artigo sobre pavimentação

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  • 1. BRICKA Manual de Pavimentao

2. Indice A MELHOR OPO EM PISOS DE CONCRETO ....................................................................1 PAVER: O PISO DE CONCRETO VERSTIL E ECONMICO...............................................2 Peas so reaproveitveis e reduzem custos de iluminao......................................................2 PAVIMENTAO GANHA ESTILO NA FUNO DECORATIVA .......................................3 Use complementos de qualidade...............................................................................................3 PROJETO GARANTE EFICINCIA DO SISTEMA....................................................................4 Camadas da estrutura.................................................................................................................4 PROJETO PARTE DA ANLISE DO SOLO.........................................................................4 Solo Natural:.................................................................................................................4 Pavimento j existente...................................................................................................5........................................................................................................................................5 SOLO E TRFEGO DEFINEM ESPESSURA DA CAMADA DE BASE............................6 Espessura de base...........................................................................................................6 Escolha de materiais para base e subbase depende da resistncia do solo existente:7 MATERIAIS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA PAVIMENTAO.........................7 PRECISO SEGUIR ETAPAS NA CONSTRUO DO PISO...................................................8 Seqncia da pavimentao......................................................................................................8 Diversos Fatores Definem a Seqncia do Trabalho................................................................8 Avano em Etapas.....................................................................................................................8 REAS EXTENSAS PERMITEM AES SIMULTNEAS...............................................9 TRABALHO EM MEIAFAIXA GARANTE TRNSITO...................................................9 CONFINAMENTO PRESERVAM QUALIDADE DO PISO......................................................10 CONFINAMENTO EXTERNO..............................................................................................10 Meiosfios "in loco"...................................................................................................10 Encontro de pavimentos...............................................................................................10 Pavimentos para pedestres ou veculos leves..............................................................11 CONFINAMENTO INTERNO DETALHADO.................................................................11 Cordes transversais....................................................................................................11 Caractersticas dos cordes.........................................................................................11 Trabalho em meiafaixa..............................................................................................12 ETAPAS PARA COLOCAR A CAMADA DE AREIA SOB OS BLOCOS........................12 Etapas...........................................................................................................................12 Recomendaes............................................................................................................13 DEFINA PADRES PARA POSICIONAR E ALINHAR BLOCOS.........................................14 Colocao em fileiras..............................................................................................................14 TESTE O POSICIONAMENTO NO INCIO DA COLOCAO........................................15 Posicionamento em forma de escada..........................................................................15 Posicionamento em forma de pontadelana...........................................................16 Posicionamento em forma de espinhadepeixe........................................................16 ALINHAMENTO: A DIFERENA NA APARNCIA........................................................16 Verifique o alinhamento...............................................................................................16 Confira os ngulos retos..............................................................................................17 BRICKA Manual de Pavimentao i 3. Indice Controle em caso de interrupes...............................................................................17 CUIDADOS NA COLOCAO DOS BLOCOS..................................................................17 JUNTAS ESTREITAS AUMENTAM O INTERTRAVAMENTO.......................................18 Colocao termina