgrima sequer. Sequer um parente o visitou. A forma se quer conjuno condicional + verbo querer. Alternativa C: correta. O verbo desconfiar foi conjugado nopretrito imperfeito do indicativo, tempo que expressa uma ao inacabada,no concluda. Alternativa D: correta. Se reescrevermos a passagem deoutra forma, nosso entendimento ser facilitado: ...sequer desconfivamosda sua existncia... (isto , da existncia de alguns outros). O pronome cujo(e variaes) promove a ideia de posse e possuidor entre o termoantecedente e o termo consequente. www.pontodosconcursos.com.br 37
  • 38. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 Alternativa E: correta. O verbo passe est conjugado nopresente do subjuntivo, modo que situa a ao no plano da hiptese, dapossibilidade, que expressa incerteza, dvida.Resposta BTexto IV, para responder s questes de 22 a 24. Transplante de amor1 Gastrite uma inflamao do estmago. Apendicite uma inflamao do apndice. Otite uma inflamao dos ouvidos. Paixonite uma inflamao do qu? Do corao.4 Cada rgo do nosso corpo tem uma funo vital e precisa estar 100% em condies. Ao corao, coube a funo de bombear sangue para o resto do corpo, mas nele7 que se depositam tambm nossos mais nobres sentimentos. Qual o rgo responsvel pela saudade, pela adorao? Quem palpita, quem sofre, quem dispara? O prprio.10 Foi pensando nisso que me ocorreu o seguinte: se algum est com o corao dilacerado nos dois sentidos, biolgico e emocional, e por ordens mdicas precisa de um13 novo, o paciente ir se curar da dor de amor ao receber o rgo transplantado? Faamos de conta que sim. Voc entrou no hospital16 com o corao em frangalhos, literalmente. Alm de apaixonado por algum que no lhe d a mnima, voc est com as artrias obstrudas e os batimentos devagar quase19 parando. A vida se esvai, mas localizaram um doador compatvel: j para a mesa de cirurgia. www.pontodosconcursos.com.br 38
  • 39. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1 Horas depois, voc acorda. Corao novo. Tum-tum,22 tum-tum, tum-tum. Um espetculo. O mdico lhe d uma sobrevida de cem anos. Nada mal. Visitas entram e saem do quarto. At que anunciam o Jorge. Que Jorge? O Jorge,25 minha filha, o homem que voc sempre amou. Eu???? Voc no reconhece o Jorge. Acha ele meio baixinho. Um tom de voz estridente. Usa uma camisa cor-de-28 laranja que no lhe cai bem. Mas foi voc mesma que deu a ele de aniversrio, minha filha. Eu???? Seu corao ignorou o tal de Jorge. O mesmo Jorge31 que quase te levou loucura, o mesmo Jorge que fez voc passar noites insones, que fez voc encher uma piscina olmpica de lgrimas. Em compensao, aquele enfermeiro34 ali bem gracinha. Tem um sorriso cativante. E uma mo que uma pluma, voc nem sentiu a aplicao da anestesia. Bacana este cara. Quem ? O namorado da menina a quem37 pertencia seu corao. Tum-tum, tum-tum, tum-tum. Transplantes de amor. Garanto que fariam muito mais sucesso que a safena. Martha Medeiros. Non-Stop. Porto Alegre: L & PM, 2001, p. 43.22. (Funiversa/Terracap/Administrador/2010) A respeito do texto IV, assinale a alternativa incorreta.(A) As palavras Gastrite, Apendicite, Otite e Paixonite, usadas no primeiro pargrafo do texto, so formadas pelo mesmo processo de derivao: a sufixal. Nessas palavras, usou-se o sufixo -ite, que indica inflamao.(B) A palavra qu, na frase Paixonite uma inflamao do qu? (linha 3) aparece acentuada porque est inserida em uma pergunta. www.pontodosconcursos.com.br 39
  • 40. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1(C) A expresso Do corao. (linha 3) constitui-se, no contexto textual, uma frase nominal, que confere ao texto maior agilidade e leveza de estrutura sinttica.(D) A expresso em condies (linha 5), segundo a gramtica da lngua portuguesa, exige um complemento que integre o seu sentido. Porm, no texto, a ausncia desse complemento no promoveu prejuzo para a compreenso da informao.(E) A vrgula da frase Ao corao, coube a funo de bombear sangue para o resto do corpo (linhas 5 e 6) justifica-se pelo deslocamento do termo Ao corao, com finalidade estilstica de criar nfase.Comentrio Alternativa A: correta. Lembre-se de que derivao sufixal a que forma palavras por meio do acrscimo de um afixo aps o radical(lealdade, passageiro). Alternativa B: incorreta. Preste ateno porque no exatamente como a banca afirma. O qu acentuado por ser ummonosslabo tnico terminado em E. Isso poder acontecer quando eleestiver no final de frase, antes de ponto final, de interrogao, deexclamao. possvel que ele integre uma pergunta e seja tono, situaoque rejeita o acento: O que voc est pensando agora? Isso acontecenormalmente no incio de frase. Alternativa C: correta. Uma frase nominal um enunciadosem verbo capaz de transmitir satisfatoriamente uma mensagem (Ol!Silncio! Parada obrigatria.). Uma frase verbal, como o prprio nomeindica, aquela constituda em torno de um verbo (Faa silncio! Pare.). Alternativa D: correta. O nome condies pede umcomplemento preposicionado (em condies de que?) complementonominal. O contexto permite-nos entender que cada rgo do nosso corpo www.pontodosconcursos.com.br 40
  • 41. CURSO ON-LINE EXERCCIOS COMENTADOS PARA AUDITOR FISCAL DE ATIVIDADES URBANAS SEPLAG-DF LNGUA PORTUGUESA PROFESSOR ALBERT IGLSIA AULA 1precisa estar 100% em condies de funcionar, de desempenhar suasfunes. Alternativa E: correta. A ortodoxia gramatical no prev queo verbo (coube) seja separado de seus complementos (Ao corao,objeto indireto) por meio de vrgula. Somente com finalidade estilstica areferida vrgula pode ser explicada.Resposta B23. (Funiversa/Terracap/Administrador/2010) Com relao ao texto IV, assinale a alternativa incorreta.(A) A repetio do pronome na frase da linha 9 Quem palpita, quem sofre, quem dispara? cria destaque e certo suspense na informao.(B) A resposta O prprio. (linha 9), dada s perguntas feitas anteriormente, omite o nome (corao) ao qual se refere o adjetivo, o que valoriza enfaticamente o termo prprio.(C) O advrbio sim (linha 15) tem seu significado explicado nas informaes do pargrafo em que se insere.(D) O pronome Voc (linha 15) empregado na frase como forma de indeterminar o agente da ao, trao caracterstico da oralidade brasileira. Assim, Voc entrou no hospital (linha 15) corresponde a Entrou-se no hospital.(E) A sequncia a mnima (linha 17), qual falta o nome importncia, faz do qualificativo mnima o ncleo, o foco da informao.Comentrio O vocbulo sim a resposta pergunta retrica feita nopargrafo anterior. As informaes do pargrafo em que o sim estinserido so insuf