com a aplicao de blocos de ajustes...........................................18 FATORES IMPORTANTES NO INTERTRAVAMENTO.........................................................19 Orientaes para esta etapa.....................................................................................................19 CUIDADOS COM A AREIA FINA PARA MELHOR SELAGEM DAS JUNTAS............19 COMPACTAO FINAL D FIRMEZA AO PISO............................................................20 Seqncia desta etapa..................................................................................................20 CUIDADOS NA MANUTENO DO PISO.................................................................................21 Juntas........................................................................................................................................21 Afundamentos..........................................................................................................................21 Ondulaes...............................................................................................................................21 Limpeza....................................................................................................................................21 BRICKA Manual de Pavimentao ii 4. A MELHOR OPO EM PISOS DE CONCRETO O conjunto de caractersticas do sistema BRICKA de pavimentao intertravada no deixa dvidas: nenhum outro piso de concreto rene tantas vantagens. A maior vida til. Economia na aplicao e manuteno. BRICKA produz pavers em concreto com resistncia, cores e formas de acordo com as necessidades de cada tipo de obra. O sistema oferece benefcios estticos e funcionais para obras comerciais, industriais e residenciais. Fcil de aplicar, tambm pode ser colocado na obra pela equipe especializada BRICKA. Macop utiliza blocos de concreto BRICKA 12 de alta resistncia em rea de trfego pesado de cargas industriais Pavers permitem a criao de mosaicos coloridos para pavimentao decorativa de qualquer tipo de obra Servio Social Sinduscon (SeconciPR): doao de piso BRICKA 4 para a entidade que oferece assistncia mdica e orientao em segurana ao trabalhador das construtoras da Grande Curitiba 1 5. PAVER: O PISO DE CONCRETO VERSTIL E ECONMICO No h outra opo com tantas vantagens em qualquer tipo de uso Os blocos de concreto BRICKA para pavimentao oferecem todo um mix de vantagens econmicas para obras residenciais, comerciais ou industriais. Melhor opo em pisos de concreto do mercado, o sistema de intertravamento reduz custos. Brita ou saibro mais assentamento sobre p de pedra reduzem em at 30% os gastos com base e subbase. Rejuntamento com areia fina melhora a distribuio de cargas e gera economia na manuteno, principalmente de garagens, ptios de descarga e estacionamentos. BRICKA 16 no ptio do Aeroporto Internacional Afonso Pena, na Grande Curitiba: pavimento resistente a cargas e corroso de combustveis beneficia reas de trfego leve ou pesado Peas so reaproveitveis e reduzem custos de iluminao Blocos de concreto BRICKA produzem pavimentos resistentes corroso de combustveis e compresso mnima de 35 Mpa, havendo a opo de aumentla at 50 Mpa. So reaproveitados em casos de retirada para obras de reparos de tubulaes enterradas. Fceis de aplicar, permitem trfego imediato aps o assentamento. Alm disso, o sistema de intertravamento evita a impermeabilizao do solo. E o uso de peas em cores claras pode diminuir em at 30% os custos de iluminao o que varia conforme a rea j que o concreto oferece excelente reflexo luz. 2 6. PAVIMENTAO GANHA ESTILO NA FUNO DECORATIVA BRICKA a indstria brasileira que oferece maior volume de cores e modelos de pavers, e ainda produz peas especiais sob encomenda. Confira as opes que permitem criar ambientes adequados aos mais diversos estilos ou necessidades arquitetnicas. Pavers so antiderrapantes. Absorvem menos calor. Favorecem e decoram caladas, bordas de piscinas, reas de lazer e escadas externas BRICKA 4 em vermelho no piso do Colgio Dom Bosco No Jardim Schaffer, em Curitiba, residncia de alto padro conta com pavers BRICKA em cor natural para pavimentar reas internas. Sistema intertravado favorece reas de lazer, absorve menos calor e preserva a permeabilidade do solo. Use complementos de qualidade nica indstria do Paran que oferece todos os complementos para pavimentao Melhor acabamento do mercado Meiosfios, guias, tubos, meiostubos e grelhas 3 7. PROJETO GARANTE EFICINCIA DO SISTEMA A eficincia do sistema de pavimentao intertravada depende da elaborao de projeto baseado na anlise da relao entre caractersticas do solo existente e da intensidade de trfego previsto para a rea. Cabe ao profissional de engenharia a tarefa de desenvolver projeto que determine as caractersticas e espessuras necessrias para cada camada da estrutura cumprir seu papel de forma efetiva. Os clculos que definem as necessidades tcnicas do pavimento apresentam variaes conforme o perfil da rea sobre a qual os blocos de concreto pavers so assentados. preciso destacar as diferenas para projetos de pavimentos construdos diretamente sobre o solo natural e para as reas que j contam com algum tipo de pavimentao. Camadas da estrutura Pavimentos com pavers so normalmente formados por duas camadas. A camada da superfcie constituda pelos blocos de concreto macio colocados de forma a se ajustarem uns aos outros. Essa camada, de contato direto com o trfego chamada de camada de rolamento. A camada de rolamento formada por pdepedra, pelos pavers e pelo rejuntamento com areia fina, que s deve ocorrer depois de executados o confinamento e a drenagem do piso para que o pdepedra fique confinado. Abaixo da camada de rolamento temse mais uma ou duas camadas. Em caso de apenas uma, ela chamada de base. E no caso de duas, temse base e subbase sobre o solo natural ou subleito, o qual d suporte ao pavimento. O pdepedra serve para o assentamento e a areia fina para preencher e selar as juntas dos blocos. Consulte o catlogo de blocos e conte com a assessoria tcnica BRICKA para ter projetos e pavimentos eficientes. PROJETO PARTE DA ANLISE DO SOLO A anlise da capacidade de suporte da camada que vai servir de subleito para a estrutura o primeiro passo para a definio das necessidades de projeto que garanta a eficincia da pavimentao com blocos de concreto. E os critrios para a realizao dessa anlise fundamental no clculo das espessuras das camadas so diferentes para os casos em que o piso deva ser assentado sobre solo natural ou sobre pavimento prexistente. Verifique as orientaes para os dois casos: Solo Natural: Nos casos em que os pavers so aplicados diretamente sobre o solo natural, preciso realizar ensaios em laboratrio para definir as caractersticas tcnicas dele, que assume a funo de subleito. As anlises mais importantes sobre o solo natural so as que avaliam: capacidade de suporte determinada pelo ndice de suporte Califrnia (CBR) e grau de estabilidade em relao umidade. A constatao de solo com CBR inferior a 3% exige que ele seja substitudo a uma profundidade mnima de 60 cm. O lenol dgua deve estar profundidade mnima de um metro, distncia a ser contada a partir da superfcie do pavimento j pronto. 4 8. Camada de blocos de concreto: pavers de espessura mnima de 6 cm e mais em caso de reas expostas a trfego e/ou cargas intensas. Camada de pdepedra: pelo menos 4 cm de espessura. Base: a espessura depende do material utilizado na construo, do trfego previsto e da qualidade do solo natural que vai servir de apoio. O tratamento do solo natural e das camadas que constituem as camadas da base do piso realizado de acordo com a tcnica tradicional da construo rodoviria. Pavimento j existente Pavers podem ser assentados sobre pavimento prexistente de concreto, asfalto, paraleleppedos ou material granular. Caso o padro projetado para a via permita, esses materiais devem ser aproveitados como sustentao ao novo pavimento: porque normalmente tem mais qualidade que o solo natural. Caso o pavimento existente seja constitudo de material que amolea com facilidade, preciso retirlo e substitulo por uma nova base a ser colocada sobre o solo natural. A anlise qualitativa do pavimento j existente fundamental: ele cumpre a funo de subleito do projeto. A pesquisa sobre a estrutura de pavimento j existente parte de furos de sondagem cavados at que se atinja a camada do solo natural. As sondagens so feitas a cada 50 metros do pavimento existente: a menos que, em distncias menores, sejam verificadas alteraes na textura ou umidade do material. Na medida em que se aprofundarem os furos preciso registrar em que profundidade ocorrem as mudanas do tipo de material e coletar amostras de cada um para anlise em laboratrio. Quando constatada a necessidade de rebaixar o nvel de um pavimento ou a impossibilidade de construir o novo sobre o existente em caso de ultrapassar a cota permitida, preciso realizar as sondagens at o nvel da camada que ser adotada como subleito. BRICKA Manual de Pavimentao 5 9. SOLO E TRFEGO DEFINEM ESPESSURA DA CAMADA DE BASE O trfego de uma via determinado pela soma do nmero de veculos comerciais que passam por ela num dia e em ambas direes. Para a melhor estimativa do trfego dirio, recomendase a contagem do volume acumulado em uma semana e a diviso do resultado por sete. No preciso contar automveis e utilitrios leves. Devem ser considerados veculos comerciais todos os que tm seis ou mais pneus: nibus, caminhes mdios (tocos) e pesados (trucados). As orientaes desta publicao no servem para vias de trfego exclusivo de carretas, reas sob cargas intensas, como portos e aeroportos e nem para locais por onde passem veculos comerciais em volumes superiores aos expostos nas tabelas fornecidas. Nos casos registrados acima preciso consultar os manuais do DER ou DNER. Espessura de base Definidos o tipo de solo do subleito e o trfego caracterstico para o piso, possvel fazer os clculos para determinar a espessura mnima da camada de base de pdepedra, que varia conforme o tipo de materiais utilizados na estrutura. As tabelas a seguir oferecem resultados para duas diferentes combinaes de materiais. As espessuras indicadas pelas tabelas correspondem espessura final da camada aps a sua compactao, resultados obtidos pelo mtodo da Portland Cement Association. Este mtodo de clculo estabelece espessuras para que o piso tenha durabilidade de 15 anos. A espessura da camada de base estabilizada com cimento nunca menor que 10 cm e a espessura de base granular no pode ser inferior a 15 cm. PARA DEFINIR ESPESSURA DA CAMADA DE BASE TRATADA COM CIMENTO (SOLOCIMENTO OU BRITA GRADUADA TRATADA COM CIMENTO OU CONCRETO COMPACTADO COM ROLO) Suporte do solo: valores de CBR (%) Trfego caracterstico: quantidade de veculos comerciais por dia at 5 de 5 a 10 de 10 a 20 3 22 24 25 4 17 19 20 5 13 15 16 6 11 12 13 Maior do que 7 10 10 10 PARA DEFINIR ESPESSURA DE CAMADA DE BASE GRANULAR (BRITA GRADUADA OU SAIBRO) Suporte do solo: valores de CBR (%) Trfego caracterstico: quantidade de veculos comerciais por dia at 5 de 5 a 10 de 10 a 20 3 37 39 42 4 28 31 33 5 22 24 26 6 18 20 21 Maior do que 7 15 15 15 BRICKA Manual de Pavimentao 6 10. Escolha de materiais para base e subbase depende da resistncia do solo existente: 1. solo + p de pedra + piso 2. solo + saibro ou brita graduada + p de pedra + piso 3. solo + base com cimento + pdepedra + piso 4. laje de concreto + p de pedra + piso MATERIAIS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA PAVIMENTAO O formato dos pavers tem pouca influncia sobre o mecanismo de funcionamento do pavimento construdo no sistema de intertravamento. No que se refere s dimenses, os blocos com at 25 centmetros apresentam maior facilidade de transporte dentro do canteiro: cabem na palma da mo. Brita ou saibro. Pdepedra. Blocos BRICKA. Areia fina. Rguas de madeira ou alumnio com 3 m de comprimento e 4 cm de espessura. Cordes de confinamento de concreto. Estacas. Barras de ao. Tubos drenantes, caixas de captao e grelhas. Caibros de 10 x 10. Passeios com sarjeta, guias ou meiosfios de concreto. Tbuas de madeira. Peneira de malha quadrada. Linhas para controle de alinhamento. Vibrocompactador e/ou placas vibratrias. Desempenadeira. Colher de pedreiro. Cunha ou talhadeira. Disco de corte e policorte. Vassouras. BRICKA Manual de Pavimentao 7 11. PRECISO SEGUIR ETAPAS NA CONSTRUO DO PISO A construo de pisos de blocos de concreto segue uma seqncia lgica de atividades para racionalizar o trabalho e reduzir custos. Apenas a coordenao das diversas etapas sucessivas j permite obter bons resultados. Como a camada de pdepedra no pode ser pisada depois de esparramada para o assentamento, a logstica deve prever que os materiais para base e a camada de pdepedra cheguem ao canteiro pelo lado da rea para o qual a obra avanar. J os blocos e a areia de rejuntamento devem chegar pelo lado do acabamento. Seqncia da pavimentao Recebimento dos materiais para incio da construo da base. Construo do confinamento e das estruturas de drenagem. Recebimento de materiais e espalhamento da camada de pdepedra. Compactao do pdepedra. No transitar sobre a camada de pdepedra espalhada e compactada. Recebimento e transporte dos pavers. Colocao dos pavers. Corte e colocao dos pavers para ajustes. Varrio de rejunte e compactao final. Diversos Fatores Definem a Seqncia do Trabalho A seqncia do trabalho depende da rea a ser pavimentada. E deve ser executada em trechos sucessivos de 10 m2 cada. O formato da rea tambm influencia: a disposio do trabalho porque h diferenas entre pavimentar faixas compridas e estreitas ou mais quadradas, o tipo e quantidade de equipamentos, o volume de modeobra e os prazos para a execuo. Avano em Etapas As vias so pavimentadas no todo de sua largura a partir de faixas de extenso prdefinidas. Estas faixas so marcadas por trs rguas paralelas e dentro das quais ser rasada a camada de pdepedra. Essas rguas normalmente tm 3 metros de comprimento: ao longo dessa distncia que se tem cada um dos trechos sobre os quais a obra deve avanar. 8 12. REAS EXTENSAS PERMITEM AES SIMULTNEAS Em reas extensas, o trabalho pode ser agilizado com a criao equipes especializadas em cada uma das atividades. recomendvel formar as seguintes equipes: Para construo da base. Para espalhamento do pdepedra. Para assentamento dos pavers. Para rejunte e compactao. Para acabamento. O trabalho simultneo na execuo de diferentes atividades em trechos curtos mais vantajoso que a dedicao concentrada na concluso de trechos maiores. Esta modalidade tem a vantagem de, em caso de chuvas fortes, no molhar grandes reas da camada de pdepedra. TRABALHO EM MEIAFAIXA GARANTE TRNSITO Vias que no possam ser totalmente fechadas ao trfego para a obra de pavimentao devem ser construdas a partir da criao de meiasfaixas. Um confinamento longitudinal permite realizar o trabalho dentro de uma meiafaixa enquanto se deixa a outra livre para o trnsito. O confinamento longitudinal pode ser permanente ou temporrio. Como a opo pela permanncia afeta a esttica da via, recomendase o confinamento provisrio com o uso de caibro de madeira ou perfil de ao que se retiram medida que o assentamento avana. BRICKA Manual de Pavimentao 9 13. CONFINAMENTO PRESERVAM QUALIDADE DO PISO O confinamento essencial para pisos com pavers: evita que o trfego solte e separe os blocos da camada de rolamento. O sistema de intertravamento exige confinamento externo para cercar externamente o pavimento e interno, para margear todas as instalaes inseridas dentro do pavimento. O confinamento construdo antes da colocao da camada de pdepedra. Forma uma espcie de caixa em que a estrutura funciona como parede e a base compactada serve de fundo. assim que o pdepedra e os pavers so intertravados de forma eficiente. CONFINAMENTO EXTERNO O confinamento externo geralmente constitudo por um passeio associado a uma sarjeta, guia ou meiofio de concreto. Pode ocorrer num nvel acima dos blocos ou ter a superfcie rente ao nvel deles, caso este que exige acabamento para no interferir nas rodas dos veculos. Meiosfios "in loco" Os meiosfios executados in loco nunca devem ser feitos base de argamassa. Devem ser concretados com molde rgido e adensamento vibratrio. Para trnsito de pedestres e veculos devem ter largura de 9 cm. Para trfego de veculos, a largura deve ser de 15 cm. Em ambos os casos, a altura deve ser de 45 cm, dos quais 15 cm precisam penetrar na base. Caso os meiosfios sejam prmoldados, preciso conteno lateral de concreto. Encontro de pavimentos Quando houver encontro do pavimento de blocos de concreto com outro tipo de pavimento que tenha bordas deterioradas, preciso separlos por uma guia ou meiofio de concreto sem tubo drenante. Quando a borda do outro pavimento for de concreto e estiver em bom estado e alinhada j serve de estrutura para o confinamento. 10 14. Pavimentos para pedestres ou veculos leves Em pavimentos para esse tipo de trfego possvel executar o confinamento externo com tbuas de madeira tratada de 4 cm de espessura e pelo menos 20 cm de largura. As tbuas devem ser presas com estacas de 4x4 cm ou barras de ao de 12 mm de dimetro por 40 cm de comprimento: estacas ou barras precisam ser aplicadas a cada 40 cm de distncia. Tambm podese executar o confinamento externo com guias ou meiosfios de concreto. As guias de encaixe de concreto BRICKA so as melhores opes para o confinamento externo de reas para trfego de pedestres ou veculos leves. CONFINAMENTO INTERNO DETALHADO O confinamento interno nunca feito aps a colocao dos blocos. Inteiros ou cortados, os pavers so encostados no confinamento externo. O confinamento interno envolve todas as estruturas inseridas dentro do pavimento de blocos: cmaras de inspeo, jardineiras, ilhas de separao de pistas, bocasdelobo, etc Sempre que houver esse tipo de interrupes preciso que se deixe o nvel da base e conseqentemente os pavers 2 cm acima das caixas, em funo das dificuldades de compactao das mesmas. Meiosfios, sarjetas e guias prmoldadas ou concretadas in loco tm espessura mnima de 9 cm em pavimentos para pedestres e veculos leves e 15 cm para veculos pesados. Nas peas de confinamento interno drenantes deve ser previsto o uso de tubos de 12 mm de dimetro dispostos a cada 25 cm no nvel da camada de pdepedra. Cordes transversais Em vias horizontais desnecessrio construir cordes transversais de concreto para intervalo de confinamento. Quando a inclinao da rea a ser pavimentada for maior que 8% fundamental intercalar cordes de confinamento por quadra em casos de ruas e a cada 100 metros em caso de rodovias: isto evita o risco de deslocamento horizontal dos blocos durante a execuo. Caractersticas dos cordes Os cordes de confinamento transversal so de concreto, prfabricados ou moldados in loco. Aplicase a cada 1,5 m um cordo com 15 cm de largura e 30 cm de profundidade, 15 cm dos quais penetrando na base. Se concretados in situ, preciso reforo de barra de ao de 12 mm, a 5 cm da face inferior e tubos drenantes de 40 mm de dimetro a cada 25 cm no nvel da camada de pdepedra. BRICKA Manual de Pavimentao 11 15. Trabalho em meiafaixa Na construo do piso da via por faixas que evitem a interrupo do trfego preciso cordo de confinamento longitudinal igual aos transversais, definitivo ou provisrio. Nestes casos, o cordo constitudo de caibro de 10x10 cm fixado ao solo por cravao de ferros de 12 mm de dimetro por 40 cm de comprimento, aplicados a cada 40 cm. ETAPAS PARA COLOCAR A CAMADA DE AREIA SOB OS BLOCOS A camada de pdepedra abaixo dos blocos desempenha duas funes: serve de filtro para a gua que penetra pelas juntas dos blocos e como camada de assentamento dos pavers. A areia fina como funciona agente do intertravamento entre os pavers ao penetrar pelas juntas entre suas faces laterais. Etapas O pdepedra transportado ao local da aplicao. A camada de pdepedra esparramada e sarrafeada antes da montagem do piso deve ter espessura uniforme de 4 cm em toda a rea: ela no tem a funo de regularizar as reentrncias da base. A colocao do pdepedra exige o uso de 3 rguas de madeira ou alumnio de 4 cm de espessura: duas servem como guias e a terceira como sarrafo. As guias so colocadas em paralelo em ambos os lados da via e no centro, de modo a cobrir toda a largura apenas com duas passadas. BRICKA Manual de Pavimentao 12 16. As guias ficam assentadas sobre a base nivelada e compactada: no espao entre elas se esparrama pdepedra suficiente para cobrir a altura da guia e um pequeno adicional que permita arrastla com o sarrafo. Do lado de fora das guias, dois auxiliares passam lentamente a rgua sobre as guias, de uma a duas vezes, em movimentos de vaivem. Depois disso, as guias so retiradas e vazios formados so preenchidos com pdepedra solto e rasados cuidadosamente com desempenadeira, de forma evitar danificaes nas reas vizinhas j prontas, com os pavers assentados. Recomendaes Para que a superfcie do pavimento de blocos seja uniforme necessrio manter qualidade do pdepedra e camada de espessura uniformes ao longo da pista. A superfcie rasada do pdepedra deve ficar lisa e completa: caso seja danificada antes do assentamento, deve ser solta com rastelo e novamente sarrafeada com rgua menor ou colher de pedreiro. Em caso de chuvas fortes antes da colocao dos blocos, a camada de pdepedra encharcada deve ser retirada e substituda por outra, com a umidade natural. Se, no momento da chuva, todos os blocos tiverem sido colocados mas no compactados ou rejuntados, preciso verificar em que estado ficou a camada de pdepedra. A constatao de sulcos coincidentes com as juntas dos blocos indica a necessidade de retirar blocos e pdepedra para recomear o processo. Quando as chuvas no causarem danos, basta que a gua escorra antes do incio da compactao. BRICKA Manual de Pavimentao 13 17. DEFINA PADRES PARA POSICIONAR E ALINHAR BLOCOS Os blocos de concreto so colocados seguindo dois critrios. H o padro de posicionamento ou forma como so dispostos um em relao ao outro e tambm o padro de alinhamento, que marca a posio relativa entre o eixo dos blocos e o da via. Esses padres so definidos antes de comear o calamento. Quando h trfego de veculos no podem existir juntas contnuas que fiquem paralelas direo do trfego para maior estabilidade do piso: preciso evitar essa coincidncia ao escolher padres de posicionamento dos pavers. Alguns tipos de blocos como os retangulares geram diversos posicionamentos aplicveis a vias de trnsito de pedestres, nas quais possvel adotar qualquer tipo de alinhamento. Pavimentos para trfego de veculos tm os blocos dispostos, de preferncia, no padro espinhade peixe e so alinhados com o eixo da via em qualquer ngulo. Esse padro tem a vantagem de dispensar mudanas de alinhamento em curvas ou esquinas. Colocao em fileiras Quando os blocos retangulares so colocados em fileiras, estas devem ser travadas da mesma maneira que os tijolos de uma parede e ficar alinhadas transversalmente ao sentido do trfego. Nas intersees com curvas ou esquinas, o padro de posicionamento deve ser girado, de modo que as fileiras fiquem transversais ao fluxo das rodas. Esta mudana se realiza a partir do corte preciso dos blocos ou com o uso de cordo transversal de calamento: fileiras nunca so alinhadas com o eixo da via. 14 18. Blocos em forma de i , cruz, trevo, etc s podem ser posicionados em fileiras: isto exige colocao de forma perpendicular ao eixo da via, mas dispensa mudana no padro de posicionamento em curvas ou esquinas TESTE O POSICIONAMENTO NO INCIO DA COLOCAO Cada tipo de posicionamento dos pavers exige uma determinada seqncia de montagem dos blocos. Essa seqncia deve ser estabelecida de forma a permitir o trabalho simultneo de mais de um colocador. Cada profissional pode aplicar dois blocos ao mesmo tempo, apenas deslocandoos lateralmente, sem ter que encaixar peas em vazios. Para conseguir essa coordenao, preciso que a colocao j comece de acordo com as necessidades dos padres escolhidos para posicionamento e alinhamento das peas. E a melhor maneira de garantir que o trabalho ocorra sem problemas fazer um teste em 2 m ou 3 m de rea antes de comear o assentamento, o que permite corrigir o alinhamento e memorizar a seqncia. Posicionamento em forma de escada Para colocar blocos em fileiras transversais, utilizase um dos lados da via ou uma linha no seu eixo como guia. At que o padro fique definido preciso fazer a colocao inicial de cerca de 25 blocos. O trabalho prossegue com cada um dos dois colocadores atuando em duas linhas: de preferncia, um colocador fica na frente do outro. BRICKA Manual de Pavimentao 15 19. Posicionamento em forma de pontadelana Seguindo uma linha ou o eixo da via colocamse os primeiros 10 blocos. O trabalho pode avanar com at quatro colocadores aplicando as peas simetricamente, em linhas oblquas duplas at a ponta encontrar o eixo. Os espaos vazios so preenchidos posteriormente. Posicionamento em forma de espinhadepeixe. Para o posicionamento em espinha de peixe, devese escolher para que a diagonal vai ficar. Caso se queira o avano da esquerda para a direita, colocamse primeiramente em torno de 18 blocos. O trabalho de 1 ou 2 colocadores continua com as duas fileiras seguindo a diagonal, sempre da frente para trs Caso se queira que a diagonal da espinha de peixe avance da direita para a esquerda, apenas um colocador poder avanar pela diagonal colocando uma nica fileira para a frente e la seguinte para trs. Este esquema, que exige mais ajustes, tambm serve para colocao em espinhade peixe com o posicionamento em outros ngulos. ALINHAMENTO: A DIFERENA NA APARNCIA O alinhamento correto dos blocos depende de pavers de boa qualidade e com dimenses homogneas, assim como dos cuidados colocadores na montagem. Blocos alinhados corretamente ou de forma descuidada afetam pouco o rendimento, mas fazem toda a diferena na aparncia do piso. Para garantir a qualidade da aparncia, preciso manter controle sobre os padres de posicionamento e alinhamento dos blocos ao longo da via. Para isto, preciso utilizar linhas longitudinais e transversais fixadas e esticadas com estacas, varetas ou blocos. Verifique o alinhamento Definida a direo em que o trabalho vai avanar, importante verificar a correo no alinhamento dos blocos a partir de linha longitudinal e linhas transversais dispostas a cada 5 m. Eventuais desajustes podem ser corrigidos sem a necessidade de retirar blocos, apenas com o uso de cunha ou talhadeira BRICKA Manual de Pavimentao 16 20. Confira os ngulos retos Para checar ngulos retos especialmente no incio do servio utilizase linha de 12m com as extremidades unidas e marcas correspondentes a 5 m, 4 m e 3 m. Colocando as marcas de 3 m e 4 m sobre estacas e esticando o conjunto, a diagonal do tringulo deve coincidir com a marca dos 5 m Controle em caso de interrupes Quando h interrupes na via como sumidouros, caixas de inspeo ou outros confinamentos internos preciso colocar linhas em forma de quadrcula em volta delas para controlar a seqncia de colocao e o alinhamento das peas. CUIDADOS NA COLOCAO DOS BLOCOS A etapa da montagem do piso a atividade mais importante da construo do pavimento pela influncia que tem sobre a qualidade final. Pelo fato de ser uma atividade manual, fundamental o controle de cada etapa para garantir acabamento e durabilidade do pavimento. da montagem que dependem nivelamento, padro de alinhamento, regularidade superficial, largura da juntas, etc. Como os blocos so colocados mo, o colocador usa apenas luvas de proteo. O trabalho no nvel do cho cansativo: para evitar o cansao, o colocador muda freqentemente a posio em que aplica os blocos e ainda se faz um rodzio para todas as atividades da obra. A equipe mnima de trabalho composta de trs operrios: colocador, auxiliar para transporte e outro para carregar e distribuir as peas. Durante a colocao e antes que os blocos sejam compactados, preciso proteger o piso de reas em obras com tbuas ou chapas grossas de madeira para a circulao dos operrios e transporte dos materiais. BRICKA Manual de Pavimentao 17 21. JUNTAS ESTREITAS AUMENTAM O INTERTRAVAMENTO Alm da uniformidade superficial dos pavers, outro fator importante na fase de colocao executar juntas estreitas. Esse cuidado gera um intertravamento eficiente para o funcionamento mecnico do pavimento: diminui a permeabilidade do piso afetado pela gua e o crescimento de grama, por exemplo. Os blocos so assentados diretamente sobre a camada de pdepedra previamente rasada. Cada paver pego com a mo, encostado firmemente contra os outros j assentados, para ento deslizar verticalmente at tocar no colcho de pdepedra. O cuidado na colocao permite que se tenha a junta com abertura mnima: em mdia de 2,5 mm. Quando a abertura ficar maior, possvel fechla com batidas de marreta de madeira ou borracha, na lateral do bloco e na direo aos pavers j assentados. Os pavers no devem ser golpeados na vertical para que fiquem rentes entre si: os golpes devem ser utilizados apenas para minimizar as juntas ou para corrigir o alinhamento. Em pistas inclinadas aconselhvel executar a colocao de baixo para cima. No adianta tentar fechar aberturas maiores com o bloco sendo deitado sobre o pdepedra e empurrado contra os outros: porque o pdepedra tambm arrastado e no permite o encosto perfeito. Colocao termina com a aplicao de blocos de ajustes Caso se queira que a diagonal da espinha de peixe avance da direita para a esquerda, apenas um colocador poder avanar pela diagonal colocando uma nica fileira para a frente e la seguinte para trs. Este esquema, que exige mais ajustes, tambm serve para colocao em espinhade peixe com o posicionamento em outros ngulos. BRICKA Manual de Pavimentao 18 22. FATORES IMPORTANTES NO INTERTRAVAMENTO A compactao tem funes importantes: rasar os pavers pela face externa, iniciar o adensamento da camada de pdepedra para o assentamento dos blocos e induzir o pdepedra a penetrar, de baixo para cima, nas juntas entre as faces laterais para produzir o intertravamento dos pavers. Orientaes para esta etapa As atividades de compactao so realizadas sobre o piso com o uso de vibrocompactadora e/ou placas vibratrias. Em pavimentos com blocos de 6 cm de espessura importante evitar o uso de equipamentos muito potentes, que podem provocar a quebra das peas. Na primeira etapa de compactao, a vibrocompactadora e/ou placa vibratria passa sobre o piso pelo menos duas vezes e em direes opostas: primeiro completase o circuito num sentido e depois no sentido contrrio, com sobreposio dos percursos para evitar a formao de degraus. A compactao e o rejuntamento com areia fina avanam at um metro antes da extremidade livre, noconfinada, na qual prossegue a atividade de pavimentao. Esta faixa no compactada s compactada junto com o trecho seguinte. Caso haja quebra de peas na primeira etapa de compactao, preciso retirlas com duas colheres de pedreiro ou chaves de fenda e substitulas: isso fica mais fcil antes das fases de rejunte e compactao final. O uso de vibrocompactador fundamental em caso de obras para trfego pesado e a placa serve para casos de trfego leve, alm de fazer o acabamento das laterais, independente do padro da obra. CUIDADOS COM A AREIA FINA PARA MELHOR SELAGEM DAS JUNTAS O rejuntamento com areia fina diminui a permeabilidade do piso de gua e garante o funcionamento mecnico do pavimento. Por isso preciso utilizar materiais e modeobra de boa qualidade na selagem e compactao final. Com rejunte mal feito os blocos ficam soltos, o piso perde travamento e se deteriora rapidamente. O rejunte exige areia fina com gros menores que 2,5 mm do tipo utilizado para preparar calfino de paredes. O uso de peneira de malha quadrada permite retirar os gros maiores que 2,5 mm, contaminantes e corpos estranhos, alm de soltar a areia para que seque mais facilmente. Na hora da colocao, a areia precisa estar seca, sem cimento ou cal: nunca se utiliza argamassa porque isso tornaria o rejunte quebradio. Quando a areia estiver muito molhada, podese estendla em camadas finas para secar ao sol ou em rea coberta. Devese evitar o contato da areia com o solo e remexla com freqncia. Em mdia, preciso utilizar em torno de 3,5 litros de areia por m2, ou seja, 1 m3 serve para selar 285 m2 de pavimento. A areia posta sobre os pavers em camadas finas para evitar que sejam totalmente cobertos. O espalhamento feito com vassoura at que as juntas sejam 19 23. completamente preenchidas. Quando se tem maior volume de pessoal, a varrio pode ser alternada com a compactao final. COMPACTAO FINAL D FIRMEZA AO PISO A compactao final tem a funo de dar firmeza ao pavimento. Portanto, vale a pena concentrar esforos nessa etapa, ainda que o trfego aps a concluso do piso continue compactando a areia fina das juntas e acomodando os blocos. Seqncia desta etapa A compactao final executada da mesma forma que o indicado para primeira etapa dessa atividade, conforme o registrado em Fatores importantes no intertravamento: o cidado cai l Devese evitar o acmulo de areia fina, para que ela no grude na superfcie dos pavers, nem forme salincias que afundem os blocos quando da passagem da vibrocompactadora e/ou placa vitratria. preciso fazer pelo menos quatro passadas da vibrocompactadora e/ou placa vibratria em diversas direes, numa atividade que se desenvolve por trechos de percursos sucessivos. Encerrada esta operao o pavimento pode ser aberto ao trfego. Se for possvel, deixar o excesso da areia fina do rejunte sobre o piso por cerca de duas semanas, o que faz com que o trfego contribua para completar o selado das juntas. S recomendvel deixar o excesso de areia quando no houver chuvas, quando a frenagem no for dificultada ou a poeira no incomodar. Em caso de chuva feita a varrio final e a abertura da via para o trfego. Uma ou duas semanas depois o empreiteiro volta obra para refazer a selagem e nova varrio. No se joga gua sobre o piso antes de completar um ms de assentamento. BRICKA Manual de Pavimentao 20 24. CUIDADOS NA MANUTENO DO PISO A manuteno de pisos com pavers exige ateno e cuidados especficos. importante que os encarregados dessa atividade saibam como identificar possveis problemas e danos decorrentes de uso para que os reparos necessrios sejam feitos a tempo de evitar prejuzos e afetem o trnsito. Juntas Para que uma junta intertravada funcione bem, preciso que permanea cheia de areia fina. A junta que ficar com mais de 1 cm vazio deve ser analisada para que se verifique a causa e o problema seja corrigido antes de novo preenchimento. A grama nas juntas no atrapalha e pode ser eliminada com ferramenta adequada. Afundamentos Em pisos que afundam devido a problemas nas redes de tubulaes ou por compactao inadequada da base, preciso retirar os blocos e fazer os consertos para ento repavimentar a rea afetada com o reaproveitamento do material retirado. Nesses casos, o nvel da base compactada deve ficar cerca de 2 cm mais alta que a existente para que, na consolidao, o pavimento recolado fique na altura do piso que no sofreu alteraes. Ondulaes Pavimentos que ao longo do tempo apresentam ondulaes foram construdos sobre bases de qualidade portante insuficiente, sobre subleitos instveis ou esto submetidos a trfegos superiores aos previstos. A causa desse tipo de disfuno precisa ser pesquisada para que o problema seja eliminado antes de repavimentao: portanto, fundamental o correto dimensionamento da camada de base. Limpeza Pisos com pavers so limpos apenas com varrio. Devese evitar esguichos com gua. Nunca utilizar mquinas de alta presso ou cidos. 21